Buceta da Mili 34

Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que já não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade

Dizem que quando você está à beira da morte, vêm à mente, como num flash, as imagens dos momentos mais marcantes da sua vida... o engraçado é que, nesse caso, só vinham imagens do meu passado recente com a Mili...

Desde que comecei com ela meses atrás, neste mesmo quarto e na cama onde eu ainda estava sentado, meio dormindo e perplexo. Curiosamente, a maioria das minhas lembranças era das vezes que comi a Mili pelo cu, boas lembranças, que talvez estivessem prestes a acabar ali...

Tudo o que passamos, tive que enfrentar o simplório do Javier quando ele ainda era o namorado dela e quando virou ex, a louca mas sexy do seu jeito Vane, e o até pouco tempo atrás bom Guille, agora perturbado... tudo pra chegar nisso...

Pensei que, se um dia tudo fosse pro caralho, se a Mili fosse me descobrir, seria por causa de algum deles. Quase me sentia como o Batman contra o Coringa, a Arlequina e o Duas-Caras, respectivamente. No fim, foi um gol contra, foi meu erro deixar meu laptop acessível, sem senha, ainda mais com aquele e-mail aberto... à vista...

- E então?... ela me provocou ao ver que eu não reagia, esperando uma resposta.
- Bem... consegui dizer com um fio de voz, quase sem ar.
- Nem pense em mentir pra mim... disse ela, furiosa.

Os segundos que fiquei sem responder, relembrando meu relacionamento conturbado com a Mili e bolando respostas, também deram tempo pra Mili ir ligando os pontos do jeito dela, com as lembranças e o que vivemos na nossa amizade recente com a Vane, por quem ela teve ciúmes de mim algumas vezes. Ela se levantou surpresa e começou a andar na minha frente, a mente dela começou a divagar...

- Claro... por isso que você afastou ela do Guille... queria ela só pra você... seu infeliz...
- Nãooo... não foi assim... falei, reagindo.
- A foto de vocês no hotel... e no clube, ela te procurava... como não percebi... merda... aconteceu de novo... pensei que você fosse diferente do Javier... que não Você me enganaria…

Ela começou a rememorar cada coisa, ligando os pontos, como as mulheres sabem fazer… vi ela cambalear, no começo tava furiosa, pensei que ia me bater como uma reação natural, mas depois os lembretes das traições do Javier começaram a se amontoar na cabeça dela…

Ela se sentiu ferida no ego, com certeza, sendo ela, uma garota linda de corpo escultural, talvez a mina mais desejada da faculdade, acabou sendo enganada por dois caras: um doido e galinha (Javier) e outro divertido e tranquilo (eu)…

- Tá bem?… perguntei vendo ela tonta.
- Tá calor… Dany… não tô bem… só murmurou e… desabou.

Ela desmaiou na minha frente, mal consegui segurar ela, pelo menos pra isso eu reagi rápido. Deitei ela no sofá que tava do lado da minha cama, preocupado, mas me certifiquei de que ela tava respirando. A Mili tinha passado da raiva pra depressão, uma mudança brusca de humor… ou simplesmente teve algum tipo de ataque de ansiedade que acabou derrubando ela.

- Merda… e agora o que eu faço?… falei preocupado.

Se eu avisar minha mãe pra me ajudar, vai dar uma puta confusão… melhor só esperar ela se recuperar… se ela acordar, com certeza vai querer me matar…. Depois do puxão de orelha que ela deu na minha proximidade com a Vane, duvido que acreditasse em mim ou quisesse me ouvir, pelo menos. Ela ia sair da minha casa e da minha vida, fazendo um escândalo… quem poderia culpá-la?

Enquanto pensava no que fazer, meu olhar caiu sobre uns pedaços de corda no meu quarto que usei uma vez pra subir umas coisas pela sacada…

- Claro, tenho que imobilizar ela, pra evitar que fique agressiva ou que fuja, e ao mesmo tempo me dar tempo de explicar o que aconteceu… foi a única ideia que me veio na hora.

Bom, parecia um plano razoável, enquanto eu já via a Mili reagindo aos poucos, como quando você sonha e se mexe sem saber. Até que…

- Filho… ouvi na porta.
- Sim… falei tremendo, minha mãe.
- Vou sair um pouco pra ver sua tia…
- Ok… disse aliviado.
—  Comporta-te… —disse em tom de aviso.
Ufa… sorte que ela não quis se despedir da Mili… e pelo menos não teria plateia se houvesse gritos quando ela acordasse… minha velha demoraria uma hora ou duas… esperava conseguir sobreviver a isso…

Tão nervoso que estava, e enquanto pensava em como explicar o que aconteceu, acabei amarrando ela errado, digamos que foi culpa dela também. No começo, a Mili estava deitada no sofá, eu ia amarrar os pés dela, mas, como sonâmbula, ela reagiu e acabou apoiada nas minhas costas enquanto eu, de joelhos, amarrava um tornozelo.

Na minha pressa, porque sentia que ela ia acordar logo, amarrei o tornozelo direito dela no pulso direito… assim seria mais difícil ela fugir… depois amarrei o outro tornozelo no outro pulso… nada ortodoxo, mas na hora achei que era um jeito rápido de conter a Mili, enquanto a cabeça dela começava a reagir.

Ela parecia uma boneca de pano, sentada, com o peito contra as pernas… os braços contornando as pernas e amarrados de um jeito peculiar. O que não previ foi que, nessa posição, ela tinha a cabeça quase entre as pernas, olhando para o chão, não conseguia me ver… talvez fosse melhor assim, para não ter que encarar ela enquanto explicava tudo…

— Danny… Danny… O que é isso? — disse ela, forçando as amarras.
— Calma… calma… deixa eu explicar…
— Seu maldito mentiroso… — berrou, lembrando de tudo e tentando levantar a cabeça.
— Não, não… deixa eu explicar…
— Me solta que eu te mato… — gritou furiosa.

Enquanto começou a espernear, na tentativa de se levantar, acabou com as costas contra o encosto do sofá e… as pernas e os braços graciosamente no ar, como um camarão virado. Consegui ver o rosto vermelho de raiva, os olhos soltando fogo e a boca… bom, soltava uma série de insultos e ameaças que começavam a ficar mais altas…

Se meus vizinhos chamassem a polícia e nos encontrassem assim, parecia um sequestro. Eu precisava calar ela, mas como… olhei para minha cama, onde ela ainda estava. a calcinha da Mili, e pela posição que ela tava agora, com a saia aberta, era óbvio que não tava usando… já imaginam o que eu fiz…
Sim, fiz uma bola de pano com a calcinha dela e, se já me odiava, ia me odiar mais ainda, enfiei na boca dela… a calcinha, claro, se enfiasse outra coisa na boca dela, ela me mordia… De novo começou a espernear, tentou cuspir a calcinha da boca mas não conseguiu, respirava com raiva pelo nariz…
Depois de uns segundos ou minutos… finalmente percebeu que não adiantava lutar… se acalmou, me deu uma última cara de ódio e depois relaxou, as pernas abertas coladas nos braços se recostavam dos dois lados dos braços da poltrona.

- Ok… primeiro, me desculpa por te amarrar, não me deixou outra escolha… bom, também pela parada da calcinha na boca… é o único jeito que achei pra você me ouvir… falei.

Agora que tinha silêncio, só precisava aguentar o olhar ameaçador dela, comecei a explicar como tudo aconteceu. Desde as investidas da Vane, passando pela chantagem dela de contar o meu lance com a Mili e as coisas que nos viu fazer, inventando fofocas que fariam a Mili parecer uma puta na faculdade… bom, ela era uma puta, mas minha puta… e ninguém mais podia saber…

Contei como, pra preservar a honra da Mili e me vingar da Vane, apelei a enganar a Vane no hotel, sendo o Guille que me substituiu. Como depois as coisas se complicaram por culpa do Javier e da foto que ele tirou. Que depois a Vane e o Guille se apegaram, pelo menos foi o que pareceu no clube.

Pra ser sincero, omiti a parte em que a Vane me amarrou na cabana e abusou de mim. Também não contei da minha vingança triste no clube, em que, bêbado e no escuro, possuí a Vane na cabana dela. Acho que essas partes ela não precisava saber e só iam deixá-la mais puta…

Do clube só comentei que durante a dança a Vane deu em cima de mim, que ainda tava obcecada por mim e que parecia que tava competindo com a Mili. Falei que recusei ela… mas que mesmo assim, no caminho de volta no Ela se insinuou pra mim de novo.
Também falei que o Guille percebeu isso, e a Vane, quando voltou, falou cruelmente pro Guille que ela ainda tava interessada em mim. Isso deixou o Guille louco e ele planejou uma vingança horrível contra ela, usando o Javier também. Por isso, conversei com a avó da Vane pra ela se afastar até o Guille voltar ao normal e esquecer essas loucuras.

Mas, enfim, a Vane continuou me chantageando pra ter um encontro comigo, dizendo que só assim ia embora da cidade. Eu agi com medo do que o Guille poderia fazer com ela e das consequências que isso traria pra ele também.

- Como você vê… uma coisa levou à outra… quando pensei que tinha resolvido tudo juntando o Guille e a Vane, as coisas pioraram por causa da teimosia dela… o único jeito que encontrei pra acabar com isso… foi aceitar o pedido dela, pra evitar que tudo terminasse mal com o Guille, com a Vane, e até com você, pra não manchar sua imagem na universidade…

Quase me pintei como um santo, querendo salvar todo mundo, e também o meu couro, sendo uma vítima das circunstâncias. Terminei meu relato e fiquei ouvindo os grilos… claramente não teve resposta, a Mili continuava de boca tampada… me olhando entre furiosa e incrédula com a minha história. Com tanta coisa que escondi ou menti, histórias que inventei… era difícil ela acreditar em mim…

Já tinha sido difícil no clube ela me perdoar, agora seria quase impossível pela expressão no rosto dela, mas pelo menos já tinha dito minha verdade…

- Vou tirar isso da sua boca… mas não grita… falei timidamente.

Tirei rápido a calcinha da boca dela, pra evitar que me mordesse. A Mili mexeu a boca como se estivesse recuperando a mobilidade por causa do desconforto da calcinha… ficou em silêncio, pensando no que dizer e se segurando pra não gritar…

Acho que a essa altura ela já sacou a situação, também não queria um escândalo e ser encontrada largada no sofá, amarrada de pernas pro ar, com a saia aberta e a buceta de fora…

- Agora é pra eu Tenho que te agradecer por ter comido aquela vagabunda… quer que eu te aplauda por salvar minha honra… por mentir pra mim… Você é um lixo… disse ela, ainda irritada.
- Se eu não fizesse isso, a Vane ia falar um monte de merda sobre você na faculdade… isso teria te agradado?… me defendi.
- Sabe que desde que entrei na faculdade falam um monte de merda de mim… toda vez que passo numa matéria difícil, todo mundo fala que com certeza transei com o professor, se sou legal com um cara acham que sou fácil, se saio com alguém na mesma semana o idiota fala que dormiu comigo… se faço amizade com um cara inteligente acham que é por interesse, pra ele me ajudar a passar…
- Uau… do que você tá falando… nunca ouvi essas coisas (bom, um pouco, só a última parte)…
- Você mal passa tempo na faculdade, nem todo mundo tem a sorte de tirar notas boas com pouco esforço, eu tenho que passar quase o dia inteiro na faculdade estudando e fazendo meus trabalhos, porque quero me formar… mas isso não importa pra ninguém, todo mundo olha pra minha bunda e acha que me dão notas de graça ou que alguém me ajudou… sempre escuto os boatos… disse indignada, quase chorando.
Ela tinha razão, eu mesmo cheguei a pensar que muitos professores ficavam de olho nela e davam notas de favor… e se eu me estressava de passar muito tempo na faculdade, via gente andando de um lado pro outro, perdendo tempo, pensava que era mais produtivo pra mim estudar ou fazer meus trabalhos em casa…
- Você acha que eu ligo pro que falam de mim? As pessoas não sabem o esforço que faço pra passar nas matérias… ou todos os fofocas sobre o que eu fazia ou não com o Javier… e você vem como o grande herói dizer que comeu a Vane pra evitar que falassem de mim…
- Bom… pensei que… tentei rebater, abalado, ela tinha lógica, eu criei um mundo de situações pra protegê-la e acabei sugado pelas minhas próprias intrigas, o karma como a Guille diria.
- Você achou que as pessoas não iam falar?… você bateu no Javier numa festa, todo mundo sabe ou desconfia que estamos juntos… Javier vai falar mal de mim… e você queria evitar que falassem mal de mim, comendo aquela foxy… você é um cachorro traidor… igual a todos… sentencio soluçando.
Me senti um lixo… Mili me disse umas verdades e eu ferrei tudo, levei as coisas ao extremo com a Vane e o Guille. Puta que pariu… cinco minutos de sinceridade com a Mili teriam me poupado um monte de treta, idas e vindas com a Vane… e por não ter falado as coisas na hora, tava perdendo ela…

- Você mentiu pra mim, me enganou com aquela slut… de todas tinha que escolher justo a que eu mais detesto… como eu te odeio, infeliz… agora me solta… me solta… berro, se irritando de novo.

Entendi que ela ia gritar de novo, então coloquei a calcinha fio-dental de volta na boca dela. Ela ficou mais puta ainda… pedi desculpas pelas merdas que fiz, achei que tava agindo de boa fé, admiti que devia ter contado antes de chegar naquilo, etc…

- Você acha que tem chance… de me perdoar… perguntei absurdamente naquele contexto.

Ela me olhou com raiva, conseguiu cuspir a calcinha da boca e com desprezo soltou as seguintes palavras:

- Depois que você me soltar, vou vazar daqui… e nunca mais vou falar com você, nunca mais vai me tocar, seu idiota… confiei em você e você foi minha maior decepção…

Isso doeu… porra… tinha perdido a mina que toda a faculdade comentava, tinha descoberto que ela era mais que uma buceta gostosa pra comer, tinha qualidades e a gente funcionava bem junto, melhor que os outros relacionamentos que tive antes… caralho… como eu ferrei tudo… fiquei perplexo… agora eu que tava tonto…

- Danny… me solta agoraaa…

Sentei abalado na minha cama… com o olhar perdido, depois meus olhos pousaram nela, não queria perdê-la… observei seu rosto lindo e decepcionado, às vezes preocupada com minha abstração, e então, como atraído por um ímã, meu olhar foi descendo, parou no púbis dela… ela amarrada de pernas e braços, no sofá…

Lembrei das palavras dela… quando eu soltar e ela for embora, tudo acabaria… quando eu soltar… em algum momento teria que que soltar ela… não tinha que ser agora…
- Desculpa… falei, me aproximei dela e… tampei a boca dela de novo com a calcinha dela.
Ela me olhou surpresa… acariciei o rosto dela, os cabelos, os peitos por cima da roupa, os quadris, as coxas, enquanto ela tremia, não sei se de ódio ou nervoso, imaginando o que eu pretendia fazer… ela disse, seria a última vez que eu tocaria nela…
Vão dizer que sou louco, talvez tenha chegado ao nível de loucura do Guille… mas só agora percebi a situação, a Mili passava a imagem típica de uma garota sodomizada, esperando ser dominada brutalmente… talvez isso foi me enchendo de tesão… se ela já me odeia e é a última vez que vou ter contato com ela… por que não?, pensei.
Naqueles instantes, meu pau começou a crescer, formando um volume na minha roupa, liberei meu pênis sob o olhar atônito da Mili, que tentou espernear, sabia o que vinha. Não precisei me mastigar muito, já tava dura. Enquanto eu me aproximava, os olhos da Mili iam se arregalando de surpresa.
- Desculpa… murmurei de novo, enquanto me acomodava entre as pernas dela.
A Mili só balançava a cabeça em reprovação, com as pernas e braços amarrados pra cima, tentou espernear, o tronco e a virilha livres pra me receber, pouco podia fazer pra evitar a última foda que eu tava disposto a dar nela.
Pra evitar a agitação inquieta dela de oposição, optei pela tática antiga, um beijo no ponto fraco, por mais que ela esticasse o pescoço, ao sentir meus lábios e os beijos que dei com uma leve mordida, ela acabou relaxando um pouco, baixando a guarda…
Aproveitei isso pra puxar um pouco o quadril dela e colocar na posição certa, pronta pra me receber… via a buceta dela começando a lubrificar contra a vontade… mas não ia perder tempo ali… ia direto ao ponto, melhor dizendo, ao cu…
Mirei no esfínter enrugado dela, de novo o olhar entre reprovação e surpresa da Mili, os olhos dela arregalados ao máximo… sem esperar mais, penetrei violentamente… -          Ouuummm…. Eu ouvi ela gemer através do pano que tapava a boca dela.
-          Desculpa… repeti mecanicamente de novo.
Depois daquele impacto, a Mili arqueou as costas pra aguentar a dor que o abrupto entrada do meu pau causou no cu surpreso dela. O rosto vermelho, os olhos ora abertos, ora semi-cerrados, lacrimejando.
Pois é, seria a última vez que eu ia me deliciar com aquelas bundas gordas e o buraquinho apertado dela… então comecei a bombar, com um pouco de dificuldade, ela tentava resistir, contraindo o esfíncter e apertando meu pau… até que finalmente cedeu…
Ela percebeu que não adiantava resistir, já que eu tava determinado a conseguir o que queria, a não deixar ela ir até me satisfazer pela última vez…. A Mili só se rendeu e aguentou minhas estocadas no cu arrombado dela, enquanto eu enfiava até as tripas…
-          Mmmm…. Grrrr… mmm… eu ouvia ela gemer baixinho com a boca tampada.
Se eu ia curtir ela, pela última vez, ia ser de todas as curvas dela… enquanto eu furava o cu dela, segurando o quadril com uma mão, com a outra puxei os peitos inchados dela, soltando eles parcialmente, beliscando os bicos dos peitos enquanto ela ficava pasma.
Suada, eu via ela resfolegar abafada pelo pano, respirando com força pelo nariz… por um momento achei que ela ia se sufocar… tirei a calcinha da boca dela, e coloquei minha mão semi-aberta no lugar, pra ela respirar melhor sem fazer muito barulho…
-          Uffff… ufff…. Ouuu…. Ela reclamava entre meus dedos, a Mili.
Quando recuperou o fôlego, assim que teve chance, me deu uma mordida… afastei minha mão dolorida…
-          Gostou?... era assim que você fazia aquela puta gozar… ela me provocou, falando da Vane.
-          Não, não, não… não tem cu mais gostoso que o seu… respondi febril.
-          Ouuu… cachorro mentiroso…. Uhmmm… traidor…. ouuu… ela reclamava, cedendo.
Quando percebi o ego dela crescendo junto com a excitação, por causa do meu elogio bruto, meu reconhecimento de que era o melhor cu que eu já tinha provado. Na minha vida… não só pela estreiteza do cu dela e o volume das nádegas, mas pela entrega que ela tinha, seus gemidos gostosos…
Me deixando levar… me joguei pra beijá-la… primeiro ela fechou a boca, se afastou, até que acertei os lábios dela, ela cedeu, abriu a boca, por uns momentos me ofereceu a língua… depois me mordeu o lábio…
- Ufff… ufff… tenta de novo… maldito… oummm… me desafiou.
Fiquei puto com aquela mordida, e castiguei violentamente o cu dela, as nádegas tremiam e aquele tremor se espalhou pelo corpo dela, vibrava nervosamente, não sabia se de prazer ou pelo esforço da posição desconfortável com os membros amarrados… ia descobrir tentando beijá-la de novo.
- Merda… uhmmmm… ouuu… resmungava Mili, mordendo os lábios pra evitar soltar um gemido que denunciasse que ela tava começando a gostar daquele castigo brutal.
Tentei me aproximar de novo, de forma desafiadora ela me esperava mostrando os dentes, dando mordidas no ar a cada tentativa de beijá-la… até…
- Uhmmmm…. Uhmmmm… soltou um gemido morno com a boca aberta e expressão de surpresa.
Aproveitei essa distração pra beijá-la de novo, senti que afogava toda a excitação dela na minha garganta, com a língua dela desesperada pra se enroscar na minha… de novo ela tentou me morder, senti os dentes dela prendendo meu lábio inferior… olhei nos olhos dela, tinha raiva, excitação…
De repente ela semicerrrou os olhos e desistiu de me morder, se entregou a me beijar desesperadamente enquanto soltava uns gemidos no meu paladar.
- Uhmmm… Te odeiooo maldito… uhmmm… gritou excitada.
- Ninguém vai arrebentar teu cu como eu… a desafiei.
- Você é um merda… uhmmmm… mas que gostoso me fode… uhmmm…
Esperava que aquela surra anal fizesse ela desistir de me largar, que na base da porrada eu tivesse virado a decisão dela, que não precisasse amarrá-la de novo, que na próxima vez que eu a tivesse de pernas pro ar com o cu à minha disposição fosse por escolha dela…
- Quem arrebentou teu cu? Pela primeira vez?... eu a forcei a responder.
- Seu mentirosooo... seu... uhmmm... não aguento mais... uhmmm... ela gemeu, quase explodindo de prazer.
Até que senti meus genitais molhados, Mili estava mijando de prazer em mim, soltando jato após jato, me afastei um pouco ao sentir. Enquanto ela olhava, bestificada, como meu pau partia o cu dela em dois e sua buceta parecia um vulcão cuspindo líquidos...
- Ohhh... porra... você tá me arrebentando... uhmmmm...
- Sim... você é minha puta... eu disse.
- Não não não... já não aguento mais... uhmmm... não consigo mais... uhmmm...
Foi assim que Mili não aguentou mais... como ela disse, explodiu num orgasmo anal violento, que a fez tremer e se contorcer até quase ter cãibras... enquanto meu pau jorrava no cu dela, litros e litros de porra...
- Ohhh... ufff... que porra é essa... falei comigo mesmo.
No meio da explosão, tirei meu pau e apontei rápido pra boca aberta e ofegante dela, só que não acertei direito, espirrei no rosto dela, bochechas, queixo, até acertar a boca, Mili se engasgava com o jato de porra...
- Porra... ufff... ufff... respirei aliviado.
Enquanto ela engolia meu leite pra poder respirar de boa. Quando terminei, levado pela luxúria, pensei que se Mili já tinha aguentado aquilo, que diferença faria uma última humilhação. Fui pro lado do móvel, Mili respirava com dificuldade, mas não liguei.
Puxei a cabeça dela, até o corpo dela deslizar no móvel, e ajeitando a cabeça dela de lado, forcei ela a engolir meu pau. Tinha que ser uma limpeza completa, Mili tinha que limpar meu pau.
- Queee... oughhh ughhh... ela mal conseguiu falar, porque meu pau já tava no céu da boca dela.
Pensei que com a língua ela limparia os restos de porra do meu pau. Num momento, me assustei ao sentir os dentes dela... que idiota, tinha colocado meu pau na boca de uma mulher que até pouco tempo tava furiosa... que tinha mordido meus dedos e meu lábio... meu pau tava literalmente na boca do lobo (da loba, melhor dizendo).
Quando percebi, comecei a tirar meu pau, mas os lábios dela me seguraram… sem dizer nada, a Mili começou a chupar minha rola como se tivesse possuída… entendi que num primeiro momento a intenção dela era me morder, mas depois, igual a mim, ela se deixou levar pelo tesão e agiu de acordo com isso.
Os centímetros de pau que eu tinha tirado da boca dela, fui colocando de volta, satisfeito, ela tinha virado uma expert em chupar…
- Pu… porra… você é a melhoooor… Uffff… exclamei.
Em poucos segundos, a Mili tinha conseguido extrair uma segunda gozada de mim, senti como se tivesse mijando, mas ela continuava engolindo meu leite sem reclamar. Quando terminei de gozar, ela passou a língua pra limpar os restos de esperma.
Ela afastou o rosto, suspirando fundo, ergueu a cabeça pro céu, fechando os olhos, como se estivesse curtindo um momento, até que instintivamente passou a língua pelos lábios melados pra terminar de se limpar. Outra gota de porra escorreu de mim ao ver aquela cena.
A Mili, exausta, se deixou cair de lado, com os membros amarrados, bufou por uns segundos… com o olhar perdido…
- Agora sim… me solta, por favor… implorou, de um jeito gracinha, quase tendo uma cãibra total.
Vendo ela mais domada, submissa, talvez tendo me perdoado, decidi soltar ela, parecia que não ia mais ser um perigo, nem tinha forças ou ânimo pra fazer escândalo. Talvez tinha funcionado, já tinha submetido ela analmente antes, conseguindo acabar com brigas e chegando a nos reconciliar.
- Vou tomar um banho… só conseguiu dizer quando foi solta, ainda com esperma secando na bochecha dela.
Ela parecia sobrecarregada, pensativa. Não quis pressionar com perguntas ou definições sobre a gente, sobre o que ia rolar, só deixei ela ir pro banheiro. Ouvi o vestido dela cair, a água, só deixei uma toalha pra ela e esperei no sofá onde tinha violentado ela uns minutos atrás.
Pensando que talvez em alguns dias as coisas iam se normalizar entre a gente, no que eu tinha que fazer pra ganhar a confiança dela de novo, talvez levar ela num lugar bonito antes das férias acabarem. Férias da universidade e começamos nosso último ciclo.
Ela saiu mudada do banheiro, com o olhar triste, esboçou um sorriso morno, enquanto eu esperava otimista pelo veredito dela… seu perdão ou alguma penitência que me impusesse, seria razoável dado o que fiz…

- Acabou, Dany… você mentiu pra mim várias vezes… sentenciou Mili.
- Mas… a gente se divertiu agora pouco… tentei rebater.
- Não quero alguém só pra transar, quero alguém em quem confiar… já passei por isso com Javier, foi igual e ele me enganou uma vez atrás da outra…
- Não me compara com aquele imbecil… falei irritado.
- Fale o que quiser, agora te vejo assim… você quebrou minha confiança… droga, você comeu a Vane, preciso dizer mais?… não quero mais ficar com você… respeita minha decisão… ela explicou.
- Tá bom… foi a única coisa que consegui dizer.

Sabia que era inútil tentar convencê-la, só pioraria, a parada com a Vane era muito recente, talvez eu precisasse dar tempo ao tempo. De cabeça baixa, aceitei a decisão dela. Mili fez um gesto de ir embora. Caminhamos em silêncio até a porta da minha casa.

- De novo, me desculpa… falei.
- Eu também… respondeu chorosa.

Ela me deu um beijo na bochecha, e depois virou as costas, por um momento parou, igual meu coração, hesitou em seguir… aí virou, me olhou com doçura… talvez tivesse me perdoado…

- A propósito… disse, enquanto a mão dela acariciava minha bochecha.

Talvez fosse o prelúdio de um beijo de reconciliação… mas não… ela afastou a mão, fechou o punho e me deu um soco certeiro na bochecha que acabara de acariciar, como preparando pro castigo. Puta soco forte, virou minha cara, lembrei que o pai dela tinha sido militar e com certeza tinha ensinado ela a dar um bom murro.

- Você me devia essa… seu mentiroso do caralho… me recriminou.

Eu merecia, nada a reclamar. Quando consegui virar o rosto, vi a expressão decepcionada dela, quase lacrimejando, segurando a mão dolorida pelo soco que me deu e com o pulso ainda vermelho da amarração que Eu fiz isso. Ela não quis que eu a visse chorando, virou as costas e foi embora, batendo a porta com força.
Quis ir atrás dela, mas entendi que seria pior fazer um escândalo na rua. Como o Guille disse, fizesse o que fizesse... eu estava ferrado... de novo, tinha que dar tempo ao tempo.
Pra minha má sorte, minha mãe voltou pouco depois, disse que viu a Mili entrando num táxi quase chorando, e me recriminou por deixar ela ir embora daquele jeito, que eu tinha feito o quê... bla bla bla... enfim, depois de um tempo ela percebeu que eu estava destruído e que não tava a fim de ouvir sermão, me deixou ir pro meu quarto.
Tava chegando o último período da faculdade... será que eu conseguiria fazer ela me perdoar antes? Durante o período? Depois que a faculdade terminasse?... quem sabe... só o tempo diria...
Continua...

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