Depois daquela primeira vez com a Maria, quando minha namorada mandou a mensagem "Já tô entrando no bairro", a gente se levantou com minha cunhada, nos vestimos entre uns beijos e mais uns amassos, e fomos pra sala fingir que a gente tinha passado as últimas 3 ou 4 horas daquele jeito. Ela mexendo nas coisas do negócio dela e eu preparando mate com a erva já pedindo troca urgente. Desde então, as sessões com minha cunhada viraram rotina. Quando comecei o semestre na faculdade, nos dias que não trabalhava, saía da aula e ia direto pra casa da minha namorada, com a desculpa de querer dormir com ela. Quem sempre me esperava era minha cunhada. Quando eu chegava, ela já tava me esperando só de fio dental e camiseta. Eu cumprimentava ela devorando aquela boca linda e apertando ela contra a bancada da cozinha. Antes de ir tomar banho, às vezes ela entrava comigo e a gente fazia um belo esquenta antes de ir pra cama dela e aliviar a vontade acumulada. Uma vez foi especialmente boa: na véspera do aniversário dela. Um dos melhores dias da minha vida. Quando ela abriu a porta, vi ela com um conjunto novo, rosa, com um sutiã que levantava bem aqueles peitos perfeitos e um fio dental que deixava aquele rabo à mostra como se ela não tivesse nada. Nem consegui cumprimentar antes dela se jogar em cima de mim, me beijando com tudo. Minhas mãos, depois que ela fechou a porta atrás de mim, foram direto pra cintura dela e desceram até aquele bundão lindo que minha nova puta tem. Depois de um tempo, decidi levantar ela e levar pro quarto enquanto chupava o pescoço dela. Assim que chegamos no quarto, ela desceu de mim e começou a abaixar minha calça. Quando viu meu volume já duro por cima da cueca, começou a beijar por cima. Indo direto ao ponto, ela puxou minha cueca pra baixo, fazendo meu pau bater na cara da minha querida cunhada. Devagar, ela começou a me masturbar e passar a língua ao longo do meu pau, da base até a cabeça, antes de enfiar na boca, me fazendo sentir aqueles lábios. lindos, massageando meu pau com a língua devagar, antes de passar a mover a cabeça pra frente e pra trás, sem enfiar tudo, até que eu agarro ela pela nuca e enfio até a buceta dela bater nas minhas bolas. — Como você gosta de chupar, sua filha da puta! — falo, segurando ela com meu pau até a garganta. — Méh écta. — balbuciava Maria sem tirar o pau da boca. Começo mais uma vez a foder aquela boca linda. Era impossível não aproveitar aquela vista: o cabelo ruivo dela preso num coque na minha mão, os olhos lacrimejando, a carinha meio vermelha, a boquinha engasgada com meu pau, um pouco daquelas tetas lindas que dava pra ver apesar do ângulo, e uma vista linda daquela bunda com o fio rosa. Aquela imagem e a sensação gostosa que a boca dela fazia envolvendo meu pau já me deixavam à beira do orgasmo aos 5 minutos, então puxo ela pelo cabelo antes de gozar. Minha cunhada me beija com alma e vida enquanto começo a tirar o sutiã dela antes de nos jogarmos na cama e começar a descer devagar pelo corpo dela, começando pelo pescoço longo, beijando apaixonadamente, enquanto minha mão começa a brincar com aquela pussy linda. Chego nos peitos lindos dela quando minha mão alcança o clitóris, começando a roçar de leve enquanto chupo os mamilos rosados e grandes, provocando gemidos mais altos da Maria. — Aah, aaah, preciso da sua língua, por favor, chupa ela do seu jeito. — dizia a putinha com a respiração acelerada. Novamente começo a descer beijando o corpo dela até chegar naquele lugar lindo, afasto o fiozinho que atravessava aquela pussy e deixava ver os lábios, e começo a beijar aqueles lábios lindos que apareciam por cima do fio, ao mesmo tempo que roçava suavemente o clitóris dela com a ponta do dedo. Depois, um belo cuspe no clitóris dela, provocando um suspiro gostoso da minha cunhada, tudo isso pra preparar o momento que ela mais esperava. Passo a me concentrar no clitóris dela, primeiro fazendo movimentos envolventes com minha língua pra depois passar a raspar o clitóris dela com minha língua num ritmo médio, enquanto ela me segurava pelo cabelo, gemia e curtia a melhor chupada de buceta da vida dela. Enfio 2 dedos enquanto aumento o ritmo da minha língua. Ela começa a arquear e tensionar as pernas enquanto os gemidos dela ficam cada vez mais altos — Aaah, tô quebranooo, quero sentaaar na sua caaara. A gente vira, deixando ela em cima da minha cara enquanto eu continuava lambendo aquele monte de vênus com tudo, segurando ela pelos quadris e ela começava a se esfregar. Nem 2 minutos passaram assim e a puta da minha cunhada gozou na minha boca, soltando o gemido mais forte da tarde e derramando os sucos dela na minha boca. Ainda segurando os sucos na boca, ela se deixa cair e me agarra pelo rosto pra me puxar pra boca dela, a gente se beija apaixonadamente de novo, dessa vez com todo o gosto dela na boca. Enquanto a gente se pegava, ela começou a guiar meu pau pra buceta dela. — Quero tudo, assim, sem nada, me dá tudo, você sabe que não dá nada. — Vou te dar tudo. Falei começando a empurrar pra dentro dela. Não dá pra explicar o bem que aquela buceta pelada se sentia. Os gemidos de puta, sempre presente nas gozadas com minha cunhada, o movimento dos peitos dela tudo perfeito, mas tudo pode melhorar. Coloco ela de 4, agora sim, tiro aquela tanga fio dental que ficava tão linda nela, beijo uma das nádegas dela antes de começar a penetrar. A sensação do meu pau entrando com total liberdade, pelado, na buceta da minha cunhada que parecia me sugar pra dentro, o movimento e o bate-bate dos nossos corpos cada vez mais forte, os gemidos da minha cunhada que nesse ponto já deviam ser audíveis na quadra inteira, fez a gente se embebedar, completamente no nosso mundo, esquecendo do ambiente totalmente. Estando cada vez mais perto do ponto de ebulição, pego ela pelo pescoço e puxo o torso dela pra perto de mim, com uma mano, enforcando ela e acariciando aquelas tetas lindas, com os mamilos completamente duros, quando no meio da sinfonia de gemidos dela eu ouço a palavra "gozo"; aperto o pescoço dela e pergunto: — O que você quer, puta? — Ahh, gozo, gozo aah aah, seu gozo dentro aahh — Quer que eu te encha toda, puta? — Siiim, todaaaa, me enche inteira, aah. Diante desse pedido inegável, não só aumentei o ritmo, mas a mão que antes acariciava os peitos dela agora tava masturbando aquele clitóris lindo; não demorou muito até nós dois estarmos no limite; os gemidos dela já eram incontroláveis, os olhinhos reviravam de prazer e o corpo todo era tomado por um espasmo, e aí aconteceu: enquanto ela gozava e apertava meu pau como se não houvesse amanhã com aquela buceta linda, eu enchia ela de porra sem me importar com nada. Foi então que tudo mudou de repente. (Pra melhor) Na excitação do momento, ninguém ouviu a porta da casinha abrir. — Mariaaaa, vem aqui. Ouviu-se da sala. Minha cunhada continuava de rabo pra cima, com a buceta escorrendo meu gozo, e abriu os olhos feito dois pires. — Quando caralhos ela entrou? — sussurrava arrastando a voz, quando começamos a ouvir os passos dela vindo pro quarto. — Deita na cama da Cami, vai. Ordenou minha cunhada, tentando buscar alguma defesa enquanto começava a se ajeitar na cama dela. Minha sogra entrou no quarto, por algum motivo com ares de vitória. — Bom dia, o que vocês estavam fazendo? — com um tom de quem tem as melhores cartas no truco. — Nada, tava meio friozinho e não dava pra ficar na sala. Disse minha cunhada com meu gozo ainda na buceta dela. — Ah é? Olha, peladas vieram se deitar? — falou enquanto pegava a calcinha fio dental da minha cunhada, de costas pra mim, me dando uma visão perfeita daquele rabão lindo numa legging que transparentava pra caralho, deixando ver muito daquelas nádegas e a calcinha branca dela, fazendo meu pau começar a endurecer como se eu não tivesse acabado de encher minha cunhada de porra. law há 5 minutos. -Não sou otária, caras. Enquanto falava isso, nos descobriu os dois, completamente nus. -Eu, pra Cami não vou falar uma palavra, nem vou encher o saco porque você deixou gozar dentro, mas eu quero minha parte nisso. Enquanto se aproximava de mim e pegava no meu pau cada vez mais duro. -Minha boa parte disso. Disse me dando um beijo na pontinha. -À noite, depois que a Cami dormir, vem no banheiro, se prepara, cara. Soltou meu pau e saiu do quarto. -Que merda a gente faz?? Disse minha cunhada. -Não vai ter outro jeito... falei com minha melhor cara de arrependido... Depois de um dia terrivelmente desconfortável, em que não conseguia parar de lembrar da buceta da minha cunhada inundada de meu leite e imaginar minha sogra e sua bunda linda na mesma situação. Mais tarde, minha namorada foi se deitar. Depois de deitar um pouco com ela pra disfarçar, falo "vou um pouco no banheiro", já vendo ela dormindo. Quando saio do quarto, vejo minha sogra me esperando fora do banheiro, com sua legging preta mais colada do que o normal, deixando apreciar aquela xota bem marcada, e uma camiseta decotada e soltinha, obviamente, sem sutiã. -Vamos, entra, cara. Me diz Erica. Aí eu obedeço, abro a porta, fiel ao meu estilo, deixo ela passar primeiro, minha sogra passa jogando a bunda em mim, fazendo eu encostar. Mal senti aquela bunda linda apertando meu pau, me soltei, comecei a segurar ela pela cintura e a chupar o pescoço dela, enquanto a faço entrar no banheiro e fecho a porta atrás da gente, apoiando ela contra uma das paredes; minha sogrinha começa a apalpar meu pau enquanto eu meto a mão por baixo da legging e da calcinha dela, era uma calcinha vermelha que lembro de ter cheirado enquanto batia uma nesse banheiro, agora fazendo gemer a puta da minha sogra com meus dedos. Ela se vira e me joga contra a porta, Erica se ajoelha e tira meu short e a cueca. Meu pau duro fica na frente dos olhos dela. enquanto eu podia ver como ela ficava de água na boca -Fazia tempo que não via uma assim. dizia enquanto se tocava com uma mão e a outra me masturbava com experiência, antes que eu pudesse dizer algo ela engoliu meu pau de uma vez, quase chegando no fundo. A simples ideia da minha sogra chupando meu pau já me fazia delirar muitas noites enquanto cheirava as calcinhas dela, mas ter ela ali, de cócoras com meu pau na boca, com a tanguinha aparecendo atrás dela, e aquelas bundas lindas que se mexiam enquanto ela balançava a cabeça em minha direção, cada vez enchendo mais a boca com meu pau, como ela mexia a língua, como engolia meu pau inteiro, os sons da boca dela, a baba que cobria todo meu pau; eu não podia fazer nada além de aproveitar a perfeita chupada de pau que minha sogra estava me dando. Antes que eu gozasse, minha sogra tirou meu pau da boca, se levantou e se virou enquanto dizia as palavras mais gloriosas da história. -Me come, gostoso, me mostra o que você faz com minhas filhas com esse pauzão, assim, sem camisinha, sem nada, quero sentir tudo. Disse minha sogra se apoiando na parede do banheiro, na mesma pose que já tinha tido 2 das filhas dela, não tinha comparação, aquela bunda enorme, perfeita, disposta só pra mim. Primeiro tirei a legging dela, deixando ela só com aquela tanguinha que caía perfeitamente na bunda dela, passei a chupar a buceta dela depois de puxar a tanguinha, provando aquele sabor que já tinha provado várias vezes na roupa íntima dela, mas agora direto da fonte, e fazendo Erica gemer como uma puta, enquanto com a mão ela apertava meu roto contra a bunda dela, eu já não aguentava mais, me levantei e sem muita preparação enfiei meu pau inteiro na minha sogrinha. -AHHH, que pau que você tem, gostoso, me come toda, me arrebenta. Eu já tinha começado a me mover devagar aproveitando a buceta de MILF da minha sogra, primeira vez que transava com uma mulher que não se encaixava na categoria de novinha, ver meu pau desaparecer entre aquelas 2 nádegas gordas enquanto sentia meu pau entrando e saindo da Suculenta. A buceta dela era de outro mundo. Conforme os gemidos da minha sogra aumentavam, eu acelerava o ritmo, o barulho ficava cada vez mais difícil de disfarçar, mesmo tendo deixado a TV ligada e minha namorada ter um sono pesado, não queria que ela nos descobrisse. Comecei a tapar a boca da minha sogra e a meter mais forte do que nunca; era foda ver como a bunda dela se mexia quando meu corpo batia nela. Aproveitei pra extravasar e dar uns tapas bem dados enquanto sentia os gritos e gemidos dela abafados na minha mão. Quando vi que a bunda dela tava bem vermelha e as pernas começando a bambear, comecei a enfiar a mão na virilha dela e a roçar o clitóris. A cada segundo que passava, os gemidos da Erica ficavam mais altos, cada estocada que eu dava gerava um tapa e um gritinho abafado da minha sogra, que se misturava com os gemidos dela — Não... aaaah... dou... maaais. Minha sogra gemia que nem uma puta enquanto gozava e soltava um jorro da buceta dela — Que... filho da puta... preciso de mais. — Sempre quis ver como essa bunda ia rebolar no meu pau. Sussurrei no ouvido dela — Agora você vai ver, gostoso. Ela disse enquanto me empurrava pra eu sentar no vaso. Assim que sentei, ela se virou, tirou a calcinha fio dental e começou a descer e sentar no meu pau, soltando outro gemido longo. — Aaah, meu deus, que pau bom, gostoso. Ela disse quando enfiou meu pau inteiro; aos poucos, começou a subir e descer com um movimento quase hipnótico, nós dois gemíamos enquanto aquela bunda linda se mexia. Comecei a dar tapas naquela bunda gigante, a safada começou a se mover mais rápido, fazendo aquelas nádegas quicarem num ritmo indescritível. Sem deixar passar muito tempo nesse ritmo, ela abriu as nádegas, mostrando o cu, consideravelmente mais largo que o das filhas dela; obviamente não consegui me controlar e, sem hesitar, cuspi na mão e enfiei 2 dedos naquele cu precioso. — Quer, gostoso? Ela perguntava enquanto diminuía o ritmo. — Quero arrebentar tudo isso. — Então faz, mas não me decepções.
—Vem aqui que eu te mostro, sogrinha. Ela se levanta, deixando meu pau completamente molhado e livre. Agora é ela quem se acomoda no vaso, deixando toda a bunda dela entregue pra mim. Era impossível me segurar diante de tamanha iguaria, então começo a chupar ela, enfiando minha língua bem fundo naquele buraco lindo. —Ai sim, chupa tudo, deixa bem molhadinho pra mim, cara, aah. Depois de um tempo umedecendo bem aquela sobremesa gostosa, cuspo no meu pau, molhando mais ainda, deixando ela completamente preparada pra aquela bunda. Antes de começar, coloco a calcinha fio dental na boca da minha sogra, começo a introduzir devagar a cabeça do meu pau no cu dela, que apertava meu pau de um jeito lindo. Enquanto eu ia enfiando, minha sogrinha, minha nova putinha, começava a gemer, até passando da barreira da calcinha. Quando finalmente meu pau conseguiu entrar por completo, minha sogra soltou um grito bem alto. Era a primeira vez que ela dava o cu, era impressionante como a bunda dela apertava meu pau. Se assim era o da minha sogrinha, que dava pra ver de longe que já tinha experiência naquele buraco, preciso saber como é o de uma das duas filhas mais velhas dela. Mas voltando àquele momento, quando comecei a me mexer, minha sogra começou a gemer no ritmo lento que meu pau entrava e saía. A sensação daquela bunda toda molhada pedia pra eu começar a meter mais forte. Nesse ponto, não ligava mais pra nada, nem pros gritos e gemidos da minha sogra serem ouvidos, nem se alguém entrasse, nem nada. Só queria realizar e deixar a bunda da Erica bem arrombada. Conforme eu aumentava o ritmo, minha sogrinha gemia e gritava ainda mais. Em um momento, sem que eu percebesse, ela começou a se tocar no clitóris, fazendo com que ela ficasse cada vez mais perto do orgasmo e a bunda dela cada vez mais apertada. Acho que não passaram nem cinco minutos assim quando minha sogra gozou de novo, e os gemidos dela chegaram ao auge, enquanto eu apreciava aquela bunda gorda, vermelha de tanto tapa, engolindo meu pau que estava a prestes a explodir
—Me enche toda, seu filho da putaaa — gemeu com as forças que ainda lhe restavam, e conseguiu o que queria. Depois de enfiar bem, mas bem fundo, saiu o primeiro jato, seguido do segundo, e assim por diante, até esvaziar meu pau inteiro dentro da puta da mãe das duas vadias. Assim que terminou de descarregar, tirou meu pau devagar. Deixando minha sogra com o cu todo aberto e escorrendo minha porra. Nessa hora, a porta se abre, era minha cunhada, de fio dental, de regata, com o celular na mão; minha sogra, ainda cansada e extasiada, não reage a nada. Ela fica atrás da Erica e diz:
—Aaaah, te deixei feita bosta aqui, hahahaha — falava enquanto ria e tirava uma foto do cu arrombado e melado da mãe dela. — E você, se recupera, porque ainda tem que me dar meu presente de aniversário. Enquanto segurava meu pau com a mão que não tava com o celular, e assim saiu do banheiro, como se nada tivesse acontecido.
—Sai você primeiro, daqui a pouco, quando eu me recuperar, eu vou. — disse minha sogra, ainda sem conseguir se mexer. E assim terminou um dos melhores dias da minha vida.
—Vem aqui que eu te mostro, sogrinha. Ela se levanta, deixando meu pau completamente molhado e livre. Agora é ela quem se acomoda no vaso, deixando toda a bunda dela entregue pra mim. Era impossível me segurar diante de tamanha iguaria, então começo a chupar ela, enfiando minha língua bem fundo naquele buraco lindo. —Ai sim, chupa tudo, deixa bem molhadinho pra mim, cara, aah. Depois de um tempo umedecendo bem aquela sobremesa gostosa, cuspo no meu pau, molhando mais ainda, deixando ela completamente preparada pra aquela bunda. Antes de começar, coloco a calcinha fio dental na boca da minha sogra, começo a introduzir devagar a cabeça do meu pau no cu dela, que apertava meu pau de um jeito lindo. Enquanto eu ia enfiando, minha sogrinha, minha nova putinha, começava a gemer, até passando da barreira da calcinha. Quando finalmente meu pau conseguiu entrar por completo, minha sogra soltou um grito bem alto. Era a primeira vez que ela dava o cu, era impressionante como a bunda dela apertava meu pau. Se assim era o da minha sogrinha, que dava pra ver de longe que já tinha experiência naquele buraco, preciso saber como é o de uma das duas filhas mais velhas dela. Mas voltando àquele momento, quando comecei a me mexer, minha sogra começou a gemer no ritmo lento que meu pau entrava e saía. A sensação daquela bunda toda molhada pedia pra eu começar a meter mais forte. Nesse ponto, não ligava mais pra nada, nem pros gritos e gemidos da minha sogra serem ouvidos, nem se alguém entrasse, nem nada. Só queria realizar e deixar a bunda da Erica bem arrombada. Conforme eu aumentava o ritmo, minha sogrinha gemia e gritava ainda mais. Em um momento, sem que eu percebesse, ela começou a se tocar no clitóris, fazendo com que ela ficasse cada vez mais perto do orgasmo e a bunda dela cada vez mais apertada. Acho que não passaram nem cinco minutos assim quando minha sogra gozou de novo, e os gemidos dela chegaram ao auge, enquanto eu apreciava aquela bunda gorda, vermelha de tanto tapa, engolindo meu pau que estava a prestes a explodir
—Me enche toda, seu filho da putaaa — gemeu com as forças que ainda lhe restavam, e conseguiu o que queria. Depois de enfiar bem, mas bem fundo, saiu o primeiro jato, seguido do segundo, e assim por diante, até esvaziar meu pau inteiro dentro da puta da mãe das duas vadias. Assim que terminou de descarregar, tirou meu pau devagar. Deixando minha sogra com o cu todo aberto e escorrendo minha porra. Nessa hora, a porta se abre, era minha cunhada, de fio dental, de regata, com o celular na mão; minha sogra, ainda cansada e extasiada, não reage a nada. Ela fica atrás da Erica e diz:
—Aaaah, te deixei feita bosta aqui, hahahaha — falava enquanto ria e tirava uma foto do cu arrombado e melado da mãe dela. — E você, se recupera, porque ainda tem que me dar meu presente de aniversário. Enquanto segurava meu pau com a mão que não tava com o celular, e assim saiu do banheiro, como se nada tivesse acontecido.
—Sai você primeiro, daqui a pouco, quando eu me recuperar, eu vou. — disse minha sogra, ainda sem conseguir se mexer. E assim terminou um dos melhores dias da minha vida.
1 comentários - Mi cuñada y mi suegra, las más putitas sin dudas.