A gata e o dono #1

- Dessa vez eu definitivamente passei dos limites - você pensa, enquanto faz a fila para entrar na convenção. Você está nervosa, tanto que ao ouvir te chamarem pra passar, você se assusta. Mas como não estar? Pode ser que o cosplay que você tá usando seja revelador (um traje de maid que deixa seu decote bem à mostra, a saia combinando é tão curta que dá pra ver o começo da sua bunda e as meias longas que só destacam suas coxas), mas não é isso que te deixa nervosa, que te envergonha, e sim o que o traje esconde, ou o que não esconde. Afinal, você não tá usando nada além da buceta de puta pra completar o cosplay de maid neko, mas não qualquer buceta - dá pra dizer que ela tava bem enfiada dentro de você.


Ao caminhar até o cara do estande e entregar o bilhete, você sente aquela rola no seu cu, como te preenche, como cada passo que você dá fica mais e mais difícil segurar a cara de prazer. Não demora muito até o pessoal começar a pedir fotos suas. No começo você resistia, mas cada vez mais você começa a gostar. Você começa a tirar fotos, a rebaixar sua bunda pros sortudos de trás poderem ver sua raba em todo seu esplendor — talvez se olharem bem, não vejam só isso, mas também que você não tá usando nada por baixo. Só de pensar nisso, você fica toda molhada, deixando o olhar dessas pessoas ainda mais intenso. Você não aguenta mais, sua mente se enche de prazer, que só piora porque o pessoal que te viu não só pede pra tirar foto com você, mas também aproveita a situação pra te apalpar. Sentir as mãos deles brincando com sua bunda e percorrendo seu cu te leva ao limite do desespero. Mesmo que todo mundo tenha te visto, e alguns tenham te apalpado, ninguém tentou nada além disso.


Você decide andar procurando alguém que tenha coragem de te usar, de te humilhar, de te foder até deixar você sem conseguir andar. Infelizmente, quanto mais você anda, menos gente encontra, e fica cansada de tanto caminhar. Apoiada na parede, com sua buceta escorrendo de tanto sentir o butt plug se mexendo, mas sem ninguém para terminar de te satisfazer... ou pelo menos é o que você pensa, até sentir outra vez uma mão brincando com sua raba. "Oi, gatinha", você me ouve dizer enquanto meus dedos balançam sua raba de um lado para o outro, sabendo muito bem de onde segurar. Você fica vermelha e precisa morder o lábio para não gemer, mas não vai perder essa oportunidade. Aproximando sua bunda do meu volume e rebolando um pouco, você responde: "Oi, você veio até mim porque gostou do meu cosplay?


Minhas mãos soltam sua bunda pra começar a percorrer seu corpo por baixo da saia, fazendo você sentir o frio das minhas mãos passando pelos seus quadris, te dando um arrepio que percorre seu corpo e eriça sua pele. "Com certeza, nem sempre dá pra encontrar alguém com esse tipo de... dedicação pelo roleplay" — falo enquanto meus olhos viajam dos seus peitos, que já estão quase totalmente expostos, até sua bunda e rabeta. Quanto mais me aproximo da sua buceta, mais excitada você fica, a ponto de eu jurar que te ouvi ronronar que nem uma putinha. "É, sou muito dedicada nos meus cosplays, cê quer ver os detalhes num lugar mais privado? Tenho um quarto perto" — você diz, fazendo eu olhar ao redor e perceber que já tínhamos alguns olhares em cima da gente. Tiro levemente uma mão da sua cintura pra levantar devagar sua saia: "Tem certeza que não quer ficar aqui?" — falo, e ao ver sua cara de vergonha e prazer, entendo que você quer, mas ao mesmo tempo não quer que todo mundo veja a gente transando. Então solto sua saia e dou um tapa na sua bunda, fazendo não só ela pular, mas também você apertar o plug com ainda mais vontade, deixando escapar um gemido da sua boca. "Me guia então, gatinha." — "C-claro, eu te guio.
Ao chegar no quarto, você entra primeiro, larga as coisas que comprou e se vira: "Você gostou do quar..." tenta dizer, mas não consegue terminar, porque quando se vira, eu te encurralo contra a parede, deixando pouco espaço entre nós, enquanto minhas mãos ficam na sua bunda e nossos peitos se encostam. "Sim, gostei do que tô vendo." "Parece que você sabe bem o que é o melhor daqui", você responde, me dando um sorriso e tirando a camisa, deixando seus peitos livres. Mas sem me dar tempo de reagir, você enfia a mão na minha calça e começa a acariciar devagar meu pau, me surpreendendo. "Quer brincar?", você diz, mas não vou deixar você tomar a dianteira. Passo minhas mãos, roçando sua pele, até chegar nos seus peitões, que eu tava morrendo de vontade de apalpar. Começo a brincar com seus mamilos enquanto, com a outra mão, desço até sua buceta molhada pra sentir, e minha boca se perde no seu pescoço, fazendo você gemer no meu ouvido. Mas você não fica atrás. Começa a me masturbar e sussurra com dificuldade: "Lá atrás tem um banheiro, a gente podia tirar o suor, não acha?" enquanto sua outra mão passa pelo meu cabelo.


Pego sua bunda e brinco de novo com seu plug, fazendo você estremecer. "Pensei que gatos não gostavam de água", falo, e depois te beijo e me afasto. "Vamos ver o quanto suada eu consigo te deixar antes disso", digo enquanto vejo você mexer a cintura provocativamente e deixar cair o pouco de roupa que ainda tinha, ficando completamente nua pra mim. Enquanto entra no banho... quase toda. Se ajoelhando de quatro, rastejando como a gata que é, e deixando sua bunda exposta, você me pede: "Pode tirar minha calcinha fio dental? Sei que te excita ver minha bunda". Curto a vista até você pedir, e então me aproximo, coloco as duas mãos na sua bunda e começo a beijá-la enquanto tiro devagar o plug do seu cu. Quando tiro, você geme de prazer e cai rendida no chão. Finalmente, depois de tanto prazer aguentado, você está livre. Se segura só pelas pernas, que já estão fracas, mas ficam ainda mais bambas quando começo a saborear sua buceta molhada, que pedia aos berros pra eu dar prazer a ela.


Você solta outro gemido rápido pra mim, e entre ofegâncias me pede, envergonhada: "Po-posso te chamar de d-dono?", ao que eu respondo acariciando sua bunda e confirmando: "Claro que sim, toda gata precisa de dono e agora você é minha", e te dou mais um tapa na bunda, fazendo seus sucos espirrarem pra todo lado, pra depois enfiar minha língua de novo entre suas pernas, saboreando a buceta da qual agora sou dono. Com suas mãos, você puxa minha cabeça cada vez mais entre suas nádegas, querendo que eu não me afaste, que o prazer não acabe, enquanto me diz entre gemidos: "S-sim, dono, a partir de agora sou sua, sou sua gatinha, me usa como quiser, dono~". Mas por mais que tente me segurar, paro de lamber e me afasto de você, e você me olha suplicante pra eu continuar, mas esse olhar muda rápido quando eu digo: "Que tal me mostrar então o quanto você quer seu dono, gatinha?" enquanto me levanto e abaixo completamente a calça, mostrando como você me deixou duro o pau.


Tua boca escorre quase tanto quanto sua buceta só de olhar pra ela. "Eu cuido disso, senhor, vou te mostrar o quanto te desejo", você fala enquanto se ajoelha na minha frente e começa a lamber e masturbar meu pau. Você me olha nos olhos enquanto meu pau está do lado do seu rosto e você continua me masturbando. "Que pau gostoso, senhor~", você diz, e então enfia ele na boca, até a metade, sem me dar tempo de reagir. Fazendo eu gemer ao sentir seus lábios, e gemer ainda mais ao sentir sua língua e boca envolvendo ele, mas não é o suficiente pra mim. Coloco minhas mãos na sua cabeça sentindo você começar a se mover, e acompanho seu movimento. Se não fosse pela parede atrás de mim, minhas pernas teriam falhado de tanto prazer que eu sentia, enquanto aos poucos você começa a engolir mais e mais do meu pau até chegar no fundo da sua garganta.


Mmmm, assim que eu gosto, gatinha", consigo dizer entre gemidos. "Que tal a gente acelerar o ritmo?" Falo sem te dar tempo de entender, puxando teu cabelo e começando a foder tua boca, indo até o fundo da tua garganta a cada estocada, te surpreendendo com minha grosseria enquanto tu tenta me acompanhar. Quando tu já se entrega, desce as mãos pra percorrer teu corpo, uma indo pros teus peitos, apertando teus mamilos, e a outra descendo pra tua buceta, fazendo tu molhar ainda mais o chão.


Vendo isso, decido aproveitar o quanto você está molhada. "Tá desesperada, gatinha? Encosta na banheira, quero sentir essa raba que você tem", falo tirando meu pau da sua boca, com só um fio de saliva ligando a gente, e dando um tapinha leve em você. "Como mandar, meu dono~", você responde enquanto obedece, mostrando sua bunda pra mim, com as marcas do piso de porcelana nela, um fio de umidade escorrendo da sua buceta pro chão, sujando ainda mais, e quando eu bato nela, vejo o fio tremer mas ao mesmo tempo aumentar. Apoio meu pau na sua buceta: "Você quer, putinha? Quer que seu dono coma sua buceta?" Pergunto, e sem esperar um segundo você responde: "SIM, DONO, QUERO QUE VOCÊ COMA MINHA BUCETA BEM FORTE, POR FAVOR, QUERO QUE ME DEIXE CHEIA DE SUA PORRA". Sorrindo, passo minha mão fria pelas suas costas até chegar no seu pescoço, que seguro pra você me olhar enquanto te provoco ainda mais. "Quer porra, gatinha? Vou te dar sua porra", meto meu pau na sua buceta, que desliza fácil de tão excitada que você tá. Quando faço isso, você só consegue gemer e gritar: "DONO AHHH, é tão grande! Tá me enchendo, me enche de porra quente, dono", devagar você se acostuma comigo e começa a mexer seus quadris. Solto seu pescoço pra pegar seu cabelo e puxar, fazendo meu pau entrar cada vez mais fundo e forte dentro de você: "Você é minha, gata, seu corpo me pertence", falo entre gemidos, e você responde com dificuldade: "SIM, DONO~ A partir de agora sou sua gatinha, faz o que quiser comigo, seja duro comigo, ME DESTROÇA", você pede, e eu com prazer te atendo.


QUER FORTE, GATINHA? QUER FORTE? VOU TE COMER FORTE?" Eu respondo, puxando teu cabelo pra te arrancar da banheira e te jogar no chão, com tuas pernas sustentando tua bunda, mas tua cara colada no chão, sem tirar meu pau de dentro da tua buceta. Quando chego no chão, te dou um tapa forte na bunda que te faz gemer alto e começo a foder tua buceta quase com ódio, te empurrando contra o chão pra sentir a cerâmica fria no teu peito e no teu rosto. "SIM aaah amo, adoro, assim, continua assim. Fode minha buceta, me usa, sou toda sua, amor~ usa todos meus buracos pra te satisfazer", não demoro pra entender teu pedido, então paro, tiro meu pau da tua buceta e coloco no teu cu.
Segurando você firme pelo cabelo, continuo te dando tanto que, sem querer, você bate num móvel e faz cair um vibrador. Ao ver ele, uma luz acende na sua cabeça e você me olha. A gente para de transar enquanto eu olho pra você com meu pau no seu cu, devagar, fazendo você se acostumar com meu tamanho. Por fim, te entrego o vibrador: "Coloca na sua buceta, putinha, coloca no máximo e não tira até eu mandar", solto você e cai no chão. Com as mãos, você tenta pegar ele e colocar, enquanto eu continuo te comendo, dificultando não só pensar em colocar ele, mas também me responder. No fim, você solta um gemido e consegue dizer "Sim, amo~", mas o prazer é tão grande, meu pau no seu cu, o vibrador na sua buceta, o momento em si te deixa sem forças. Você quer gozar, precisa, mas ainda não tem permissão. Sem aguentar mais, você acaba se mijando e fazendo uma bagunça no chão.


P-perdoa essa puta escrava, amo, me perdoa por ser tão promíscua* você diz gemendo, em resposta finjo estar bravo "Você é tão inútil que nem segurar a vontade de mijar consegue, foxy?", viro seu corpo fazendo você ver a bagunça que causou "Olha o que você fez, estúpida, mais te vale limpar isso" falo enquanto dou tapas fortes na sua bunda como castigo. Ouço seu gemido, mas ao mesmo tempo prazer quando faço isso e você responde "agora vou limpar, amo~" e com sua língua você lambe o chão limpando a bagunça que você mesma fez, enquanto eu sorrio vendo a gata submissa e obediente que agora é minha. "Assim mesmo, foxy inútil, quero que deixe o chão limpo da sujeira que você é, dê um uso pra sua existência pra variar. Talvez eu devesse te fazer meu banheiro pessoal, te alimentar com meu sêmen e mijo até eu me cansar de você, o que acha, slutty?", "Amo, sua puta escrava vai adorar usar sua existência pra ser seu banheiro pessoal e ser alimentada com sêmen todos os dias" você responde, mas suas pernas começam a perder força, aos poucos sua bunda vai descendo e sentindo como você enfraquece mas sem querer parar, te seguro com minhas mãos fazendo com que a cada enfiada você se grude mais no chão. "Você não vai embora tão fácil, gatinha, quero que termine de limpar a sujeira do chão e depois, quando eu terminar com seu cu, quero que limpe minha pica também, afinal o chão não foi a única coisa que você sujou, slut".


Ao ouvir isso, você se enche de energia, não vai só sentir a gozada que tanto procurava, mas também vai poder gozar... ou pelo menos é o que você acha. Enquanto termina de limpar a sua bagunça, percebe que eu tô olhando pra você, como se faltasse algo, como se eu tivesse dizendo com o olhar que você tá fazendo algo errado. "Desculpa essa puta não conseguir manter as pernas abertas, amo~", você fala, achando que era isso que eu queria dizer. "Já me acostumei com o quão inútil você é, puta. Sorte a sua que seu corpo compensa sua incompetência. Me diz, putinha, você quer gozar? Quer sentir o prazer do seu corpo chegando ao orgasmo? Quer que seu dono encha essa sua bunda de porra?", eu falo, e antes que eu possa te dar um tapa, você grita: "Sim! Amo, preciso gozar, não aguento mais, obrigada por ter pena dessa puta inútil!" Dá pra ver que você não aguenta muito mais, seu corpo quase se rende ao prazer, você deseja, você precisa.


Com um sorriso, eu te digo: "Então me pede, vadia, implora pra eu deixar você gozar". Você não demora pra me responder, como se sua dignidade já não importasse mais, bem diferente da garota que entrou hoje na convenção: "Amor, por favor, deixa essa vadiazinha inútil gozar e me encher todinha de porra". Você solta o vibrador, deixando ele cair na nova poça que fez, e coloca as mãos no seu cu, abrindo ele completamente pra mim: "Me usa como quiser, amor, mas me deixa gozar".


Segurando teu pescoço, te enforcando enquanto continuo te comendo, te fazendo minha. Faço você olhar nos meus olhos, tua cara de prazer não tem comparação. "Goza pra mim, gatinha", eu falo, e quando você goza, é forte, com um grito abafado, sem conseguir e sem querer se segurar. Sinto você gozar, e quando faz isso, teu cu aperta meu pau, fazendo eu gozar também. Enchendo teu cu de porra grossa, só pra você. Cansado, mas ainda com meu pau no teu cu, eu falo: "Aí está a porra que você tanto queria, gatinha". "S-sim, meu amo, você tá me deixando cheia da sua porra", você responde, caindo de cara no chão, completamente exausta, enquanto do teu cu escorre a porra aos poucos.


Me encosto na banheira, saindo do teu corpo e olhando ao redor. "Olha a bagunça que você é, foxy, olha o estrago que fez. Não consegue nem segurar porra", falo tirando uma onda de você, enquanto ouço teus gemidos. "Desculpa por ser uma puta tão inútil, amo, deixa essa foxy limpar o pau do amo", você fala se arrastando pelo chão até chegar em mim e, com suas últimas forças, começa a chupar meu pau. Coloco minha mão na sua cabeça de novo, mas dessa vez não tenho forças, igual a você, fiquei exausto, então só me recosto e acompanho o movimento enquanto, com sua língua, você limpa a porra que sobrou e a sujeira do seu cu.


Mas vale que me limpe bem, sua puta..." Olho para a banheira, lembrando do que você me disse antes de entrar nesse quarto: "Quando terminar, quero aquele banho que você prometeu, você fede a porra e mijo." E, lambendo meu pau pela última vez, você responde: "Já vou, amor", entrando de rastros no chuveiro. Coloco minha mão na sua coxa, ainda escorrendo meu gozo: "Vou voltar mais tarde pra brincar com você de novo, minha gatinha. Mas vale que você abra a porta e esteja pronta pra mim", digo enquanto passo a mão acariciando sua cabeça e atrás da orelha, como faria com uma putinha. E você, feliz da vida, responde: "Claro, amor~ Minha porta vai estar sempre aberta pra você", enquanto se apoia na minha mão, sentindo o calor dela pela primeira vez. Mas esse calor vai embora rápido. Ligo a água pra você começar seu banho, um pouco fria pro seu gosto, mas você vai ajustar depois, e me vê vestindo a roupa. Mas você tá sem forças pra me acompanhar até a porta, então só espera que eu tenha fechado ela, e não deixado aberta pra qualquer um te pegar... não que você não gostasse da ideia de qualquer jeito. A ideia do que vamos fazer à noite passa pela sua mente enquanto você toma banho, assim como a ideia do que vestir pro seu novo dono...

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