Estava apagando umas fotos inúteis do meu celular e, de repente, me deparei com uma foto que me levou a uma lembrança que merece ser contada.. Isso aconteceu há um tempo, antes da pandemia. Por causa do trabalho, tive que viajar pra La Plata pegar um carro da empresa, então precisava dar um jeito de chegar lá. Decidi pegar a Costeira em vez de ficar fazendo baldeação (quem é de Adrogué e pega trem até La Plata sabe do que tô falando). Precisava chegar cedo, então às 6:30 da manhã já tava esperando a Costeira. No ponto, vi ela: uma gatinha linda, com uma camiseta amarela e uma legging colada na bunda. Com uma rabeta daquelas que faz você virar e ficar olhando. A primeira coisa que pensei foi como seria gostoso chupar aquela bunda. Os ônibus passavam. E ela não entrava em nenhum, o que me deu esperança de que pelo menos ia ver aquela bunda a viagem toda. Passaram algumas Costeiras, mas nenhuma parou. Depois de uns 35 minutos, uma parou. Mas vinha bem cheia, e eu não queria me atrasar. Então, na base do empurra-empurra, conseguimos subir — se você leu certo, "conseguimos", ela também subiu. Ficamos espremidos na porta, nem conseguimos pagar com o Bilhete Único. Eu tentava não me mexer pra não encostar nela. Chegamos no parque industrial de Burzaco, e bastante gente desceu. Tivemos que descer pra poder subir de novo. Ficamos colados na máquina do Bilhete Único. Ela, na minha frente, pediu uma passagem pra La Plata, e eu fiz o mesmo — não podia ter tanta sorte assim. No meio da viagem, com as freadas do busão, encostei nela várias vezes. Mas numa freada brusca, não só encostei com tudo!! Como também segurei na cintura dela pra não cair. Pedi mil desculpas, e ela se virou e me deu um sorriso que iluminou todo aquele rostinho lindo. E disse: "Não tem problema." Não parava de pensar naquele sorriso, não conseguia parar de sentir o perfume dela. E muito menos conseguia tirar os olhos daquela bunda do caralho. As encostadinhas foram fazendo meu pau endurecer!!!! Não sabia o que fazer, a última coisa que eu queria era que ela ficasse brava comigo ou fizesse um escândalo no ônibus e me fizessem descer na porrada. Eu tentava não encostar nela pra ela não sentir minha pica, tentava não me mexer. Tava com a pica dura pra caralho, parecia um mastro de tão dura que tava, só de sentir o perfume dela, de pensar naquele sorriso e de ver aquela bunda!!!! De repente, o pessoal começa a descer e, no meio dos empurrões pra chegar na porta, ela me empurra e eu enfio minha pica dura no meio daquela bunda. Eu - Desculpa!! Ela - De boa (e de novo aquele sorriso). Mas um sorriso safado, e depois ela morde o lábio de lado!! Me olhando fixo. Eu não sabia o que pensar, será que ela gostou?? Não era possível que ela não tinha sentido minha pica!!! Será que não incomodou mesmo!!?? O que eu faço!! Volto a encostar, finjo que sou otário!!?? Mil coisas passaram pela minha cabeça. De repente, sinto a bunda dela na minha pica!! Mas eu não tinha me mexido, era ela que tinha se jogado pra trás!! Vi sinal verde e me joguei pra dentro. Que sensação gostosa, meu deus, uma bunda firme, grande, linda, ela tava encostando com tudo!! A gente ia e vinha, ela mexia a bunda pra trás, de lado, fazendo círculos!!! Tava me deixando louco!! Decido me arriscar de vez, peguei minha pica que apontava pro céu! Entre as nádegas dela. E apontei pra ficar encostada no meio da bunda dela, apertei com força pra ela me sentir!! Ela jogou a bunda pra trás, quando uma freada quase fez a gente cair, ela se segurou no meu braço esquerdo, que tava agarrado no corrimão, e minha mão direita foi parar na cintura dela. Ela me olhou de novo, mas dessa vez fui eu que mordi o lábio e apertei a cintura dela, ela apertou meu braço, acariciei a pele dela e empurrei ela contra mim!! Ela mexia a bunda em círculos, pegou minha mão direita e me acariciou!! Enquanto eu fazia o mesmo na pele dela!! Sentia a ponta da minha pica toda melada!!! Já que tava tudo perdido, falei no ouvido dela. Eu - Você é linda, morena, me deixou louco. Ela - Você tá me fazendo voar de tesão. Eu - Que vontade de te fazer minha. Ela - Que vontade ter isso bem duro que sinto dentro de mim. Tava me deixando louca!! Minha mão que tava na cintura dela desceu até tocar a pussy dela por cima da legging!! Ela tava muito gostosa, gemeu e me olhou. Ela – não seja safado. Eu – por quê? Enquanto roçava meus dedos na pussy dela. De repente, ela passa a mão por trás e agarra minha cock, aperta e começa a me masturbar por cima da calça. Ela – eu também posso ser safada. Eu – eu posso ser mais safado. Subo minha mão até a borda da legging dela e, quando vou meter a mão, ela segura. Ela – não. Não ligo, apoio com mais força e desço minha mão devagar, sinto a calcinha fio dental dela, que também desvio, e toco o clitóris dela. Ela geme, fecha os olhos, aperta as pernas, desço um pouco mais e enfio um dedo!! Tá molhado, muito molhado. Ela tira minha mão, e eu levo até meu nariz e depois chupo os dedos enquanto olho pra ela. Ela ri nervosa e fica vermelha. Aquele cheiro de pussy, aquele gosto na minha boca quase me fizeram gozar. Eu – como eu queria chupar sua pussy e você gozar na minha boca. Ela – e eu quero que você faça isso, depois eu chupo sua cock. Nós dois távamos muito excitados, nossa viagem era linda, mesmo cheia de gente, só existíamos nós dois. Ela se vira, me olha, e eu agarrado na cintura dela, encostando minha cock na bunda dela enquanto ela se mexia, mordendo devagar o lábio inferior dela. Távamos chegando em Varela, e muita gente desceu, até sobraram bancos vazios. Ela fez um sinal pra gente sentar. Eu – se não tiver outro lugar, tava muito bom onde a gente tava. Ela – eu também, mas não tem mais gente. Procuramos um lugar e sentamos, e eu coloquei minha jaqueta sobre minhas pernas pra não aparecer minha cock dura. Quando sentei, apareceu, ela me olhava e ria. Voltei a beijar a boca dela enquanto acariciava o rosto dela. Seguramos as mãos como se fôssemos namorados, e conversamos. Eu – não sei seu nome. Ela – (risada) Cande, e o seu? Eu – Diego, um prazer. Ela— você vai até La Plata? Eu— vou buscar um carro da empresa onde trabalho. E você? Ela— vou buscar uns remédios especiais pro meu sobrinho no hospital infantil Ludovica. Eu— vai e volta? Ela— sim, por quê? Eu— tá com pressa? Ela— depende, por quê? Eu— porque se eu for rápido, gostaria de tomar algo com você, te convido pra comer alguma coisa, embora eu queira comer você (enquanto beijo a boca dela). Ela— pode ser, gosto da ideia. Ela me passa o número do celular e seguimos nossa viagem com alguns beijos e carícias. Ela coloca a mão dentro da minha jaqueta e da minha calça e pega na minha pica, começa a me masturbar devagar, suave, às vezes acariciando com a ponta dos dedos a cabeça da minha pica, que já estava toda babada, não aguentava mais. Minha cueca estava manchando e ia manchar a calça. Eu— você vai me fazer gozar. Ela— você tá muito duro e molhado. Eu— vou manchar a calça. Ela tira a mão, leva os dedos à boca e chupa, depois coloca a mão no decote e tira uns lenços descartáveis, enfia a mão de novo na minha calça e seca minha pica, tira a mão e me entrega o lenço dobrado. Ela— não tenho bolsos. Eu— obrigado. Guardei o papel num dos bolsos da jaqueta. Seguimos a viagem enquanto conversamos sobre nossas vidas, algumas carícias e beijos. Chegamos em La Plata e, por acaso, tínhamos que pegar outro ônibus, íamos pro mesmo lado, mas ela descia antes. Ela— você tá me dizendo... Eu— até o fim do mundo, gostosa. Ela ri e nos sentamos juntos de novo no fundão, parecíamos dois namorados viajando juntos. Ela— já tenho que descer, espero sua mensagem. Me dá um beijo na boca, um beijo de língua bem quente, enquanto eu aperto a bunda dela com a mão. Ela aperta a campainha, me olha, eu levanto o olhar porque tava olhando pra bundona dela!!! Ela me dá um sorriso e diz: Ela— a gente se vê daqui a pouco. Continua???
16 comentários - História de uma viagem à Prata