Mili de rabo 33

Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idadeSabia que uma hora seria descoberto, como e quando eram as incógnitas… sempre achei que o “como” não importava e queria que o “quando” fosse temporariamente muito, muito longe, de um jeito que não significasse mais nada pra Mili ou pra mim… embora fosse muito ingênuo, porque as mulheres raramente esquecem fácil e tudo conta pra elas, até as ex, pior ainda os deslizes…

Doía saber que o “como” tinha sido através do Guille, que eu considerava meu amigo, sempre pensei que o “como” seria pela Vane ou até pelo Javier, mas o Guille?... a esse ponto chegou a sede de vingança dele, a ânsia de revanche, que ao ver que não conseguia se vingar da Vane, decidiu se vingar da Mili e de mim… se ele não era feliz (com a Vane ou se vingando dela), ninguém mais devia ser…

- Amor… se explica que não tô te entendendo… respondi, engolindo seco.
- Nada de amor… não me chama assim… depois do que você fez… continuou irritada.
- Mas o que eu fiz?... me diz… respondi, enquanto pensava em que desculpa inventar.

Naqueles segundos eu tava numa encruzilhada, não sabia o que inventar caso ela dissesse que sabe da Vane… por um lado, o que eu contei pro Guille foi que ela me amarrou, não pude fazer nada… mas se ele contou o que planejei com ele no apê dele… caralho!… ou me sobrava a outra tática historicamente usada pelo meu gênero… “nega tudo”… até que a Mili resolveu continuar…

- Como é possível que você tenha feito aquilo com o Guille… me recriminou.
- Que coisa?... falei sem entender.
- Afastar a Vane falando pra avó dela que ela sai com um traficante, só por ser mestiço… então o que você pensa de mim ou do meu pai… me disse arrasada.

Soa até certo ponto ridículo, mas quando os boatos vão de uma pessoa pra outra, eles se distorcem. O Guille ligou pra casa da Vane, a avó atendeu, que já tinha ouvido falar dele pelos amigos da Vane, então foi fácil associar os boatos com ele… e a senhora deu uma bronca nele, quase ameaçou chamar a polícia se ele chegasse perto da neta de novo… depois Fácilmente, Guille associou isso com a minha intervenção…
Parece que depois a Mili ligou pra perguntar como ele tava indo com a Vane… ou talvez pra saber se eu levei a Vane pra casa dela, lembrem que minha namorada tava de olho na Vane. O negócio é que o Guille, por despeito, foi contar fofoca pra Mili… a parte boa disso é que… pelo menos o Guille respeitou o segredo entre nós sobre o que rolou comigo e a Vane…

- Ei… não foi assim… me desculpei.
- Então como… insistiu a Mili, queria uma explicação.

Como explicar que tive que afastar a Vane pra proteger ela do Guille, da vingança dele, dessa revanche porque a Vane me amarrou e me violentou na cabana… como justificar minha atitude, sem ligar isso à Vane, que pra Mili, mesmo tendo certa empatia, também era uma rival… talvez tivesse mais uma chance de contar a verdade…

- A Vane… abusou de… falei baixinho.
- Abusou? De quem?... ela perguntou, intrigada.

Era vergonhoso até certo ponto confessar que ela me dominou… mas também não sabia como a Mili reagiria ao saber, não foi minha culpa… mas ela diria que por eu provocar a Vane, foi…

- De… de… nossa amizade… falei, prolongando minha agonia.
- Como assim?... retrucou a Mili, que não ia me soltar até saber a verdade.
- No baile… ela… deu em cima de mim… depois, no carro… inventei a primeira coisa que veio na cabeça.
- Eu vou matar ela… essa putinha… disse a Mili, furiosa.

Em parte era verdade, a Vane no baile insinuou que teria outro encontro comigo, e no carro insinuou que eu devia um favor a ela. Falei pra Mili que o Guille tinha notado, que ele me confrontou e eu contei a verdade, porque não queria que ele continuasse sendo enganado por ela… mas que ele não levou tão bem… e que por conta própria tava planejando se vingar da Vane, até pensando em incluir o Javier nisso.

A Mili ficou horrorizada ao ouvir, não acreditava que o Guille pudesse reagir assim… ou que uma insinuação fosse tão grave a ponto de chegar nisso… a Mili ficou com a dúvida se contava toda a verdade ou escondia mais alguma coisa… e eu fiquei na dúvida se o Guille não ia acabar falando mais do que aconteceu…

Expliquei que a Vane já tava a caminho do exterior, pra ele ficar tranquilo, que o Guillermo tava magoado e exagerou as coisas, que na real eu fiz aquilo pelo bem dele, que a Vane com as paradas dela não era pra ele, não porque fosse gostosa, mas porque era meio doida, instável, mudava de ideia toda hora e ia fazer ele sofrer e perder o foco nos estudos.

No fim, a Mili se acalmou, mas segundo ela ainda não me perdoava… mulheres!, quando ficam de birra, querem que a gente pague pelas coisas que a gente nem entende que fez, mas pra elas tá claro que a gente fez alguma merda e tem que compensar… enfim, mesmo eu estando com a consciência pesada.

Fazendo as contas, tinha ficado com a Vane 3 vezes, talvez as 2 primeiras não contassem (pra mim pelo menos), porque na primeira eu tava amarrado e na segunda tava muito bêbado… mas a terceira?… essa foi no meu juízo não muito são, mas por vontade própria, ou podia dizer que cedi ao chantagem dela.

O problema é: será que a Mili entenderia assim?… duvidava, mais fácil me matar, é só lembrar que depois de suspeitar que eu comi a Vane, ela não quis me ver e tive que procurar ela no clube, e lá, depois de um flerte da Vane na pista de dança, ela fez um escândalo do caralho. Se ela descobrir isso, vai ser pior.

Enquanto isso, ao lembrar das imagens do que aconteceu… meu ego foi pra lua ao lembrar que tinha possuído as bundas mais gostosas da faculdade, talvez da universidade. A bunda morena e carnuda natural da Mili, e a bunda branca musculosa e bem trabalhada da Vane.

Ficava pensando nisso tudo quando dormi satisfeito que tudo, pelo menos até agora, tinha se resolvido bem. Acordei horas depois com o som do meu laptop, tinha recebido um e-mail… era da Vane… abri o e-mail e vi uma foto dela tipo cartão postal de algum lugar da Europa, Espanha pelo visto. Dizia mais ou menos assim:
- Obrigada pela despedida, lembrei de você a viagem inteira, não consegui sentar direito… Beijos, Vane.

Supus que Vane tava se referindo ao estrago anal que eu fiz nela no dia anterior, ela foi embora satisfeita mas dolorida. Percebi que tinha outro arquivo anexado, comprimido talvez pra não aparecer de cara, será que é vírus? A curiosidade falou mais alto e quando abri…
- Caralho… essa mulher é doida… exclamei na privacidade do meu quarto.

Vanesa tinha anexado uma foto da bunda branca e bem feita dela, enquanto abria as nádegas com as duas mãos pra me mostrar o cu vermelhão. Pelo ambiente da foto, que mal dava pra ver, deduzi que ela tinha tirado no banheiro do avião. Talvez fez isso pra eu ver o tamanho do estrago que meu pau causou no cu dela, e o motivo pelo qual ela não conseguia sentar direito. Depois de apreciar aquela loucura, eu ri… mas meu azar tava perto.

- Danny… tão te chamando… ouvi a voz da minha mãe atrás da porta.
- Quem é?... perguntei, fechando os arquivos por instinto.
- Euuu… disse ela abrindo a porta.

Merda… era a Mili, fiquei paralisado, pálido, sem voz. Só consegui fechar o notebook quase nos meus próprios dedos, o que pra ela não pareceu suspeito, mas sim engraçado, pra minha sorte.
- O quê?... não tá feliz de me ver?... perguntou entre ressentida e mimada.
- Coitadinho, acabou de acordar… interferiu minha mãe, em cumplicidade.

Eu continuava mudo e surpreso, desde quando Mili e minha mãe se davam bem?... Parece que Mili se sentiu culpada pelas coisas que me disse e veio me visitar, como eu ainda tava dormindo, minha mãe convidou ela pra entrar e conhecer a possível futura nora. Elas se distraíram conversando até ouvirem barulho no meu quarto, que alertou que eu tava acordado, aí subiram pra me ver.
- Claro, amor… feliz de te ver… que surpresa… respondi meio gaguejando.
- Bom, crianças, vou deixar vocês, se comportem. Bem… disse minha mãe sorrindo.
Acho que era a primeira vez que minha mãe me ouvia chamar uma garota de “amor”, ela estava feliz, e a Mili também, por ser reconhecida assim, como minha namorada, na frente da minha mãe. Minha mãe saiu do quarto, não sem antes fazer gestos de aprovação, tipo “Muito bem, filho, a Mili está muito gostosa”.
Era verdade, a Mili tinha vindo muito gostosa, talvez prevendo encontrar a sogra. Vestia um vestido claro, um pouco justo no peito e solto na saia, pouco acima dos joelhos. Pouca maquiagem, não precisava de muito, o sorriso de namorada que se sente culpada completava tudo.

- Pensar que aqui foi… foi a primeira vez que você me comeu… disse ela sorrindo, meio nostálgica, lembrando como meses atrás eu tinha metido por trás naquela cama enquanto “estudávamos”.

Naquele momento, eu não sabia que talvez aquele mesmo lugar fosse onde eu a comeria pela última vez. Mili sentou na beira da minha cama, observando tudo e lembrando como, de brincadeira, tudo tinha começado, entre taças de vinho e o tesão das histórias… e a vontade que a gente tinha um do outro.

- Só queria me desculpar pelo que falei… entendo que você fez isso pensando no bem da Vane e do Guille… completou Mili ao ver que eu não respondia.

Talvez ela achasse que eu estava puto com ela, por causa da ligação furiosa que ela fez, quando na verdade eu estava atordoado pelo que fiz com a Vane no dia anterior, pelo e-mail que recebi com aquelas fotos e pela visita surpresa da Mili… e não sabia como reagir…

- Ahhh… é, pois é… às vezes você é muito explosiva… consegui dizer.

- Sim, eu sei… herdei o gênio da minha mãe… O que posso fazer pra você me perdoar?… disse ela, envergonhada, feito menina de castigo.

Nessa altura, os papéis tinham se invertido, era a Mili quem pedia meu perdão, o que me fazia sentir ainda mais culpado. Eu precisava me livrar desse sentimento, precisava parar de pensar no que fiz com a Vane, em como abusei selvagemente dela e ela gostou… e só me vinha rolava um jeito de esquecer…
— Que tal… sexo de reconciliação… me atrevi a dizer meio sério, meio brincando.
— Ai, Dany, sabia que você só pensa nisso… me repreendeu de brincadeira.

Aí larguei minha mesa e fui sentar do lado dela, na cama, enquanto a Mili fazia a maior cara de tímida e inocente, como se não soubesse o que tava fazendo no quarto de um cara, o que me excitava ainda mais. Passei a mão no rosto dela, afastei uns fios de cabelo e comecei a beijá-la, e ela correspondeu.
— Não… sua mãe vai perceber… ela falava entre um gemido e outro, que já mostravam que a Mili também tava ficando com tesão.
— Relaxa… ela tá vendo a novela dela… me desculpei, enquanto minhas mãos já tavam apalpando os peitos dela.
— Uhm… que safado você é… disse ela se soltando de mim.

Levantou e andou um pouco pelo quarto pra baixar os hormônios, já que tinha acabado de começar a se dar bem com a sogra e não queria passar uma imagem ruim. Quando a Mili passou perto de mim, puxei ela. Ela ficou de pé na minha frente, enquanto eu ainda tava sentado na cama, e abracei ela com carinho pela cintura, apoiando a cabeça na barriga lisa dela. A Mili passou a mão no meu cabelo.

Quando ela se sentiu à vontade naquela posição, minhas mãos foram descendo da cintura dela, acariciando a bunda empinada por cima do vestido. Ela mexia a cabeça nervosa, de olhos fechados, curtindo aqueles carinhos… até que chegou a hora de arriscar: meti a mão por baixo do vestido e comecei a apertar a bunda carnuda dela, o que fez ela tremer toda…
— Vamosss… sussurrei, vendo que o corpo dela não ia aguentar mais aqueles estímulos.
— Uhm… tá bom… mas tem que ser rápido… ela respondeu, cedendo.

Ela tava super quente, senti a calcinha pequena dela já molhada, e ela tremeu quando minhas mãos passaram por ali. Na sequência, ela se ajoelhou e começou a puxar minha calça, até que descobriu meu pau duro e, sem hesitar, meteu ele na boca. boca, começou a chupar como se estivesse possessa.
Com certeza queria garantir que aquele encontro fosse rápido como ela tinha pedido, pra evitar que minha mãe nos pegasse, por isso sugava e batia uma com tanta paixão pra me deixar na beira da gozada.
- Já, já… falei, afastando ela, e completei… Vamos pra cama.
- Nãao… muito barulho… ela se desculpou.
Naquela vez que eu estreiei o cu dela, fizemos barulho, mas era de madrugada e meus velhos estavam roncando, então nem perceberam. Agora que ainda não tinha anoitecido, e com minha mãe na sala, a gente tinha que ser mais discreto.
- Vem… Mili disse e me puxou pra cadeira da minha escrivaninha, tava super excitada.
Ela me fez sentar na cadeira enquanto mesma afastava o vestido, puxava de lado a calcinha pequena, virou de costas pra mim, eu ajudei a levantar a saia, enquanto ela pegou com confiança meu pau e apontou pro lugar que mais queria, no cu dela.
- Uiii… siim… exclamou ao sentir meu pau acertar em cheio o cuzinho guloso dela.
Eu, besta, só via ela manobrar, só consegui segurar na cintura dela, enquanto ela ia enfiando centímetro por centímetro meu pau duro. Parecia estar adorando, de vez em quando um tremor nervoso passava por ela e fazia perder o equilíbrio e enfiar mais rápido. Até que finalmente tava completamente empalada, sentia o anelzinho enrugado pulsar satisfeito no meu pau.
- Aiii amorrr… como eu gosto de ter você dentro… suspirou satisfeita.
Depois de alguns segundos curtindo a empalação que ela mesma se deu, Mili, se deixando levar pela excitação de novo, começou a rebolar aquele rabão enorme na minha virilha. Meu pau, igual massinha, seguia ela enquanto minhas mãos mantinham pressionada a bunda inchada dela na minha entreperna.
Até que chegou a hora que ela sentiu que tinha que se satisfazer, e começou a pular no meu pau com harmonia, primeiro devagar e depois aumentando o ritmo. Minhas mãos na cintura dela não faziam muito, então passei as mãos pra Os peitos dela, enormes, puxando o vestido pra soltar aquelas melancias deliciosas e brincar com os biquinhos.
— Aiiii… siiiim… assim eu amo… asssim… — ela exclamou, sem parar de quicar no meu pau.
Cada vez os gemidos dela ficavam mais altos, a Mili percebia e virava de lado pra ver se eu não tava reclamando, ela tentava morder os lábios pra não fazer barulho, mas nem assim, cada vez ficava mais na cara o que a gente tava fazendo, ainda mais porque a cadeira começava a balançar também.
Eu tava em êxtase vendo aqueles dois globos cor de canela que ela tinha de bunda pulando e vibrando na minha virilha, mas precisava mudar de posição, a Mili tava fazendo muito barulho. Mandei ela levantar, dessa vez ela ia sentar de frente pra mim, com os peitos à minha disposição, com a boca dela perto da minha… ia tentar calar os gemidos dela com minha língua.
De novo a Mili, confiante como se fosse dona do meu pau, agarrou ele com a mão, pensei que ia trocar de buraco… mas de novo ela levou pro cu dela, dessa vez não foi devagar, ela enfiou meu pau violentamente, não quis deixar ele fora por muito tempo e decidiu enfiar de uma vez.
— Aiiii… uhmmm… — ela reclamou, enquanto eu tapava a boca dela.
Depois de uns segundos pra assimilar, ela me olhou e balançou a cabeça, tipo dando o ok pra começar de novo. A Mili começou a quicar de novo no meu pau, cada vez mais forte, cada vez mais possessa, enquanto os peitos dela vibravam na minha frente, de vez em quando eu chupava um biquinho e ela me abraçava com força, aguentando aquele castigo que ela mesma se dava.
Chegou a hora em que a Mili começou a fraquejar do esforço e eu peguei como pude aquela bundona enorme e ajudei ela a se empalar sozinha. Sentia que faltavam mãos pra apertar e cobrir aqueles glúteos gordos, enquanto a Mili abafava os gemidos entre minha língua e a dela, até que parou. Achei que já tinha gozado, porque ela tava muito ofegante… mas não…
— Quero terminar assim… — ela pediu enquanto se levantava e me chamava pra fazer o mesmo.
Depois a Mili foi se ajoelhar, apoiando a barriga Sobre a cadeira, igual os cotovelos, enquanto as mãos dela seguravam as barras do encosto, como se preparando pra aguentar mais uma investida na bunda inchada dela. A Mili queria ser possuída do jeito que gostava, de quatro, feito uma puta.

Vendo que eu não reagia àquele espetáculo, a Mili empinou mais a bunda, arqueando as costas pra eu ver os atributos dela por completo. Nessa manobra, as nádegas dela foram se abrindo, deixando à mostra o cu complacente e torturado, que pedia mais.

Só restou ela se virar, suplicante e ansiosa, pra eu enfiar o cu dela de novo. Não me fiz de rogado e fui penetrando ela rapidinho, o esfíncter já tinha se acostumado a me deixar entrar.

— Siim... até a raiz... — suspirou satisfeita.

Era verdade, naquela posição, minha pica atravessava ela por completo, só faltava meter as bolas, enquanto a Mili se contorcia ansiosa. Não fiz ela esperar mais e comecei a socar ela contra a cadeira. De vez em quando eu puxava as nádegas gordas dela, e depois segurava na cintura fina, fazendo mais pressão, quebrando ela mais enquanto a bunda enorme vibrava ao bater na minha virilha...

— Aiii sim... promete que vai me comer sempre assim... uhmmm... — pediu ela à beira do orgasmo com cara de possuída.

— Como assim?... — perguntei, viajando, bestificado pelo rabo suculento dela.

— Feito uma puta... feito sua puta... — exclamou no êxtase da putaria.

Nessa altura já não ligava mais pro barulho que a gente fazia, a cadeira pulava, os gemidos dela eram altos, a gente tava no limite...

— Ouuu uhmmm... — gemeu a Mili finalmente, tremendo da cabeça aos pés.

— Ufff... vou gozar... ufff... — exclamei.

— Não, não... vem... na minha cara... — implorou, se virando depressa.

Enquanto a Mili abria a boca, minha pica cuspia porra no rosto dela, uns jatos acertaram a garganta, outros nos lábios, bochechas, queixo, testa e até nas pálpebras, enquanto ela sorria satisfeita, como se fosse iogurte. tratava, não ligava, estava satisfeita e sabia que aquela imagem excitante me encantava.
Quando meu pau parou de jorrar porra, Mili, sem limpar o rosto, começou a chupar meu pau, a limpar ele. A gratidão que ela sentiu fez com que sua língua brincasse com meu pau sensível, estimulando ele, conseguindo extrair uma segunda pequena descarga de sêmen. Senti que ia mijar, quis me afastar, mas Mili me segurou pelos quadris para evitar que eu fugisse… ela estava disposta a engolir tudo… e assim fez, respirando com dificuldade, mas conseguiu….
- Uai, caralho…. Mili…. você é a melhorrr… exclamei agradecido, enquanto me deixei cair sentado na borda da cama.
Ela sorriu satisfeita, como toque final, engoliu as gotas de sêmen que ficaram espalhadas… aquela imagem fez meu pau vazar mais… e ela, percebendo, me seguiu de joelhos e engoliu meu pau pela última vez para limpar ele com a língua.
Depois disso, exausto, me deixei cair na cama. O resto do que lembro foram lampejos, vi entre sonhos que Mili entrou no meu chuveiro para se lavar, se arrumou e se aninhou ao meu lado. Eu estava morto pelos últimos acontecimentos: a do acampamento, a trama entre Vane e Guille, meus sogros, etc.
Senti que Mili saiu do meu lado na cama, eu me virei de lado, alguns minutos mais e estaria renovado, pronto para levá-la para casa, falei feliz no meu devaneio… grave erro… Ela me deu um beijo na testa, então senti que meu quarto se iluminou, lá fora já estava escurecendo, pensei que estava vendo TV, esperando me recuperar… mas não foi assim…
- Que porra é essa?... exclamou uma voz furiosa, com grande indignação.
Sentei rapidamente, praticamente pulei… O que houve?, terremoto? Fogo? Meus velhos?... tentava entender enquanto meu corpo adormecido tentava acordar e ficar em alerta, procurando o perigo que espreitava no meu quarto para defender Mili do que fosse… menos de mim mesmo.
Até que meu olhar se fixou no rosto Desencaixada, a Mili me olhava do banco onde minutos antes eu a possuíra com grande paixão… ao lado, meu notebook aberto… com a imagem da bunda branca da Vane e o cu vermelho dela… ainda mais com a mensagem sugestiva atrás, no e-mail que ela me mandou.
Puta merda… fodeu tudo… pensei.
Continua…

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