
Aluguei um apê na Nueva Córdoba, pela primeira vez ia morar sozinho. Depois de me instalar, tinha como vizinhos um casal de uns 40 anos e eu com 26, não tinha muita conversa, só cumprimentos no corredor e no elevador. Num sábado, depois de um fora inesperado de uma mina, umas 2 da manhã cheguei em casa e ela estava na porta do prédio. Me chama e fala: "Oi, sabe que a gente veio eu e meu marido de um churrasco, ele bebeu demais e tá dormindo no carro, não me ajuda a subir ele? É pesado e sozinha não consigo levar." Na real, não tava muito a fim, mas não falei não e fui com ela até o carro. O cara tava numa baita bebedeira, nem conseguia ficar em pé. Subimos de elevador até o apartamento e colocamos ele na cama. Ela fala: "Bebi um pouco demais" e eu soltei do fundo da alma: "Só um pouco, né?" Ela ficou vermelha, e eu pra consertar falei: "Bom, eu também já tomei demais uma vez e terminei igual." Ela riu e falou: "Vamos pra sala." Lá, ela disse que se chamava Estela e falou: "Ainda bem que te encontrei, e por favor, disso aqui nada pra ninguém." Falei pra ela não se preocupar, que não tinha nada pra contar. Me convidou pra tomar um café e perguntou se eu tinha namorada. Falei que não e contei minha frustração daquele dia. Ela disse: "Não esquenta, você é novo e gato, vai pegar muita mina." Agradeci o elogio e falei que ela também era uma mulher interessante. Ela se aproximou e me deu um beijo na boca. Me surpreendi, e ela falou: "Pra levantar seu astral." Me aproximei e entrei num beijo de muita língua. Aí ela fala: "Aqui não dá." E eu digo: "Vamos pro meu apê um pouco." Fomos e, ao entrar, nos abraçamos e ela fala: "Tô muito tesuda." Continuamos nos beijando e minhas mãos foram pra bunda dela e pra percorrer o corpo. Tirei logo a rola, peguei nela e fui passeando um pouco até que ela se abaixou e começou a chupar com muita doçura. Depois, ela baixou a calça jeans e ficou de costas, apoiando as mãos num sofá, e eu meti por trás na buceta dela. Bombiei um pouco e depois sentei no sofá. Ela terminou de tirar tudo e subiu em cima de mim, enfiou na minha pussy e a gente continuou transando enquanto se beijava e se acariciava com vontade. Ela segurava minha cabeça e apertava contra os peitos dela, que mesmo sendo pequenos, davam pra lamber e morder os bicos. Assim a gente gozou os dois. Ela foi no banheiro, se lavou um pouco e antes de ir embora me deu um selinho e disse: "Não imaginei que isso ia rolar". Eu falei: "Também não tava nos meus planos, e espero que se repita outra vez". E ela respondeu: "Mais vale que sim, ainda mais sendo vizinhos". A gente ficou dois anos se vendo escondido do marido. Eu saía do trampo, ela já tava em casa, e quando eu chegava, ela vinha pro meu apê até um pouco antes do marido chegar.
1 comentários - Bêbado filho da puta