Surpresa do papai XI

Não dava pra ficar assim. Minha mente voava pra todo lado. Eu precisava ver. Precisava saber o que estavam fazendo com a minha princesa. Espiei de novo. Corri a cortina. E vi ela. Com aquela pica na boca. Era enorme. Ela subindo e descendo por todo o tronco da pica dele com a boca. Ele segurava a cabeça dela com força. E fazia ela ir até o fundo. Ela engasgava. Óbvio. Ele deixava ela afogada ali por um tempo e depois soltava. Ela meio que pegava ar. No momento em que ela abria a boca pra respirar, aquele animal empurrava ela de novo pra fazer ela engolir tudo outra vez. Comecei a ouvir ela dizendo: "Mmmm". Sempre com a pica na boca. Ele falava: "Cê gosta, putinha". Ela, sem largar aquele pedaço, respondia: "Aham..." E de novo: "Mmmm". Como quem prova algo que gosta. Vejo que ele tira um pouco. Segura ela pelo cabelo. Coloca ela na frente dele e pensei: "Bom, vai dar um beijo nela". Minha filha pensou a mesma coisa. Abriu a boca como se fosse beijar ele, e o cara cuspiu na boca dela. Depois no rosto e obrigou ela a enfiar de novo na boca. Mas dessa vez enfiou tudo de uma vez. E ficou segurando ela enquanto os gemidos dele ecoavam. Ele tava enchendo a boca dela de porra. CONTINUA...

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