Amizade é a única coisa que não se perde 6

A amizade é a única coisa que não se perde 6 Parte 6. CaroAmizade é a única coisa que não se perde 6Foto Ilustrativa: Ingrid Mouth No dia seguinte, acordei de bom humor. Tinha tido uma das melhores punhetas da minha vida. Virei pra ver a Amália, e ela já estava acordada, com o celular na mão. O Franco também tinha levantado e já tinha ido trabalhar. O cachorro estava deitado aos pés da cama.

- Bom dia, gostosa - falo.
- Bom dia, bebê - ela responde sorrindo.

Ela virou pra me olhar. Largou o celular.

- Dormiu bem? - pergunta.
- Sim, óbvio, depois daquela siririca... - ri.

Ela ri também.

- Hoje tem planos? - fala.
- Acho que sim... com certeza vou ver a Caro.

Lembrei que ontem mandei uma mensagem pra ela, então peguei o celular.

- Não - Amália fala - não, a gente tá conversando.
- Ok - respondo - por que perguntou dos planos?
- Porque queria passar o dia com você hoje também.
- Bom, hoje acho que não, mas amanhã posso voltar à tarde.
- E vai dormir aqui? - pergunta com o sorriso safado.
- Sim, óbvio - e ri.

Ela riu também. Ficou felizona por eu ficar.

- Mas agora acho que tenho que responder as mensagens - falei olhando pro celular.
- Sim, tudo bem. Eu também tenho muitas mensagens pra responder.

Peguei o celular e fui ver as mensagens que tinha recebido. Por sorte não eram muitas, mas tinha uma importante: a da Caro.

"Sem problemas" - ela tinha escrito - "Me avisa se a gente se vê hoje."

"Oi, Caro" - respondi - "Sim, óbvio, hoje vou te ver sim. Já tô com saudade."

Comecei a ler os outros chats, alguns eram de grupos, então não precisava responder. Outros tinha que responder rápido.

"Te espero hoje" - Caro respondeu.

Fiquei feliz. Era uma grande garota.

Levantei da cama. Fui me vestir no banheiro. Lavei o rosto e os dentes.

Quando saí, Amália me olhava com cara estranha.

- O que foi? - pergunto.
- Ontem te vi pelada e mesmo assim vai se trocar no banheiro.
- Ah, isso - sorri - ainda tenho um pouco de vergonha. Além disso... você eu não vi nua, tô em desvantagem - sorri mais.
- Bom... você tem que. merecer isso - ela passou a mão no cabelo, de um jeito bem provocante e sorriu. Eu imitei e a gente riu disso. - Já vou indo - falo pra ela. - Tá bom - ela responde - mas você volta amanhã, hein! - Sim, sim, isso tá prometido. Amalia sorriu e pegou a chave dela. Descemos no elevador e ela me abriu a porta. Na despedida, senti que ela me deu um abraço mais longo que o normal, e adorei, me sentir perto dela de novo. Dei um beijo na bochecha dela, um beijo forte. A gente se separou e sorrimos uma pra outra. Eu fui pra minha casa. Durante o dia tive um monte de coisas pra fazer e a noite chegou muito rápido. Num momento olho o celular, e a Caro tinha me mandado mensagem. - Que horas você vem? - Tô indo agora. - Fala sério! Te espero - ela respondeu. Tomei banho. Me troquei rápido e saí pra ver a Caro. Caro era quase o oposto do que significa ser mulher. Tem cabelo curto. Raspado dos lados. Usa calças largas. Com uma vibe hippie. Um piercing no lábio inferior. A gente se conheceu na faculdade, e a timidez mútua fez a gente acabar saindo. Era a primeira mina que eu saía em quase dois anos. E nas duas semanas que a gente tava se vendo, tava curtindo. Caro tava me esperando na casa dela. Quando cheguei, ela se jogou em cima de mim e me deu um beijo bem intenso e demorado. - Senti sua falta - ela falou. - Eu também - respondi. A gente pediu algo pra jantar. Conversamos sobre um monte de coisas. E enquanto eu tava lavando a louça do jantar, ela chegou por trás, me agarrou na cintura e sussurrou no meu ouvido. - Tava com saudade de te comer. Terminei de lavar naquele momento, então me enxuguei as mãos, virei pra olhar ela e a gente se beijou intensamente. Ela desceu as mãos pro meu short e desabotoou. Começou a tocar minha rola por cima da roupa. Baixou minha cueca e começou a bater uma pra mim. Eu tocava a bunda dela, as costas, os quadris, os peitos. Tirei a regata que ela tava usando. Ela me deu um beijo e se ajoelhou. Uma coisa que eu gostava nela era a sensação da boca dela envolvendo minha rola, e sentir o piercing dela roçando na minha rola. Era uma sensação gostosa. Ela começou rápido. com o mete e tira, lambendo todo meu tronco e voltando a chupar ela. Eu agarrei ela pela nuca e comecei a comer a boca dela. Ela se deixava levar. Era uma sensação boa. Diminuí o ritmo, ela chupou mais um pouco e parou. A gente se beijou. Ela se afastou e me pegou pela mão. Me levou pro quarto dela. Ela se deitou na cama. Eu fiquei por cima. Enquanto tirava a calça completamente, ia tocando ela. Consegui tirar o sutiã dela e desci pra chupar os peitos dela, que mesmo não sendo grandes, eram salientes e pontudos, o que deixava muito excitante chupar eles. Tirei a calça dela. Tirei ela. Ela tirou minha camiseta. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela segurava meu cabelo. Depois de um tempo chupando ela, subi, dei um beijo nela, me afastei pra colocar a camisinha, voltei pra posição e meti. Eu adorava os gemidos da Caro. Depois de 20 minutos transando, nós dois gozamos ao mesmo tempo. Eu me afastei um segundo dela, e a gente dormiu, abraçados.

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