Família de Cornos 7

Um dia eu estava no escritório no meio de uma reunião quando meu celular começou a vibrar. Olhei por curiosidade pra saber quem era, embora não pensasse em atender, mas como não conhecia o número, e diante da possibilidade de ser algum cliente com uma proposta importante, atendi ali mesmo me desculpando com os outros participantes da reunião. Ao atender, ouvi a voz doce de Jessy J – Oi Victor, sou a Jessy. Desculpa te ligar no trabalho, mas é que queria falar com você e pedi seu número pra Lucía. Você tem um momento ou ligo mais tarde? E eu – Oi. Não se preocupa, mas, aconteceu alguma coisa? É urgente? J – Não, não, não aconteceu nada. É só que desde o outro dia, não parei de pensar em umas coisas, e queria falar com você quando tiver um tempo. Pessoalmente, se possível… E eu – Claro, sem problemas, mas agora não dá. Se quiser, te ligo mais tarde, ou passa aqui em casa à tarde e a gente conversa. J – Ah, sim, claro, quando puder. Bom, se me pegar na aula talvez eu não consiga atender, mas se quiser me liga mais tarde, ou senão à tarde, quando eu ver seu carro no bairro, passo na sua casa. Tinham passado dois dias desde o ménage com ela e a irmã na minha casa, e eu ainda não tinha falado com nenhuma das duas de novo, mas a Jessy era tão doce que agora, depois da ligação dela, fiquei preocupado se ela não estava se sentindo bem com o que aconteceu. Decidi não pensar nisso por enquanto pra focar no trabalho, e depois ligaria pra ela pra ver se descobria o que estava rolando. Assim que a reunião terminou, liguei pra ela. Mal tinha dado três toques e ela atendeu. E eu – O que foi, Jessy? Tudo bem? J – Sim, sim, não se preocupa, não tem nada. É que… bom, o do outro dia, você viu que pra mim foi a primeira vez, e… bom, olha, não quero te incomodar, mas é que você me tratou tão bem, que queria te agradecer. – fez uma pausa pequena e continuou – Bom, e que tô com vontade de te ver… Se você puder e quiser também, claro. A verdade é que a doçura dessa menina me derretia. Obviamente eu também tava Tava afim, então falei pra ela que ia salvar o número na agenda e que quando chegasse em casa ligava pra ela passar. Passei o resto do dia olhando pro relógio, morrendo de vontade que chegasse a hora de ir embora.

Pensar naquela família me excitava. Até pensar no Gus me excitava. O novo papel dele de cuck, não só de consentidor, mas de incentivador, me parecia a coisa mais morbidosa. Fiquei matutando como fazer pra comer a Adriana e alguma das filhas dela juntas de novo, mas dessa vez na frente do Gus, e ver a reação dele com alguma humilhação, porque se eu não me enganava, o Gus ia ser um bom submisso.

Pouco antes das 6 da tarde fui pra casa. No caminho parei num shopping pra comprar umas coisas, e antes de chegar no supermercado, passei na frente de uma loja da Victoria’s Secret. Não resisti à tentação e entrei pra dar uma olhada. Fiquei vendo tudo, e cada coisa que via, imaginava no corpinho da Jessy, então escolhi um conjunto de fio dental e sutiã preto com transparências, que achei elegante e bem sensual, e pedi pra vendedora embrulhar pra presente.

A vendedora embrulhou e colocou numa sacola, me entregando com aquele sorriso que você sabe que tem mensagem. Era uma mulher negra de uns 30 ou 35 anos, muito gostosa, vestida bem elegante, como é comum nas vendedoras da Victoria’s Secret. Passei meu cartão de crédito pra ela cobrar, e depois de passar na maquininha, pediu pra eu assinar repetindo meu nome e sobrenome sem perder o sorriso e com um tom meio provocador.

Sorri e depois de assinar, ao pegar a via, pedi um instante a cópia da loja, a que ficava com ela, e tirando uma caneta do paletó, anotei meu número de telefone. Era um atrevimento, mas também não tinha nada a perder, então anotei e devolvi o ticket dela com meu número no verso. Ela olhou meio surpresa e com um sorriso me despediu com aquela frase tão... americana “have a nice day Mr. …..”. Quando cheguei em casa, estacionei e mandei uma mensagem pra Jessy do carro antes de sair. Quando cheguei na porta, enquanto estava abrindo, já vi ela vindo pela calçada. Entrei e deixei a porta aberta enquanto levava as compras pra cozinha. Comecei a tirar algumas coisas das sacolas e peguei um pote de balas de goma banhadas em chocolate, que eu adorava, com a ideia de oferecer algo doce pra Jessy. Ela entrou e veio direto pra cozinha. Tava séria. No começo, pensei que talvez estivesse meio brava por causa do outro dia, mas ofereci uma bala e ela me deu um sorriso daqueles que iluminam o ambiente. Minha ideia de relaxar a situação com algo doce tinha funcionado, e logo ela se sentiu mais à vontade, sorrindo e gesticulando enquanto a gente conversava. Ela tava vestindo uma calça jeans justa e um moletom branco que escondia perfeitamente o corpo gostoso dela, e enfiava as mãos nos bolsos enquanto falava. Sem dúvida, tava nervosa. Não tinha a cara de pau e a ousadia da irmã e da mãe, mas isso quase a tornava ainda mais desejável. Depois de alguns minutos de conversa fiada, perguntei na lata. E – Bom, me conta… o que você queria me dizer? Tá preocupada com alguma coisa ou teve algo que te deixou desconfortável no outro dia? Algo que não tenha gostado? J – Nãao, não, de verdade, não. Pelo contrário, me diverti pra caramba. Bom, minha irmã é meio doida, e embora eu tenha que agradecer a ela por ter facilitado pra gente ter transado, sei que ela queria participar mais, mas você controlou a situação tão bem que pra mim foi tudo perfeito. É por isso que me sinto tão grata. Você soube me dar tanto prazer, me fazer sentir calma apesar do meu nervosismo, e me guiou o tempo todo… Fez com que eu até gostasse de beijar minha irmã depois. Não curto garotas, e embora a Lucía tenha me contado o que rolou entre ela e minha mãe aqui na sua casa, nunca imaginei que eu também faria algo assim, e mesmo assim, contigo tudo parecia tão natural, que em vez de pensar, a única coisa que fiz foi me deixar levar e aproveitar, como você me disse. E – Pois é Jessy, essa era exatamente a intenção. Mas me diz uma coisa… no carro vocês falaram que tinha algo que não tinham me contado… O que era? Dá pra saber ou você tem vergonha de me contar? J – Hahaha, não, não tenho mais vergonha. Bom, na verdade minha irmã já te disse também. Que eu gostava muito de você. Bom, que eu gosto muito de você, agora gosto muito mais. E que eu queria que você fosse meu primeiro homem. Embora, na real, apesar de o outro dia ter sido super bom, acho que teria preferido que estivéssemos sozinhos. Mas enfim, foi muito bom, hein? Você mandou super bem. E – Sozinhos, que nem agora, por exemplo? Ela ficou calada me olhando nos olhos, sem responder. Dava pra ver o nervosismo no olhar dela. Ela estava como que paralisada. Estendi a mão pra ela, convidando-a a se aproximar. Ela sorriu e veio até segurar minha mão. Puxei ela pra perto e encostei no meu corpo. A respiração dela estava ofegante, ela baixou os olhos pro meu peito. E – Me olha. E quando ela olhou, aproximei meu rosto e nos beijamos. No começo bem de leve, e aos poucos fomos aumentando o contato, misturando nossas línguas, cada vez com mais vontade, mais desejo, mais paixão. Era um beijo de namorados. A doçura da Jessy me derretia. Eu abraçava ela e apertava contra mim, e ela subiu os braços e envolveu meu pescoço, se pendurando em mim e me beijando como se esperasse por aquele beijo há anos. Devemos ter ficado uns 10 minutos assim. Eu tava com o pau mais duro do que nunca, e ela não parava de se apertar contra mim, mas as mãos dela continuavam entrelaçadas no meu pescoço. Me afastei um momento e peguei a sacolinha da Victoria’s Secret com o presente dela, e entreguei. No começo ela ficou surpresa, mas depois reagiu com a alegria natural de uma garota de 17 anos. Deu um sorrisão e começou a abrir. Se afastou pra ver bem e, mordendo os lábios, me olhou e disse J – Vou colocar em mim… E – Não, guarda pra outro dia. Hoje quero curtir sua naturalidade, você do jeito que é, sem enfeites. Porque mesmo que isso vá te deixar ainda mais gostosa do que já é, você já é uma belezinha. Ele se jogou em cima de mim de novo e me beijou outra vez, agora sem nenhuma timidez. Fazia com paixão, mas também com desejo. Tava começando a se soltar. Peguei ela pela bunda e levantei, fazendo ela me envolver com as pernas, e levei ela pro quarto. Agora nós dois távamos descontrolados. Nos beijávamos quase com violência. Éramos desejo e paixão sem freio. Deitei ela na cama e ela começou a desabotoar minha camisa e tirar minha gravata. Enquanto eu tirava o paletó, ela já tinha desabotoado a camisa toda. Tirei ela e me levantei pra tirar a calça enquanto ela, de um puxão só, tirou o moletom e a camiseta que tava por baixo. Na mesma hora, desabotoou a calça e tirou, levando junto a calcinha fio dental, me mostrando pela primeira vez hoje a bucetinha depilada e já brilhando. Enquanto eu terminava de tirar a cueca e as meias, ela tirou o sutiã e o tênis, ficando completamente pelada. Parei um momento pra olhar ela, estirada na minha cama, sem roupa, a pele branca dela. Ela me olhava com desejo. Abriu as pernas e falou comigo. J – Vem aqui, por favor, e me fode. Me joguei sem pensar na boca dela. Nos beijamos de novo e comecei a acariciar o corpo todo dela ao mesmo tempo. Ela tava fora de si, não parava de levantar a buceta procurando contato com meu pau. Gemia, me abraçava e pedia pra eu foder ela. Queria ter curtido mais tempo o corpo dela, mas ela pedia com tanta insistência que não dava pra continuar adiando. Cheguei perto do ouvido dela e falei E – Pega você mesma e coloca na sua bucetinha. Ela não pensou duas vezes. Desceu a mão direita, pegou meu pau e, sentindo ele tão duro, bateu uma punheta umas quantas vezes, mas logo levou ele pra bucetinha dela. Esfregou com a cabeça por trás. Vai com calma, brinquei um pouco no clitóris dela e guiei até a entrada. Empurrei de novo com muito cuidado, igual dois dias atrás, mas dessa vez não tinha nada impedindo a penetração. Entrei até o fundo e fiquei parado, apertando meu púbis contra o dela. Ela soltou um gemido profundo. Também apertava forte contra mim, querendo tornar a penetração mais funda e mais intenso o roçar do clitóris dela no meu púbis ao bater no fundo. Aí comecei a bombar, devagar, saindo pouco e entrando de novo forte até o fundo, e aos poucos fui aumentando o percurso dos meus movimentos, quase tirando ela inteira, e cada vez batendo mais forte. Ainda não tava fodendo ela com muita força quando ela começou a gemir mais alto, me avisando que tava gozando. O corpo dela convulsionou e ela soltou todo tipo de som abafado pra expressar o prazer. Ao gozar, senti a bucetinha dela se contrair forte por dentro, e entre isso e ver ela se deliciar daquele jeito, me deixou tão tarado que tive a sensação de que se continuasse fodendo ela assim, batendo forte, não ia durar muito, então reduzi um pouco o ritmo enquanto beijava ela. Mas ela não deixou. J – Não para, não para, continua me fodendo. Y – Não, querida, tenho que parar, que tô perto e não coloquei camisinha. J – Goza, meu amor, goza dentro. Deixa eu sentir você e goza dentro de mim. Me dá tudo, sou sua. Uff, as palavras dela acabaram comigo, e agora sim eu sentia que ia gozar, mas antes de fazer dentro, um último raio de bom senso me fez sair a tempo, e peguei ela com a mão direita pra terminar na barriga dela. Aí ela tirou minha mão e segurou com as duas mãos dela, me masturbando bem rápido. Y – Não, querido, devagar, devagar, que eu sinto muito melhor. Vai, amor, vai assim. Ahhhhh, tô gozandooo, siiiiiiiiiiiii. E comecei a jorrar na barriga dela enquanto encostava meu rosto no dela pra sentir ela mais perto. J – Sim, meu amor, me dá tudo. Goza em cima de mim. Corre e aproveita, meu amor. Quando terminei meu orgasmo, me deixei cair sobre ela e ficamos nos beijando e nos acariciando por um bom tempo, sussurrando coisas doces no ouvido uma da outra num volume quase imperceptível. Aí a voz da Adriana interrompeu o momento mágico. Adriana – Você é um filho da puta de primeira. Não basta foder a Lucía e eu, ainda tem que foder minha filhinha também... E – Porra Adriana, como é que você entrou, piranha? A – Pela porta, ué, com a pressa vocês deixaram aberta. J – Porra mãe, e você nos vê aqui e não podia ter ido embora? A – Querida, foi a transa mais linda que já vi na vida. Não conseguia parar de olhar. Comigo esse filho da puta não fode assim. Comigo ele fode, com você ele fez amor. Toma cuidado pra não se apaixonar pelo Víctor, que ele é 20 anos mais velho que você, e já viu como ele é doce, e como fode bem o desgraçado. Foi sua primeira vez? Eu saí de cima da Jessy e me deitei na cama ao lado dela, ficando entre a Jessy e a Adriana. J – Não mãe. Foi a segunda. Mas a primeira vez também foi com ele. E não se preocupa, porque ele fez tudo tão perfeito que nem doeu. Eu tava olhando pra Adriana enquanto elas conversavam. Ela tava usando um vestido preto justo e umas botas de salto alto, que deixavam ela muito gostosa. Comecei a acariciar minha pica olhando pra ela. Não fazia nem cinco minutos que eu tinha gozado, então não esperava que reagisse, mas me dava um tesão do caralho ter a Adriana no quarto com a filha dela pelada na minha cama. Aí a Adriana me olhou e, quando me viu, sorriu e se abaixou. Ela se ajoelhou e, pegando minha pica com as mãos, mole e cheia de resto de porra e fluidos da filha dela, levou à boca e começou a chupar. Descobriu a cabeça e começou a brincar com a língua nela. Enfiava na boca e sugava com força. Ela deu um novo sentido pra palavra "boquete". Olhei pra Jessy, que tinha ficado paralisada olhando pra mãe. Passei meu braço por baixo da cabeça dela e a abracei, puxando-a pra perto. pra mim, e a gente se beijou de novo. Enquanto a gente se beijava e a Adriana continuava chupando meu pau, eu desci a mão e comecei a masturbar ela. Em menos de dois minutos, a Jessy tava gozando de novo, entre gritos e convulsões incontroláveis do corpo dela. A Adriana tinha parado de chupar meu pau pra olhar a filha gozar, e quando o orgasmo dela acabou, começou a acariciar as pernas dela enquanto a Jessy terminava de normalizar a respiração. A – Vem, Jessy, vem chupar esse docinho aqui. Vou te ensinar a devolver pra esse homem um pouco do prazer que ele dá pra gente. E sem pensar duas vezes, a Jessy se ajoelhou na cama, do lado do meu pau, que depois da mamada da Adriana, tinha começado a recuperar um pouco do vigor. Não tava duro ainda, mas já tava começando a ficar morelão. A glande já aparecia um pouco mais inchada. A – Coloca na boca e fecha em volta da glande, e chupa ele enquanto mete e tira, vai ver como ele começa a crescer rápido. Ela começou a fazer exatamente o que a mãe tinha mandado, e eu, vendo as duas juntas ali, tava no paraíso. Estiquei a mão e peguei a câmera fotográfica da gaveta do criado-mudo, e comecei a tirar fotos das duas. A Jessy continuou no que tava fazendo sem se abalar, mas a Adriana fazia poses, mostrando a língua e fazendo umas caras de safada que me deixavam ainda mais tarado. Ela chupava minhas bolas enquanto a Jessy continuava na dela. Finalmente, a Adriana subiu, tirou a câmera da minha mão e começou a me beijar com gosto. Ela se levantou e tirou toda a roupa enquanto a Jessy, com a mamada dela, tinha conseguido deixar meu pau duro de novo. Aí a Adriana, já pelada, afastou a cabeça da filha e, montando em cima de mim, disse pra Jessy: A – Deixa, filha, que eu fiquei muito tesuda vendo como você transava com ele, e preciso dessa pica bem dentro de mim. E sentou sem cerimônia em cima de mim, enfiando meu pau de uma só vez até o fundo. Soltou um gemido rouco e bem alto e ficou parada. Logo começou a se mexer pra frente e pra trás. As mãos dela apoiadas no meu peito e ela me fodendo com movimento ritmado. Eu já tinha gozado uma vez, então essa não ia ser tão rápida. Percebi que a Jessy estava se dedando enquanto olhava pra mãe dela me foder e com a outra mão se tocava nos peitos. Peguei a mão dela e levei até os peitos da mãe. E – toca nos peitos dela, amor. Toca do jeito que você gosta. Brinca com os mamilos dela, belisca eles, vai ver como ela gosta, que sua mãe é uma foxy de primeira. Jessy, sem parar de se masturbar, começou a fazer o que eu mandava, e a Adriana começou a gemer mais alto. Ela tava adorando a sensação dupla de prazer na bucetinha dela e nos peitos. A – Ahhh, sim, sim, porra, que pussy que vocês dois tão me dando, vou gozar. Sim, sim, já tô gozando, tô gozando. E começou a gozar dando umas sentadas bem fortes que eu tava adorando e se abraçando na filha enquanto gozava, que ao ver a mãe gozar, começou a gozar também ela, de novo com umas contrações fortes no corpo. Num instante ficaram as duas paradas, abraçadas, ofegantes. A Adriana ainda tinha meu pau duro dentro. Eu ainda não tinha gozado, então tirei a Adriana de cima, e sem falar nada, peguei a Jessy e coloquei ela de quatro na beira da cama. Cheguei perto do ouvido dela e falei E – Amor, agora não vou ser tão delicado como antes. Vou te foder bem gostoso. Se eu te machucar, me fala, tá? J – Não se preocupa, me fode do jeito que quiser. Sou sua. Aquilo me deixou ainda mais tarado. Salivei bem o pau todo, apontei pra entrada da bucetinha dela, e meti de uma vez só. A Jessy deu um grito, mas não se mexeu. Peguei ela pela cintura e comecei a bombar, batendo forte quando chegava no fundo. Ela gemia e gemia a cada batida do meu corpo no dela, e a Adriana ficou na frente da filha se dedando, olhando pra gente com cara de safada. Eu tava fodendo a Jessy com vontade, mas a visão do que tinha na frente me tirava do sério, então peguei a Jessy pelo cabelo e Empurrei a cabeça dela pra dentro da buceta da mãe. Queria ver ela chupando. Jessy resistiu no começo, mas dei um tapa bem dado na bunda dela e ordenei: – Chupa a buceta da sua mãe agora mesmo, e faz ela gozar. Quando ouviu isso, Adriana acelerou o ritmo da cintura, e assim que Jessy encostou a língua no clitóris dela, ela explodiu num novo orgasmo que deixou a cara de Jessy toda molhada com os fluidos. Quando Jessy virou o rosto de novo, olhou pra mim e falou. J – Vai, me fode, não para agora, amor, que eu vou gozar. E ela também começou outro orgasmo, agora já gritando abertamente e encostando o rosto nas pernas da mãe, que abraçava a cabeça dela com um gesto de pura ternura. Toda vez que Jessy gozava, a bucetinha dela se contraía tão forte que meu pau não aguentava, então quando senti que ia gozar, tirei e fui direto pra Adriana. Fiquei entre as pernas dela e meti de uma vez só. Comecei a foder ela de missionário, mas metendo forte. Logo senti que ia gozar de novo, mas dessa vez me deixei levar e gozei dentro dela. Quando terminei, fiquei deitado em cima da Adriana, sem tirar o pau de dentro, e com a Jessy do nosso lado, nos acariciando e beijando as duas. Quando começaram a se vestir pra ir embora, falei pra Adriana não contar pro Gus sobre a Jessy, que eu mesmo ia preparar um dia pra ele também aproveitar. Jessy se surpreendeu ao saber que o pai sabia que a mãe transava comigo, mas Adriana acalmou ela. A – Sim, querido, o papai sabe. Ele gosta que eu aproveite, e fica excitado quando conto depois. Então ninguém aqui tá fazendo nada de errado. Não se preocupa e aproveita o máximo que puder. Acompanhei elas até a porta, e na saída Jessy me deu um beijo doce, como todos os dela, e falou bem baixinho de novo. J – Obrigada.

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