Entreguei minha namorada pro cuck

Olá. Nunca me considerei um depravado ou algo do tipo, nem acho que sou uma má pessoa, mas desde que descobri o pornô de corno, essa ideia ficou grudada na minha cabeça igual um parasita. Desde que comecei a ver, sempre imaginava minha mulher se entregando pra outro enquanto eu só olhava, humilhado mas excitado.

Quando conheci a Fanny aos meus 20 anos, a fantasia virou uma obsessão. Ela tem 1,70m, umas pernas longas e uma bunda que, mesmo de jeans folgado, dá pra ver que é redonda e pesada, com aquela carne branca e firme que vibra quando ela anda. A cintura é média, o que faz o quadril parecer ainda mais largo, e uns peitos naturais, pesados, com bicos castanhos claros que ficam duros igual pedra na menor provocação.

A gente tava junto há dois anos quando fomos no casamento do meu primo. Acabamos bêbados no hotel e, antes de partir pra ação, começamos a trocar ideia sobre nossas fantasias. Ela, com o olhar perdido por causa da bebida, confessou que ficava excitada em se vestir igual uma puta, com saias, vestidos ou shorts que mal tapassem a bunda dela.

Ela disse que às vezes saía na rua sem calcinha só pelo tesão de alguém perceber. Eu imaginei o corpo dela ali mesmo, com uma minissaia e nada por baixo, só a buceta depilada roçando no tecido, e fiquei duro na hora. Foi aí que soltei minha bomba: "Quero te ver com outro". Ela estranhou, fez cara de nojo, mas eu falei que era "só uma fantasia" pra não assustar ela. Mas a semente já tava plantada.

Uns meses depois, quando a gente transava, ela não parava de perguntar por que eu queria aquilo, e toda vez que a gente falava sobre o assunto, eu acabava gozando nela toda de tão duro que ficava. Fanny começou a ceder. Me agradava se vestindo do jeito que eu queria pra sair com os amigos. Uma vez, no Halloween, ela foi de deusa asteca: uma saia aberta dos lados que deixava ver toda a curva da bunda dela e uma tanga preta que era só um fio, em cima um top sem sutiã que mostrava o balanço dos peitos cada vez que eu caminhava. Ver todos os homens devorando ela com o olhar me deixava louco.

Para o nosso terceiro aniversário, decidi levá-la para a praia porque era algo que ela queria. O problema é que eu não tinha muito dinheiro para umas férias de luxo, foi quando minha mãe me lembrou que o primo Carlos tinha uns chalés em Oaxaca e, graças à ajuda dele, conseguimos um preço super em conta.

Passados os dias, dei a surpresa para a Fanny e, uma noite antes de sairmos para comemorar, ela me disse: "Se quiser, lá a gente pode realizar isso". Fiquei louco.

Para tentar economizar o máximo possível e poder gastar sem preocupação lá, decidi que viajaríamos de ônibus. Pegamos ele à noite, já que a viagem era de umas 6 a 8 horas e dava pra gente dormir.

Ela estava com uma calça moletom cinza e uma blusinha fina que marcava os bicos dos peitos por causa do ar condicionado. A calça desenhava perfeitamente o corte da calcinha dela e a redondeza da bunda, embora, claro, ela pensasse mais em ir confortável do que em tudo isso que eu notei.

Ao chegar, nos avisaram que tinham vendido mais passagens do que o normal e deram duas opções: uma era viajar em assentos separados e a outra era esperar um dia, que nos dariam um tratamento melhor. Mas a gente já tava precisando ir, e como íamos de noite, não ligávamos de viajar separados, já que íamos dormir.

Os assentos livres eram na frente com uma senhora que já tava dormindo ou atrás com um senhor de uns 50 anos. Claramente ela foi pra frente com a senhora e eu fui com o senhor.

Notei que o velho não parava de olhar pra gente desde que subimos. Assim que cheguei perto dele, ele me olhou e soltou: "Que mulher gostosa você arrumou, filho da puta. É de deixar ela presa no quarto". Senti um choque, não sabia como levar aquilo, mas ouvir aquilo me fez gostar, e acabei soltando: "Sério que você daria conta?". O gordo lambeu os lábios: "Pô, eu não sou de perdoar não. Essas novinhas assim eu como inteiras, enfio tudo até elas chorarem". Não sei se foi o cinismo dele, a vontade de que minha mina já fosse realizar minha fantasia, ou o que. mas passamos um tempo conversando e ele me contou que, junto com a parceira dele, fazia trocas de casais. E eu acabei deixando escapar o meu desejo.

Pouco tempo depois, nós dois pegamos no sono e, quando acordei, a senhora que estava do lado da minha mulher agora estava ao meu lado. Ela me viu estranhando e disse: "Não se assuste, é que meu marido passou mal e pediu para trocar de lugar". O filho da puta gordo tinha me feito viajar com ele, sendo que podíamos ter trocado de assento para cada um viajar com sua parceira. E o pior é que, depois da nossa conversa, agora eu estava com a Fanny.

Lá longe, vi a Fanny coberta com o cobertor dela, o que me relaxou por um momento, até eu me levantar e ver o gordo colado nela, falando no ouvido dela.

Comentei com a senhora que aquela era minha namorada e, se ela topasse, podíamos trocar de lugar para cada um ficar com sua parceira. "Você devia ter me dito antes, não sabia que vocês eram namorados, senão teríamos trocado para ficar mais confortáveis. Deixa que eu vou lá e falo com ela."

Notei que, quando a senhora chegou, a Fanny deu um pulo, e a senhora olhou para ela de um jeito estranho enquanto se afastava. Quando finalmente pude ficar com ela, a Fanny estava vermelha e respirando ofegante. Ela sussurrou para mim: "O senhor já sabia... ele me disse o que você queria. Ficamos duas horas debaixo do cobertor... ele colocou a mão em mim, amor. Ele tocou toda a minha buceta, eu estava toda molhada, e ele massageava meus lábios enquanto falava um monte de sacanagem. Eu também toquei no pau dele... é grossíssimo, nunca senti algo tão largo." O filho da puta tinha se aproveitado e feito ela pensar que eu estava de acordo com tudo aquilo. E o pior é que, enquanto ela me contava tudo, senti que meu pau queria subir.

A Fanny levantou o cobertor que estava usando e me mostrou que, entre as pernas, a calça de moletom cinza tinha uma mancha escura de umidade. Ela estava encharcada por causa do que o gordo tinha feito com ela.

"Isso sim, não sei como você teve a ideia de que ele era o cara certo para realizar seu desejo, mas acho que não vou aguentar se você me pedir. Embora ele seja bom com as mãos, com aquela barriga não acho que ele consiga fazer muito. Eu ia explicar o que tinha acontecido, mas com o tesão que eu tava e o quanto ela tinha ficado molhada, já não fazia mais sentido.

Chegamos no terminal e perdemos o velho de vista, então pegamos um táxi pras cabanas do meu tio Carlos. Assim que entramos, a tensão explodiu. Tirei a calça molhada dela e coloquei ela de quatro. O corpo dela era pura tentação: as coxas firmes ficaram vermelhas com minhas palmadas e a buceta dela tava tão encharcada que meu pau entrava e saía fazendo um barulho que me fez gozar quase na hora.

No mesmo dia, fomos pra praia e ela resolveu usar um microbiquíni que era um absurdo; os triângulos mal cobriam os bicos dos peitos e a parte de baixo era tão estreita que dava pra ver toda a rachadura da buceta depilada dela. Chamou tanta atenção que um "massagista" local ofereceu um bronzeador que tava vendendo, e só pra poder tocar o corpo dela, disse que daria uma amostra grátis. Fanny deixou ele passar o óleo nela. Eu olhava as mãos calejadas do cara apertando a carne branca da bunda dela, subindo até roçar nos peitos. Ela arqueava as costas, provocando o cara na minha frente.

Depois de comer e descansar um pouco de tudo que tinha rolado, lembramos que o massagista tinha falado que a poucos metros tinha uma praia de nudismo. Os dois ficamos curiosos e decidimos ir, afinal não perdíamos nada.

Chegando lá umas 6 da tarde, percebemos que a maioria era casais acima dos 40 e vários com mais de 50 que iam só pra apreciar as mulheres dos outros.

"Não perdemos nada tentando, já que tamos aqui", ela disse, então tiramos a roupa e entramos no mar. Lá dentro, notei que ela já tinha chamado a atenção de muitos caras e só curtimos aquilo. Depois de uns 20 minutos, Fanny saiu falando que já ia escurecer e que não gostava de ficar no mar quando não tem mais luz. A verdade é que eu tava me deliciando com uma coroa de peitões que tava a poucos metros de nós, então... Eu disse pra ela ir na frente, se secar, se trocar e que eu chegava já.

Ela saiu e, claro, era uma delícia ver ela. Entre ela e a coroa, tava prestes a explodir. Depois de uns 5 minutos que me distraí, virei e um senhor de uns 55 anos, magro mas com uma ereção impressionante, tava na frente dela. Fanny tava sentada, secando o cabelo com os peitos de fora e as pernas abertas, deixando a buceta exposta enquanto o velho falava com ela. Saí pra ver o que rolava e o senhor me disse entre risadas: "Que sorte você tem, rapaz, não descuida dela não, porque um vem com vontade e não deixa ela escapar". Só sorri e Fanny disse: "Vem cá, me dá o beijo e a gente se vê depois". O senhor se abaixou, passando a mão de leve na buceta depilada e gorda da minha mina, e deu um beijo no rosto dela. Depois se levantou e foi embora.

Fanny me confessou que, enquanto eu não tava, o velho tinha chegado nela pra dizer que ela tava gostosa demais pra ficar sozinha e que não podia sair daquela praia sem dar um beijo nele. Eu percebi que ela tinha curtido cada segundo daquela cantada; os bicos dos peitos dela, morenos, tavam duríssimos e a buceta já tava brilhando de tão molhada. Ela me olhou com uma malícia que me fez explodir e soltou: "Vamos realizar sua fantasia com ele. Ele tem um pau enorme e me excita demais pensar em como esse coroa vai me comer, além de ser fácil de lidar pela idade caso ele surte". Com o coração a mil e o pau pulsando de puro tesão, não pensei duas vezes. Alcançamos o velho e ele nos seguiu até a cabana como um bicho que sabe que vai comer.

Chegamos e o velho não perdeu tempo. Se despiu, deixando ver um pau comprido, cheio de veias grossas e tão duro que parecia de pedra, contrastando com a pele enrugada dele. Fanny tirou a roupa esfregando as mãos nos peitos, apertando os bicos enquanto a buceta começava a escorrer um fio de desejo que descia pela coxa dela. O velho agarrou ela pelo cabelo com força, jogou a cabeça dela pra trás e disse "Vamos, putinha, me mostra o quanto você é boa de engolir". Enfiou até o fundo da garganta sem piedade. Fanny começou a chupar com uma desesperação nojenta, fazendo barulhos de engasgo enquanto os olhos viravam. Eu sentei de lado, me masturbando freneticamente ao ver minha namorada sendo humilhada por aquela carne velha.

Depois, o senhor jogou ela na cama. Subiu em cima e começou a lamber os mamilos, chupando como se fossem os seios de uma mãe amamentando, enquanto apertava as tetas com as mãos enrugadas. "Olha que peitos você tem pra um velho como eu usar, e seu namorado aqui olhando feito um otário, só de pensar em como vão ficar quando você amamentar me deixa mais tesudo, puta", ele dizia enquanto enchia o peito dela de saliva. Fanny gemia de puro prazer, com a pele dos peitos vermelha de tanto maltrato. Gozei pela primeira vez ali mesmo, lambuzando a mão de puro tesão.

O velho virou ela de costas, abriu aquela bunda branca e meteu a língua fundo, zoando o quanto ela tremia. Fanny implorava: "Por favor, mete logo, eu preciso". O velho se ajeitou, abriu as pernas dela de par em par, expondo a buceta que já era uma bagunça de fluidos, e enfiou de uma só vez até o fundo. Fanny soltou um grito que ecoou pela cabana toda. Era inacreditável ver a pele jovem e lisa sendo esticada e fodida por aquele corpo enrugado. Os fluidos batiam com estardalhaço, um barulho nojento e excitante que inundava o quarto. "Sente como um homem de verdade te preenche, não esse aí que te tem de enfeite", gritava o velho enquanto dava tapas na bunda que deixavam a marca dos dedos no rabo de Fanny. Gozei pela segunda vez vendo como ele a colocava em todas as posições, tratando ela como um pedaço de carne.

O velho fez um sinal pra eu me juntar. Fiquei na frente dela e Fanny, com o olhar perdido e o rosto cheio de suor, começou a chupar meu pau enquanto o senhor continuava metendo. Por trás, igual um animal faminto. Minha mina tava lá, servindo dois caras, totalmente entregue à humilhação. Quando o velho sentiu que ia estourar, tirou o pau na hora e gritou: "Abre a boca, puta!". Mandou jatos grossos de porra quente direto na garganta dela. A Fanny engasgou, o leite escorrendo pelo canto da boca, sujando a cara e os peitos dela. Ficou um bagaço, toda melada de porra alheia e ofegando como se tivesse sem ar.

O velho beijou ela, passando a língua suja nos lábios dela, e deu uma última punheta bruta, enfiando os dedos com força até a Fanny gozar, escorrendo e tremendo num orgasmo violento que deixou ela sem forças. Eu gozei pela terceira vez, me esvaziando todo no chão.

A Fanny se levantou tremendo, com a porra escorrendo e secando na pele dela, foi tomar banho cambaleando. O velho seguiu ela com o celular, tirando fotos do corpo nu e sujo dela debaixo do chuveiro. "Pra recordação, meu amor", enquanto falava isso, a Fanny abria a buceta e pegava nos próprios peitos pra foto. Depois me olhou, riu na minha cara e disse: "Valeu por ter entregado ela assim, agora ela não vai esquecer de mim nem de como eu usei ela. Se precisarem de mim amanhã, já sabem onde me encontrar". O velho pegou as coisas dele e vazou.

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