Se por si só minha estadia nos Estados Unidos já me parecia interessante, agora, depois do desenrolar dos acontecimentos com o Gus e tudo o que veio depois, tinha virado praticamente umas férias pagas. Na verdade, muito melhor que umas férias. Eu tava tendo umas sessões de sexo das mais morbidinhas, e além disso muito intensas e algumas até exaustivas. Depois do ménage com o Gus e a Adriana, ela e eu tínhamos nos visto várias vezes a sós, mas agora ela já me disse que contava pro Gus quando vinha na minha casa, que o Gus tinha desenvolvido o gosto por ser cuck e que depois, quando ela voltava, pedia pra ela contar em detalhes como eu tinha fodido ela, e que até gostava de saborear meu gozo ainda escorrendo da bucetinha dela. Também me contou que eu não tinha sido a primeira aventura dela, porque já na Venezuela eles tinham feito umas paradas assim, mas nunca com um cara sozinho, sempre com casais, e nunca com estranhos, sempre com algum casal de amigos. O que ela me disse é que desde que se mudaram pros EUA, as relações liberais deles tinham parado, e que eu tinha aberto de novo a porta pro morbo deles, e que foi o Gus quem incentivou ela a descer naquela primeira noite pro banheiro pra tomar a iniciativa comigo. Saber tudo isso dava uma outra dimensão pro sexo com a Adriana, e embora ela não tivesse contado pro Gus sobre o ménage com a filha dele, a Lucía, eu não parava de pensar em como conseguir foder as duas na frente dele. Algo me dizia que, se o morbo dele por ser cuck tava aumentando e ele curtia saborear meu gozo na buceta da Adriana, provavelmente se tornar submisso seria um passo lógico e talvez até desejado por ele. Enquanto isso, eu ia saindo alternadamente com mãe e filha, embora não tivesse tido as duas juntas de novo, e não por falta de vontade, mas quando eu tentava, sempre surgia algum imprevisto, e não dava certo. O verão já tinha acabado, e era aquela época do ano em que começa a escurecer Cedo demais, talvez uma ou duas semanas antes do Halloween. A pedido da Adriana, eu tinha combinado de levar a Lucía e a Jessy pra comprar uma fantasia. Ela tava ocupada com uma parada do trampo que tava tomando muito tempo ultimamente e não podia levar, então, sabendo que eu não ia recusar, me puxou pra isso. Uma tarde, depois de sair do serviço, avisei a Lucía pra se prepararem e passei pra buscá-las. Quando cheguei na casa dela, esperei no carro até elas saírem. As duas estavam vestidas quase iguais. Usavam umas calças jeans bem justinhas que marcavam perfeitamente suas bundas gostosas, e um moletom por cima de cores diferentes. Com os tênis esportivos, as duas tinham um visual bem jovem, que não entregava nada da mulher apaixonada e sexual que a Lucía era. Ver as duas juntas assim vestidas me fez pensar se a Jessy não seria exatamente igual, tão sexual e apaixonada… A Jessy entrou pela porta de trás, e em seguida a Lucía entrou no banco da frente. Quando fez isso, se jogou em cima de mim, me abraçou e me deu um beijo na boca, deixando os lábios grudados nos meus por uns segundos. Me deixou gelado, porque fez isso sem nenhum pudor, mesmo com a irmã dela no banco de trás. Eu não falei nada, mas assim que a Lucía se afastou, olhei pelo retrovisor e vi a Jessy sorrindo disfarçadamente. Lucía – Bom, onde você vai levar esses dois docinhos? Eu – Acho que isso vocês é que têm que me dizer, né? Onde vocês querem ir? L – Pra sua casa, hahahaha De novo fiquei calado olhando pra Lucía, questionando ela com o olhar. Não entendia qual era o jogo dela, mas tava começando a ficar claro que ela já devia ter contado pra Jessy, que de novo sorria no banco de trás. Eu – Bom, na minha casa vocês vão comprar pouca fantasia… Tem algum lugar que vocês conheçam que venda umas fantasias boas? Porque imagino que não queiram ir numa loja de chinês comprar uma daquelas ruins, né? Jessy – Uma amiga minha falou que tem uma loja no centro que normalmente é… Loja de roupa, mas que nessa época do ano costuma ter quase tudo dedicado a fantasias de Halloween, e que se precisar de algum ajuste, também fazem. E – OK, então vamos pra lá. Ela me passou o endereço e deixei o GPS nos guiar. No caminho, as duas iam se divertindo conversando sobre o que iam vestir pras respectivas festas e os planos que tinham pro Halloween. Acontece que as duas iam pra mesma festa, então não queriam repetir o modelo. Aí a Lucía perguntou pra Jessy sobre um cara, e como ela tava indo com ele, se já tinha rolado algo ou não. Jessy ficou quieta, e claramente sem graça com a pergunta tão direta na minha frente. L – Ah, agora vai ficar com vergonha de falar na frente do Víctor, sabendo o que você sabe… sabendo o que você sabe? Exatamente, até onde ela teria contado pra irmã sobre o que a gente fez? Tudo? Incluindo o trio com a mãe dela? J – Kkkkkkk, porra Lucía, você é foda. Não é a mesma coisa. Uma coisa é eu te contar em casa quando a gente tá sozinha, outra é ter que contar aqui na frente do Víctor. L – Mas se você já sabe que eu e o Víctor não temos segredos, igual a gente não tem. Ou seja, ela tinha contado tudo… Os 19 anos dela realmente podiam ser desconcertantes. J – Já entendi, mana, mas não é a mesma coisa. Além do mais, eu não tenho a mesma intimidade com ele que você tem. L – Bem que você queria, hein? Kkkkkkkk E – Bom, vai, Lucía, deixa ela, não precisa contar nada aqui. Ela te conta depois em casa. L – É, mas ela adorou quando eu contei como você me comeu na sua casa. E adorava perguntar como era seu pau, como você beijava e se você tinha me tratado bem. Porra, aquilo fez meu pau ganhar vida. Fiquei olhando pra Jessy pelo retrovisor, e agora sim ela tava sem graça. E no entanto eu, vendo que não tinha mais nada a perder, resolvi brincar também. E – Ah é, Jessy? E de onde vinha essa curiosidade? L – Kkkkkk. Mana, agora não se cortes, já te falei que com o Victor você pode ficar tranquila, que tem confiança. – E olhando pra mim, começou a dizer - Pois a curiosidade dela era que você pega essa garota. Deve ser que vem de família e que também gosta de homens mais velhos, hahaha. Além disso, ela tem um amigo que quer ficar com ela, e como ela ainda é virgem não consegue se decidir, diz que não confia que ele vá sair contando por aí. J – Puta merda, tia, caralho, se é isso, conta tudo pra ela. Também não precisa sair anunciando por aí se sou virgem ou não. L – Hahaha, não contei tudo… então não se mete, lady. Y – Ah, não? Caralho, já que estamos em confiança, termina de me contar o que falta, e assim ficamos todos em igualdade. J – Luci, vou te matar!!! Faz o favor, Lucía estava morrendo de rir, deixando a irmã entre a cruz e a caldeirinha. E eu já estava morrendo de curiosidade, mas vendo o quanto a Jessy se sentia desconfortável, não quis perguntar mais naquele momento. Depois a Lucía me contaria. Chegamos na loja e elas começaram a fuçar na infinidade de fantasias, enfeites e acessórios que tinham lá. Além disso, vocês sabem como mulher gosta de se enroscar, então como vi que a coisa ia demorar, aproveitei pra dar uma olhada em alguma fantasia pra mim também. Claro que eu demorei muito menos que elas pra achar algo que gostei, então depois de pagar, voltei a prestar atenção nelas. Depois de procurar por toda a loja, encontrei elas no fundo, com várias coisas nos braços, já quase entrando nos provadores. Fui pra lá e perguntei como tava indo, e naquele momento um provador ficou livre, e elas entraram juntas. Fiquei esperando do lado de fora e daqui a pouco saiu a Lucía com uma fantasia clássica de enfermeira sexy, com alguns detalhes em vermelho, com suas meias brancas presas por ligas vermelhas, umas luvas vermelhas e o vestido branco bem justo no corpo e um pouco decotado em cima, que com aquelas tetonas dela grandes, quase me deu um troço ao vê-la tão gostosa. Ela, que já conhecia bem meus olhares, ria e se sentia encantada com aquela situação tão safada para ela; Tinha todo o poder, me provocando em público e sabendo que eu não ia poder reagir às suas provocações. Virou-se e, me oferecendo a bunda, perguntava: – Papai, ficou bom em mim? Não ficou muito curto atrás quando eu me abaixo? E a única saída que eu tinha era entrar na brincadeira e me passar pelo pai dela. Ela estava adorando aquilo. Agora quem saiu foi a Jessy, com uma fantasia de mulher-gato, com a máscara e tudo, que ao vê-la fiquei hipnotizado. Era um macacão preto totalmente justo, que, por estar tão colado no corpo dela, dava pra ver perfeitamente cada parte da sua anatomia. Também usava um cinto largo apertado na cintura que acentuava ainda mais sua silhueta feminina. Marcava perfeitamente o sutiã e a calcinha. Além disso, nas pernas, tinha umas meias de couro brilhante, que simulavam ser a cano de umas botas que iam até a metade da coxa. Assim, com os tênis desamarrados, não dizia muito, mas assim que calçasse um sapato com um salto, ia ficar irresistível. De novo, a Lucía notou minha admiração por aquele corpinho da irmã dela, e fazia comentários se dirigindo a mim como se eu fosse o pai das duas. E: – Meninas, têm certeza de que a mamãe não vai reclamar dessas fantasias? Vai que depois ela briga comigo por deixar vocês comprarem. L: – Não, papai, não se preocupe. Além disso, você sabe que se você gosta, a mamãe também vai gostar. Terminaram de se olhar bem as duas, e fomos para o caixa. Gostei tanto de como ficou nelas que dei de presente. No caminho para casa, as duas foram mais quietas do que na ida, especialmente a Jessy. Como não sabia se tinham discutido no provador por a Lucía ter falado demais, quis convidá-las para tomar algo para relaxar um pouco o clima. Jessy não disse nada, mas a Lucía logo me Disse que não tava afim, mas que era melhor assim, se eu não me importasse, queriam ir lá em casa pra experimentar direito as fantasias, caso tivesse algo errado pra poder trocar, e que aí eu podia oferecer uma Coca Booty pra elas.
Sinceramente, eu tava pensando em deixar elas em casa e já mandar uma mensagem pra Lúcia falando pra ela vir pra minha casa na hora pra apagar o fogo que as fantasias tinham acendido, mas não dava pra dizer não. E de qualquer jeito, já que a Jessy sabia da nossa parada, quando ela tivesse experimentado a fantasia, imaginava que ia embora a pé e deixava a irmã comigo.
Quando entrei em casa, a Lúcia pegou a Jessy pela mão e foram direto pro meu quarto. Percebi que a Lúcia deixou a porta aberta de propósito, mas como a Jessy também tava lá, não quis chegar perto pra olhar pra não deixar ela desconfortável. Fui direto pra cozinha e peguei duas Cocas na geladeira pra elas, e uma cerveja pra mim.
Tava lá em pé, olhando um correio que tava em cima da bancada, quando as duas apareceram com as fantasias vestidas e uns sorrisos de meninas safadas, de orelha a orelha. Tavam até mais gostosas do que antes.
Claramente tinham tirado a roupa de baixo, porque a Lúcia marcava os bicos dos peitos através do tecido do vestido. Além disso, agora na intimidade, ela tinha arrumado os peitos pra fazer um decote ainda mais cavado, então tava exuberante e sensual pra caralho. A Lúcia também tinha tirado a calcinha. Já não marcava mais a cintura, e quando olhei bem, dava pra ver os dois peitinhos pequenos, mas coroados por dois bicos bem duros, que não se escondiam nem debaixo do preto da fantasia, e na parte da bucetinha, o tecido entrava entre os lábios dela.
Não tenho certeza se antes tava tão justo, então imaginei que as duas tinham ajustado as fantasias pra ficarem super gostosas pra mim. Eu tava de boca aberta admirando as duas. Dava vontade de comer as duas, mas como não tinha intimidade com a Jessy... Fiquei esperando pra ver o que elas estavam tramando. Aí a Lucía chegou perto e me deu um beijão na boca. Devagar, apaixonado, profundo. Esfregando o corpo todo no meu e me abraçando sem cerimônia nenhuma. A gente se beijou sem pressa, curtindo o contato das nossas línguas, o som da nossa respiração, o toque das nossas mãos percorrendo os corpos. A Lucía largou minha boca e começou a chupar meu pescoço do lado direito, me deixando ver agora, direto, a Jessy a um metro de distância. Ela tava na minha frente, com a máscara da Mulher-Gato, super gostosa, com os olhos fixos em mim através da máscara, e a boca ligeiramente aberta numa expressão de desejo que, junto com a língua da Lucía no meu pescoço, tava me deixando louco. Eu queria beijar ela e sentir o corpinho dela nos meus braços. Estendi o braço e peguei na mão dela. Puxei ela pra perto e, enquanto a Lucía continuava beijando meu pescoço, me abaixei o suficiente pra alcançar o rosto dela e, ainda com a máscara, beijei ela nos lábios. A timidez dela era tão evidente que não quis apressar nada. Ela devolveu meu beijo timidamente, suave, sem usar as mãos pra nada. Enrolei meu braço esquerdo na cintura dela e encostei ela contra mim e a Lucía, que, ao sentir ela do lado, tirou o braço direito do meu pescoço e envolveu a irmã. Ela parou de me beijar e ficou nos observando. Enfiei minha língua na boca da Jessy e agora ela abriu pra me receber. Ela devolveu o beijo e começou a me beijar com mais paixão, com muito mais decisão. A respiração dela tava acelerando e, de um puxão, ela tirou a máscara do rosto. Finalmente a gente tava se olhando de frente, a centímetros de distância, respirando pesado. A gente se fundiu de novo num beijo apaixonado e intenso, e dessa vez a Lucía participou, se revezando com a irmã pra curtir minha boca. Às vezes a gente juntava as três línguas. Eu sentia meu pau pulsando, durasso. Sem parar de nos beijar, fui levando elas pro quarto e, quando cheguei, sentei na cama. cama. Mandei a Lúcia começar a despir a irmã dela pra mim. Ela abriu o macacão preto por trás e tirou pelos braços. Tirou o cinto e foi descendo tudo até os pés. Com cuidado, tirou. A Jessy tinha um corpo miudinho, com os peitos pequenos, mas durinhos, de bicos pequenos e escuros. Tava com a bucetinha depilada e a magreza dela fazia os ossos do quadril aparecerem. Era uma gatinha muito atraente, e eu tava doido pra meter minha língua na bocetinha dela. Mandei ela subir o pé esquerdo na cama, deixando a bucetinha aberta. Mandei a Lúcia sentar numa cadeira atrás da irmã, e proibi ela de interferir até eu mandar. Obedeceu sem falar nada. Os pés da Lúcia eram finos, pequenos e perfeitos. Muito macios. Acariciei o pé que ela tinha na cama e passei as duas mãos pela perna dela, subindo e descendo até chegar na bucetinha. Quando cheguei, rocei os lábios externos com os dedos e ela soltou um gemidinho leve. Já tava molhada por fora. Levantei e pedi pra Jessy me despir. Ela começou tímida. Desabotoou minha camisa devagar, tirou da calça e, subindo a mão até meus ombros, deixou cair pra trás. Olhou nos meus olhos e fiz um sinal pra ela continuar com a calça. Enquanto ela desabotoava o cinto e o botão da calça, eu tirei os sapatos, e quando soltou o botão, a calça caiu no chão. Ela se abaixou e tirou minhas meias, ficando só de cueca, que mal segurava minha ereção. Quando terminou de tirar a cueca, o rosto dela ficou a centímetros do meu pau. Sem pedir permissão, acariciou por cima da cueca, e sem pensar, pegou e puxou pra baixo, meu pau saindo igual uma mola e batendo na cara dela. Não se afastou, mas pegou ele e, mordendo o lábio de baixo com cara de admiração, passou as mãos e começou a me masturbar bem devagar. Olhou pra irmã, que sentada na silla tava se dedando, olhando, e ela disse L – Chupa ela, que isso tu sabe fazer. Vai ver que delícia. Mas antes que fizesse, puxei ela, coloquei de pé e, pegando na bunda dela, levantei e segurei no colo, com ela me envolvendo com as duas pernas. Minha pica encaixou na racha dela, debaixo do corpo, entre as pernas, e a ponta chegando no cu dela. Com cuidado, deitei ela na cama e falei J – Quero que relaxe e só pense em gozar. Se tiver algo que incomode, machuque ou que você queira fazer, me pede. Ela fez um sinal com a cabeça e comecei a percorrer o corpo dela com as mãos e a língua, beijando cada centímetro da anatomia dela. Desci até os pés, que me deliciei beijando e acariciando, as pernas, a barriga, pulando a bucetinha de propósito, os peitinhos, que apesar de pequenos eram terrivelmente sensíveis. A sensibilidade dela me fez focar nos mamilos, que beijei e chupei com gosto, ouvindo os gemidos constantes, sentindo as mãos dela acariciando minha cabeça. Devo ter passado mais de 10 minutos percorrendo o corpo dela e aumentando a excitação. J – Já, por favor, me come logo. Quero que me foda agora. Me desvirga. Mas ainda não era hora de penetrar ela. Desci devagar até chegar na bucetinha dela, que tava completamente molhada, e meti a boca direto, percorri com a língua toda a rachinha e saboreei os fluidos dela com tesão, quase com gula. Bebi tudo, e quando só tinha minha saliva na bucetinha dela, aí foquei no clitóris. Mal tinha passado uns dois minutos chupando assim quando o corpinho dela explodiu no primeiro orgasmo, fazendo ela se contorcer, as mãos agarrando minha cabeça forte contra a bucetinha. Ela gritava e gritava, quase num choro desesperado de tanta intensidade, mas não me soltava. Ela aproveitou até o fim, e quando senti que relaxava, aliviei o roçar da língua no clitóris, mas sem parar, continuei em busca do próximo. Assim consegui emendar mais três orgasmos em Menos de cinco minutos. Depois da quarta vez, ela tava exausta, me implorando pra parar, pra deixar ela se recuperar, mas era exatamente isso que eu não ia fazer.
Subi minha boca até a dela e beijei ela com toda a paixão que o momento pedia. Ela, sentindo meu corpo contra o dela, me abraçou e devolveu o beijo com a mesma paixão.
Quase sem esforço, minha cabeça entrou dentro da bucetinha encharcada dela. Ela se tensou e — Shhh, calma, amor, não se preocupa, que vou bem devagar. Fui empurrando aos poucos. Sentia o hímen dela freando meu avanço. Ela se tensou um pouco, mas não fechou as pernas.
Saí um pouco e entrei de novo, bem devagarinho, até encostar de novo. Cada vez entrava um pouquinho mais. Ela soltava gemidos de dor, mas também de prazer. Me envolvia com as pernas e me abraçava forte com os braços enquanto me beijava sem parar.
Aos poucos, empurrão por empurrão, sem pressa, o hímen dela foi cedendo e acabei ficando completamente dentro dela. Aí ela começou a gemer agora mais seguido, agora mais relaxada, agora empurrando a buceta contra a minha, buscando o contato, buscando o golpe final, sentir meu pau no fundo da bucetinha dela.
Acelerei o ritmo e agora não estávamos mais fazendo amor, agora já estávamos fodendo. Ela já gritava a cada empurrão, e acelerava o ritmo, até que senti ela se tensar de novo, e explodir em outro orgasmo. Esse foi realmente barulhento. Beijei ela tentando abafar o grito com meus beijos, mas ela não parava de gemer e chorar ao mesmo tempo.
Era realmente fofo, porque de repente ela me abraçava de novo com uma ternura infinita. Parei meus movimentos, ainda sem gozar, e deixei ela se recuperar. Beijei o rosto dela, acariciei o corpo dela, e me afastei pra deixar ela absorver o prazer dela, o prazer da primeira vez dela.
Meu pau continuava duro, firme como uma pedra, e aí olhei pra Lucía. — Agora você, gostosa, para de se masturbar e vem aqui dar prazer pro seu homem. Ela tinha se despido completamente. e ela tinha gozado duas vezes só de nos olhar, mas soube obedecer minha ordem de não interferir até eu mandar, então agora merecia o prêmio dela. Deixei ela fazer o que quisesse com meu corpo, e a primeira coisa que fez foi se abaixar pra limpar minha pica. O vício falava mais alto, mas não quis que ela fizesse aquilo, porque ainda tinha sangue de desvirgar a irmã dela. Mandei ela ficar de quatro e, por trás, enfiei inteira, até o fundo, fazendo os fluidos dela se tingirem de vermelho com o sangue da irmã. Nessa posição, comecei a meter forte, uma foda realmente violenta e pesada. Não durou nada, e ela já estava gozando, abafando os gritos com a boca encostada na barriga da Jessy, que nos olhava com cara de puro vício e se masturbava a poucos centímetros do rosto da irmã. Eu também já estava quase lá, e quando a Jessy disse que ia gozar, eu saí de dentro da Lucía e aproximei minha pica do rosto da Jessy, enquanto a Lucía também se aproximava pra receber minha gozada. E enquanto eu me masturbava na cara delas, a Jessy abriu a boca pra aproveitar o orgasmo dela, e naquele momento o primeiro jato de porra foi direto na boca dela, e o resto escorreu pelo rosto inteiro enquanto ela também gozava. A Lucía se agarrou na minha pica e ficou chupando e limpando os restos até eu terminar de gozar. Então, ela olhou pra irmã e, com a boca, começou a percorrer o rosto dela, limpando todos os restos de porra que não tinham entrado, e terminou beijando ela e compartilhando tudo o que tinha recolhido. A Jessy estava tão doce que devolveu o beijo com paixão, com amor de verdade. Agarrou a cabeça dela e se fundiram num beijo que me deu inveja de tanto sentimento que transbordavam. As duas irmãs ficaram se beijando por pelo menos um minuto, até a Lucía se separar e vir me beijar. Nós deitamos na cama, um de cada lado da Jessy, que estava de olhos fechados enquanto nós dois acariciávamos o corpo inteiro dela e dávamos beijinhos, e nós nos beijávamos junto ao rosto dela, às vezes nos fundindo num beijo a três, que não era nada lascivo, mas muito doce e cheio de sentimento. Ficamos assim pelo menos mais meia hora, sem falar nada, só curtindo o momento, até que meu telefone tocou.
Quando olhei pra tela, vi que era a Adriana. Y – Boa tarde, love. Como você tá? A – Onde vocês estão? Cheguei em casa agora e as meninas ainda não estão aqui. Ainda não compraram nada? Y – Já sim. As mocinhas escolheram muito bem. Você vai ver como elas vão ficar gostosas com as fantasias. A gente veio pra casa tomar uma coca Booty, e agora elas já tão indo praí. A – Ok, love. Vou deixar você então, que vou tomar um banho. Um beijo.
Acordamos a Jessy com vários beijinhos, e mesmo que nessa hora meu pau já começasse a recuperar o vigor, falei pra elas se vestirem e irem pra casa, que daria tempo de repetir outro dia e da Jessy contar as sensações dela. Na hora de se despedir pra sair, a Jessy me deu um beijo realmente doce, daqueles que fazem quase tremer, e falou quase num sussurro: J – Obrigada.
Sinceramente, eu tava pensando em deixar elas em casa e já mandar uma mensagem pra Lúcia falando pra ela vir pra minha casa na hora pra apagar o fogo que as fantasias tinham acendido, mas não dava pra dizer não. E de qualquer jeito, já que a Jessy sabia da nossa parada, quando ela tivesse experimentado a fantasia, imaginava que ia embora a pé e deixava a irmã comigo.
Quando entrei em casa, a Lúcia pegou a Jessy pela mão e foram direto pro meu quarto. Percebi que a Lúcia deixou a porta aberta de propósito, mas como a Jessy também tava lá, não quis chegar perto pra olhar pra não deixar ela desconfortável. Fui direto pra cozinha e peguei duas Cocas na geladeira pra elas, e uma cerveja pra mim.
Tava lá em pé, olhando um correio que tava em cima da bancada, quando as duas apareceram com as fantasias vestidas e uns sorrisos de meninas safadas, de orelha a orelha. Tavam até mais gostosas do que antes.
Claramente tinham tirado a roupa de baixo, porque a Lúcia marcava os bicos dos peitos através do tecido do vestido. Além disso, agora na intimidade, ela tinha arrumado os peitos pra fazer um decote ainda mais cavado, então tava exuberante e sensual pra caralho. A Lúcia também tinha tirado a calcinha. Já não marcava mais a cintura, e quando olhei bem, dava pra ver os dois peitinhos pequenos, mas coroados por dois bicos bem duros, que não se escondiam nem debaixo do preto da fantasia, e na parte da bucetinha, o tecido entrava entre os lábios dela.
Não tenho certeza se antes tava tão justo, então imaginei que as duas tinham ajustado as fantasias pra ficarem super gostosas pra mim. Eu tava de boca aberta admirando as duas. Dava vontade de comer as duas, mas como não tinha intimidade com a Jessy... Fiquei esperando pra ver o que elas estavam tramando. Aí a Lucía chegou perto e me deu um beijão na boca. Devagar, apaixonado, profundo. Esfregando o corpo todo no meu e me abraçando sem cerimônia nenhuma. A gente se beijou sem pressa, curtindo o contato das nossas línguas, o som da nossa respiração, o toque das nossas mãos percorrendo os corpos. A Lucía largou minha boca e começou a chupar meu pescoço do lado direito, me deixando ver agora, direto, a Jessy a um metro de distância. Ela tava na minha frente, com a máscara da Mulher-Gato, super gostosa, com os olhos fixos em mim através da máscara, e a boca ligeiramente aberta numa expressão de desejo que, junto com a língua da Lucía no meu pescoço, tava me deixando louco. Eu queria beijar ela e sentir o corpinho dela nos meus braços. Estendi o braço e peguei na mão dela. Puxei ela pra perto e, enquanto a Lucía continuava beijando meu pescoço, me abaixei o suficiente pra alcançar o rosto dela e, ainda com a máscara, beijei ela nos lábios. A timidez dela era tão evidente que não quis apressar nada. Ela devolveu meu beijo timidamente, suave, sem usar as mãos pra nada. Enrolei meu braço esquerdo na cintura dela e encostei ela contra mim e a Lucía, que, ao sentir ela do lado, tirou o braço direito do meu pescoço e envolveu a irmã. Ela parou de me beijar e ficou nos observando. Enfiei minha língua na boca da Jessy e agora ela abriu pra me receber. Ela devolveu o beijo e começou a me beijar com mais paixão, com muito mais decisão. A respiração dela tava acelerando e, de um puxão, ela tirou a máscara do rosto. Finalmente a gente tava se olhando de frente, a centímetros de distância, respirando pesado. A gente se fundiu de novo num beijo apaixonado e intenso, e dessa vez a Lucía participou, se revezando com a irmã pra curtir minha boca. Às vezes a gente juntava as três línguas. Eu sentia meu pau pulsando, durasso. Sem parar de nos beijar, fui levando elas pro quarto e, quando cheguei, sentei na cama. cama. Mandei a Lúcia começar a despir a irmã dela pra mim. Ela abriu o macacão preto por trás e tirou pelos braços. Tirou o cinto e foi descendo tudo até os pés. Com cuidado, tirou. A Jessy tinha um corpo miudinho, com os peitos pequenos, mas durinhos, de bicos pequenos e escuros. Tava com a bucetinha depilada e a magreza dela fazia os ossos do quadril aparecerem. Era uma gatinha muito atraente, e eu tava doido pra meter minha língua na bocetinha dela. Mandei ela subir o pé esquerdo na cama, deixando a bucetinha aberta. Mandei a Lúcia sentar numa cadeira atrás da irmã, e proibi ela de interferir até eu mandar. Obedeceu sem falar nada. Os pés da Lúcia eram finos, pequenos e perfeitos. Muito macios. Acariciei o pé que ela tinha na cama e passei as duas mãos pela perna dela, subindo e descendo até chegar na bucetinha. Quando cheguei, rocei os lábios externos com os dedos e ela soltou um gemidinho leve. Já tava molhada por fora. Levantei e pedi pra Jessy me despir. Ela começou tímida. Desabotoou minha camisa devagar, tirou da calça e, subindo a mão até meus ombros, deixou cair pra trás. Olhou nos meus olhos e fiz um sinal pra ela continuar com a calça. Enquanto ela desabotoava o cinto e o botão da calça, eu tirei os sapatos, e quando soltou o botão, a calça caiu no chão. Ela se abaixou e tirou minhas meias, ficando só de cueca, que mal segurava minha ereção. Quando terminou de tirar a cueca, o rosto dela ficou a centímetros do meu pau. Sem pedir permissão, acariciou por cima da cueca, e sem pensar, pegou e puxou pra baixo, meu pau saindo igual uma mola e batendo na cara dela. Não se afastou, mas pegou ele e, mordendo o lábio de baixo com cara de admiração, passou as mãos e começou a me masturbar bem devagar. Olhou pra irmã, que sentada na silla tava se dedando, olhando, e ela disse L – Chupa ela, que isso tu sabe fazer. Vai ver que delícia. Mas antes que fizesse, puxei ela, coloquei de pé e, pegando na bunda dela, levantei e segurei no colo, com ela me envolvendo com as duas pernas. Minha pica encaixou na racha dela, debaixo do corpo, entre as pernas, e a ponta chegando no cu dela. Com cuidado, deitei ela na cama e falei J – Quero que relaxe e só pense em gozar. Se tiver algo que incomode, machuque ou que você queira fazer, me pede. Ela fez um sinal com a cabeça e comecei a percorrer o corpo dela com as mãos e a língua, beijando cada centímetro da anatomia dela. Desci até os pés, que me deliciei beijando e acariciando, as pernas, a barriga, pulando a bucetinha de propósito, os peitinhos, que apesar de pequenos eram terrivelmente sensíveis. A sensibilidade dela me fez focar nos mamilos, que beijei e chupei com gosto, ouvindo os gemidos constantes, sentindo as mãos dela acariciando minha cabeça. Devo ter passado mais de 10 minutos percorrendo o corpo dela e aumentando a excitação. J – Já, por favor, me come logo. Quero que me foda agora. Me desvirga. Mas ainda não era hora de penetrar ela. Desci devagar até chegar na bucetinha dela, que tava completamente molhada, e meti a boca direto, percorri com a língua toda a rachinha e saboreei os fluidos dela com tesão, quase com gula. Bebi tudo, e quando só tinha minha saliva na bucetinha dela, aí foquei no clitóris. Mal tinha passado uns dois minutos chupando assim quando o corpinho dela explodiu no primeiro orgasmo, fazendo ela se contorcer, as mãos agarrando minha cabeça forte contra a bucetinha. Ela gritava e gritava, quase num choro desesperado de tanta intensidade, mas não me soltava. Ela aproveitou até o fim, e quando senti que relaxava, aliviei o roçar da língua no clitóris, mas sem parar, continuei em busca do próximo. Assim consegui emendar mais três orgasmos em Menos de cinco minutos. Depois da quarta vez, ela tava exausta, me implorando pra parar, pra deixar ela se recuperar, mas era exatamente isso que eu não ia fazer.
Subi minha boca até a dela e beijei ela com toda a paixão que o momento pedia. Ela, sentindo meu corpo contra o dela, me abraçou e devolveu o beijo com a mesma paixão.
Quase sem esforço, minha cabeça entrou dentro da bucetinha encharcada dela. Ela se tensou e — Shhh, calma, amor, não se preocupa, que vou bem devagar. Fui empurrando aos poucos. Sentia o hímen dela freando meu avanço. Ela se tensou um pouco, mas não fechou as pernas.
Saí um pouco e entrei de novo, bem devagarinho, até encostar de novo. Cada vez entrava um pouquinho mais. Ela soltava gemidos de dor, mas também de prazer. Me envolvia com as pernas e me abraçava forte com os braços enquanto me beijava sem parar.
Aos poucos, empurrão por empurrão, sem pressa, o hímen dela foi cedendo e acabei ficando completamente dentro dela. Aí ela começou a gemer agora mais seguido, agora mais relaxada, agora empurrando a buceta contra a minha, buscando o contato, buscando o golpe final, sentir meu pau no fundo da bucetinha dela.
Acelerei o ritmo e agora não estávamos mais fazendo amor, agora já estávamos fodendo. Ela já gritava a cada empurrão, e acelerava o ritmo, até que senti ela se tensar de novo, e explodir em outro orgasmo. Esse foi realmente barulhento. Beijei ela tentando abafar o grito com meus beijos, mas ela não parava de gemer e chorar ao mesmo tempo.
Era realmente fofo, porque de repente ela me abraçava de novo com uma ternura infinita. Parei meus movimentos, ainda sem gozar, e deixei ela se recuperar. Beijei o rosto dela, acariciei o corpo dela, e me afastei pra deixar ela absorver o prazer dela, o prazer da primeira vez dela.
Meu pau continuava duro, firme como uma pedra, e aí olhei pra Lucía. — Agora você, gostosa, para de se masturbar e vem aqui dar prazer pro seu homem. Ela tinha se despido completamente. e ela tinha gozado duas vezes só de nos olhar, mas soube obedecer minha ordem de não interferir até eu mandar, então agora merecia o prêmio dela. Deixei ela fazer o que quisesse com meu corpo, e a primeira coisa que fez foi se abaixar pra limpar minha pica. O vício falava mais alto, mas não quis que ela fizesse aquilo, porque ainda tinha sangue de desvirgar a irmã dela. Mandei ela ficar de quatro e, por trás, enfiei inteira, até o fundo, fazendo os fluidos dela se tingirem de vermelho com o sangue da irmã. Nessa posição, comecei a meter forte, uma foda realmente violenta e pesada. Não durou nada, e ela já estava gozando, abafando os gritos com a boca encostada na barriga da Jessy, que nos olhava com cara de puro vício e se masturbava a poucos centímetros do rosto da irmã. Eu também já estava quase lá, e quando a Jessy disse que ia gozar, eu saí de dentro da Lucía e aproximei minha pica do rosto da Jessy, enquanto a Lucía também se aproximava pra receber minha gozada. E enquanto eu me masturbava na cara delas, a Jessy abriu a boca pra aproveitar o orgasmo dela, e naquele momento o primeiro jato de porra foi direto na boca dela, e o resto escorreu pelo rosto inteiro enquanto ela também gozava. A Lucía se agarrou na minha pica e ficou chupando e limpando os restos até eu terminar de gozar. Então, ela olhou pra irmã e, com a boca, começou a percorrer o rosto dela, limpando todos os restos de porra que não tinham entrado, e terminou beijando ela e compartilhando tudo o que tinha recolhido. A Jessy estava tão doce que devolveu o beijo com paixão, com amor de verdade. Agarrou a cabeça dela e se fundiram num beijo que me deu inveja de tanto sentimento que transbordavam. As duas irmãs ficaram se beijando por pelo menos um minuto, até a Lucía se separar e vir me beijar. Nós deitamos na cama, um de cada lado da Jessy, que estava de olhos fechados enquanto nós dois acariciávamos o corpo inteiro dela e dávamos beijinhos, e nós nos beijávamos junto ao rosto dela, às vezes nos fundindo num beijo a três, que não era nada lascivo, mas muito doce e cheio de sentimento. Ficamos assim pelo menos mais meia hora, sem falar nada, só curtindo o momento, até que meu telefone tocou.
Quando olhei pra tela, vi que era a Adriana. Y – Boa tarde, love. Como você tá? A – Onde vocês estão? Cheguei em casa agora e as meninas ainda não estão aqui. Ainda não compraram nada? Y – Já sim. As mocinhas escolheram muito bem. Você vai ver como elas vão ficar gostosas com as fantasias. A gente veio pra casa tomar uma coca Booty, e agora elas já tão indo praí. A – Ok, love. Vou deixar você então, que vou tomar um banho. Um beijo.
Acordamos a Jessy com vários beijinhos, e mesmo que nessa hora meu pau já começasse a recuperar o vigor, falei pra elas se vestirem e irem pra casa, que daria tempo de repetir outro dia e da Jessy contar as sensações dela. Na hora de se despedir pra sair, a Jessy me deu um beijo realmente doce, daqueles que fazem quase tremer, e falou quase num sussurro: J – Obrigada.
0 comentários - Família de Cornos 6