Família de Cornos 5

Eu tava de férias há uns dias, aproveitei pra vir pra Espanha e passar na praia com minha família. Dar uma desligada do trampo e, principalmente, de tanta putaria que eu tava vivendo ultimamente, foi bom pra retomar contato com a realidade. Nesses dias, por causa do tesão que eu tava e do tempo que passei fora, toda vez que eu pegava minha mulher, se desse pra arrumar um tempinho, a gente acabava dando uma foda rápida em qualquer lugar. Além disso, na praia, eu insistia pra ela fazer topless, e ficava passando protetor solar nela toda hora, e aproveitava pra apalpar os peitos dela em público. A real é que minha mulher sempre teve uns peitões bons. Eles são de tamanho médio, nem muito grandes, nem pequenos, mas principalmente são muito bem colocados. O negócio é que toda vez que eu passava a mão neles, ou via outros caras olhando pra ela, meu pau ficava duro. Minha mulher falava que eu tava virando um velho tarado, mas falava com aquele sorrisinho safado de quem não se importa nem um pouco. Quando as férias acabaram, voltei pros Estados Unidos pra retomar o trampo. Aterrissei num domingo de manhã e, depois de pegar a mala, peguei um táxi e fui pra casa. Devia ser meio-dia mais ou menos quando cheguei. Desfiz a mala e fui arrumando tudo um pouco, e antes de almoçar fui pra piscina pegar um sol e dar um mergulho. Chegando lá, encontrei o Gus e a Adriana, que estavam tomando sol. Fui direto neles e, depois de dar um abraço no Gus e dois beijos na Adriana, peguei uma espreguiçadeira e me sentei do lado deles. Fiquei contando que tinha acabado de chegar da Espanha e eles foram perguntando sobre as férias e tal, falando de bobeira. Estranhei não ver as filhas deles e, quando perguntei por elas, o Gus disse que tavam no aniversário de uma amiga, que levaram todas pro "Six Flags", um parque de diversões perto dali, e que iam passar o dia lá. Gus – "Ó, já que você acabou de chegar, não... Você vai ter comida. Vem com a gente pra casa, a gente joga umas carnes na churrasqueira e, como as meninas não estão, a gente come numa boa e tira um cochilo depois. Na real, não parecia um plano ruim, mas mesmo que parecesse, quando o Gus ficava teimoso, não tinha como contrariar ele, então aceitei de boa, com a condição de deixarem eu levar um vinho espanhol. Lá pras 2 horas, mais ou menos, eles falaram pra gente ir pra casa deles, então eu disse que ia um minutinho em casa pegar um vinho e já ia pra lá. Como eu sabia que sempre ficava bem quando levava vinho espanhol pros almoços que me convidavam, costumava ter várias garrafas em casa, então peguei uma garrafa de branco de Rueda e uma de um tinto bom, e fui pra casa deles. Quando cheguei, quem abriu foi a Adriana, que ainda estava só de biquíni, e assim que fechou a porta, me agarrou e me deu um baita beijo de língua. O tesão do momento deixou minha piroca dura na hora, e como eu estava de sunga, não dava pra disfarçar. Como eu tava com uma garrafa de vinho em cada mão, não pude aproveitar e passar a mão no corpanzil dela. E – Você vai fazer o Gus nos pegar, e vê a confusão que a gente vai arrumar. A – Deixa isso comigo, que você pode ter uma surpresa… E – O que você quer dizer? Ela riu, pegou na minha piroca por cima da sunga e me deu outro beijo, e disse que nada, que eu fosse pro quintal, que o Gus tava acendendo a churrasqueira. Ela pegou as garrafas pra colocar na geladeira e eu aproveitei pra passar a mão no corpinho dela. Agarrei os peitos dela por trás e encostei ela em mim, e enquanto chupava o pescoço dela, levei uma mão na bucetinha dela e toquei por dentro do biquíni. Tava bem depilada como sempre e molhadinha, pra variar… A – Larga, seu safado, que você me deixou toda molhada desde que te vi chegar na piscina. Quando tirei o dedo, levei ele na boca dela e ela chupou sem pensar, soltando um gemidinho. Dei um tapa nela, e saí pro quintal onde o Gus tava com uma cerveja na mão e acendendo o Carvão. Logo em seguida, ela saiu com a garrafa de vinho branco, um saca-rolhas e uns copos. Ela estava usando um biquíni branco que, com o corpo moreno dela, criava um contraste muito bonito, e ela parecia ainda mais gostosa. A desgraçada tinha colocado umas sandálias tipo chinelo, mas com um salto de uns quatro ou cinco centímetros. Não muito alto, mas o suficiente pra dar uma forma super sensual nos pés dela, alongar as pernas e realçar a silhueta toda. Ela fez uma pose bem sensual e, com uma voz melosa e provocadora, disse: A – Então hoje eu tenho esses dois homenzarrões só pra mim… G – Claro, meu amor, você merece tudo, e esses dois caras estão aqui pro que você quiser, né, irmão? E se aproximando dela, ele envolveu a cintura dela e, enquanto dava um beijo, virou ela pra que eu visse como ele tava passando a mão na bunda dela e me piscou o olho. Y – Claro, lógico, uma mulher dessas… Pro que ela quiser!!! A – Beeeem, é o que eu espero, que quando eu pedir, vocês me deem. Nós rimos os três, mas eu não consegui evitar ficar excitado com aquela troca de palavras tão cheia de segundas intenções. Comecei a achar que o Gus não era bem um cuck inocente, e que esses dois tinham algo mais rolando. Por um lado, me surpreendia que, se fosse o caso, a Adriana não tivesse me contado ainda, mas aquele jogo de provocação não parecia por acaso. De qualquer forma, só restava deixar o tempo e o vinho passarem, e ver o que ia rolando. Abri a garrafa e servi vinho pra Adriana, e enchi um copo pra mim também. O Gus tava com a cerveja e recusou o vinho por enquanto. Juntamos os copos e brindamos. Finalmente, a churrasqueira pegou fogo, e a Adriana ficava entrando e saindo, pegando umas coisas na cozinha. Me ofereci pra ajudar, mas ela disse pra eu sentar, que eu era o convidado. Os minutos foram passando, e a primeira garrafa de vinho foi descendo, e a Adriana, cada vez que se aproximava da grelha, aproveitava pra se abraçar no Gus, que não se fazia de rogado e beijava a boca dela sem vergonha e passava bem a mão na bunda dela, garantindo que que eu a visse fazendo aquilo, e quando ela virava as costas pra ele, ele me fazia algum gesto sobre como ela era gostosa. Uma das vezes, depois de uma dessas amassos do Gus, ela veio até a mesa pra pegar um pouco de guacamole, e aproveitou e sentou no meu colo com toda naturalidade enquanto continuava conversando com o Gus. Eu, vendo o cenário, pensei que talvez devesse fazer algum movimento, então coloquei a mão diretamente na cintura dela, e depois comecei a acariciar suas costas. Ela, ao sentir minha mão percorrendo seu corpo, disse: A – mmmmmm, Gus, que mãos esse homem tem…. Que gostoso que suas carícias são nas minhas costas. Era o momento crítico… continuei acariciando ela mais por inércia e pra fingir normalidade do que por outra coisa, esperando a resposta do Gus. G – Meu amor, se nas costas é tão gostoso, imagina como vai ser no resto do corpo, né irmão? Y – Bom, não sei. Podemos testar e deixar ela nos contar… E dito isso, larguei minha taça na mesa e, sem tirar a mão direita das costas, com a esquerda comecei a acariciar as coxas dela, desde quase a calcinha do biquíni até o joelho, pela parte de cima, mas deixando as pontas dos meus dedos entrarem na parte interna das coxas. A – mmmmmm, papai, que gostoso. Esse homem sabe como tratar uma mulher. Olha, meu amor, como meus peitos ficaram durinhos na hora. G – Eu já sabia que meu irmão sabia como tratar uma mulher, e que meu amor hoje ia ter o que ela queria. Porque, Victor, você sabe que minha gatinha há um tempo quer que você ponha as mãos nela? E enquanto dizia isso, se aproximou de nós e, dando um beijinho nos lábios dela, beliscou os bicos dos peitos dela. Eu, naquele momento, entendi que tinha carta branca, e assim que o Gus se afastou de novo em direção à churrasqueira, levei minha mão esquerda pros peitos da Adriana. E, enfiando a mão por baixo da parte de cima do biquíni, levantei, deixando os peitos dela à mostra, e enquanto acariciava o direito, chupava o bico do esquerdo, que era o que Ela estava mais perto de mim. Então ela me segurou pela cabeça e gemeu alto pra Gus ouvir. Felizmente, o quintal dela só dava pra ver da casa dos vizinhos do lado, mas tava tudo fechado, então era óbvio que não tinha ninguém, então não tinha problema quanto à privacidade. Eu fiquei lambendo o mamilo dela um tempão e apalpando o outro peito enquanto Gus se aproximava e beijava ela. Ela foi direto com a mão na pica do Gus e ficou esfregando por cima da sunga, que já dava pra ver que tava quase dura, e ficou ali esfregando até sentir ela durinha, e aí eu tirei minha cabeça, e ela puxou a sunga do Gus pra baixo deixando a pica dele à mostra. A pica dele não era grande nem pequena, era bem normalzinha, mas já tava totalmente dura. Ela, sem se levantar do meu colo, se inclinou pra frente e enfiou na boca. Começou a fazer um boquete a poucos centímetros do meu rosto. Eu não curto homem, mas admito que aquela visão tava me excitando pra caralho. Depois de um tempo chupando, ela tirou a pica da boca, e enquanto com a mão direita continuava masturbando devagar, virou o rosto e me beijou. A boca dela tinha gosto de sal. Claramente era o gosto do líquido pré-seminal da pica do Gus. Não só não me incomodou, como me deu um tesão tão grande, que parei de apalpar os peitos dela e desci minha mão até a bucetinha dela por dentro do biquíni e percorri toda a rachinha dela com meu dedo do meio. Ela já tava melada, a safada. Tinha conseguido ter nós dois pra ela. Enfiei meu dedo dentro da bucetinha dela e senti ela ardendo. Quando sentiu lá dentro, ela deu um gemido alto — A – Ahhh, amor, o filho da puta enfiou um dedo em mim, e tá mexendo. Ahhh, que prazer. Ela enfiou a mão dentro da minha sunga e começou a apertar minha pica, querendo puxar pra fora pra me masturbar também, igual fazia com o Gus, mas como tava sentada quase em cima dela, não conseguia. Ela se levantou bem na minha frente, de costas pra mim e com as pernas esticadas, se inclinou pra frente. pra voltar a chupar a rola do Gus, me oferecendo inteira com aquele rabão. Peguei a calcinha do biquíni e puxei até os pés dela. Ao fazer isso, pude aproveitar de novo a visão extremamente sensual dos pés dela subidos naquelas sandálias de salto, sem nada segurando além da parte da frente do peito do pé, perto dos dedos. Aquilo me excitava pra caralho. Depois que fiz isso, eu também puxei meu shorts de banho até os pés, e deixei minha rola no ar, já dura como pedra, e bem babada de tão tarado que eu tava. Sentei de novo e esfreguei bem todo o líquido pré-seminal na cabeça pra facilitar a penetração. Peguei a bunda da Adriana, que continuava chupando a rola do Gus, e baixei ela na minha rola, fazendo ela sentar em cima de mim. Ela parou só o suficiente pra eu apontar a ponta na entrada da bucetinha dela, e sem mais demora, foi se deixando cair devagar. A – Ahhhh, meu amor, que rola que você tem. Tá me destruindo aqui dentro. Sinto ela bem fundo na barriga. G – Sim, meu amor, já tá dentro de você, como você me pedia ontem à noite. Já tem seu capricho bem dentro de você. Eu tava alucinado com a conversa que eles tinham, e ria por dentro, porque não tinha certeza se eles estavam fazendo o teatrinho deles e na verdade eram liberais desde sempre, ou se ela realmente tinha convencido ele a deixar ela dar pra mim na frente dele. O fato é que ela começou a me foder, esfregando a bucetinha dela pra frente e pra trás, deslizando sobre minhas pernas, enquanto minha rola entrava e saía da bucetinha dela e o Gus continuava com a rola na boca da Adriana. Agora a gente gemia os três de prazer. O Gus, enquanto aproveitava o boquete dele, não tirava os olhos de como ela me fodía e de como eu pegava nos peitos dela e beliscava os bicos enquanto ela não parava de soltar sons e ronronados, mas sem tirar a rola do Gus da boca de jeito nenhum. Aí ela tirou, pegou na mão e começou a masturbar ele num ritmo acelerado enquanto também acelerava o ritmo da fodida que ela tava me dando. estava metendo. Depois de vários minutos assim, Gus avisou que ia gozar, e ela apontou a pica pra boca dela e abriu, esperando Gus disparar a carga dele. Eu me virei de lado pra ver direito, e observei com detalhe como, bem na hora que ele começou a grunhir igual um cachorro ameaçador e o corpo dele ficou tenso, começou a jorrar vários jatos de porra na boca e na cara da mulher dele. Aquilo deve ter acabado de quebrar a Adriana, que tava me fodendo a toda velocidade e, bem na hora que Gus terminou de gozar, ela começou o orgasmo dela, colando a boca na barriga do marido pra abafar o grito de prazer que tava dando. Quando o orgasmo dela acabou, ela ficou parada, mas eu ainda não tinha terminado, então agora eu assumi o controle. Levantei e peguei ela pela cintura, levei ela até a mesa, de costas, e apoiei a bunda dela nela. Ela abriu bem as pernas pra me receber, e eu, sem esperar, apontei minha pica pra bucetinha dela e enfiei de novo de uma só vez. Comecei a foder ela segurando pelos quadris pra poder puxar ela a cada estocada, enquanto a gente se olhava nos olhos com cara de selvagens. Me aproximei e a gente se beijou igual loucos enquanto eu continuava fodendo ela com força, e Gus do nosso lado, olhando pra gente e se tocando na pica, que já tinha murchado. A gente ficou assim por mais um tempinho. Ninguém falava. Gus tava como hipnotizado olhando pra gente, com uma cara muito safada, e Adriana e eu nos olhávamos nos olhos com cara de vício e admirávamos nossos corpos tensos se fodendo com vontade. Embora eu já soubesse pelas vezes anteriores que podia gozar dentro, avisei que já ia gozar, e Gus respondeu na hora: G – Manda ver, irmão, solta tua porra dentro da minha mulher, que ela adora sentir ela quentinha, né, meu amor? A – Siimm, me dá dentro, me dá, que eu também já tô gozando. E senti meu orgasmo chegar como uma explosão e comecei a soltar todo meu sêmen dentro dela. Reduzi o ritmo pra aproveitar bem e admirava o espetáculo. físico e sexual que aquela mulher era, enquanto amassava os peitos dela. Ao sentir meu gozo escorrendo quente dentro dela, ela também teve um novo orgasmo e envolveu minha bunda com as pernas, me puxando com força com os pés para perto dela, enquanto procurava o marido para se abraçar nele. No fim, ficamos os dois exaustos. Ela abraçada no Gus, e eu apoiado na mesa, beijava devagar os bicos dos peitos e o pescoço dela enquanto sentia meu pau ainda dentro da bucetinha dela ir perdendo força e começar a escorrer para fora. Peguei um pouco de papel toalha que estava em cima da mesa e limpei meu pau já quase mole, e depois limpei a bucetinha dela. Dei uma última lambida e um beijinho e sentei de novo ao lado dela para tomar o vinho que tinha sobrado no meu copo, pra me hidratar depois do esforço. A gente se ajeitou um pouco e nos preparamos para continuar a comida. Por sorte, o Gus tinha tirado a carne da brasa quando viu que a gente estava se pegando, e não tinha queimado, então ele colocou de volta e finalmente pudemos comer. A comida foi realmente divertida, já que estávamos relaxados e agindo sem nenhum tabu entre nós três, e eles me contaram que aquela não era a primeira experiência liberal deles. A sobremesa e o resto da tarde, como vocês já podem imaginar, renderam bastante…

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