Um dia a gente tinha saído pra uma balada com um grupo de amigos e tinha bebido pra caralho. Nós duas dançávamos sem controle, bem sensuais, enquanto vários caras que estavam com a gente nos olhavam de cima a baixo, querendo nos comer. A gente ria e curtia pra caralho a sensação de ser desejada, rebolando nossas bundas por baixo dos vestidos curtos e apertados, que quando a gente se abaixava deixava ver nossos rabos.
Já eram 5 da manhã quando a gente decidiu ir embora. A gente tinha combinado antes que eu ia dormir na casa da Maira pra não ter que voltar pra minha casa, que era bem mais longe. A gente saiu da balança e, bêbadas do jeito que a gente tava, pegou um táxi. A gente entrou no banco de trás e deu o endereço.
A gente tava cansada e ia em silêncio, mas de repente minha amiga colocou a mão na minha coxa e deixou ela lá. Não era nada muito estranho entre a gente, até que ela começou a acariciar minha perna devagar, passando a mão suave, e eu senti que tava começando a ficar excitada. Não reagi. Pensei que talvez eu tivesse confundindo as coisas, que ela tivesse muito bêbada, mas a Maira lentamente começou a enfiar a mão por baixo do meu vestido, tocando minha calcinha fio dental de renda já molhada, bem de leve. Ela sorriu ao sentir a umidade e continuou me tocando. Eu abri um pouco as pernas, curtindo as carícias da minha amiga, ouvindo minha respiração acelerar enquanto eu reclinava a cabeça com os olhos semicerrados.
Eu pensava que provavelmente o taxista tinha percebido a situação e tava excitado presenciando aquela cena, e isso me deixava ainda mais com tesão. Minha amiga puxou minha calcinha pro lado e enfiou dois dedos. Ela enfiava e tirava com delicadeza da minha buceta lubrificada, me olhando de canto pra ver como eu tava gozando. De repente eu vi que com a outra mão ela se tocava por baixo do vestido dela. Isso me deixava louca. Ela continuou se masturbando junto comigo até que eu senti que ia gozar, então peguei a mão dela e comecei a ditar o ritmo. o ritmo que eu queria que ela me tocasse. Ela obedeceu e finalmente tive um orgasmo lindo, soltando um gemido baixinho que fez o taxista olhar pelo retrovisor, mas não falou nada.
Logo depois, chegamos ao destino. O taxista cobrou a gente e descemos na casa da Maira.
Ao fechar a porta, começamos a nos beijar apaixonadamente no corredor, nossas línguas se movendo desesperadas, nossas mãos apertando os peitos uma da outra, a gente tinha soltado um monstro que nunca imaginávamos. E agora só queríamos nos comer.
De repente, ouvimos um barulho vindo da cozinha, então ajeitamos um pouco a roupa e entramos. Era a Marta, mãe da Maira, que tinha acordado ao ouvir a porta.
- Oi, meninas. Como foi a noite?
- Muito boa, Marta. Mas estamos bem cansadas. - respondi
- Dançaram muito, imagino. - ela disse rindo
Fomos para o quarto da Maira, e ao fechar a porta, peguei minha amiga e joguei ela na cama.
Nisso, o celular dela tocou. Era o namorado dela, nosso amigo, querendo confirmar que a gente tinha chegado bem.
Ela atendeu e, enquanto respondia, eu tirava o vestido dela e beijava seu pescoço, seu peito, aqueles peitos lindos, chupando os bicos.
Tirei o vestido dela e joguei no chão, junto com a calcinha.
Comecei a tocar ela devagar com meus dedos, igual ela tinha feito comigo um tempo antes no táxi. Ela estava toda molhada, muito excitada. Devagar, comecei a enfiar um dedo, observando a expressão de prazer dela. Depois coloquei outro e acelerei o ritmo. Ouvia a respiração dela ofegante, e alternava enfiando e tirando meus dedos do corpo dela, acariciando o clitóris, os lábios da buceta…
Adorava ver minha amiga gozar daquele jeito. Sentia uma adrenalina no corpo todo, sabendo que a família dela estava em casa, sabendo que ninguém jamais suspeitaria que a gente podia estar fazendo o que a gente fazia, sabendo que era a primeira vez das duas com uma mulher, e ainda por cima era minha amiga de infância.
Enquanto a Maira curtia, tirei meus dedos de dentro dela e, olhando na cara dela, coloquei na minha boca. Lambi tudo, limpando os fluidos dela, e depois enfiei a cara entre as pernas dela e comecei a chupar toda a buceta dela. Ela começou a gemer mais alto, tentando não ser ouvida. Nunca tinha feito oral numa mulher, mas sabia bem o que eu gostava que fizessem comigo, então apliquei a mesma coisa. E claramente tive muito sucesso. Passei a língua devagar, primeiro pelos lábios dela, depois na entrada da buceta, no clitóris. Aumentei a intensidade, me guiando pelos gemidos e pelas caras dela, insistindo onde via que ela gostava, acompanhando com os dedos… Depois comecei a penetrar ela com a língua, enquanto estimulava o clitóris dela. Fiquei um tempão ouvindo o prazer dela, sentindo minha própria buceta escorrendo, até que ouvi ela falar depois de um longo tempo sem palavras: — Você vai me fazer gozar. Ao ouvir essas palavras mágicas, intensifiquei meus movimentos, até ver as contorções dela e sentir os espasmos na minha língua. Minha amiga tinha acabado de gozar na minha boca, e isso me excitou mais do que qualquer outra coisa que eu já tinha vivido. Maira ficou exausta, largada na cama, e eu me deitei ao lado dela, ainda vestida. — Nunca pensei que você me faria gozar assim — ela disse. — Acabamos de estragar 15 anos de amizade? — Acho que só estão melhorando… — ela disse e começou a tirar meu vestido. — Ah, vejo que não terminamos. — Nem perto. Ela me despiu e começou a me tocar de novo enquanto se esticava até a gaveta do criado-mudo. De lá trouxe umas algemas de plástico, um vibrador, um dildo e um frasco de lubrificante. Meus olhos se arregalaram incrédulos, e ela riu. — Vou me divertir com você um pouco antes de dormir, minha amiga. Ela mandou eu ficar de bruços na cama, e eu obedeci. Prendeu meus pulsos com as algemas nas grades da cama. Fiquei com a minha bunda dura pra cima, à mercê da minha amiga. Ela começou me devolvendo a lambida na minha buceta enquanto me masturbava devagar. Eu sentia a respiração dela no meu cu. aumentava minha excitação. Depois de um tempo, quando eu sentia que estava deixando uma poça de fluidos na cama dela, ouvi ela ligar o vibrador. Começou passando ele pelo meu pescoço, minha nuca, meus braços esticados, minhas costas, a lateral dos meus peitos, minha cintura, até chegar nos meus quadris e na bunda. Em cada lugar que ela passava, eu sentia um arrepio.
- Levanta a bunda - ela falou
Eu obedeci e levantei minha bunda, deixando o resto do corpo na cama. Maira começou a me estimular com o vibrador, passando ele pelo meu clitóris, brincando com a entrada da minha buceta. Eu sentia que não aguentava mais. Fazia tempo que não me sentia tão tesuda com ninguém. Ela brincou por um tempo que me pareceu eterno, tentando me fazer sofrer de desespero.
Eu estava encharcada e ela passava a língua pela minha xota, como se estivesse secando meus fluidos, mas só conseguindo me deixar mais excitada. Quando não aguentei mais a brincadeira dela com o vibrador, falei:
- Mete. Por favor. Mete.
Ela encaixou ele na entrada da minha buceta e deixou ali por alguns segundos, enquanto eu enlouquecia. Começou a meter bem devagar. Eu me mexia com o rosto colado no lençol, gemendo, gozando. Ela começou a me penetrar cada vez com mais ritmo. Eu gemia colada no travesseiro, tentando abafar os gritos.
Abriu o pote de lubrificante e derramou uma boa quantidade entre minhas nádegas, enchendo meu cuzinho de bastante produto. Eu já sabia o que ia acontecer.
Começou a acariciar meu cuzinho com um dedo, estimulou ele devagar, até que meteu com delicadeza lá dentro. Eu sentia que via estrelas de prazer, cada vez mais. Depois de mexer um tempo, começou a enfiar o segundo dedo, a me penetrar com eles, a meter e tirar.
- Tá gostando? - ela perguntou
- Melhor impossível - eu falei com a respiração ofegante
Ela abriu bem minha bunda com os dedos, até pegar o dildo preto que tinha deixado na cama e enfiou bem devagar no lugar. Ela começou a me penetrar cada vez mais rápido, e eu realmente Me sentia no céu.
— Por favor, não para.
Maira continuou, e ligando o vibrador começou a estimular meu clitóris, enfiando ele depois na minha buceta. Minha amiga estava me fazendo dupla penetração com uma habilidade que eu nunca imaginaria.
— Ahhh, Deus, sim, continua. Não para. Vou gozar como nunca.
— Quero ver você gozar — ela disse e continuou me penetrando pelos dois buracos, com os movimentos exatos que meu corpo precisava.
De repente, senti o prazer aumentar e aumentar, e senti o orgasmo vindo, com mais intensidade que antes, como um tsunami sobre meu corpo.
— Tô gozando, Maira — falei quase num grito.
Finalmente tive um dos melhores orgasmos da minha vida (pra não dizer o melhor). Deixei uma poça de líquido na cama da minha amiga. Não conseguia entender como tinha ficado sem isso por tanto tempo.
Caí exausta, com os braços ainda pra cima, já que estavam imobilizados com as algemas. Ela se deitou em cima de mim e, com o rosto no meu pescoço, sussurrou:
— Acho que não tem volta. Já não consigo imaginar nossa amizade sem orgasmos. — e depois me deu um beijo no pescoço.
Não respondi, e uns instantes depois Maira me soltou. Nos beijamos, sabendo que aquela noite se repetiria com frequência, sem ninguém saber. Seria nosso grande segredo.
Nem preciso contar o que a gente fez quando acordou, já sóbrias e sem álcool no sangue pra culpar.
Já eram 5 da manhã quando a gente decidiu ir embora. A gente tinha combinado antes que eu ia dormir na casa da Maira pra não ter que voltar pra minha casa, que era bem mais longe. A gente saiu da balança e, bêbadas do jeito que a gente tava, pegou um táxi. A gente entrou no banco de trás e deu o endereço.
A gente tava cansada e ia em silêncio, mas de repente minha amiga colocou a mão na minha coxa e deixou ela lá. Não era nada muito estranho entre a gente, até que ela começou a acariciar minha perna devagar, passando a mão suave, e eu senti que tava começando a ficar excitada. Não reagi. Pensei que talvez eu tivesse confundindo as coisas, que ela tivesse muito bêbada, mas a Maira lentamente começou a enfiar a mão por baixo do meu vestido, tocando minha calcinha fio dental de renda já molhada, bem de leve. Ela sorriu ao sentir a umidade e continuou me tocando. Eu abri um pouco as pernas, curtindo as carícias da minha amiga, ouvindo minha respiração acelerar enquanto eu reclinava a cabeça com os olhos semicerrados.
Eu pensava que provavelmente o taxista tinha percebido a situação e tava excitado presenciando aquela cena, e isso me deixava ainda mais com tesão. Minha amiga puxou minha calcinha pro lado e enfiou dois dedos. Ela enfiava e tirava com delicadeza da minha buceta lubrificada, me olhando de canto pra ver como eu tava gozando. De repente eu vi que com a outra mão ela se tocava por baixo do vestido dela. Isso me deixava louca. Ela continuou se masturbando junto comigo até que eu senti que ia gozar, então peguei a mão dela e comecei a ditar o ritmo. o ritmo que eu queria que ela me tocasse. Ela obedeceu e finalmente tive um orgasmo lindo, soltando um gemido baixinho que fez o taxista olhar pelo retrovisor, mas não falou nada.
Logo depois, chegamos ao destino. O taxista cobrou a gente e descemos na casa da Maira.
Ao fechar a porta, começamos a nos beijar apaixonadamente no corredor, nossas línguas se movendo desesperadas, nossas mãos apertando os peitos uma da outra, a gente tinha soltado um monstro que nunca imaginávamos. E agora só queríamos nos comer.
De repente, ouvimos um barulho vindo da cozinha, então ajeitamos um pouco a roupa e entramos. Era a Marta, mãe da Maira, que tinha acordado ao ouvir a porta.
- Oi, meninas. Como foi a noite?
- Muito boa, Marta. Mas estamos bem cansadas. - respondi
- Dançaram muito, imagino. - ela disse rindo
Fomos para o quarto da Maira, e ao fechar a porta, peguei minha amiga e joguei ela na cama.
Nisso, o celular dela tocou. Era o namorado dela, nosso amigo, querendo confirmar que a gente tinha chegado bem.
Ela atendeu e, enquanto respondia, eu tirava o vestido dela e beijava seu pescoço, seu peito, aqueles peitos lindos, chupando os bicos.
Tirei o vestido dela e joguei no chão, junto com a calcinha.
Comecei a tocar ela devagar com meus dedos, igual ela tinha feito comigo um tempo antes no táxi. Ela estava toda molhada, muito excitada. Devagar, comecei a enfiar um dedo, observando a expressão de prazer dela. Depois coloquei outro e acelerei o ritmo. Ouvia a respiração dela ofegante, e alternava enfiando e tirando meus dedos do corpo dela, acariciando o clitóris, os lábios da buceta…
Adorava ver minha amiga gozar daquele jeito. Sentia uma adrenalina no corpo todo, sabendo que a família dela estava em casa, sabendo que ninguém jamais suspeitaria que a gente podia estar fazendo o que a gente fazia, sabendo que era a primeira vez das duas com uma mulher, e ainda por cima era minha amiga de infância.
Enquanto a Maira curtia, tirei meus dedos de dentro dela e, olhando na cara dela, coloquei na minha boca. Lambi tudo, limpando os fluidos dela, e depois enfiei a cara entre as pernas dela e comecei a chupar toda a buceta dela. Ela começou a gemer mais alto, tentando não ser ouvida. Nunca tinha feito oral numa mulher, mas sabia bem o que eu gostava que fizessem comigo, então apliquei a mesma coisa. E claramente tive muito sucesso. Passei a língua devagar, primeiro pelos lábios dela, depois na entrada da buceta, no clitóris. Aumentei a intensidade, me guiando pelos gemidos e pelas caras dela, insistindo onde via que ela gostava, acompanhando com os dedos… Depois comecei a penetrar ela com a língua, enquanto estimulava o clitóris dela. Fiquei um tempão ouvindo o prazer dela, sentindo minha própria buceta escorrendo, até que ouvi ela falar depois de um longo tempo sem palavras: — Você vai me fazer gozar. Ao ouvir essas palavras mágicas, intensifiquei meus movimentos, até ver as contorções dela e sentir os espasmos na minha língua. Minha amiga tinha acabado de gozar na minha boca, e isso me excitou mais do que qualquer outra coisa que eu já tinha vivido. Maira ficou exausta, largada na cama, e eu me deitei ao lado dela, ainda vestida. — Nunca pensei que você me faria gozar assim — ela disse. — Acabamos de estragar 15 anos de amizade? — Acho que só estão melhorando… — ela disse e começou a tirar meu vestido. — Ah, vejo que não terminamos. — Nem perto. Ela me despiu e começou a me tocar de novo enquanto se esticava até a gaveta do criado-mudo. De lá trouxe umas algemas de plástico, um vibrador, um dildo e um frasco de lubrificante. Meus olhos se arregalaram incrédulos, e ela riu. — Vou me divertir com você um pouco antes de dormir, minha amiga. Ela mandou eu ficar de bruços na cama, e eu obedeci. Prendeu meus pulsos com as algemas nas grades da cama. Fiquei com a minha bunda dura pra cima, à mercê da minha amiga. Ela começou me devolvendo a lambida na minha buceta enquanto me masturbava devagar. Eu sentia a respiração dela no meu cu. aumentava minha excitação. Depois de um tempo, quando eu sentia que estava deixando uma poça de fluidos na cama dela, ouvi ela ligar o vibrador. Começou passando ele pelo meu pescoço, minha nuca, meus braços esticados, minhas costas, a lateral dos meus peitos, minha cintura, até chegar nos meus quadris e na bunda. Em cada lugar que ela passava, eu sentia um arrepio.
- Levanta a bunda - ela falou
Eu obedeci e levantei minha bunda, deixando o resto do corpo na cama. Maira começou a me estimular com o vibrador, passando ele pelo meu clitóris, brincando com a entrada da minha buceta. Eu sentia que não aguentava mais. Fazia tempo que não me sentia tão tesuda com ninguém. Ela brincou por um tempo que me pareceu eterno, tentando me fazer sofrer de desespero.
Eu estava encharcada e ela passava a língua pela minha xota, como se estivesse secando meus fluidos, mas só conseguindo me deixar mais excitada. Quando não aguentei mais a brincadeira dela com o vibrador, falei:
- Mete. Por favor. Mete.
Ela encaixou ele na entrada da minha buceta e deixou ali por alguns segundos, enquanto eu enlouquecia. Começou a meter bem devagar. Eu me mexia com o rosto colado no lençol, gemendo, gozando. Ela começou a me penetrar cada vez com mais ritmo. Eu gemia colada no travesseiro, tentando abafar os gritos.
Abriu o pote de lubrificante e derramou uma boa quantidade entre minhas nádegas, enchendo meu cuzinho de bastante produto. Eu já sabia o que ia acontecer.
Começou a acariciar meu cuzinho com um dedo, estimulou ele devagar, até que meteu com delicadeza lá dentro. Eu sentia que via estrelas de prazer, cada vez mais. Depois de mexer um tempo, começou a enfiar o segundo dedo, a me penetrar com eles, a meter e tirar.
- Tá gostando? - ela perguntou
- Melhor impossível - eu falei com a respiração ofegante
Ela abriu bem minha bunda com os dedos, até pegar o dildo preto que tinha deixado na cama e enfiou bem devagar no lugar. Ela começou a me penetrar cada vez mais rápido, e eu realmente Me sentia no céu.
— Por favor, não para.
Maira continuou, e ligando o vibrador começou a estimular meu clitóris, enfiando ele depois na minha buceta. Minha amiga estava me fazendo dupla penetração com uma habilidade que eu nunca imaginaria.
— Ahhh, Deus, sim, continua. Não para. Vou gozar como nunca.
— Quero ver você gozar — ela disse e continuou me penetrando pelos dois buracos, com os movimentos exatos que meu corpo precisava.
De repente, senti o prazer aumentar e aumentar, e senti o orgasmo vindo, com mais intensidade que antes, como um tsunami sobre meu corpo.
— Tô gozando, Maira — falei quase num grito.
Finalmente tive um dos melhores orgasmos da minha vida (pra não dizer o melhor). Deixei uma poça de líquido na cama da minha amiga. Não conseguia entender como tinha ficado sem isso por tanto tempo.
Caí exausta, com os braços ainda pra cima, já que estavam imobilizados com as algemas. Ela se deitou em cima de mim e, com o rosto no meu pescoço, sussurrou:
— Acho que não tem volta. Já não consigo imaginar nossa amizade sem orgasmos. — e depois me deu um beijo no pescoço.
Não respondi, e uns instantes depois Maira me soltou. Nos beijamos, sabendo que aquela noite se repetiria com frequência, sem ninguém saber. Seria nosso grande segredo.
Nem preciso contar o que a gente fez quando acordou, já sóbrias e sem álcool no sangue pra culpar.
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