Se você não viu a parte um, te convido a dar uma lida.http://www.poringa.net/posts/relatos/4515819/El-Delibery-parte-1.htmlFala, galera! Vim contar a segunda parte do meu relato.
Passaram-se uns dias e nada de novidades da Virginia. De noite, lembrar dela já era rotina, e ficar olhando a foto de perfil do WhatsApp dela, onde ela tava com um vestido florido e a filha dela de biquíni — que também merecia uma boa dedicada — isso fazia minha mente imaginar um monte de coisa com as duas. Por um momento, eu escrevia e apagava a mensagem, não tinha coragem. Sabia que ela tava sozinha, mas não parecia certo falar com ela. Morria de vontade que ela me perguntasse alguma coisa.
Uns dias depois, na hora de sair do trabalho, chegou a mensagem da Virginia:
V: "Oi, como cê tá? Já não posso mais pedir uma pizza pra mim sozinha? Ou já terminou de trabalhar?"
Meu coração tava a mil, e sem pensar duas vezes eu respondi:
Y: "Oi, Virginia, tô saindo agora, mas posso pedir pra fazerem e levar até sua casa."
V: "Você é muito gentil, te espero, obrigada."
Pedi uma pizza pros meus colegas e fui levar pra Virginia. No caminho, fiquei pensando como ela estaria vestida hoje. A noite tava boa pra sair pra dançar, era sexta-feira, e eu já tinha combinado com uns amigos de tomar umas e sair. A noite estrelada, clima gostoso pra camisa de manga curta e uma jeans.
Quando cheguei na casa da Virginia, como de costume, toquei a campainha e ela atendeu rápido, parecia que tava do lado do porteiro.
Y: "Oi, Virginia, trouxe sua pizza."
V: "Oi, gato, pode entrar, tá aberto."
Y: "Beleza."
Quando entrei, pedindo licença, ela me recebeu com um sorriso e vestida de matar. Tava com uma saia que, com toda delicadeza, cobria a bunda dela e deixava ver as pernas lindas dela, uns saltos pretos que marcavam as panturrilhas e as coxas. Em cima, uma blusa de renda que deixava ver os peitos lindos dela e só cobria os bicos. Olhar pra ela me deu uma ereção que ela com certeza notou, e eu fiquei sem palavras.
V: "E aí, o que cê acha? Tô com cara de mulher gostosa pra sair nessa cidade?"
Y: "Tá muito linda, Virginia. Mais de um vai querer te conhecer. seguro e vai ser a inveja de muitas mulheres.
V- obrigada, divino. Tô sozinha, quer jantar comigo?
Tava com fome e não queria perder a chance com a mulher gostosa que tava na minha frente.
Y- na verdade, não comi nada, cairia bem um pouco de comida.
V- bom, entra e abre a pizza na mesa.
Y- e sua filha, Virgínia?
V- foi pra casa do pai, não volta até segunda, então tô com a casa só pra mim.
Y- e o que você gosta de fazer quando tá sozinha?
V- às vezes vejo filmes, leio, descanso, e hoje me atrevi a me arrumar pra sair, certeza que você vai me dizer onde posso ir.
Y- particularmente, eu vou com meus amigos pro Paraíso, que é uma balada na entrada da cidade, um ambiente muito legal.
V- legal, e você, o que vai fazer hoje à noite?
A resposta eu já sabia, mas ela queria outra coisa, Virgínia, eu li no olhar dela.
Y- nada por enquanto, talvez quando chegar em casa encontre meus amigos e a gente vê.
V- parece ótimo, quer uma cerveja gelada?
Y- bom, não cairia nada mal, a noite tá espetacular.
Virgínia se levantou da cadeira com a saia levantada, andou uns passos na minha frente e vi uma linda tanga de fio dental preta que se perdia no meio das duas nádegas, deixando todo o esplendor na minha frente. Virgínia esperou passar na minha frente pra se ajeitar a saia e foi até a geladeira, pegou uma cerveja de baixo e pude apreciar a buceta linda dela marcada pela tanga, meu coração batia a mil, meu pau já duro pulsava pedindo pra ser tocado ou enfiado entre as pernas de Virgínia. Ela voltou com um sorriso safado e dois copos de cerveja na mão, eu tentava esconder minha ereção sentando reto sem que ela visse, mas sabia que ela sabia o que tinha feito.
Terminamos a pizza e continuamos tomando a cerveja que Virgínia tinha pegado.
V- desculpa, nunca te paguei a pizza, me diz quanto é?
Y- vamos dividir entre nós dois, você pagou a cerveja e eu a pizza, sem problemas.
V- ok, mas deixa eu te dar algo. de propina
Se quiserem que eu continue meu relato, não esqueçam de deixar seus pontos. O que vem a seguir é o final desse momento único.
Passaram-se uns dias e nada de novidades da Virginia. De noite, lembrar dela já era rotina, e ficar olhando a foto de perfil do WhatsApp dela, onde ela tava com um vestido florido e a filha dela de biquíni — que também merecia uma boa dedicada — isso fazia minha mente imaginar um monte de coisa com as duas. Por um momento, eu escrevia e apagava a mensagem, não tinha coragem. Sabia que ela tava sozinha, mas não parecia certo falar com ela. Morria de vontade que ela me perguntasse alguma coisa.
Uns dias depois, na hora de sair do trabalho, chegou a mensagem da Virginia:
V: "Oi, como cê tá? Já não posso mais pedir uma pizza pra mim sozinha? Ou já terminou de trabalhar?"
Meu coração tava a mil, e sem pensar duas vezes eu respondi:
Y: "Oi, Virginia, tô saindo agora, mas posso pedir pra fazerem e levar até sua casa."
V: "Você é muito gentil, te espero, obrigada."
Pedi uma pizza pros meus colegas e fui levar pra Virginia. No caminho, fiquei pensando como ela estaria vestida hoje. A noite tava boa pra sair pra dançar, era sexta-feira, e eu já tinha combinado com uns amigos de tomar umas e sair. A noite estrelada, clima gostoso pra camisa de manga curta e uma jeans.
Quando cheguei na casa da Virginia, como de costume, toquei a campainha e ela atendeu rápido, parecia que tava do lado do porteiro.
Y: "Oi, Virginia, trouxe sua pizza."
V: "Oi, gato, pode entrar, tá aberto."
Y: "Beleza."
Quando entrei, pedindo licença, ela me recebeu com um sorriso e vestida de matar. Tava com uma saia que, com toda delicadeza, cobria a bunda dela e deixava ver as pernas lindas dela, uns saltos pretos que marcavam as panturrilhas e as coxas. Em cima, uma blusa de renda que deixava ver os peitos lindos dela e só cobria os bicos. Olhar pra ela me deu uma ereção que ela com certeza notou, e eu fiquei sem palavras.
V: "E aí, o que cê acha? Tô com cara de mulher gostosa pra sair nessa cidade?"
Y: "Tá muito linda, Virginia. Mais de um vai querer te conhecer. seguro e vai ser a inveja de muitas mulheres.
V- obrigada, divino. Tô sozinha, quer jantar comigo?
Tava com fome e não queria perder a chance com a mulher gostosa que tava na minha frente.
Y- na verdade, não comi nada, cairia bem um pouco de comida.
V- bom, entra e abre a pizza na mesa.
Y- e sua filha, Virgínia?
V- foi pra casa do pai, não volta até segunda, então tô com a casa só pra mim.
Y- e o que você gosta de fazer quando tá sozinha?
V- às vezes vejo filmes, leio, descanso, e hoje me atrevi a me arrumar pra sair, certeza que você vai me dizer onde posso ir.
Y- particularmente, eu vou com meus amigos pro Paraíso, que é uma balada na entrada da cidade, um ambiente muito legal.
V- legal, e você, o que vai fazer hoje à noite?
A resposta eu já sabia, mas ela queria outra coisa, Virgínia, eu li no olhar dela.
Y- nada por enquanto, talvez quando chegar em casa encontre meus amigos e a gente vê.
V- parece ótimo, quer uma cerveja gelada?
Y- bom, não cairia nada mal, a noite tá espetacular.
Virgínia se levantou da cadeira com a saia levantada, andou uns passos na minha frente e vi uma linda tanga de fio dental preta que se perdia no meio das duas nádegas, deixando todo o esplendor na minha frente. Virgínia esperou passar na minha frente pra se ajeitar a saia e foi até a geladeira, pegou uma cerveja de baixo e pude apreciar a buceta linda dela marcada pela tanga, meu coração batia a mil, meu pau já duro pulsava pedindo pra ser tocado ou enfiado entre as pernas de Virgínia. Ela voltou com um sorriso safado e dois copos de cerveja na mão, eu tentava esconder minha ereção sentando reto sem que ela visse, mas sabia que ela sabia o que tinha feito.
Terminamos a pizza e continuamos tomando a cerveja que Virgínia tinha pegado.
V- desculpa, nunca te paguei a pizza, me diz quanto é?
Y- vamos dividir entre nós dois, você pagou a cerveja e eu a pizza, sem problemas.
V- ok, mas deixa eu te dar algo. de propina
Se quiserem que eu continue meu relato, não esqueçam de deixar seus pontos. O que vem a seguir é o final desse momento único.
2 comentários - A entrega (parte 2)