Boa tarde, queria compartir com vocês a prévia da minha curiosidade e tenho que voltar pros meus 18-20 anos, quando comecei a ter experiências fora do comum, seja algo relacionado com minha irmã ou descobrir o sexo com coroas milf, mas também descobri a curiosidade de levar coisas na boca. Minha primeira experiência desse tipo foi num clube de bairro, depois de um jogo de futebol, quando fiquei sozinho no vestiário com o treinador e o cara me mostrou o que tinha pra mim.
O tempo passou e nunca duvidei da minha heterossexualidade(?), mas a real é que eu era curioso e isso me levou a uma viagem que fiz com 2 amigos pro Brasil, pra Floripa, a primeira viagem assim sozinho fora da Argentina. Uma experiência única e irrepetível, por sair de férias com amigos, por ir sozinho, por sair do país e por ir pro Brasil, com o tesão que isso traz.
Pra ir pros detalhes que importam. Alugamos uma casa em Jurerê. Era uma casa confortável na frente e atrás a casa onde moravam os donos que alugavam a casa deles durante o verão. Família típica, casal com 3 filhos. Um rapaz de 25-27, uma menina adolescente e um bebê de meses.
A gente se divertiu pra caralho, indo pra praia, explorando muito e foram quase 4 semanas saindo pra caramba e aproveitando pra valer. Óbvio que a gente se divertiu com a mina que morava ali atrás, morena, cabelo cacheado e que cavalgava gostoso, mas o que me traz aqui pra contar é que o irmão, chamado Paulo, tinha uns 25 ou por aí, também moreno mas com cabelo quase raspado, muito educado e foi super gente boa comigo quando na segunda semana de estadia ele me levou de carro pra fazer compras num supermercado. Assim, no portunhol, a gente conversava e ele era muito legal e amigável. A coisa foi rolando naturalmente uns dias depois, quando meus dois amigos saíram com duas garotas e eu voltava sozinho andando e cruzei com ele. Ele se ofereceu pra me levar e quando chegamos em casa, ofereci umas Skol pra beber, ele aceitou e conversa vai, conversa vem... terminamos sem camisa e eu elogiando os músculos dele, e ele me perguntando "cê gosta?" e eu procurando a boca dele, e depois disso me ajoelhando pra ver uma linguiça preta babada e dura, e naquele portunhol ouvir ele, mas comer ela toda antes que ele me despisse inteiro e me colocasse de quatro pra sentir como ele me comia com a língua. Foi algo lindo e único sentir aquela rola preta entrando sem camisinha, me abrindo toda, e eu gritando de prazer. Depois de uma fodida maravilhosa, nos dias seguintes a gente continuou comendo os três, a irmãzinha adolescente dele, e ele me comia em qualquer lugar que desse. São essas coisas que a gente nunca esquece.
O tempo passou e nunca duvidei da minha heterossexualidade(?), mas a real é que eu era curioso e isso me levou a uma viagem que fiz com 2 amigos pro Brasil, pra Floripa, a primeira viagem assim sozinho fora da Argentina. Uma experiência única e irrepetível, por sair de férias com amigos, por ir sozinho, por sair do país e por ir pro Brasil, com o tesão que isso traz.
Pra ir pros detalhes que importam. Alugamos uma casa em Jurerê. Era uma casa confortável na frente e atrás a casa onde moravam os donos que alugavam a casa deles durante o verão. Família típica, casal com 3 filhos. Um rapaz de 25-27, uma menina adolescente e um bebê de meses.
A gente se divertiu pra caralho, indo pra praia, explorando muito e foram quase 4 semanas saindo pra caramba e aproveitando pra valer. Óbvio que a gente se divertiu com a mina que morava ali atrás, morena, cabelo cacheado e que cavalgava gostoso, mas o que me traz aqui pra contar é que o irmão, chamado Paulo, tinha uns 25 ou por aí, também moreno mas com cabelo quase raspado, muito educado e foi super gente boa comigo quando na segunda semana de estadia ele me levou de carro pra fazer compras num supermercado. Assim, no portunhol, a gente conversava e ele era muito legal e amigável. A coisa foi rolando naturalmente uns dias depois, quando meus dois amigos saíram com duas garotas e eu voltava sozinho andando e cruzei com ele. Ele se ofereceu pra me levar e quando chegamos em casa, ofereci umas Skol pra beber, ele aceitou e conversa vai, conversa vem... terminamos sem camisa e eu elogiando os músculos dele, e ele me perguntando "cê gosta?" e eu procurando a boca dele, e depois disso me ajoelhando pra ver uma linguiça preta babada e dura, e naquele portunhol ouvir ele, mas comer ela toda antes que ele me despisse inteiro e me colocasse de quatro pra sentir como ele me comia com a língua. Foi algo lindo e único sentir aquela rola preta entrando sem camisinha, me abrindo toda, e eu gritando de prazer. Depois de uma fodida maravilhosa, nos dias seguintes a gente continuou comendo os três, a irmãzinha adolescente dele, e ele me comia em qualquer lugar que desse. São essas coisas que a gente nunca esquece.
1 comentários - A Curiosidade (gay) - A Precuela