Meu nome é Esmeralda, tenho 41 anos e trabalho como empregada doméstica numa casa de luxo de um casal de profissionais. A dona Rebeca, de 33 anos, é advogada; uma mulher bem gostosa e elegante. O marido dela, o senhor Manuel, de 35 anos, é arquiteto; ele também é um homem muito bonito e os dois formam um casal lindo. Trabalho com eles há oito meses. Meu horário é de segunda a sexta, das 6 da manhã até as 2 da tarde. Minha rotina é chegar cedo pra deixar o café da manhã pronto pra eles às 7h, e depois que eles saem pro trabalho, eu começo a limpeza da casa. Numa segunda-feira, cheguei como sempre e deu 7h, o café já estava servido, mas o Manuel não desceu pra comer, só a Rebeca. Não perguntei pelo senhor Manuel porque a Rebeca estava no telefone o tempo todo. Além disso, às vezes o Manuel viajava a trabalho e ficava fora por mais de uma semana, e achei que era o caso naquele dia. A dona Rebeca saiu pro trabalho lá pelas 7h45 e eu comecei com os serviços da casa. Era umas 8h30 quando entrei pra arrumar o quarto do casal e ouvi a água correndo no chuveiro do banheiro. A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que a Rebeca tinha esquecido de fechar a água depois do banho, e resolvi ir no banheiro verificar. Quando entrei, não acreditei no que vi. Era o Manuel dentro do chuveiro. Tava tomando banho. Lá estava ele, se ensaboando e passando as mãos pelo corpo todo. O Manuel era um homem alto, mais ou menos 1,82m, corpo atlético e bem definido, braços e abdômen marcados, pernas grossas, cabelo meio cacheado castanho escuro. Fiquei nervosa e quis sair, mas não conseguia parar de olhar aquele espetáculo. Ele tava lá, feliz da vida, tomando banho e assobiando. Depois, passou as mãos com a esponja cheia de sabão no pau dele, que tava bem visível. Pau lindo balançando. Era quase como eu imaginava: grande e grosso, porque dava pra ver o volume dele nas vezes que eu via o senhor Manuel malhando na academia de casa. Os minutos passavam e eu continuava ali parada do lado da porta do banheiro, de olho fixo vendo ele ensaboar aquele membro gostoso. Aí, aconteceu algo inacreditável: ele começou a se masturbar. Me excitou demais ver ele brincando com aquele pedaço de carne, e em questão de segundos, tava totalmente duro enquanto soltava uns gemidos de vez em quando. Resolvi me mandar, mas nessa hora, Manuel virou pra porta, me viu ali em pé e fez uma cara de surpresa, mas ao mesmo tempo me chamou: — Esmeralda? Esmeralda, vem aqui, por favor! Com o coração batendo a mil e toda nervosa, engoli seco e me aproximei um pouco, tentando não olhar pra baixo pra ver o pau dele duro, e falei: — D… desculpa, senhor Manuel, não sabia que o senhor ainda tava aqui em casa. — Relaxa. É que hoje não vou pro escritório porque daqui vou direto ver uns clientes ao meio-dia. Pode me fazer um favor? — S… sim. Sim, senhor Manuel. O que o senhor precisa? — Esqueci de pegar uma toalha. Pode trazer uma pra mim, por favor? — Ah… sim, um minuto. Peguei uma toalha do armário e entreguei pra ele. Quando tava ali fora do chuveiro, tava morrendo de vergonha e muito nervosa só de ver ele pelado ali, com o pau já meio duro. Ele só deu um sorrisinho safado e falou: — Fica tranquila. Não é como se fosse a primeira vez que você vê um homem pelado, né? Haha! — Hum… não, senhor Manuel, mas agora é diferente porque o senhor é meu patrão. — Relaxa. Me passa a toalha. Quando estendi o braço pra dar a toalha, ele segurou meu antebraço e falou com uma voz mais suave: — Fica de boa. Por que não toma banho comigo? — Desculpa, senhor Manuel, eu não posso fazer isso. — Por que não? Só me faz companhia aqui dentro. Mesmo por dentro eu morrendo de Vontade de entrar no chuveiro com ele, respondi: — Desculpa, seu Manuel, mas não posso. Preciso continuar com minhas obrigações. Aqui está a toalha. — Me escuta bem, Esmeralda. Semana passada, minha esposa perdeu um dinheiro que deixou em cima da escrivaninha no escritório dela. Ela não sabe quem pegou, mas eu revisei uma câmera escondida de vigilância e vi que foi você. Naquele momento, fiquei completamente congelada porque o que Manuel dizia era totalmente verdade. Eu tinha pegado aquele dinheiro, mas nunca imaginei que uma câmera tinha me gravado. Manuel continuou me dizendo: — Lá aparece você no vídeo pegando esse dinheiro. Como já sabe, Rebeca é advogada e, se descobrir, você pode se meter em sérios problemas com as autoridades. Então, por favor, tira a roupa e entra no chuveiro comigo se não quiser ter problemas legais. Não tive outra opção a não ser fazer o que Manuel pedia. Estava nervosa, mas ao mesmo tempo excitada por entrar no chuveiro com ele. Me despi na frente dele enquanto sentia seu olhar cheio de tesão e entrei no chuveiro. Fiquei de pé ao lado dele, e ele me colocou debaixo do chuveiro para molhar todo meu corpinho de apenas 1,70 m de altura. Passou as mãos pelo meu cabelo e ombros para encharcá-los com a água que caía. Depois, me virou de costas e, enquanto percorria com as mãos todo o meu corpo, sussurrava no meu ouvido enquanto esfregava o pau na minha bunda: — Fico feliz que você fez a coisa certa, Esmeralda. Pra ser sincero, você tem um corpinho delicioso. Desde que você começou a trabalhar com a gente, jurei que um dia ia comer tudo isso. Nunca te falei, mas você é uma gostosa. Sua cinturinha, seus quadris largos, seus peitões enormes, sua bunda deliciosa, seu cabelo lindo, longo, preto e sedoso, e sua carinha de putinha inocente me deixam louco. Várias vezes comi a Rebeca fantasiando que estava com você. Tudo isso ele dizia enquanto as mãos não paravam de me apalpar por todos os lados, enquanto meus nervos e minha excitação aumentavam. aumentando. Só me virei pra encarar ele de frente e falei: - Seu Manuel. - Só me chama de Manuel e me trata por tu quando estivermos a sós, por favor. - Tá bom, Manuel, vou fazer o que você mandar, só não conta nada pra Rebeca. - Se você cooperar comigo, ela não vai ficar sabendo de nada. Naquele momento, começamos a nos beijar na boca com paixão, e com as mãos percorríamos nossos corpos debaixo do chuveiro. Depois, comecei a beijar o pescoço dele, e dali fui descendo até os peitorais enquanto minhas mãos deslizavam pelas costas largas dele e depois pelas nádegas. Percebi que, quando minha boca chegou no umbigo dele, o pau já tava totalmente duro de novo. Tava uma delícia: grande, grosso, com as veias saltadas e a cabeça bem larga. Era meio torto, mas não muito. Simplesmente perfeito. Aquela pica parecia maior e mais gostosa que a do meu marido. Passei um pouco de sabão nas mãos e comecei a esfregar aquele tronco gostoso, dando uns tapinhas sensuais. Ele ficava excitado vendo o pauzão escorregar nas minhas mãos ensaboadas e só falou: - Oooh… Você tem um toque delicioso, Esmeralda. Suas mãozinhas são uma delícia. Continua assim, por favor. Fiquei puxando aquela pica dura por uns dois minutos, enquanto de vez em quando olhava nos olhos dele e a gente trocava sorrisos. Depois, enxáguei minhas mãos junto com o pau dele, me ajoelhei na frente dele e comecei a dar um boquete delicioso naquele membro que já tava mais duro que pedra. Coloquei minha boquinha na cabeça daquele pauzão e, com cuidado, comecei a chupar enquanto massageava a glande com a língua. Isso deixou ele louco de prazer, e ele soltou uns gemidos: - Ooooohhh! Ooooooh! Assim, Esmeralda, continua assim. Eu continuei metendo aquela pica na boca como a putinha inocente que ele disse que eu sou. Chupei com movimentos delicados enquanto massageava as bolas gostosas dele e as nádegas com as mãos. Ele abriu um pouco as pernas, me convidando a enfiar um dos meus dedos. no cu dele. Fiz assim. Enquanto eu continuava chupando aquele pauzão como uma puta experiente, enfiei suavemente o dedo do meio da minha mão direita no cu dele e ele adorou. Comecei a massagear delicadamente o cu dele enquanto minha boquinha fazia o serviço naquela piroca e com a mão esquerda acariciava as bolas dele. Manuel não parava de gemer, e isso me excitava ainda mais, porque meu marido não costuma ser tão expressivo na hora do sexo. Continuei mamando aquele pedaço de carne da maneira mais perversa possível. Sabia que me livraria de muitos problemas se desse a Manuel o melhor prazer da vida dele. Além disso, eu também já tinha tempo fantasiando em comer meu patrão, e no dia menos esperado, aconteceu. Manuel começou a tremer e a ficar tenso. Continuava gemendo como um louco e estava pronto para o orgasmo. Naquele momento, ele tirou a pica bruscamente da minha boca e disse com a respiração ofegante: — Aaaahh! Aaahh! É… espera, Esmeralda. Agora quero te comer. Fica de pé. Sabia que ele ainda não queria terminar tão cedo, porque o melhor estava por vir. Sorrindo safadamente, fiquei de pé e ele me encostou contra uma das paredes do chuveiro. Apoiei as mãos na parede e fiquei ali na ponta dos pés. Ele se agachou, ficando de cócoras atrás de mim, e abriu um pouco minhas pernas. Com as duas mãos, separou minhas nádegas para deixar minha bucetinha e meu cuzinho expostos e à disposição dele, enquanto o jato de água morna do chuveiro caía nas minhas costas. Primeiro, começou a lamber minha xota de um jeito delicioso, mas um pouco bruto. Percorreu todos os meus lábios vaginais em questão de segundos e depois enfiou aquela língua gostosa lá dentro como se fosse uma cobra. Fazia tudo isso enquanto não parava de apalpar e apertar minha bunda empinada. Era algo totalmente delicioso. Lambeu aquela buceta como se fosse um cachorro sedento. Depois, lentamente, enfiou o polegar no meu cu e deu uma massageada gostosa enquanto com a língua continuava devorando minha bucetinha. As lambidas dele Me deixaram louca de prazer e comecei a gemer alto: - Aaaai! Aaaai! Assim, Manuel, me chupa assim e não para. Eu dizia pro meu patrão enquanto ele continuava enfiando a cara na minha bunda pra continuar me comendo como um verdadeiro expert. Ele continuou me comendo por uns 8 ou 10 minutos. Eu tava totalmente excitada e, sem querer, comecei a ter contrações. Tava prestes a gozar. Manuel continuava me chupando a bucetinha num ritmo voraz, enquanto com uma das mãos massageava meu clitóris até que não aguentei mais e gozei. Comecei a tremer e minhas pernas bambearam. Coloquei as mãos na cabeça dele e comecei a puxar os cabelos dele. Também gritei de prazer uns palavrões junto com gemidos gostosos: - AAAAAAAAI! Assim, filho da p*ta, me chupa! Aaaaiii!!! Assim vai, filho da p*ta, não para! Aaaaiii! Aaaaaaaaiii! Que orgasmo delicioso que eu tive! Fazia tempo que não sentia um assim. Minhas pernas ainda estavam tremendo. Já tava difícil ficar de pé. Manuel percebeu que eu tinha gozado e se levantou; o pau dele já tava meio mole. Fiquei ali de pé por um momento, recuperando o fôlego, quando Manuel falou com um sorriso safado: - Ainda não terminamos, Esmeraldinha. Agora vem a melhor parte. - Que delícia, papi, mas deixa eu descansar um pouquinho. - Que delícia você me chamar de "papi". Quero que você se dirija a mim assim quando estivermos a sós. - O que você mandar, gostoso. Começamos a nos beijar de novo na boca. Depois ele começou a lamber e chupar meus peitos. Enquanto ele fazia isso, eu comecei a brincar com a p*roca dele, acariciando e dando uns puxões gostosos. Dava pra sentir como em questão de segundos na minha mão ela ficava durona. Era muito fascinante sentir com a mão aquele pedaço grosso e comprido. Depois, ele olhou nos meus olhos e disse: - Agora sim vou provar o que há muito tempo desejo. - Vai fundo, papi. Sou toda sua. Ele só sorriu pra mim e me beijou na boca, e depois me virou. bruscamente contra a porta de vidro do chuveiro. Ele abriu minhas pernas e me fez ficar na ponta dos pés, levantando minha bunda, e começou a me penetrar com aquela pica enorme enquanto com as mãos separava minhas duas nádegas pra facilitar a entrada do pau. Senti a cabeça do pau dele esticar as paredes da minha buceta. Foi uma sensação deliciosa, mas ao mesmo tempo um pouco dolorida. Involuntariamente soltei um gemido: - Aaaaaaaiii! Que gostoso, papai. Assim, mete tudo em mim, por favor. Eu continuava sentindo cada centímetro da pica dele, com cada veia saltada, deslizando pra dentro da minha xereca enquanto ele, com as mãos de um macho sádico sedento de prazer, apertava minha cintura. Eu só ficava ali, encostada na porta do chuveiro. Quando ele enfiou a pica toda dentro de mim, começou a me comer com força, igual uma fera selvagem. Hummm... que delícia! Era uma maravilha sentir aquela pica entrando e saindo da minha boceta. Era incrível me sentir usada e abusada pelo meu patrão. Comecei a gemer e gritar que nem uma louca enquanto Manuel me comia forte, igual uma máquina de costura: - AAAAAAAIIII! Aaaaaaaiii!! Assim, papai! Assim, rasga essa xereca! Aaaaaaaiii! Os minutos passavam e as metidas continuavam. Manuel não parecia um ser humano, era um touro de verdade me comendo sem parar. Ele tava como possuído. Minhas pernas começaram a ficar fracas e cansadas, mas ele parecia não se cansar. Eu só gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, enquanto olhava pro teto do chuveiro. Segundos depois, senti contrações de novo. Era delicioso, tive outro orgasmo: - Aaaaaaaiii! Aaaaaaaaaaiii! Mete forte, papai, assim! Aaaaaaaiii, assim, seu cachorro maldito, não para. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaiii!!!! Eu queria descansar um pouco, mas ele continuava me fodendo forte, que nem um louco desenfreado, enquanto apertava meus peitos com as mãos. A pica dele parecia um tronco enorme destruindo todas as minhas entranhas. Depois, Manuel sussurrou no meu ouvido: - Você tava precisando de uma foda assim, né, puta? - S... Sim, papai. - Agora sim vem a parte mais gostosa. Se prepara, vagabunda gostosa. - Já acabou de destruir essa buceta, papai. Respondi com o pouco de fôlego que ainda me restava. Ele aumentou ainda mais o ritmo e continuou me empurrando com aquela p* enorme. Eu sentia que ia desmaiar quando senti as mãos dele apertando com força meus quadris. Já era demais. Não aguentava mais aquela p* rola. Segundos depois, Manuel finalmente gozou, jogando todo o leite dentro da minha pepita, soltando um gemido forte com a voz máscula: - ¡¡¡AAAAAAHHHHHH!!!! ¡Aaaaahhh! ¡Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh! Era delicioso sentir aquela p* enorme disparar um jato imenso de porra dentro da minha xota, mas ele imediatamente tirou o pau e continuou cobrindo minhas nádegas com o esperma quentinho. Foi sensacional. Nunca imaginei que meu patrão soubesse foder tão gostoso assim. Um minuto depois de recuperar um pouco as forças e o fôlego, ele disse: - Caramba, Esmeraldinha! Nunca pensei que por trás dessa carinha linda se escondesse uma verdadeira puta. - O mesmo posso dizer de você, Manuel. Que sortuda é a patroa por ser casada com um macho como você e poder te aproveitar toda noite. - Hmmm... Se eu te contasse. Rebeca e eu estamos há semanas sem transar. - Que pena, mas agora estou aqui pra te foder gostoso, vagabunda. Bom, Manuel. Suponho que depois disso que acabou de rolar entre a gente, você não vai mais contar nada pra Rebeca, né? - Não se preocupa, gatinha. Não vou contar nada, desde que a gente continue tendo encontros tão deliciosos como esse. - Claro, papai, você sabe que sim. E assim passaram os meses, e meu patrão e eu voltamos a foder em toda oportunidade que surgia. Da próxima vez, fizemos na cama da patroa. Manuel achava que me tinha controlado por causa do dinheiro da patroa que peguei. O que ele não sabe é que a patroa Rebeca realmente me cobrou o dinheiro, mas eu informei que também tenho ela gravada no meu celular. aquela vez que peguei ela trepando com o cunhado dela, o Alejandro, irmão mais novo do Manuel. Então pedi pra ela esquecer a grana em troca de guardar o segredinho dela.
Meu nome é Esmeralda, tenho 41 anos e trabalho como empregada doméstica numa casa de luxo de um casal de profissionais. A dona Rebeca, de 33 anos, é advogada; uma mulher bem gostosa e elegante. O marido dela, o senhor Manuel, de 35 anos, é arquiteto; ele também é um homem muito bonito e os dois formam um casal lindo. Trabalho com eles há oito meses. Meu horário é de segunda a sexta, das 6 da manhã até as 2 da tarde. Minha rotina é chegar cedo pra deixar o café da manhã pronto pra eles às 7h, e depois que eles saem pro trabalho, eu começo a limpeza da casa. Numa segunda-feira, cheguei como sempre e deu 7h, o café já estava servido, mas o Manuel não desceu pra comer, só a Rebeca. Não perguntei pelo senhor Manuel porque a Rebeca estava no telefone o tempo todo. Além disso, às vezes o Manuel viajava a trabalho e ficava fora por mais de uma semana, e achei que era o caso naquele dia. A dona Rebeca saiu pro trabalho lá pelas 7h45 e eu comecei com os serviços da casa. Era umas 8h30 quando entrei pra arrumar o quarto do casal e ouvi a água correndo no chuveiro do banheiro. A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que a Rebeca tinha esquecido de fechar a água depois do banho, e resolvi ir no banheiro verificar. Quando entrei, não acreditei no que vi. Era o Manuel dentro do chuveiro. Tava tomando banho. Lá estava ele, se ensaboando e passando as mãos pelo corpo todo. O Manuel era um homem alto, mais ou menos 1,82m, corpo atlético e bem definido, braços e abdômen marcados, pernas grossas, cabelo meio cacheado castanho escuro. Fiquei nervosa e quis sair, mas não conseguia parar de olhar aquele espetáculo. Ele tava lá, feliz da vida, tomando banho e assobiando. Depois, passou as mãos com a esponja cheia de sabão no pau dele, que tava bem visível. Pau lindo balançando. Era quase como eu imaginava: grande e grosso, porque dava pra ver o volume dele nas vezes que eu via o senhor Manuel malhando na academia de casa. Os minutos passavam e eu continuava ali parada do lado da porta do banheiro, de olho fixo vendo ele ensaboar aquele membro gostoso. Aí, aconteceu algo inacreditável: ele começou a se masturbar. Me excitou demais ver ele brincando com aquele pedaço de carne, e em questão de segundos, tava totalmente duro enquanto soltava uns gemidos de vez em quando. Resolvi me mandar, mas nessa hora, Manuel virou pra porta, me viu ali em pé e fez uma cara de surpresa, mas ao mesmo tempo me chamou: — Esmeralda? Esmeralda, vem aqui, por favor! Com o coração batendo a mil e toda nervosa, engoli seco e me aproximei um pouco, tentando não olhar pra baixo pra ver o pau dele duro, e falei: — D… desculpa, senhor Manuel, não sabia que o senhor ainda tava aqui em casa. — Relaxa. É que hoje não vou pro escritório porque daqui vou direto ver uns clientes ao meio-dia. Pode me fazer um favor? — S… sim. Sim, senhor Manuel. O que o senhor precisa? — Esqueci de pegar uma toalha. Pode trazer uma pra mim, por favor? — Ah… sim, um minuto. Peguei uma toalha do armário e entreguei pra ele. Quando tava ali fora do chuveiro, tava morrendo de vergonha e muito nervosa só de ver ele pelado ali, com o pau já meio duro. Ele só deu um sorrisinho safado e falou: — Fica tranquila. Não é como se fosse a primeira vez que você vê um homem pelado, né? Haha! — Hum… não, senhor Manuel, mas agora é diferente porque o senhor é meu patrão. — Relaxa. Me passa a toalha. Quando estendi o braço pra dar a toalha, ele segurou meu antebraço e falou com uma voz mais suave: — Fica de boa. Por que não toma banho comigo? — Desculpa, senhor Manuel, eu não posso fazer isso. — Por que não? Só me faz companhia aqui dentro. Mesmo por dentro eu morrendo de Vontade de entrar no chuveiro com ele, respondi: — Desculpa, seu Manuel, mas não posso. Preciso continuar com minhas obrigações. Aqui está a toalha. — Me escuta bem, Esmeralda. Semana passada, minha esposa perdeu um dinheiro que deixou em cima da escrivaninha no escritório dela. Ela não sabe quem pegou, mas eu revisei uma câmera escondida de vigilância e vi que foi você. Naquele momento, fiquei completamente congelada porque o que Manuel dizia era totalmente verdade. Eu tinha pegado aquele dinheiro, mas nunca imaginei que uma câmera tinha me gravado. Manuel continuou me dizendo: — Lá aparece você no vídeo pegando esse dinheiro. Como já sabe, Rebeca é advogada e, se descobrir, você pode se meter em sérios problemas com as autoridades. Então, por favor, tira a roupa e entra no chuveiro comigo se não quiser ter problemas legais. Não tive outra opção a não ser fazer o que Manuel pedia. Estava nervosa, mas ao mesmo tempo excitada por entrar no chuveiro com ele. Me despi na frente dele enquanto sentia seu olhar cheio de tesão e entrei no chuveiro. Fiquei de pé ao lado dele, e ele me colocou debaixo do chuveiro para molhar todo meu corpinho de apenas 1,70 m de altura. Passou as mãos pelo meu cabelo e ombros para encharcá-los com a água que caía. Depois, me virou de costas e, enquanto percorria com as mãos todo o meu corpo, sussurrava no meu ouvido enquanto esfregava o pau na minha bunda: — Fico feliz que você fez a coisa certa, Esmeralda. Pra ser sincero, você tem um corpinho delicioso. Desde que você começou a trabalhar com a gente, jurei que um dia ia comer tudo isso. Nunca te falei, mas você é uma gostosa. Sua cinturinha, seus quadris largos, seus peitões enormes, sua bunda deliciosa, seu cabelo lindo, longo, preto e sedoso, e sua carinha de putinha inocente me deixam louco. Várias vezes comi a Rebeca fantasiando que estava com você. Tudo isso ele dizia enquanto as mãos não paravam de me apalpar por todos os lados, enquanto meus nervos e minha excitação aumentavam. aumentando. Só me virei pra encarar ele de frente e falei: - Seu Manuel. - Só me chama de Manuel e me trata por tu quando estivermos a sós, por favor. - Tá bom, Manuel, vou fazer o que você mandar, só não conta nada pra Rebeca. - Se você cooperar comigo, ela não vai ficar sabendo de nada. Naquele momento, começamos a nos beijar na boca com paixão, e com as mãos percorríamos nossos corpos debaixo do chuveiro. Depois, comecei a beijar o pescoço dele, e dali fui descendo até os peitorais enquanto minhas mãos deslizavam pelas costas largas dele e depois pelas nádegas. Percebi que, quando minha boca chegou no umbigo dele, o pau já tava totalmente duro de novo. Tava uma delícia: grande, grosso, com as veias saltadas e a cabeça bem larga. Era meio torto, mas não muito. Simplesmente perfeito. Aquela pica parecia maior e mais gostosa que a do meu marido. Passei um pouco de sabão nas mãos e comecei a esfregar aquele tronco gostoso, dando uns tapinhas sensuais. Ele ficava excitado vendo o pauzão escorregar nas minhas mãos ensaboadas e só falou: - Oooh… Você tem um toque delicioso, Esmeralda. Suas mãozinhas são uma delícia. Continua assim, por favor. Fiquei puxando aquela pica dura por uns dois minutos, enquanto de vez em quando olhava nos olhos dele e a gente trocava sorrisos. Depois, enxáguei minhas mãos junto com o pau dele, me ajoelhei na frente dele e comecei a dar um boquete delicioso naquele membro que já tava mais duro que pedra. Coloquei minha boquinha na cabeça daquele pauzão e, com cuidado, comecei a chupar enquanto massageava a glande com a língua. Isso deixou ele louco de prazer, e ele soltou uns gemidos: - Ooooohhh! Ooooooh! Assim, Esmeralda, continua assim. Eu continuei metendo aquela pica na boca como a putinha inocente que ele disse que eu sou. Chupei com movimentos delicados enquanto massageava as bolas gostosas dele e as nádegas com as mãos. Ele abriu um pouco as pernas, me convidando a enfiar um dos meus dedos. no cu dele. Fiz assim. Enquanto eu continuava chupando aquele pauzão como uma puta experiente, enfiei suavemente o dedo do meio da minha mão direita no cu dele e ele adorou. Comecei a massagear delicadamente o cu dele enquanto minha boquinha fazia o serviço naquela piroca e com a mão esquerda acariciava as bolas dele. Manuel não parava de gemer, e isso me excitava ainda mais, porque meu marido não costuma ser tão expressivo na hora do sexo. Continuei mamando aquele pedaço de carne da maneira mais perversa possível. Sabia que me livraria de muitos problemas se desse a Manuel o melhor prazer da vida dele. Além disso, eu também já tinha tempo fantasiando em comer meu patrão, e no dia menos esperado, aconteceu. Manuel começou a tremer e a ficar tenso. Continuava gemendo como um louco e estava pronto para o orgasmo. Naquele momento, ele tirou a pica bruscamente da minha boca e disse com a respiração ofegante: — Aaaahh! Aaahh! É… espera, Esmeralda. Agora quero te comer. Fica de pé. Sabia que ele ainda não queria terminar tão cedo, porque o melhor estava por vir. Sorrindo safadamente, fiquei de pé e ele me encostou contra uma das paredes do chuveiro. Apoiei as mãos na parede e fiquei ali na ponta dos pés. Ele se agachou, ficando de cócoras atrás de mim, e abriu um pouco minhas pernas. Com as duas mãos, separou minhas nádegas para deixar minha bucetinha e meu cuzinho expostos e à disposição dele, enquanto o jato de água morna do chuveiro caía nas minhas costas. Primeiro, começou a lamber minha xota de um jeito delicioso, mas um pouco bruto. Percorreu todos os meus lábios vaginais em questão de segundos e depois enfiou aquela língua gostosa lá dentro como se fosse uma cobra. Fazia tudo isso enquanto não parava de apalpar e apertar minha bunda empinada. Era algo totalmente delicioso. Lambeu aquela buceta como se fosse um cachorro sedento. Depois, lentamente, enfiou o polegar no meu cu e deu uma massageada gostosa enquanto com a língua continuava devorando minha bucetinha. As lambidas dele Me deixaram louca de prazer e comecei a gemer alto: - Aaaai! Aaaai! Assim, Manuel, me chupa assim e não para. Eu dizia pro meu patrão enquanto ele continuava enfiando a cara na minha bunda pra continuar me comendo como um verdadeiro expert. Ele continuou me comendo por uns 8 ou 10 minutos. Eu tava totalmente excitada e, sem querer, comecei a ter contrações. Tava prestes a gozar. Manuel continuava me chupando a bucetinha num ritmo voraz, enquanto com uma das mãos massageava meu clitóris até que não aguentei mais e gozei. Comecei a tremer e minhas pernas bambearam. Coloquei as mãos na cabeça dele e comecei a puxar os cabelos dele. Também gritei de prazer uns palavrões junto com gemidos gostosos: - AAAAAAAAI! Assim, filho da p*ta, me chupa! Aaaaiii!!! Assim vai, filho da p*ta, não para! Aaaaiii! Aaaaaaaaiii! Que orgasmo delicioso que eu tive! Fazia tempo que não sentia um assim. Minhas pernas ainda estavam tremendo. Já tava difícil ficar de pé. Manuel percebeu que eu tinha gozado e se levantou; o pau dele já tava meio mole. Fiquei ali de pé por um momento, recuperando o fôlego, quando Manuel falou com um sorriso safado: - Ainda não terminamos, Esmeraldinha. Agora vem a melhor parte. - Que delícia, papi, mas deixa eu descansar um pouquinho. - Que delícia você me chamar de "papi". Quero que você se dirija a mim assim quando estivermos a sós. - O que você mandar, gostoso. Começamos a nos beijar de novo na boca. Depois ele começou a lamber e chupar meus peitos. Enquanto ele fazia isso, eu comecei a brincar com a p*roca dele, acariciando e dando uns puxões gostosos. Dava pra sentir como em questão de segundos na minha mão ela ficava durona. Era muito fascinante sentir com a mão aquele pedaço grosso e comprido. Depois, ele olhou nos meus olhos e disse: - Agora sim vou provar o que há muito tempo desejo. - Vai fundo, papi. Sou toda sua. Ele só sorriu pra mim e me beijou na boca, e depois me virou. bruscamente contra a porta de vidro do chuveiro. Ele abriu minhas pernas e me fez ficar na ponta dos pés, levantando minha bunda, e começou a me penetrar com aquela pica enorme enquanto com as mãos separava minhas duas nádegas pra facilitar a entrada do pau. Senti a cabeça do pau dele esticar as paredes da minha buceta. Foi uma sensação deliciosa, mas ao mesmo tempo um pouco dolorida. Involuntariamente soltei um gemido: - Aaaaaaaiii! Que gostoso, papai. Assim, mete tudo em mim, por favor. Eu continuava sentindo cada centímetro da pica dele, com cada veia saltada, deslizando pra dentro da minha xereca enquanto ele, com as mãos de um macho sádico sedento de prazer, apertava minha cintura. Eu só ficava ali, encostada na porta do chuveiro. Quando ele enfiou a pica toda dentro de mim, começou a me comer com força, igual uma fera selvagem. Hummm... que delícia! Era uma maravilha sentir aquela pica entrando e saindo da minha boceta. Era incrível me sentir usada e abusada pelo meu patrão. Comecei a gemer e gritar que nem uma louca enquanto Manuel me comia forte, igual uma máquina de costura: - AAAAAAAIIII! Aaaaaaaiii!! Assim, papai! Assim, rasga essa xereca! Aaaaaaaiii! Os minutos passavam e as metidas continuavam. Manuel não parecia um ser humano, era um touro de verdade me comendo sem parar. Ele tava como possuído. Minhas pernas começaram a ficar fracas e cansadas, mas ele parecia não se cansar. Eu só gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, enquanto olhava pro teto do chuveiro. Segundos depois, senti contrações de novo. Era delicioso, tive outro orgasmo: - Aaaaaaaiii! Aaaaaaaaaaiii! Mete forte, papai, assim! Aaaaaaaiii, assim, seu cachorro maldito, não para. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaiii!!!! Eu queria descansar um pouco, mas ele continuava me fodendo forte, que nem um louco desenfreado, enquanto apertava meus peitos com as mãos. A pica dele parecia um tronco enorme destruindo todas as minhas entranhas. Depois, Manuel sussurrou no meu ouvido: - Você tava precisando de uma foda assim, né, puta? - S... Sim, papai. - Agora sim vem a parte mais gostosa. Se prepara, vagabunda gostosa. - Já acabou de destruir essa buceta, papai. Respondi com o pouco de fôlego que ainda me restava. Ele aumentou ainda mais o ritmo e continuou me empurrando com aquela p* enorme. Eu sentia que ia desmaiar quando senti as mãos dele apertando com força meus quadris. Já era demais. Não aguentava mais aquela p* rola. Segundos depois, Manuel finalmente gozou, jogando todo o leite dentro da minha pepita, soltando um gemido forte com a voz máscula: - ¡¡¡AAAAAAHHHHHH!!!! ¡Aaaaahhh! ¡Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh! Era delicioso sentir aquela p* enorme disparar um jato imenso de porra dentro da minha xota, mas ele imediatamente tirou o pau e continuou cobrindo minhas nádegas com o esperma quentinho. Foi sensacional. Nunca imaginei que meu patrão soubesse foder tão gostoso assim. Um minuto depois de recuperar um pouco as forças e o fôlego, ele disse: - Caramba, Esmeraldinha! Nunca pensei que por trás dessa carinha linda se escondesse uma verdadeira puta. - O mesmo posso dizer de você, Manuel. Que sortuda é a patroa por ser casada com um macho como você e poder te aproveitar toda noite. - Hmmm... Se eu te contasse. Rebeca e eu estamos há semanas sem transar. - Que pena, mas agora estou aqui pra te foder gostoso, vagabunda. Bom, Manuel. Suponho que depois disso que acabou de rolar entre a gente, você não vai mais contar nada pra Rebeca, né? - Não se preocupa, gatinha. Não vou contar nada, desde que a gente continue tendo encontros tão deliciosos como esse. - Claro, papai, você sabe que sim. E assim passaram os meses, e meu patrão e eu voltamos a foder em toda oportunidade que surgia. Da próxima vez, fizemos na cama da patroa. Manuel achava que me tinha controlado por causa do dinheiro da patroa que peguei. O que ele não sabe é que a patroa Rebeca realmente me cobrou o dinheiro, mas eu informei que também tenho ela gravada no meu celular. aquela vez que peguei ela trepando com o cunhado dela, o Alejandro, irmão mais novo do Manuel. Então pedi pra ela esquecer a grana em troca de guardar o segredinho dela.
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