Depois de passar por toda essa odisseia, cê tá aí de visita num presídio que nunca conheci, onde com certeza nem a mulher nem a mãe dele foram visitar por anos.
E sem saber o que fazer,
nossas caras estavam envergonhadas e pedimos desculpas,
automaticamente Neky disse: "Não, galera, tá de boa, vocês não sei quem são, mas
é meu irmão que precisa saber que aqui tudo é complicado, eu faço boa figura.
Marcos: bom, Neky, tá tudo bem, não vai acontecer de novo...
Enquanto a gente conversava, a Mary, sem dizer uma palavra, foi e se deitou numa das camas que estavam ali, virando as costas pra nós. A saia dela subiu um pouco e ela disse:
Ela: enquanto vocês conversam, me avisam quando a gente for embora! Desde ontem à noite que a gente tá rodando por aí e aqui não tem nem uma gota de cerveja, …!
Imediatamente, achei as palavras dela inocentes e simpáticas, mas era óbvio que o olhar dos presos tava cravado nas cadeiras da Mari. Foi nesse momento que o Neky chegou perto de mim e perguntou: "Ela é tua mina?" E eu, com medo, falei que sim, mas a gente não queria causar desconforto e pedir desculpa porque ela tava amanhecida — bom, nós três — e o Marcos falou: "É que eles tiveram presos da última vez." Mas, pra encurtar a história, ontem à noite a gente se juntou pra beber e aqui estamos.
Enquanto arrumavam as coisas: Mari se ajeita e, sem querer, deixa a bunda dela à mostra, e o velho cujo nome nunca vou saber.
diz; pelo amor de Deus! que rabo gostoso dessa mina!, não consigo me segurar, me dá vontade de bater uma aqui mesmo! e neky falou a verdade, faz meses que não vem nenhuma puta tirar nossa vontade, isso sim é doce!!
Eu, instintivamente, quis puxar a saia da Mari pra baixo, mas o Neky e o Marcos falaram que não, que era pra deixar ela em paz, que eles só iam olhar e que, se eu deixasse, eles iam bater uma. Aí eu aceitei com medo, e eles me pediram pra segurar um cobertor na porta da cela enquanto eles batiam uma. Foi assim: eu fiquei com os braços esticados segurando o cobertor na porta da cela pra tampar a visão de quem tava de fora.
Foi assim que Marcos disse: ela é uma putinha! Ontem à noite chupou nossa pica e na semana passada uns tiras comeram ela no cu... Enquanto ele falava e contava, Neky e aquele velhote sacaram suas picas e começaram a bater uma, dava pra ouvir a respiração insaciável deles e ele dizia: imagina se a gente traz ela aqui mais vezes, nosso amigo! A gente faz dela nossa puta e manda ela engravidada? Mas também grávida dá pra trazer ela assim, aí a gente continua enchendo a buceta dela sem culpa. A verdade é que no começo meus nervos estavam insuportáveis, lá aqueles presos batendo punheta com a Mari, eu segurando a coberta, só faltava enquanto eu tava ocupado eles encostarem a pica no meu cu e quererem arrombar também, mas repito, as barbaridades que falavam sobre a Mari eram as mais carcerárias possíveis. Meus braços já não aguentavam mais segurar e eles sentaram na beira da cama, o Marcos levantou a saia dela até a cintura e a bunda branca dela brilhava naquela escuridão, aí eu vi as mãos dos dois em cima da bunda dela e o Marcos, mais ousado, enfiou os dedos dentro da pussy dela.
E aí, Mari começava a gemer, mas o sono dela era profundo. O velhinho se aproximou e segurou ela pela cintura enquanto Marcos tirava a camiseta dela, deixando ela de peitos de fora, e Nely chupava os peitos dela desesperado. O velhinho abriu as pernas dela e começou a chupar a buceta dela desaforadamente.
e disse: essa putinha tá toda arrombada, tem cheiro de pica, e se for da pica do Marcos deve ser uma delícia igual a do irmãozinho Neky.
A verdade é que isso estava saindo do controle, foi então que eu ouvi um gemido da Mari e o Neky a colocou em cima da saia dele e começou a meter nela. A Mari, sentada e meio dormindo, só soltava gemidos, e esse velhote começou a chupar a buceta dela de novo e passava a língua nas bolas do Neky, que a penetrava sem nenhuma proteção. Enquanto isso, o Macos segurava ela com uma mão e a outra roçava o pau dele nos peitos dela. Aquela cena era mais pesada que qualquer pornô. Por um momento, eu estava me arrependendo, pensando até onde minha luxúria tinha chegado. E a Mari, meio acordada, olhou pra mim e disse.
Mari: O que foi? Quem tá me comendo? Ela deu uma cochilada e, entre o sono, falou: "Meninos punheteiros não me deixam dormir! Vocês são uns tarados, e você aí se escondendo? Por acaso sou feia pra você não querer que os outros vizinhos me vejam?" Eu fingia que não ouvia, e ela dizia: "Quem tá me comendo?" De repente, ela olha pro Marcos na frente dela com a pica molhada e fala: "Ô Marcos, ainda tá de pau duro? Não bastou meu boquete?" E começou a chupar o Marcos, enquanto o Neky continuava fodendo a Mari sem parar. Aí a Mari pegou a cabeça do velho e apertou contra a buceta dela, dizendo: "Ai sim, vovô, assim que eu gosto, chupa bem minha buceta que tão comendo ela, cê gosta de comer uma menininha de 20 anos? Posso ser sua netinha? Cê me comeria se eu fosse sua netinha?" E o velho não aguentou mais, se levantou, pegou o pau dele e enfiou na buceta da Mari. Enquanto isso, o Marcos se beijava com a Mari e tentava fazer ela dar um boquete nele, o Neky junto com o velho, enfurecidos, partindo aquela buceta. Nisso, a Mari solta: "Sabe, Neky, na recepção eu falei que você era meu irmão? Sei que você não tem irmã, porque se tivesse, já tinha engravidado ela!
Diante de declarações tão pesadas, meu pau ficou duro e eu, cansado de segurar o cobertor, decidi tirá-lo. Qual não foi minha surpresa ao ver os presos da cela da frente testemunhando tudo, e ficamos todos pasmos: ver Mari ser tão puta, com duas picas na buceta dela e chupando outra. Eu me aproximei e Mari dizia: "Me dá teu pau, meu amor, depravado, tarado. Gosta de me ver puta? Olha como esses caras tão partindo a buceta da sua puta-esposa, viu? O quanto sou puta? Te amo, amor! Essa buceta sempre será sua e dos seus amigos!" Na hora, Neky e o velho gozaram dentro de Mari. Eu e Marcos enfiamos tudo no cabelo e na cara dela, e ela na mesma hora se levantou, limpou a porra que escorria da concha super dilatada com uns guardanapos de papel e, imediatamente, antes de limpar a cara, só de minissaia, foi direto pra porta. Nosso espanto foi que ela percebeu que ninguém vinha e se despediu, deixando claro pros presos vizinhos que tava pouco se fodendo e que queria sentir a porra deles na cara. E foi assim: na hora, os vizinhos, uns caras de 20 anos, em segundos espirraram porra não só em Mari, mas até na gente. Era um frenesi de porra, e Mari disse: "Vamos!! O que os carcereiros vão pensar? Que fiquei aqui dando pra vocês?" E todos os presos em uníssono riam das palhaçadas dela!
Começamos a ir embora, Mary tirou os saltos dela de uma bolsa, calçou eles e começou a se despedir de cada um.
Ela: tchau, irmãozão Neky, e beijou ele com tudo, Tchau, véio! Também beijei ele com tudo e falei: não vai que depois eu tenha que voltar prenha pra buscar vocês, pra vocês me darem o sobrenome ou a pensão. E peguei no braço do Marcos e no meu e virei pra ir embora. Naky, sem palavras, se despediu do irmão e do véio também, e as mãos não paravam de grudar na bunda da Mari. E depois disso ela se apoiou na cela onde estavam aqueles jovens e ela foi pega pelos peitos e enfiavam as mãos por baixo da cintura dela e ela me fala: Meu amor, tira uma foto minha?
Olha as mãos desses caras, tão atrás das grades, com certeza essa foto vai parar em alguma borracharia. Foi assim que tirei a foto e ela se despediu deles com um beijão na boca, puxou os peitos pra fora e cruzou eles, pra esses bandidos babarem. Ela, agarrada nas barras, abriu as pernas enquanto eles enfiavam a mão até fazer ela gozar. Os gemidos dela ecoaram pela cadeia inteira, e aí a gente vazou rápido de lá.
Os policiais nos revistaram de novo na saída e pra ela falaram que nem pensasse que iam fazer toque vaginal, que toque demais ela já teve na cela, e ela entre risadas saiu daquela cadeia. Na luz da sesta de um domingo, com o rosto corado, com porra visível no cabelo, com a buceta arrombada de leitadas e aqueles peitos apalpados por todo mundo.
Depois, sem trocar uma palavra, fomos pra aquele bosque pegar as chaves e, de fato, estavam lá. Depois disso, o Marcos nos deixou em casa.
Nos despedimos, e a Mari tava com um cheirão de buceta. Pedi pra ela, por favor, não tomar banho, queria que assim, com cheiro de puta, a gente se enfiasse na nossa cama. E foi isso, fiquei acariciando a Mary, e ela me dizia:
Gostou do que rolou hoje? Viu como me arrombaram a buceta? Que putos e degenerados, hein? Tavam sem comer ninguém há anos, me encheram de porra.. e você também me banhou de porra.. Quer cheirar a porra de macho? E ela me levou pra chupar a buceta dela, toda vermelha e molhada, e lambi o suco dela, aquele líquido de orgasmos dela e porra de outros caras que, sinceramente, me deu uma vontade de provar um pau, e ela propôs que queria me ver sendo comida por um filho da puta na frente dela, entre outras coisas. E foi tanta tesão que a gente se pegou que transamos a tarde inteira e ficamos deitados até segunda de meio-dia, perdi de ir trabalhar na segunda, minhas pernas tremiam e ela deixou os lençóis impregnados com cheiro de macho. Nossa cama.


E sem saber o que fazer,
nossas caras estavam envergonhadas e pedimos desculpas,
automaticamente Neky disse: "Não, galera, tá de boa, vocês não sei quem são, mas
é meu irmão que precisa saber que aqui tudo é complicado, eu faço boa figura.
Marcos: bom, Neky, tá tudo bem, não vai acontecer de novo...
Enquanto a gente conversava, a Mary, sem dizer uma palavra, foi e se deitou numa das camas que estavam ali, virando as costas pra nós. A saia dela subiu um pouco e ela disse:
Ela: enquanto vocês conversam, me avisam quando a gente for embora! Desde ontem à noite que a gente tá rodando por aí e aqui não tem nem uma gota de cerveja, …!
Imediatamente, achei as palavras dela inocentes e simpáticas, mas era óbvio que o olhar dos presos tava cravado nas cadeiras da Mari. Foi nesse momento que o Neky chegou perto de mim e perguntou: "Ela é tua mina?" E eu, com medo, falei que sim, mas a gente não queria causar desconforto e pedir desculpa porque ela tava amanhecida — bom, nós três — e o Marcos falou: "É que eles tiveram presos da última vez." Mas, pra encurtar a história, ontem à noite a gente se juntou pra beber e aqui estamos.
Enquanto arrumavam as coisas: Mari se ajeita e, sem querer, deixa a bunda dela à mostra, e o velho cujo nome nunca vou saber.
diz; pelo amor de Deus! que rabo gostoso dessa mina!, não consigo me segurar, me dá vontade de bater uma aqui mesmo! e neky falou a verdade, faz meses que não vem nenhuma puta tirar nossa vontade, isso sim é doce!!
Eu, instintivamente, quis puxar a saia da Mari pra baixo, mas o Neky e o Marcos falaram que não, que era pra deixar ela em paz, que eles só iam olhar e que, se eu deixasse, eles iam bater uma. Aí eu aceitei com medo, e eles me pediram pra segurar um cobertor na porta da cela enquanto eles batiam uma. Foi assim: eu fiquei com os braços esticados segurando o cobertor na porta da cela pra tampar a visão de quem tava de fora.Foi assim que Marcos disse: ela é uma putinha! Ontem à noite chupou nossa pica e na semana passada uns tiras comeram ela no cu... Enquanto ele falava e contava, Neky e aquele velhote sacaram suas picas e começaram a bater uma, dava pra ouvir a respiração insaciável deles e ele dizia: imagina se a gente traz ela aqui mais vezes, nosso amigo! A gente faz dela nossa puta e manda ela engravidada? Mas também grávida dá pra trazer ela assim, aí a gente continua enchendo a buceta dela sem culpa. A verdade é que no começo meus nervos estavam insuportáveis, lá aqueles presos batendo punheta com a Mari, eu segurando a coberta, só faltava enquanto eu tava ocupado eles encostarem a pica no meu cu e quererem arrombar também, mas repito, as barbaridades que falavam sobre a Mari eram as mais carcerárias possíveis. Meus braços já não aguentavam mais segurar e eles sentaram na beira da cama, o Marcos levantou a saia dela até a cintura e a bunda branca dela brilhava naquela escuridão, aí eu vi as mãos dos dois em cima da bunda dela e o Marcos, mais ousado, enfiou os dedos dentro da pussy dela.
E aí, Mari começava a gemer, mas o sono dela era profundo. O velhinho se aproximou e segurou ela pela cintura enquanto Marcos tirava a camiseta dela, deixando ela de peitos de fora, e Nely chupava os peitos dela desesperado. O velhinho abriu as pernas dela e começou a chupar a buceta dela desaforadamente.
e disse: essa putinha tá toda arrombada, tem cheiro de pica, e se for da pica do Marcos deve ser uma delícia igual a do irmãozinho Neky.
A verdade é que isso estava saindo do controle, foi então que eu ouvi um gemido da Mari e o Neky a colocou em cima da saia dele e começou a meter nela. A Mari, sentada e meio dormindo, só soltava gemidos, e esse velhote começou a chupar a buceta dela de novo e passava a língua nas bolas do Neky, que a penetrava sem nenhuma proteção. Enquanto isso, o Macos segurava ela com uma mão e a outra roçava o pau dele nos peitos dela. Aquela cena era mais pesada que qualquer pornô. Por um momento, eu estava me arrependendo, pensando até onde minha luxúria tinha chegado. E a Mari, meio acordada, olhou pra mim e disse.
Mari: O que foi? Quem tá me comendo? Ela deu uma cochilada e, entre o sono, falou: "Meninos punheteiros não me deixam dormir! Vocês são uns tarados, e você aí se escondendo? Por acaso sou feia pra você não querer que os outros vizinhos me vejam?" Eu fingia que não ouvia, e ela dizia: "Quem tá me comendo?" De repente, ela olha pro Marcos na frente dela com a pica molhada e fala: "Ô Marcos, ainda tá de pau duro? Não bastou meu boquete?" E começou a chupar o Marcos, enquanto o Neky continuava fodendo a Mari sem parar. Aí a Mari pegou a cabeça do velho e apertou contra a buceta dela, dizendo: "Ai sim, vovô, assim que eu gosto, chupa bem minha buceta que tão comendo ela, cê gosta de comer uma menininha de 20 anos? Posso ser sua netinha? Cê me comeria se eu fosse sua netinha?" E o velho não aguentou mais, se levantou, pegou o pau dele e enfiou na buceta da Mari. Enquanto isso, o Marcos se beijava com a Mari e tentava fazer ela dar um boquete nele, o Neky junto com o velho, enfurecidos, partindo aquela buceta. Nisso, a Mari solta: "Sabe, Neky, na recepção eu falei que você era meu irmão? Sei que você não tem irmã, porque se tivesse, já tinha engravidado ela!
Diante de declarações tão pesadas, meu pau ficou duro e eu, cansado de segurar o cobertor, decidi tirá-lo. Qual não foi minha surpresa ao ver os presos da cela da frente testemunhando tudo, e ficamos todos pasmos: ver Mari ser tão puta, com duas picas na buceta dela e chupando outra. Eu me aproximei e Mari dizia: "Me dá teu pau, meu amor, depravado, tarado. Gosta de me ver puta? Olha como esses caras tão partindo a buceta da sua puta-esposa, viu? O quanto sou puta? Te amo, amor! Essa buceta sempre será sua e dos seus amigos!" Na hora, Neky e o velho gozaram dentro de Mari. Eu e Marcos enfiamos tudo no cabelo e na cara dela, e ela na mesma hora se levantou, limpou a porra que escorria da concha super dilatada com uns guardanapos de papel e, imediatamente, antes de limpar a cara, só de minissaia, foi direto pra porta. Nosso espanto foi que ela percebeu que ninguém vinha e se despediu, deixando claro pros presos vizinhos que tava pouco se fodendo e que queria sentir a porra deles na cara. E foi assim: na hora, os vizinhos, uns caras de 20 anos, em segundos espirraram porra não só em Mari, mas até na gente. Era um frenesi de porra, e Mari disse: "Vamos!! O que os carcereiros vão pensar? Que fiquei aqui dando pra vocês?" E todos os presos em uníssono riam das palhaçadas dela!
Começamos a ir embora, Mary tirou os saltos dela de uma bolsa, calçou eles e começou a se despedir de cada um.
Ela: tchau, irmãozão Neky, e beijou ele com tudo, Tchau, véio! Também beijei ele com tudo e falei: não vai que depois eu tenha que voltar prenha pra buscar vocês, pra vocês me darem o sobrenome ou a pensão. E peguei no braço do Marcos e no meu e virei pra ir embora. Naky, sem palavras, se despediu do irmão e do véio também, e as mãos não paravam de grudar na bunda da Mari. E depois disso ela se apoiou na cela onde estavam aqueles jovens e ela foi pega pelos peitos e enfiavam as mãos por baixo da cintura dela e ela me fala: Meu amor, tira uma foto minha?

Olha as mãos desses caras, tão atrás das grades, com certeza essa foto vai parar em alguma borracharia. Foi assim que tirei a foto e ela se despediu deles com um beijão na boca, puxou os peitos pra fora e cruzou eles, pra esses bandidos babarem. Ela, agarrada nas barras, abriu as pernas enquanto eles enfiavam a mão até fazer ela gozar. Os gemidos dela ecoaram pela cadeia inteira, e aí a gente vazou rápido de lá.Os policiais nos revistaram de novo na saída e pra ela falaram que nem pensasse que iam fazer toque vaginal, que toque demais ela já teve na cela, e ela entre risadas saiu daquela cadeia. Na luz da sesta de um domingo, com o rosto corado, com porra visível no cabelo, com a buceta arrombada de leitadas e aqueles peitos apalpados por todo mundo.
Depois, sem trocar uma palavra, fomos pra aquele bosque pegar as chaves e, de fato, estavam lá. Depois disso, o Marcos nos deixou em casa.
Nos despedimos, e a Mari tava com um cheirão de buceta. Pedi pra ela, por favor, não tomar banho, queria que assim, com cheiro de puta, a gente se enfiasse na nossa cama. E foi isso, fiquei acariciando a Mary, e ela me dizia:
Gostou do que rolou hoje? Viu como me arrombaram a buceta? Que putos e degenerados, hein? Tavam sem comer ninguém há anos, me encheram de porra.. e você também me banhou de porra.. Quer cheirar a porra de macho? E ela me levou pra chupar a buceta dela, toda vermelha e molhada, e lambi o suco dela, aquele líquido de orgasmos dela e porra de outros caras que, sinceramente, me deu uma vontade de provar um pau, e ela propôs que queria me ver sendo comida por um filho da puta na frente dela, entre outras coisas. E foi tanta tesão que a gente se pegou que transamos a tarde inteira e ficamos deitados até segunda de meio-dia, perdi de ir trabalhar na segunda, minhas pernas tremiam e ela deixou os lençóis impregnados com cheiro de macho. Nossa cama.



0 comentários - De pervertido pra cadeia 4