Cuck - Aghata Obediência III

Capítulo III - Obediência

11

Marcela se sentia esplêndida naquela manhã, tinha acabado de tomar um banho refrescante e estava secando o corpo enquanto pensava no que vinha acontecendo com ela nos últimos dias. Sua vida tinha se revitalizado e ela se sentia plena como não se sentia há muito tempo. O hotel ia muito bem, o filho dela estava com um bom desempenho acadêmico e de ótimo humor, mas a maior mudança foi o novo status com Roman. Depois do encontro com a Ágatha na confeitaria, ela decidiu conversar com ele naquela mesma tarde e assim o fez. Tiveram uma conversa que ela sentiu ser sincera e concordaram que aquilo que os unia tinha murchado, embora não quisessem terminar o relacionamento, principalmente por causa do filho dos dois. Foi assim que Roman reconheceu a distância que tinha colocado entre eles no plano sexual e explicou que estava passando por uma introspecção profunda, por isso não podia dar o que ela ansiava naquele momento da vida. Mesmo assim, ele concordou que ela satisfizesse suas urgências e paixões sexuais com quem ela escolhesse. Dessa forma, a chegada do novo hóspede ao hotel caiu como uma luva. Naquela mesma noite, ela estava batendo na porta daquele jovem que abriu um novo mundo de sensações para ela. Sentindo-se livre, ela se deixou levar pelas paixões mais profundas, pelos desejos mais lascivos, e terminou ao amanhecer nua, ofegante, no sofá do quarto, com a boca cheirando a esperma e à bela rola do novo amante. Mesmo depois de tomar banho, sentia a vulva irritada. Levou uma mão para se tocar e só o toque já a molhou por completo. Fechou os olhos e se viu novamente chupando aquele pau duro e quente. Tocou a bunda e não resistiu à tentação de acariciar o cuzinho rosado, mmmmm… mordeu o lábio inferior enquanto aplicava uma leve pressão com a ponta do dedo molhado com os próprios fluidos, mmmm… ahhhh! Sentiu a falange entrar e imediatamente enfiou dois dedos da mão livre na buceta quente, aaaahhhhh aaahhh, estava… Se masturbando com os dedos!!, enfiou o dedo ainda mais fundo no cu dela e imaginando que era o Lucio que tava sodomizando ela, começou a gozar que nem uma louca aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiiiiiiiim!!! huuuuuuuuuu!!! ela gemia enquanto as pernas tremiam e sentia os fluidos da buceta escorrendo por dentro das coxas até os joelhos. Ufff - Falou - Vou ter que tomar outra ducha - e voltou pra dentro do chuveiro.

12

Naquela tarde, a Agatha voltou do treino toda radiante, cumprimentou nosso filho e subiu direto pro quarto pra tomar banho. Já tinham passado uns meses desde o episódio no meu escritório e, desde aquele dia, tudo tinha mudado. Eu ainda tava esperando pra ver o que podia rolar, a Agatha tinha se tornado imprevisível — às vezes me tratava normal, como se nada tivesse acontecido, mas tinha dias que eu sentia como se ela fosse uma completa estranha, me tratava de forma brusca, irritada. Nossos encontros sexuais acabaram assim que ela saiu do meu escritório, e eu sentia que não conseguia despertar a libido dela de jeito nenhum. Me sentia muito frustrado.

Comecei a me masturbar todo dia e minha tara de sissy cuckold me dominava. Assim que a Aghata saía do banho, eu me trancava no banheiro com as roupas que ela tinha acabado de usar, vestia as calcinhas fio dental e as leggings dela, todas suadas e com cheiro de mulher, e ficava me olhando no espelho. Fico fascinado em ver como minha bunda fica nas roupas dela, me acaricio e bato na bunda enquanto sinto meu pau crescendo debaixo da minha mão, sinto ele duro, quente e molhado, mmmm... começo a mover minha mão pra cima e pra baixo, segurando a tentação de gozar rápido. Meus dedos ficam molhados com líquido pré-seminal e eu chupo eles como uma puta enquanto acaricio minha bunda. Depois, com eles cheios de saliva e meus próprios fluidos, enfio um dedo devagar no meu cu e sinto uma ereção monstruosa, meu pau duro parece que vai explodir, e começo a me masturbar de novo. Sinto meu dedo entrando cada vez mais fundo no meu cu quente e minhas bolas fervendo de esperma, aaaahhh. De repente, meu esfíncter anal se contrai e um jato forte de porra quente sai disparado pra frente. Corro pra lamber minha mão toda melada de sêmen enquanto as últimas gotas caem na calcinha fio dental e nas leggings da Aghata. Me troco e deixo a roupa do jeito que encontrei antes de sair. Esses episódios me atormentam, chego a picos de prazer que depois me afundam num sentimento de culpa que me persegue por dias. Só encontro alívio quando vejo a Aghata distante de mim, me convenço de que não estou traindo ela, só aliviando meus desejos mais proibidos na solidão do banheiro, onde minha vida sexual ficou presa.

Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.

Naquela tarde, a Agatha tava se sentindo um arraso, tinha acabado de voltar da academia e tava vendo a silhueta dela nua no banheiro depois do banho. Ela tinha intensificado o treino nos últimos meses e dava pra ver como o esforço tava aparecendo no corpo dela: as pernas tão fortes, a pele lisa da bunda firme brilhando com as gotas d'água escorrendo das costas. Um sorrisinho de satisfação se formou quando ela viu os peitos redondos e durinhos balançando enquanto secava o cabelo. Os bicos tinham voltado ao tom rosado, sem nenhum sinal de que ela tinha amamentado. Mesmo assim, o corpo dela era de uma mulher, não de uma adolescente, e isso ela carregava com orgulho. — Preciso pegar um bronzeado — pensou, dando uma última olhada no próprio corpo antes de terminar de se vestir.

—Hoje vou sair com a Marcela e as minas do clube, não me espera acordado. — Falei pro Ernesto e saí, deixando pra trás o cheiro de um perfume que deixou ele bem inquieto. Sabia o que ele fazia com minhas roupas no banheiro, e isso mexia com sentimentos confusos. Ainda não tinha me recuperado do que vi no hotel, mas ao mesmo tempo aquilo despertava um tesão doentio que me fazia continuar negando meu corpo pra ele e me mostrar cada vez mais provocante, só pra ver ele bater uma punheta em cima das minhas calcinhas. Sacudi o cabelo pra espantar esses pensamentos e liguei a caminhonete. Dei uma última olhada no retrovisor e saí rumo ao pub onde minhas amigas já estavam me esperando.

—Aghata! Aqui! — Olhou ao redor e viu a mão levantada de Marcela chamando ela, cumprimentou as três amigas e sentou no banco que tinham reservado pra ela.

-Que bom que você conseguiu vir, Agatha, a gente já tava achando que você não ia aceitar sair com as amigas de novo.

-Desculpa, Marcela, é verdade que não sei por que adiei tanto tempo sair com vocês. Aliás, que lugar mais agradável.

O pub onde elas se encontraram era a sensação do momento e atraía jovens entre 30 e 40 anos. Ficou famoso pela ambientação diferenciada: depois de entrar por um hall com recepção e guarda-roupas, você desembocava numa pista de dança de madeira, com um palquinho ao fundo. À esquerda, seguindo pelo balcão, ficava a área de mesas redondas com banquetas, onde a Aghata estava com as amigas. Na frente delas, do outro lado da pista, tinha um setor mais reservado, com sofás que, sem ser um espaço VIP, oferecia mais privacidade que o anterior. As diferentes intensidades de iluminação marcavam a vibe de cada área, assim como a paleta de cores peculiar.

—E aí, Agatha, que gostosa que você veio, hein!
- Tá do jeito que cê quer! Como que o Ernesto deixou você sair assim?
- Não me façam passar vergonha, por favor - Disse Agatha sentindo o rubor crescer em suas bochechas - Fazia tempo que queria aceitar os pedidos de vocês, por isso me vesti pra ocasião - Disse mostrando um sorriso de dentes perfeitos e lábios sensuais
- hahaha como assim, suplicando?!! vê se pode, tá pensando que a gente ia pedir permissão pro seu marido pra deixar você sair? hahaha
— Vamos, meninas, que ela não vai querer sair com a gente de novo se tratarmos ela assim — disse Marcela, que conhecia muito bem o jeito da amiga.
- Não se preocupa, Marcela - Disse Agatha- E vocês duas, saibam que não preciso da permissão do Ernesto, deixei ele bem duro quando soltei de surpresa que ia sair com vocês hahaha.

O lugar foi enchendo e a música foi aumentando de volume, aquele grupo de mulheres roubava todos os olhares, as quatro tinham corpos bem torneados graças ao esporte e ao treino diário, e se vestiam como verdadeiras MILFs. Embora fazia muito tempo que Ágata não saía com as amigas pra balada, ela sabia se vestir pra exaltar seus atributos. Naquela noite, ela usava um conjunto de lingerie bem delicado, na cor violeta, com rendas bem trabalhadas e uma tanga fio dental com algumas tiras adornando a junção central. Na frente, tinha uma lycra transparente que se moldava perfeitamente à sua buceta depilada, era como se não estivesse usando nada. O sutiã sem alças dava sustentação aos seus peitos generosos, que apareciam pelo decote da blusa estampada que vestia tão colada ao corpo. Naquela noite, ela optou por uma saia tubinho de lycra que contornava a raba dela de forma excepcional, e completou tudo com uns saltos altos que deram o toque final de elegância. Ela tava ciente dos olhares que recebiam, e era sobre isso que as amigas conversavam quando Ágata se levantou pra ir até o balcão. Ela saiu rebolando no meio do mar de gente e não conseguiu evitar o roçar dos corpos que se apertavam pra chegar ao mesmo destino. Por um momento, se sentiu rodeada por jovens que a devoravam com os olhos, mas seu perfil meio petulante os manteve na linha. Tava nessa quando pareceu ver uma cara conhecida na área dos sofás. — Não pode ser — pensou. — O que o engenheiro tá fazendo aqui? E quem é que tá com ele? — foi a segunda coisa que pensou. A distraiu o chamado do barman e pediu as bebidas pra depois voltar pra mesa das amigas. Foi um desafio danado, ela levava os quatro copos pra cima com as duas mãos, então o corpo dela ficou indefeso e os roçares foram mais ousados. Sentiu como alguns dos jovens esfregavam a raba dela com os seus paus duros e não conseguiu evitar uma pontada de excitação na buceta, que começou lentamente a ficar molhada.

—Cadê as outras, Marcela?
- Lá, na pista, elas não resistiram, adoram dançar salsa e os dois caras que convidaram não deixaram dúvidas kkkk. Não se preocupa com elas, vamos aproveitar esse momento só nós duas e me conta como você tá e como foi que finalmente decidiu nos acompanhar?
A Marcela já sabia do que tinha rolado entre o Roman e o Ernesto, mas a Aghata ainda não tinha contado pra ela, então ela tava pisando em ovos nessa história.
—Já sabe, o trampo, precisava conseguir me desligar e por isso resolvi sair
—E o Ernesto, como ele levou isso? — perguntou Marcela.
- Sinceramente, não tô nem aí pro que o Ernesto pensa, as coisas tão meio complicadas entre a gente, então prefiro dar uma distraída dele hoje à noite.
—Vestida assim, já posso imaginar que você vai se distrair, Agatha kkkkk
-Para com isso, também não saí feito uma puta.
—Vagabunda ou não, você tá roubando todos os olhares, especialmente o daquele homem ali na frente — disse Marcela, apontando com os olhos na direção do engenheiro. Ágata olhou para onde a amiga indicou e seu olhar se encontrou justamente com o dele, que sorria no meio da multidão e erguia o copo, cumprimentando-a com um leve aceno de cabeça.
Meu Deus
— O que foi, Agatha? Quem é aquele cara? Daqui já dá pra ver que é muito gostoso, olha só, pura virilidade, aquele rosto e a largura dos ombros dele, me apresenta?
—Mas o que você tá dizendo, Marcela? Não posso te apresentar ele, é um engenheiro que tá inspecionando a obra que a gente tá terminando, mas não é daqui e eu não sabia que ele tava na cidade.
—Bom, parece que você vai ter chance de perguntar pra ela, ela tá vindo pra cá. Nisso, um cara falou algo no ouvido da Marcela e ela levantou de repente pra ir pra pista.
—Onde cê vai, Marcela? Não me deixa sozinha com ele — falou segurando a mão dela, mas Marcela se soltou, piscou um olho e se deixou levar pelo garoto enquanto apertava uma das nádegas dele, e os dois sumiram na pista.

— Arquiteta — Ouço Aghata atrás de mim, a voz grave e o perfume me envolvendo. Viro e vejo ele ali, com uma taça na mão. — Que surpresa gostosa te encontrar.
—Engenheiro, como o senhor está? — Não sabia se apertava minha mão ou me dava um beijo, mas ele resolveu a questão: se inclinou e beijou suavemente minha bochecha, que ardia de vergonha. — Também é uma surpresa pra mim, não sabia que você estava na cidade. — Ágata sentiu o coração acelerar, aquele homem tinha uma influência desconhecida sobre ela, o timbre peculiar da voz dele, tudo nele exalava virilidade, algo que ela ansiava há meses e que Ernesto já não podia mais lhe dar.
— Cheguei antes da nossa reunião, queria conhecer a cidade e uns amigos me convidaram pra cá, falaram que o lugar era muito bom e de repente vejo por que é assim, mas por favor, te proponho a deixar o formalismo de lado pelo menos hoje e me chamar de Rodrigo. — Marcela ficou toda vermelha ao ouvir isso.
-Encantada, Rodrigo. Só se me chamar de Aghata.
- O prazer é meu, Aghata - Disse Rodrigo beijando a mão dela num gesto de flerte. Aghata sentiu os lábios dele queimarem a pele da mão e a retirou timidamente, vendo os olhos dele percorrerem o caminho do decote até os olhos dela.
—Vejo que suas colegas te deixaram sozinha.
-É assim mesmo, sempre fui daquelas que ficava por último na mesa.
-Pelo que tô vendo, não entendo qual é o motivo pra isso.

Aghata se sentia toda excitada, aquele homem tava avançando nela e as defesas dela iam caindo cada vez mais, dando espaço pra fera interior. A buceta dela pulsava e ela imaginava como a calcinha fio dental devia estar toda brilhando com os fluidos que escorriam.

—Me diz, Rodrigo, teus amigos não tão sentindo tua falta lá na mesa deles? — Falou Agatha tentando segurar um pouco a situação que ameaçava sair do controle a qualquer momento. No exato instante em que ele olhava pros amigos dele, Marcela pegou pelos ombros nus da Agatha por trás, que deu um susto na hora até perceber que era a amiga dela ao sentir o calor dos peitos dela nas costas.
—E este cavalheiro, quem é, Aghata? — Disse Marcela, de pé entre os dois.
- Ele é o ing... é o Rodrigo, um colega do trabalho.
— Encantado — disse Rodrigo, se levantando e mostrando toda a sua altura.
Os olhos de Marcela brilhavam de tesão e isso não passou despercebido por Aghata, que, sem saber por quê, mandou Rodrigo embora.
- Bom, foi um prazer ver você por aqui, te espero durante a semana nos escritórios pra ver como os trabalhos continuam.
Rodrigo estranhou o jeito que estavam mandando ele vazar e, como bom entendedor, deu tchau pras duas e voltou pros amigos dele.

—Você é uma puta!!! kkkk!! então é por isso que você não tá nem aí pro Ernesto
—O que você tá dizendo, Marcela? Nada mais longe da realidade, Rodrigo. Quer dizer, o engenheiro é só um colega com quem dividimos as tarefas do trabalho, nada mais. Não sei que outra coisa você acha que eu poderia fazer com ele, sabendo que sou casada.
- Pois cravar as unhas naquelas costas enormes enquanto ele te come como o garanhão foda que ele parece ser kkkk
-Cala, cadê as outras duas?
Vi elas indo em direção à porta, ambas muito bem acompanhadas. Não me surpreenderia se estivessem chupando elas agora mesmo, essas são umas putas terríveis.
- E você também não fica atrás, Marcela, vejo que seu cabelo tá bagunçado e a maquiagem borrada, ainda não consigo acreditar como você anda se comportando, a história com o colega do Ernesto me deixou de boca aberta. - Aghata falava isso só da boca pra fora, porque só de lembrar dos detalhes que a amiga descreveu quando foi fodida por Lucio já a deixava toda molhada, sua amiga exalava um sex appeal que a perturbava, desde aquele relato ela não conseguia evitar ficar excitada quando conversavam e ao ver o corpo dela, podia imaginá-la pelada recebendo as estocadas do Lucio, arqueando aquela costa linda pra receber o esperma quente dele bem no fundo do cu. De novo se sentiu molhada, excitada, olhou pra amiga com uma expressão estranha no olhar e se desculpou pra ir ao banheiro, o lugar tava lotado de gente, a música, as luzes, o calor, tudo pintava um quadro surreal, ela precisava molhar o rosto, se refrescar, tava muito excitada, andava tateando quando esbarrou em alguém, era claramente um homem pela firmeza do peito e pelo perfume que a envolveu, levantou a vista e se viu a dois palmos do rosto do Rodrigo, o tempo parou por um instante, os olhos deles se encontraram e de repente ela tava mordendo os lábios dele enquanto ele a envolvia com os braços fortes, era inevitável, desde que se viram uma tensão sexual os envolveu e acabou explodindo naquele lugar sórdido. Rodrigo apertava a bunda da Aghata enquanto ela acariciava o volume dele, ela parou um momento pra olhar pra ele de novo enquanto apalpava o tamanho do pau dele e voltou a devorar a boca dele, dessa vez sem freio, chupava a língua dele e sentia o falo dele ficando cada vez mais duro. De repente parou, se separou dele bruscamente, e se perdeu entre a multidão e a música.

14

Eram 1h da manhã e eu ainda não sabia nada da Aghata. Tentei me distrair com outras coisas, ver alguma série, mas por algum motivo acabei navegando em sites de temática sissy. Ultimamente são o único jeito de me excitar, ver aqueles corpos tão femininos portando paus tão delicados cobertos por lingerie me faz tremer. Meu pau endurece ao ver como são penetradas analmente enquanto se tocam para se masturbar, algumas gozam sem se tocar, só sentindo como são fodidas pelo macho da vez. Naquela noite, eu vestia uma tanga de lycra rosa e tinha colocado um plug, estava esfregando meu pau duro enquanto via minha shemale favorita chupando o pau enorme do macho que ia comê-la, quando ouvi o barulho do carro da Aghata na garagem. Me apressei a fechar meu laptop e me cobri, fingindo que estava dormindo. Minha respiração estava ofegante porque não consegui me trocar e morria de vergonha da Aghata me encontrar daquele jeito de novo. De repente, ela entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Senti seus passos se aproximando do meu lado da cama, não quis abrir os olhos. Ouvi um barulho estranho e parecia que ela tinha ficado ali, de pé, perto do meu rosto. Comecei a sentir uma fonte de calor perto, junto com o som e o cheiro inconfundível da buceta da Aghata. Abri meus olhos bem devagar e vi como ela acariciava a própria buceta e enfiava os dedos dentro. Tinha uma expressão animal, percebeu que eu estava olhando e fez uma careta lasciva. — Quero que você me chupe, Ernesto — disse enquanto continuava se tocando. — Quero que chupe toda a minha buceta e o meu cu, isso, chupa todo o buraco do meu cu, porco — sussurrava enquanto se virava e colocava a bunda na minha cara. E assim eu fiz, lambi o perímetro do cu dela e enfiei a ponta da língua dentro. Podia ouvi-la gemendo — aaaaaaahhhhhh, assim, viado, assssssim, o que você fazia enquanto me esperava, mmmmmm... com certeza se punhetava com a minha roupa, eu sei o que você faz, sei que você é um punheteiro. escutava e meu pau tava prestes a estourar, escorria e eu sentia o plug sendo apertado pelo meu esfíncter anal - Mostra o masturbator, mostra o que tem debaixo dos lençóis, ela se virou e subindo em cima da minha cara apoiou a pussy na minha boca, ficou olhando pro meu pau duro - O que eu tava dizendo? é, isso, cê gosta da minha roupa, viado? hein? sim, continua lambendo minha pussy masturbator, todo esse fluxo é do meu próximo macho aaaaaahhh, vou deixar ele me comer, quero que ele me domine, preciso lamber o cock dele e tomar o cum dele, e você vai ver masturbator, sei que morre de vontade de me ver montar em outro cock mmmmm sseeee - Ela se levantou e pegando a borda da minha calcinha me fez ficar de pé - Que porra é essa? - Disse quando notou minha gaiola de castidade - então quer ficar enjaulado hahahaha, já imaginava que você era o combo, agora ajoelha! - Ela ordenou - Lambe meus pés - quando fiz, abaixado ela viu como brilhava a joia do meu plug e soltou: então cê gosta de brincar com teu cu hein? - Disse e me deu um tapa forte na bunda, sentou na minha frente, abriu as pernas mostrando a pussy suculenta e depilada e começou a se masturbar forte - aaaaaayyyyy, aaaaayyy, vou gozar, aaayyy quero o cock do Rodrigooooo, quero ele no meu cuuuuuu AAAAHHHH, e a cabeça dela jogou pra trás pelo orgasmo intenso que acabou de ter, pude ver o tapete todo molhado com os sucos que jorravam da vulva pulsante dela - siiiim, mmmm sim, - disse suspirando e voltando à calma - cê quer gozar masturbator, me mostra como você se masturba vestido de mulher masturbator, me fala o cuck que você quer ser - Sim Ágata, sou um masturbator, sou um masturbator viado que quer ver você trepar com um macho de verdade - Enquanto me confessava pra ela, tirava a gaiola e começava a me masturbar como um louco - aaaaahhhh, ahhhh, sim sim sim sou um cornoooooooooo sou um punheteirooooooooooo aaaaaaaaaaaaaaaahhhh - um jorro grosso de esperma saltou do meu pau caindo na Perna da Aghata - Mas que porco imundo - Ela cuspiu pra mim - Agora você vai me limpar, vai me lamber toda com sua língua pra praticar o que vem por aí, você despertou algo desconhecido em mim, Ernesto, e não vou mais reprimir isso, então agora enfia essa sua piquitinha na gaiola e vem de joelhos lamber essa bagunça - E assim, com meu pau ainda pingando esperma, eu obedeci, obedeci sem saber o destino que estava me marcando, obedeci porque meus instintos mais animalescos me mantinham cativo do prazer, eu precisava sentir prazer e se a Aghata só me daria assim, então assim eu ia aproveitar.


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