Capítulo III - Obediência
11
Marcela se sentia esplêndida naquela manhã, tinha acabado de tomar um banho refrescante e estava secando o corpo enquanto pensava no que vinha acontecendo com ela nos últimos dias. Sua vida tinha se revitalizado e ela se sentia plena como não se sentia há muito tempo. O hotel ia muito bem, o filho dela estava com um bom desempenho acadêmico e de ótimo humor, mas a maior mudança foi o novo status com Roman. Depois do encontro com a Ágatha na confeitaria, ela decidiu conversar com ele naquela mesma tarde e assim o fez. Tiveram uma conversa que ela sentiu sincera e concordaram que aquilo que os unia tinha murchado, embora não quisessem terminar o relacionamento, principalmente por causa do filho dos dois. Foi assim que Roman reconheceu a distância que tinha colocado entre eles no plano sexual e disse que estava passando por uma introspecção profunda, por isso não podia dar o que ela ansiava naquele momento da vida. Mesmo assim, ele concordou que ela satisfizesse suas urgências e paixões sexuais com quem ela escolhesse. Desse jeito, a chegada do novo hóspede ao hotel caiu como uma luva. Naquela mesma noite, ela estava batendo na porta daquele jovem que abriu um novo mundo de sensações para ela. Sentindo-se livre, ela se deixou levar pelas paixões mais profundas, seus desejos mais lascivos, e terminou ao amanhecer nua, ofegante, no sofá do quarto, com a boca cheirando a esperma e à bela rola do seu novo amante. Mesmo depois de tomar banho, ela sentia a buceta irritada. Levou uma mão para se tocar e só o toque já a molhou por completo. Fechou os olhos e se viu novamente chupando aquele pau duro e quente. Tocou a bunda e não resistiu à tentação de acariciar o cuzinho rosado, mmmmmm… mordeu o lábio inferior enquanto aplicava uma leve pressão com a ponta do dedo molhado com os próprios fluidos, mmmm… ahhhh! Sentiu a falange entrando e imediatamente enfiou dois dedos da mão livre na buceta quente, aaaahhhhh aaahhh, ela estava Se masturbando com os dedos!!, enfiou ainda mais o dedo no cu dela e imaginando que era o Lucio que tava fodendo ela por trás, começou a gozar que nem uma louca aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiiiiiiiim!!! huuuuuuuuuu!!! ela gemia enquanto as pernas tremiam e sentia os fluidos da buceta escorrendo por dentro das coxas até os joelhos. Ufff - Falou - Vou ter que tomar outra ducha - e voltou pra dentro do chuveiro.
Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?
Naquela tarde, a Aghata voltou do treino toda radiante, cumprimentou nosso filho e subiu direto pro quarto pra tomar banho. Já tinham se passado uns meses desde o episódio no meu escritório e, desde aquele dia, tudo tinha mudado. Eu ainda tava esperando pra ver o que podia rolar, a Aghata tinha se tornado imprevisível. Às vezes, me tratava normal, como se nada tivesse acontecido, mas tinha dias que eu sentia como se ela fosse uma completa estranha. Me tratava de forma grosseira, irritada. Nossos encontros sexuais acabaram assim que ela saiu do meu escritório, e eu sentia que não conseguia despertar a libido dela de jeito nenhum. Me sentia muito frustrado.
Comecei a me masturbar todo dia e minha tara de sissy cuckold me dominava. Assim que a Aghata saía do banho, eu me trancava no banheiro com as roupas que ela tinha acabado de usar, vestia as calcinhas fio dental e as leggings dela, encharcadas de suor e cheiro de mulher, e me olhava no espelho. Fico fascinado em ver como minha bunda fica com as roupas dela, me acaricio e bato na bunda enquanto sinto meu pau crescendo debaixo da minha mão, sinto ele duro, quente e molhado, mmmm… começo a mover minha mão pra cima e pra baixo, segurando a tentação de gozar rápido, meus dedos ficam molhados com líquido pré-seminal e eu chupo eles como uma puta enquanto acaricio minha bunda. Depois, com eles cheios de saliva e meus próprios fluidos, enfio um dedo devagar no meu cu e sinto uma ereção descomunal, meu pau ereto parece que vai explodir e eu começo a me masturbar de novo, sinto meu dedo entrando cada vez mais fundo no meu cu quente e minhas bolas fervendo de esperma, aaaahhh. De repente, meu esfíncter anal se contrai e um jato potente de porra quente sai disparado pra frente, eu me apresso a lamber minha mão encharcada de sêmen enquanto as últimas gotas caem na calcinha fio dental e nas leggings da Aghata. Eu me troco e deixo a roupa como estava antes de sair. Esses episódios me atormentam, alcanço picos de prazer que depois me afundam num sentimento de culpa que me persegue por dias. Só encontro alívio quando vejo a Aghata distante de mim, me convenço de que não estou traindo ela, só estou saciando meus desejos mais proibidos na solidão do banheiro onde minha vida sexual ficou presa.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Naquela tarde, a Agatha tava radiante, tinha acabado de voltar da academia e tava vendo a silhueta nua no banheiro depois do banho. Ela tinha intensificado o treino nos últimos meses e dava pra ver como o esforço tava estampado no corpo dela: as pernas fortes, a pele lisinha da bunda firme brilhando com as gotas d'água escorrendo das costas. Um sorrisinho de satisfação se formou quando ela viu os peitos redondos e durinhos balançando enquanto secava o cabelo. Os biquinhos tinham voltado ao tom rosado, sem nenhum sinal de que ela tinha amamentado. Mesmo assim, o corpo dela era de mulherão, não de adolescente, e isso ela levava com orgulho. — Preciso pegar um bronzeado — pensou, dando uma última olhada no próprio corpo antes de terminar de se vestir.
—Hoje vou sair com a Marcela e as meninas do clube, não me espera acordado. — Falo para o Ernesto e saio, deixando para trás o cheiro de um perfume que o deixou bem inquieto. Sabia o que ele fazia com as minhas roupas no banheiro e isso me despertava sentimentos confusos, ainda não me recuperava do que vi no hotel, mas ao mesmo tempo me dava um certo tesão que me empurrava a continuar negando meu corpo pra ele e me mostrar cada vez mais provocante, só pra ele bater uma punheta em cima das minhas calcinhas. Sacudi o cabelo pra espantar esses pensamentos e liguei a caminhonete, dei uma última olhada no retrovisor e saí rumo ao pub onde minhas amigas já estavam me esperando.
— Aghata! Aqui! — Ela olhou ao redor e viu a mão levantada de Marcela, que a chamava. Cumprimentou as três amigas e sentou no banco que estava reservado pra ela.
-Que bom que você conseguiu vir, Agatha, a gente já tava achando que você não ia aceitar sair com as amigas de novo.
-Desculpa, Marcela, verdade que não sei por que adiei tanto tempo sair com vocês. Aliás, que lugar mais agradável.
O pub onde elas se encontraram tava bombando ultimamente e atraía uma galera entre 30 e 40 anos. Ficou famoso pela decoração diferentona: assim que você entrava por um hall com recepção e guarda-roupas, já caía numa pista de dança de madeira com um palquinho no fundo. Do lado esquerdo, seguindo pelo balcão, ficava a área de mesas redondas com banquetas, onde a Aghata tava com as amigas. Do outro lado, atravessando a pista, tinha um setor mais reservado com sofás — sem ser um camarote, mas que dava mais privacidade que o anterior. As diferentes intensidades de luz marcavam o clima de cada área, junto com a paleta de cores peculiar.
—E aí, Agatha, que gostosa que você veio, mulher!
- Tá do jeito que cê quer! Como é que o Ernesto deixou você sair assim?
- Não me façam passar vergonha, por favor - Disse Agatha sentindo o rubor crescer em suas bochechas - Fazia tempo que queria aceitar os pedidos de vocês, por isso me vesti pra ocasião - Disse mostrando um sorriso de dentes perfeitos e lábios sensuais
- hahaha como assim, suplicando?!! ah, vai, cê acha mesmo que a gente tava pensando em pedir permissão pro teu marido pra te deixar sair? hahaha
— Vamos, meninas, que ela não vai querer sair de novo com a gente se tratarmos ela assim — disse Marcela, que conhecia muito bem o jeitão da amiga.
- Não se preocupa, Marcela - Disse Agatha- E vocês duas, saibam que não preciso da permissão do Ernesto, deixei ele bem duro quando soltei de surpresa que ia sair com vocês hahaha.
O lugar foi enchendo e a música foi aumentando de volume. Aquele grupo de mulheres roubava todos os olhares; as quatro tinham corpos bem torneados graças ao esporte e ao treino diário, e se vestiam como verdadeiras MILFs. Embora Agatha não saísse com as amigas para festejar há muito tempo, ela sabia se vestir para exaltar seus atributos. Naquela noite, usava um conjunto de lingerie bem delicado, na cor violeta, com rendas trabalhadas e uma tanga fio-dental com algumas tiras adornando a junção central. Na frente, tinha uma lycra transparente que se moldava perfeitamente à sua buceta depilada, era como se não estivesse usando nada. O sutiã sem alças sustentava seus peitos generosos, que apareciam pelo decote da blusa estampada tão colada ao corpo. Naquela noite, optou por uma saia tubinho de lycra que contornava sua bunda de forma excepcional, e completou tudo com uns saltos altos que deram o toque final de elegância.
Ela estava ciente dos olhares que recebiam, e era sobre isso que as amigas falavam quando Agatha se levantou para ir até o balcão. Saiu rebolando entre o mar de gente e não conseguiu evitar o roçar dos corpos que se apertavam para chegar ao mesmo destino. Por um momento, se sentiu rodeada de jovens que a devoravam com os olhos, mas seu perfil meio petulante os manteve na linha. Foi nessa que ela achou ter visto um rosto familiar na área dos sofás. — Não pode ser — pensou. — O que o engenheiro está fazendo aqui? E quem está com ele? — foi a segunda coisa que pensou. A distraiu o chamado do barman, e ela pediu suas bebidas para depois voltar à mesa das amigas. Foi um verdadeiro desafio: levava os quatro copos para cima com as duas mãos, então seu corpo ficou indefeso e os roçares foram mais ousados. Sentiu como alguns dos jovens esfregavam a bunda dela com seus paus duros e não conseguiu evitar uma pontada de excitação na sua buceta, que começou lentamente a ficar molhada.
-Onde tão as outras, Marcela?
Lá na pista, elas não conseguiram evitar, adoram dançar salsa e os dois caras que chamaram elas não deixaram dúvidas, kkkk. Não se preocupa com elas, vamos aproveitar esse momento só nós duas e me conta como você tá e como foi que finalmente se decidiu a vir com a gente?
Marcela já sabia o que tinha rolado entre Roman e Ernesto, mas a Aghata ainda não tinha contado pra ela, então ela tava pisando em ovos nessa história.
—Já sabe, o trampo, precisava dar uma desligada e por isso resolvi sair.
—E o Ernesto, como ele lidou com isso? — perguntou Marcela.
- Sinceramente, não tô nem aí pro que o Ernesto pensa, as coisas tão meio complicadas entre a gente, então prefiro dar uma distraída dele hoje à noite.
-Vestida assim, já vi que você vai se distrair, Agatha hahaha
-Para com isso, também não saí como uma puta
—Vagabunda ou não, você tá roubando todos os olhares, especialmente o daquele cara ali na frente — disse Marcela, apontando com os olhos na direção do engenheiro. Agatha olhou para onde a amiga indicou e seu olhar se encontrou justamente com o dele, que sorria no meio da multidão e levantava o copo, cumprimentando-a com um leve aceno de cabeça.
-Ai, meu Deus
— O que foi, Agatha? Quem é aquele cara? Daqui já dá pra ver que é muito gostoso, olha só, pura virilidade, aquele rosto e a largura dos ombros, me apresenta?
—Mas o que você tá dizendo, Marcela? Não posso te apresentar ele, é um engenheiro que tá inspecionando a obra que a gente tá terminando, mas ele não é daqui e eu não sabia que ele tava na cidade.
—Bom, parece que você vai ter chance de perguntar pra ela, ela tá vindo pra cá. Nisso, um cara falou algo no ouvido da Marcela e ela levantou de repente pra ir pra pista.
—Onde cê vai, Marcela? Não me deixa sozinha com ele — disse segurando a mão dela, mas Marcela se soltou, piscou um olho e se deixou levar pelo garoto enquanto apertava uma bunda dele e os dois se perderam na pista.
—Arquiteta — ouviu Aghata atrás de si a voz grave e o perfume a envolveu, virou e o viu ali atrás com uma taça na mão — Que surpresa gostosa te encontrar
—Engenheiro, como o senhor está? — Não sabia se apertava a mão dele ou dava um beijo, mas a questão foi resolvida por ele, que se inclinou e beijou suavemente sua bochecha, que ardia de vergonha. — Também é uma surpresa pra mim, não sabia que você estava na cidade. — Agatha sentiu o pulso acelerar, aquele homem tinha uma influência desconhecida sobre ela, o timbre peculiar da voz dele, tudo nele exalava virilidade, algo que ela ansiava há meses e que Ernesto já não podia mais dar a ela.
— Cheguei antes da nossa reunião, queria conhecer a cidade e uns amigos me convidaram pra cá, me falaram que o lugar era muito bom e de repente vejo por que é assim, mas por favor, te proponho que a gente deixe o formalismo de lado pelo menos hoje e me chame de Rodrigo — Marcela ficou toda vermelha ao ouvir isso.
-Encantada, Rodrigo. Só se me chamar de Aghata.
—O prazer é meu, Aghata — disse Rodrigo, beijando a mão dela num gesto provocante de saudação. Aghata sentiu os lábios dele queimarem a pele da mão e a retirou timidamente, vendo os olhos dele percorrerem o caminho do decote até os olhos dela.
Vejo que suas colegas te deixaram sozinha.
-É assim, sempre fui daquelas que ficava por último na mesa.
Pelo que tô vendo, não entendo qual é o motivo pra isso.
Agatha se sentia toda ardendo, aquele homem tava investindo nela e as defesas dela iam caindo cada vez mais, dando espaço pra fera interior. A buceta dela pulsava e ela imaginava como a calcinha fio-dental devia estar brilhando com os fluidos que escorriam dela.
—Me diz, Rodrigo, teus amigos não tão sentindo tua falta na mesa deles? — Falou Agatha tentando segurar um pouco a situação que ameaçava sair do controle a qualquer momento. No exato instante em que ele olhava pros amigos dele, Marcela pegou por trás os ombros nus de Agatha, que deu um susto na hora até perceber que era a amiga ao sentir o calor dos peitos dela nas costas.
—E esse cavalheiro aí, quem é, Agatha? — disse Marcela, de pé entre os dois.
- Ele é o ing... é o Rodrigo, um colega do trabalho.
- Encantado - disse Rodrigo, levantando-se e mostrando toda a sua altura.
Os olhos de Marcela brilhavam de tesão e isso não passou despercebido por Agatha, que, sem saber por quê, mandou Rodrigo embora.
- Beleza, foi um prazer te ver por aqui, te espero durante a semana no escritório pra ver como os trabalhos continuam.
Rodrigo estranhou o jeito que estavam mandando ele vazar e, como bom entendedor, deu tchau pras duas e voltou pros amigos.
—Você é uma putinha!!! kkkk!! então é por isso que você não tá nem aí pro Ernesto
—O que você tá dizendo, Marcela? Nada mais longe da realidade, Rodrigo. Digo, o engenheiro é só um colega com quem a gente divide as tarefas do trabalho, nada mais. Não sei que outra coisa você acha que eu poderia fazer com ele, sabendo que sou casada.
- Pois cravar as unhas naquelas costas enormes enquanto ele te come como o garanhão foda que ele parece ser kkkkk
-Cala a boca, cadê as outras duas?
Vi elas indo em direção à porta, ambas muito bem acompanhadas. Não me surpreenderia se estivessem chupando elas agora mesmo, essas são umas putinhas terríveis.
— E você também não fica atrás, Marcela, vejo que tá com o cabelo bagunçado e a maquiagem borrada, ainda não consigo acreditar como você anda se comportando ultimamente, a história com o colega do Ernesto me deixou de boca aberta. — Agatha falava isso só da boca pra fora, porque só de lembrar dos detalhes que a amiga descreveu quando foi fodida por Lucio já a deixava excitada pra caralho, a amiga exalava um sex appeal que a perturbava, desde aquele relato ela não conseguia evitar ficar molhada quando conversavam e ao ver o corpo dela, conseguia imaginá-la pelada recebendo as estocadas do Lucio, arqueando aquela costa linda pra receber o esperma quente dele lá no fundo do cu. De novo se sentiu molhada, excitada, olhou pra amiga com uma expressão estranha no olhar e se desculpou pra ir ao banheiro, o lugar tava lotado de gente, a música, as luzes, o calor, tudo pintava um quadro surreal, ela precisava molhar o rosto, se refrescar, tava muito excitada, andava tateando quando esbarrou em alguém, era claramente um homem pela firmeza do peito e pelo perfume que a envolveu, levantou os olhos e se viu a dois palmos do rosto do Rodrigo, o tempo parou por um instante, os olhos deles se encontraram e de repente ela tava mordendo os lábios dele enquanto ele a envolvia com os braços fortes, era inevitável, desde que se viram uma tensão sexual tomou conta dos dois e acabou explodindo naquele lugar sórdido. Rodrigo apertava a bunda da Agatha enquanto ela acariciava o volume dele, ela parou um momento pra olhar pra ele de novo enquanto apalpava o tamanho do pau dele e voltou a devorar a boca dele, dessa vez sem freio, chupava a língua dele e sentia o falo ficar cada vez mais duro. De repente ela parou, se separou dele bruscamente, e se perdeu entre a multidão e a música.
14
Era 1h da manhã e eu ainda não sabia nada da Aghata. Tentei me distrair com outras coisas, ver alguma série, mas por algum motivo acabei navegando em sites de temática sissy. Ultimamente são o único jeito de me excitar, ver aqueles corpos tão femininos portando paus tão delicados cobertos por lingerie me faz tremer. Meu pau endurece ao ver como são penetrados analmente enquanto se tocam para se masturbar. Alguns gozam sem se tocar, só sentindo como são perfurados pelo macho da vez. Naquela noite, eu vestia uma tanga de lycra rosa e tinha colocado um plug. Estava esfregando meu pau duro enquanto via minha shemale favorita chupando o pau enorme do macho que ia comer ela, quando ouvi o barulho do carro da Aghata na garagem. Me apressei pra fechar o laptop e me cobri, fingindo que tava dormindo. Minha respiração tava ofegante porque não deu tempo de me trocar, e eu morria de vergonha da Aghata me pegar daquele jeito de novo. De repente, ela entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Senti seus passos se aproximando do meu lado da cama. Não quis abrir os olhos. Ouvi um barulho estranho e parecia que ela tinha parado ali, de pé, perto do meu rosto. Comecei a sentir uma fonte de calor perto, junto com o som e o cheiro inconfundível da buceta da Aghata. Abri os olhos bem devagar e vi ela acariciando a própria vulva e enfiando os dedos dentro. Tinha uma expressão animal. Ela percebeu que eu tava olhando e fez um sorriso safado. — Quero que você me chupe, Ernesto — disse enquanto continuava se tocando. — Quero que chupe toda a minha buceta e o meu cu. Isso, chupa o buraco inteiro do meu cu, porco — sussurrou enquanto se virava e colocava a bunda na minha cara. E eu fiz isso. Lambi o perímetro do cu dela e enfiei a ponta da língua dentro. Dava pra ouvir ela gemendo. — Aaaaaaahhhhhh, assim, viado, assimmmmm... O que você tava fazendo enquanto me esperava? Mmmmmm... Com certeza tava batendo punheta com a minha roupa. Eu sei o que você faz. Sei que você é um punheteiro. escutava e meu pau tava prestes a estourar, escorria e sentia o plug sendo apertado pelo meu esfíncter anal - Me mostra, punheteiro, me mostra o que tem debaixo dos lençóis, ela se virou e subindo em cima da minha cara apoiou a pussy na minha boca, ficou olhando pro meu pau duro - O que eu tava dizendo? é, isso, cê gosta da minha roupa, viado? hein? sim, continua lambendo minha pussy, punheteiro, todo esse fluxo é do meu próximo macho aaaaaahhh, vou deixar ele me comer, quero que ele me domine, preciso lamber o cock dele e tomar o leite dele, e você vai ver, punheteiro, sei que morre de vontade de me ver cavalgando outro cock mmmmm sseeee - Ela se levantou e pegando a borda da minha calcinha me fez ficar de pé - Que porra é essa? - Disse quando notou minha gaiola de castidade - então quer ficar enjaulado hahahaha, já imaginava que era o combo, agora ajoelha! - Ela ordenou - Lambe meus pés - quando fiz, agachado, ela viu como brilhava a joia do meu plug e soltou: então cê gosta de brincar com teu cu, hein? - Disse e me deu um tapa forte na bunda, sentou na minha frente, abriu as pernas mostrando a pussy suculenta e depilada e começou a se masturbar forte - aaaaaayyyyy, aaaaayyy, vou gozar, aaayyyy quero o cock do Rodrigooooo, quero ele no meu cuuuuu AAAAHHHH, e a cabeça dela foi pra trás com o orgasmo intenso que acabou de ter, pude ver o tapete todo molhado com os sucos que jorravam da vulva pulsante dela - siiiim, mmmm sim, - disse suspirando e voltando à calma - cê quer gozar, punheteiro, me mostra como você se masturba vestido de mulher, punheteiro, me fala o corno que você quer ser - Sim, Ágata, sou um punheteiro, sou um punheteiro viado que quer ver você transar com um macho de verdade - Enquanto me confessava pra ela, tirava a gaiola e começava a me masturbar como um louco - aaaaahhhh, ahhhh, sim sim sim sou um cornoooooooooo sou um punheteirooooooooooo aaaaaaaaaaaaaaaahhhh - um jorro grosso de esperma saltou do meu pau caindo na perna da Aghata - Mas que porco imundo - Ela cuspiu pra mim - Agora você vai me limpar, vai me lamber toda com essa língua pra já ir treinando o que vem por aí, você despertou algo em mim que eu não conhecia, Ernesto, e não vou mais reprimir isso, então agora enfia essa sua piquitinha na gaiola e vem de joelhos lamber essa bagunça - E assim, com meu pau ainda pingando esperma, eu obedeci, obedeci sem saber o destino que estava me marcando, obedeci porque meus instintos mais animalescos me mantinham preso ao prazer, eu precisava sentir prazer e se Aghata só me daria assim, então assim eu ia aproveitar.
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Marcela se sentia esplêndida naquela manhã, tinha acabado de tomar um banho refrescante e estava secando o corpo enquanto pensava no que vinha acontecendo com ela nos últimos dias. Sua vida tinha se revitalizado e ela se sentia plena como não se sentia há muito tempo. O hotel ia muito bem, o filho dela estava com um bom desempenho acadêmico e de ótimo humor, mas a maior mudança foi o novo status com Roman. Depois do encontro com a Ágatha na confeitaria, ela decidiu conversar com ele naquela mesma tarde e assim o fez. Tiveram uma conversa que ela sentiu sincera e concordaram que aquilo que os unia tinha murchado, embora não quisessem terminar o relacionamento, principalmente por causa do filho dos dois. Foi assim que Roman reconheceu a distância que tinha colocado entre eles no plano sexual e disse que estava passando por uma introspecção profunda, por isso não podia dar o que ela ansiava naquele momento da vida. Mesmo assim, ele concordou que ela satisfizesse suas urgências e paixões sexuais com quem ela escolhesse. Desse jeito, a chegada do novo hóspede ao hotel caiu como uma luva. Naquela mesma noite, ela estava batendo na porta daquele jovem que abriu um novo mundo de sensações para ela. Sentindo-se livre, ela se deixou levar pelas paixões mais profundas, seus desejos mais lascivos, e terminou ao amanhecer nua, ofegante, no sofá do quarto, com a boca cheirando a esperma e à bela rola do seu novo amante. Mesmo depois de tomar banho, ela sentia a buceta irritada. Levou uma mão para se tocar e só o toque já a molhou por completo. Fechou os olhos e se viu novamente chupando aquele pau duro e quente. Tocou a bunda e não resistiu à tentação de acariciar o cuzinho rosado, mmmmmm… mordeu o lábio inferior enquanto aplicava uma leve pressão com a ponta do dedo molhado com os próprios fluidos, mmmm… ahhhh! Sentiu a falange entrando e imediatamente enfiou dois dedos da mão livre na buceta quente, aaaahhhhh aaahhh, ela estava Se masturbando com os dedos!!, enfiou ainda mais o dedo no cu dela e imaginando que era o Lucio que tava fodendo ela por trás, começou a gozar que nem uma louca aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, siiiiiiiiiim!!! huuuuuuuuuu!!! ela gemia enquanto as pernas tremiam e sentia os fluidos da buceta escorrendo por dentro das coxas até os joelhos. Ufff - Falou - Vou ter que tomar outra ducha - e voltou pra dentro do chuveiro.
Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?
Naquela tarde, a Aghata voltou do treino toda radiante, cumprimentou nosso filho e subiu direto pro quarto pra tomar banho. Já tinham se passado uns meses desde o episódio no meu escritório e, desde aquele dia, tudo tinha mudado. Eu ainda tava esperando pra ver o que podia rolar, a Aghata tinha se tornado imprevisível. Às vezes, me tratava normal, como se nada tivesse acontecido, mas tinha dias que eu sentia como se ela fosse uma completa estranha. Me tratava de forma grosseira, irritada. Nossos encontros sexuais acabaram assim que ela saiu do meu escritório, e eu sentia que não conseguia despertar a libido dela de jeito nenhum. Me sentia muito frustrado.
Comecei a me masturbar todo dia e minha tara de sissy cuckold me dominava. Assim que a Aghata saía do banho, eu me trancava no banheiro com as roupas que ela tinha acabado de usar, vestia as calcinhas fio dental e as leggings dela, encharcadas de suor e cheiro de mulher, e me olhava no espelho. Fico fascinado em ver como minha bunda fica com as roupas dela, me acaricio e bato na bunda enquanto sinto meu pau crescendo debaixo da minha mão, sinto ele duro, quente e molhado, mmmm… começo a mover minha mão pra cima e pra baixo, segurando a tentação de gozar rápido, meus dedos ficam molhados com líquido pré-seminal e eu chupo eles como uma puta enquanto acaricio minha bunda. Depois, com eles cheios de saliva e meus próprios fluidos, enfio um dedo devagar no meu cu e sinto uma ereção descomunal, meu pau ereto parece que vai explodir e eu começo a me masturbar de novo, sinto meu dedo entrando cada vez mais fundo no meu cu quente e minhas bolas fervendo de esperma, aaaahhh. De repente, meu esfíncter anal se contrai e um jato potente de porra quente sai disparado pra frente, eu me apresso a lamber minha mão encharcada de sêmen enquanto as últimas gotas caem na calcinha fio dental e nas leggings da Aghata. Eu me troco e deixo a roupa como estava antes de sair. Esses episódios me atormentam, alcanço picos de prazer que depois me afundam num sentimento de culpa que me persegue por dias. Só encontro alívio quando vejo a Aghata distante de mim, me convenço de que não estou traindo ela, só estou saciando meus desejos mais proibidos na solidão do banheiro onde minha vida sexual ficou presa.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Naquela tarde, a Agatha tava radiante, tinha acabado de voltar da academia e tava vendo a silhueta nua no banheiro depois do banho. Ela tinha intensificado o treino nos últimos meses e dava pra ver como o esforço tava estampado no corpo dela: as pernas fortes, a pele lisinha da bunda firme brilhando com as gotas d'água escorrendo das costas. Um sorrisinho de satisfação se formou quando ela viu os peitos redondos e durinhos balançando enquanto secava o cabelo. Os biquinhos tinham voltado ao tom rosado, sem nenhum sinal de que ela tinha amamentado. Mesmo assim, o corpo dela era de mulherão, não de adolescente, e isso ela levava com orgulho. — Preciso pegar um bronzeado — pensou, dando uma última olhada no próprio corpo antes de terminar de se vestir.
—Hoje vou sair com a Marcela e as meninas do clube, não me espera acordado. — Falo para o Ernesto e saio, deixando para trás o cheiro de um perfume que o deixou bem inquieto. Sabia o que ele fazia com as minhas roupas no banheiro e isso me despertava sentimentos confusos, ainda não me recuperava do que vi no hotel, mas ao mesmo tempo me dava um certo tesão que me empurrava a continuar negando meu corpo pra ele e me mostrar cada vez mais provocante, só pra ele bater uma punheta em cima das minhas calcinhas. Sacudi o cabelo pra espantar esses pensamentos e liguei a caminhonete, dei uma última olhada no retrovisor e saí rumo ao pub onde minhas amigas já estavam me esperando.
— Aghata! Aqui! — Ela olhou ao redor e viu a mão levantada de Marcela, que a chamava. Cumprimentou as três amigas e sentou no banco que estava reservado pra ela.
-Que bom que você conseguiu vir, Agatha, a gente já tava achando que você não ia aceitar sair com as amigas de novo.
-Desculpa, Marcela, verdade que não sei por que adiei tanto tempo sair com vocês. Aliás, que lugar mais agradável.
O pub onde elas se encontraram tava bombando ultimamente e atraía uma galera entre 30 e 40 anos. Ficou famoso pela decoração diferentona: assim que você entrava por um hall com recepção e guarda-roupas, já caía numa pista de dança de madeira com um palquinho no fundo. Do lado esquerdo, seguindo pelo balcão, ficava a área de mesas redondas com banquetas, onde a Aghata tava com as amigas. Do outro lado, atravessando a pista, tinha um setor mais reservado com sofás — sem ser um camarote, mas que dava mais privacidade que o anterior. As diferentes intensidades de luz marcavam o clima de cada área, junto com a paleta de cores peculiar.
—E aí, Agatha, que gostosa que você veio, mulher!
- Tá do jeito que cê quer! Como é que o Ernesto deixou você sair assim?
- Não me façam passar vergonha, por favor - Disse Agatha sentindo o rubor crescer em suas bochechas - Fazia tempo que queria aceitar os pedidos de vocês, por isso me vesti pra ocasião - Disse mostrando um sorriso de dentes perfeitos e lábios sensuais
- hahaha como assim, suplicando?!! ah, vai, cê acha mesmo que a gente tava pensando em pedir permissão pro teu marido pra te deixar sair? hahaha
— Vamos, meninas, que ela não vai querer sair de novo com a gente se tratarmos ela assim — disse Marcela, que conhecia muito bem o jeitão da amiga.
- Não se preocupa, Marcela - Disse Agatha- E vocês duas, saibam que não preciso da permissão do Ernesto, deixei ele bem duro quando soltei de surpresa que ia sair com vocês hahaha.
O lugar foi enchendo e a música foi aumentando de volume. Aquele grupo de mulheres roubava todos os olhares; as quatro tinham corpos bem torneados graças ao esporte e ao treino diário, e se vestiam como verdadeiras MILFs. Embora Agatha não saísse com as amigas para festejar há muito tempo, ela sabia se vestir para exaltar seus atributos. Naquela noite, usava um conjunto de lingerie bem delicado, na cor violeta, com rendas trabalhadas e uma tanga fio-dental com algumas tiras adornando a junção central. Na frente, tinha uma lycra transparente que se moldava perfeitamente à sua buceta depilada, era como se não estivesse usando nada. O sutiã sem alças sustentava seus peitos generosos, que apareciam pelo decote da blusa estampada tão colada ao corpo. Naquela noite, optou por uma saia tubinho de lycra que contornava sua bunda de forma excepcional, e completou tudo com uns saltos altos que deram o toque final de elegância.
Ela estava ciente dos olhares que recebiam, e era sobre isso que as amigas falavam quando Agatha se levantou para ir até o balcão. Saiu rebolando entre o mar de gente e não conseguiu evitar o roçar dos corpos que se apertavam para chegar ao mesmo destino. Por um momento, se sentiu rodeada de jovens que a devoravam com os olhos, mas seu perfil meio petulante os manteve na linha. Foi nessa que ela achou ter visto um rosto familiar na área dos sofás. — Não pode ser — pensou. — O que o engenheiro está fazendo aqui? E quem está com ele? — foi a segunda coisa que pensou. A distraiu o chamado do barman, e ela pediu suas bebidas para depois voltar à mesa das amigas. Foi um verdadeiro desafio: levava os quatro copos para cima com as duas mãos, então seu corpo ficou indefeso e os roçares foram mais ousados. Sentiu como alguns dos jovens esfregavam a bunda dela com seus paus duros e não conseguiu evitar uma pontada de excitação na sua buceta, que começou lentamente a ficar molhada.
-Onde tão as outras, Marcela?
Lá na pista, elas não conseguiram evitar, adoram dançar salsa e os dois caras que chamaram elas não deixaram dúvidas, kkkk. Não se preocupa com elas, vamos aproveitar esse momento só nós duas e me conta como você tá e como foi que finalmente se decidiu a vir com a gente?
Marcela já sabia o que tinha rolado entre Roman e Ernesto, mas a Aghata ainda não tinha contado pra ela, então ela tava pisando em ovos nessa história.
—Já sabe, o trampo, precisava dar uma desligada e por isso resolvi sair.
—E o Ernesto, como ele lidou com isso? — perguntou Marcela.
- Sinceramente, não tô nem aí pro que o Ernesto pensa, as coisas tão meio complicadas entre a gente, então prefiro dar uma distraída dele hoje à noite.
-Vestida assim, já vi que você vai se distrair, Agatha hahaha
-Para com isso, também não saí como uma puta
—Vagabunda ou não, você tá roubando todos os olhares, especialmente o daquele cara ali na frente — disse Marcela, apontando com os olhos na direção do engenheiro. Agatha olhou para onde a amiga indicou e seu olhar se encontrou justamente com o dele, que sorria no meio da multidão e levantava o copo, cumprimentando-a com um leve aceno de cabeça.
-Ai, meu Deus
— O que foi, Agatha? Quem é aquele cara? Daqui já dá pra ver que é muito gostoso, olha só, pura virilidade, aquele rosto e a largura dos ombros, me apresenta?
—Mas o que você tá dizendo, Marcela? Não posso te apresentar ele, é um engenheiro que tá inspecionando a obra que a gente tá terminando, mas ele não é daqui e eu não sabia que ele tava na cidade.
—Bom, parece que você vai ter chance de perguntar pra ela, ela tá vindo pra cá. Nisso, um cara falou algo no ouvido da Marcela e ela levantou de repente pra ir pra pista.
—Onde cê vai, Marcela? Não me deixa sozinha com ele — disse segurando a mão dela, mas Marcela se soltou, piscou um olho e se deixou levar pelo garoto enquanto apertava uma bunda dele e os dois se perderam na pista.
—Arquiteta — ouviu Aghata atrás de si a voz grave e o perfume a envolveu, virou e o viu ali atrás com uma taça na mão — Que surpresa gostosa te encontrar
—Engenheiro, como o senhor está? — Não sabia se apertava a mão dele ou dava um beijo, mas a questão foi resolvida por ele, que se inclinou e beijou suavemente sua bochecha, que ardia de vergonha. — Também é uma surpresa pra mim, não sabia que você estava na cidade. — Agatha sentiu o pulso acelerar, aquele homem tinha uma influência desconhecida sobre ela, o timbre peculiar da voz dele, tudo nele exalava virilidade, algo que ela ansiava há meses e que Ernesto já não podia mais dar a ela.
— Cheguei antes da nossa reunião, queria conhecer a cidade e uns amigos me convidaram pra cá, me falaram que o lugar era muito bom e de repente vejo por que é assim, mas por favor, te proponho que a gente deixe o formalismo de lado pelo menos hoje e me chame de Rodrigo — Marcela ficou toda vermelha ao ouvir isso.
-Encantada, Rodrigo. Só se me chamar de Aghata.
—O prazer é meu, Aghata — disse Rodrigo, beijando a mão dela num gesto provocante de saudação. Aghata sentiu os lábios dele queimarem a pele da mão e a retirou timidamente, vendo os olhos dele percorrerem o caminho do decote até os olhos dela.
Vejo que suas colegas te deixaram sozinha.
-É assim, sempre fui daquelas que ficava por último na mesa.
Pelo que tô vendo, não entendo qual é o motivo pra isso.
Agatha se sentia toda ardendo, aquele homem tava investindo nela e as defesas dela iam caindo cada vez mais, dando espaço pra fera interior. A buceta dela pulsava e ela imaginava como a calcinha fio-dental devia estar brilhando com os fluidos que escorriam dela.
—Me diz, Rodrigo, teus amigos não tão sentindo tua falta na mesa deles? — Falou Agatha tentando segurar um pouco a situação que ameaçava sair do controle a qualquer momento. No exato instante em que ele olhava pros amigos dele, Marcela pegou por trás os ombros nus de Agatha, que deu um susto na hora até perceber que era a amiga ao sentir o calor dos peitos dela nas costas.
—E esse cavalheiro aí, quem é, Agatha? — disse Marcela, de pé entre os dois.
- Ele é o ing... é o Rodrigo, um colega do trabalho.
- Encantado - disse Rodrigo, levantando-se e mostrando toda a sua altura.
Os olhos de Marcela brilhavam de tesão e isso não passou despercebido por Agatha, que, sem saber por quê, mandou Rodrigo embora.
- Beleza, foi um prazer te ver por aqui, te espero durante a semana no escritório pra ver como os trabalhos continuam.
Rodrigo estranhou o jeito que estavam mandando ele vazar e, como bom entendedor, deu tchau pras duas e voltou pros amigos.
—Você é uma putinha!!! kkkk!! então é por isso que você não tá nem aí pro Ernesto
—O que você tá dizendo, Marcela? Nada mais longe da realidade, Rodrigo. Digo, o engenheiro é só um colega com quem a gente divide as tarefas do trabalho, nada mais. Não sei que outra coisa você acha que eu poderia fazer com ele, sabendo que sou casada.
- Pois cravar as unhas naquelas costas enormes enquanto ele te come como o garanhão foda que ele parece ser kkkkk
-Cala a boca, cadê as outras duas?
Vi elas indo em direção à porta, ambas muito bem acompanhadas. Não me surpreenderia se estivessem chupando elas agora mesmo, essas são umas putinhas terríveis.
— E você também não fica atrás, Marcela, vejo que tá com o cabelo bagunçado e a maquiagem borrada, ainda não consigo acreditar como você anda se comportando ultimamente, a história com o colega do Ernesto me deixou de boca aberta. — Agatha falava isso só da boca pra fora, porque só de lembrar dos detalhes que a amiga descreveu quando foi fodida por Lucio já a deixava excitada pra caralho, a amiga exalava um sex appeal que a perturbava, desde aquele relato ela não conseguia evitar ficar molhada quando conversavam e ao ver o corpo dela, conseguia imaginá-la pelada recebendo as estocadas do Lucio, arqueando aquela costa linda pra receber o esperma quente dele lá no fundo do cu. De novo se sentiu molhada, excitada, olhou pra amiga com uma expressão estranha no olhar e se desculpou pra ir ao banheiro, o lugar tava lotado de gente, a música, as luzes, o calor, tudo pintava um quadro surreal, ela precisava molhar o rosto, se refrescar, tava muito excitada, andava tateando quando esbarrou em alguém, era claramente um homem pela firmeza do peito e pelo perfume que a envolveu, levantou os olhos e se viu a dois palmos do rosto do Rodrigo, o tempo parou por um instante, os olhos deles se encontraram e de repente ela tava mordendo os lábios dele enquanto ele a envolvia com os braços fortes, era inevitável, desde que se viram uma tensão sexual tomou conta dos dois e acabou explodindo naquele lugar sórdido. Rodrigo apertava a bunda da Agatha enquanto ela acariciava o volume dele, ela parou um momento pra olhar pra ele de novo enquanto apalpava o tamanho do pau dele e voltou a devorar a boca dele, dessa vez sem freio, chupava a língua dele e sentia o falo ficar cada vez mais duro. De repente ela parou, se separou dele bruscamente, e se perdeu entre a multidão e a música.
14
Era 1h da manhã e eu ainda não sabia nada da Aghata. Tentei me distrair com outras coisas, ver alguma série, mas por algum motivo acabei navegando em sites de temática sissy. Ultimamente são o único jeito de me excitar, ver aqueles corpos tão femininos portando paus tão delicados cobertos por lingerie me faz tremer. Meu pau endurece ao ver como são penetrados analmente enquanto se tocam para se masturbar. Alguns gozam sem se tocar, só sentindo como são perfurados pelo macho da vez. Naquela noite, eu vestia uma tanga de lycra rosa e tinha colocado um plug. Estava esfregando meu pau duro enquanto via minha shemale favorita chupando o pau enorme do macho que ia comer ela, quando ouvi o barulho do carro da Aghata na garagem. Me apressei pra fechar o laptop e me cobri, fingindo que tava dormindo. Minha respiração tava ofegante porque não deu tempo de me trocar, e eu morria de vergonha da Aghata me pegar daquele jeito de novo. De repente, ela entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Senti seus passos se aproximando do meu lado da cama. Não quis abrir os olhos. Ouvi um barulho estranho e parecia que ela tinha parado ali, de pé, perto do meu rosto. Comecei a sentir uma fonte de calor perto, junto com o som e o cheiro inconfundível da buceta da Aghata. Abri os olhos bem devagar e vi ela acariciando a própria vulva e enfiando os dedos dentro. Tinha uma expressão animal. Ela percebeu que eu tava olhando e fez um sorriso safado. — Quero que você me chupe, Ernesto — disse enquanto continuava se tocando. — Quero que chupe toda a minha buceta e o meu cu. Isso, chupa o buraco inteiro do meu cu, porco — sussurrou enquanto se virava e colocava a bunda na minha cara. E eu fiz isso. Lambi o perímetro do cu dela e enfiei a ponta da língua dentro. Dava pra ouvir ela gemendo. — Aaaaaaahhhhhh, assim, viado, assimmmmm... O que você tava fazendo enquanto me esperava? Mmmmmm... Com certeza tava batendo punheta com a minha roupa. Eu sei o que você faz. Sei que você é um punheteiro. escutava e meu pau tava prestes a estourar, escorria e sentia o plug sendo apertado pelo meu esfíncter anal - Me mostra, punheteiro, me mostra o que tem debaixo dos lençóis, ela se virou e subindo em cima da minha cara apoiou a pussy na minha boca, ficou olhando pro meu pau duro - O que eu tava dizendo? é, isso, cê gosta da minha roupa, viado? hein? sim, continua lambendo minha pussy, punheteiro, todo esse fluxo é do meu próximo macho aaaaaahhh, vou deixar ele me comer, quero que ele me domine, preciso lamber o cock dele e tomar o leite dele, e você vai ver, punheteiro, sei que morre de vontade de me ver cavalgando outro cock mmmmm sseeee - Ela se levantou e pegando a borda da minha calcinha me fez ficar de pé - Que porra é essa? - Disse quando notou minha gaiola de castidade - então quer ficar enjaulado hahahaha, já imaginava que era o combo, agora ajoelha! - Ela ordenou - Lambe meus pés - quando fiz, agachado, ela viu como brilhava a joia do meu plug e soltou: então cê gosta de brincar com teu cu, hein? - Disse e me deu um tapa forte na bunda, sentou na minha frente, abriu as pernas mostrando a pussy suculenta e depilada e começou a se masturbar forte - aaaaaayyyyy, aaaaayyy, vou gozar, aaayyyy quero o cock do Rodrigooooo, quero ele no meu cuuuuu AAAAHHHH, e a cabeça dela foi pra trás com o orgasmo intenso que acabou de ter, pude ver o tapete todo molhado com os sucos que jorravam da vulva pulsante dela - siiiim, mmmm sim, - disse suspirando e voltando à calma - cê quer gozar, punheteiro, me mostra como você se masturba vestido de mulher, punheteiro, me fala o corno que você quer ser - Sim, Ágata, sou um punheteiro, sou um punheteiro viado que quer ver você transar com um macho de verdade - Enquanto me confessava pra ela, tirava a gaiola e começava a me masturbar como um louco - aaaaahhhh, ahhhh, sim sim sim sou um cornoooooooooo sou um punheteirooooooooooo aaaaaaaaaaaaaaaahhhh - um jorro grosso de esperma saltou do meu pau caindo na perna da Aghata - Mas que porco imundo - Ela cuspiu pra mim - Agora você vai me limpar, vai me lamber toda com essa língua pra já ir treinando o que vem por aí, você despertou algo em mim que eu não conhecia, Ernesto, e não vou mais reprimir isso, então agora enfia essa sua piquitinha na gaiola e vem de joelhos lamber essa bagunça - E assim, com meu pau ainda pingando esperma, eu obedeci, obedeci sem saber o destino que estava me marcando, obedeci porque meus instintos mais animalescos me mantinham preso ao prazer, eu precisava sentir prazer e se Aghata só me daria assim, então assim eu ia aproveitar.
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