Essa história aconteceu há uns 2 anos, e já rolou mais algumas vezes depois. A cidade de onde eu venho é meio afastada de qualquer cidade grande, e a maioria das pessoas de lá vive vendendo fruta ou verdura nos mercados que montam na vila. A maioria dos vendedores são senhores já de idade, uns 40-50 anos. Eu sempre chamava atenção na minha cidade, porque diferente das outras meninas de lá, eu era de pele branca (até hoje), e por isso me chamavam de "loirinha". Depois de terminar o ensino fundamental lá, fui pra cidade com meus tios pra estudar o ensino médio e a faculdade. Deixei pra trás aquele vilarejo onde cresci. Consegui um emprego muito bom, onde ganhava super bem, tinha duas casas e um carrão. Durante todo esse tempo, me preocupei com meu corpo, porque sabia que ele era meu principal cartão de visitas pra qualquer um.
Depois de passar pela puberdade, comecei a me desenvolver. Tenho um corpo bem voluptuoso, coisa que antes me envergonhava, mas com o tempo fui me aceitando e me amando. Quando cheguei aos 24 anos, minhas medidas eram 96-61-107, usava sutiã 36DD e tinha 1,55m de altura. Naquela época, não tinha namorado, porque o cara certo ainda não tinha aparecido, eu achava. Gostava de me sentir bonita pra mim mesma, me sentir gostosa, mas sempre que alguém ficava me encarando, não conseguia evitar sentir vergonha.
Voltando ao assunto, dessa vez minha avó tinha me ligado, dizendo que queria que toda a família se reunisse pro aniversário do meu avô, porque fazia tempo que a gente não fazia isso. Eu estava de folga naqueles dias, então não tive problema nenhum em ir visitar aquele vilarejo. Quando cheguei, não conseguia evitar me sentir estranha, porque já era uma mulher realizada, bem-sucedida, e sentia que a cidade era pequena demais pra mim. Como eu estava enganada. Cheguei na casa da minha avó, uma casa enorme, facilmente umas 20 quartos. Minha avó me deu um só pra mim, e eu subi minhas coisas, me instalei e sentei na cama pra descansar. Como já era noite, me preparei pra dormir. Fechei as janelas e tirei a roupa. Normalmente, eu colocaria meu pijama pra dormir, mas na minha cidade faz muito calor, então não vi nada de errado em dormir de lingerie. Como eu dizia, gosto de me sentir gostosa, então, mesmo sem intenção de seduzir ninguém, eu sempre usava lingerie chamativa. Já era normal pra mim. Nessa ocasião, eu tava usando um sutiã vermelho e uma calcinha de renda preta. Então, sem mais nem menos, me deitei pra dormir.
No dia seguinte, acordei com um barulho que vinha do banheiro do meu quarto. Meio assustada, levantei devagar da cama e fui até o banheiro. Abri a porta rapidamente e encontrei meu tio escovando os dentes. Ele se assustou um pouco, enxaguou a boca e disse: "Que jeito de se apresentar, filha." Foi aí que percebi que ainda tava de roupa íntima. Por reflexo, tentei me cobrir. Meu tio continuou: "Ah, desculpa, mocinha, os outros banheiros tavam ocupados, mas que bom te ver." Eu, toda nervosa, só consegui falar: "Igualmente, tio. Como é que cê tá?" Enquanto secava a boca, ele respondeu: "Tudo bem, sobrinha. E vejo que você tá excelente, mocinha. Já cresceu muito. Mas vou deixar você acordar direito, haha." Depois disso, ele saiu do quarto. Eu, ainda confusa, só sentei na cama por um tempo. Depois, peguei uma blusa e um short e desci pra tomar café.
Lá embaixo, tava minha avó e outro tio meu. Cumprimentei minha avó bem feliz e abracei meu tio, que me apertou forte contra ele. Levei como um gesto de que a gente não se via há muito tempo e continuei. Quando terminamos de almoçar, minha avó me perguntou se eu podia ir ao mercado, porque tava faltando algumas coisas pra fazer a comida e os outros tavam ocupados. Eu não tava muito a fim de ir, pra ser sincera, mas acabei aceitando pra não ficar mal. Então subi, tomei banho e me troquei. Era um dia bem quente, então coloquei um sutiã e uma calcinha de renda preta, e um vestido rosa. E fui assim. Quando cheguei na barraca onde ia comprar, congelei: lá estavam cinco caras grandes. Fácil, com 1,80m e fortões, era fácil se sentir intimidada com um negócio desses. Eu tentei chamar a atenção de só um, o encarregado, mas quando falei, todos viraram. Um me encarou e disse: "Quem diria que a gente ia ver a loirinha de novo por aqui". E outro respondeu: "A loira? Tá mudada demais, já não parece mais uma menininha". Outro falou se aproximando de mim: "Não, já não é mais, uma mulherão mesmo, né loira?" Me perguntou o que eu tava procurando e eu falei que queria umas verduras. Ele disse: "A senhora veio ao lugar certo, loirinha, pode entrar, temos as melhores verdurinhas". Eu obedeci e entrei, mas tive que passar no meio dos homens. Dava pra sentir o olhar deles varrendo e examinando cada pedaço do meu corpo, isso fez minhas pernas tremerem um pouco, mas continuei andando. Entrei num depósito cheio de frutas e verduras bem frescas, coisa que não é comum de ver na cidade. Foi então que senti uma mão na minha lombar. "Pode vir por aqui, loira, aqui temos as verduras acabadas de chegar." Ele falou isso enquanto me empurrava com a mão na direção de umas caixas que estavam no chão. "Escolhe o que quiser, é o nosso melhor produto." Eu me abaixei pra pegar as verduras, ouvi um assobio atrás de mim: "Como você cresceu bem, loirinha." Eu tentava ignorar os comentários dele, mas tinha alguma coisa neles que me deixava meio excitada. Senti uma mão na minha bunda, era óbvio que o cara não ia ser nada discreto. Tentei ignorar, porque na real não queria confusão. A mão começou a apalpar minha bunda sem vergonha nenhuma: "Ô loira, tu tem a melhor buceta que eu já vi." Enquanto falava isso, me deu um tapa na bunda. Eu me levantei assustada, e pra minha surpresa, acabei encostando mais nele. Como sou bem baixinha, dava pra sentir o pau dele tocando minhas costas, que estavam descobertas porque meu vestido era aberto ali. Ele percebeu e se encostou mais em mim. Eu não conseguia sair, porque ele era muito mais forte e grandão, e eu tava presa entre as caixas e ele. Mas por algum motivo, não me sentia assustada. Nunca passou pela minha cabeça gritar. Eu queria... saber o que faria em seguida, mas nisso ouvimos alguém entrar no depósito e ele se desgrudou bem rápido de mim, eu ajustei o vestido que tinha subido um pouco. Paguei o que tinha comprado, e quando o senhor me entregou o troco ele disse "Vem de novo outra hora loirinha, aqui tenho muita verdura pra você comer" eu fiquei meio corada pelo jeito direto que ele foi, peguei meu troco e fui embora. Enquanto ia pra casa da minha avó, ficava pensando em como o dia tinha sido estranho, primeiro meu tio, depois os senhores do mercado, o mais esquisito é que as duas situações me deixavam excitada, quando cheguei em casa, deixei a verdura e fui lá em cima tomar banho, na verdade não tinha muito o que fazer durante o dia, então me vesti pra ficar em casa, tava usando um sutiã vermelho, uma calcinha fio dental preta, uma calça jeans e uma regata preta, desci pra ver o que podia fazer pra passar o tempo e encontrei meus primos jogando luta num trampolim que tava no quintal, eles me perguntaram se eu queria jogar, e aceitei. Meus primos eram 6 e 5 anos mais novos que eu, respectivamente, um tinha 18 e o outro 19, os dois eram irmãos e desde criança sempre fomos próximos, como eu sempre fui mais velha e maior, aproveitava minha força pra ganhar deles nas lutas quando a gente brincava quando criança, mas eles já tinham crescido bastante, facilmente chegavam a 1,80 os dois, me deixando bem pra trás. Subi no trampolim e empurrei o mais velho, entre brincadeiras fomos nos atualizando, porque a gente tava um tempão sem se ver, quando senti alguém me abraçar por trás e me levantar bem alto e me deixar cair, era meu primo mais novo, eu levantei rápido e me joguei nele, derrubei ele, e montei em cima dele pra evitar que ele levantasse, mas aí comecei a sentir uma coisa na bunda, eu sabia perfeitamente o que era, tentei zoar ele "Com tão pouco você se anima, Manuel" mas ele respondeu com toda confiança, "Com essa bunda qualquer um se anima, prima" Na verdade, eu não sabia o que responder, não pensei que ele fosse tão direto na hora de responder, e me lembrou do que tinha acontecido com meu tio e com o senhor do mercado, nunca pensei que estaria em situações como essa, tenho certeza de que se alguém me contasse eu não acreditaria Kkkkk, enfim, o irmão dele nos interrompeu "Ô prima, eu também quero que você fique assim pra mim" ele disse, eu me levantei do meu primo e falei pra eles pararem de brincar daquele jeito, "Já é, prima, bem que você tava nos provocando" — "Provocando?" Perguntei — "Sim, você ficou pulando pra fazer os peitos balançarem, e ficava se esfregando na gente toda hora" Eu tava muito confusa, não pensei que meus primos me vissem daquele jeito, mas eles já tinham crescido, então era normal pensarem com a cabeça de baixo em vez da de cima, falei que eles estavam interpretando tudo errado "Vou embora, com vocês nem dá pra brincar um pouco" enquanto eu ia saindo um deles falou "tchau, rabuda" Tava cansada de tudo que tava rolando, mas quando parei pra pensar, percebi que tava cansada de que o que acontecia não chegava a ninguém, não sei se é alguma doença ou se sou só louca, mas todos os comentários sexuais e sujos que fazem pra mim me excitam, então passa pela minha cabeça ir um pouco além, que tal se eu simplesmente me deixasse comer pelo senhor do mercado, ou pelos meus primos, essas ideias me deixavam muito molhada, mas não sabia como começar, ia ficar mais ou menos um mês lá, era provável que conseguisse alguma coisa e assim descobri uma parte de mim que nunca tinha visto. No dia seguinte não tinha nada pra fazer, então decidi ir visitar meu avô na horta dele. Meu avô era um homem do campo, apesar dos 65 anos tinha uma saúde excelente, parecia ter uns 40, ele era muito alto, 1,92 pra ser exata, minha avó dizia que na juventude dele chegava fácil aos 2 metros, era moreno e tinha um físico muito bem trabalhado porque carregava peso todo dia, algo que sempre me chamou a atenção nele eram os braços, eram muito fortes e as veias saltavam, o que deixava Parecer bem másculo. Quando cheguei no sítio, ele tava mexendo uns sacos. Quando me viu, ficou super feliz de me ver, porque desde que cheguei não tinha visto ele. Bateu um papo, colocando a fofoca em dia do nosso dia a dia. Falei que a cidade tinha mudado muito e que sentia falta de várias coisas de antes, tipo uma mina d'água que ficava perto do sítio do meu avô. "Ah, minha filha, essa mina ainda existe, vem, vamos." Caminhamos um pouco e, de fato, era a mesma mina d'água de quando eu era criança. "Ah, não, se soubesse que ainda tava aqui, tinha trazido meu biquíni." E meu avô respondeu: "Uai, assim tá bom, minha filha. É só tirar a roupa pra vestir depois. Vamos entrar um pouco." Ele tirou a calça e a camisa e deu um baita mergulho na água. Fiquei impressionada, mas pela vista que eu tinha. Meu avô, sem dúvida, tava em muuuuito boa forma e não conseguia evitar de olhar pra entreperna dele, porque o volume era bem grande. Tentei controlar minha cabeça, mas o que tinha rolado no dia anterior junto com o que tava rolando agora me dominaram. Comecei a tirar a blusa que tava usando. Quando vi que meu avô tava me olhando, me virei, colocando minha bunda na direção dele e comecei a tirar o short. Tava usando um conjunto de lingerie, uma fio dental e um sutiã vermelho. Dava pra ver meu avô de canto de olho varrendo meu corpo com o olhar. Sabia o que tava fazendo. Nunca na minha vida me senti tão puta quanto naquele momento, mas tava adorando cada segundo. Entrei na água e me aproximei do meu avô, abraçando ele, colando meus peitos nas costas dele. Ele me perguntou por que eu tava vestida daquele jeito. Acho que pra ele era uma roupa íntima muito reveladora. Dava pra ver o volume dele crescendo. Era óbvio que ele gostou do que viu. Tentei fazer a sonsa: "Você não gosta de como eu tô?" Ele falou: "Não, não é isso." "Então eu tô gostosa?" E ele respondeu: "Você tá linda." Eu já não aguentava mais o tesão, então me encostei nele e senti a pica dele. Tava dura. Era óbvio que ele tava adorando. Tempo. depois foi sentar numa pedra, eu fiquei na água, mas de costas pra ele, dava pra sentir o olhar dele cravado na minha bunda, eu levantava e mexia pra provocar mais, saí da água pra sentar do lado dele, foi aí que chegou um amigo do meu avô, Seu Julião, um senhor gordo e bem alto, quando nos encontrou eu e meu avô ele se surpreendeu um pouco, qualquer um ficaria, porque eu tava de lingerie e meu avô de cueca, meu avô cumprimentou ele e conversaram um tempão, nesse tempo todo eu continuei sentada com os pés na água e dava pra ver de canto de olho o amigo do meu avô me varrendo com o olhar, nesse ponto eu já tava tão molhada que cruzava as pernas e mexia pra provocar mais, eu sabia que a situação podia sair do controle, mas mesmo assim resolvi continuar, meu avô disse que ia na casa da minha avó pegar uns sacos que ia usar, me perguntou se eu ia ficar na água ou já ia embora, sinceramente quase falei que ia com ele, porque no caminho todo até a casa do meu avô eu podia tentar seduzir ele, mas eu tava muito excitada, e resolvi ficar ali com Seu Julião, meu avô foi embora, e quando a caminhonete do meu avô não se ouvia mais, eu coloquei tudo em ação. Levantei e fui pegar uma toalha que meu avô tinha deixado pra mim antes de ir e comecei a secar o cabelo, de costas pro Seu Julião, ele tinha uma vista privilegiada da minha bunda molhada, dava pra sentir a calcinha fio dental esfregando na minha buceta, então já tava a mil, "Como você cresceu, mocinha" disse Seu Julião sem tirar os olhos da minha bunda, "Por quê, Seu Julião?" respondi, "Olha só pra você, já tá uma mulherão, mocinha, já tem namorado?" ele falava isso enquanto se aproximava mais de mim, "Não, Seu Julião, não tenho namorado" respondi, nisso senti umas mãos na minha cintura, "Que pena que ninguém se arriscou, rainha, mulheres como você sempre precisam de um bom homem pra cuidar delas", "mulheres como eu?" perguntei, "Sim, você sabe Mina, assim gostosona que você tá, rainha" — senti ele começar a acariciar minha barriga e cintura, me puxando mais pra perto dele — "Ai, que coisas que o senhor fala, Dom Julião" — falei com a voz trêmula, meu coração batendo a mil e a respiração ofegante — "Só tô falando a verdade, princesa, uma mulherão como você não devia ficar sozinha nunca" — involuntariamente, levantei a bunda pra sentir o pau dele, e consegui, era bem maior que o do avô — "Não seja tão ansiosa, rainha, se você quer tanto, é só pedir" — as mãos dele começaram a subir pela minha barriga e agarraram meus peitos com força, soltei um gemidinho porque tava tão excitada que meu corpo inteiro tava sensível — "Olha só que peitão, bem redondo e firme do jeito que tem que ser, nem cabe na minha mão, mina" — ele continuava acariciando meus peitos, nessa altura meus bicos já estavam duros de tesão. Depois de um tempo, ele me virou e ficamos de frente um pro outro, me carregou como se eu não pesasse nada, isso me excitou ainda mais, ele era tão forte e tão grande que me senti completamente submissa a ele. Me levou carregada até um quarto que usavam pros trabalhadores dormirem e me encostou na parede, me deu um beijo forte e apaixonado na boca, nunca tinha recebido um beijo assim, apertei as costas dele com força e correspondi com tudo. Ele me abaixou e sentou na cama — "Vai, mina, eu sei o que você quer e vou te dar" — me aproximei timidamente e me ajoelhei na frente dele, comecei a desabotoar a calça dele, foram os segundos mais longos da minha vida, tava tão nervosa que custei a abrir, até que consegui. Ali estava, na minha frente, um pau duro, cheio de veias e com a cabeça bem grossa, não sabia o que fazer, peguei ele com as duas mãos e mesmo assim não conseguia segurar ele inteiro, comecei a bater uma punheta e via como escorria um líquido transparente, não aguentei a tentação e meti ele na boca, custei a me adaptar até encontrar o jeito certo. Tenho certeza que dei a melhor boquete da vida dele, porque ele soltava uns gemidinhos de prazer, eu também. Eu tava adorando, desde aquele dia eu soube que uma das minhas atividades favoritas na vida ia ser chupar pica. Quando ele tava quase gozando, ele empurrou minha cabeça contra o pau dele e meteu tudo na minha boca. Dava pra sentir o sêmen passando pela minha boca, tinha um gosto delicioso. Tomei cada gota que saiu e limpei o pau dele. Ele acariciou meu rosto e disse: "Boa menina". Eu tava cem por cento submissa a ele. Ouvimos a caminhonete do meu avô ao longe. Ele vestiu a calça e eu voltei pro olho d'água, ainda com o gosto da porra dele na boca. Bem quando ia começar a parte boa, interromperam. Meu avô chegou só pra me buscar, porque era hora do jantar na casa da minha avó. Então tive que me despedir do seu Julián. Dei um abraço e um beijo nele, e quando ele me ajudou a subir na caminhonete, senti ele dar um tapinha leve na minha bunda. "Até logo, mocinha", ele disse. "Espero que seja logo", respondi. Ele piscou o olho pra mim, e eu e meu avô fomos embora. Esse foi o começo de um monte de histórias que rolaram naquele povoado. Mas conto o resto se vocês quiserem, hahaha. Tchau.
Depois de passar pela puberdade, comecei a me desenvolver. Tenho um corpo bem voluptuoso, coisa que antes me envergonhava, mas com o tempo fui me aceitando e me amando. Quando cheguei aos 24 anos, minhas medidas eram 96-61-107, usava sutiã 36DD e tinha 1,55m de altura. Naquela época, não tinha namorado, porque o cara certo ainda não tinha aparecido, eu achava. Gostava de me sentir bonita pra mim mesma, me sentir gostosa, mas sempre que alguém ficava me encarando, não conseguia evitar sentir vergonha.
Voltando ao assunto, dessa vez minha avó tinha me ligado, dizendo que queria que toda a família se reunisse pro aniversário do meu avô, porque fazia tempo que a gente não fazia isso. Eu estava de folga naqueles dias, então não tive problema nenhum em ir visitar aquele vilarejo. Quando cheguei, não conseguia evitar me sentir estranha, porque já era uma mulher realizada, bem-sucedida, e sentia que a cidade era pequena demais pra mim. Como eu estava enganada. Cheguei na casa da minha avó, uma casa enorme, facilmente umas 20 quartos. Minha avó me deu um só pra mim, e eu subi minhas coisas, me instalei e sentei na cama pra descansar. Como já era noite, me preparei pra dormir. Fechei as janelas e tirei a roupa. Normalmente, eu colocaria meu pijama pra dormir, mas na minha cidade faz muito calor, então não vi nada de errado em dormir de lingerie. Como eu dizia, gosto de me sentir gostosa, então, mesmo sem intenção de seduzir ninguém, eu sempre usava lingerie chamativa. Já era normal pra mim. Nessa ocasião, eu tava usando um sutiã vermelho e uma calcinha de renda preta. Então, sem mais nem menos, me deitei pra dormir.
No dia seguinte, acordei com um barulho que vinha do banheiro do meu quarto. Meio assustada, levantei devagar da cama e fui até o banheiro. Abri a porta rapidamente e encontrei meu tio escovando os dentes. Ele se assustou um pouco, enxaguou a boca e disse: "Que jeito de se apresentar, filha." Foi aí que percebi que ainda tava de roupa íntima. Por reflexo, tentei me cobrir. Meu tio continuou: "Ah, desculpa, mocinha, os outros banheiros tavam ocupados, mas que bom te ver." Eu, toda nervosa, só consegui falar: "Igualmente, tio. Como é que cê tá?" Enquanto secava a boca, ele respondeu: "Tudo bem, sobrinha. E vejo que você tá excelente, mocinha. Já cresceu muito. Mas vou deixar você acordar direito, haha." Depois disso, ele saiu do quarto. Eu, ainda confusa, só sentei na cama por um tempo. Depois, peguei uma blusa e um short e desci pra tomar café.
Lá embaixo, tava minha avó e outro tio meu. Cumprimentei minha avó bem feliz e abracei meu tio, que me apertou forte contra ele. Levei como um gesto de que a gente não se via há muito tempo e continuei. Quando terminamos de almoçar, minha avó me perguntou se eu podia ir ao mercado, porque tava faltando algumas coisas pra fazer a comida e os outros tavam ocupados. Eu não tava muito a fim de ir, pra ser sincera, mas acabei aceitando pra não ficar mal. Então subi, tomei banho e me troquei. Era um dia bem quente, então coloquei um sutiã e uma calcinha de renda preta, e um vestido rosa. E fui assim. Quando cheguei na barraca onde ia comprar, congelei: lá estavam cinco caras grandes. Fácil, com 1,80m e fortões, era fácil se sentir intimidada com um negócio desses. Eu tentei chamar a atenção de só um, o encarregado, mas quando falei, todos viraram. Um me encarou e disse: "Quem diria que a gente ia ver a loirinha de novo por aqui". E outro respondeu: "A loira? Tá mudada demais, já não parece mais uma menininha". Outro falou se aproximando de mim: "Não, já não é mais, uma mulherão mesmo, né loira?" Me perguntou o que eu tava procurando e eu falei que queria umas verduras. Ele disse: "A senhora veio ao lugar certo, loirinha, pode entrar, temos as melhores verdurinhas". Eu obedeci e entrei, mas tive que passar no meio dos homens. Dava pra sentir o olhar deles varrendo e examinando cada pedaço do meu corpo, isso fez minhas pernas tremerem um pouco, mas continuei andando. Entrei num depósito cheio de frutas e verduras bem frescas, coisa que não é comum de ver na cidade. Foi então que senti uma mão na minha lombar. "Pode vir por aqui, loira, aqui temos as verduras acabadas de chegar." Ele falou isso enquanto me empurrava com a mão na direção de umas caixas que estavam no chão. "Escolhe o que quiser, é o nosso melhor produto." Eu me abaixei pra pegar as verduras, ouvi um assobio atrás de mim: "Como você cresceu bem, loirinha." Eu tentava ignorar os comentários dele, mas tinha alguma coisa neles que me deixava meio excitada. Senti uma mão na minha bunda, era óbvio que o cara não ia ser nada discreto. Tentei ignorar, porque na real não queria confusão. A mão começou a apalpar minha bunda sem vergonha nenhuma: "Ô loira, tu tem a melhor buceta que eu já vi." Enquanto falava isso, me deu um tapa na bunda. Eu me levantei assustada, e pra minha surpresa, acabei encostando mais nele. Como sou bem baixinha, dava pra sentir o pau dele tocando minhas costas, que estavam descobertas porque meu vestido era aberto ali. Ele percebeu e se encostou mais em mim. Eu não conseguia sair, porque ele era muito mais forte e grandão, e eu tava presa entre as caixas e ele. Mas por algum motivo, não me sentia assustada. Nunca passou pela minha cabeça gritar. Eu queria... saber o que faria em seguida, mas nisso ouvimos alguém entrar no depósito e ele se desgrudou bem rápido de mim, eu ajustei o vestido que tinha subido um pouco. Paguei o que tinha comprado, e quando o senhor me entregou o troco ele disse "Vem de novo outra hora loirinha, aqui tenho muita verdura pra você comer" eu fiquei meio corada pelo jeito direto que ele foi, peguei meu troco e fui embora. Enquanto ia pra casa da minha avó, ficava pensando em como o dia tinha sido estranho, primeiro meu tio, depois os senhores do mercado, o mais esquisito é que as duas situações me deixavam excitada, quando cheguei em casa, deixei a verdura e fui lá em cima tomar banho, na verdade não tinha muito o que fazer durante o dia, então me vesti pra ficar em casa, tava usando um sutiã vermelho, uma calcinha fio dental preta, uma calça jeans e uma regata preta, desci pra ver o que podia fazer pra passar o tempo e encontrei meus primos jogando luta num trampolim que tava no quintal, eles me perguntaram se eu queria jogar, e aceitei. Meus primos eram 6 e 5 anos mais novos que eu, respectivamente, um tinha 18 e o outro 19, os dois eram irmãos e desde criança sempre fomos próximos, como eu sempre fui mais velha e maior, aproveitava minha força pra ganhar deles nas lutas quando a gente brincava quando criança, mas eles já tinham crescido bastante, facilmente chegavam a 1,80 os dois, me deixando bem pra trás. Subi no trampolim e empurrei o mais velho, entre brincadeiras fomos nos atualizando, porque a gente tava um tempão sem se ver, quando senti alguém me abraçar por trás e me levantar bem alto e me deixar cair, era meu primo mais novo, eu levantei rápido e me joguei nele, derrubei ele, e montei em cima dele pra evitar que ele levantasse, mas aí comecei a sentir uma coisa na bunda, eu sabia perfeitamente o que era, tentei zoar ele "Com tão pouco você se anima, Manuel" mas ele respondeu com toda confiança, "Com essa bunda qualquer um se anima, prima" Na verdade, eu não sabia o que responder, não pensei que ele fosse tão direto na hora de responder, e me lembrou do que tinha acontecido com meu tio e com o senhor do mercado, nunca pensei que estaria em situações como essa, tenho certeza de que se alguém me contasse eu não acreditaria Kkkkk, enfim, o irmão dele nos interrompeu "Ô prima, eu também quero que você fique assim pra mim" ele disse, eu me levantei do meu primo e falei pra eles pararem de brincar daquele jeito, "Já é, prima, bem que você tava nos provocando" — "Provocando?" Perguntei — "Sim, você ficou pulando pra fazer os peitos balançarem, e ficava se esfregando na gente toda hora" Eu tava muito confusa, não pensei que meus primos me vissem daquele jeito, mas eles já tinham crescido, então era normal pensarem com a cabeça de baixo em vez da de cima, falei que eles estavam interpretando tudo errado "Vou embora, com vocês nem dá pra brincar um pouco" enquanto eu ia saindo um deles falou "tchau, rabuda" Tava cansada de tudo que tava rolando, mas quando parei pra pensar, percebi que tava cansada de que o que acontecia não chegava a ninguém, não sei se é alguma doença ou se sou só louca, mas todos os comentários sexuais e sujos que fazem pra mim me excitam, então passa pela minha cabeça ir um pouco além, que tal se eu simplesmente me deixasse comer pelo senhor do mercado, ou pelos meus primos, essas ideias me deixavam muito molhada, mas não sabia como começar, ia ficar mais ou menos um mês lá, era provável que conseguisse alguma coisa e assim descobri uma parte de mim que nunca tinha visto. No dia seguinte não tinha nada pra fazer, então decidi ir visitar meu avô na horta dele. Meu avô era um homem do campo, apesar dos 65 anos tinha uma saúde excelente, parecia ter uns 40, ele era muito alto, 1,92 pra ser exata, minha avó dizia que na juventude dele chegava fácil aos 2 metros, era moreno e tinha um físico muito bem trabalhado porque carregava peso todo dia, algo que sempre me chamou a atenção nele eram os braços, eram muito fortes e as veias saltavam, o que deixava Parecer bem másculo. Quando cheguei no sítio, ele tava mexendo uns sacos. Quando me viu, ficou super feliz de me ver, porque desde que cheguei não tinha visto ele. Bateu um papo, colocando a fofoca em dia do nosso dia a dia. Falei que a cidade tinha mudado muito e que sentia falta de várias coisas de antes, tipo uma mina d'água que ficava perto do sítio do meu avô. "Ah, minha filha, essa mina ainda existe, vem, vamos." Caminhamos um pouco e, de fato, era a mesma mina d'água de quando eu era criança. "Ah, não, se soubesse que ainda tava aqui, tinha trazido meu biquíni." E meu avô respondeu: "Uai, assim tá bom, minha filha. É só tirar a roupa pra vestir depois. Vamos entrar um pouco." Ele tirou a calça e a camisa e deu um baita mergulho na água. Fiquei impressionada, mas pela vista que eu tinha. Meu avô, sem dúvida, tava em muuuuito boa forma e não conseguia evitar de olhar pra entreperna dele, porque o volume era bem grande. Tentei controlar minha cabeça, mas o que tinha rolado no dia anterior junto com o que tava rolando agora me dominaram. Comecei a tirar a blusa que tava usando. Quando vi que meu avô tava me olhando, me virei, colocando minha bunda na direção dele e comecei a tirar o short. Tava usando um conjunto de lingerie, uma fio dental e um sutiã vermelho. Dava pra ver meu avô de canto de olho varrendo meu corpo com o olhar. Sabia o que tava fazendo. Nunca na minha vida me senti tão puta quanto naquele momento, mas tava adorando cada segundo. Entrei na água e me aproximei do meu avô, abraçando ele, colando meus peitos nas costas dele. Ele me perguntou por que eu tava vestida daquele jeito. Acho que pra ele era uma roupa íntima muito reveladora. Dava pra ver o volume dele crescendo. Era óbvio que ele gostou do que viu. Tentei fazer a sonsa: "Você não gosta de como eu tô?" Ele falou: "Não, não é isso." "Então eu tô gostosa?" E ele respondeu: "Você tá linda." Eu já não aguentava mais o tesão, então me encostei nele e senti a pica dele. Tava dura. Era óbvio que ele tava adorando. Tempo. depois foi sentar numa pedra, eu fiquei na água, mas de costas pra ele, dava pra sentir o olhar dele cravado na minha bunda, eu levantava e mexia pra provocar mais, saí da água pra sentar do lado dele, foi aí que chegou um amigo do meu avô, Seu Julião, um senhor gordo e bem alto, quando nos encontrou eu e meu avô ele se surpreendeu um pouco, qualquer um ficaria, porque eu tava de lingerie e meu avô de cueca, meu avô cumprimentou ele e conversaram um tempão, nesse tempo todo eu continuei sentada com os pés na água e dava pra ver de canto de olho o amigo do meu avô me varrendo com o olhar, nesse ponto eu já tava tão molhada que cruzava as pernas e mexia pra provocar mais, eu sabia que a situação podia sair do controle, mas mesmo assim resolvi continuar, meu avô disse que ia na casa da minha avó pegar uns sacos que ia usar, me perguntou se eu ia ficar na água ou já ia embora, sinceramente quase falei que ia com ele, porque no caminho todo até a casa do meu avô eu podia tentar seduzir ele, mas eu tava muito excitada, e resolvi ficar ali com Seu Julião, meu avô foi embora, e quando a caminhonete do meu avô não se ouvia mais, eu coloquei tudo em ação. Levantei e fui pegar uma toalha que meu avô tinha deixado pra mim antes de ir e comecei a secar o cabelo, de costas pro Seu Julião, ele tinha uma vista privilegiada da minha bunda molhada, dava pra sentir a calcinha fio dental esfregando na minha buceta, então já tava a mil, "Como você cresceu, mocinha" disse Seu Julião sem tirar os olhos da minha bunda, "Por quê, Seu Julião?" respondi, "Olha só pra você, já tá uma mulherão, mocinha, já tem namorado?" ele falava isso enquanto se aproximava mais de mim, "Não, Seu Julião, não tenho namorado" respondi, nisso senti umas mãos na minha cintura, "Que pena que ninguém se arriscou, rainha, mulheres como você sempre precisam de um bom homem pra cuidar delas", "mulheres como eu?" perguntei, "Sim, você sabe Mina, assim gostosona que você tá, rainha" — senti ele começar a acariciar minha barriga e cintura, me puxando mais pra perto dele — "Ai, que coisas que o senhor fala, Dom Julião" — falei com a voz trêmula, meu coração batendo a mil e a respiração ofegante — "Só tô falando a verdade, princesa, uma mulherão como você não devia ficar sozinha nunca" — involuntariamente, levantei a bunda pra sentir o pau dele, e consegui, era bem maior que o do avô — "Não seja tão ansiosa, rainha, se você quer tanto, é só pedir" — as mãos dele começaram a subir pela minha barriga e agarraram meus peitos com força, soltei um gemidinho porque tava tão excitada que meu corpo inteiro tava sensível — "Olha só que peitão, bem redondo e firme do jeito que tem que ser, nem cabe na minha mão, mina" — ele continuava acariciando meus peitos, nessa altura meus bicos já estavam duros de tesão. Depois de um tempo, ele me virou e ficamos de frente um pro outro, me carregou como se eu não pesasse nada, isso me excitou ainda mais, ele era tão forte e tão grande que me senti completamente submissa a ele. Me levou carregada até um quarto que usavam pros trabalhadores dormirem e me encostou na parede, me deu um beijo forte e apaixonado na boca, nunca tinha recebido um beijo assim, apertei as costas dele com força e correspondi com tudo. Ele me abaixou e sentou na cama — "Vai, mina, eu sei o que você quer e vou te dar" — me aproximei timidamente e me ajoelhei na frente dele, comecei a desabotoar a calça dele, foram os segundos mais longos da minha vida, tava tão nervosa que custei a abrir, até que consegui. Ali estava, na minha frente, um pau duro, cheio de veias e com a cabeça bem grossa, não sabia o que fazer, peguei ele com as duas mãos e mesmo assim não conseguia segurar ele inteiro, comecei a bater uma punheta e via como escorria um líquido transparente, não aguentei a tentação e meti ele na boca, custei a me adaptar até encontrar o jeito certo. Tenho certeza que dei a melhor boquete da vida dele, porque ele soltava uns gemidinhos de prazer, eu também. Eu tava adorando, desde aquele dia eu soube que uma das minhas atividades favoritas na vida ia ser chupar pica. Quando ele tava quase gozando, ele empurrou minha cabeça contra o pau dele e meteu tudo na minha boca. Dava pra sentir o sêmen passando pela minha boca, tinha um gosto delicioso. Tomei cada gota que saiu e limpei o pau dele. Ele acariciou meu rosto e disse: "Boa menina". Eu tava cem por cento submissa a ele. Ouvimos a caminhonete do meu avô ao longe. Ele vestiu a calça e eu voltei pro olho d'água, ainda com o gosto da porra dele na boca. Bem quando ia começar a parte boa, interromperam. Meu avô chegou só pra me buscar, porque era hora do jantar na casa da minha avó. Então tive que me despedir do seu Julián. Dei um abraço e um beijo nele, e quando ele me ajudou a subir na caminhonete, senti ele dar um tapinha leve na minha bunda. "Até logo, mocinha", ele disse. "Espero que seja logo", respondi. Ele piscou o olho pra mim, e eu e meu avô fomos embora. Esse foi o começo de um monte de histórias que rolaram naquele povoado. Mas conto o resto se vocês quiserem, hahaha. Tchau.
2 comentários - Brinquedo do Povo