Olá, como vocês estão? Eu sempre trago experiências que acontecem comigo. Ontem mesmo, uma nova me aconteceu. Ontem, eu estava trabalhando reformando casas, serviços de metalurgia, alvenaria e encanamento, e outras coisas que não vêm ao caso, mas que têm a ver também. Me chamaram pra ir ver um serviço e ver se eu podia resolver na hora. Me deram o endereço, era em Bermejo, Guaymallén, Mendoza. Fui ver e levei as ferramentas pro caso. Ao chegar na casa da cliente, era uma mulher de 58 anos, com um corpo muito gostoso, uma bunda linda e uns peitos enormes. Te digo, me distraí com os peitos. Ela me recebeu de roupão. Entrei pra fazer meu trabalho, que era um vazamento de água num cano que ia pro aquecedor, e ela morava sozinha. O nome dela era Gladys. Ela começou a puxar papo enquanto me oferecia um café. Aceitei e fomos pra cozinha, e começou um jogo de olhares até que, num momento, senti o pé dela começando a passar pela minha rola até que começou a despertar. Fiquei chocado e imóvel, enquanto o rosto dela desenhou um sorriso de puta safada e disse: — "Ufa, isso é grande". Falei, ainda chocado: — "Se quiser ver". Enquanto ficou dura que nem pedra. Ela disse: — "Só ver". Ela ficou atrás de mim, abrindo a braguilha da minha calça e sussurrando no meu ouvido: — "Sabe quanto tempo faz que não chupo uma rola?" Respondi: — "Chupa o que quiser". Enquanto ela me batia uma devagar e disse: — "Que rola gostosa você tem, vai me emprestar pra eu matar a vontade?" Respondi: — "Toda sua, Gladys". Ela disse: — "Me chama de puta, agora sou puta". Eu me recostei na cadeira, ela se ajoelhou e começou a chupar deliciosamente. Tinha uma sucção naquela boca que parecia um aspirador, meu Deus. E eu comecei a apalpar a bunda dela. Ela disse: — "Me toca, rola, me toca". Tava com a buceta molhada, bem gostosa. Sentia o calor dela. Molhei os dedos e comecei com um, e senti o umbigo dela. Ela disse que tava apertada como nova. Sentia como ela apertava aquela buceta e pulsava enquanto chupava que nem uma profissional. Ela me levou pro sofá, me deitei e ela engoliu tudo. Tava com o queixo babado e os olhos vermelhos. da enrabada de pau que ela levou e enquanto passava o pau pelas tetonas dela e ela disse - "uma turquinha pra esse pau que eu quero ele duro" E começou a me punhetar com as tetonas dela todas babadas da engasgada anterior enquanto cuspia pra deslizar o pau melhor e de vez em quando chupava um pouco E ela disse - "Agora vou comer essa buceta, papi" enquanto piscava um olho e mordia o lábio e mostrou a flexibilidade dela, puta merda, colocou uma perna no meu ombro, encaixou devagar até o pau ficar na altura da buceta quente dela, aaa como apertava aquela buceta me deixava nas nuvens, ela enfiava devagar e mexia a pelve como um pêndulo, que gostoso e soltou um gemido gostoso e começou a levantar a voz dizendo - "sou uma puta, gulosa, quero que me coma como uma puta" e na verdade ela tava se comendo sozinha e colocou as mãos no meu pescoço e se aproximou colocando aqueles melões na minha cara e eu chupava as tetas dela, ela dizia - "me morde as tetas, cara" Eu com uma mão na bunda dela sentia como escorria aqueles sucos na minha mão, comecei a massagear o cu fechadinho e enfiei o dedinho aproveitando o tesão e ela se levantou de repente soltando uma gozada em jorro me espirrando da pelve até a cara, ela disse - "não goza até eu ficar satisfeita" e a domadora continuava montada no pau, soltou mais 3 iguais e já suada me disse - "agora é tua vez, macho" coloquei ela meio de missionário com uma perna no meu ombro e enfiei o pau todo até minhas bolas baterem no cu dela martelando sem parar a buceta dela e quando ia gozar desci pra buceta dela chupando desesperado até ela gozar na minha boca e enfiei minha língua grossa no cu dilatado de prazer e ela se dobrou de prazer me agarrando pelo cabelo bem forte e disse - "devagar, sem ser bruto, o cu é quase virgem" eu com a ideia de que era minha puta falei vamos tentar se quiser, chupei o pau dela um bom tempo e claro que o sofá ficou pequeno, fomos pra cama e de ladinho Enquanto mordia o pescoço dela, enfiei a cabeça da pica no cu bem apertadinho e pensei: "vou gozar rápido". Devagar, aumentando o ritmo, senti o cu dela se abrindo mais e mais até que ela pegou gosto e falou: "arrebenta meu cu, sua puta". Dei umas meia hora naquela bunda e montei nela pra foder do jeito que ela quis, depois coloquei ela na beirada da cama com as pernas quase na altura da cabeça e ela disse: "sou uma puta flexível". Travei as pernas dela atrás da cabeça pra um anal mais fundo, e ela gritava igual louca, me xingava e falava: "me dá essa porra, filho da puta, me dá tudo na cara". Bem antes de explodir em porra, tirei e joguei o leite na cara dela, e com a boca aberta ela recebeu o primeiro jato e rapidamente enfiei de novo no cu dela. A gente tremia os dois, e minha porra escorrendo pela cara dela. Ajeitamos, ela se limpou com o roupão e foi andando pro banheiro, me chamou com a mão e disse: "vem que falta o banho". Começou a se lavar e ensaboou o corpo, eu fiquei de pau duro, ela fez um bochecho e se ajoelhou na minha frente, me olhando e disse: "vamos cortar o café com creme". Começou a lamber a pica de novo, que reagiu na hora, e chupando forte ela falava: "vou tomar tudo, papai, vai". Ela me punhetava com as tetas ensaboadas, bem gostosas: "me dá, vai, goza pra puta velha". Quando minhas bolas ficaram duras, ela se prendeu igual sanguessuga, tirando até a última gota, engolindo tudo que saía, e me olhou e disse: "repete quando quiser". Terminamos de tomar banho sem acreditar no que tinha rolado. Combinamos de nos ver de novo, então depois conto o próximo encontro... Valeu, galera, espero que tenham gostado. Bom sexo pra todos.
6 comentários - Una madura mañana inesperada