



Ouvir minha irmã falando "dar uma foda" de um jeito sensual, enquanto me olhava com aqueles olhos verdes enormes, me deu ainda mais vontade de enfiar tudo ali mesmo. Até que ela me trouxe de volta à realidade: "Nem pensa nisso... tira isso da cabeça porque não vai rolar." Ela fez uma cara mais séria, e acho que naquele momento percebeu o quão longe a gente tinha ido. "Pronto? Já me viu toda, seu safado." Tirei minha mão da bunda dela, as bochechas se fecharam de novo, e minha irmã se recompôs... pegou o sabonete e passou rápido na bunda, na virilha e nas coxas, pra limpar todo o sêmen que eu tinha deixado. Depois saiu do chuveiro e começou a se secar, ficou com a toalha enrolada no corpo, e depois de fechar a torneira, me ajudou a me secar também. Só então tava me dando conta da atrocidade que a gente quase cometeu... falar em foder era falar de algo muito proibido. Naquele momento me arrependi um pouco, tava meio envergonhado... e ela percebeu. Mesmo assim, minha ereção não baixava, tinha sido muito quente o que a gente fez no chuveiro. Depois de me secar e vestir um pouco de roupa, minha irmã só me olhou, e depois de sorrir pra mim, me deu um beijo na bochecha e sussurrou no meu ouvido: "Amanhã eu faço outra punheta pra você, irmãozinho." Não aguentei até amanhã. Minha irmã já tinha se trocado, se arrumado, e depois de desejar sorte, tinha ido pro evento onde ia desfilar na passarela pra uma nova marca de roupa. Fiquei sozinho em casa, já era noite. As horas passaram, mas eu continuava muito excitado com o que tinha rolado no banheiro. Não conseguia pensar em outra coisa. Ainda tava com o pau duro, me incomodando muito e apertando a cueca. Já tinha melhorado bastante a mobilidade das minhas mãos e dedos, além de sentir menos dor... então tentei me masturbar, naquela noite bati uma até gozar, finalmente consegui. Foi a primeira de várias. Claro que não contei nada pra minha irmã... queria que ela continuasse me masturbando. Me sentia um pouco mal por fazer isso com a Mica, mas depois de tudo que a gente já tinha feito, ou do quão longe a gente tinha chegado, eu não conseguia parar agora. Acabei dormindo, nem soube que horas minha irmã tinha chegado, então acordei já no sábado, perto do meio-dia. A primeira coisa que notei é que tava um calor infernal, de novo. Já tava cansado do verão, e sem ar condicionado em casa. Levantei e olhei pra cama de cima, vi que a Micaela tava dormindo, destapada e sem lençol, só de calcinha e sutiã. Fui preparar o almoço, não queria me esquentar já de manhã. Mas a deusa da minha irmã mais velha não me dava trégua. Fiquei cozinhando, tomando todo cuidado possível, quando ela acordou. Depois de reclamar do calor, a Mica me perguntou se eu me importava dela ficar assim só de lingerie, por causa do calorão. Falei que não, então ela não vestiu nada, e a gente sentou pra comer na mesa. Conversamos um pouco, perguntei como tinha sido o desfile na noite anterior, e ela respondeu que foi tudo perfeito, que mesmo tendo ficado nervosa no começo, depois foi tudo bem. Parabenizei ela e continuamos almoçando, sem falar nada da cena quente do dia anterior. Eu tinha tarefa da faculdade pra completar, então depois de comer liguei o notebook e deitei na minha cama pra resolver isso. Abri o e-mail e baixei todos os temas que precisava estudar. Fiquei umas horas nessa lida, quando minha irmã, ainda de lingerie, se colocou na frente do espelho e começou a passar creme no corpo todo. — Pelo menos vou aproveitar esse calor pra pegar um sol. — Ela disse. Fiquei vendo ela passar protetor solar nos braços… nas costas… nas pernas… e até num momento enfiou a mão dentro do sutiã pra passar creme nos peitos. Já conhecia ela, essa putinha ia tomar sol pelada. Tirou mais um pouco de creme do pote e fez a mesma coisa embaixo, enfiando a mão dentro da calcinha pra passar creme no púbis e na buceta. Bateu uma Pau duro na hora que vi ela se tocando na buceta. Ela fazia isso na minha frente, sem nenhum pudor. Depois de passar creme solar na Booty, ela me avisou que ia subir um pouco no terraço pra pegar sol. Fiquei fervendo. Por mais que eu não quisesse, parecia que a Micaela dava um jeito de me deixar com tesão todos os santos dias. Tentei continuar com a tarefa, mas não conseguia me concentrar. Não tinha outra opção a não ser bater uma de novo. Não sei se isso era normal, provavelmente não, mas minha irmã me deixava excitado o dia inteiro. Baixei a cueca e bati mais uma punheta pensando nela, pensando naquilo de agora há pouco, passando creminho na buceta, e também quando abri bem o cu dela no chuveiro. Fui até o banheiro pra gozar e não me sujar. Depois de bater uma, finalmente fiquei bem relaxado. Já tinham sido muitas em pouco tempo. Me senti muito aliviado e me concentrei de novo na tarefa da faculdade. Trabalhei bem com os apontamentos, tava satisfeito com como estavam indo minhas primeiras semanas como estudante, mesmo estando numa situação meio estranha, estudando de casa. Olhei o relógio, já marcava 4:30 da tarde… fazia mais de uma hora que minha irmã tinha subido no terraço pra pegar sol, quando de repente ouvi ela descendo. Bebeu um pouco de água e veio até onde eu estava, pra perguntar como ia a tarefa. "Vou bem… alguns assuntos são difíceis, complicados de entender, mas por enquanto tô completando todos os apontamentos." "Que bom! Fico feliz então." Naquele momento, desliguei e fechei o notebook, já tinha estudado demais hoje. Levantei o olhar pra Micaela e perguntei: "Não queimou a pele? O sol tá muito forte." Minha irmã se olhou, olhou pro corpo dela. Ainda estava com a mesma roupa íntima, um conjunto branco com detalhes vermelhos. A calcinha tinha uma fitinha em forma de laço na parte do púbis. "Acho que não, passei bastante creme solar… olha, vê se não queimei a parte de trás." Micaela se virou Virou e colocou a bunda nua em cima da minha cara. Parei de ficar deitado e me sentei na cama pra ficar mais perto dela. A bunda enorme dela estava a poucos centímetros do meu rosto, dava pra sentir o cheiro de protetor solar na pele dela. A calcinha enfiava toda entre as nádegas, mal cobria… e mais embaixo, entre as duas coxas imponentes e excitantes dela, a buceta inchava no tecido. Que agonia… eu tava bem tranquilo e relaxado em questão de tesão, depois de todas as punhetas que bati… mas tava começando a endurecer de novo, era insuportável. Já tava doendo um pouco a pica. Não precisava fazer isso comigo. Merecia que enfiassem tudo nela, por puta. Mas se ela queria jogar sujo comigo, eu faria o mesmo. Depois de olhar as costas dela, a bunda e as pernas, perguntei: Você tomou sol pelada? — Sim… sabe que não posso ter marca nenhuma na pele, por causa do trabalho. — Bom… parece que não queimou, mas se ficou pelada no sol, tenho que ver bem toda a área… tenho que baixar sua calcinha, Mica. — Humm… você quer abrir minha bunda e me olhar, nojento. Ou tô errada? — Não seja maldosa!… é só pra ver se não queimou nenhuma parte da pele. Coloquei as duas mãos nas laterais do quadril dela, segurando o elástico da calcinha pra puxar pra baixo. A pele dela tava muito quente. Esperei um ou dois segundos pra ver se Micaela falava algo pra me parar, mas não falou. Puxei devagar pra baixo, observando e curtindo baixar a calcinha da minha irmã, vendo como saía de dentro das nádegas… no final tive que puxar um pouco mais forte porque a calcinha grudou nos lábios da buceta… deixei ela descida até as coxas, e olhei a parte de dentro do tecido, aquela parte tava muito molhada. Dava pra ver tudo bem de perto. Assim que baixei a calcinha, saiu um cheiro de buceta do caralho. Será que essa puta tava se tocando? Enquanto tomava sol? Tava com a buceta toda melada, e o cheiro era muito forte. Ela mesma levou as mãos pra trás, apoiou as palmas abertas nas bundas firmes dela, e abriu toda a raba pra mim. Vai… olha minha bunda, punheteiro. Meu Deus… tava com a raba da minha irmã quase roçando na minha cara… dava pra ver o furinho bem fechado. Tentei não ficar nervoso e continuei brincando com ela:

Deixa eu ver, Mica… hmm, parece que aqui tem uma área que tá um pouco irritada e avermelhada – menti. Minha irmãzinha tinha uma pele perfeita. A única coisa rosada nela era a bunda e a buceta. Ah, sério? Sim… mas não se preocupa, acho que sei como aliviar você. Vamos ver… Minhas pulsações dispararam pra estratosfera com o que eu estava prestes a fazer. Me aproximei ainda mais, já enfiando minha cara na bunda dela, e passei a língua por todo o furinho do cu. A primeira reação da minha irmã foi de surpresa, as pernas dela tensionaram, mas ela não disse nada, e continuou me oferecendo a bunda aberta. Então passei a língua pela segunda vez, dessa vez bem devagar e pausado. Ela suspirou visivelmente. Tá aliviando, Mica? Mmmmmmmmm… siiiim… tá aliviando muito, irmãozinho… Que puta tarada que ela era, me acomodei direito e fiquei lambendo o cu dela sem parar, escapavam uns gemidinhos contínuos a cada lambida que eu dava. Passava a língua várias vezes, me afastava um pouco pra ver bem o furinho e depois voltava pra lamber. Sentia ele bem macio e quente. Tive que tirar a pica da cueca porque tava doendo demais, comecei a bater uma enquanto chupava a bunda da minha irmã. A gente tinha passado de todos os limites, fiquei extremamente excitado… dava vontade de falar putaria, mas me segurava, não queria passar do ponto… continuei lambendo o cu dela com delicadeza, suavemente. Tentei abrir o furinho enfiando a ponta da língua, mas era impossível, a bunda dela era bem fechadinha. Ahhh… ahhh… ahhh… mmm… ahhh… – Minha irmã continuava gemendo baixinho sem parar. Me afastei um pouco pra trás e tomei distância pra admirar o que tinha na minha frente e cair na real sobre a garota infernal que eu tava lambendo a bunda. Não acreditava na sorte que eu tinha… olhei pra baixo e tive que fazer uma careta de sofrimento, ver a buceta da minha irmã me causava isso. Sem avisar e sem dizer nada, movi minha mão até a buceta dela. Entreperna… apoiei dois dedos de cada lado da buceta dela e abri aqueles lábios enormes e rosados. Quando se separaram de leve, um líquido transparente e pegajoso ficou pendurado entre os lábios. Assim que sentiu, a Micaela soltou um gemido tremendo… mas dessa vez ela se surpreendeu muito, e isso fez com que recuperasse a sanidade. Mmmm… chega, irmãozinho… chega… a gente tá passando dos limites… isso não pode ser… Ainda entre gemidos, ela tirou as mãos da raba dela e se virou pra me encarar de frente. Tava com as bochechas vermelhas… me encarou direto com aqueles olhões verdes, senti a excitação no olhar dela, fiquei paralisado diante de uma mulher tão gostosa. Me deitei de novo na cama, ela baixou o olhar pro meu pau, bem duro, ereto, quente, e vazando líquido pré-seminal pela cabeça. Quase que ela mordia os lábios ao me ver daquele jeito, sempre acontecia a mesma coisa com ela. Notei que ela tava meio irritada ou nervosa, como se sentindo culpada por não conseguir segurar o tesão pelo irmão mais novo, sabendo que o que a gente fazia era errado. Ai, cara, tu tá com o pau tão duro… deixa eu fazer uma punheta pra te aliviar e acabar logo com isso… Sem dizer mais nada, ela tirou o sutiã e a calcinha, ficando completamente nua. Assim, se aproximou e sentou na cama do meu lado. Minha irmã começou a me bater uma punheta, cuspia na mão e passava por todo o meu pau, apertando forte. De repente, ela me olhou nos olhos e perguntou: Me conta, irmãozinho… você tentou bater uma hoje? Respondi que sim, balançando a cabeça. Você bateu uma pensando em mim, né? …Sim… — confessei, tímido. Mmm… eu sabia que você ia fazer isso… e no que você pensava, seu safado? Já tava me fazendo sofrer muito, olhei pra ela porque tava com vergonha de responder aquilo, mas ela me incentivou a falar e eu quis ser o mais sincero possível. …Pensava na sua buceta, Mica… e na sua raba aberta…. Mmmmmmmmm… sério?... e você imaginava que tava metendo em mim? — ela perguntou com a voz sensual, quase Sussurrando. …Siiiii… me masturbei pensando em te comer, Mica… Ai, que punheteiro que você é… como você consegue pensar nisso?... É muito errado você querer me comer, sou sua irmã… Deve ter ficado uns três ou quatro minutos me masturbando intensamente, falando palavras sujas e me deixando no limite, mas naquele momento eu não tava afim de gozar, já tinha batido muita punheta e ficar excitado de novo já tava me irritando. O braço dela já tava cansando. Minha mão já não serve mais pra tirar seu leite? – ela perguntou meio brincando. …Acho que tô me acostumando… – respondi. Estendi minha mão pra apalpar os peitos dela, ela deixou… passei a palma da mão aberta pra amassar tudo e tocar nos bicos. Como minha irmã viu que eu não gozava, ela sorriu e subiu na cama… passou uma perna por cima de mim – vi a buceta dela toda por um instante – e se ajoelhou na cama de costas pra mim, com uma perna de cada lado do meu corpo. Levou a mão pra trás pra continuar a masturbação, e a bunda dela tinha ficado quase em cima do meu pau. Me animei mais: Passa por aí… bate uma com a bunda, Mica… Mmmm… já falamos disso, irmãozinho… acho que não devíamos… Mesmo tentando resistir, ela batia uma pra mim enquanto passava o meu pau pela bunda toda. Eu não aguentava mais, minha irmã me deixava louco, brincava comigo. Mostra pra mim, Mica… abre tudo e mostra a buceta e o cu… Ela tava muito excitada, porque não falou nada, só largou meu pau e com as duas mãos abriu bem as nádegas pra me mostrar. Mmm… vai… me olha todo tarado. Ela passou um dos dedos e ficou esfregando no furinho do cu. Você ia gostar de meter aí, né?... Quer enfiar em mim? Eu tremi por dentro ao ouvir aquilo… sem pensar, com meus dedos guiei meu pau pra frente, e com precisão encostei a cabeça bem no furinho. Ela gemeu. Mmmmmm… deixa aí, irmãozinho… só encostando a pontinha, tá? Não vamos passar disso… Graças à masturbação que ela tava me fazendo, tinha a pica toda cheia de saliva… Micaela sem querer fez um pouco de pressão pra baixo e quase enfiei, tava no limite. Tem certeza que isso não é passar dos limites? Não queria mais responder ela a essa altura, era mais que óbvio que o que a gente tava fazendo era algo proibido. Mas eu só pensava em comer ela, em meter onde desse. Tentei levantar meus quadris, e mesmo que isso me desse uma dor, empurrei e a bunda quase abriu. Ai, você vai meter… a gente não pode transar, somos irmãos…-Ela falava quase sussurrando. Tentava se convencer, mas claramente o corpo dela pedia outra coisa. Pra minha surpresa, ela cuspiu nos dedos e passou tudo no furinho da bunda. Minha irmã no começo se segurou, mas depois de uns segundos, foi sentando na ponta da minha pica, e quando fez um pouco de pressão, senti minha cabeça entrando na bunda dela! Tava tudo muito molhado e quente. Ao mesmo tempo, apoiei minhas mãos nas nádegas dela, mostrando que queria meter mais. O melhor é que eu não forcei nada, ela mesma tava enfiando minha pica, não acreditava que ela tava fazendo isso. Ahhhhhhhhh… senta mais um pouco Mica… Mmmmmmmm… mas eu nunca deixei ninguém meter na minha bunda…-Ela repetia várias vezes reclamando, entre gemidos. Por isso ela sempre tinha tão fechadinha, minha irmã nunca foi comida no cu. Me deixou muito excitado saber que eu era o primeiro. A cada contato com meu corpo, sentia a pele dela tão macia e quente… ela continuou descendo bem devagar, eu só observava pasmo como ia entrando, apertava pra caralho minha pica de tão fechado que era. Quando chegou a meter metade do tronco, parou porque não entrava mais. Ainda entre gemidos, ela levantou um pouco e sentou de novo, acho que queria se acostumar a ter pela primeira vez uma pica entrando na bunda virgem dela. Como explicar meu estado? Fechava os olhos de tesão que me dava, abria de novo abrir pra não perder nenhum detalhe, eu ouvia a putinha da Micaela gemendo. Eu tava comendo a bunda da minha irmã, era inacreditável. Ela se mexia pra cima e pra baixo, subindo e descendo a raba em cima de mim… ela tava gostando porque não parava de gemer um segundo. Eu só enfiava até a metade, acho que a bunda dela não aguentava mais, era muito apertada e me espremia pra caralho. A gente não falava nada, só se ouvia nossos gemidos no quarto. Enquanto eu metia, dava pra ver que ela tava se tocando… mais ainda, dava pra ouvir ela batendo com a palma da mão na pussy, não aguentava o tesão. Já desde hoje eu percebia que a Micaela tava no fogo. Eu tava quase gozando, agora sim. Mas minha irmã se arrependeu na pior hora: Isso é errado… isso é muito errado… Ela parou de se mexer e ficou imóvel, pensando por uns segundos… levantou a bunda de repente, e depois de tirar a pica do cu, repetia sem parar que a gente não podia transar, enquanto descia da cama. Na hora eu levantei e segurei o braço dela, tinha que tentar convencê-la, eu tava tão excitado que não dava pra parar agora. Ela baixou o olhar com vergonha e disse: É errado o que a gente tá fazendo… sou sua irmã… A Micaela ia vestir a calcinha, mas antes que ela conseguisse, eu toquei a pussy dela com os dedos, enquanto perguntava: Não é errado, Mica… se você tava gostando… ou não? …Não é esse o ponto… mmmmm – ela gemeu fundo enquanto eu tocava o clitóris inchado dela – … é que a gente é irmão, é errado você me comer… Ela não parecia nada segura no que dizia, ainda mais que a pussy dela tava cheia de lubrificação, molhada a ponto de escorrer. Eu virei ela, ela não reclamou, e com uma mão nas costas dela, mandei ela se ajoelhar na cama. Mas eu não quero… – Ela falava como se estivesse arrependida, mas deixava eu colocá-la de quatro no colchão. Ela apoiou os dois joelhos de novo na cama, eu ajeitei ela pra ela deitar a cabeça no travesseiro e ficar inclinada pra mim. Coloquei ela como uma putinha, e abri só um pouco as pernas dela, ela se deixava fazer. Eu ainda tava de pé ali do lado. Tinha a bunda e a buceta dela completamente empinadas e expostas pra meter. Abri bem os cachos dela e vi como o buraquinho ficou meio aberto depois daquela foda de agora. Me aproximei apontando meu pau de novo pra lá, e meti com muita dificuldade, até a metade. Ai, não… tá errado maninho… — Ela falava entre gemidos, com o rosto apoiado no travesseiro. Não tá errado Mica… não tá errado eu meter no seu cuzinho… Deixei minhas mãos abrindo os cachos dela por completo, e olhava como eu metia o pau no cuzinho dela, era sublime estar fodendo uma bunda tão grande quanto a da minha irmã mais velha. Agora parecia que eu tinha o controle absoluto da situação, quando sempre tinha sido ela quem mandava no relacionamento incestuoso entre nós. Ia aproveitar ao máximo da puta provocadora da Micaela. Ela me deixou com muito tesão, tive que bater punheta dezenas de vezes por culpa dela… agora queria aproveitar minha chance. Ela reclamou de novo: Ai, você tá me fodendo… não devíamos… sou sua irmã… Vou te foder toda Mica… vou te foder bem fodida. Não tava nem aí se ela falasse algo ou ficasse brava comigo, já não tava no meu juízo perfeito naquela hora, não pensava com clareza. Minha irmã era uma gostosa linda que eu tinha que abrir o cu e foder até encher de porra. Tirei o pau e cuspi no buraquinho levemente aberto, coloquei de novo e empurrei pra cravar mais fundo, a saliva e a umidade facilitaram o serviço. Aiiiiiii!!!… você tem ele muito grande maninho… dói… Mmmmm…. vou deixar seu cuzinho bem aberto Mica. Fui metendo devagar até encostar, minhas pernas bateram nas dela, e minhas bolas molharam ao tocar a buceta dela. Mmmmmmmmmmm…. sente como enfiou o pau todo no seu cu? Ela só mexeu a Cabeça dizendo que sim no travesseiro, com a boca aberta e gemendo sem parar. Eu tava com muita dificuldade pra me mexer, ela tinha a bunda tão apertada que a pica travava e eu tinha que cuspir toda hora. Aia… aia… mmmmmmm… — Ela reclamava e gemia ao mesmo tempo. Cê acha que isso é exagero, Mica? Tô te comendo toda… tô arrombando essa raba de modelo que tu tem… Não fala assim comigo, nojento! Eu me movi pra trás e fui tirando toda a minha pica, dei um tapa nela e depois de abrir as nádegas pra ver como tava deixando a bunda dela, olhei pra baixo e com meus dedos remexi toda a boceta. Tava encharcada, as gotas de lubrificação escorrendo pelas coxas… mas os lábios dela eram tão grandes que, por causa da minha inexperiência no sexo, eu não fazia ideia de onde era o buraco pra meter na boceta. Ia ter que perguntar pra ela. De qualquer forma, meus desejos desabaram naquele exato momento. Ela percebeu que eu queria meter ali e me proibiu. Levou uma mão pra trás e cobriu toda a boceta, tampando ela por completo. Nem pensa! Se tu tem a boceta toda grudenta, Mica, tira a mão. Pela boceta não! Cê pode me engravidar! Tirei a mão dela dali à força, e os lábios rosados perfeitos dela ficaram expostos, brilhando de tanta umidade que os cobria. Mmmmm… que boceta linda que tu tem, Mica… desde que vi ela marcada na calcinha, eu quero te comer toda. Ai não… por favor, pela boceta não, maninho, cê vai me deixar grávida… — Ela continuava implorando. Ela tampou a boceta de novo, tentei convencer, mas não consegui. Vai… por favor, deixa eu meter um pouquinho só. — Pedi com a pica na mão, passando ela por toda a bunda dela. Já te falei que não! Isso é proibido… e me escuta bem… quero que você goze pra gente acabar com isso, que nunca mais vai se repetir, entendeu? Depois de xingar e ficar puto, tive que aceitar. Parece que ela se tinha escapado uma chance única. Ufa… tá bom… mas me mostra pela última vez a pussy que eu quero gozar vendo ela. Só ver? É… só ver Mica, eu vejo ela e gozo. …Tá, mas se apressa, maninho. Micaela tirou a mão e de novo me deixou observar a pussy molhada. Eu me masturbei olhando pra ela, enquanto ela me vigiava. Mica… cê pode abrir um pouquinho com os dedos? Eu vejo ela aberta e gozo na hora… – pedi implorando. Depois de um suspiro, minha irmã me atendeu, colocou uns dois dedos em volta dos lábios enormes da buceta dela, e puxou pra abrir… o incrível é que ainda tava tudo rosado, nem sinal de um buraquinho. Mais Mica, abre ela toda. Dois dedos não eram suficientes pra abrir uma pussy daquelas, ela teve que levar as duas mãos na área, e com uma de cada lado, usando todos os dedos, abriu bem. No processo, os lábios brilhantes se desgrudavam, tinha fios de lubrificação pendurados, grudados nas dobras da buceta. Ela abriu um pouco mais, até que finalmente eu conseguia ver o buraquinho da pussy dela. Mal dava pra ver, tava coberto de lubrificação vaginal. Assim? Mmmmm… siiiim… Meu Deus… me deu um arrepio, isso já não era saudável… sim ou sim eu tinha que dar um jeito de convencer ela a comer a pussy dela, mas parecia impossível… embora… se não tivesse outro jeito, teria que enganar ela. Ia tentar meter mesmo assim, sem a permissão dela. Pelo menos agora eu já sabia por onde meter… era arriscado pra caralho, teria que mirar bem, e ser o mais rápido possível pra ela não ter tempo de reagir e evitar. Já foi, maninho? – ela perguntou com doçura. Mmmm… já já… deixa assim aberta que eu tô quase gozando Mica… Aproveitei da inocente da minha irmã… ela ainda tava muito perto… e sem pensar mais, mirei bem meu pau na abertura da pussy dela, só teria uma única chance. Me movi muito rápido pra frente e encostei a cabeça na pussy, na hora empurrei com toda a força que eu tinha pra dentro e meu pau afundou de uma vez. AIIIII!!!... Você me enganou! Tira agora, cara! MMMMMMMM... vou te comer essa buceta gostosa que você tem, puta! Ela tentou evitar a penetração, mas já era tarde. Empurrei tão forte que enfiei até o fundo, a buceta dela era mais fácil de comer do que eu imaginava, tava molhada pra caralho, úmida, macia, inchada... tive que gemer como nunca sentindo tudo isso no meu pau. Como você ousa me chamar de puta?! Sou sua irmã! Se é isso que você é, você é uma puta, Mica, ou não? Não sou puta!... AAAAAHHHHHHHH!!!! Micaela se mexia pra atrapalhar e impedir que eu metesse, então agarrei ela com força pelas cadeiras e comecei a comer ela com tudo. Meu corpo inteiro doía ao me mexer e fazer força pra comer ela, mas valia muito a pena. Mmmmmm... obrigado por me deixar essa buceta aberta... tenta tampar agora, puta, vai... ou você gosta de ser comida? Não liguei nem um pouco pros protestos dela, minha irmã tinha uma buceta rosa e pegajosa, e eu tinha que comer ela. Ela já tava se deixando levar, fazia cada vez menos esforço pra me parar. Metia até o fundo, batia na raba dela a cada estocada. Que cara porco que você é, não acredito que tá fazendo isso comigo, sou sua irmã! E você é uma punheteira tarada, Mica, não bastou me mostrar a bunda, tive que te comer e você deixou, como a puta que você é. Micaela tava gemendo, tentava se segurar mas não conseguia, gemia no travesseiro sem parar, tava encantada. Naquela hora, comecei a sentir algo estranho... minha irmã começou a tremer e gritar como se tivesse possuída. Se agarrava nos lençóis apertando eles. MMMMMMMM... AAAAHHHHHHH... AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!! Me inclinei pra trás e tirei... assim que fiz, saiu um jorro enorme da buceta dela... era tipo um líquido transparente, tinha caído no meu pau todo, o Ovos e as pernas. Mmmmmmmmmmm… olha como você se mijou toda, putinha … Abri bem a buceta dela com minhas mãos pra ver como escorria tudo que saía de dentro, era uma mistura de fluxo grosso e pegajoso com aquele líquido estranho, já nem sabia mais o que saía dali. Depois disso, minha irmã tinha ficado meio adormecida, olhei de lado pra ver o rosto dela, e ela estava com os olhos semiabertos e a boca aberta, quase como desmaiada ou em relaxamento total, mas continuava gemendo, agora baixinho. Eu não aguentava mais o orgasmo, tive que respirar fundo e me controlar um pouco, queria prolongar ao máximo esse momento. Mica não se mexia, ainda estava de joelhos igual uma vadiazinha na cama… tinha os dois buracos à minha total disposição… me aproximei de novo e passei a pica por todo o buraco da raba durante vários segundos, esperando que ela dissesse algo… como não disse, empurrei até enfiar, foi difícil mas já entrava com mais facilidade que antes. Metia até o fundo e saía… tirava da raba, olhava como ficava aberta e enfiava na buceta… tirava de novo, descansava uns segundos pra prolongar o orgasmo, e outra vez por trás… cada vez que enfiava no cu, Micaela reclamava, mas não dizia nada. Diante da passividade total dela, eu comia pela raba e pela buceta, colocava um pouquinho em cada buraco, ao mesmo tempo que dava tapas nas nádegas. Ela estava como uma submissa, abandonada ao que eu fizesse. Não sei se minha irmã estava gozando vinte vezes seguidas, ou se estava se mijando… a buceta dela não parava de se contrair, escorria abundantemente. Ela reclamava ao mesmo tempo que gemia, mas eu não ia parar até deixar os dois buracos completamente desflorados. Voltei então a apontar pra bucetinha rosada dela pra meter por ali, tomei impulso e comi ela de uma forma brutal e descarada, aproveitando a buceta linda e macia dela. palavra: buceta quente que não parava de me sujar com tudo que soltava... Ahhhhh…. ahhhhhh…. ahhhhh….- Mica não parava de gemir como uma putinha contra o travesseiro. Na casa só se ouviam os choques dos dois corpos, seus gemidos e a respiração ofegante de ambos. Antes de gozar, tirei de repente. Enquanto Micaela se contorcia, os lábios da buceta ficaram completamente separados e abertos, fios de fluxo e líquidos saindo daquela palavra: buceta cheirosa... admito que naquele momento ela não parecia uma pessoa, a única coisa que eu queria era saciar meu instinto animal. Os lençóis ficaram completamente molhados e sujos. Que cheiro de palavra: buceta que você tem Mica, deixou tudo ensebado… Respirei fundo, apontei pra sua rabuda enorme e enfiei de novo, fiz o mesmo que com a palavra: buceta, como percebi que entrava tão fácil, meti com força… já estava arrombando o cu dela de um jeito selvagem, até que minha irmã gritou bem alto. ¡¡¡¡¡AAAAHHHHHHH….. AAAAYYYYYYY……!!!!! Parei porque me assustei um pouco… tive que tirar. Tá doendo? Ela disse que sim balançando a cabeça no travesseiro, apertando os lábios. Com minhas mãos, abri bem as bandas dela. Vamos ver como ficou a rabuda da modelo… Deixei o buraco do cu dela bem arrebentado… tava muito aberto, e as bordas ficaram num vermelho intenso. Mmmmmmmmm Mica… você era virgem de cu? Ela mal mexeu a cabeça e respondeu “sim” com uma voz bem fraca. Pela primeira vez em vários minutos, ela me perguntou algo, a voz falhando enquanto falava: Ai… como você deixou, porco?... sinto que arde muito… Mmmm… é que deixei bem vermelho e aberto Mica… Embora a buceta ainda aguentasse mais investidas, eu tava muito cansado, dolorido e com vontade de esvaziar completamente minhas bolas. Não aguentei mais. Micaela já tinha tido o que merecia. Dei um passo pra trás pra ter uma visão completa da puta da minha irmã, de joelhos e aberta na Cama… o corpo que ela tinha era alucinante, suspirei fundo depois do esforço que fiz. Micaela continuava imóvel, eu podia gozar nela onde quisesse, mas custava a decidir. Optei por subir na cama, com cuidado, me aproximando até o rosto corado dela… afastei para o lado alguns fios de cabelo que caíam sobre o rosto dela, e coloquei a ponta da pica na boca dela. Sem dizer nada, ela abriu os lábios de leve e esticou a língua pra lamber minha pica. Enquanto fazia isso, comecei a passar ela por toda a cara dela, guiando com meus dedos… puta, você gosta de levar gozo na cara? Ela não disse nada, só ficava com a língua pra fora como se pedisse piedade pra eu acabar logo de dominar ela. Me desloquei um pouco mais e coloquei minhas bolas na boca dela… Micaela continuava lambendo agora minhas bolas, enquanto eu me masturbava e me movia por cima dela. Quando senti que o orgasmo era iminente, me ajeitei bem e coloquei a ponta da pica apontando direto pra carinha angelical dela. Me masturbei que nem um demônio, já nos momentos finais, finalmente ia soltar tudo o que ela tinha me provocado. Mmmmmmmmmmmmmm… vou te encher de porra, Mica… lá vem… lá vem… ¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡AAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!! O corpo todo tremia, fiz o último esforço pra manter os olhos abertos e ver como os jatos de sêmen caíam na cara toda da minha irmã. Os primeiros e mais grossos caíram nas bochechas dela, apontei pros lábios e muitos jatos entraram na boca dela, também respinguei um pouco no cabelo e nas pálpebras. Soltei o ar, tava exausto. Micaela fechou os olhos e eu sacudi a pica por cima dela pra deixar cair as últimas gotas… Apoiei o tronco todo no rosto dela e esfreguei a pica de novo na cara toda, espalhando o sêmen pra deixar ela completamente suja. Dei uns tapinhas com a pica nas bochechas e lábios dela, encerrando a primeira sessão de sexo intenso e selvagem com minha irmã. Ofegante, desci da cama esbarrando tudo por meu estado físico fraco e mole depois de um orgasmo infernal… Micaela mal estava se recuperando… eu tinha deixado ela largada na cama, com a bunda aberta, a buceta cuspindo fluxo e a cara cheia de porra… não fazia ideia de como minha irmã ia reagir a isso… isso já deixo pra imaginação de vocês. FIM.
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