Quando eu tava no COU, que é tipo o segundo ano do ensino médio hoje em dia, a Lucía e a mãe dela, a Cristina, se mudaram pro condomínio onde eu morava. Depois de um divórcio meio traumático, elas resolveram recomeçar a vida longe do cara que tinha largado elas por uma colega de trabalho e, na troca de escola, a Lucía, da minha idade, entrou na minha turma. Em poucas semanas de amizade, acho que ela percebeu que eu tava começando a gostar dela mais que como amiga e, num lanche da tarde na casa dela, ela me encarou bem nos olhos e soltou que era lésbica.
— Olha, eu curto minas. Acho que sempre foi assim e me sinto bem com isso. Não quero que você pense que é uma reação ao abandono do meu pai, porque esse sentimento vem desde que me entendo por gente. Te contei porque não quero que você se frustre quando for me pedir em namoro, então nem tenta, ok?
Devo ter ficado com cara de bobo, porque ela fechou minha boca com a mão direita, suave, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, e me deu um beijo quente na bochecha enquanto me apressava pra terminar o lanche. Como vocês podem imaginar, não tentei mais nada com ela, mas depois daquela confissão, nossa amizade foi se fortalecendo e viramos amigos íntimos, confidentes e ombro um do outro pra chorar as mágoas. Era super normal a gente contar sobre a mina que tava afim, detonar ela se não desse bola ou exaltar se a gente visse algum interesse. Com o passar das semanas, ela virou parte da minha família e eu da dela, passando noites de estudo e confissões juntos, na casa dela ou na minha, enquanto a gente ia passando nas provas e se preparando pro vestibular. Quando acabou a maldita prova de entrada na faculdade, ela foi passar o verão na Inglaterra pra melhorar o inglês e eu fiquei três meses me sentindo como se faltasse um pedaço de mim. Entediado pra caralho, resolvi me matricular numa academia e passava os dias malhando, mais pra matar o tempo. que porque eu realmente gostasse de fazer isso. Quando a gente se viu de novo, em meados de setembro, os dois ficamos realmente surpresos com a mudança que a gente tinha dado.
— Se eu não soubesse que você curte mina, você não escapava, hahaha — soltei assim que vi ela aparecer na minha casa —. Mana, você tá gostosa pra caralho, hahahaha.
— Porra, que recepção, hahaha. Pois saiba que você também tem uma bela de uma transa, que buceta você comeu enquanto eu tava fora?
A gente passou a noite inteira detonando o verão que a gente tinha vivido. Ela me contou que tinha ficado com várias minas, que tinha transado com uma das professoras dela e que tinha se divertido pra caramba. Ela descreveu tudo com tantos detalhes que a ereção que eu tive foi de campeonato.
— Nossa, que pau marcando aí. A mina que você come deve se divertir que nem uma putinha, hahaha.
— Então, quando quiser provar, já sabe, hahahaha. E, por sinal, você tá certa. Você não tem ideia de como a gringa que eu comi nas festas da cidade da minha mãe gritava.
A gente começou o semestre na faculdade e, embora fizesse cursos diferentes, uma tarde por semana a gente se encontrava na casa dela ou na minha com a desculpa de estudar, mas a única coisa que a gente fazia era contar coisas íntimas, tipo se a gente tinha transado no fim de semana, que nota a gente dava pra foda que a gente tinha dado e coisas assim. Durante todo esse tempo, nunca vi a mãe dela ter namorado, rolo ou parceiro. Às vezes, a Lucía me contava que a mãe dela ia sair com algum cara, geralmente colega de trabalho, mas a verdade é que nunca dava em nada e a filha contava isso com uma certa tristeza.
— Não sei por que minha mãe não consegue se soltar. Ela é muito nova ainda e tá desperdiçando uma parte da vida que não vai voltar.
— Bom, você tem que entender que ela sofreu muito com a história do seu pai. Ela deve querer ter certeza antes de dar um passo importante.
— É, mas eu não tô falando de ela casar de novo, buceta. Tô falando de ela transar a noite inteira com um cara, de ela se divertir pra caralho. vida. Ela me teve muito jovem e, tirando o babaca do meu pai, acho que não ficou com mais ninguém. E não pense que ela não tem necessidades, que uma noite acordei e peguei ela se dedando.
- Porra, tia, é sua mãe… podia se segurar um pouco.
- Buceta, é a verdade. Você acha que seus pais não transam?
- Deus, como você é sem noção quando quer. Vamos, bora continuar estudando.
A última semana do curso foi bem estressante. Entre os estudos, a pressão, a falta de sono e tal, os nervos estavam à flor da pele. Pra piorar, a Lucía tinha se apaixonado por uma colega e, por mais que eu insistisse que ela não tinha chance, ela continuava enchendo o saco com o assunto. No fim da última prova, ela apareceu na minha casa com dois ingressos pra uma festa que os colegas de faculdade dela estavam organizando pra encerrar o semestre.
- Bom, já era. Agora é curtir o verão. Pra começar, amanhã tem a festa, lembra, né? – ela disse, me mostrando os ingressos que trouxe.
- Sim, claro, mas não sei se vou, eu…
- Você vai comigo pra festa. Tem que ver como vou pegar a Patrícia. Deus, que bunda ela tem, hahaha… sem falar no par de peitos que ela gasta, hahaha.
- Como eu disse, tia, às vezes parece que tô falando com um amigão, hahaha. Enfim, se quer levar um fora, problema seu, mas já te falo que essa aí curte mais uma rola do que um idiota curte um lápis.
Busquei ela em casa às dez da noite. Embora já tivesse aceitado completamente que entre nós nunca ia rolar nada, não pude deixar de me surpreender quando a vi. No caminho pra festa, Lucía contou que ela e a mãe passaram o dia todo se arrumando. Salão, esteticista, foram fazer compras… e, sinceramente, foi a primeira vez que reparei na mãe dela como homem. Doeu pra caramba ter acertado minha previsão, mas assim que entramos na festa, vimos a Patrícia se pegando com um boy bonitinho de outra turma, e a reação da Lucía foi beber até a água. dos vasos que encontrou pelo caminho. Na hora de chegar, já estávamos de volta, ela com uma bebedeira do caralho que quase não conseguia ficar em pé e eu segurando ela como podia pra não cair no chão. Depois de parar um par de vezes pra ela vomitar, toquei de novo a campainha da casa dela e a mãe abriu a porta. Não sei se ela ficou mais surpresa quando nos viu aparecer ou eu quando vi ela vestida só com uma camiseta larga, sem sutiã, que não chegava a cobrir a bunda inteira, deixando ela à mostra envolta numa calcinha de renda preta.
— Acho que a festa acabou pra gente — falei com cara de circunstância enquanto a Lúcia vomitava de novo, sujando a mãe dela e a mim.
Nós dois levamos ela pro chuveiro e, quando eu ia sair do banheiro pra não ser indiscreto, a Cristina me pediu pra ajudar a despir ela e a dar banho, que sozinha não dava conta. Tentei disfarçar o máximo que pude, mas meus olhos iam pro corpo da minha amiga, que, apesar da nossa amizade, eu nunca tinha visto pelada. Uns peitos impressionantes, não muito grandes, mas no lugar certo, com biquinhos pequenos e rosados que ficaram duros quando sentiram a água fria do chuveiro, uma bunda redonda, perfeita e firme, umas pernas longas e torneadas e uma buceta perfeitamente depilada, de lábios finos e rosados, me deram uma ereção tão grande que tive que me encolher várias vezes pra não me entregar. Depois de dar banho e secar ela, a mãe levou pro quarto e deitou, voltando cinco minutos depois pra me dizer que ela dormia como uma pedra. Expliquei o que tinha acontecido, pedi desculpas por não ter conseguido controlar a situação e falei que ia pra minha casa tomar banho e trocar de roupa, mas ela não deixou.
— Não, não posso permitir — ela disse —. Pelo menos deixa eu lavar e passar sua roupa, acho que é o mínimo que posso fazer por você. Além disso, acho que vai fazer bem pra Lúcia você estar aqui quando ela acordar. Pode ficar no quarto dela, como já fez outras vezes. Às vezes, ok? Numa das gavetas do armário dela tem uma camiseta tua, daquelas vezes que vocês estudaram juntos. Vai lá, toma um banho enquanto eu arrumo essa bagunça toda, que assim que você sair eu tomo outro também – ela me disse, apontando pros restos de vômito da Lucía.
Meia hora depois, a gente tava sentado no sofá tomando uma dose. No começo, a gente tava meio sem graça, quase sem saber do que falar, mas aos poucos fomos pegando confiança e, depois da segunda dose, já tava batendo papo à vontade.
– Imagino que não era isso que você esperava pra essa noite – disse a Cristina, enrolada no roupão branco dela.
– Pra ser sincero, eu não tava nem um pouco a fim de ir, mas a Lucía me obrigou. Avisei ela pra parar de beber várias vezes, mas você sabe como ela é teimosa. Enfim, coisa da idade. Eu também não posso falar muito, que também peguei uma boa, hahaha.
– É, as coisas agora não são como antes. Hoje vocês têm uma liberdade que eu queria ter tido pra mim.
– Bom, você ainda é bem jovem. A Lucía já comentou comigo que não entende por que você não sai mais, por que não curte mais a vida… e eu concordo com ela. Agora, com ela independente, você podia fazer o que desse na telha e…
– Fiquei bem abalada quando descobri que meu marido me traiu. Ele era o único homem que eu tinha conhecido até então, minha vida como mulher era ele e, com a chifrada, tudo isso foi pro caralho. Antes de me mudar pra cá, tive uns rolos de uma noite, mas nada demais, porque nem cheguei a gozar. E claro que tenho minhas necessidades… às vezes tenho que me tocar várias vezes por dia… mas ainda não consegui superar certas coisas, tipo sair pra pegar um cara pra me foder – ela disse, meio corada, percebendo que tava contando isso pro amigo da filha.
– Como você mesma disse antes, as coisas mudaram muito. Hoje a sexualidade é vivida de forma bem aberta e, sinceramente, acho que você não deve se sentir julgada por fazer o que te se te der na telha, se não fizer mal a ninguém e…
Ela se levantou, me deixando falando sozinho, foi ver se a Lucía tava dormindo sossegada e, quando voltou, parou na minha frente, desabotoou o roupão e deixou cair aos pés dela, mostrando o corpo todo pelado. O corpo da filha fazia jus ao da mãe, que com trinta e oito anos tava de dar água na boca. Os peitões grandes, nada caídos, com biquinhos pequenos iguais aos da Lucía, mas marrom escuro e durinhos como duas pequenas pitonisas, a barriga lisa, de malhar umas duas vezes por semana, a bunda redonda e firme, e a buceta de lábios grossos e escuros, toda raspadinha, com um filezinho de pelo no monte de Vênus — foi o espetáculo que a Cristina me deu antes de eu pular do sofá que nem uma mola e agarrar ela pelas nádegas, colando ela em mim pra sentir o volume na minha virilha enquanto beijava ela, enfiando a língua até o céu da boca.
— Vai devagar, tá? Faz tempo que não fico com ninguém — ela disse, pegando na minha mão e me levando até o quarto dela.
Deitei ela na cama de barriga pra cima e me ajoelhei entre as pernas dela, me aproximei do corpo dela e comecei a beijar de novo, primeiro com calma, depois com tesão. Desgrudei da boca dela e comecei a lamber o pescoço, subindo até os lóbulos das orelhas, ofegando e passando a ponta da língua pelo peito até enfiar um dos biquinhos na boca, brincando com ele e me deliciando com o gosto e a dureza. Nessa hora, a Cristina se entregou e começou a gemer baixinho pra não acordar a filha.
— Uffa, que gostoso!!! Continua, continua, não para…
Os peitos dela eram um dos pontos mais sensíveis, porque enquanto eu ia alternando chupadas, lambidas e mordidinhas nos dois biquinhos, ela ficava cada vez mais excitada, gemendo mais alto e pedindo pra eu não parar de dar prazer.
— Porra, que delícia, que tesão! Não para, não para, continua, continua chupando… Cansado de brincar com os peitos dela, desci com a ponta da língua pela barriguinha lisa, me distraí uns segundos lambendo o umbigo dela e continuei descendo até que a buceta dela ficou a poucos milímetros do meu rosto. Antes de começar a chupar, senti o cheiro. Até aquele momento, só tinha comido bucetas de minas da minha idade e queria ver se tinha diferença entre elas e a de uma mulher madura. Sentir o cheiro foi tipo uma descarga de desejo que soltou uma fúria do caralho em mim. Cheirava a desejo puro, a necessidade selvagem de pau, a sexo reprimido que precisava se libertar. Separei os lábios dela com dois dedos e passei o dedo do meio por toda a racha, toda molhada e quente, parando no clitóris, inchado e desafiador, tipo um piquininho coroando a caverna dela. Enfiei a cabeça entre as coxas dela e passei a língua do clitóris até o cu, engolindo todos os sucos enquanto lambia, sugava e chupava aquela buceta madura nova pra mim. Era verdade que ela tava precisando de sexo, porque em poucos segundos ela se tensionou, apoiou as mãos na minha nuca e enfiou minha cabeça na boceta dela enquanto gozava, gemendo abafado e deixando minha cara toda molhada de fluidos que não consegui beber tudo.- JÁ, JÁ, JÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!!!!!!! TÔ GOZANDO, ME GOZO, ¡¡¡¡¡¡¡¡¡ME GOZOOOOOO!!!!!!!!!
Deixei ela recuperar o fôlego e me apoiei sobre ela, beijando ela pra sentir o gosto da própria buceta. Ela me correspondeu beijando com tesão e, com um empurrão, trocamos de posição, eu deitado de barriga pra cima e ela entre minhas pernas. Num puxão, ela tirou minha cueca e apareceu meu pau duro, apontando pro teto e soltando líquido pré-gozo. Ela se surpreendeu um pouco com o tamanho, soltou um “porra, que ferramenta, a Lucía não mentia” e, descascando ele com cuidado, enfiou tudo que cabia na boca e começou um boquete incrível. Ela tirava ele por completo e engolia inteiro de novo, uma e outra vez, babando bem e fazendo círculos na cabecinha com a língua que me deixavam louco. Dava pra ver que ela tava adorando o boquete porque, sem eu falar nada, ela olhou nos meus olhos, sorriu e, pegando meu pau com a mão direita, enfiou minhas bolas na boca, chupando e babando elas com cuidado enquanto me batia uma devagar. Em segundos, ela passou a língua das bolas até o cu, lambendo toda a racha e fazendo círculos no cuzinho, chupando ele enquanto acelerava a punheta que tava me dando.
- Porra, que delícia, que gostoso, nunca fizeram isso comigo! Continua, continua, que eu tô quase estourando!!!!!!!!!!!!!
Sentindo que eu tava prestes a gozar, ela engoliu de novo mais da metade do pau e começou a chupar que nem uma louca enquanto com uma mão amassava minhas bolas e com a outra enfiava no cu com uma habilidade incrível. Em menos de dez segundos, eu comecei a tremer, agarrei a cabeça dela com as duas mãos e enfiei o pau até a garganta, descarregando tudo que tinha acumulado nas bolas enquanto gritava que tava gozando.
- ME GOZO, ME GOZO, ¡¡¡¡¡¡¡ME GOZOOOOOO!!!!! JÁ, JÁÁÁÁ, ¡¡¡¡¡¡¡ENGole TUDOOOOOOO!!!!!!!!
Ela engoliu as cinco ou seis descargas que eu soltei e me abraçou enquanto eu recuperava o fôlego, me beijando com tesão. Quando me sentiu Recuperado, enfiou de novo na boca, deixou ela brilhando e saiu da cama, me mostrando como a bunda dela rebolava enquanto se afastava pelo corredor. Voltou em uns dois minutos depois de confirmar que a Lucía ainda tava dormindo e se meteu de novo na cama.
— Acho que hoje à noite você fica no meu quarto. Quero começar a recuperar o tempo perdido com você, tá bom?
— Olha, eu curto minas. Acho que sempre foi assim e me sinto bem com isso. Não quero que você pense que é uma reação ao abandono do meu pai, porque esse sentimento vem desde que me entendo por gente. Te contei porque não quero que você se frustre quando for me pedir em namoro, então nem tenta, ok?
Devo ter ficado com cara de bobo, porque ela fechou minha boca com a mão direita, suave, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, e me deu um beijo quente na bochecha enquanto me apressava pra terminar o lanche. Como vocês podem imaginar, não tentei mais nada com ela, mas depois daquela confissão, nossa amizade foi se fortalecendo e viramos amigos íntimos, confidentes e ombro um do outro pra chorar as mágoas. Era super normal a gente contar sobre a mina que tava afim, detonar ela se não desse bola ou exaltar se a gente visse algum interesse. Com o passar das semanas, ela virou parte da minha família e eu da dela, passando noites de estudo e confissões juntos, na casa dela ou na minha, enquanto a gente ia passando nas provas e se preparando pro vestibular. Quando acabou a maldita prova de entrada na faculdade, ela foi passar o verão na Inglaterra pra melhorar o inglês e eu fiquei três meses me sentindo como se faltasse um pedaço de mim. Entediado pra caralho, resolvi me matricular numa academia e passava os dias malhando, mais pra matar o tempo. que porque eu realmente gostasse de fazer isso. Quando a gente se viu de novo, em meados de setembro, os dois ficamos realmente surpresos com a mudança que a gente tinha dado.
— Se eu não soubesse que você curte mina, você não escapava, hahaha — soltei assim que vi ela aparecer na minha casa —. Mana, você tá gostosa pra caralho, hahahaha.
— Porra, que recepção, hahaha. Pois saiba que você também tem uma bela de uma transa, que buceta você comeu enquanto eu tava fora?
A gente passou a noite inteira detonando o verão que a gente tinha vivido. Ela me contou que tinha ficado com várias minas, que tinha transado com uma das professoras dela e que tinha se divertido pra caramba. Ela descreveu tudo com tantos detalhes que a ereção que eu tive foi de campeonato.
— Nossa, que pau marcando aí. A mina que você come deve se divertir que nem uma putinha, hahaha.
— Então, quando quiser provar, já sabe, hahahaha. E, por sinal, você tá certa. Você não tem ideia de como a gringa que eu comi nas festas da cidade da minha mãe gritava.
A gente começou o semestre na faculdade e, embora fizesse cursos diferentes, uma tarde por semana a gente se encontrava na casa dela ou na minha com a desculpa de estudar, mas a única coisa que a gente fazia era contar coisas íntimas, tipo se a gente tinha transado no fim de semana, que nota a gente dava pra foda que a gente tinha dado e coisas assim. Durante todo esse tempo, nunca vi a mãe dela ter namorado, rolo ou parceiro. Às vezes, a Lucía me contava que a mãe dela ia sair com algum cara, geralmente colega de trabalho, mas a verdade é que nunca dava em nada e a filha contava isso com uma certa tristeza.
— Não sei por que minha mãe não consegue se soltar. Ela é muito nova ainda e tá desperdiçando uma parte da vida que não vai voltar.
— Bom, você tem que entender que ela sofreu muito com a história do seu pai. Ela deve querer ter certeza antes de dar um passo importante.
— É, mas eu não tô falando de ela casar de novo, buceta. Tô falando de ela transar a noite inteira com um cara, de ela se divertir pra caralho. vida. Ela me teve muito jovem e, tirando o babaca do meu pai, acho que não ficou com mais ninguém. E não pense que ela não tem necessidades, que uma noite acordei e peguei ela se dedando.
- Porra, tia, é sua mãe… podia se segurar um pouco.
- Buceta, é a verdade. Você acha que seus pais não transam?
- Deus, como você é sem noção quando quer. Vamos, bora continuar estudando.
A última semana do curso foi bem estressante. Entre os estudos, a pressão, a falta de sono e tal, os nervos estavam à flor da pele. Pra piorar, a Lucía tinha se apaixonado por uma colega e, por mais que eu insistisse que ela não tinha chance, ela continuava enchendo o saco com o assunto. No fim da última prova, ela apareceu na minha casa com dois ingressos pra uma festa que os colegas de faculdade dela estavam organizando pra encerrar o semestre.
- Bom, já era. Agora é curtir o verão. Pra começar, amanhã tem a festa, lembra, né? – ela disse, me mostrando os ingressos que trouxe.
- Sim, claro, mas não sei se vou, eu…
- Você vai comigo pra festa. Tem que ver como vou pegar a Patrícia. Deus, que bunda ela tem, hahaha… sem falar no par de peitos que ela gasta, hahaha.
- Como eu disse, tia, às vezes parece que tô falando com um amigão, hahaha. Enfim, se quer levar um fora, problema seu, mas já te falo que essa aí curte mais uma rola do que um idiota curte um lápis.
Busquei ela em casa às dez da noite. Embora já tivesse aceitado completamente que entre nós nunca ia rolar nada, não pude deixar de me surpreender quando a vi. No caminho pra festa, Lucía contou que ela e a mãe passaram o dia todo se arrumando. Salão, esteticista, foram fazer compras… e, sinceramente, foi a primeira vez que reparei na mãe dela como homem. Doeu pra caramba ter acertado minha previsão, mas assim que entramos na festa, vimos a Patrícia se pegando com um boy bonitinho de outra turma, e a reação da Lucía foi beber até a água. dos vasos que encontrou pelo caminho. Na hora de chegar, já estávamos de volta, ela com uma bebedeira do caralho que quase não conseguia ficar em pé e eu segurando ela como podia pra não cair no chão. Depois de parar um par de vezes pra ela vomitar, toquei de novo a campainha da casa dela e a mãe abriu a porta. Não sei se ela ficou mais surpresa quando nos viu aparecer ou eu quando vi ela vestida só com uma camiseta larga, sem sutiã, que não chegava a cobrir a bunda inteira, deixando ela à mostra envolta numa calcinha de renda preta.
— Acho que a festa acabou pra gente — falei com cara de circunstância enquanto a Lúcia vomitava de novo, sujando a mãe dela e a mim.
Nós dois levamos ela pro chuveiro e, quando eu ia sair do banheiro pra não ser indiscreto, a Cristina me pediu pra ajudar a despir ela e a dar banho, que sozinha não dava conta. Tentei disfarçar o máximo que pude, mas meus olhos iam pro corpo da minha amiga, que, apesar da nossa amizade, eu nunca tinha visto pelada. Uns peitos impressionantes, não muito grandes, mas no lugar certo, com biquinhos pequenos e rosados que ficaram duros quando sentiram a água fria do chuveiro, uma bunda redonda, perfeita e firme, umas pernas longas e torneadas e uma buceta perfeitamente depilada, de lábios finos e rosados, me deram uma ereção tão grande que tive que me encolher várias vezes pra não me entregar. Depois de dar banho e secar ela, a mãe levou pro quarto e deitou, voltando cinco minutos depois pra me dizer que ela dormia como uma pedra. Expliquei o que tinha acontecido, pedi desculpas por não ter conseguido controlar a situação e falei que ia pra minha casa tomar banho e trocar de roupa, mas ela não deixou.
— Não, não posso permitir — ela disse —. Pelo menos deixa eu lavar e passar sua roupa, acho que é o mínimo que posso fazer por você. Além disso, acho que vai fazer bem pra Lúcia você estar aqui quando ela acordar. Pode ficar no quarto dela, como já fez outras vezes. Às vezes, ok? Numa das gavetas do armário dela tem uma camiseta tua, daquelas vezes que vocês estudaram juntos. Vai lá, toma um banho enquanto eu arrumo essa bagunça toda, que assim que você sair eu tomo outro também – ela me disse, apontando pros restos de vômito da Lucía.
Meia hora depois, a gente tava sentado no sofá tomando uma dose. No começo, a gente tava meio sem graça, quase sem saber do que falar, mas aos poucos fomos pegando confiança e, depois da segunda dose, já tava batendo papo à vontade.
– Imagino que não era isso que você esperava pra essa noite – disse a Cristina, enrolada no roupão branco dela.
– Pra ser sincero, eu não tava nem um pouco a fim de ir, mas a Lucía me obrigou. Avisei ela pra parar de beber várias vezes, mas você sabe como ela é teimosa. Enfim, coisa da idade. Eu também não posso falar muito, que também peguei uma boa, hahaha.
– É, as coisas agora não são como antes. Hoje vocês têm uma liberdade que eu queria ter tido pra mim.
– Bom, você ainda é bem jovem. A Lucía já comentou comigo que não entende por que você não sai mais, por que não curte mais a vida… e eu concordo com ela. Agora, com ela independente, você podia fazer o que desse na telha e…
– Fiquei bem abalada quando descobri que meu marido me traiu. Ele era o único homem que eu tinha conhecido até então, minha vida como mulher era ele e, com a chifrada, tudo isso foi pro caralho. Antes de me mudar pra cá, tive uns rolos de uma noite, mas nada demais, porque nem cheguei a gozar. E claro que tenho minhas necessidades… às vezes tenho que me tocar várias vezes por dia… mas ainda não consegui superar certas coisas, tipo sair pra pegar um cara pra me foder – ela disse, meio corada, percebendo que tava contando isso pro amigo da filha.
– Como você mesma disse antes, as coisas mudaram muito. Hoje a sexualidade é vivida de forma bem aberta e, sinceramente, acho que você não deve se sentir julgada por fazer o que te se te der na telha, se não fizer mal a ninguém e…
Ela se levantou, me deixando falando sozinho, foi ver se a Lucía tava dormindo sossegada e, quando voltou, parou na minha frente, desabotoou o roupão e deixou cair aos pés dela, mostrando o corpo todo pelado. O corpo da filha fazia jus ao da mãe, que com trinta e oito anos tava de dar água na boca. Os peitões grandes, nada caídos, com biquinhos pequenos iguais aos da Lucía, mas marrom escuro e durinhos como duas pequenas pitonisas, a barriga lisa, de malhar umas duas vezes por semana, a bunda redonda e firme, e a buceta de lábios grossos e escuros, toda raspadinha, com um filezinho de pelo no monte de Vênus — foi o espetáculo que a Cristina me deu antes de eu pular do sofá que nem uma mola e agarrar ela pelas nádegas, colando ela em mim pra sentir o volume na minha virilha enquanto beijava ela, enfiando a língua até o céu da boca.
— Vai devagar, tá? Faz tempo que não fico com ninguém — ela disse, pegando na minha mão e me levando até o quarto dela.
Deitei ela na cama de barriga pra cima e me ajoelhei entre as pernas dela, me aproximei do corpo dela e comecei a beijar de novo, primeiro com calma, depois com tesão. Desgrudei da boca dela e comecei a lamber o pescoço, subindo até os lóbulos das orelhas, ofegando e passando a ponta da língua pelo peito até enfiar um dos biquinhos na boca, brincando com ele e me deliciando com o gosto e a dureza. Nessa hora, a Cristina se entregou e começou a gemer baixinho pra não acordar a filha.
— Uffa, que gostoso!!! Continua, continua, não para…
Os peitos dela eram um dos pontos mais sensíveis, porque enquanto eu ia alternando chupadas, lambidas e mordidinhas nos dois biquinhos, ela ficava cada vez mais excitada, gemendo mais alto e pedindo pra eu não parar de dar prazer.
— Porra, que delícia, que tesão! Não para, não para, continua, continua chupando… Cansado de brincar com os peitos dela, desci com a ponta da língua pela barriguinha lisa, me distraí uns segundos lambendo o umbigo dela e continuei descendo até que a buceta dela ficou a poucos milímetros do meu rosto. Antes de começar a chupar, senti o cheiro. Até aquele momento, só tinha comido bucetas de minas da minha idade e queria ver se tinha diferença entre elas e a de uma mulher madura. Sentir o cheiro foi tipo uma descarga de desejo que soltou uma fúria do caralho em mim. Cheirava a desejo puro, a necessidade selvagem de pau, a sexo reprimido que precisava se libertar. Separei os lábios dela com dois dedos e passei o dedo do meio por toda a racha, toda molhada e quente, parando no clitóris, inchado e desafiador, tipo um piquininho coroando a caverna dela. Enfiei a cabeça entre as coxas dela e passei a língua do clitóris até o cu, engolindo todos os sucos enquanto lambia, sugava e chupava aquela buceta madura nova pra mim. Era verdade que ela tava precisando de sexo, porque em poucos segundos ela se tensionou, apoiou as mãos na minha nuca e enfiou minha cabeça na boceta dela enquanto gozava, gemendo abafado e deixando minha cara toda molhada de fluidos que não consegui beber tudo.- JÁ, JÁ, JÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!!!!!!! TÔ GOZANDO, ME GOZO, ¡¡¡¡¡¡¡¡¡ME GOZOOOOOO!!!!!!!!!
Deixei ela recuperar o fôlego e me apoiei sobre ela, beijando ela pra sentir o gosto da própria buceta. Ela me correspondeu beijando com tesão e, com um empurrão, trocamos de posição, eu deitado de barriga pra cima e ela entre minhas pernas. Num puxão, ela tirou minha cueca e apareceu meu pau duro, apontando pro teto e soltando líquido pré-gozo. Ela se surpreendeu um pouco com o tamanho, soltou um “porra, que ferramenta, a Lucía não mentia” e, descascando ele com cuidado, enfiou tudo que cabia na boca e começou um boquete incrível. Ela tirava ele por completo e engolia inteiro de novo, uma e outra vez, babando bem e fazendo círculos na cabecinha com a língua que me deixavam louco. Dava pra ver que ela tava adorando o boquete porque, sem eu falar nada, ela olhou nos meus olhos, sorriu e, pegando meu pau com a mão direita, enfiou minhas bolas na boca, chupando e babando elas com cuidado enquanto me batia uma devagar. Em segundos, ela passou a língua das bolas até o cu, lambendo toda a racha e fazendo círculos no cuzinho, chupando ele enquanto acelerava a punheta que tava me dando.
- Porra, que delícia, que gostoso, nunca fizeram isso comigo! Continua, continua, que eu tô quase estourando!!!!!!!!!!!!!
Sentindo que eu tava prestes a gozar, ela engoliu de novo mais da metade do pau e começou a chupar que nem uma louca enquanto com uma mão amassava minhas bolas e com a outra enfiava no cu com uma habilidade incrível. Em menos de dez segundos, eu comecei a tremer, agarrei a cabeça dela com as duas mãos e enfiei o pau até a garganta, descarregando tudo que tinha acumulado nas bolas enquanto gritava que tava gozando.
- ME GOZO, ME GOZO, ¡¡¡¡¡¡¡ME GOZOOOOOO!!!!! JÁ, JÁÁÁÁ, ¡¡¡¡¡¡¡ENGole TUDOOOOOOO!!!!!!!!
Ela engoliu as cinco ou seis descargas que eu soltei e me abraçou enquanto eu recuperava o fôlego, me beijando com tesão. Quando me sentiu Recuperado, enfiou de novo na boca, deixou ela brilhando e saiu da cama, me mostrando como a bunda dela rebolava enquanto se afastava pelo corredor. Voltou em uns dois minutos depois de confirmar que a Lucía ainda tava dormindo e se meteu de novo na cama.
— Acho que hoje à noite você fica no meu quarto. Quero começar a recuperar o tempo perdido com você, tá bom?
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