Apesar das poucas visualizações do meu post, vou continuar publicando 😁 Quando acordei de manhã de ressaca por causa da bebedeira, peguei as chaves do carro e fui trabalhar. Avancei umas ruas e o celular começou a tocar: "Alô, bom dia, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu ontem à noite..." Ela me passou um endereço e eu fui dirigindo até lá na hora. Definitivamente, levei uma surpresa agradável: em todos os anos que a conheço, nunca a vi de saia, e o quadril dela estava marcado de um jeito majestoso. Meu pau palpitou alegre. Abri a porta pra ela, e ela subiu rápido, dava pra ver que estava nervosa porque ficava apertando os dedos um no outro, as bochechas bem vermelhas e uma fina camada de suor brilhava na testa dela. Quebrei o silêncio com uma pergunta idiota sobre os estragos da bebida, fui ignorado completamente, então mudei de assunto: "Onde você quer conversar?" "Vamos pra um lugar onde a gente fique sozinho, e não é pra o que você tá pensando, mas não podem nos ver juntos." Perto dali tem vários hotéis porque a gente mora numa área turística. Entrei no primeiro que encontrei e, depois de pagar, subimos pro quarto. A rabuda sentou na cama, deixando uma vista espetacular das coxas dela. Engoli seco e meu pau ficou mais duro ainda. Ela mal tinha começado a falar quando o serviço de quarto interrompeu o discurso dela. Passei uma cerveja bem gelada pra ela e abri a minha. "Olha", ela disse depois de dar um longo gole na bebida, "o que aconteceu ontem não devia ter rolado. A gente é casado, pelo amor de Deus. Eu tava muito bebida e furiosa." "Também tava com tesão", interrompi. "Não fala besteira. Você começou a me seduzir e eu me deixei levar, mas isso nunca mais vai acontecer. Agora que tá claro, vamos embora." "Espera um pouco, vai? A gente termina as cervejas e vai embora." Ela concordou. Comecei a reparar melhor na roupa dela: a blusa leve fazia os peitos pequenos dela se destacarem, e achei que vi um volume no meio. Caralho, a putinha não tava de sutiã. Era hora de avançar e conseguir outro encontro. Fui levando a conversa pra um terreno sexual sem ser tão óbvio. durante a conversa, várias vezes ela tocou o pescoço e a nuca, virando a cabeça e fazendo gestos. Devagar, me coloquei ao lado dela, aspirei o cheiro do cabelo dela e peguei seu pescoço delicado. Uma leve massagem abriria as pernas dela, disso eu tinha certeza. Lentamente, aumentei a intensidade da massagem, a puta começou a suspirar e depois a gemer. Passei para os ombros dela, me levantei e a deitei na cama larga. As pernas dela se abriram um pouco, me coloquei sobre ela sem apoiar todo o meu peso, os lábios entreabertos dela me convidaram a beijá-la. Um beijo longo e molhado, enquanto percorri os peitos dela, a barriga e as coxas brancas. Ela se deixava fazer, com as mãos paradas. Finalmente apreciei os peitos livres, bem bonitos, os mamilos bem duros. Abaixei a cabeça e mordi um, ela reclamou de dor: — Assim não gosto, seja carinhoso. — Isso não vai rolar, vou repetir de novo: vamos foder. Carinho é pro teu marido, mesmo que ele não mereça. Eu vou te comer bem e com força, vou fazer você gozar de um jeito que você nem sabe, e em troca desse prazer, vou usar teu corpo como eu quiser. Desde o começo, você tem que saber que vou meter nos teus três buracos e que sempre vou deixar a porra dentro. Falando e fazendo, separei as pernas dela e encontrei a buceta bem molhada e sem pelos pubianos. Ahhh, foxy, você preparou o terreno, ganhou um ponto extra. É que a Erika disse que você gosta depilada. Aaah, ela exclamou ao sentir dois dedos dentro. — Não me chama de foxy, nãooo mmmmm então vou te chamar de slut. Nenhuma mulher decente depila o cu pra outro homem. Empurrei os dedos mais fundo, esfregando o clitóris dela. — Nãooo, também não me chama assim ahhhhh vou gozar ahhhhh isso, slut, solta esses fluidos, issooo, me dá tua gozada, puta. Ahhhh sim, vou gozar, vou gozar. Ela fechou as pernas com minha mão presa dentro. Usei a palavra: pussy. Abaixei de novo pra morder o mamilo dela, fiz forte pra ela ir se acostumando. — Ahhh, filho da puta, não para que vou gozar de novooo. Ela separou as pernas e minha mão saiu cheia de fluido. Coloquei na boca dela e ela engoliu tudo. corrida, baixei minha calça, separei as pernas dela o máximo que pude e, de olho, localizei a entrada da gruta dela. Com a glande pressionando um pouco a entrada, perguntei se ela queria. Ela disse que sim. "O que você quer?" Ela ficou calada. "Ah, não quer nada? Beleza, se veste e vamos embora." "Não! Espera, não me deixa assim." "Então pede..." "Me dá... Me dá teu pau." "Hmm, tá melhorando. Como você quer que eu meta o pau? Devagar?" "Não, me dá duro." "Verdade que não é difícil?" Ainda segurando as pernas dela, me levantei e puxei ela para a borda da cama. Separei elas de novo, mais ainda. A bucetinha rosada dela me convidava a penetrar, e com um empurrão enfiei tudo. "Ahhh, dói!" Ela tem a buceta bem apertada mesmo, e isso me motivou a meter mais forte. "Toma, putinha, toma pau." Meti o mais forte que pude até deixar a semente bem fundo. Deitei ao lado dela, e ela começou a brincar com meus mamilos. "Quero mais!" Ela se abaixou e me chupou até deixar duro de novo. Agora ela montou em mim e desceu devagar a vulva. Ao tocar minha glande, ela se deixou cair. "Agora você vai ver, filho da puta, vou te estuprar eu." Ela mexia os quadris de um lado para o outro e colocava os peitos na minha boca. Segurei ela pela cintura e empurrava para cima para ajudar no prazer dela. Ela cravou as unhas no meu peito ao soltar um novo orgasmo. "Para, para", ela dizia soluçando. "Ahhh, tão vindo um atrás do outro." Um torrente de suco molhou a cama, e as contrações no meu pau me estimularam a soltar meu gozo de novo. Não terminei de gozar quando ela caiu rendida ao meu lado. "Já tenho duas gozadas tuas na buceta, filho da puta, e faz tempo que não me cuido." Ela dizia isso acariciando meu pau já dormindo. "Espera um pouco, putinha, falta eu te deixar um cu cheio de gozo." Desci minha mão, acariciei um pouco a vulva dela e, com os sucos de nós dois, comecei a brincar com o cu dela.
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