Relato começo com a 2ª e última parte do relato. Totalmente fictício, irreal e imaginário, deixo claro, e as fotos coloco pra deixar o post mais gráfico. Por baixo da braguilha, ele enfiou a mão por dentro da calça e, com a ponta dos dedos, acariciou suavemente minha glande e a ponta dela com o dedo médio, que ele babou. Depois de alguns segundos, puxou a cabecinha do pau pra fora e ficou olhando fixo: "Mmm, que cabecinha gostosa e rosada", apertando ela com os dedos e, com a outra mão, tirou minhas bolas da calça, começou a apertar, acariciar, mimar, mas perguntou: "E quanto falta?" "Chegamos agora. Aqui, aqui é..." respondi. "Bom, vou guardar por enquanto." Saímos do carro e, depois de passar o portão, ele me agarrou a bunda: "Se prepara que vou te destruir." Minha casa fica no fundo, uns 10 metros da calçada. Ao chegar na porta, me virei e ele se ajoelhou. Sem tirar, apertou minha pica com uma mão e a outra usou pra apertar e acariciar minhas bolas. Sem mais, abaixou a braguilha, puxou pra fora, olhou, deu um beijinho na ponta e, esticando a língua, começou a lamber a cabeça e os lados, beliscando de leve a área onde teria o freio. Ao perceber que eu não tinha, ele me olhou e disse: "Nunca vi um cara sem freio." Colocou na boca e começou a dar mordidinhas suaves, fazendo eu tremer de prazer.
placer.me eu me masturbava e com a boca dela apertava forte minha glande. Com movimentos habilidosos pra frente e pra trás, ela chupava e raspava com os dentes.
Desceu com a boca e a língua sem deixar um lugar sem provar da pica que tava dura até as bolas.
Enfiou elas na boca, a língua lambia, chupava com a boca, apertava e esticava. O prazer e a dorzinha leve daquilo tavam me deixando pronto pra gozar.
"Porra, não aguento mais" tirei minhas bolas da boca dela.
Ela chupou minha cabeça sem pegar na pica e as mãos usava pra apertar, esticar e massagear minhas bolas.
Não aguentei mais, depois de um gemido, descarreguei meu gozo na boca dela. Mmmm gemeu e abriu bem os olhos, filha da puta, mal conseguiu falar, tirou e eu continuei gozando mais um pouco.
A cara lambuzada e a boca cheia de porra me mostrando, ela colocou a língua pra fora, olha e engoliu.
Mmm começou a passar as mãos no rosto, se levantou, tirou a chave de mim e abriu a porta.
Me pegou na pica e me puxou pra dentro.
Sem soltar, com a outra mão fechou a porta e perguntou: "O quarto é onde?"
"Lá no fundo", respondi.
"Meu banheiro fica do lado da porta de entrada", quando ela viu, disse que ia no banheiro, mas "você vem comigo". Entramos, ela me soltou e tirou a calça, mostrando uma buceta linda.
buceta. Como tô falando, a oficial não usava calcinha. A buceta linda dela, com um triângulo pubiano cheio e o resto todo depilado, ela me mostrou e disse: "tô com vontade de mijar." Sentou no vaso e colocou meu pau de volta na boca dela enquanto mijava. Quando terminou, tirou a calça e, com meu pau já bem duro e empinado, ela, com cara de puta e me masturbando, disse: "Agora você vai ter que me foder pra eu te perdoar a infração." Chegamos na sala. Ela se deitou no sofá, abriu bem as pernas, tocou os lábios da buceta e, esfregando o clitóris, pediu: "Mete logo esse pau, senão, além da infração, vou te prender. Me fode agora! Sim!" E, decidido, enfiei o pau todo lá dentro. Parecia que a buceta dela era apertada, mas me enganei, não era. Senti os lábios e como a buceta dela tomava conta do meu pau. Que prazer! Comecei a foder devagar e cada vez mais rápido. Ela gemia e gritava. "Parece até o negão dos pornôs." Continuei, continuei, vai, me fode, me dá esse pau, e ela se mexia como uma louca, igual a mim. Aí veio o problema. O celular dela toca. Ela para de gemer como se nada tivesse acontecido, sai do prazer pra seriedade. O telefone no chão, ela pega e atende. Percebi que devia ser um superior perguntando onde ela estava. Ela fez sinal pra eu ficar quieto e calado, mas enquanto falava, me masturbava e brincava com minhas bolas. "Sim, senhor, sim, senhor", ela dizia. Virava a cabeça e, enquanto falava, dava chupadinhas rápidas e curtas na cabeça do meu pau. "Já vou indo", respondeu. Desligou, me disse que tinha uma emergência, mas que voltava mais tarde. Rapidamente se vestiu e pediu pra eu levá-la até a viatura. Levantei a cueca e tentei guardar o pau. "Não se preocupa, me leva assim mesmo." Fiz isso, peguei as chaves e a levei. Ela me cumprimentou com um beijo e a promessa de nos vermos de novo naquela noite. Pois é, meus amigos! Agora sim, terminei o relato. Mil desculpas por ter sido tão longo. Desejo uma boa noite pra vocês! Descansem!
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