Deixa eu te mostrar o verdadeiro love"... . . . O tempo todo desejando te ter, ter o corpo de outra mulher igual ao meu pra curtir o sexo entre duas mulheres, o sexo lésbico, não o sexo não, porque o que eu queria fazer em você na real, era fazer o love...
Aos poucos eu ia descobrindo sua pele, tão macia quanto a minha e com cheiro de flores, que mesmo eu não entendendo nada de flores, era da minha flor favorita. Só de calcinha e cueca, você me olhou e falou, insegura mas com uma voz que implorava: — Quer fazer aqui e agora? E eu respondi, acalmando seu corpo e relaxando seu coração, que disparava de tensão por medo de sermos pegas cometendo o pecado do amor: — Com você, qualquer lugar e hora seria perfeito pra me entregar. Você cedeu sem muita resistência na mesma hora...
Seus lábios tocaram os meus e com eles vieram várias sensações, minha buceta começou a ficar molhada e por isso não resisti em enfiar minha língua dentro da sua boca.
Você tinha comido sorvete de baunilha, tava doce e ao mesmo tempo gelado dentro da sua boca. Pensei que tinha que esquentar ela e comecei a mexer minha língua em volta da sua, fazendo círculos, sentindo que embaixo dela começava a esquentar.
Você beijava minhas bochechas, meu nariz, minha testa, o rosto inteiro. Queria me dar carinho do mesmo jeito que eu dava pra você.
Suas mãos também se moviam e me pegavam pelas costas e pelos meus ombros, e eu respondia levando elas até sua bunda. De repente, você separou sua boca da minha e disse: — Tô nem aí pra nada, só quero ficar com você. E eu respondi: — Jura, jura que depois do que a gente vai fazer, você vai ser minha e eu vou ser seu. Você respondeu: — Juro pelos meus peitos, que agora sou só sua.
Então você aproximou seus peitos dos meus — e você aceitou dizendo: a mais peituda de nós duas, serei eu quem vai mandar na relação. — Sou grata por estar às suas ordens, meu amor.
Como uma puta que aproveita a oportunidade, comecei a mexer meus peitos pra que meus bicos ficassem durinhos, se eriçassem e te dessem outro jeito de te amar. - Mmmgh, seus peitos tão transando com os meus, adoro isso!
Era como se eu tivesse saltando de paraquedas de um helicóptero, mal começando a te dar meu amor. — Ah, tive uma ideia, quero lamber sua buceta. Tinha esquecido de te mencionar que aquela buceta molhada tinha começado a jorrar e, de tão excitada que estava, começou a suar, como se pedisse aos berros um pouco de atenção, algo como me masturbar.
— Tá bom, chupa minha buceta suada como se fosse uma pessoa perdida no deserto que encontrou uma pedra molhada.
Assim que te falei isso, você se deitou debaixo de mim e abriu minhas pernas para que sua cabeça coubesse ali.
Tua língua e tua boca já tinham esquentado o suficiente, senti na hora que você me tocava, sem esperar lubrificar. Ainda mais com sua saliva, você enfiou até onde dava. — Ahh, ahh, ahh — Só conseguia gemir feito a puta que tava, e pra completar, ia te falar pra nunca mais tirar. Mesmo assim, você mal tinha enfiado, e começou a mexer a língua em círculos também, igual eu tinha feito. Era como se você saltasse de um avião em queda livre. Contei exatos 15 segundos e não consegui evitar um orgasmo — Ah, ahh, aaahhhhh, sim, sim, sim, sim!!! Meus fluidos transbordaram e escorreram pelo teu rosto, aí me mexi rápido e fui te comer de beijos e lambidas.
-Quero, quero mais. Você me disse que ainda não estava satisfeita com palavras, mas sua buceta também dizia a mesma coisa, parecia que você tinha mijado. -Tá-tá bom, vou te dar minha virgindade. Antes juntamos nossas bocas com nossas bocas, nossos peitos com nossos peitos. Agora vamos juntar nossas conchas com nossas conchas!
Você me acomodou do jeito que quis, levantou minha perna e disse: —A partir de agora, somos uma só, por favor, aceita que minha buceta brinque com a sua?
—Sim, por favor, só faz isso — falei desesperada.
E então você usou a palavra: buceta estava colada na minha.
—Parabéns, amor, já não somos mais virgens! — gritei chorando de prazer, porque parecia que você estava pulando de um foguete de paraquedas.
Você se mexia tão gostoso, como se eu fosse um touro mecânico que te sacudia inteira, e você, pra não cair, se agarrava no seu assento, pressionando contra ele com toda sua força.
Plup, plas, plup, mch, mch, plash, plup — nossas bucetas faziam barulhos tão obscenos que me deixavam os bicos dos peitos durinhos e me faziam jorrar ainda mais.
—Amor, não aguento mais, vou gozar.
—Querida, eu também.
—Vamos gozar juntas!
As duas, como umas cachorras no cio, gritamos de puro prazer:
—Ahhhhhhhhhh!
Foi maravilhoso, quase inexplicável, só dava pra saber que eu tinha acabado de ter o melhor orgasmo da minha vida.
—Ugh, eu tô, tô tão feliz.
Então eu respondi com o pouco de força que me restava:
—A gente gostou tanto porque nós duas nos amamos.
Você disse:
—Eu te amo!
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Obrigada por tudo, já somos 300!!!! A pedido de um seguidor, trouxe esse pequeno relato.
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