Memorias del olvido p8

Memorias del olvido p8
Algo asi era. (Foto ilustrativa) pero algo asi.

Que de que hablo?
Por si quieren leer la primer parte de la historia
https://m.poringa.net/posts/relatos/4508481/Memorias-del-olvido-p7.html

Tenia a terrible hembra parada al lado de mi cama terminando de desvertirse. Habia quedado con ese body negro y las medias de red. Mina casada, a quien le habia enseñado a manejar.
(Posiblemente mi novia venia mas tarde)

Observe de acostado lo sensual de laura. Sus tetas parecian querer salirse del body y las medias de red dibujan sus piernas. Hermosa.
Aun no habia visto su cola.
Se tiro encima mio, y apretamos un rato mas aun con ropa interior. Mi pija estaba que estallaba, y en cada friccion, le hacia sentir mis ganas de cogerla. Ella jadeaba.
Bese su cuello y "nos recorde" a su marido. -cierto tu marido-
-que se cague- contesto entre jadeos
Obvio eso me excito mucho mas aun. Tome su pelo por atras lo jale con firmeza, ella expuso su cuello y ataque con mas fuerza.
La cola dentro de esas medias de red era un dibujo, y el body bien entrado entre nalga y nalga la resaltaba mas aun al tacto. Aprete fuerte su nalga y me beso muy profundo.
Le corri el body por sobre el hombro y lo estire para besarle las tetas. No logre sacarla por mis medios pero ella copero y saco su brazo del body, agarro su teta y me la puso en la boca. Yo estaba en la gloria.
Me sente un poco con ella aun sentada en mis rodillas y disfrute a pleno esas tetas. Puse mi mano sobre su concha y segui frotando hasta que descubri que su body tenia como desprenderse de ahi abajo.
-que putita resultaste ser-
-mucho mas puta que tu novia- me subio la apuesta
-te quiero dar la cojida de tu vida-
-yo te voy a dar la cojida de tu vida- era muy segura de ella.
Desprendi su body y pude notar lo mojada que estaba.
Se paro sobre la cama y se saco el body del todo. Las tetas y su depilada concha frente a mi. Esa concha era un sueño, esas que son suaves pero afloradas, q se abren de solo mirarlas.
(Seguia sin verle el culo)
La acerque a mi, estando aun parada, y le chupe la concha de una manera desesperada. La habia deseado mucho tiempo.
Se aparto, se inclino y mientras me besaba la boca me saco el boxer. Me hizo dos o tres pajas y se dejo caer de cuclillas, se dio vuelta y me agarro la pija para acomodarsela en la concha. Ahi pude ver su culo. Feroz orto. Empujo despacio pero hasta el fondo, lo mojada de su concha disimulo lo apretada pero en 4 o 5 movimientos pude ver que nuestros jugos chorreaban de su concha y se deslizaban por mi pija.
Le meti un chirlo en la nalga y apuro el ritmo. Cogia muy bien la verdad. La tome de la cintura y la ayude a moverse, empujaba muy fuerte. Acerque su espalda a mi pecho y tome sus tetas con fuerza. Gimio algo fuerte y se levanto. Se acosto boca arriba y me invito.
morena(Foto ilustrativa) Abri as pernas dela e peguei na minha rola, esfreguei um pouco na buceta dela, que nessa altura já tava super molhada, e meti com força. Ela pediu pra eu baixar uma perna e eu aceitei. Ficou uma das pernas dela por baixo das minhas e a outra cruzada, como quem toca uma guitarra segura pelas minhas mãos, e ela de lado. Ficamos transando assim um tempo até que eu não aguentava mais. —Vou encher você de porra— falei (tava fora de mim) —mas que seja na boca— ela disse, a putinha. Desesperado, fiquei de pé ao lado da cama e ela sentou na minha frente. Comecei a me masturbar e ela me olhava. Quis ajudar, tocando nas minhas bolas, mas eu tinha perdido o ritmo. —Você não vai ficar assim— ela disse e agarrou minha rola com força. Deu mais duas ou três punhetas e puxou meu prepúcio pra baixo com força, deixando minha glande exposta na frente dela e da boca dela. Enfiou meia rola na boca e chupou como se tivesse comendo um sorvete. Tirou da boca e começou a me masturbar de novo; quando sentiu que a porra ia sair, colocou a língua como uma conchinha, com a boca entreaberta, e bati com a rola nela sem parar de me masturbar. Gozei na cara toda dela, nos lábios, olhos e nariz. Deixei a porra cair nos peitos dela e, brincando com os dedos, levou à boca. Chupou um dedo, me olhou e caiu na gargalhada. Sabia que tinha me comido muito bem e que não era nada do que me esperava. Levantou, juntou a roupa —vou no banheiro— e lembrou —sua namorada já deve estar chegando— Entrou, barulho de torneira, descarga, torneira de novo. E saiu, vestida como se nada tivesse acontecido, só um pouco despenteada. Haha. Colocou um chiclete na boca e me deu um beijo, carinhoso mas ainda com gosto de sexo. —Vou indo, te diria pra dar uma arrumada, haha— Abriu a porta e saiu. Senti o carro ligar e ir embora. Nunca mais a vi. Ainda tenho ela no Face, minhas vontades de comer ela de novo ainda intactas, mas ela não me dirige mais palavras. Arrumou um pouco. e troquei os lençóis. Na verdade, tirei e escondi (só tinha um jogo) kkk Liguei pra minha namorada pra ver onde ela tava e ela disse: — fiquei na minha casa, tava com muita dor de cabeça e como você não deu sinal de vida, preferi descansar. Ainda bem, porque ainda sentia cheiro de sexo no meu quarto e o perfume dela tava por toda parte. A saga continua...

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