De pervertido a corno, até pelo meu cachorro

Como o relato anterior que, por "engano", eu já tinha feito e o desejo de ver minha puta-esposa Mari comendo outra rola
Foi entre essas tantas saídas que eu primeiro propunha a ela tomar alguma coisa, um aperitivo, e usava as gotas milagrosas onde ela se inibia e deixava à flor da pele todos os meus desejos. Foi por isso que, enquanto bebia, eu escolhia roupas mais úteis e provocantes de uma puta-esposa.De pervertido a corno, até pelo meu cachorro



Eu já tinha tudo planejado: vestir ela de puta, meter no carro e dar umas voltas, dar uma passada em alguma balada. Foi numa noite de verão que fomos dançar num bar ainda pouco conhecido da minha cidade. Nessa altura, ela já tava em outro mundo. Quando a gente tava indo pra balada, eu mandava ela descer pra comprar alguma coisa no posto ou em algum lugar, e todo mundo olhava pra ela. Eu procurava principalmente lugares onde tem muito homem, onde ela descia de minissaia, meia de seda, salto alto e uma camisola que deixava os peitos dela completamente nus. Claro que pra entrar no lugar, ela colocava um sutiã pra disfarçar. Outras vezes, um casaco. A gente passava a hora lá dentro dançando e ela flertando com algum cara que olhava pra ela, mas na real ela tava em outro mundo, seduzindo sem se importar com quem. Até que eu via a hora de fechar o lugar, a gente esperava uns minutos e depois ia embora com a estratégia de encontrar no caminho algum dos caras que tava voltando pra casa e conseguir puxar eles. Por isso eu sempre falava pra Mari abaixar o vidro do carro. A gente chegava perto do cara. O que rolou naquela noite foi que era um jovem que tava voltando bêbado. Eu parei o carro devagar do lado dele, com a velocidade de um pé de homem, e mandei a Mari perguntar se ele queria uma carona. Dessa vez, foi assim que fizemos. Ele respondeu que não tinha problema, então subiu no carro. Aí eu falei que a porta de trás tava quebrada, então Mari desceu pra dar o lugar do passageiro pra ele, e depois subiu do lado do desconhecido. Mas em poucos minutos ficou meio estranho, então eu sugeri que ela sentasse no colo dele.
Logicamente, esse jovem não entendia nada, e foi aí que comecei minha conversa, dizendo que a Mari tem uma bunda linda, que eu ia tocar nas pernas dela pra sentir como são macias, e a Mari, rindo, deixou. Foi assim que, depois de um tempo, perguntei se ele queria tomar algo com a gente, e ele topou. Fomos a um boteco precário numa cidade distante, onde eles desceram pra comprar bebida. A Mari, de minissaia, tava toda desconfortável sentada na saia, que logicamente ficava acima da bunda dela. Quando ela desceu, nem percebeu que a minissaia tava mostrando tudo. Surpresa total pros caras que estavam lá, que puderam ver e se deliciar com aquela gordinha gostosa. Depois disso, eles voltaram pro carro e, entre risadas, falando das coisas que ouviram no boteco — se ela era minha amiguinha e tal, e pra ficarem com a gente — a gente ia tomando cerveja. Eu procurava um lugar escuro, sem testemunhas, e paramos por uns minutos bebendo dentro do carro, onde dei instruções pra Mari se mexer e ver se o nosso convidado tava de pau duro. Como bons anfitriões que somos, deixei ele passar a mão nela à vontade.
Depois disso, minha tia passou a mão nos próprios peitos e já respondeu dizendo que sim, que gostava do que via. Ele, sem dizer uma palavra, só beijava o pescoço dela. Em seguida, eu tirei minha pica pra fora e comecei a me masturbar. Várias punhetas depois, eu a obriguei a se calar e me fez um boquete gostoso, enquanto nosso convidado — que nunca revelou o nome — levantava a saia dela e puxava pra baixo a calcinha minúscula. Tava tanto tesão entre nós três naquele dia que qualquer pedido que eu fizesse, ela aceitava. Foi aí que ela se virou, puxou a pica dele pra fora e começou a chupar. Depois, ele sentou ela no banco e começou a meter, chupando os peitos dela — uma mina de 21 anos. Esse cara aparentava ter só 18. Logicamente, em menos de minutos ele gozou, precocemente, naquela puta deliciosa. Automaticamente, o moleque saiu do carro, se ajeitando na roupa, e de um segundo pro outro desapareceu. Nunca mais soubemos dele. Ele sumiu rápido na escuridão.
Mary dizia que aquele cara tava muito tarado e que a gente tinha deixado ele obcecado, foi por isso que deixei ele gozar entre as pernas dela e fui eu, com minha mão, comecei a espalhar o semen por toda a pélvis dela.
Assim ficamos alguns minutos andando pelas ruas perto da balada até que encontramos mais dois caras, mais velhos, que também estavam caminhando perto da estrada. Perguntei pra Mari se ela queria repetir o que tinha feito antes, mas falei de um jeito safado, tipo ela brincar de esquentar pica. Ela concordou com a cabeça, porque mal conseguia falar. Dessa vez, ela desceu do carro e fez a mesma pergunta pra eles: se queriam que a gente desse uma carona pra algum lugar que precisassem. Os dois caras toparam na hora, sem pensar duas vezes.
Se repetiu exatamente a mesma coisa, os dois jovens subiram na frente e Mari não teve escolha a não ser sentar no colo deles, e eles, sem trocar uma palavra, se olharam e começaram a tocar as pernas dela. Dessa vez, foi Mari quem começou a provocar, dizendo: "Sinto que o pau de vocês tá endurecendo! Por quê? Tão com tesão?" E eles responderam em uníssono: "Que puta gostosa você é!" Dava pra ver que eles estavam muito bêbados, porque era como se eu não existisse, eles estavam enlouquecidos com a minha putinha de esposa. Então eu só assisti ao show: como levantaram a saia de Mari, apertaram os peitos dela com maldade, apertaram as pernas, a buceta dela como bestas, puxaram o cabelo dela e jogaram pra trás, e começaram a beijar o pescoço, e um deles, como dava, chupava um peito. Foi quando eu falei pra esperarem um segundo, mas eles estavam como feras, sem razão.

E Mari já estava com os olhos semiabertos e só gemia, e dizia: "Querem que eu seja a putinha de vocês, garotos? Tão com muita vontade de me foder? Tão punheteiros que não se aguentam? Querem que eu empreste a buceta?" Perguntaram pro meu marido se ele deixava eles arrebentarem minha buceta. Mas ninguém respondeu, só queriam transar.

E de novo paramos num lugar isolado, onde eu nem participei. Foram esses dois jovens de 30 anos que se revezavam pra meter o pau na boca de Mari, e ela engolia até ficar sem fôlego. Tiraram ela do carro e deram uma fodida violenta nela. Um tirava o pau e continuava se masturbando até esperar a vez de novo. Era um frenesi de chupar paus e arrebentar a buceta. Foderam, lógico, ninguém com proteção. Dessa vez, quando os dois gozaram dentro da buceta dela e deixaram ela toda melada de porra, Mari me olhava o tempo todo e dizia: "É assim que você gosta que me fodam? É isso que você gosta que façam comigo? Você gosta que um pau me coma? Gosta que eu seja uma puta? Você é muito bom em emprestar sua putinha! parece que nas palavras da Mari esquentavam tanto, que os caras automaticamente enfiaram o cock dentro da pussy dela e, quando terminaram, subiram rápido no carro e deixamos eles perto de uma avenida. Foi nesse momento que decidimos voltar pro apartamento onde a gente morava e, como da outra vez, ela já vinha super alucinada, muito boca suja, não parava de falar que queria mais cock, que ela é minha slut, e que eu faça o que quiser com ela, e os jorros de cum escorrendo pelas pernas dela, além dos orgasmos dela que faziam barulho nas meias de lycra enquanto caminhava.

Quando descemos do carro e fomos em direção à porta do nosso apartamento, no caminho até a porta de casa, Tizi, nosso labrador, já estava nos esperando. E ela disse de novo: "Outro masturbador me esperando?" entre gargalhadas, enquanto eu abria a porta. Nosso cachorro enfiou o focinho entre as pernas dela, ela sem calcinha. Aí eu me fiz de desentendido e demorei pra abrir a porta, e de relance vi ela se apoiar na parede, abrir as pernas, e nosso cachorro lamber toda a pussy dela. Ela, meio dormindo e meio bêbada, falava: "Para, filho da puta! Eu sou sua mãe, chega, calma." Eu fiquei pasmo, com as chaves na mão, vendo essa cena super quente. Instintivamente, eu puxei meu cock e comecei a me masturbar do lado deles, e ela me disse: "Coitadinho! Ele também quer descarregar leite." Aí ela pegou meu cock e meteu na boca dela, enquanto me fazia um blow job. Ela se colocou de quatro e levantou a saia pra que nosso cachorro pudesse lamber bem a pussy e o cu dela. Ela me perguntou: "Como a gente faz pra tirar o cum dele? Ele não tem cachorras e, no fim das contas, eu sou a sua slutty.

Logicamente eu entendia que ela estava extremamente alcoolizada e drogada, e eu respondia que sim, que não fizesse problema. O cachorro sente o cheiro de puta, puta, e é normal, é um animal, igual a gente. Ela começou a tocar a própria buceta e virou a cabeça procurando a rola do nosso cachorro. Foi só um segundo em que ela conseguiu descobrir o membro daquele animal, e passou a língua nele, enquanto eu descarreguei todo o meu leite na cara e no cabelo dela.
Depois disso, abri a porta rezando pra nenhum vizinho ter ouvido ou visto nada, aí percebi que da próxima vez tinha que arrumar urina de alguma puta que tivesse no cio, isso ia deixar o bicho todo excitado, mas isso aí a gente deixa pra outra história. Abraços pra todo mundo.

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