Família do meu melhor amigo Cap. 7B

Capítulo 7B

Acho que nós dois perdemos a noção do tempo, porque foi uma das fodas mais longas que já tive… aliás, me chama a atenção que com ela as coisas sempre foram assim, na verdade, era quase igual ao que faço com minha fogosa Coni, transei com um tesão doentio pelo simples medo de ser descoberto pelos meus pais ou pela Nana… Tia Sole mordia os lábios e misturava suspiros com gemidos abafados de prazer enquanto se olhava no espelho e eu a fodia. Ver essa imagem erótica, apoiada na tampa da minha cômoda para não cair com minhas estocadas, me excitava cada vez mais, talvez um pouco da minha abstinência dos estudos influenciasse, mas sem dúvida seus peitos que balançavam na minha frente aumentavam meu prazer, e sua bunda que tremia a cada investida fazia parte do meu profundo desejo de satisfazê-la.

- Tia Sole: Tô gozando, Claudito, ela disse bem baixinho…
- Eu: O quê?
- Tia Sole: Tô gozando… Você tá me matando, falou num tom um pouco mais alto.
- Eu: Espera um pouco, titia, quero gozar junto com você…

Dei umas quantas estocadas, profundas, buscando o máximo contato do meu freio com a buceta dela, até atingir o orgasmo sublime. Eu também gozei em silêncio, mas não consegui evitar alguns grunhidos de satisfação. Com nossos peitos ainda ofegantes, nos olhamos, e então olhei o relógio despertador que marcava que já passava da meia-noite. Sem dizer mais nada, tia Sole endireitou a postura, vestiu a tanga e a calça do moletom, fechou o casaco e se virou para me dizer: vou embora! Você precisa dormir, e depois com um sorriso falou:
- Vou sair por onde entrei, você tem que me ajudar, “já não tô mais pra esses pulos”, hehehe
- Eu: Sim, tia, mas acho que você ainda tá pra isso e muito mais, hehehe

Antes de sair do meu quarto, ela me olhou nos olhos e com um sorriso carinhoso, segurou meu rosto e me deu um selinho para completar:
- Deixa a janela aberta pra que o O cheiro de sexo vai embora.

· Eu: Não, vou deixar fechada pra lembrar do momento que passou
· Tia Sole: Cê é um tarado, hehehe
· Eu: E você é a tia do tarado, hehehe

Ajudei ela a sair do meu quarto, felizmente a tia Sole foi bem mais silenciosa do que a Coni foi na época dela. Espiei pela janela vendo ela ir embora andando toda natural na direção da casa dela.

No dia seguinte, continuei com minha rotina de aulas e estudos. Faltava pouco pra acabar o período de provas, e só faltava uma, claro que era a matéria mais complicada, porque era cálculo. Embora eu seja bom, segundo meu professor, só Deus podia tirar a nota máxima, e ele fazia questão de cumprir isso. Claro que, como nos dias anteriores, recebi ligações dos meus amigos e das minas. Quem me procurava com mais afinco era a Coni, que me ligou antes da aula, na hora do almoço e logo depois que as aulas acabaram. Não era só eu que sabia os horários dela. No último telefonema, ela perguntou:

· Coni: Oi, Claudinho, o que você vai fazer hoje?
· Eu: Estudar
· Coni: Não vai dar uma pausa?
· Eu: Não, até gostaria, mas preciso preparar as últimas provas pra chegar sem precisar de nota nos exames
· Coni: Não vai se distrair nem um pouquinho?
· Eu: Gostaria, mas na verdade hoje vou dormir cedo.
· Coni: Que horas?
· Eu: Sei lá, umas 22:00

Depois de chegar em casa, soube que meus pais iam sair pra "farra" e voltariam lá pela meia-noite. Incrivelmente, não iam pra clínica operar algum cristão, então minha Nana deixou eu escolher o que ia jantar e me comprou um bolo pra me mimar. Meus estudos iam muito bem e lá pelas dez, como planejei, coloquei o pijama. Tava quase me deitando quando ouvi uns batidinhas na janela… pra mim já não era surpresa, porque depois de todos os dias passados e das ligações que ela tinha me feito durante O dia, sem dúvida, era a Coni.

Efetivamente, era uma garota vestida com o moletom de sempre, já que a tia Sole tinha ido descansar o espírito, quem aparecia agora devia ser a Coni… Abri a janela e ajudei… Coni entrou no meu quarto com uma ajudinha minha, a verdade é que já não me surpreendia, fazia tempo que a realidade tinha superado a ficção, tanto que, apesar de a cabeça dela estar coberta pelo capuz preto, cumprimentei-a com carinho antes que ela se pendurasse no meu pescoço para me beijar com paixão, Ufa!, quase me deixou sem fôlego.

Com a Coni ainda pendurada no meu pescoço, fechei a janela, depois continuamos com os beijos e carícias apaixonadas… quase de imediato, Coni puxava meu pijama e tirava o moletom esportivo que vestia, ficando só com um sutiã esportivo e uma calcinha igual… inacreditável, ela vinha mais vestida que a mãe dela, hehehe, depois dos puxões fortes, nossas roupas ficaram jogadas em qualquer lugar… nisso, lembrei da minha Nana e falei que ela precisava ser silenciosa.

· Eu: Coni, a Nana está no quarto ao lado, você tem que ficar quietinha.

· Coni: Tanto quanto a mamãe ou totalmente muda?

· Eu: Como assim, você sabe?!

· Coni: Quando a mamãe chegou, eu já tinha passado no quarto dela para dar boa-noite e não a encontrei, o resto foi só "apertar" um pouco e ela confessou tudo, agora me fode!

Por um momento, imaginei aquele interrogatório, onde minha "tia encrenqueira" teve que admitir que tinha fodido comigo em silêncio… felizmente meus pais não estavam em casa e a Nana me autorizava com o silêncio tácito dela… Como vocês sabem, a mamãe estava muito alerta sobre minhas atividades com "a família do meu melhor amigo" e ficaria apavorada ao me ver fodendo a Coni, mais que isso, arrancaria meus olhos! E nada no mundo me salvaria de um castigo exemplar… então tínhamos até meia-noite para isso… Coni, igual à bela adormecida, tinha que escapar do meu "palácio" antes que ela chegasse.

Parei de pensar nisso, o Ter a Coni nua na minha frente acelerou meu coração, a adrenalina me inundava e meu pau enlouquecia, então peguei a Coni pela cintura, coloquei o pau enfiado entre as bundinhas dela e agarrei os peitos dela, me apropriando dos mamilos. Minha quase namorada ria e gemia como uma louca.

· Coni: Mmm sim, meu amor! Chupa meus peitos, hehehe

· Eu: Não fala alto… A Nana tem o sono leve

· Coni: Verdade, vou ser a Coni muda, hehehe

Deitei na cama a suposta muda, mas a felicidade dela superava meus pedidos de silêncio. Bem, é a Coni e ela é assim. Ver ela deitada, desejando o pau, me dava prazer só de olhar, então abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela, especialmente atraente desde que um tempo atrás ela me surpreendeu mostrando ela totalmente depilada, parecia a bucetinha de uma pré-adolescente… Minha amada Coni me encantava com o montinho de Vênus dela, que brilhava por causa dos fluidos da excitação dela… parecia tentador, suculento, a verdade é que minha mina me deixa louco de tesão.

Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e minha boca se fundiu na bucetinha dela, procurando o botãozinho mágico. Eu lambia e chupava a deliciosa bucetinha que liberava o néctar vaginal dela, até diria que ela estava mais molhada do que nunca… Coni acariciava meu cabelo e pedia mais e mais, estava louca de tesão!, então logo gozou.

· Coni: Ai, meu coração! Você me matou, gozei que nem louca… você chupa a buceta que nem um anjo… Não sabe como eu sentia sua falta

· Eu: Que bom, mas lembra… Muda!…

· Coni: Mmm! Sim, muda, mas você me matou, hahaha…

Depois ela fez o gesto de fechar a boca com um cadeado, então fez um círculo com o dedão e o indicador da mão esquerda e enfiou o dedo indicador direito no círculo, me indicando que queria ser fodida. Mal consegui segurar o riso.

· Eu: Claro, coração, fica de quatro…

· Coni: Assim, meu amor?

· Eu: Sim, assim que eu quero, mas lembra, muda. jejeje
· Coni: Mmm! Quietinha, jejeje, disse ela me olhando depois de ficar de quatro.
· Eu: Não grita nem se mexe, que vou te partir essa bucetinha, coração.
· Coni: Mmmm

Mesmo estando muito excitado, decidi ser delicado, não queria deixar ela berrando como costumava fazer, então, mesmo enfiando tudo até bater minhas pernas naquele cuzão gostoso dela, fiz devagar, depois tirei um pouco e repeti o movimento suave e lentamente… Coni começou a gemer e pedir pra eu continuar assim, que a fodesse bem fodida, que ela precisava.
· Coni: Isso, pardal, assim… mete até o fundo! Ai, que grande que você tem, vai fundo
· Eu: Quietinha, lembra da Nana…
· Coni: Mmm sim, quietinha… continua, me dá mais… mmm assim, quietinha?
· Eu: Isso, muito bem…
· Coni: Você é um pervertido… é meu fodedor… meu fodedor degenerado
· Eu: Lembra, quietinha.

Enquanto segurava suas coxas poderosas, comecei a observar o corpo lindo dela, firme, proporcionado, Coni é uma gostosa mesmo, com uma raba mágica, sem dúvida mais voluptuosa que a da Javi, mais tonificada que a da Simona, talvez só comparável com a da tia Sole. Depois daqueles segundos de devaneio, comecei a meter devagar naquela bucetinha deliciosa dela. Enquanto dava uma metida suave mas apaixonada, também pensei e imaginei: como seria ter a tia Sole assim, ladeada pelas duas irmãs? Sim, sou um pervertido!… tinha que foder as três juntas ao mesmo tempo. Sou muito sortudo por estar fodendo elas, mas meu sonho era estar com as três.

Durante a metida hipnótica, minha mente ficou presa em como, cada vez que eu enfiava, a bucetinha dela se abria admitindo toda a minha pica, se ajustando como uma luva… sentia cada roçada da minha pica dentro do túnel molhado dela, era a coisa mais sublime do mundo… Depois de um tempo, tanto ela quanto eu estávamos ofegantes de excitação e pelo esforço da foda, e notei que Coni gemia. Suavemente, quase como um sussurro, a Coni era gostosa em tudo, sua expressão abafada parecia um ronronar, tipo quando você acaricia uma gatinha… eu tava adorando pra caralho foder com ela.

· Coni: Ahhhhh… mmmmm… assim… assim Claudito!… Ohh……!! não consigo ficar quieta

· Eu: Eu sei, meu amor, mas pensa que a Nana tá do lado…

· Coni: Eu sei, mas você me mata….

Ainda não tínhamos terminado de falar, quando a Coni começou a rebolada de um jeito incrível, ela me olhava de lado, sem parar de agir no meu pau, me matava, não conseguia imaginar parar de foder com a minha Coni, era a mulher feita pra mim… que se fodesse a década de anos que nos separava…

· Mmmm!, sim minha Coni… rebola assim, rebola como a puta que você é

· Coni: Mmm sim meu amor, rebolo pra você, mete bem fundo

Segurei ela pela cintura com as duas mãos e meti forte, tanto que o som dos nossos corpos se chocando já inundava o quarto… foda-se o silêncio! Logo a Coni já não ronronava, agora gemia como gata no cio, enquanto não parava de me olhar de lado com seus olhos morenos, de um jeito estranho, como se quisesse deixar claro que ela era minha mina.

· Eu: Ahhh!… uff… calma… (Coni intensificava os movimentos)

· Coni: Mmm não consigo me acalmar… me dá tudo.

· Eu: Sim meu amor, vou te dar tudo

· Coni: Mmm sim… me dá… ahh

Não parei nem por um momento, totalmente focado em satisfazer minha mina, comecei a meter forte de novo, enfiava até o fundo da buceta… minhas pernas batiam na bunda da Coni, fazendo um barulho parecido com palmas, o que normalmente eu achava super erótico, mas agora era um barulho indesejado, o problema é que não dava pra evitar, mesmo sabendo que o som era alto o bastante pra não deixar a Nana dormir. Meu pau corria como cavalo desembestado, não dava pra me segurar, esperava que minha Nana continuasse sendo a mulher mais compreensiva do Mundo, meus instintos agora estavam todos com a Coni... além disso, só de fechar os olhos já sentia a bunda das duas parentes dela.

· Coni: Você tá me comendo tão forte... o barulho não é culpa minha.

· Eu: Mmm sim, não consigo evitar, você me eletriza...

· Coni: E você a mim... continua, não importa se o mundo acabar.

· Eu: Ou se a Nana nos matar depois disso, hehehe.

· Coni: Mmm sim, só tenho medo da sua mãe e ela não tá aqui, hehehe.

· Eu: É, vamos brincar na floresta enquanto o lobo não vem...

· Coni: Se você diz, hahaha... Loba, você tá? hahaha.

Acelerei minhas estocadas olhando pra Coni, enquanto a olhava de cima, ela de vez em quando tentava me encarar, como me incentivando a meter mais forte, o que de alguma forma me fazia imaginá-la totalmente minha. Coni já não tentava mais abafar os gemidos, que agora estavam muito altos, sem dúvida minha Nana ouvia, já que nossa paixão inundava meu quarto e eu apostava que também o quarto da minha Nana... tava claro que meu ritmo de mete e tira a deixava à beira do orgasmo, mas por algum motivo ela resistia em gozar.

Ver ela à beira do tão esperado orgasmo me dava muito tesão, então agora eu me movia muito rápido, fodendo ela com força, Coni começava a se mover totalmente à minha vontade, e já não conseguia parar de gemer... cheguei a pensar que de repente a porta se abriria e minha Nana apareceria pra me chamar a atenção pelo escândalo e dar uns tapas na gritona da Coni. Mas não, minha Nana não veio... a gozada feroz da Coni chegou sem a intervenção da minha cuidadora.

· Coni: Ahhh... Meu Deus, eu... eu tô gozando, sim... ahhh, tô gozando, meu amor, você me mata ahh!... sua puta tá gozando, me dá tudo... ahhh!

· Eu: Ei, que a Nana tá do lado...

· Coni: Ahhh, é sua culpa se ela acordar, tô gozando por sua culpa.

· Eu: Com esse berreiro, ela já deve estar acordada, só tá na dúvida se eu tô te matando de prazer ou não, hehehe.

· Coni: ¡Nana, tu Claudito tá me matando de prazer!!!
· Nana: Sei bem do que tá morrendo de prazer, mas não assusta os vizinhos, mocinha, disse ela da soleira da porta.

Só de ouvir as palavras da Nana, nós dois gozamos juntos, não sei se foi porque estávamos prestes a fazer isso ou só pelo fato de sermos observados. Depois ficamos os dois exaustos, acabados pela trepada violenta que demos um no outro, nos acariciávamos com ternura e suavidade, e não sei em que minuto, sem querer, pegamos no sono, e só voltamos a nós quando a Nana entrou no meu quarto e disse:

· Seus pais tão chegando! Coni, pega suas coisas e vem comigo.
· Coni: Sim, Nana.
· Nana: Finge que tá dormindo, eu cuido da Coni.

Foi como uma repetição da vez anterior… estava acontecendo de novo o que não devia. Não passaram cinco minutos e, como um déjà vu, senti a porta se abrir devagar. Era a mamãe que, como de costume, espiou pra ver o "neném". Simulei o melhor sono possível, ou seja, fechei os olhos e respirei tranquilo. Depois ouvi, mais uma vez, o papai falando meio bravo pra ela me deixar dormir em paz.

Passou um tempão até que a Nana abriu a porta e me disse pra ir no quarto dela, onde a Coni estava, e completou que ela ia ficar no meu quarto, mas que de qualquer jeito a gente não fizesse barulho, que ela não podia segurar minha mãe se ela acordasse e ficasse brava com alguma algazarra.

Mais uma vez minha nana me surpreendeu, será que ela me adora?... Entrei no quarto dela, onde não entrava há anos… na cama estava a Coni, que já não se intimidava nem um pouco com a presença da Nana. Na verdade, já estava pelada me esperando. A Nana fechou a porta atrás de mim e eu me joguei nos braços da minha amada. Não teve mais muito preâmbulo, me meti entre as pernas dela e, enquanto chupava os peitos e amassava a bunda dela, transei gostoso pra caralho. Só quando ela estava prestes a gozar, coloquei a mão na boca dela pra abafar os gritos de prazer. O tempo passou implacavelmente e lá pela 1h da madrugada, Coni acordou, se vestiu em silêncio, depois passou a mão no meu rosto e me beijou, e saiu pela janela. Felizmente Coni não derrubou nada e, apesar de ter tido um pouco de dificuldade, não fez barulho. Fiquei debruçado na janela e vi que, assim que saiu, saiu correndo pra casa dela. Depois fui pro meu quarto, onde Nana dormia tranquilamente, acordei ela de leve e ela me disse:

- Foi embora?

- Eu: Sim, pela janela, hehehe... valeu.

- Nana: Que não vire costume, hehehe.

- Eu: Sim, Nana, espero não repetir.

- Nana: Ah, meu menino, vai repetir sim, sei que vai... de qualquer forma, ela é uma boa garota, hehehe.

Os dias passaram e fiz minha última prova, que foi muito bem. Naquela quarta-feira saí feliz da faculdade e organizei um churrasco com os amigos, onde vieram uns caras da minha turma, Juli, Feli e Simona, e também Coni, que, por ter um jeito jovem, se enturmou sem problemas com o grupo, tanto que um dos meus colegas tentou umas investidas, mas foi gentilmente rejeitado.

No dia seguinte, Coni me pegou na faculdade e voltamos à rotina, ou seja, fomos pro nosso lugar favorito e ficamos transando sem parar até umas sete da noite, quando voltamos pra casa. Dessa vez, ela nem se deu ao trabalho de me deixar a umas quadras de distância, como costumávamos fazer pra não chegar juntos. Simplesmente desci na garagem dela e atravessei pra minha casa.

Mamãe, que estava me esperando, perguntou sobre isso, e eu respondi que Coni tinha me visto no caminho e me dado carona, mas minha mãe não ficou satisfeita com a resposta e continuou me interrogando...

- Eu: Mãe, a gente só se encontrou por acaso.

- Mãe: Mas ela estava no seu churrasco e o que aconteceu com seu carro?

- Eu: Sim, ela estava no meu churrasco, assim como esteve no meu aniversário e em outras coisas. Quanto ao meu carro, está bem.

- Mãe: Por que não usou? · Eu: Fui na casa de um colega a pé, porque tava afim… A rotina das semanas seguintes, que incluía foder com a tia Sole e a Coni, só foi interrompida porque numa sexta à tarde a tia Sole me ligou e disse: · Claudito! Você tem que vir sábado lá pelas cinco na minha casa. · Eu: Oi tia Sole, qual é a novidade? · Tia Sole: Você vai ser testemunha de uma estreia… · Eu: Qual? · Tia Sole: Vem e descobre, não fica de fofoqueiro. Mesmo com minha curiosidade e as perguntas que fiz pra Coni, não descobri do que se tratava, mas era algo relacionado a elas, já que os homens da casa tinham ido pro futebol. Na hora marcada, usei a tática de entrar pela casa vizinha delas, que faz divisa pelos fundos, onde fica o “Rufus”, o cão de guarda — o mesmo que eu passeava e dava comida quase todo verão quando os donos não estavam. Como sempre, meu amigo de quatro patas abanou a rabeta e me acompanhou pra pular o muro. Entrei como de costume, bom, não tão de costume, porque foi pela cozinha, onde estavam as três gostosas da família. Cumprimentei elas com entusiasmo, talvez até demais, porque na Coni não só beijei na boca, como também abracei a bunda dela. A mesma coisa repeti com a Javi, que ficou meio surpresa, mas não falou nada. E finalmente repeti a manobra com a tia Sole, que aí sim me olhou com cara de reprovação. · Eu: Então, qual é a notícia? · Tia Sole: Ainda não é notícia, mas vai ser em alguns minutos… · Eu: Como assim? · Javi: Você vai ver, vou no banheiro e já volto. · Eu: Continuo sem entender… · Coni: A Javi vai fazer o teste de gravidez. · Eu: Sério? · Tia Sole: Sim, agora vamos saber o que ela desconfia, hehehe Passaram só alguns minutos quando uma Javi eufórica e pulando saiu do banheiro e abraçou a mãe, que tava na expectativa. A Coni se juntou a elas e começou a pular de alegria pelo resultado. Lugar, embora ela não tivesse dito nada, a alegria e os pulos dela me fizeram supor que o tratamento tinha dado certo e a gente tinha alcançado a meta:

· Javi: Claudito, olha, vou ser mãe! — ela disse, exultante de alegria.

· Eu: Que bom! Você vai ser a mamãe mais linda do mundo — falei, mas aí olhei pra tia Sole e completei… assim como sua mãe.

· Coni: É, vou ter um sobrinho muito lindo…

· Eu: Já sabe o sexo?

· Tia Sole: Não, é muito cedo, só dá pra detectar que ela tá grávida e ela vai poder fazer os exames de pré-natal.

· Javi: Sim, Claudito, vou ser mãe, você não sabe como eu te agradeço…

· Eu: Não precisa, quando você quiser eu te faço outro favor…

· Coni: Kkkk, claro que você faria o favor, kkkk

· Eu: Ah! Não era disso que eu tava falando, kkkk

Foi um momento de alegria, porque o sonho da Javi tava começando a se realizar, mesmo que pra mim fosse uma sensação estranha, já que eu me sentia envolvido na gravidez, mas meu papel era só ser um tio legal pro bebê. Depois da mini comemoração, que teve bolo e café, fui embora por onde tinha vindo. Só que a Coni me convidou pra celebrar o feliz acontecimento num lugar que ela não quis revelar. Combinamos de sair lá pelas 19:00, então ela ia me pegar onde eu escondia meu carro, pra gente ir num só.

1 comentários - Família do meu melhor amigo Cap. 7B

De las historias más atrapantes que he leído, espero con ansias el siguiente capítulo