Numa festa, Pablo conheceu uma garota chamada Katia. Era normal ele pegar alguma mulher se surgisse a oportunidade, mas, como dizem no México, ele "se apaixonou perdidamente" por essa garota. Começaram a sair com frequência e depois ele a levava para transar no apartamento. Diferente da Adriana, essa garota não se importava com a presença de outros homens no apartamento. Pablo chegava com Katia, eles nos cumprimentavam, entravam no quarto e a gente ouvia toda noite um show excitante de gritos e gemidos. Luis e eu trocávamos sorrisos cúmplices ao ouvi-los, lembrando como Pablo nos comia e brincávamos sobre a coitada da garota.
O namoro recente fez com que ele negligenciasse seus deveres de garanhão conosco, e ele parou de nos comer com a frequência de antes. As fodas se tornaram ocasionais.
Para mim, foi um alívio, me permitindo dedicar mais tempo à minha namorada. Mas no caso do Luis, ele com certeza sentiu falta de um macho, procurou alguém e não demorou a achar. Começou a sair com um estudante de outra escola chamado Carlos. Passava muito tempo com ele, o via feliz e contente, me contava mil coisas sobre ele — que era estupendo, divertido e um amante excelente. Fiquei curioso para conhecê-lo, e ele disse que também tinha falado de mim para o Carlos, que queria me conhecer. Por sua vez, Pablo nunca perguntava nada ao Luis sobre o Carlos, ficava sério, acho que com ciúmes.
A oportunidade surgiu logo. Num fim de semana, Adriana viajou a estudo, e Luis me convidou para passar o fim de semana numa casa de descanso em Cuernavaca, que era dos avós do Carlos. No entanto, por um descuido, Pablo ficou sabendo dos nossos planos e se meteu a nos acompanhar. Não pudemos dizer não, e naquele fim de semana o Carlos passou para nos pegar. Finalmente o conheci e achei ele encantador. Era alto, mas não demais, uns 1,79 m ou 1,80 m, moreno claro, cabelo preto e ondulado, e um sorriso sedutor e safado. Me lembrou o Arturo, tinha aquele... Mesmo sorriso que derrete, uns olhos grandes e expressivos cor de mel, sobrancelhas grossas e lábios carnudos, dava pra ver que ele malhava de algum jeito, o corpo era atlético sem ser musculoso, comparando com o Pablo, ele perdia feio, o Carlos era um puta gostoso, agora entendia porque ele deixava o Luis doido, a gente conversou o caminho inteiro, o Pablo quase não falou, dava pra ver que tava puto, definitivamente sentia ciúmes do Carlos.
Chegamos na casa de descanso quase no anoitecer, era uma casinha bonita e bem aconchegante, com piscina no quintal, o Carlos trouxe tequila, cervejas e uísque pra sala, além de refrigerantes, água mineral e petiscos, botou uma música suave e o Carlos e o Luis foram dançar, eles transbordavam amor, se abraçavam de um jeito meigo e trocavam uns beijos carinhosos,
O Pablo não quis ficar pra trás e me puxou pra dançar, era algo que a gente nunca tinha feito e me senti estranho dançando com ele, nunca tinha dançado com um homem antes.
Uma melodia romântica tocava e o Pablo pegou minha mão e me abraçou pela cintura, me apertando contra o corpo dele, sem dúvida eu tinha que fazer o papel de mulher na dança, tava meio tenso, e o Pablo percebeu.
Ele falou: calma, relaxa, se deixa levar. Tentei relaxar e senti o pau dele duro contra minha barriga, quente e pulsando, um arrepio percorreu meu corpo, no começo meus movimentos eram nervosos e desengonçados, mas aos poucos fui pegando o ritmo, não tava indo mal e a gente conseguiu dar uma competida no Carlos e no Luis, que tinham um ritmo muito quente, dava pra ver que não era a primeira vez que dançavam e o Carlos era um dançarino foda, o Carlos apertava a bunda do Luis e quando o Pablo viu isso, desenhou com o dedo o caminho da minha racha e pressionou bem na entrada do meu buraco, ele era um mestre em me excitar, dei um pulo de tesão ao sentir a carícia ousada, ele acariciou minha bunda e beijou meu pescoço e orelhas, me deixou a mil, o desgraçado, o Carlos já tava no sofá tirando a roupa do Luis, ia ser uma noite bem longa e Ardente.
Pablo me levou para o sofá, ao lado de Luis e Carlos, e sem parar de me beijar de forma ardente, começou a me despir. Logo estávamos os quatro pelados, Luis ajoelhado chupando a pica do Carlos, e Pablo me fez fazer o mesmo. Era óbvio que ele estava imitando tudo o que Carlos fazia, acho que por ciúmes, queria mostrar que era mais macho.
Comparei os dois membros. A pica do Carlos não era nada mal, tinha um tamanho parecido com a do Pablo, não dava pra saber qual era mais comprida, eram similares em grossura. A diferença principal era que Carlos era circuncidado e a pica dele era coroada por uma cabeça gorda, rosada e brilhante, enquanto a cabeça da pica do Pablo se escondia no prepúcio e só a ponta do cogumelo avermelhado aparecia. Outra diferença era que o membro do Pablo era mais venoso, veias mais grossas e inchadas.
Peguei o tronco de carne com a mão e abri a boca pra dar a melhor das minhas chupadas. Enchi minha boquinha e tentei enfiar e tirar a pica dele da minha boca, fundo, até a garganta. Fios de saliva começaram a escorrer pelo tronco até os ovos do Pablo. Definitivamente eu era melhor chupador que o Luis, e vi que o Carlos ficou me olhando excitado ao ver todo o comprimento da vara do Pablo desaparecer dentro da minha boca. Pegando a cabeça do Luis, ele começou a enfiar a pica mais fundo, mas no pobre Luis não cabia tanta pica. Voltei pra ponta da pica dele, enfiando minha língua entre o prepúcio até alcançar o freio com a ponta da língua, esticando suavemente a delicada pele e sugando de leve a cabeça. Sabia que isso o deixava louco. O corpo todo dele se tensionou e ele gemeu. Não aguentava mais e tirou a pica da minha boca pra não gozar. Esfregou a ponta da pica babada no meu rosto, lambuzando de porra, e me deu tapas nas bochechas. Luis já estava de joelhos, de quatro, se apoiando no encosto do sofá, com a bunda empinada, e Pablo me fez ficar na mesma posição. Olhei pra Luis e eu aproximei minha boca da dele para nos fundirmos num beijo gostoso, enquanto nos preparavam para receber as picas dos nossos respectivos amantes. Carlos terminou de besuntar o cu de Luis com lubrificante e, num ato de cavalheirismo, passou o lubrificante para Pablo. Um jato de lubrificante caiu entre minhas nádegas, seguido pelos dedos dele. Ele meteu dois de uma vez e eu dei um pulo, apertando as nádegas, mas logo relaxei a bunda pequena. Os dedos dele entraram bem fundo e ele os girava, esfregando minhas paredes internas. Comecei a gemer, rebolando o cu. Ouvi o grito de prazer do Luis — eles penetraram ele primeiro. Ele fechou os olhos e fez uma careta de tesão. Aí senti o pau besuntado do Pablo percorrer minha rachinha, enganchava no meu buraco e passava reto. Ele repetiu a manobra pra me esquentar, e eu parei mais, arqueando as costas pra ele me enfiar. Ele me pegou pela cintura e, com uma estocada de quadril, me enfiou de uma vez, até o fundo. Um grito de dor-prazer escapou da minha boca, mais forte que o do Luis.
Nossos machos começaram a nos comer ao mesmo tempo. Eu via a cara transtornada de prazer do Luis, e ele via as caretas que eu fazia cada vez que Pablo me penetrava.
Pablo, num ato que acho que foi por ciúmes, fala pra Carlos num tom presunçoso:
— Verdade que ela tem uma bunda muito gostosa, não sabia que ela gostava de pica, mas eu desvirginei ela e transformei na minha putinha.
Pablo não perdeu a compostura e respondeu:
— Sim, Luis me contou tudo. Você foi um selvagem e estuprou ele contra a vontade dele. Eu também teria transformado ele na minha mulher, mas teria seduzido ele pra ele se entregar pra mim. Gosto que sejam elas que se entreguem pro seu macho.
Tenho certeza de que a resposta não agradou o Pablo, porque ele começou a me empurrar com mais força, com fúria, enquanto acrescentava:
— Sou muito macho e gosto de dominar minhas fêmeas, que sejam minhas putinhas, e que curtam que o macho delas arrebente elas com força, fazê-las sentir de forma intensa.
— Entendo. mas tem males e males, também sou muito safado, mas adoro fazer minhas fêmeas gozarem, fazer o amor de um jeito lento, suave, deixar elas louquinhas de prazer e, quando elas se entregarem, aí sim fazer de tudo. te garanto que é muito mais gostoso quando elas pedem pra você tratar elas como putas e arrebentar elas com o consentimento delas.
Sorri ao ouvir Carlos, ele estava dando uma lição no Pablo, lembrei que o Pablo era assim no começo, antes de se tornar o safado lascivo e pervertido que era agora, aquela ternura era o que tinha me conquistado e me feito me entregar por completo, sentia falta daquele jeito tão carinhoso que ele fazia amor comigo, tão doce e afetuoso que me fazia perder a cabeça, eu derretia nos braços dele, me sentia uma mulher de verdade.
Pablo não respondeu, aceitou a derrota e só começou a me meter com mais força, cravando a vara dele até o saco, o pau dele atacava uma e outra vez contra meu cu, me fazendo arder, eu tava com o cu em brasa.
De repente Carlos propõe pro Pablo:
E se a gente trocar, dá pra ver que a Ariel é uma femeazinha estupenda, queria provar ela.
A voz dele foi música pros meus ouvidos, desde que chegamos eu tava doida pra provar aquele macho lindo e ver se eram verdade todas as maravilhas que o Luis falava. Pablo não reclamou e saiu de dentro de mim.
Me preparei pra receber meu novo amante, assim que senti o roçar da mão dele nas minhas costas pra me colocar na posição desejada, me arrepiei, as mãos dele eram grandes, mas macias, minha pele se eriçou com o contato, a mão dele percorreu minhas coxas e me fez abrir mais as pernas, depois se deliciou com minhas nádegas, massageando e apertando elas em círculo e afastando com as mãos, deixando meu buraquinho enrugado e vermelho exposto, enquanto dizia:
Que bundão gostoso você tem, gata, adoro, são tão macias, e seu cuzinho parece tão gostoso quanto o do Luis.
Eu ouvia os gritos e gemidos do Luis do meu lado, dava pra ver que o Pablo tava metendo com tudo, sei lá, talvez de alguma forma Querendo castigar o Luis ou mostrar pra ele que era mais macho, mas isso não afetou o Carlos. Senti o pau dele ardente deslizando pela minha bucetinha de cima a baixo, devagar e suave. Do pau dele escorria tanto pré-gozo que deixou um rastro viscoso na minha rachinha. Ele repetiu a manobra umas duas vezes e apertou minhas costas de novo pra me deixar bem empinadinha, enquanto anunciava:
"Aí, vou entrar, gostosa. Relaxa pra me receber."
Apontou a ponta do pau dele pro meu buraquinho e começou a pressionar. Meu esfíncter não resistiu, se abriu dando passagem pro visitante, dando uma boas-vindas quente e apertada. Se contraía e relaxava sem querer, ele não parava de acariciar minhas costas e minha bunda. Aos poucos foi enfiando tudo, me fazendo sentir como ele ia me abrindo, devagar, suave, sem dor, puro prazer. Não acreditava que um pau daquele tamanho tinha entrado sem o menor incômodo, só um leve formigamento.
"Tá sentindo como entra, amor? Que bunda gostosa, tão macia e quentinha, tão apertadinha. Você tá chupando ele devagarzinho."
Ele continuava metendo bem devagar, suave, mas sem parar, me fazendo desejar desesperadamente que enfiasse tudo, até o fundo. Minhas pregas se esticavam, cedendo pro invasor gentil. Enquanto enfiava, mexia em círculos, acariciando por dentro com a virilidade dele. O pau dele pulsava, vibrava. Logo senti os pelos encaracolados dele roçando minha bunda e soube que tinha enfiado tudo, até o fundo.
"Pronto, já entrou tudo. Tá sentindo? Tá sentindo minhas bolas coladas na sua bunda? Adoro sua bunda, é a melhor que já comi" — ele sussurrou no meu ouvido pra que o Luis não ouvisse.
"Agora você vai começar a sentir prazer de verdade, e vai saber o que um macho de verdade pode fazer uma mulher gozar" — ele sussurrou.
Aí percebi que o Carlos também tava competindo com o Pablo, mas com uma estratégia bem diferente. Ele queria me deixar louquinha de prazer e tava conseguindo.
Começaram as estocadas, lentas e profundas. Ele mexia a cintura em círculos... circulando, procurando roçar minhas paredes internas com a vara dele, me mantinha bem apertado contra ele, o peito dele nas minhas costas, sussurrava no meu ouvido e beliscava meus mamilos.
Ondas de prazer percorriam meu corpo e eu comecei a gemer, meus gemidos eram agudos, do meu lado ouvi o berro do Luis e os grunhidos do Pablo, ele tava gozando dentro do cu do Luis.
Ufff, que bumbum, você nasceu pra dar prazer a um macho com esse bumbão tão gostoso, não sabe como eu tô curtindo – sussurrou no meu ouvido, que apertadinho, uffff.
Aos poucos as estocadas aumentaram de velocidade, ele me pegou pela barriga e me fez levantar, procurou minha boca enquanto continuava me empalando, nos fundimos num beijo de língua ardente e suculento.
Eu desmaiava de prazer, tava ficando louco, e foi o que eu disse pra ele.
Ai Carlos, você me deixa louco, que macho, aghhhh, me come, me come que eu gosto, tô no céu, amor.
Sim, mamãe, adoro como seu buraquinho aperta, é tão guloso, sinto que quer me ordenhar, que prazer, adoro como morde minha vara.
Minhas pernas começaram a tremer, ondas de prazer percorreram meu corpo e da minha vara começaram a sair jatos de esperma que caíram no tecido do sofá, não consegui evitar, fiquei com vergonha.
Ai Carlos, tô gozando no sofá – falei pra ele.
Não se preocupa com nada, meu amor, curte, goza sem pensar em nada, e do sofá não esquenta, tem um repelente antimanchas, vamos, se entrega ao prazer.
Foi o que eu fiz, me entreguei, comecei a tremer, fechei os olhos e continuei explodindo como um vulcão, minha vara alargou e continuou lançando jatos de porra no sofá, não lembro de ter gozado tão intensamente antes.
Ele acelerou as estocadas, a vara dele batia com força nas minhas nádegas, mesmo depois da gozada meu prazer não diminuía, eu me contorcia nos braços dele, já não aguentava, morria de prazer, faltava ar, ele continuou alguns minutos me empalando e eu tava prestes a gozar de novo, quando ele anunciou a gozada dele:
Aguenta, já já, já vai sair minha porra, vou te engravidar, aghhhh, toma, toma. enterrando fundo, explodiu dentro do meu cu, jorros e jorros de porra quente enchendo minhas entranhas, sentia a porra escorrendo da cabeça do pau dele e foi demais, comecei a gozar de novo com força, minha segunda gozada da noite e sem nem tocar no meu pau, espasmos percorriam meu corpo e apertavam o pau do Carlos, espremendo, ordenhando ele.
Aos poucos senti o pau do Carlos perder a rigidez e vibrar com menos intensidade até sair do meu cu e ele cair exausto no sofá, virei meu corpo e caí sobre o dele, nossos corpos suados e a respiração muito ofegante, eu dava bocadas de ar pra tentar recuperar o fôlego e vimos que no outro sofá Luis e Pablo estavam nos observando, de tanto prazer tinha esquecido deles.
Pablo nos olhava com uma cara séria e Luis com um sorriso divertido.
O fim de semana estava só começando...
O namoro recente fez com que ele negligenciasse seus deveres de garanhão conosco, e ele parou de nos comer com a frequência de antes. As fodas se tornaram ocasionais.
Para mim, foi um alívio, me permitindo dedicar mais tempo à minha namorada. Mas no caso do Luis, ele com certeza sentiu falta de um macho, procurou alguém e não demorou a achar. Começou a sair com um estudante de outra escola chamado Carlos. Passava muito tempo com ele, o via feliz e contente, me contava mil coisas sobre ele — que era estupendo, divertido e um amante excelente. Fiquei curioso para conhecê-lo, e ele disse que também tinha falado de mim para o Carlos, que queria me conhecer. Por sua vez, Pablo nunca perguntava nada ao Luis sobre o Carlos, ficava sério, acho que com ciúmes.
A oportunidade surgiu logo. Num fim de semana, Adriana viajou a estudo, e Luis me convidou para passar o fim de semana numa casa de descanso em Cuernavaca, que era dos avós do Carlos. No entanto, por um descuido, Pablo ficou sabendo dos nossos planos e se meteu a nos acompanhar. Não pudemos dizer não, e naquele fim de semana o Carlos passou para nos pegar. Finalmente o conheci e achei ele encantador. Era alto, mas não demais, uns 1,79 m ou 1,80 m, moreno claro, cabelo preto e ondulado, e um sorriso sedutor e safado. Me lembrou o Arturo, tinha aquele... Mesmo sorriso que derrete, uns olhos grandes e expressivos cor de mel, sobrancelhas grossas e lábios carnudos, dava pra ver que ele malhava de algum jeito, o corpo era atlético sem ser musculoso, comparando com o Pablo, ele perdia feio, o Carlos era um puta gostoso, agora entendia porque ele deixava o Luis doido, a gente conversou o caminho inteiro, o Pablo quase não falou, dava pra ver que tava puto, definitivamente sentia ciúmes do Carlos.
Chegamos na casa de descanso quase no anoitecer, era uma casinha bonita e bem aconchegante, com piscina no quintal, o Carlos trouxe tequila, cervejas e uísque pra sala, além de refrigerantes, água mineral e petiscos, botou uma música suave e o Carlos e o Luis foram dançar, eles transbordavam amor, se abraçavam de um jeito meigo e trocavam uns beijos carinhosos,
O Pablo não quis ficar pra trás e me puxou pra dançar, era algo que a gente nunca tinha feito e me senti estranho dançando com ele, nunca tinha dançado com um homem antes.
Uma melodia romântica tocava e o Pablo pegou minha mão e me abraçou pela cintura, me apertando contra o corpo dele, sem dúvida eu tinha que fazer o papel de mulher na dança, tava meio tenso, e o Pablo percebeu.
Ele falou: calma, relaxa, se deixa levar. Tentei relaxar e senti o pau dele duro contra minha barriga, quente e pulsando, um arrepio percorreu meu corpo, no começo meus movimentos eram nervosos e desengonçados, mas aos poucos fui pegando o ritmo, não tava indo mal e a gente conseguiu dar uma competida no Carlos e no Luis, que tinham um ritmo muito quente, dava pra ver que não era a primeira vez que dançavam e o Carlos era um dançarino foda, o Carlos apertava a bunda do Luis e quando o Pablo viu isso, desenhou com o dedo o caminho da minha racha e pressionou bem na entrada do meu buraco, ele era um mestre em me excitar, dei um pulo de tesão ao sentir a carícia ousada, ele acariciou minha bunda e beijou meu pescoço e orelhas, me deixou a mil, o desgraçado, o Carlos já tava no sofá tirando a roupa do Luis, ia ser uma noite bem longa e Ardente.
Pablo me levou para o sofá, ao lado de Luis e Carlos, e sem parar de me beijar de forma ardente, começou a me despir. Logo estávamos os quatro pelados, Luis ajoelhado chupando a pica do Carlos, e Pablo me fez fazer o mesmo. Era óbvio que ele estava imitando tudo o que Carlos fazia, acho que por ciúmes, queria mostrar que era mais macho.
Comparei os dois membros. A pica do Carlos não era nada mal, tinha um tamanho parecido com a do Pablo, não dava pra saber qual era mais comprida, eram similares em grossura. A diferença principal era que Carlos era circuncidado e a pica dele era coroada por uma cabeça gorda, rosada e brilhante, enquanto a cabeça da pica do Pablo se escondia no prepúcio e só a ponta do cogumelo avermelhado aparecia. Outra diferença era que o membro do Pablo era mais venoso, veias mais grossas e inchadas.
Peguei o tronco de carne com a mão e abri a boca pra dar a melhor das minhas chupadas. Enchi minha boquinha e tentei enfiar e tirar a pica dele da minha boca, fundo, até a garganta. Fios de saliva começaram a escorrer pelo tronco até os ovos do Pablo. Definitivamente eu era melhor chupador que o Luis, e vi que o Carlos ficou me olhando excitado ao ver todo o comprimento da vara do Pablo desaparecer dentro da minha boca. Pegando a cabeça do Luis, ele começou a enfiar a pica mais fundo, mas no pobre Luis não cabia tanta pica. Voltei pra ponta da pica dele, enfiando minha língua entre o prepúcio até alcançar o freio com a ponta da língua, esticando suavemente a delicada pele e sugando de leve a cabeça. Sabia que isso o deixava louco. O corpo todo dele se tensionou e ele gemeu. Não aguentava mais e tirou a pica da minha boca pra não gozar. Esfregou a ponta da pica babada no meu rosto, lambuzando de porra, e me deu tapas nas bochechas. Luis já estava de joelhos, de quatro, se apoiando no encosto do sofá, com a bunda empinada, e Pablo me fez ficar na mesma posição. Olhei pra Luis e eu aproximei minha boca da dele para nos fundirmos num beijo gostoso, enquanto nos preparavam para receber as picas dos nossos respectivos amantes. Carlos terminou de besuntar o cu de Luis com lubrificante e, num ato de cavalheirismo, passou o lubrificante para Pablo. Um jato de lubrificante caiu entre minhas nádegas, seguido pelos dedos dele. Ele meteu dois de uma vez e eu dei um pulo, apertando as nádegas, mas logo relaxei a bunda pequena. Os dedos dele entraram bem fundo e ele os girava, esfregando minhas paredes internas. Comecei a gemer, rebolando o cu. Ouvi o grito de prazer do Luis — eles penetraram ele primeiro. Ele fechou os olhos e fez uma careta de tesão. Aí senti o pau besuntado do Pablo percorrer minha rachinha, enganchava no meu buraco e passava reto. Ele repetiu a manobra pra me esquentar, e eu parei mais, arqueando as costas pra ele me enfiar. Ele me pegou pela cintura e, com uma estocada de quadril, me enfiou de uma vez, até o fundo. Um grito de dor-prazer escapou da minha boca, mais forte que o do Luis.
Nossos machos começaram a nos comer ao mesmo tempo. Eu via a cara transtornada de prazer do Luis, e ele via as caretas que eu fazia cada vez que Pablo me penetrava.
Pablo, num ato que acho que foi por ciúmes, fala pra Carlos num tom presunçoso:
— Verdade que ela tem uma bunda muito gostosa, não sabia que ela gostava de pica, mas eu desvirginei ela e transformei na minha putinha.
Pablo não perdeu a compostura e respondeu:
— Sim, Luis me contou tudo. Você foi um selvagem e estuprou ele contra a vontade dele. Eu também teria transformado ele na minha mulher, mas teria seduzido ele pra ele se entregar pra mim. Gosto que sejam elas que se entreguem pro seu macho.
Tenho certeza de que a resposta não agradou o Pablo, porque ele começou a me empurrar com mais força, com fúria, enquanto acrescentava:
— Sou muito macho e gosto de dominar minhas fêmeas, que sejam minhas putinhas, e que curtam que o macho delas arrebente elas com força, fazê-las sentir de forma intensa.
— Entendo. mas tem males e males, também sou muito safado, mas adoro fazer minhas fêmeas gozarem, fazer o amor de um jeito lento, suave, deixar elas louquinhas de prazer e, quando elas se entregarem, aí sim fazer de tudo. te garanto que é muito mais gostoso quando elas pedem pra você tratar elas como putas e arrebentar elas com o consentimento delas.
Sorri ao ouvir Carlos, ele estava dando uma lição no Pablo, lembrei que o Pablo era assim no começo, antes de se tornar o safado lascivo e pervertido que era agora, aquela ternura era o que tinha me conquistado e me feito me entregar por completo, sentia falta daquele jeito tão carinhoso que ele fazia amor comigo, tão doce e afetuoso que me fazia perder a cabeça, eu derretia nos braços dele, me sentia uma mulher de verdade.
Pablo não respondeu, aceitou a derrota e só começou a me meter com mais força, cravando a vara dele até o saco, o pau dele atacava uma e outra vez contra meu cu, me fazendo arder, eu tava com o cu em brasa.
De repente Carlos propõe pro Pablo:
E se a gente trocar, dá pra ver que a Ariel é uma femeazinha estupenda, queria provar ela.
A voz dele foi música pros meus ouvidos, desde que chegamos eu tava doida pra provar aquele macho lindo e ver se eram verdade todas as maravilhas que o Luis falava. Pablo não reclamou e saiu de dentro de mim.
Me preparei pra receber meu novo amante, assim que senti o roçar da mão dele nas minhas costas pra me colocar na posição desejada, me arrepiei, as mãos dele eram grandes, mas macias, minha pele se eriçou com o contato, a mão dele percorreu minhas coxas e me fez abrir mais as pernas, depois se deliciou com minhas nádegas, massageando e apertando elas em círculo e afastando com as mãos, deixando meu buraquinho enrugado e vermelho exposto, enquanto dizia:
Que bundão gostoso você tem, gata, adoro, são tão macias, e seu cuzinho parece tão gostoso quanto o do Luis.
Eu ouvia os gritos e gemidos do Luis do meu lado, dava pra ver que o Pablo tava metendo com tudo, sei lá, talvez de alguma forma Querendo castigar o Luis ou mostrar pra ele que era mais macho, mas isso não afetou o Carlos. Senti o pau dele ardente deslizando pela minha bucetinha de cima a baixo, devagar e suave. Do pau dele escorria tanto pré-gozo que deixou um rastro viscoso na minha rachinha. Ele repetiu a manobra umas duas vezes e apertou minhas costas de novo pra me deixar bem empinadinha, enquanto anunciava:
"Aí, vou entrar, gostosa. Relaxa pra me receber."
Apontou a ponta do pau dele pro meu buraquinho e começou a pressionar. Meu esfíncter não resistiu, se abriu dando passagem pro visitante, dando uma boas-vindas quente e apertada. Se contraía e relaxava sem querer, ele não parava de acariciar minhas costas e minha bunda. Aos poucos foi enfiando tudo, me fazendo sentir como ele ia me abrindo, devagar, suave, sem dor, puro prazer. Não acreditava que um pau daquele tamanho tinha entrado sem o menor incômodo, só um leve formigamento.
"Tá sentindo como entra, amor? Que bunda gostosa, tão macia e quentinha, tão apertadinha. Você tá chupando ele devagarzinho."
Ele continuava metendo bem devagar, suave, mas sem parar, me fazendo desejar desesperadamente que enfiasse tudo, até o fundo. Minhas pregas se esticavam, cedendo pro invasor gentil. Enquanto enfiava, mexia em círculos, acariciando por dentro com a virilidade dele. O pau dele pulsava, vibrava. Logo senti os pelos encaracolados dele roçando minha bunda e soube que tinha enfiado tudo, até o fundo.
"Pronto, já entrou tudo. Tá sentindo? Tá sentindo minhas bolas coladas na sua bunda? Adoro sua bunda, é a melhor que já comi" — ele sussurrou no meu ouvido pra que o Luis não ouvisse.
"Agora você vai começar a sentir prazer de verdade, e vai saber o que um macho de verdade pode fazer uma mulher gozar" — ele sussurrou.
Aí percebi que o Carlos também tava competindo com o Pablo, mas com uma estratégia bem diferente. Ele queria me deixar louquinha de prazer e tava conseguindo.
Começaram as estocadas, lentas e profundas. Ele mexia a cintura em círculos... circulando, procurando roçar minhas paredes internas com a vara dele, me mantinha bem apertado contra ele, o peito dele nas minhas costas, sussurrava no meu ouvido e beliscava meus mamilos.
Ondas de prazer percorriam meu corpo e eu comecei a gemer, meus gemidos eram agudos, do meu lado ouvi o berro do Luis e os grunhidos do Pablo, ele tava gozando dentro do cu do Luis.
Ufff, que bumbum, você nasceu pra dar prazer a um macho com esse bumbão tão gostoso, não sabe como eu tô curtindo – sussurrou no meu ouvido, que apertadinho, uffff.
Aos poucos as estocadas aumentaram de velocidade, ele me pegou pela barriga e me fez levantar, procurou minha boca enquanto continuava me empalando, nos fundimos num beijo de língua ardente e suculento.
Eu desmaiava de prazer, tava ficando louco, e foi o que eu disse pra ele.
Ai Carlos, você me deixa louco, que macho, aghhhh, me come, me come que eu gosto, tô no céu, amor.
Sim, mamãe, adoro como seu buraquinho aperta, é tão guloso, sinto que quer me ordenhar, que prazer, adoro como morde minha vara.
Minhas pernas começaram a tremer, ondas de prazer percorreram meu corpo e da minha vara começaram a sair jatos de esperma que caíram no tecido do sofá, não consegui evitar, fiquei com vergonha.
Ai Carlos, tô gozando no sofá – falei pra ele.
Não se preocupa com nada, meu amor, curte, goza sem pensar em nada, e do sofá não esquenta, tem um repelente antimanchas, vamos, se entrega ao prazer.
Foi o que eu fiz, me entreguei, comecei a tremer, fechei os olhos e continuei explodindo como um vulcão, minha vara alargou e continuou lançando jatos de porra no sofá, não lembro de ter gozado tão intensamente antes.
Ele acelerou as estocadas, a vara dele batia com força nas minhas nádegas, mesmo depois da gozada meu prazer não diminuía, eu me contorcia nos braços dele, já não aguentava, morria de prazer, faltava ar, ele continuou alguns minutos me empalando e eu tava prestes a gozar de novo, quando ele anunciou a gozada dele:
Aguenta, já já, já vai sair minha porra, vou te engravidar, aghhhh, toma, toma. enterrando fundo, explodiu dentro do meu cu, jorros e jorros de porra quente enchendo minhas entranhas, sentia a porra escorrendo da cabeça do pau dele e foi demais, comecei a gozar de novo com força, minha segunda gozada da noite e sem nem tocar no meu pau, espasmos percorriam meu corpo e apertavam o pau do Carlos, espremendo, ordenhando ele.
Aos poucos senti o pau do Carlos perder a rigidez e vibrar com menos intensidade até sair do meu cu e ele cair exausto no sofá, virei meu corpo e caí sobre o dele, nossos corpos suados e a respiração muito ofegante, eu dava bocadas de ar pra tentar recuperar o fôlego e vimos que no outro sofá Luis e Pablo estavam nos observando, de tanto prazer tinha esquecido deles.
Pablo nos olhava com uma cara séria e Luis com um sorriso divertido.
O fim de semana estava só começando...
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