Meu cunhado, meu irmão e eu -3

Bem, naquele mesmo dia ficamos curtindo a paisagem ao redor, continuamos conversando sobre nós e nossos gostos, conhecendo nossos lados mais safados e, claro, comentando o que tínhamos feito.

A- Tenho que admitir que, pra ser a primeira buceta que eu comi, foi incrível, não sei se todas são iguais, mas que jeito de chupar uma pica, puf. – Disse meu cunhado, quase virando os olhos lembrando do momento.

F- Pois é, te digo que a buceta do meu irmãozinho não é normal, tô falando da experiência, já provei umas quantas, e aquele jeito de chupar um pau apertando e dando prazer, nunca tinha sentido antes. – Enquanto se aproximava de mim e apertava uma das minhas nádegas.

Y- Nossa, vocês tão me colocando nas nuvens! Eu tenho que dizer que nunca tinha estado entre dois marmanjos assim e, claro, com uns paus desse tamanho.

A- É verdade que somos bem dotados, que sorte a nossa de nos juntarmos os três.

Y- Isso sim! Vai ser nosso segredo, se vocês quiserem continuar com isso, vamos ter que levar com muitíssima discrição.

F- Claro, sim! Pra mim não tem problema, adoraria poder continuar te comendo, anão!

A- E eu também! Vou tentar levar isso da melhor forma com a Cláudia, mas isso a gente tem que repetir!

Continuamos o dia lá até meio-dia, ficamos os três nus, comemos os sanduíches que tínhamos preparado e, quando terminamos, começamos a volta pro carro, dessa vez vestidos. Quando chegamos no carro, demos um beijinho de despedida até a próxima vez que nos encontrássemos. Subimos no carro e seguimos rumo à cidade. O caminho pra cidade foi bem chato, os três sabíamos que o que tínhamos acabado de fazer não era certo, éramos família e ainda por cima um tinha namorada que era da família. O êxtase dos momentos anteriores tinha evaporado e agora era uma mistura de resignação e medo.

Não sabia o que fazer pra animar o clima, estávamos entrando na cidade bem ao lado de uma área conhecida por ser point dos Gente dando uma foda ali.
Y- Ei, galera, que tal a gente se despedir como Deus manda antes de cada um voltar pros seus? -Falei com a intenção de tirar eles dos problemas.
A- O que você quer dizer, Jaime? -Perguntou estranhando, mas com uma certa curiosidade.
Y- Bem ali é uma área famosa porque o pessoal para pra foder e tal, é bem isolado e não vai dar problema, a gente pode parar e aliviar um pouco.. -Falei com uma certa malícia.
F- E você como sabe disso?
Y- Haha, tive um amigo que me trazia aqui, nada sério.
A- Por mim, beleza, já gozei duas vezes hoje, mas não tem duas sem três, ou como dizem.
F- Valeu, então vamos!

Nós desviamos na estrada, os dois já estavam se esfregando no pacote, eram uns tarados e isso me encantava. Saímos da estrada e entramos num caminho de terra que se perdia num descampado enorme, no fundo dava pra ver o que era uma fábrica meio destruída e abandonada. Dava pra ver uma certa movimentação, carros escondidos atrás das árvores, gente sumindo pelos trilhos, todo mundo sabia o que vinha fazer ali. Indiquei pra eles continuarem mais pro fundo perto da fábrica, quase não tinha carro por lá, só uma van de entrega aparentemente vazia. Estacionamos do lado de um muro meio caído.

F- Beleza, e como a gente vai fazer? Nós três dentro do carro acho que não cabe...
Y- É... nunca vim com tanta gente. -Ri.
A- E por que a gente não entra na fábrica? Não vai ter ninguém e deve ter algum canto escondido pra gente poder foder.
F- Beleza, vale, tomara que ninguém nos pegue.

Deixamos algumas coisas no carro e levamos o essencial e de valor, caso alguém resolvesse roubar. Entramos na fábrica, aquilo estava meio caído, era uma espécie de depósito de construção ou coisas elétricas. Não sei se os outros sentiram, mas eu tava achando aquilo um tesão incrível. Era como nos filmes pornô onde um mendigo aparece e come o garoto perdido. Meu pau começou a balançar de um lado pro outro, é que eu tinha vestido um shortinho sem nada por baixo. embaixo, só por comodidade mesmo, sem pensar nisso. Chegamos numa espécie de galpão aberto que tava mais conservado que o resto, cheio de caixas e pallets empilhados, o que criava vários cantinhos pra gente se esconder.

A – Aqui tá bom, né? E se não, olha como eu já tô, não aguento mais! – Falou ele, segurando a grossura toda do pau dele por cima da calça, o filho da puta já tava todo duro.

Vi a hora de me ajoelhar na frente do meu cunhado e do meu irmão, afastei um pouco a sujeira que tinha ali, vi que tinha camisinha usada por perto, que tesão me dava! Fer e Alex, de pé, se esfregando os paus por cima da calça, me olhando com um sorriso safado e esperando eu tomar a iniciativa.

F – Vai, anão! Não vem com vergonha agora. – Falou enquanto me pegava pela nuca e me esfregava contra a virilha dele.

Levantei as mãos e comecei a passar a mão nos paus duros deles por cima do tecido, meu irmão e meu cunhado estavam tão juntos que meu irmão colocou o braço por cima do ombro do Alex. Eu mordia os lábios só de pensar que ia ter aqueles dois pausões de novo pra mim. O Alex me ajudou e desabotoou a calça dele, abaixou o zíper e apareceu aquela rola avantajada. Meu irmão foi mais fácil, puxei o elástico da bermuda dele junto com a cueca e o pau dele saltou feito mola na barriga. Fiquei de boca aberta de novo, ele deixou a calça caída nas coxas mostrando o cacete duro. Do outro lado, o Alex se massageava o pau, sujando a cueca de porra, e eu não resisti e lambi por cima.

A – Que puta tarado você é, cunhado! – Enquanto falava isso, ele abaixava a cueca e a calça até o tornozelo, deixando os dois pausões à mostra.

Não consegui evitar e enfiei a cara nos ovos do meu cunhado, queria chupar eles, lamber, mordiscar, foi o que fiz enquanto com a outra mão passava a mão no pau do meu irmão. Os dois deixavam eu fazer o que quisesse, nem precisaram me segurar pela cabeça pra me guiar, me deixaram aproveitar as picas deles de boa. Depois que lustrei as bolas do Alex, fui direto pro pau do Fer, enfiei ele inteiro na boca, encaixei na garganta, tanto que dava pra lamber os ovos dele com o pau enfiado na minha traqueia. Depois de um tempo, tirei ele babando enquanto olhava de canto pro meu irmão e via ele mordendo os lábios segurando o gemido. E ia pra outra pica e fazia a mesma coisa sob o olhar dos dois, sem parar de ofegar.

F- Se você fizer isso de novo, vou gozar na sua garganta, anão! -Falou entre ofegos.

Mudei a técnica, dessa vez com os dois pausões juntos, um em cada mão, movia minha cabeça de um pro outro dando chupões rápidos nas cabecinhas deles enquanto batia uma pra eles.

A- Você é um puta profissional, Jaime, não acredito, um dia você vai contar por que faz tão bem.
Y- Prática... só isso. -Falei sem soltar as picas deles e piscando.

Tava tão tesudo e via eles tão tesudos que não hesitei em juntar as picas deles e bater uma pros dois ao mesmo tempo. Achei que o Alex não ia gostar, mas o filho da puta tava doidão, me olhava e olhava pro Fer que sorria curtindo o que eu tava fazendo. Alex agarrou o Fer pela cintura e com o outro braço foi puxar a cara dele pra perto, se beijando de língua. Eu não acreditava e aumentei a punheta mútua enquanto eles se pegavam, veio uma loucura na minha cabeça. Enfiar esses dois pedaços de pica na minha boca ao mesmo tempo.

Abri minha boca o máximo que pude, enfiei uma e depois a outra, só as cabecinhas entraram, que lambi com gosto enquanto minhas bochechas esticavam e os dois me olhavam espantados. Tão porcos que a gente tava que o Fer instintivamente desceu a mão que tava no ombro do Fer até as bochechas dele, acariciando, como via que o outro não reclamava, procurou o buraquinho dele com um dedo, massageou.

A- Que porra você tá fazendo, mano! -Gritou, dando um pulo que fez a pica dele entrar mais na minha boca, me fazendo duela.
F- Perdão, achei que você queria, tô tão tarado e vi essa sua rabuda, me deixei levar. - Meu irmão se desculpava.
A- Isso não é pra mim, Fer, isso é pro seu irmão. - Eu segurava a boca com uma careta de dor.
F- Você devia experimentar de tudo, é sua chance, só um dedo, vai ver como você gosta enquanto meu irmão te chupa a pica. - Tentando convencê-lo.
A- Puuff, não sei se tô preparado pra isso... - Enquanto eu falava, meu irmão tinha colocado as mãos de novo nas bundinhas dele, meio peludinhas, aproveitei que ele tava distraído olhando pro meu irmão e enfiei a pica dele de novo de uma vez.
A- Porraaaa, vocês me deixam taradíssimooo - Ofegante com a pica dele entrando e saindo da minha boca.

Fer, vendo o estado em que o cunhado dele tava, continuou o jogo, foi atrás dos lábios dele, agarrou ele pela nuca, beijando, enquanto com a outra mão eu tentava de novo brincar no cu dele. Eles se beijavam apaixonadamente, Fer baixou a mão em busca da mão do Alex, pegou nela e guiou até a própria pica, fazendo movimentos de punheta. Alex entendeu na hora, agarrou bem a pica dele e começou a bater uma com um certo frenesi, eu olhava de canto, ainda com a pica do meu cunhado na boca. Meu irmão gemia com os movimentos de pulso que ele fazia, tirou o dedo do cu dele e levou até a boca, chupou eles e colocou de novo no cu dele, dessa vez fazendo um pouco de pressão pra entrar no ânus dele.

A- Aarrrggg porraaaa uuuffffff. - Ele se lamentava enquanto Fer continuava mexendo o dedo já dentro dele.

Consegui sentir a pica dele dar um pulo dentro da minha boca, endureceu ainda mais.

Y- Vai, irmãozinho! Que ele gosta de ter o cu remexido! - Meu irmão, ao me ouvir, enfiou outro dedo e continuou fodendo ele enquanto Alex gemia e se lamentava.

Mas algo nos tirou daquela cena perversa, o rangido de umas tábuas e algo caindo nos assustou, quase no segundo seguinte meu irmão tinha subido as calças, deixando a pica saindo pelo elástico, e Alex tentava se ajeitar. subir sem sucesso as calças, que ficaram presas nos joelhos.

F – Quem tá aí?!! – Gritou meu irmão.

Nós três olhávamos para um lado, segurando a respiração, eu já tinha me levantado. Fer, se fazendo de valente, pegou uma barra de ferro e foi na direção de onde vinham os barulhos. Algo saiu da sombra...

Estranho – Desculpa... foi mal... já tava indo... sinto ter interrompido vocês.

Do nada apareceu um cara, quase correndo e com cara de assustado ao ver meu irmão indo na direção dele. Era um homem jovem, vestia uniforme de trabalho, pelo logo que vi na camisa dele, acertei que era o motorista do furgão de entrega que tava do lado de fora da fábrica.

Estranho – Já tava indo... peço desculpas de novo. – O moleque parecia apressado, mas não tirava os olhos de nenhum de nós.

Consegui ver ele bem, era um cara baixinho, mais baixo que a gente, parecia magro e definido, tava enfiado nuns shorts de uniforme, daqueles com bolsos nas laterais, camisa e completado por umas botas onde as meias apareciam por cima. Mas o que mais chamou minha atenção foi o volume que ele marcava.

Y – O que você viu, amigão? – Falei, parando ele enquanto meu irmão e o Alex me olhavam estranho.

Ex – Eu?? Nada... já tava indo – Repetiu de novo, tentando se mandar.

Y – E isso? Curtiu o que viu, né? – Falei enquanto pegava no pacote dele.

O moleque parou de repente, tava bem na minha frente, era normalzinho, meio bonitinho, devia ter uns trinta anos, cavanhaque, olhos verdes. Fer e Alex já sacaram o que eu queria e ficaram olhando sem falar nada.

Ex – Vi pouco... – Disse o moleque sem tirar minha mão da virilha dele.

Y – Qual teu nome? O que cê faz aqui sozinho?

M – Me chamo Mario, costumo vir aqui quando termino o trabalho cedo, bato uma bronha e vou pra casa.

Y – Acho que você gosta de ver o pessoal se pegando aqui, mas dessa vez te pegaram. – Já tinha começado a mexer a mão, passando a mão no pau duro dele.

M – Tá bom, vocês me pegaram. Peguei, desculpa, se tô atrapalhando, vou embora. —Mas ele não se afastava de mim e a expressão dele ia mudando.
F—Que tal deixar ele continuar olhando mais um pouco? —Falou enquanto se aproximava de mim, me agarrando pela bunda.

O entregador ficou imóvel, substituiu minha mão pela dele, se esfregando, enquanto eu me ajoelhava de novo sem tirar os olhos dele, ao mesmo tempo que Alex e Fer tiravam as picas pra fora e colocavam na minha cara. Eu voltava a chupá-las, Mario desabotoou a calça e se acariciava o pau por cima da cueca. Olhei pros caras pedindo aprovação pra ir atrás do tarado, os dois sorriram pra mim.

A—Faz do teu jeito, faz o boquete da vida dele. —Falou enquanto tirava o pau da minha boca.

Me levantei e fui até onde o moleque estava, ele sorria meio nervoso.

Y—Abaixa a calça e tira ele pra fora. —Falei com uma certa superioridade, olhando pra ele de pé.

Mario obedeceu, mas pra minha surpresa, ele se pelou completamente. Abaixou a calça, tirando ela pelas botas sem precisar tirá-las, depois tirou a camisa polo pendurando nuns pedaços de madeira, pude ver o torso e as pernas dele, apesar da altura, tinha um corpaço, não era definido mas marcava uns músculos bons cobertos por bastante pelo moreno. Não parava de se tocar o pau pela cueca, ele usava umas vermelhas tipo slip que chamaram minha atenção.

Y—Quantas vezes te falam pra participar?? Tira ele que vai explodir. —Eu olhava me lambendo por ter outro pau pra atender.
M—É a primeira vez, só venho pra bater uma. —Ele abaixou a cueca deixando ver um monstro de pau.

Ele deve ter visto na minha cara o que eu coloquei, porque rapidamente começou a sorrir e relaxar. Tinha um pauzão cabeçudo daqueles em forma de cogumelo, não era muito comprido mas bem grosso. O garoto se masturbava, mas dessa vez desviou o olhar pros outros. Eles não perdiam tempo, Fer tinha abaixado a calça do Alex de novo até os tornozelos enquanto ele se livrava da sua e ficava só com a regata e as tênis. Pra surpresa de todos, Fer empurrou o cunhado dele contra uma pilha de paletes que tinha ali, fez ele apoiar as mãos enquanto abria as pernas dele com os pés. Em seguida, meu irmão se agachou atrás dele, separando as bandas e dando vários tapas na racha dele, que ele pegou com os dedos e passou no cu rosado enquanto Alex se contorcia de prazer.

M- Não deu pra evitar, vocês se chamavam de irmão entre ele e você, é verdade? são irmãos? - Não respondi, só sorri pra ele e me abaixei, enfiando o pau dele na minha boca.

M- Aaahh porraaa!! - Ele me agarrou pelo cabelo com força, fazendo eu enfiar mais o pau dele, o cara gemia a cada estocada que dava.

Do outro lado, meu irmão tinha afundado a cara na bunda de Alex, pelos gemidos dele, tava fazendo um boquete no cu incrível.

M- Que putas viciadas vocês são, hein? Porra, que tesão! - Ele colocou as mãos dos dois lados da minha cabeça, me fazendo parar de me mexer, tirou o pau e cuspiu na vara dura dele. - Você vai ver o que é levar uma pica na boca, puta!

Ele começou a mexer o quadril contra minha boca, me deixou imóvel, enfiando e tirando o pauzão da minha boca, as bolas dele batiam no meu queixo, eu só conseguia me segurar nas pernas dele e deixar ele fazer o que quisesse comigo.

M- Quero comer sua buceta, cara, sobe. - Ele me fez levantar, já tinha passado toda a timidez que ele tinha, agora tava descontrolado.

F- Irmãozinho, cê tá bem?? Cê tá muito quieto! - Meu irmão perguntou, se levantando e se preparando pra foder o Alex.

Me despi como pude, já que as mãos do Mario estavam apalpando meu corpo todo enquanto ele não parava de bater uma. Quando tirei tudo, ele se jogou em cima de mim, me empurrando contra a parede, começou a chupar meu pescoço, beliscar meus mamilos, desceu e passou a mão nas minhas bolas e com a outra já procurava minha entrada, enfiando um dedo de uma vez.

M- Olha só, cê já vem bem aberto! - Ele se surpreendeu vendo que meu cu Eu já tava mais que dilatado com a foda que esses dois tinham me dado de manhã.

Ele se agachou na minha frente, enfiando meu pau na boca dele enquanto apertava minhas bolas. Tinha boa técnica, muito bruto, mas sabia o que tava fazendo. Quando cansou do meu pau, me virou, separou minhas bandas e começou a brincar com os dedos. Nessa altura, meu irmão já tinha desvirginado o Alex com aquele pauzão dele; o cara tava ofegante e apertando os dentes cada vez que ele enfiava a vara no cu dele. Meu irmão segurava ele pelos ombros, fodendo devagar, com pena dele e do cu dele.

O Mario brincava com a língua e uns dois dedos no meu cu; eu olhava de canto a cena dos outros dois e comecei a bater uma punheta de tanto tesão que me deu. Mas pra minha surpresa, o entregador tirou minha mão do meu pau e começou ele mesmo a me punhetar enquanto chupava meu cu; tava me fazendo sentir no sétimo céu, porra, que maravilha. Quando viu que eu já tava bem lubrificado, ele se levantou atrás de mim, me pegou pela cintura, me virou e me jogou em cima de umas tábuas, deixando meu cu empinado e de frente pro Fer e pro Alex.

M — Eu imaginei que você queria ver como seu irmão fode o outro. — Sussurrou no meu ouvido o entregador.

Era verdade; eu olhava como meu irmão tinha aumentado as estocadas e o Alex já não reclamava, muito pelo contrário, gemia que nem um viadinho de verdade, e ainda tava curtindo pra caralho, já que dava pra ver como ele mexia o cu contra meu irmão, fazendo ele enfiar mais fundo enquanto o pau moreno dele balançava pra frente e pra trás com força.

Y — Me fode, arrebenta meu cu logo!! — Gritei pro novato, esfregando meu cu aberto contra o pauzão dele.

M — Pufff, que putinha você é! — Disse o moleque, pegando no pau dele e guiando até minha entrada.

Ele me agarrou forte pelos quadris e começou a empurrar; aquele filho da puta tava me destruindo, era muito grosso. Ele se afastou de mim e, abrindo minhas nádegas de novo, cuspiu uns dois cuspes no meu cu e, sem pensar, enfiou tudo de uma vez. fazendo com que ela gemesse de dor, tendo que me segurar pelos quadris com mais força para não cair.

M- Hummm, que bucetinha mais apertadinha! - dizia enquanto deixava o pau dele entrar de novo no meu cu.

Na minha frente, Alex continuava sendo empalado pelo meu irmão, não parava de gemer, eu via o corpo musculoso dele se tensionar e as nádegas dele quicando na barriga do meu irmão. O entregador aumentou o ritmo, fazia minhas pernas tremerem, me puxou pelos cabelos para ver a cara de prazer que eu fazia, o cara era um degenerado tarado. Fez eu colocar minha perna direita em cima da pilha de madeira para que pudesse pegar no meu pau e me punhetar enquanto me comia.

M- A bichona também tem um pauzão bom, hein!! - dizia enquanto passava a mão no meu cacete duro.

Depois de um tempo, vi meu irmão tirar o pau de dentro do Alex, e ele ficou com uma cara de alívio.

F- Deixa eu dar o meu pau pro meu irmão, cuida desse aí. - disse meu irmão se aproximando de mim e mandando o outro ir embora.

Meu irmão chegou perto do meu rosto e me beijou enquanto passava a mão nas minhas nádegas, eu ainda na mesma posição. Mario foi até o Alex, pegou ele pela nuca e fez ele mamar um pouco no pau dele, depois colocou ele de novo contra a parede, mas tinha um problema: Alex era muito mais alto que o entregador, então não alcançava direito o cu dele.

M- Esse viadinho é grande demais, fica de quatro no chão. - dizia enquanto empurrava ele para o chão.
A- Cala a boca se não quiser que eu me arrependa, cara!. - respondeu ele.

A cena dava um tesão danado, dava pra ver o Alex, com aquele corpaço escultural, braços fortes e tatuados, pernas robustas e um rabo avantajado sendo penetrado por aquele homenzinho que mal chegava no ombro dele. Ele se agarrou no cu dele enquanto o comia, não parava de dar tapas nas nádegas, e não sei por que, mas aquilo deve ter deixado o Alex louco de tesão, porque o pau dele passou de meio mole pra duro igual uma estaca sendo comido pelo Mario e sem nem se tocar, acabou gozando no chão. F- Quem diria que o dia ainda ia render mais, hein anão?? Olha só teu cunhado, o viadão, como ele curte ser empalado. -Isso ele me dizia enquanto esfregava o pauzão na minha racha.

M- Vocês são tudo família?? porra, que pervertidos do caralho vocês são! -Falou ao ouvir meu irmão dizer aquilo.

Virei o rosto procurando o do meu irmão, nós dois sorrimos confirmando que éramos uns pervertidos, nos beijamos de língua, o pau dele entrava no meu cu aberto, ele começou a me montar enquanto continuávamos nos beijando, me segurando pelo pescoço.

M- Hummm esse cara tem o cu ainda mais apertadinhoo, vou gozar rapidão!! -Dizia enquanto pulava cada vez mais forte em cima do Alex.

Meu irmão continuava me comendo forte também, ali só se ouviam nossos gemidos e os ploc ploc das nossas bundas sendo fodidas.

M- Aaarrgggg tô gozando!!! mmmmmmm tomaaa tomaaa leiteeee. -O entregador descarregou todo o esperma no cu do Alex, que tava exausto.

Ele se jogou em cima do Alex e, dando uma mordida no ombro dele e um tapa, tirou a pica escorrendo porra. Alex tentou se levantar, mas meu irmão o parou.

F- Espera, que é a vez do Jaime. -Disse meu irmão tirando a pica de mim e me fazendo levantar.

Eu olhava atônito pro meu irmão e pro meu cunhado.

A- Vem cá, cunhado, vamos fechar o círculo, você merece meu cu. -Dizia enquanto segurava uma nádega, abrindo ela e mostrando a porra do estranho escorrendo.

Eu não sou muito de comer, prefiro ser comido, mas não vou negar que aquela situação me deixava a mil por hora. Não pensei duas vezes e me agachei em cima do cu do meu cunhado. Meu irmão observava atento minha jogada, se masturbando, e Mario se aproximava do rosto do Alex pra ele limpar a pica já melada. Eu peguei o esperma do Mario e passei com minha pica na bunda dele, apontei pro centro e meti. Como tava mais que lubrificado com a gozada do outro, minha pica deslizou que nem gelo, coloquei as mãos na cintura em cima do cintura e meti. Tava tão tarado que não aguentava mais, umas poucas estocadas e avisei que ia gozar.

M- Quero provar seu leite, putinha... -Mario disse se aproximando de mim, tirando a pica do cu do Alex e batendo uma com força, aproximando a cabeça da minha rola.

Y- Ahhh sim siiiim que delícia!! Vou gozaaaar!! -Comecei a soltar jatos pra todo lado, a maioria caiu na boca do Mario e o resto no cu do Alex.

O porco do Mario, não satisfeito com minha gozada, enfiou a cara no cu do Alex lambendo o resto do leite que escorria do rabo dele. Mas o som de um telefone o fez parar e ir pegar suas coisas.

M- Opa, a patroa... tenho que vazar... foi um prazer, família, espero que a gente se encontre de novo. -Dito isso, pegou suas coisas e saiu pelado sumindo pelas ruínas.

Nós três caímos na risada, eu já de pé ao lado do meu irmão e ajudando o Alex a se levantar.

F- Mais um hetero que nem você, Alex haha. -Rimos de novo os três.

Eu não tinha reparado antes, mas meu irmão ainda tava com a pica apontando pro teto, não tinha gozado. Rapidamente peguei na dele e comecei a bater uma, o Alex também percebeu e se juntou a mim, mas ele ficou responsável pelas bolas.

F- Vocês são maravilhosos, tenho uma família incrível. -Enquanto ofegava.- Se ajoelhem, não quero desperdiçar essa gozada.

Nós nos ajoelhamos, os dois com as bocas abertas esperando o Fer nos banhar com o leite dele. Não demorou muito, espalhou toda a porra nas nossas caras, eu trocava beijo de língua com o Alex enquanto o pau do Fer soltava as últimas gotas entre nossos lábios. No amasso, meu irmão se juntou, limpamos nossos rostos com as línguas, nos abraçamos, nos acariciamos, os três felizes e satisfeitos.

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