A Paula é uma gostosa, tem 37 anos e um estilo totalmente diferente das outras. A presença dela passa força e firmeza, o que me faz querer ela ainda mais, além de que ela tem uma cara de braba, que é o que mais me excita. Fisicamente, ela é uma delícia: o rosto, as mãos, tudo nela me encanta, desde as cadeiras até o pescoço e os braços tatuados.
Por outro lado, eu sou a Lía, relativamente normal. Uma mina de 49 anos que não tem vergonha de nada, e ainda é muito sincera. Meus peitos são de tamanho normal, embora um pouco grandes, sou gordinha, com quadris e cintura que disfarçam. Estudei Belas Artes, coisa que amo, tipo desenhar e pintar, mas depois me interessei por arte virtual, que obviamente também estudei... E aqui estou, sou animadora, um trampo que amo, num quartinho pequeno dentro de um estúdio de animação, onde entrei especificamente como a melhor da minha turma e, por isso, me deram o quartinho com computadores e tudo que preciso. Um dia, meu chefe entra e me fala: — Você devia sair mais, sabia? Eu: — Se entrou só pra me dizer isso, pode vazar — falei sem tirar os olhos da tela. — Você é tão metida às vezes. Eu: — Desculpa, mas eu... Me virei na cadeira giratória e, como sempre fico sozinha, tiro o sutiã com frequência, não tenho vergonha mesmo. Mas dessa vez eu tava com uma camiseta que marcava bem os bicos, e vi ela, na minha porta, atrás do meu chefe, meio corada... E rapidamente tentei disfarçar minha empolgação enquanto pensava "é ela, é ela". Meu chefe: — Como você não tinha saído, não deu tempo de te falar quem tá te contratando, pirralha. Eu: — Ó, me fala o que tenho que fazer e cai fora. Chefe: — Mas que mal-educada você é. Não te demito porque você é a melhor mesmo. Eu: — Dei um sorrisinho... E quem é ela? Falei tentando disfarçar toda a explosão de emoções que tava rolando dentro de mim. Depois de nos apresentarmos, o chefe foi embora, e eu e a Paula ficamos batendo papo sobre o projeto. Eu sentei na minha cadeira de trabalho e ela no sofá que tenho no escritório. Peguei minha garrafa d'água enquanto conversamos, só que não é água, é álcool, e não sei como ela percebeu. — É álcool, né? Eu fiquei paralisada... — Como você sabe? — Passa pra cá. Ela tirou a garrafa da minha mão e deu um gole enquanto me encarava com aquele olhar sexy e profundo, me excitou pra caralho. — Não te... Conhecia esse lado
—Já me conhecia?
Ela diz, olhando pros meus peitos
—É... Sim... Eu...
—Então também não conhecia isso...
Ela se joga em cima de mim e me beija desesperadamente, e eu correspondo. Depois de alguns minutos, nos separamos, ofegantes. Empurro ela, que cai no sofá, e eu sento em cima dela, e continuamos nos beijando... A mão dela desliza por baixo da minha blusa, passando de acariciar minhas costas pra acariciar meus peitos. Nesse ponto, já tava muito excitada e, pra ser sincera, foi minha primeira vez... então queria terminar em outro lugar.
Eu: Vamos pra minha casa
Falei entre gemidos
—Isso soa bem *ela sussurra no meu ouvido*
Não sei por que as palavras dela me excitam tanto. Pego na mão dela, dou um beijo e, antes de sair, falo:
Eu: A gente tem que sair correndo pra não encontrar meu chefe
Ela acena. Assim que abro minha porta, vejo que tá tudo vazio e saímos correndo pra fora. Chamamos um táxi e ficamos na calçada esperando. Como já era tarde, quase não tinha ninguém. Acendo um cigarro e ela me olha.
—Você pode ser mais gostosa?
E sorri.
Eu: Por que seu sorriso derrete meu coração?
—Não sei, você me diz
Pego na mão dela, levo pro beco que fica perto, e não sei como, mas ela acaba me encurralando contra a parede e me beijando de um jeito bem selvagem.
—Já em casa
Chegamos no meu apartamento e, desde que entramos, não perdemos tempo e continuamos com o nosso rolo... Ela me beija selvagemente enquanto eu só sigo o jogo... Ela começa a deslizar a mão por todo meu corpo e, nesse ponto, já estamos no meu quarto. Ela tira minha blusa e meu shorts de moletom, e começa a deixar beijos molhados por todo o meu ser. Tô realmente curtindo. Ela enfia dois dedos na minha boca, e eu chupo eles enquanto olho pra ela com fogo nos olhos, e ela pra mim...
- Agora você é minha
Ele disse, e então começou a massagear meu clitóris. Desde que começou a me tocar, eu já estava nas nuvens...
Eu: Ah, aaah, Paula, aaaah...
Falei entre gemidos e suspiros. Ela me olhava enquanto começava a enfiar os dedos em mim, com aquele olhar de menina má, e me deu um beijo. Tive um orgasmo tão forte que meu corpo inteiro tremeu, e soltei um gemido abafado no meio do beijo. Me aproximei do ouvido dela e sussurrei.
Eu: agora é sua vez
Sinto ela, depois subo em cima e começo a tirar tudo que ela vestia enquanto beijava ela. Quando chego na calça dela, me livro dela e noto que ela tinha cicatrizes, como se tivesse se cortado. Olho pra ela e falo:
Eu: vou tirar seu sofrimento... Espero que isso te ajude
Beijei as cicatrizes dela e continuei com o que tava fazendo. Comecei a me mexer, ela cada vez mais agitada do que já tava, e sussurra:
— Acaba logo com isso
Eu começo a deixar beijos nos peitos dela, com a mão direita massajo o outro, e a mão livre vou descendo até a entreperna dela e introduzo os dedos nela.
— Haaa... Mm... Haaa
De dois dedos passamos pra três, coisa que ela adorou porque não parava de falar meu nome, e depois de uns minutos ela teve o primeiro orgasmo. Desço até a altura da intimidade dela e começo a lamber, introduzo minha língua enquanto com dois dedos massajo o clitóris dela. Depois de uns minutos, ela goza na minha boca e eu engulo todos os fluidos dela...
Eu: que gostosa você tá
Ela só me olhou, tentando regular a respiração. Eu olhei pra ela e falei:
— Quer que eu continue?
— Sim, por favor
Ela disse entre gemidos. Vou até uma gaveta, pego o cinto de strap-on, coloco em mim e introduzo nela. No começo fui devagar, depois mais rápido e brusco, enquanto ela arqueava as costas e gemia. Depois de alguns minutos, ela goza pela segunda vez. Deito e ela sobe em cima de mim, se introduz no strap-on, começa a se mover devagar e bem sensual enquanto me olha. Uns minutos depois, ela tem um orgasmo e os gemidos dela ecoam pelo quarto todo, e ela diz:
— Agora é minha vez
Ela me beija enquanto tira o strap-on de mim, coloca em si mesma, me vira de costas, me dá um tapa na bunda e introduz em mim, enquanto eu apoio o torso na cama. No começo doeu, mas depois virou prazer, tanto que eu agarrava os lençóis com força enquanto gemia. Acabei gozando, e ela tira o strap-on e começa a me beijar.
- Agora você vai ver
Ela me diz com a voz rouca e a respiração entrecortada, o que me excita ainda mais do que já estou. Entrelaço nossas pernas e nossas intimidades se consomem uma na outra. Nossos gemidos tomam conta do quarto inteiro. Terminamos no último orgasmo de cada uma e nos fundimos num beijo quente, até cairmos exaustas.
No dia seguinte.
Acordo e vejo a Paula dormindo na minha cama, do meu lado, e simplesmente me sinto sortuda, tão sortuda que fico olhando ela dormir. Pego a primeira coisa que encontro ao baixar a mão, que era a camiseta dela que estava no chão, e visto. Vou até a cozinha e preparo uma xícara de café, depois me aproximo da janela para observar a chuva.
Eu: nem percebi que estava chovendo
Dou um gole na minha xícara quando sinto alguém me abraçar por trás, e era a Paula me abraçando pela cintura, sussurrando no meu ouvido:
- Quando a gente vai repetir isso...
Depois daquele dia, tivemos mais encontros, alguns muito eróticos e outros carinhosos, até saímos em dates e tudo mais. Agora somos um casal.
Por outro lado, eu sou a Lía, relativamente normal. Uma mina de 49 anos que não tem vergonha de nada, e ainda é muito sincera. Meus peitos são de tamanho normal, embora um pouco grandes, sou gordinha, com quadris e cintura que disfarçam. Estudei Belas Artes, coisa que amo, tipo desenhar e pintar, mas depois me interessei por arte virtual, que obviamente também estudei... E aqui estou, sou animadora, um trampo que amo, num quartinho pequeno dentro de um estúdio de animação, onde entrei especificamente como a melhor da minha turma e, por isso, me deram o quartinho com computadores e tudo que preciso. Um dia, meu chefe entra e me fala: — Você devia sair mais, sabia? Eu: — Se entrou só pra me dizer isso, pode vazar — falei sem tirar os olhos da tela. — Você é tão metida às vezes. Eu: — Desculpa, mas eu... Me virei na cadeira giratória e, como sempre fico sozinha, tiro o sutiã com frequência, não tenho vergonha mesmo. Mas dessa vez eu tava com uma camiseta que marcava bem os bicos, e vi ela, na minha porta, atrás do meu chefe, meio corada... E rapidamente tentei disfarçar minha empolgação enquanto pensava "é ela, é ela". Meu chefe: — Como você não tinha saído, não deu tempo de te falar quem tá te contratando, pirralha. Eu: — Ó, me fala o que tenho que fazer e cai fora. Chefe: — Mas que mal-educada você é. Não te demito porque você é a melhor mesmo. Eu: — Dei um sorrisinho... E quem é ela? Falei tentando disfarçar toda a explosão de emoções que tava rolando dentro de mim. Depois de nos apresentarmos, o chefe foi embora, e eu e a Paula ficamos batendo papo sobre o projeto. Eu sentei na minha cadeira de trabalho e ela no sofá que tenho no escritório. Peguei minha garrafa d'água enquanto conversamos, só que não é água, é álcool, e não sei como ela percebeu. — É álcool, né? Eu fiquei paralisada... — Como você sabe? — Passa pra cá. Ela tirou a garrafa da minha mão e deu um gole enquanto me encarava com aquele olhar sexy e profundo, me excitou pra caralho. — Não te... Conhecia esse lado —Já me conhecia?
Ela diz, olhando pros meus peitos
—É... Sim... Eu...
—Então também não conhecia isso...
Ela se joga em cima de mim e me beija desesperadamente, e eu correspondo. Depois de alguns minutos, nos separamos, ofegantes. Empurro ela, que cai no sofá, e eu sento em cima dela, e continuamos nos beijando... A mão dela desliza por baixo da minha blusa, passando de acariciar minhas costas pra acariciar meus peitos. Nesse ponto, já tava muito excitada e, pra ser sincera, foi minha primeira vez... então queria terminar em outro lugar.
Eu: Vamos pra minha casa
Falei entre gemidos
—Isso soa bem *ela sussurra no meu ouvido*
Não sei por que as palavras dela me excitam tanto. Pego na mão dela, dou um beijo e, antes de sair, falo:
Eu: A gente tem que sair correndo pra não encontrar meu chefe
Ela acena. Assim que abro minha porta, vejo que tá tudo vazio e saímos correndo pra fora. Chamamos um táxi e ficamos na calçada esperando. Como já era tarde, quase não tinha ninguém. Acendo um cigarro e ela me olha.
—Você pode ser mais gostosa?
E sorri.
Eu: Por que seu sorriso derrete meu coração?
—Não sei, você me diz
Pego na mão dela, levo pro beco que fica perto, e não sei como, mas ela acaba me encurralando contra a parede e me beijando de um jeito bem selvagem.
—Já em casa
Chegamos no meu apartamento e, desde que entramos, não perdemos tempo e continuamos com o nosso rolo... Ela me beija selvagemente enquanto eu só sigo o jogo... Ela começa a deslizar a mão por todo meu corpo e, nesse ponto, já estamos no meu quarto. Ela tira minha blusa e meu shorts de moletom, e começa a deixar beijos molhados por todo o meu ser. Tô realmente curtindo. Ela enfia dois dedos na minha boca, e eu chupo eles enquanto olho pra ela com fogo nos olhos, e ela pra mim...
- Agora você é minha Ele disse, e então começou a massagear meu clitóris. Desde que começou a me tocar, eu já estava nas nuvens...
Eu: Ah, aaah, Paula, aaaah...
Falei entre gemidos e suspiros. Ela me olhava enquanto começava a enfiar os dedos em mim, com aquele olhar de menina má, e me deu um beijo. Tive um orgasmo tão forte que meu corpo inteiro tremeu, e soltei um gemido abafado no meio do beijo. Me aproximei do ouvido dela e sussurrei.
Eu: agora é sua vez Sinto ela, depois subo em cima e começo a tirar tudo que ela vestia enquanto beijava ela. Quando chego na calça dela, me livro dela e noto que ela tinha cicatrizes, como se tivesse se cortado. Olho pra ela e falo:
Eu: vou tirar seu sofrimento... Espero que isso te ajude
Beijei as cicatrizes dela e continuei com o que tava fazendo. Comecei a me mexer, ela cada vez mais agitada do que já tava, e sussurra:
— Acaba logo com isso
Eu começo a deixar beijos nos peitos dela, com a mão direita massajo o outro, e a mão livre vou descendo até a entreperna dela e introduzo os dedos nela.
— Haaa... Mm... Haaa
De dois dedos passamos pra três, coisa que ela adorou porque não parava de falar meu nome, e depois de uns minutos ela teve o primeiro orgasmo. Desço até a altura da intimidade dela e começo a lamber, introduzo minha língua enquanto com dois dedos massajo o clitóris dela. Depois de uns minutos, ela goza na minha boca e eu engulo todos os fluidos dela...
Eu: que gostosa você tá
Ela só me olhou, tentando regular a respiração. Eu olhei pra ela e falei:
— Quer que eu continue?
— Sim, por favor
Ela disse entre gemidos. Vou até uma gaveta, pego o cinto de strap-on, coloco em mim e introduzo nela. No começo fui devagar, depois mais rápido e brusco, enquanto ela arqueava as costas e gemia. Depois de alguns minutos, ela goza pela segunda vez. Deito e ela sobe em cima de mim, se introduz no strap-on, começa a se mover devagar e bem sensual enquanto me olha. Uns minutos depois, ela tem um orgasmo e os gemidos dela ecoam pelo quarto todo, e ela diz:
— Agora é minha vez
Ela me beija enquanto tira o strap-on de mim, coloca em si mesma, me vira de costas, me dá um tapa na bunda e introduz em mim, enquanto eu apoio o torso na cama. No começo doeu, mas depois virou prazer, tanto que eu agarrava os lençóis com força enquanto gemia. Acabei gozando, e ela tira o strap-on e começa a me beijar.
- Agora você vai ver Ela me diz com a voz rouca e a respiração entrecortada, o que me excita ainda mais do que já estou. Entrelaço nossas pernas e nossas intimidades se consomem uma na outra. Nossos gemidos tomam conta do quarto inteiro. Terminamos no último orgasmo de cada uma e nos fundimos num beijo quente, até cairmos exaustas.
No dia seguinte.
Acordo e vejo a Paula dormindo na minha cama, do meu lado, e simplesmente me sinto sortuda, tão sortuda que fico olhando ela dormir. Pego a primeira coisa que encontro ao baixar a mão, que era a camiseta dela que estava no chão, e visto. Vou até a cozinha e preparo uma xícara de café, depois me aproximo da janela para observar a chuva.
Eu: nem percebi que estava chovendo
Dou um gole na minha xícara quando sinto alguém me abraçar por trás, e era a Paula me abraçando pela cintura, sussurrando no meu ouvido:
- Quando a gente vai repetir isso...
Depois daquele dia, tivemos mais encontros, alguns muito eróticos e outros carinhosos, até saímos em dates e tudo mais. Agora somos um casal.
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