A desculpa perfeita

A desculpa perfeitaHá alguns meses, comecei a trabalhar numa loja de roupas de uma marca famosa. Éramos várias pessoas cuidando do comércio e das vendas: entre minhas colegas de trabalho, tinha umas vendedoras, uma gerente de supervisão geral, caixas e... um único homem, o segurança. Todo mundo fazia parte do grupo de trabalho diário, cada um cuidava da sua parte sem se meter nas outras áreas, e por isso era terminantemente proibido ter relações pessoais entre os funcionários, pelo menos durante o expediente. Mas já tinham rolado uns boatos de que o segurança tinha se envolvido com a gerente e com uma das caixas depois do horário, cada uma por conta própria, enquanto todo mundo se preparava pra ir embora. Elas, sem saber, tinham caído nas garras desse cara que todas, em segredo, apelidaram de "o destruidor de casais", porque diziam que ele adorava comer mulheres casadas ou comprometidas — um grupo do qual eu fazia parte. A Romina, a gerente, era uma mulher de 32 anos, esposa e mãe; a Carla, a caixa, tava num relacionamento quando tudo aconteceu, mas deu de cara com o melhor amigo do namorado na saída do motel, e foi o fim do namoro dela.

Juan Cruz era o nome daquele segurança, e ele trabalhava o dia inteiro desde que o segurança anterior tinha sido ferido num assalto à mão armada. Desde que ele começou a ficar o tempo todo na loja, ele esperava a saída pra ficar batendo papo comigo e deixava claro o interesse por mim. Eu tentava ser educada, mas sem dar muita bola por causa do que as outras funcionárias tinham me falado sobre ele. De certa forma, eu me sentia atraída, porque ele é um cara jovem e muito bonito. Além disso, rola um boato de que ele tem um corpão, por causa da profissão e de umas horas de academia. Mesmo tentando recusar, eu comecei a flertar sem querer. Aos poucos, ele foi ganhando minha confiança, com elogios e, principalmente, muito respeito. Aí comecei a pensar que minhas amigas estavam erradas, que aquele Jovem, só queria uma relação amigável comigo e que as intenções dele não eram ruins, infelizmente eu estava enganada feio, porque aos poucos caía nas garras dele.
Os convites logo vieram: primeiro ele se ofereceu pra me levar ao trabalho, me buscar na casa da minha mãe e ir junto até o local. Depois de recusar esse convite por motivos óbvios, ele esperou uma semana antes de me chamar pra tomar algo, outra oferta que também recusei. A terceira foi a vez, porque ele me encontrou no caminho pra universidade num dia que eu tinha prova, estava super atrasada e não tive outra opção a não ser aceitar. Era um sábado de manhã, tinha pedido folga no trabalho pra faltar e fazer a última prova do segundo ano do curso de design de interiores, numa universidade que te dá toda a facilidade pra trabalhar e estudar em perfeita harmonia. Quando chegamos na porta, já tinha passado quase meia hora de prova, e eu não tinha intenção de entrar pra reprovar numa prova feita na correria e com os nervos à flor da pele, então decidi não fazer e já preparar a recuperação. Ele se ofereceu pra me levar pra casa, antes de responder eu baixei a cabeça, olhava pra minha calça jeans pra esconder as lágrimas de raiva e ódio de mim mesma, não podia ser tão burra de ter perdido a chance de fazer a prova depois de todo o tempo que tinha estudado. Tava com muita raiva e impotência, não podia ter sido tão idiota. Quando ele percebeu meu choro, levantou minha cabeça segurando meu queixo e secou minhas lágrimas com os dedos. Me consolou e me levou pra dar uma volta, mesmo estando atrasado pro trabalho dele, não se importou em me passear pelo centro e me fazer rir quase às gargalhadas com muita graça, logo eu tinha esquecido a prova e logo tinha esquecido que tava namorando, a gente tava se beijando. Quando ele me levou pra casa, desci na esquina e antes de nos separarmos nos beijamos quase com desespero. Combinamos de Nos encontrar na quinta-feira, depois do trabalho.

Na quinta-feira, liguei pro meu namorado antes de sair do trabalho, dando desculpa que não tava me sentindo bem, que ia pegar o busão que me deixa direto na esquina de casa e que ele não se preocupasse, que no dia seguinte a gente se via. Antes de sair, fui trocar de roupa no vestiário com as outras funcionárias, que se surpreenderam ao me ver sair de blusa, jeans justinho e umas botas altas de um marrom clarinho. Antes de ir embora, liguei pra minha mãe pra avisar que ia sair com as colegas do trabalho e que, se meu namorado ligasse, ela dissesse que eu já tinha ido dormir porque não tava bem, que ela sabia como ele era ciumento e que eu não queria arrumar confusão com ele. Depois de deixar tudo em ordem, me preparei pra sair do local, bem na hora em que a gerente começava a programar os números do alarme.

Ao sair, vi que Juan Cruz esperava no carro dele a meia quadra de onde a gente tava. Percebi na hora que ele tentava esconder o fato de que eu ia com ele, e aí notei que talvez tivesse um fundo de verdade nas histórias sobre ele pegar outras funcionárias. Mas naquela altura, já tava pouco me importando e só pensava em curtir aquela noite. Fomos direto pra uma confeitaria da região, sentamos numa mesa perto da janela que dava pra rua e pedimos espumante, na mesma hora em que um cantor solo começava o show. Depois de umas conversas sem importância, o álcool e o clima ajudaram pra gente se beijar logo. Ele levantou e sentou do mesmo lado que eu, naquele tipo de sofá duplo que virou moda em pubs de alto nível. Começou a me beijar enquanto a mão dele percorria meu corpo, passava pelos meus peitos, minhas costas e minha bunda sem parar em nenhum lugar específico. Até que uma das mãos dele parou na minha blusa e, com dois dedos, começou a desabotoar um dos botões do meio da peça, deixando espaço pra enfiar a mão e tocar meus seios. Quando conseguiu o que queria, enfiou a mão e colocou por cima do meu peito esquerdo, massageando e apalpando com desespero. Os movimentos dele começaram a me excitar, e meus mamilos foram ficando durinhos. Puxando a taça do sutiã, liberou minha teta e se jogou na apalpação, sentindo cada centímetro e apertando o mamilo que tinha chamado a atenção dele, totalmente duro e desafiador. Meu rosto apoiado no ombro dele, meus lábios entreabertos deixaram escapar mais de um gemido que foi abafado pela música do lugar. Juan Cruz não parava de chupar meu pescoço enquanto continuava brincando com meu peito. Eu tava adorando aquilo e, aos poucos, começava a ficar molhada. Precisava que a gente vazasse dali logo, tava começando a ficar com tesão e tudo ia ficar ainda mais provocante se a gente não fosse expulso daquele lugar antes. Nessa altura, já estávamos exagerando demais, mas logo vi que as coisas podiam piorar: enquanto ele continuava com a mão agarrada no meu peito, passou a outra sobre minha barriga, acariciando e procurando uma brecha na minha calça jeans que deixasse enfiar a mão pra me masturbar. Conseguiu rápido, mesmo o espaço não sendo suficiente, e acabou brincando com meus pelinhos, sem chegar a tocar minha buceta, que a essa altura já tava bem molhada. Com minha mão direita passeando pela perna dele, eu ainda tentava segurar a vontade de passar a mão no pau dele por cima da calça e sentir a dureza e o calor atravessando o tecido. Disfarçava minhas intenções, mas meus movimentos pareciam ter me entregado, porque ele, sem dizer nada, pegou minha mão e apoiou contra o volume dele. Na hora, fiquei surpresa com o tamanho, porque era bem maior do que eu tava acostumada — e não que meu namorado tenha pinto pequeno, mas aquilo era claramente muito mais avantajado. Sem dúvida, eu ia aproveitar como uma putinha, mas pra isso precisava que a gente fosse embora daquele lugar. Tava com tesão demais pra aguentar mais um tempo ali. naquele lugar. —Vamos embora daqui, por favor —supliquei. E, arrumando um pouco nossas roupas, saímos em direção à porta. No caminho, Juan Cruz tentava esconder a ereção com o suéter azul, e meu peito esquerdo balançava solto por baixo da minha camiseta, que tinha botões evidentemente desabotoados, mas não o suficiente para mostrar algo.
Percebi a seriedade com que o dono nos olhava enquanto não saíamos do local. Imagino que ele deve ter visto nosso show mais do que o daquele cantor solo no palco, tentando imitar sem sucesso o Joaquín Sabina. Com certa maldade, e por causa da desinibição que o álcool me traz, não saí pela porta sem antes mandar um beijo para o dono sério, algo que meu acompanhante ocasional notou e celebrou com gargalhadas. Ao sair do bar, caminhamos até o carro, que estava a alguns metros, e entramos sem parar de nos olhar o tempo todo. Lá dentro, voltamos a nos atacar de beijos como dois adolescentes no cio, dessa vez mais soltos e com menos inibições. Nossas mãos encontraram rapidamente as partes que tinham sido deixadas de lado e continuaram com uma safadeza indecente. Minha mão se dedicou de novo a apalpar e amassar o pau dele com uma puta tesão, e a dele começou a procurar meu peito de novo, mas dessa vez foi a vez da minha teta direita. Depois de alguns minutos de carícias quentes e beijos, Juan Cruz interrompeu a sarração mútua com uma vontade clara de terminar o serviço num lugar onde pudéssemos ficar mais confortáveis.
—Beleza, beleza. Vamos embora daqui, não aguento mais —disse ele, enquanto recuperava um pouco a compostura e ligava o carro. Ele se concentrou em dirigir rápido até um lugar que pra mim era incerto, largou a mão dos meus peitos, apesar de eu continuar agarrada no volume dele. Eu tentava masturbá-lo por cima da calça e olhava pra ele com malícia. —Agora vou ver se você é um bom motorista mesmo —falei, enquanto tentava distraí-lo da direção com minhas mãos no volume dele. Ele sorriu e continuou dirigindo, sem hesitar.
Meus dois peitos tinham escapado das taças do sutiã, e balançavam ritmicamente com meus movimentos. Não me preocupei em arrumar a roupa, sabia que não ia durar muito vestida. Por um momento, deu vontade de abaixar o zíper da calça dele, meter a mão na cueca e puxar aquele pau duro pra chupar, mas manter um pouco a compostura me fez segurar o tesão e esperar.
Depois de passar pelo centro da cidade e uma área residencial, ele enfiou o carro na garagem de uma casa pequena, mas elegante.
— Chegamos — ele avisou.

Depois de atravessar o alpendre, nos esprememos contra a porta entre beijos e carícias, nossas mãos continuaram descobrindo nossos corpos ainda fora de casa. Enquanto nos beijávamos, Juan Cruz abriu a porta e entramos como empurrados por uma força maior, poderosa. Com um tapa, ele fechou a porta, e começamos a nos despir na sala, perto da porta e de um jogo de sofás de couro preto, claramente de primeira. Ele desabotoou minha blusa, deixando à vista um sutiã torto e mal posto, com os peitos para fora das taças, parecia a imagem de uma mulher que acabou de ser violentada e ainda não conseguiu se recompor. Ele se jogou sobre eles e começou a beijá-los, apertá-los com as duas mãos enquanto a boca pulava de um mamilo a outro para chupar e sugar com força. Beijava possesso e se entretinha com eles, claramente meus peitos excitavam ele — e não é por me gabar, mas são de bom tamanho e totalmente meus, totalmente naturais. As mãos dele os largaram por um momento para desabotoar a calça, abaixá-la até os joelhos e, depois de tirar um por um os sapatos, terminar de tirá-la. Aí pude notar o pau dele através da cueca, duro e na diagonal contra a barriga, abraçado pelo tecido da roupa íntima. A grossura era mais que considerável, embora o tecido da peça fosse preto, se Acertei bem o tamanho dele. Aproveitei o momento em que ele se afastou de mim pra me despir e tirar de uma vez a roupa que ainda tinha: me equilibrei pra tirar as botas, depois veio a calça jeans, que chutei pra perto de um dos sofás de couro, e por último o sutiã, que já fazia tempo que não servia pra nada além de atrapalhar e incomodar. Nossas bocas se juntaram de novo, nossos corpos cobertos só pela roupa íntima começaram a se desejar, e minha buceta pedia pra ser atendida na hora. Enquanto explorávamos nossas bocas num beijo quente, as mãos dele começaram a separar minhas nádegas numa brincadeira indecente e provocante, ao mesmo tempo que eu enfiava a mão na cueca dele e puxava o pau, que me surpreendeu com a grossura que eu não conseguia abraçar inteiro e aquele calor gostoso que sentia na mão e roçava minha barriga. Duro de raiva, ele se espremia entre nossos corpos e, ameaçador, apontava pro meu rosto, como me convidando a provar. Nisso, me virei de costas pra ele e encostei minha bunda naquela vara empinada, já não aguentava mais o tesão e, como uma desesperada, comecei a esfregar minha bunda nela, como se quisesse que minhas coxas fossem capazes de agarrá-la e fazer uma punheta. Mas na real, minhas necessidades naquele momento eram outras, Juan Cruz, sem hesitar, sabia muito bem o que eu tava precisando e, sem mais delongas, puxou minha calcinha pro lado e, passando a ponta do pau por fora, começou a meter. Apoiei as mãos no sofá pra me segurar, enquanto ele começava a bombar devagar, aumentando o ritmo cada vez mais. A penetração ganhava força aos poucos, o impacto me fazia balançar os peitos pra frente e pra trás, no mesmo ritmo. No meio da foda, ele me puxava pelo cabelo e começou a falar umas putarias, como se não tivesse coragem de me xingar, mas quando viu que eu tava dando espaço, ficou mais safado. — Cê tá gostando, sua puta? vadia? — perguntei enquanto continuava bombando, e passando as mãos, segurava meus peitos para massageá-los e apertar os bicos com força, me levando ao orgasmo.
— Hummm... bebê. Sim, sou sua vadia — ao pronunciar essas palavras, por um instante minha mente não pôde evitar pousar na imagem do rosto do meu namorado, mas o prazer me fez esquecê-lo de novo.

Estavam me comendo como nunca, eu realmente estava curtindo muito com meu amante ocasional. As estocadas eram cada vez mais brutas, e depois de alguns minutos já me tinham à beira do orgasmo. O momento culminante chegou logo, quando ele enfiou a ponta do dedo na minha bunda enquanto me agarrava as nádegas na penetração. Achei que ia desmaiar, os braços que me seguravam apoiada num sofá perderam a força e me deixei cair sobre ele, com gotas de suor escorrendo pelas minhas costas e chegando até minha bunda, onde se perdiam entre as nádegas e terminavam abraçando o pau que não parava de entrar e sair de dentro de mim, dessa vez com menos força e mais devagar. Apesar da velocidade da penetração, da pressão que o pau dele deve ter sentido durante meu orgasmo e toda a nossa brincadeira anterior, Juan Cruz ainda não tinha gozado e, embora mais devagar, continuava bombando. Nos separamos, me virei e o beijei com paixão por alguns minutos, pegando no pau molhado dele e acariciando-o agradecida.

— Vai pro meu quarto, que já vou — ele disse antes de se afastar e sumir na cozinha da casinha dele.

Fui para o quarto completamente nua e acendi a luz. Observei da porta com admiração a organização de tudo, desde a perfeição com que a cama estava arrumada até a posição quase milimétrica do controle remoto da TV. Entrei sem parar de observar e me coloquei na frente de um espelho perto da porta para admirar meu corpo. O suor de alguns minutos de bom sexo fazia minha pele brilhar e desenhava em cada curva um fio de luz que saía em todas as direções, meus pelos Revueltos, me davam ares de putinha, e a expressão no meu rosto mostrava que há pouco tempo eu tinha curtido uma boa rola, algo que eu devia agradecer, ou melhor, que queria agradecer. Sentei no colchão acolchoado, um lindo colchão cinza com detalhes brancos e umas letras chinesas grandes em preto, algo que ele com certeza amava e cuidava muito, porque estava impecável como tudo naquele quarto. Depois de alguns minutos, ele apareceu pela porta com uma garrafa de champanhe apoiada no gelo dentro de um baldinho de alumínio e uma taça na mão. Apoiou tudo no encosto da cama e me passou a taça; tomei um gole longo e, antes de deixar a taça perto do balde, encostei o vidro frio nos meus peitos, que ficaram durinhos, quase imperceptíveis. Juan Cruz passou na minha frente e foi se sentar do meu lado, mas antes que ele fizesse isso, peguei ele pela cintura e parei, empurrando ele pra ficar de frente pra mim. Meu rosto ficou na altura da rola semi-dura que me apontava ameaçadora, com uma umidade que fazia brilhar todo o tronco e a parte da cabeça que tinha ficado pra fora. Empurrei ele de leve pra chegar mais perto, fechei os olhos e apoiei minha boca entreaberta na ponta daquele pau; meus pulmões se encheram do cheiro gostoso dele, e minha vontade de chupar aquela rola chegou ao extremo. Dei um beijo suave, como o beijo de primeira vez de uma adolescente, e comecei a chupar devagar, provando um pouco mais daquela carne quentinha a cada passada. Naquela hora, tudo era muito lento e muito tesudo; o rosto dele me olhava entre surpreso e excitado com minha atitude de puta, mas eu só pensava em aproveitar aquele momento, sem me importar com mais nada. Quando minha boca não aguentou mais, meus movimentos começaram a acelerar, e com o pau dentro, comecei um movimento de penetração, tentando manter meus lábios fechados pra causar um mar de sensações em cada ida e volta. Eu largava ele. só pra encostar o pau dele de lado e, num beijo contínuo, percorrer da base até a ponta. Enquanto minha boca cuidava de dar prazer, minhas mãos ou batiam uma punheta, ou brincavam com os pelos da barriga dele, ou simplesmente apoiadas em alguma das pernas dele subiam e desciam sem perceber. Tudo tinha ficado deliciosamente sujo naquela mamada, os cantos dos meus lábios brilhavam com a umidade da mistura de fluidos da minha boca e do pau dele, a ponta do meu nariz estava perfumada e minhas mãos encharcadas com a mesma mistura, meu cabelo tinha atrapalhado mais de uma vez caindo sobre o membro ereto e se molhando. Enquanto continuava chupando, percebi que Juan Cruz estava chegando ao orgasmo e que, se eu não parasse, logo gozaria enchendo minha boca de porra. Não era minha intenção que ele gozasse, não é que aquilo me desse nojo, só que eu precisava sentir ele dentro de mim de novo, porque adorar o pau dele tinha me deixado toda molhada outra vez e eu precisava acalmar meu tesão. Tirei o pau dele da minha boca, e soltei não sem antes dar um beijo barulhento na ponta da glande. Feito uma gata no cio, tirei a calcinha, me virei e pulei na cama com agilidade, fiquei de quatro com minha buceta apontada pra ele e passei um dedo entre os lábios da vagina, convidando ele a meter de novo. A ponta do meu dedo saiu completamente molhada, eu tava no limite e, mordendo o lábio inferior, mostrava isso na cara. Juan Cruz me seguiu, subiu na cama de joelhos atrás de mim e me pegou pelas cadeiras. Me virei por um instante pra olhar ele e vi como ele aproximava o pau, ainda brilhando da minha saliva, da minha entrada, pra depois empurrar e deixar deslizar pra dentro de mim. Ele começou a me foder com força, com violência e velocidade, igual um possesso. Acelerava me fazendo gozar como nunca e parava de vez em quando pra não gozar, controlava o ritmo com maestria e eu começava a chegar ao meu orgasmo. O primeiro de dois que ele ia me dar em cima da cama. De repente, minhas unhas cravaram no colchão dele, os músculos dos meus pés tensionaram e os espasmos do orgasmo viraram gritos de prazer. Ele continuava bombando, mas mais devagar, porque eu tava me recuperando do êxtase enquanto Juan Cruz voltava aos poucos a pegar ritmo.

Me surpreendi quando ele tirou a rola de dentro, mas não imaginava quais eram as intenções dele. Ele me empurrou de lado e se deitou na cama de barriga pra cima, esperando que eu montasse nele e começasse a cavalgar. Não esperei muito, passei meu joelho esquerdo por cima do corpo dele e, depois de encostar a ponta da rola na minha entrada, me deixei cair devagar, sentindo aquele instrumento entrando centímetro por centímetro. Quando cheguei lá embaixo, comecei um sobe e desce frenético enquanto ele amassava meus peitos da posição dele. Me abaixei pra dar um beijo nele e deixar meus peitos mais perto das mãos dele. Ele apertava como um menino, brincando com os bicos, apertando e espremendo entre os dedos. Eu continuava cavalgando na rola dele feito uma puta, que transa gostosa o meu colega de trabalho tava me dando e como eu tava adorando. Comecei a sentir o clímax chegando e acelerei o ritmo naquela rola deliciosa. Já tinha parado de subir e descer, só me afastava dela pra me jogar pra baixo igual uma desesperada. Meus gritos ecoavam no quarto, e com certeza os vizinhos ouviam.

— Ummm... amor. Siim! Siim! — gemia como nunca, aproveitando feito uma sem-vergonha. — Me come! Me come! — pedia.

Ele começou a mexer a pélvis com fúria, como se quisesse me partir no meio. A força das estocadas dele se juntava com a minha pra fazer uma penetração profunda e barulhenta. Eu não aguentava mais, e jogando a cabeça pra trás, explodi num clímax fatal e exaustivo. Os espasmos da minha buceta, imagino, ordenharam o pau do Juan Cruz, porque comecei a sentir uns jatos potentes de leite morno me inundando. completamente. Ainda segundos depois do orgasmo, eu continuava cavalgando, embora fosse perdendo velocidade aos poucos, como se no meio da foda eu começasse a desvanecer lentamente. Juan Cruz enterrava a cabeça no travesseiro, com o rosto virado para o teto e os olhos bem fechados, como se tentasse espremer cada gota de porra que ainda tivesse dentro. Minhas costas estavam jogadas para trás, o corpo tremendo de prazer e coberto de suor escorrendo por ele, gotas que caíam dos meus peitos e percorriam minha barriga até se perderem nos pelos da minha buceta, como se quisessem fazer parte da penetração. O pau dele ainda estava dentro de mim, eu me endireitei e me deixei cair sobre o peito dele, exausta. Ficamos os dois grudados num suor compartilhado, permanecemos alguns minutos naquela posição enquanto eu sentia o pinto dele perder a ereção lá dentro. Quando me retirei de cima dele, o pau dele terminou de me abandonar e caiu mole sobre a barriga, banhado no fluido dos dois, que o fazia brilhar sob a luz daquele quarto. Depois de ficar uns minutos naquela posição, percebi que meu amante tinha cochilado, e decidi deixá-lo quieto ali. Me deitei ao lado dele e, abraçando-o pelo peito, também me deixei vencer pelo sono. Uma noite de sexo bom me relaxa e não tenho dificuldade pra dormir; logo meus olhos estavam fechados e eu caía num sono profundo. Durante horas, não soube de nada, meu corpo e minha mente descansavam junto com quem tinha sido meu amante casual por uma noite.

Acordei sobressaltada, vi a claridade pela janela e soube na hora que estava atrasada. Olhei meu relógio e confirmei: já eram cinco minutos das oito e meia da manhã. Minha mãe com certeza estaria preocupada, e meu namorado tinha combinado de me visitar antes de ir pro trabalho. Sabia que não daria tempo, e enquanto começava a inventar na minha cabeça uma boa desculpa pra sair ilesa daquela mentira, pulei da cama a toda velocidade, tateando e procurando Peguei a roupa que tinha deixado largada. Encontrei a calcinha perto da cama e fui até a sala, onde sabia que tinha deixado o resto: as botas e a jeans estavam jogadas perto de um dos sofás, e o sutiã e a blusa em cima dele. Depois que juntei a roupa e organizei tudo, fui correndo pro banheiro pra tomar um banho antes de ir pra casa, não podia aparecer daquele jeito, ainda mais se meu namorado estivesse me esperando. Encontrei a porta do banheiro rápido, estava entreaberta e dava pra ver a banheira da sala. Entrei e me lavei o mais rápido que pude; ao sair, me penteie e me sequei no tapete, nua, fui pra sala. Juan Cruz dormia profundamente, e apesar do barulho que fiz, não deu sinais de querer acordar. Depois de ver a calcinha, decidi não usá-la naquela manhã, tinha manchas evidentes do sexo que eu tinha curtido na noite anterior, então guardei na bolsa, bem escondida num canto. Vesti a jeans, o sutiã, a blusa e as botas a toda velocidade, consegui tomar banho e me trocar em tempo recorde. Ainda com os cadarços das botas desamarrados, fui até o quarto e, sem acender a luz, me aproximei da beirada da cama pra acordá-lo e me despedir do Juan Cruz. Depois de sacudi-lo pelo ombro insistentemente, ele entreabriu os olhos e me olhou surpreso.
— Juan! Juan! Vou embora — falei.
— Hã? O quê?
— Vou embora. Preciso ir.
— Pra onde?
— Vou pra casa.
— Quer que te leve? — perguntou ainda sonolento, tentando se levantar.
— Não, não, tá de boa. Não se preocupa. Me diz onde passa o 147, que ele me deixa a uma quadra.
— Aqui. Na esquina — disse apontando pra parede, na direção da rua Güemes.
— Beleza, valeu. A gente se vê à tarde. No trampo... — me abaixei pra amarrar os cadarços das botas, e antes de ir... — Ah, e não esquece: disso nem uma palavra, hein.

Antes de deixá-lo lá, me abaixei sobre a barriga dele, um cheiro de sexo encheu meus pulmões, olhei pra ele Olhei com cara de atorranta e beijei a ponta do pau dele. Ele respondeu com um sorriso e ficou me observando enquanto eu saía daquele quarto. Deixei ele dormindo, atravessei a sala de jantar com passos largos e abandonei aquela casa pela primeira e última vez. Ao sair, olhei pro carro na entrada da garagem e, um a um, as lembranças da noite anterior vieram à tona. Enquanto caminhava na direção oposta, rumo à esquina onde o ônibus passaria, ficava imaginando o que poderia dizer pro meu namorado pra deixar ele tranquilo e não desconfiar de nada, mas minha cabeça estava atordoada demais pra esperar um pouco de clareza que me deixasse inventar a desculpa perfeita.

Amigos do Poringa, espero que o relato tenha sido do agrado de vocês. Peço, por favor, que deixem uma crítica nos comentários, e convido todos que curtem escrever tanto quanto eu a usarem a trama pra criar uma versão diferente da história. Vou ficar muito feliz em poder ler seus comentários e, quem sabe, suas versões alternativas desse relato. Um beijão pra todas e todos...

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