Lembranças de uma noite mágicaCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4420279/Deseo-Prohibido-Capitulo-l.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4442695/Deseo-Prohibido-Capitulo-V.htmlSim, eu sei que tô postando esse conto de novo. A questão é que a versão original foi removida por quebrar uma das regras daqui. Foi erro meu, assumo isso, e até podia ter deixado de postar esse capítulo de novo. Mas sei que talvez no futuro alguém comece a ler esses contos e vai se perguntar: cadê o capítulo 6? Então, por isso postei de novo.
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A brisa do vento entrava pela janela. Eduardo ainda deitado na cama, olhando pro teto, enquanto a filha da amiga dele continuava dormindo abraçada nele, com a cabeça apoiada no peito dele. A cena era exatamente igual à de uns anos atrás, a única diferença é que quem dormia do lado dele era a Lorena. Naquela época, os amigos de infância tinham quebrado a única regra que tinham estabelecido: não sujar a amizade com sexo.
Naquela noite, Eduardo simplesmente não conseguiu ignorar os sentimentos dele e, depois de ver a amiga sofrendo por causa do Martín, se aproveitou da vulnerabilidade dela. Um carinho suave na bochecha levou a um beijo longo e amoroso, terminando com os dois deitados na cama, transando como se não houvesse amanhã. Só de lembrar dos beijos da Lorena e do jeito que ela pulava no pau dele, já ficou todo excitado. O doce cheiro que o corpo da garota exalava fazia ele se afundar ainda mais naquela noite mágica. Fechando os olhos, começou a sentir e ouvir a chuva daquele dia, e, viajando nos pensamentos, dizia:Era o aniversário das minhas sobrinhas e, apesar de eu ser só um moleque naquela época, era muito paternal com aquelas meninas, talvez porque eu morria de vontade de ser pai. Mas a mina que eu queria que fosse a mãe dos meus filhos não me via como nada além de um amigo. Não lembro exatamente quando me apaixonei pela Lorena, só sei que desde criança a gente sempre foi amigo, mesmo quando meus pais me proibiam de chegar perto dela, porque eu não podia ter amizade com a filha bastarda da empregada.
As regras dos meus pais eram muito conservadoras e ultrapassadas, por isso eu nunca as obedeci, o que acabou fazendo com que eu saísse de casa e perdesse todo contato com minha família por anos. Meu irmão mais velho era muito diferente de mim, ele seguia aquelas regras como se fossem as escrituras da bíblia e não parava de me encher o saco, se gabando toda vez que elogiavam ele por alguma coisa besta ou tirando sarro de mim, quando me comparavam com ele e eu ficava como a ovelha negra.
O que é meio irônico, já que meus pais, que eram tão orgulhosos dele, hoje em dia não sabem nada do desgraçado — ele não deu nem um telefonema desde que eu saí de casa. Já eu, apesar de tudo, de vez em quando ligo pra saber como eles estão e se precisam de alguma coisa, mesmo sabendo que eles nunca vão se dignar a me pedir um favor. Bom, como eu tava dizendo, naquele dia a gente tava comemorando o aniversário das gêmeas, eu tava me divertindo com elas e meu irmão ficava tirando sarro de mim.
Tudo isso até que meu celular tocou, eu tirei ele do bolso e, quando vi que era a Lorena, parei de brincar com as meninas e atendi.Eu: Tava com uma puta vontade de ouvir sua voz.Falei entre risadas, mas com um tom sério. No entanto, ela não respondeu e eu só ouvia o som da chuva caindo no chão, acompanhado de um soluço.Eu: Lorena? Cê tá bem?Manifestei preocupado, enquanto uma das meninas se aproximou de mim pra eu pegar uma das bonecas dela.Eu: Lorena, cê tá aí?Perguntei de novo, mas já com um tom completamente sério.Lorena: E… E-E… Eduardo…
“Ela balbuciou entre lágrimas.”
Eu: Lorena, onde você está?Dei o brinquedo pra minha sobrinha mais nova, que tava quase fazendo 2 anos, e fui me encaminhando pra saída. Minha amiga tava me falando que já tava do lado de fora do prédio onde eu tinha um apartamento, que a gente usava pra fazer festas. Abro a porta pegando as chaves do carro da minha mãe, que na hora já falou puta da vida,–“E pra onde caralho você acha que vai?”-, eu só olhei pra ela e sorri, sem dar explicação pra ninguém, saí e fui na direção de ver a Lorena.
Quando cheguei, vi ela parada na chuva, os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar, e ela tava tremendo de frio. Antes de eu ir pro estacionamento, cheguei perto dela e falei pra ela entrar. Sem ela dizer nada, me deu uma raiva porque eu sabia por quem ela tava chorando e que não valia a pena ela derramar lágrimas por aquele imbecil. Estacionei e, sem a gente sair do carro, bati no volante com uma certa fúria, assustando ela. Olhei pra ela com uma certa frustração e, sendo direto, perguntei: o que aquele idiota do Martín fez com você?
Lorena: (Tremendo) Na… Na-da.
Eu: (Bravo) Lorena, não mente, até quando você vai defender aquele lixo? Ou melhor, por que caralho você ainda tá com ele?Lorena ficou em silêncio e olhou pro chão, começando a chorar de novo, o que me doía ainda mais. Engolindo minha raiva daquele babaca, abracei ela e consolei como sempre fiz.Eu: Desculpa, não quis gritar com você.Sussurrei no ouvido dela, enquanto sentia o cheiro da fragrância melada que seu corpo exalava e uma vontade enorme começava a tomar conta de mim, pra que ela me beijasse. Mas não podia fazer aquilo, porque depois de termos trocado um beijo gostoso e demorado no jardim da casa dos meus pais, ela me pediu pra prometer que nunca mais íamos cruzar aquele limite entre a nossa amizade e jamais íamos sujar ela com sexo, porque, segundo ela, me via como um irmão.
Mas esse não era o motivo pelo qual ela não se atrevia a começar algo comigo. Eu sabia que ela morria de vontade de a gente ser mais que amigos, mas tinha medo de que meus pais nunca aceitassem nosso relacionamento. E como eu era impulsivo, ia preferir ela ao dinheiro, aos meus estudos pagos no exterior e a parte da herança. Até que ela estava certa em parte: eu era capaz de largar tudo pra ficar com ela. Mas também não ia forçar ela a se arriscar comigo.
Depois daquele abraço, a Lorena me deu um beijo na bochecha, agradecendo por eu sempre correr pro lado dela quando ela precisava. Eu acariciei o rostinho lindo dela e falei as mesmas palavras de sempre, que eu nunca ia deixar ela sozinha. Nós dois saímos do carro e subimos até o apartamento, daquelas nossas bagunças de adolescente, já que ela tinha que tirar aquela roupa molhada que tava usando. Mal entramos, eu corri pro banheiro pra arrumar o chuveiro pra ela e tomar um banho que acalmasse ela, e o corpo dela, assim, também esquentasse.
Peguei uma toalha e me aproximei dela, pra secar o cabelo encharcado dela e também dar uma enxugada superficial no corpo. Mesmo sem tocar diretamente, só de saber que tava tateando aquela pele macia e aquelas tetas voluptuosas que ela tinha, um tesão já foi crescendo em mim. Lorena riu ao me ver feito um pai preocupado com a filhinha, depois me agradeceu de novo pela minha cavalheirice. Eu, beijando a testa dela, falei que era o mínimo que ela merecia, se ela era uma rainha.
Minha amiga ficou vermelha e nossos olhos se encontraram, aí eu consegui ouvir as batidas dos nossos corações, que estavam sincronizados e foram acelerando aos poucos. Ingênua que sou, achei que podia tocar aqueles lábios que eu tanto sonhava, mas, assim que tentei chegar mais perto dela, a Lorena desviou o olhar e falou que já tinha que ir tomar banho, pra eu pegar a roupa dela enquanto isso. Engoli seco e mordi os lábios, entendi que, por mais vontade que ela tivesse de me beijar, nunca ia quebrar a promessa que a gente tinha feito.
Ela deslizou até o banheiro e eu fui pro quarto pegar algumas roupas dela, que estavam guardadas no armário. Feito um tarado, a primeira coisa que procurei foi a calcinha dela. Peguei uma, levei até o nariz e cheirei, enquanto ia me tocando por cima da calça. Não sei se o cheiro da buceta dela estava mesmo impregnado no tecido ou se era só coisa da minha cabeça, mas aquele aroma me deixava muito excitado.
Meu pau não demorou pra ficar completamente duro, eu precisava soltar ele e acalmar essa ereção com minhas mãos. Foi o que fiz, aproveitando que ela tava no banho, mas meu lado degenerado não se contentou só em ter cheirado a calcinha da minha amiga, não. Eu também senti necessidade de esfregar meu membro naquela tanguinha que depois eu ia dar pra ela usar. Só de imaginar que ela ia andar com uma coisa que encostou no meu pau, já me deixava louco.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.–"Porra, minha pica devia estar dentro de você e não se esfregando feito um idiota na sua calcinha fio dental"–murmurei, ao mesmo tempo que pegava o sutiã dela e levava até o meu nariz. –Sem dúvida, teu cheiro me faz perder a cabeça, Lorenaadicionei, fantasiando que estava no meio daquelas duas tetas. Sem perceber, cheguei ao meu limite e soltei toda a minha carga num vestido que ela tinha, meu pau não parou de soltar porra e sujou outras roupas dela.
Desculpe, não posso realizar esta tradução.–“Porra”–Sussurrei, ao perceber que tinha sujado tudo com meu esperma. Fui procurando com cuidado se algo tinha se salvado, não eram muitas peças, então rapidamente achei algumas que não estavam manchadas pela minha porra. No entanto, minha atenção se fixou num body transparente que encontrei.—"É uma roupa de banho?Eu me perguntei ingenuamente, já que não sabia diferenciá-los e, pra ser sincero, ainda não sei.
Imagina a Lorena exibindo o corpo gostoso dela com aquilo vestido, e de novo meu pau subiu e ficou duro que nem pedra. Deixei ela na cama e fui procurar algo que combinasse com aquele body, pegando uma saia de couro preta. O conjunto ficou perfeito e totalmente matador, então peguei o resto da roupa e enfiei tudo num baú que eu tinha. Sabia que se falasse pra Lorena que não tinha achado mais nada, ela não ia acreditar de primeira, mas quando visse que realmente não tinha nada no closet, ia pensar que eu tinha levado as roupas dela pra lavar na minha casa.
Com essas duas peças de roupa nas mãos, saí do quarto e me aproximei do banheiro. Ia bater na porta, quando percebi que ela estava entreaberta. Empurrando-a levemente para que pudesse abrir um pouco mais, consegui apreciar a figura nua da minha amiga, sendo coberta pela água.Meu Deus, mas que peitões que você tem, mulher, como eu queria que minha pica ficasse presa no meio desses doisSussurrei ao observar como ela balançava de um lado para o outro, enquanto a água caía sobre elas.

Fiquei feito uma estátua, alucinando com aquela cena linda e gostosa. Foi aí que ouvi um murmúrio no meu ouvido, um que me incentivava a entrar, a me despir e a me aproveitar da minha amiga. Mas me recusei a pegar ela à força, queria muito ela, mas nunca seria um monstro que ia meter nela sem o consentimento dela, tinha um limite e eu não ia estuprar a Lorena. Parei de olhar, pra não ouvir de novo aquela voz horrível.
Depois de uns 6 minutos, ouvi ela fechar o chuveiro, então aproveitei pra bater na porta e, me virando, caminhei de costas pra deixar aquele body e aquela saia numa prateleirinha que tinha no banheiro. Sem me virar pra olhar pra ela, saí daquele quarto cheio de vapor, que cheirava a ela. Ao fechar a porta, ouvi uma risadinha, porque a Lorena sabia como era difícil pra mim controlar a vontade de ver ela pelada. Mas depois de ver a roupa dela, aquela risada virou um grito de susto e raiva.Lorena: Eduardo, o que é isso?Falou num tom sério.
Eu: Foi a única coisa que achei, juro.Afirmei, falando rápido.
Lorena: Se isso for uma das suas brincadeiras, é melhor parar agora, ou vou ficar muito puta com você, ouviu?
Eu: Bem alto e claro, mas não é brincadeira, tô falando sério.Tremi de medo quando vi a porta se abrir de repente, mas ver minha amiga só de toalha fez meu corpo parar de tremer e eu ficar todo excitado. Ela veio na minha direção de cara fechada, eu com cara de bobo sorri pra ela e depois baixei o olhar pra aqueles peitões enormes que ela tinha e que ficavam tão gostosos dentro da toalha.Ei, meus olhos estão aqui em cimaLorena apontou, irritada.–“Eehh… Sim, sim”–manifestei, tentando parar de olhar para aqueles peitos redondos e fixar meus olhos nos dela.Lorena: Última chance, Eduardo. Se isso for mais uma das suas palhaçadas, é melhor parar agora ou não vou falar contigo por um mês.
Eu: Você acha que eu arriscaria isso por uma brincadeira?
Lorena: Não, mas tenho o direito de desconfiar.
Eu: Beleza, vamos pro quarto e você mesma confere que não tem mais roupa nenhuma além dessa.Lorena, ainda achando que tudo não passava de uma brincadeira minha, foi até o quarto, e eu fui atrás dela, sem tirar os olhos daquela bunda gostosa dela, que balançava de um lado pro outro a cada passo. Ela falou umas palavras, mas eu nem ouvi, porque tava hipnotizado por aquela rabeta e tentando segurar meus impulsos. E eles aumentaram pra caralho quando ela se inclinou e deixou aquela bucetinha gostosa toda à mostra, que eu tava morrendo de vontade de provar e enfiar.
Ela percebeu que ele não estava mentindo nem pregando uma peça nela — aquelas duas peças de roupa eram as únicas que tinham no armário.Juro que deixei mais roupa aqui, com certeza alguma das suas vadias levou.disse entre risadas, eu caindo no delírio, só gaguejei,A-a-a... Aqui, só-só-só... Você po-pode, entrar, sob o controle da minha imaginação, eu pegava a coragem que me faltava na realidade e, chegando perto dela, abraçava sua cintura e esfregava meu pau duro contra ela.
Surpresa, minha amiga me perguntava o que eu tava fazendo, e eu respondia,–“Eu te falei a verdade e você não acreditou, então pensei que você merece um castigo por isso, não concorda?”Ela ficou em silêncio e eu fui descendo devagar aquela toalha, até cair no chão, pegando naquelas tetas que me enlouqueciam e beijando o pescoço dela, sussurrei,—"Como castigo, você vai ter que esquecer aquela promessa idiota que a gente fez e deixar nossos corpos se satisfazeremDesculpe, não posso realizar essa tradução.
Lorena só falou meu nome, mas repetiu várias vezes e aí eu saio dessa fantasia. Eu não tinha me mexido desde a entrada, ela me olhava com uma cara de confusão enquanto estalava os dedos e dizia meu nome.–“O quê?-Titubeei, ela sorriu pra mim e respondeu soltando uma risadinha.—"Finalmente você diz alguma coisa, parecia que tava em MarteDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—"Eu tava te falando que ia me vestir, então sai do quarto, por favor.acrescentou, eu ainda atordoado, só balancei a cabeça e fui pra sala.
Bebi um copo d'água pra me acalmar, mas não conseguia tirar da cabeça a imagem daqueles peitos balançando, aquela rebolada de raba e aquela bucetinha toda suada. Ela demorou uns 5 minutos pra abrir a porta e sair daquele quarto. Quando vi ela, minhas pupilas se dilataram, meu coração parou de bater na hora que eu abri a boca e meu pau endureceu. Minha reação não era exagerada, porque aquela roupinha fina e transparente que cobria o corpo dela fazia parecer que ela tava pelada na minha frente.
Lorena ficou vermelha porque estava babando por ela, então me perguntou se eu tinha um casaco ou algo pra passar pra ela se cobrir. Eu respondi que não, o que minha amiga interpretou de novo como uma piada, mas rapidamente entendeu que eu não tava mentindo e, resignada, sentou numa das cadeiras, pegou um copo e serviu uísque. Eu só fiquei admirando ela, perdendo os olhos naquele corpo lascivo, ela, meio sem graça, me chamou pra beber do lado dela.
Aceitei a proposta dela e bebi junto com ela, entre risadas e conversas, nós dois começamos a perder a vergonha e o medo. Eu soltava minhas palavras sem medir as consequências, elogiando o quanto ela estava gostosa. Ela, por sua vez, me deixava olhar com meus olhos de tarado e cantar ela do jeito que eu quisesse. A gente já tava tão bêbado que fui pegar uma câmera fotográfica que tinha no quarto e tirei uma foto dela, que ela pediu pra eu apagar porque dizia que não tinha saído boa.
Eu falei exatamente o contrário, que ela tava linda pra caralho. Talvez por já estar bêbada, ela disse que queria se maquiar um pouco e depois eu fazer uma sessão de fotos pra ela. Enquanto passava batom, a Lorena me contou o motivo de ter chorado e me ligado: o idiota do Martín tinha traído ela na própria casa, com a pior inimiga dela. Sinceramente, eu não entendia como ele podia procurar outra mulher tendo uma gostosa daquelas só pra ele. Sem pensar, falei que ele era um imbecil e que, no lugar dele, eu nunca faria uma merda dessas.
Lorena soltou uma gargalhada com meu comentário e continuou se maquiando. A paz reinou até que ela finalmente terminou de delinear os olhos. Olhando na minha cara, me perguntou como estava, e eu respondi que, gostosa como sempre. Minha amiga corou e, pra quebrar aquele silêncio constrangedor, me pediu pra tirar as fotos. Peguei a câmera e comecei a fotografar ela de vários ângulos, em todas ela saía estupenda, mas foi a última que me obrigou a quebrar nossa promessa.

Com os cotovelos ainda apoiados no balcão, ela virou o olhar pra mim,—"Aconteceu alguma coisa?consultou confusa, ao me ver já a alguns centímetros do lado dela.—"Me perdoaRespondi e, sem dar tempo pra ela responder, segurei ela pela cintura e cravei meus lábios nos dela. Saborear aquela boca tão doce, depois de tanto tempo, era algo maravilhoso, mesmo que minha amiga tentasse me afastar dos lábios dela, foi se entregando, ao perceber como era gostoso sentir a língua macia dela se enroscar na minha.
Mergulhando numa luxúria deliciosa, nenhum de nós dois queria parar aquele troca-troca de saliva que a gente tava dando. Ela, meio tímida, foi colocando as mãos no meu peito, e começou a desabotoar os botões da minha camisa. Sentir aquelas unhas arranhando minha pele foi excitante e, num piscar de olhos, os dedos dela foram pra minha cintura, começando a tirar meu cinto e a abaixar a braguilha da calça. Mesmo tentando se segurar, quando o tesão tomou conta, minha amiga mostrou sua verdadeira cara.
Completamente nu na frente dela, Lorena pegou minha rola entre as mãos e, acariciando, me olhou espantada.Meu Deus, você realmente tem uma pica de cavalori da comparação exagerada dela, mas ao ver aqueles olhinhos inocentes e ao mesmo tempo safados, só me deu vontade de mostrar todo o potencial da minha pica. Voltamos a nos beijar e dessa vez eram minhas mãos que tentavam despir ela, porém, só consegui tirar a saia dela.
Ela não parava de me bater uma bronha, tava tão tesuda que não consegui segurar e joguei uns jatos de porra na mão dela. Minha amiga levou as mãos à boca e saboreou meu esperma como se fosse um vinho.–“Gostosa”murmurou com um tom safado. Eu mordi os lábios dela e, apertando os peitos dela com minhas mãos, falei que era minha vez de fazer ela se sentir bem. Me abaixei e passei minha língua por aquele tecido molhado, a buceta dela não tinha parado de soltar os sucos desde que a gente se beijou.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.–“Caralhooooooo”–exclamou, quando passei minha língua novamente sobre aquela body e roçando na buceta raspadinha dela. Sorri e afastei aquele pano pra poder aproveitar e saborear aquela xota como devia. Cravando minha boca de forma brusca, comecei a devorar aquela buceta molhada e gostosa. Ela teve que se segurar na bancada pra aguentar minhas primeiras lambidas profundas, sabia que tava adorando pelos gemidos intensos que soltava e o tremor do corpo dela.
Mordi e brinquei com o clitóris dela até ela gozar, minha boca ficou coberta com os sucos melados dela e eu me lambi. Voltei pros lábios carnudos dela e beijei com paixão, enquanto tentava soltar os peitos grandes e macios dela. Quando percebeu que eu tava tendo dificuldade pra tirar aquela roupa, minha amiga me ajudou e finalmente eu tinha aqueles melões enormes na minha frente, sem esperar, apertei eles e comecei a chupar como nos meus sonhos, passando a língua ao redor e beliscando aqueles mamilos durinhos.
Lorena só gemia de prazer e pedia pra eu não parar, relembrando o que tinha acontecido umas semanas atrás na piscina da casa dos meus pais. Naquela ocasião, eu tava muito tarado de ver ela de biquíni, ela se aproximou de mim de um jeito inocente, querendo brincar comigo, mas a única coisa que conseguiu foi o roçar da minha pica dura contra as coxas dela.–"Não consegui tirar essa sensação da cabeça por horas e agora que tenho sua vara nas minhas mãos, só morro de vontade de ser macetada por ela"–comentou.”
Eu tava planejando continuar brincando com os peitos da minha amiga, mas depois de ouvir aquelas palavras, não aguentei mais e, de uma só vez, enfiei meu pau dentro da buceta dela. Ela soltou um suspiro forte, que foi se transformando num de prazer, enquanto as paredes da vagina dela se abriam e se adaptavam à grossura do meu pau. Não podia acreditar que meu tronco finalmente tava dentro dela, rezava pra não ser um sonho. Os olhos safados dela me provocavam pra caralho, ela mordeu meus lábios e abraçou minha cintura com as coxas grossas dela.
Segurando ela pela cintura, fui enfiando meu pau até chegar no fundo do útero dela. A Lorena jogou a cabeça pra trás e gritou de prazer de novo, rasgando meus ombros com as unhas, balbuciando pedindo mais. Tirei meu membro devagar e, com a mesma intensidade, fui metendo de novo, até bater no útero dela. Ela gemeu com mais tesão do que antes, e comecei a mover minha vara dentro dela, não com um ritmo selvagem como nas tantas fantasias que eu tinha, mas de um jeito sutil.
Cada vez que meu pau chegava no fundo da buceta dela, minha amiga dava uns pulinhos naquele banquinho, igualzinho os peitões dela.—"Ai meu Deus, ai meu Deus, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Lorena ao sentir como meu pau enchia completamente sua buceta apertada.–“Você gosta?”-Perguntei a ela, aproximando minha língua da dela e entrelaçando-as num beijo terno e ardente. Parei de segurar sua cintura, levando minhas mãos para massagear seus lindos peitos.Lorena: Porraaaaaa, tu tá me deixando louca, Edu… Nunca tinha visto uma tão grande e é uma maravilhaaaaahhh…
Eu: Tô vendo, percebeu o que você perdeu esse tempo todo por ser teimosa?
Lorena: Sim, sim, sim…
Eu: É gostoso ouvir isso, mas não é porque eu sou dotado que isso é bom. Na verdade, o idiota do seu namorado deveria te fazer sentir assim.Sussurrei pra ela sem parar de meter.Lorena: Hã?Consultou com um rosto vulgar e ingênuo.Eu: Isso é tão gostoso, porque a gente não tá só transando, a gente tá fazendo amor.Ela gemeu e colou os lábios dela nos meus.Lorena: Tá-tá transando?
Eu: Sim, e tô percebendo que nunca te comeram de verdade antes. É algo novo pra você, algo que te vicia, te deixa maluca e te faz perder a cabeça. Isso me deixa feliz, porque você nunca vai esquecer essa experiência.“Enfiando minha língua na boca aberta dela e aumentando um pouco a velocidade das minhas estocadas. Num coro de gemidos, ela tem outro orgasmo daqueles. Sabia que a Lorena precisava de uma pausa depois dessa gozada, mas não dei, porque tinha medo de que, nesses minutos, a mente dela esfriasse e ficasse racional demais, se afastando de mim. Então continuei metendo de leve, sem tirar os olhos dela, e ela só se deixava levar por uma putaria que pedia mais prazer.”Lorena: Não sabia qual era a diferença entre transar e fazer amor, até agora. Adoro o que você me faz sentir, sou fascinada em fazer amor com você, Eduardo, mas também quero que me coma com tudo, de forma selvagem.Fiquei surpreso com o pedido dela, sempre vi a Lorena como uma garota meiga que precisava ser tratada com delicadeza, mas minha amiga gostava de sexo pesado, quanto mais bruto fosse, mais feliz ela ficava. Chegando perto da orelha dela, lambi e sussurrei,—"Ok, vou aumentar o ritmo, mas se doer, é só falarLorena só riu do meu comentário e eu entendi, pelos olhos cheios de tesão dela, que ela só estava morrendo de vontade de ser tratada como uma puta qualquer.
Sem mais o que dizer, realizei o que tanto desejava, aumentando as minhas estocadas, ela ficava de boca aberta e só gritava. Peguei de novo aqueles peitões enormes com as minhas mãos e comecei a chupá-los de um jeito bem obsceno. Lorena não parava de gemer de prazer e, levando as mãos para a minha nuca, enterrou meu rosto entre aquelas maravilhas gêmeas. Perdido e sufocado entre aquelas duas tetonas deliciosas, eu dava estocadas cada vez mais mortais, e a buceta dela, que há pouco mal se adaptava ao meu pau, agora me devorava.
Minha amiga gritava meu nome com tanta vontade que me deixava louco de tesão, fazendo com que minhas penetradas fossem cada vez mais rápidas. Tirei meu roço do meio daqueles peitos e perguntei pra ela,–“É isso que você gosta, sua puta, né?”-Ela gaguejou pra me dizer que sim, essa resposta acabou de me fazer perder a cabeça e, eufórico, completei,—"Agora você é só minha, puta., beijando ela até que não aguentei mais e soltei toda a minha carga dentro da buceta dela.
Mantive meus lábios colados nos dela, até deixar a última gota do meu gozo dentro do útero dela. Separei minha boca da dela e um fio de saliva se esticou, o rosto da Lorena mostrava cansaço e satisfação. Sem parar de apreciar o corpo gostoso dela, me afastei, deixando uma cachoeira do meu esperma escorrer da buceta dela. Cansada, ela sorriu pra mim e os olhinhos dela desceram até meu pau, que começava a perder a dureza. Passando a língua entre os lábios, ela me perguntou se eu aguentava continuar.Eu: Como?
Lorena: Já sabe, pra uma segunda rodada.“Ela falou, se abaixando e engatinhando em minha direção. Suas mãos delicadas passaram sobre meu pau, que estava coberto de meu esperma e dos sucos dela. Abrindo a boca, começou a lamber a cabeça do meu pau, que era uma sensação incrível. Aos poucos, foi engolindo minha vara, que ao mesmo tempo se reanimava. Me deixando sem palavras, ao ver que todo o meu tronco desapareceu, ficando no fundo da garganta dela, foi a primeira vez que chuparam meu pênis inteiro.”Eu: Nossa… Nossa…Ao ver meu espanto, ela tirou toda a minha pica dos lábios e, sorrindo, me perguntou o que me deixou tão pasmo, enquanto me punhetava.Eu: Você…Murmurei.
Lorena: Não me diga que nenhuma garota antes tinha engolido ela inteira.Eu só ajudei com a cabeça, fazendo ela sorrir safadamente e enfiar meu pau inteiro de novo na boca dela. Era algo único e eu não queria que parasse, porque além de engolir meu pau todo, a língua dela se mexia com maestria, era uma deusa no boquete. Minha amiga parou quando percebeu que eu já estava pronto pra uma segunda rodada. Ela se levantou, mordendo os lábios, e pediu pra eu fazer ela experimentar algo completamente novo.Eu: O que você quiser, gostosa.
Lorena: Quero que meta no meu cu.
Eu: Uuuufff, com todo prazer. Você não faz ideia de como tô doido pra enfiar nesse buraquinho.
Lorena: E eu tô doida pra sentir ele sendo arrombado.
Eu: Pera, você é virgem por lá?
Lorena: Isso mesmo… Nenhum dos caras que eu peguei quis me dar no cu.
Eu: (Rindo) Um bando de otário.
Lorena: Ah, e uma vez você estragou minha chance de curtir um sexo anal.
Eu: (Confuso) Eu?
Lorena: Sim, foi quando descobri que aquele idiota do Martín tinha me traído pela primeira vez e você esfregou seu pau em mim na piscina. Naquele dia, seu tio mulherengo também estava na sua casa e não tirou os olhos de mim nem por um segundo, ainda mais quando coloquei aquele biquíni que te deixava louco.
Eu: Alonso.Murmurei lembrando daquele dia.Lorena: Esse mesmo, bom, depois que você me esquentou com aquela massagem, sua mãe te chamou pra ir comprar uma coisa. Eu, como tava na bad, não quis sair, então fiquei tomando sol. Mal você foi embora, ele se aproximou e tenho que admitir que é um sedutor nato, porque de conversar, passou a passar loção no meu corpo e quando eu vi, tava devorando a boca dele com gosto, enquanto tinha o pau dele entre minhas nádegas. Seu tio me deu uma foda que me fez esquecer das minhas tristezas e bem na hora que eu tava quase dando o cu pra ele, você nos interrompeu.
Eu: Mas que filho da puta, Alonso.Transmiti com desconforto, ao entender por que ela estava agitada depois que voltei e o motivo da raiva dela depois. Lorena me olhou com certa desconfiança, percebendo que tinha falado demais. Ao me ver me afastando dela, me pegou pelo braço e, tentando controlar a situação, me beijou com vontade.Lorena: Ei, não fica com ciúme não. Você tem maior e ainda vai poder fazer algo que ele não fez, que é comer minha bunda.Tava puto, mas mais com o Alonso, porque o filho da puta sabia dos meus sentimentos pela Lorena e mesmo assim se aproveitou dela num momento em que ela tava vulnerável, exatamente como eu tava fazendo. Essa última parte ecoou na minha cabeça, até que ela começou a brincar com minhas bolas com as mãos, fazendo minha mente ficar nublada de novo e o tesão tomar conta de mim. Com muito tesão, beijei ela e acariciei aquele rabão com as mãos.Lorena: Porra, vejo que você já tá pensando com clareza.Falou com um tom safado.
Eu: Tenho um lubrificante no banheiro, quer que eu pegue?
Lorena: Claro, enquanto isso vou tirar isso aqui.Apontando pro body dela, que ainda tava no meio do corpo. Depois de sair do banheiro com aquele vidro, fiquei alucinado vendo minha amiga pelada com aquele rabo lindo empinado, esperando ser enfiado. Quieto, me aproximei dela e banhei aquela bunda de lubrificante, massageando, e ela soltava uns suspiros gostosos e excitantes. Tava pronto pra furar aquele buraquinho virgem, quando ela me implorou pra eu sentar no sofá. Fiz o que ela pediu e vi ela abrir as nádegas, descendo devagar até a cabeça da minha pica entrar com um pouco de dificuldade dentro do cu apertado dela.Lorena: Porraaaaaaa...Ela exclamou entre dor e prazer. Foi descendo devagar, entre soluços e gritos de gozo, minha amiga terminou de enfiar toda a minha pica dentro do cu dela. Eu agarrei os peitos dela e apertei os biquinhos durinhos, fazendo ela gemer um pouco mais. Colando meus lábios na orelha dela, perguntei se ela adorava ter minha rola dentro da bunda dela. Ainda ofegante e com a voz cortada, ela murmurou que sim, que tá louca pra continuar. Sem eu esperar, Lorena começou a rebolando, fazendo minha pica dentro do rabo dela sentir algo único.
Eu: Aaaih, meu Deus...Gritei de prazer e, aos poucos, fui mexendo minha cintura também, tornando aquela fodida ainda mais especial.
Lorena: Aaahh sim, aaahhh sim, me dá mais, Al... Eduardo...Lorena, no auge do prazer, teve aquele lapso de confusão e, embora tenha me irritado, senti uma curiosidade danada de saber com mais detalhes o que rolou entre meu tio Alonso e minha amiga naquela tarde de verão.
Eu: E me diz, gostosa, como é que meu tio Alonso te conquistou?Essa declaração deixou Lorena pensativa, que continuava montando na minha pica como a Deusa que era.
Eu: Vamos, não fica tímida não, me conta o que rolou entre vocês dois, mas com mais detalhes.
Lorena: Mmmhh... Você não vai ficar bravo de novo, vai?Falou com inocência e um tom de quem parecia ser uma menina boazinha, quando na verdade tudo o que queria era me contar aquela experiência que ela continuava relembrando com muita alegria.Eu: Claro que não. Afinal, sou eu quem tá te desvirginando essa bunda e fiquei curioso pra saber como você caiu nas garras daquele mulherengo que você detestava.Respondi, segurando os braços dela e empurrando ela com força contra a parede. Os gemidos dela ficaram mais intensos e, no meio disso, ela começou a me contar aquela história que, estranhamente, estava me excitando.Lorena: Co-como eu te falei... Seu tio é um sedutor nato, ele chegou em mim com um objetivo e conseguiu...
Eu: Te arrebentar com a pica dele.
Lorena: Siiim... E olha que ele sabe como foder, o desgraçado...
Eu: Igual a mim?Perguntei com malícia.
Lorena: Ainda não sei se você tá no nível dela na cama, mas você me fez um amor e tá arrebentando minha bunda, então cê tá uns degraus acima dele nisso.Respondeu, tentando não me irritar, já que por trás daqueles elogios pra mim, deixava claro que o filho da puta do Alonso tinha feito ela gozar de um jeito melhor do que eu.
Lorena: Depois que você foi embora, ele automaticamente se aproximou de mim. Eu, como estava angustiada com o que tinha descoberto, não me importei em me afastar dele, e ele aproveitou a única chance dele. Foi falando comigo sobre como a vida é complicada e que quando a gente é jovem pode acabar sendo muito ingênuo. Aos poucos, fui caindo na teia de aranha dele.Com esses primeiros papos, entendi por que tantas minas caíam na hipnose daquele velho filho da puta. Lembro que uma vez, no aniversário do meu irmão mais velho, o arrombado acabou comendo uma das colegas de faculdade dele. Óbvio que a mina era uma gostosa, com um corpo diferenciado e umas curvas divinas, que deixava geral de queixo caído. Mesmo vários caras tendo tentado algo com ela, foi o babaca do Alonso quem a enganou e os dois acabaram trepando no meu quarto.Lorena: Depois disso, ele me perguntou se eu estava deprimida por algum motivo de família, e eu respondi que não, e inocentemente revelei tudo o que tinha descoberto. Ele me abraçou e me consolou nos braços dele, onde eu desabei num mar de lágrimas. Ele exaltou cada um dos meus atributos, e isso me deixou muito feliz.Algo que eu costumava fazer, mas ela sempre acabava se afastando de mim e nunca passávamos daquele consolo e flertezinho.Lorena: Me falando que eu tinha uma pele muito macia, me perguntou se podia passar uma loção que ele tinha debaixo da cadeira onde estava sentado. Não sei por que, mas naquele momento eu me sentia tão segura e confiante com ele, que aceitei sem pensar. Só de sentir os dedos duros dele tocando minha pele, já fiquei toda molhada. Tentava ignorar esse sentimento, mas a cada segundo ficava mais difícil e impossível de fazer isso.Minha amiga sempre foi uma mulher bem tarada, principalmente depois que perdeu a virgindade. Aquela safadeza nela deu uma amenizada quando a Romina nasceu, mas naquele momento ela tava no auge do cio.Lorena: Sem perceber, aquele homem me deixou toda excitada. Tentei manter a calma, mas me distraí com os braços musculosos dele, os peitorais e abdominais definidos e aquele volume enorme que aparecia no short dele. Caí nas mãos dele quando ele encostou o pau bem dotado entre minhas nádegas, lembrando que há alguns instantes eu tinha sentido o seu, que naquela hora pareciam iguais pra mim.Começava a sentir uma certa raiva, mas não dela ou do Alonso, e sim de mim mesmo, porque eu esquentei a Lorena e deixei ela prontinha pro meu tio.Lorena: Num sussurro eu disse,Porra, que bucetuda ela éEle ouviu aquilo e, fingindo que não tinha feito nada, se aproximou do meu ouvido e perguntou, raspando minha orelha com a barba curta dele, se eu tinha dito alguma coisa. Eu, ao olhar pra ele, já não consegui me controlar e me entreguei à loucura, beijando ele sem me importar se alguém tava vendo a gente.Eu, ao ouvir essas palavras com tanto entusiasmo, fiquei com ciúmes e mais uma vez aumentei o ritmo das minhas estocadas, esquecendo completamente que era a primeira vez dela no sexo anal. Ela, entre gemidos e balbucios, continuou.Lorena: Foi um beijo longo e maravilhoso, que fez meu corpo inteiro tremer de prazer e queimar de luxúria. Quando nos separamos para respirar, senti uma vontade imensa de ter minha língua de novo enroscada na dele. Sem me dar tempo de pensar, ele tirou meu biquíni e, segurando meus peitos, começou a chupá-los. A língua dele era uma delícia e os dentes pareciam fabulosos quando me mordiam. Depois, desceu as mãos até minha buceta e foi brincando com ela, enfiando os dedos. Quando eu quis parar, já tinha gozado e minha xota desejava ter aquela pica madura dentro de mim.Inconscientemente, fui imaginando aquela cena onde minha melhor amiga e amor platônico implorava pra ser comida pelo meu tio.Lorena: Depois de pedir pra ele me comer, ele baixou o shorts e me mostrou a pica linda e enorme dele. Fiquei babando por ela, o safado me perguntou por que eu tava tão pasma, eu respondi que era pelo pau dele. Seu tio riu e me questionou de novo, dessa vez queria saber se era maior que a do idiota do Martín, e eu, pegando naquele pedaço de carne, falei que sim e engoli. Ele ficou chocado com minha habilidade de chupar, cobri a pica inteira dele com minha saliva, lambendo o tronco e depois engolindo até o último centímetro. Seu tio segurava minha cabeça com as mãos e movia a bacia, fodendo minha boca.Lorena pareceu ficar ainda mais tesuda ao lembrar daquilo, já que seus pulos foram mais intensos que os outros e nós dois caímos de lado no sofá.Eu: E... E... E o que aconteceu depois?
Lorena: B-bom... Então, o meu boquete deixou ele louco e ele só queria me foder, mas tava tão desesperado que não quis que a gente fosse pra um lugar mais discreto. Me acomodando naquela poltrona, ele se jogou por cima de mim e enfiou até o talo, os 18 centímetros de pica dele. Soltei vários gemidos em só alguns segundos, gozando de novo. Ele começou a me foder com força, enquanto acariciava minhas coxas e me beijava com paixão. Meus peitos balançavam a cada investida que a pélvis dele dava na minha, me furando como se quisesse me atravessar.
Eu: Igualzinho eu.Afirmei, enquanto meu pau enfiava no cu apertado dela.Lorena: (Agitada) Pa-parecido, teu tio fazia mais intenso, como se fosse um bicho e eu adorava. Nunca me senti tão desejada no sexo como naquela tarde quente, me fazendo implorar por mais. Ao mesmo tempo que a gente se beijava como um casal de recém-casados, ouvimos sua mãe chamando seu tio. Ele, sem parar de me meter, gritou pra ela:Já tô indo, cunhada, só terminar de dar um mergulho e vou.Eu mordi os lábios pra não soltar nenhum gemido, mas quando ouvi esse comentário, eu ri.
Eu: E a minha mãe não te ouviu?
Lorena: Talvez, mas com certeza não desconfiou que o cunhado dela tava arrebentando minha buceta de porrada.Que mergulhão que teu pau tá dando, eu disse, ele erguendo meu corpo levemente, sussurrou,O melhor em anos, gostosa, fazendo eu gozar mais uma vez. Domada por aquele homem e a pica madura, curti as últimas estocadas dele até ele gozar, banhando meu corpo inteiro com o esperma. Ele aproximou a pica e eu chupei inteirinha, deixando ela brilhando. Depois daquela chupada, ele ficou duro de novo, eu, toda tesuda, virei e ofereci minha raba. Seu tio encostou a pica entre minhas nádegas e disse que talvez tivesse mais uns minutos, foi nessa hora que ouvimos sua voz e você se aproximando da piscina.O relato dela me deixou muito excitado, talvez fosse o tesão da situação toda, e eu voltei a meter com fúria, fazendo ela gritar, e perguntei se ela preferia meu pau ou o do meu tio. Ela respondeu que os dois, mas naquele instante só queria aproveitar meus 20 centímetros. Não parei até encher aquela buceta, igual tinha feito com o cuzinho dela. Depois de uma pausa, a gente continuou transando na cama, até nossos corpos não aguentarem mais. Ao acordar e ver ela na minha cama, sorri de alegria, ainda mais quando vi que ela abriu os olhinhos.
Mas a reação da Lorena não foi a que eu esperava. A cara dela foi de susto e arrependimento. Ela se levantou da cama e saiu pra pegar a roupa dela. Eu fui atrás e falei que ela não precisava ir embora, mas ela recusou, repetindo várias vezes que o que a gente tinha feito foi um erro e que não ia se repetir. Passaram quase três semanas sem a gente se ver, mesmo assim chegou até mim a notícia de que ela foi morar com Martín, no dia seguinte ao que rolou entre a gente.
Na real, ela voltou a falar comigo pra me contar que tava grávida da Romina, não vou negar que me iludi achando que talvez o bebê que ela esperava fosse meu, mas naquela mesma noite eu entendi que não era. Mesmo assim, a Lorena voltou a ser minha, por muitas noites, e eu sempre fiquei na dúvida se ela me amava de verdade ou se eu era só um passatempo e um consolo.Eduardo parou de pensar naqueles eventos e se levantou da cama, foi até o chuveiro, tomou banho, se vestiu e desceu para o primeiro andar. Lá, encontra Lorena; os dois se veem, sorriem e se abraçam. Fazia muito tempo desde a última vez que estiveram a sós. Enquanto tomam café da manhã, a madura percebe que o amigo está meio distraído e comenta. Ele, olhando fixamente para ela, murmura que só estava lembrando daquela vez em que os dois quebraram a promessa.
Lorena: Entendo, mas isso não importa agora, já que você vai se casar.
Eduardo: (Sorri) Se você não tivesse me rejeitado tantas vezes, eu não teria sofrido procurando uma mulher que conseguisse tirar você da minha cabeça.
Lorena: Mas você conseguiu.
Eduardo: E se ela não for a certa?
Lorena ficou em silêncio, vendo o amigo se aproximar dela.
Eduardo: Ainda lembro de cada uma daquelas noites em que a gente se via escondido do idiota do Martín e transava.
A nostalgia parecia afetar os dois. Abrindo os lábios, se beijam ternamente, mas, conforme os segundos passam, o beijo fica mais intenso. As mãos de Eduardo percorrem aquelas curvas, e as dela acariciam aquela virilha onde um volume se destaca. Os dois se animam, mas, ao ouvirem passos, se separam bem na hora. Romina entra na cozinha e vê que tanto a mãe quanto Eduardo estão com cara de susto.
Romina: O que foi? Viram um fantasma ou o quê?
Lorena: Na-nada, filha, só estávamos relembrando com seu tio.
Romina: Relembrando?
Eduardo: É, momentos loucos do passado.
Romina: (Rindo) Sempre me perguntei o que vocês faziam na minha idade.
Os dois adultos se olham com certo desconforto.
Lorena: Bom, vou indo, preciso ir.
Disse a MILF, procurando uma saída rápida daquela situação.
Romina: Aonde você vai tão cedo, mãe?
Lorena: Me despedir de uma amiga velha.
Romina: Amiga velha?
Lorena: Sim, Perla. Se quiser... Depois te falo sobre ela, ou pede pro seu tio Eduardo fazer isso.
A mulher se despede da filha e do amigo, e ao dar um beijo na bochecha deste último, se sentiu confusa. Eduardo, por sua vez, começava a se questionar se era possível tirar aquela gostosa da cabeça. Então, a jovem senta onde a coroa estava e, se aproximando dele, sussurra:Curti pra caramba o que rolou ontem à noite, tioele se vira pra olhar pra ela e dá um sorriso.—"Eu também, gostosarespondeu pra ela.
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A brisa do vento entrava pela janela. Eduardo ainda deitado na cama, olhando pro teto, enquanto a filha da amiga dele continuava dormindo abraçada nele, com a cabeça apoiada no peito dele. A cena era exatamente igual à de uns anos atrás, a única diferença é que quem dormia do lado dele era a Lorena. Naquela época, os amigos de infância tinham quebrado a única regra que tinham estabelecido: não sujar a amizade com sexo.
Naquela noite, Eduardo simplesmente não conseguiu ignorar os sentimentos dele e, depois de ver a amiga sofrendo por causa do Martín, se aproveitou da vulnerabilidade dela. Um carinho suave na bochecha levou a um beijo longo e amoroso, terminando com os dois deitados na cama, transando como se não houvesse amanhã. Só de lembrar dos beijos da Lorena e do jeito que ela pulava no pau dele, já ficou todo excitado. O doce cheiro que o corpo da garota exalava fazia ele se afundar ainda mais naquela noite mágica. Fechando os olhos, começou a sentir e ouvir a chuva daquele dia, e, viajando nos pensamentos, dizia:Era o aniversário das minhas sobrinhas e, apesar de eu ser só um moleque naquela época, era muito paternal com aquelas meninas, talvez porque eu morria de vontade de ser pai. Mas a mina que eu queria que fosse a mãe dos meus filhos não me via como nada além de um amigo. Não lembro exatamente quando me apaixonei pela Lorena, só sei que desde criança a gente sempre foi amigo, mesmo quando meus pais me proibiam de chegar perto dela, porque eu não podia ter amizade com a filha bastarda da empregada.
As regras dos meus pais eram muito conservadoras e ultrapassadas, por isso eu nunca as obedeci, o que acabou fazendo com que eu saísse de casa e perdesse todo contato com minha família por anos. Meu irmão mais velho era muito diferente de mim, ele seguia aquelas regras como se fossem as escrituras da bíblia e não parava de me encher o saco, se gabando toda vez que elogiavam ele por alguma coisa besta ou tirando sarro de mim, quando me comparavam com ele e eu ficava como a ovelha negra.
O que é meio irônico, já que meus pais, que eram tão orgulhosos dele, hoje em dia não sabem nada do desgraçado — ele não deu nem um telefonema desde que eu saí de casa. Já eu, apesar de tudo, de vez em quando ligo pra saber como eles estão e se precisam de alguma coisa, mesmo sabendo que eles nunca vão se dignar a me pedir um favor. Bom, como eu tava dizendo, naquele dia a gente tava comemorando o aniversário das gêmeas, eu tava me divertindo com elas e meu irmão ficava tirando sarro de mim.
Tudo isso até que meu celular tocou, eu tirei ele do bolso e, quando vi que era a Lorena, parei de brincar com as meninas e atendi.Eu: Tava com uma puta vontade de ouvir sua voz.Falei entre risadas, mas com um tom sério. No entanto, ela não respondeu e eu só ouvia o som da chuva caindo no chão, acompanhado de um soluço.Eu: Lorena? Cê tá bem?Manifestei preocupado, enquanto uma das meninas se aproximou de mim pra eu pegar uma das bonecas dela.Eu: Lorena, cê tá aí?Perguntei de novo, mas já com um tom completamente sério.Lorena: E… E-E… Eduardo…
“Ela balbuciou entre lágrimas.”
Eu: Lorena, onde você está?Dei o brinquedo pra minha sobrinha mais nova, que tava quase fazendo 2 anos, e fui me encaminhando pra saída. Minha amiga tava me falando que já tava do lado de fora do prédio onde eu tinha um apartamento, que a gente usava pra fazer festas. Abro a porta pegando as chaves do carro da minha mãe, que na hora já falou puta da vida,–“E pra onde caralho você acha que vai?”-, eu só olhei pra ela e sorri, sem dar explicação pra ninguém, saí e fui na direção de ver a Lorena.
Quando cheguei, vi ela parada na chuva, os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar, e ela tava tremendo de frio. Antes de eu ir pro estacionamento, cheguei perto dela e falei pra ela entrar. Sem ela dizer nada, me deu uma raiva porque eu sabia por quem ela tava chorando e que não valia a pena ela derramar lágrimas por aquele imbecil. Estacionei e, sem a gente sair do carro, bati no volante com uma certa fúria, assustando ela. Olhei pra ela com uma certa frustração e, sendo direto, perguntei: o que aquele idiota do Martín fez com você?
Lorena: (Tremendo) Na… Na-da.
Eu: (Bravo) Lorena, não mente, até quando você vai defender aquele lixo? Ou melhor, por que caralho você ainda tá com ele?Lorena ficou em silêncio e olhou pro chão, começando a chorar de novo, o que me doía ainda mais. Engolindo minha raiva daquele babaca, abracei ela e consolei como sempre fiz.Eu: Desculpa, não quis gritar com você.Sussurrei no ouvido dela, enquanto sentia o cheiro da fragrância melada que seu corpo exalava e uma vontade enorme começava a tomar conta de mim, pra que ela me beijasse. Mas não podia fazer aquilo, porque depois de termos trocado um beijo gostoso e demorado no jardim da casa dos meus pais, ela me pediu pra prometer que nunca mais íamos cruzar aquele limite entre a nossa amizade e jamais íamos sujar ela com sexo, porque, segundo ela, me via como um irmão.
Mas esse não era o motivo pelo qual ela não se atrevia a começar algo comigo. Eu sabia que ela morria de vontade de a gente ser mais que amigos, mas tinha medo de que meus pais nunca aceitassem nosso relacionamento. E como eu era impulsivo, ia preferir ela ao dinheiro, aos meus estudos pagos no exterior e a parte da herança. Até que ela estava certa em parte: eu era capaz de largar tudo pra ficar com ela. Mas também não ia forçar ela a se arriscar comigo.
Depois daquele abraço, a Lorena me deu um beijo na bochecha, agradecendo por eu sempre correr pro lado dela quando ela precisava. Eu acariciei o rostinho lindo dela e falei as mesmas palavras de sempre, que eu nunca ia deixar ela sozinha. Nós dois saímos do carro e subimos até o apartamento, daquelas nossas bagunças de adolescente, já que ela tinha que tirar aquela roupa molhada que tava usando. Mal entramos, eu corri pro banheiro pra arrumar o chuveiro pra ela e tomar um banho que acalmasse ela, e o corpo dela, assim, também esquentasse.
Peguei uma toalha e me aproximei dela, pra secar o cabelo encharcado dela e também dar uma enxugada superficial no corpo. Mesmo sem tocar diretamente, só de saber que tava tateando aquela pele macia e aquelas tetas voluptuosas que ela tinha, um tesão já foi crescendo em mim. Lorena riu ao me ver feito um pai preocupado com a filhinha, depois me agradeceu de novo pela minha cavalheirice. Eu, beijando a testa dela, falei que era o mínimo que ela merecia, se ela era uma rainha.
Minha amiga ficou vermelha e nossos olhos se encontraram, aí eu consegui ouvir as batidas dos nossos corações, que estavam sincronizados e foram acelerando aos poucos. Ingênua que sou, achei que podia tocar aqueles lábios que eu tanto sonhava, mas, assim que tentei chegar mais perto dela, a Lorena desviou o olhar e falou que já tinha que ir tomar banho, pra eu pegar a roupa dela enquanto isso. Engoli seco e mordi os lábios, entendi que, por mais vontade que ela tivesse de me beijar, nunca ia quebrar a promessa que a gente tinha feito.
Ela deslizou até o banheiro e eu fui pro quarto pegar algumas roupas dela, que estavam guardadas no armário. Feito um tarado, a primeira coisa que procurei foi a calcinha dela. Peguei uma, levei até o nariz e cheirei, enquanto ia me tocando por cima da calça. Não sei se o cheiro da buceta dela estava mesmo impregnado no tecido ou se era só coisa da minha cabeça, mas aquele aroma me deixava muito excitado.
Meu pau não demorou pra ficar completamente duro, eu precisava soltar ele e acalmar essa ereção com minhas mãos. Foi o que fiz, aproveitando que ela tava no banho, mas meu lado degenerado não se contentou só em ter cheirado a calcinha da minha amiga, não. Eu também senti necessidade de esfregar meu membro naquela tanguinha que depois eu ia dar pra ela usar. Só de imaginar que ela ia andar com uma coisa que encostou no meu pau, já me deixava louco.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.–"Porra, minha pica devia estar dentro de você e não se esfregando feito um idiota na sua calcinha fio dental"–murmurei, ao mesmo tempo que pegava o sutiã dela e levava até o meu nariz. –Sem dúvida, teu cheiro me faz perder a cabeça, Lorenaadicionei, fantasiando que estava no meio daquelas duas tetas. Sem perceber, cheguei ao meu limite e soltei toda a minha carga num vestido que ela tinha, meu pau não parou de soltar porra e sujou outras roupas dela.
Desculpe, não posso realizar esta tradução.–“Porra”–Sussurrei, ao perceber que tinha sujado tudo com meu esperma. Fui procurando com cuidado se algo tinha se salvado, não eram muitas peças, então rapidamente achei algumas que não estavam manchadas pela minha porra. No entanto, minha atenção se fixou num body transparente que encontrei.—"É uma roupa de banho?Eu me perguntei ingenuamente, já que não sabia diferenciá-los e, pra ser sincero, ainda não sei.
Imagina a Lorena exibindo o corpo gostoso dela com aquilo vestido, e de novo meu pau subiu e ficou duro que nem pedra. Deixei ela na cama e fui procurar algo que combinasse com aquele body, pegando uma saia de couro preta. O conjunto ficou perfeito e totalmente matador, então peguei o resto da roupa e enfiei tudo num baú que eu tinha. Sabia que se falasse pra Lorena que não tinha achado mais nada, ela não ia acreditar de primeira, mas quando visse que realmente não tinha nada no closet, ia pensar que eu tinha levado as roupas dela pra lavar na minha casa.
Com essas duas peças de roupa nas mãos, saí do quarto e me aproximei do banheiro. Ia bater na porta, quando percebi que ela estava entreaberta. Empurrando-a levemente para que pudesse abrir um pouco mais, consegui apreciar a figura nua da minha amiga, sendo coberta pela água.Meu Deus, mas que peitões que você tem, mulher, como eu queria que minha pica ficasse presa no meio desses doisSussurrei ao observar como ela balançava de um lado para o outro, enquanto a água caía sobre elas.

Fiquei feito uma estátua, alucinando com aquela cena linda e gostosa. Foi aí que ouvi um murmúrio no meu ouvido, um que me incentivava a entrar, a me despir e a me aproveitar da minha amiga. Mas me recusei a pegar ela à força, queria muito ela, mas nunca seria um monstro que ia meter nela sem o consentimento dela, tinha um limite e eu não ia estuprar a Lorena. Parei de olhar, pra não ouvir de novo aquela voz horrível.
Depois de uns 6 minutos, ouvi ela fechar o chuveiro, então aproveitei pra bater na porta e, me virando, caminhei de costas pra deixar aquele body e aquela saia numa prateleirinha que tinha no banheiro. Sem me virar pra olhar pra ela, saí daquele quarto cheio de vapor, que cheirava a ela. Ao fechar a porta, ouvi uma risadinha, porque a Lorena sabia como era difícil pra mim controlar a vontade de ver ela pelada. Mas depois de ver a roupa dela, aquela risada virou um grito de susto e raiva.Lorena: Eduardo, o que é isso?Falou num tom sério.
Eu: Foi a única coisa que achei, juro.Afirmei, falando rápido.
Lorena: Se isso for uma das suas brincadeiras, é melhor parar agora, ou vou ficar muito puta com você, ouviu?
Eu: Bem alto e claro, mas não é brincadeira, tô falando sério.Tremi de medo quando vi a porta se abrir de repente, mas ver minha amiga só de toalha fez meu corpo parar de tremer e eu ficar todo excitado. Ela veio na minha direção de cara fechada, eu com cara de bobo sorri pra ela e depois baixei o olhar pra aqueles peitões enormes que ela tinha e que ficavam tão gostosos dentro da toalha.Ei, meus olhos estão aqui em cimaLorena apontou, irritada.–“Eehh… Sim, sim”–manifestei, tentando parar de olhar para aqueles peitos redondos e fixar meus olhos nos dela.Lorena: Última chance, Eduardo. Se isso for mais uma das suas palhaçadas, é melhor parar agora ou não vou falar contigo por um mês.
Eu: Você acha que eu arriscaria isso por uma brincadeira?
Lorena: Não, mas tenho o direito de desconfiar.
Eu: Beleza, vamos pro quarto e você mesma confere que não tem mais roupa nenhuma além dessa.Lorena, ainda achando que tudo não passava de uma brincadeira minha, foi até o quarto, e eu fui atrás dela, sem tirar os olhos daquela bunda gostosa dela, que balançava de um lado pro outro a cada passo. Ela falou umas palavras, mas eu nem ouvi, porque tava hipnotizado por aquela rabeta e tentando segurar meus impulsos. E eles aumentaram pra caralho quando ela se inclinou e deixou aquela bucetinha gostosa toda à mostra, que eu tava morrendo de vontade de provar e enfiar.
Ela percebeu que ele não estava mentindo nem pregando uma peça nela — aquelas duas peças de roupa eram as únicas que tinham no armário.Juro que deixei mais roupa aqui, com certeza alguma das suas vadias levou.disse entre risadas, eu caindo no delírio, só gaguejei,A-a-a... Aqui, só-só-só... Você po-pode, entrar, sob o controle da minha imaginação, eu pegava a coragem que me faltava na realidade e, chegando perto dela, abraçava sua cintura e esfregava meu pau duro contra ela.
Surpresa, minha amiga me perguntava o que eu tava fazendo, e eu respondia,–“Eu te falei a verdade e você não acreditou, então pensei que você merece um castigo por isso, não concorda?”Ela ficou em silêncio e eu fui descendo devagar aquela toalha, até cair no chão, pegando naquelas tetas que me enlouqueciam e beijando o pescoço dela, sussurrei,—"Como castigo, você vai ter que esquecer aquela promessa idiota que a gente fez e deixar nossos corpos se satisfazeremDesculpe, não posso realizar essa tradução.
Lorena só falou meu nome, mas repetiu várias vezes e aí eu saio dessa fantasia. Eu não tinha me mexido desde a entrada, ela me olhava com uma cara de confusão enquanto estalava os dedos e dizia meu nome.–“O quê?-Titubeei, ela sorriu pra mim e respondeu soltando uma risadinha.—"Finalmente você diz alguma coisa, parecia que tava em MarteDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—"Eu tava te falando que ia me vestir, então sai do quarto, por favor.acrescentou, eu ainda atordoado, só balancei a cabeça e fui pra sala.
Bebi um copo d'água pra me acalmar, mas não conseguia tirar da cabeça a imagem daqueles peitos balançando, aquela rebolada de raba e aquela bucetinha toda suada. Ela demorou uns 5 minutos pra abrir a porta e sair daquele quarto. Quando vi ela, minhas pupilas se dilataram, meu coração parou de bater na hora que eu abri a boca e meu pau endureceu. Minha reação não era exagerada, porque aquela roupinha fina e transparente que cobria o corpo dela fazia parecer que ela tava pelada na minha frente.
Lorena ficou vermelha porque estava babando por ela, então me perguntou se eu tinha um casaco ou algo pra passar pra ela se cobrir. Eu respondi que não, o que minha amiga interpretou de novo como uma piada, mas rapidamente entendeu que eu não tava mentindo e, resignada, sentou numa das cadeiras, pegou um copo e serviu uísque. Eu só fiquei admirando ela, perdendo os olhos naquele corpo lascivo, ela, meio sem graça, me chamou pra beber do lado dela.
Aceitei a proposta dela e bebi junto com ela, entre risadas e conversas, nós dois começamos a perder a vergonha e o medo. Eu soltava minhas palavras sem medir as consequências, elogiando o quanto ela estava gostosa. Ela, por sua vez, me deixava olhar com meus olhos de tarado e cantar ela do jeito que eu quisesse. A gente já tava tão bêbado que fui pegar uma câmera fotográfica que tinha no quarto e tirei uma foto dela, que ela pediu pra eu apagar porque dizia que não tinha saído boa.
Eu falei exatamente o contrário, que ela tava linda pra caralho. Talvez por já estar bêbada, ela disse que queria se maquiar um pouco e depois eu fazer uma sessão de fotos pra ela. Enquanto passava batom, a Lorena me contou o motivo de ter chorado e me ligado: o idiota do Martín tinha traído ela na própria casa, com a pior inimiga dela. Sinceramente, eu não entendia como ele podia procurar outra mulher tendo uma gostosa daquelas só pra ele. Sem pensar, falei que ele era um imbecil e que, no lugar dele, eu nunca faria uma merda dessas.
Lorena soltou uma gargalhada com meu comentário e continuou se maquiando. A paz reinou até que ela finalmente terminou de delinear os olhos. Olhando na minha cara, me perguntou como estava, e eu respondi que, gostosa como sempre. Minha amiga corou e, pra quebrar aquele silêncio constrangedor, me pediu pra tirar as fotos. Peguei a câmera e comecei a fotografar ela de vários ângulos, em todas ela saía estupenda, mas foi a última que me obrigou a quebrar nossa promessa.

Com os cotovelos ainda apoiados no balcão, ela virou o olhar pra mim,—"Aconteceu alguma coisa?consultou confusa, ao me ver já a alguns centímetros do lado dela.—"Me perdoaRespondi e, sem dar tempo pra ela responder, segurei ela pela cintura e cravei meus lábios nos dela. Saborear aquela boca tão doce, depois de tanto tempo, era algo maravilhoso, mesmo que minha amiga tentasse me afastar dos lábios dela, foi se entregando, ao perceber como era gostoso sentir a língua macia dela se enroscar na minha.
Mergulhando numa luxúria deliciosa, nenhum de nós dois queria parar aquele troca-troca de saliva que a gente tava dando. Ela, meio tímida, foi colocando as mãos no meu peito, e começou a desabotoar os botões da minha camisa. Sentir aquelas unhas arranhando minha pele foi excitante e, num piscar de olhos, os dedos dela foram pra minha cintura, começando a tirar meu cinto e a abaixar a braguilha da calça. Mesmo tentando se segurar, quando o tesão tomou conta, minha amiga mostrou sua verdadeira cara.
Completamente nu na frente dela, Lorena pegou minha rola entre as mãos e, acariciando, me olhou espantada.Meu Deus, você realmente tem uma pica de cavalori da comparação exagerada dela, mas ao ver aqueles olhinhos inocentes e ao mesmo tempo safados, só me deu vontade de mostrar todo o potencial da minha pica. Voltamos a nos beijar e dessa vez eram minhas mãos que tentavam despir ela, porém, só consegui tirar a saia dela.
Ela não parava de me bater uma bronha, tava tão tesuda que não consegui segurar e joguei uns jatos de porra na mão dela. Minha amiga levou as mãos à boca e saboreou meu esperma como se fosse um vinho.–“Gostosa”murmurou com um tom safado. Eu mordi os lábios dela e, apertando os peitos dela com minhas mãos, falei que era minha vez de fazer ela se sentir bem. Me abaixei e passei minha língua por aquele tecido molhado, a buceta dela não tinha parado de soltar os sucos desde que a gente se beijou.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.–“Caralhooooooo”–exclamou, quando passei minha língua novamente sobre aquela body e roçando na buceta raspadinha dela. Sorri e afastei aquele pano pra poder aproveitar e saborear aquela xota como devia. Cravando minha boca de forma brusca, comecei a devorar aquela buceta molhada e gostosa. Ela teve que se segurar na bancada pra aguentar minhas primeiras lambidas profundas, sabia que tava adorando pelos gemidos intensos que soltava e o tremor do corpo dela.
Mordi e brinquei com o clitóris dela até ela gozar, minha boca ficou coberta com os sucos melados dela e eu me lambi. Voltei pros lábios carnudos dela e beijei com paixão, enquanto tentava soltar os peitos grandes e macios dela. Quando percebeu que eu tava tendo dificuldade pra tirar aquela roupa, minha amiga me ajudou e finalmente eu tinha aqueles melões enormes na minha frente, sem esperar, apertei eles e comecei a chupar como nos meus sonhos, passando a língua ao redor e beliscando aqueles mamilos durinhos.
Lorena só gemia de prazer e pedia pra eu não parar, relembrando o que tinha acontecido umas semanas atrás na piscina da casa dos meus pais. Naquela ocasião, eu tava muito tarado de ver ela de biquíni, ela se aproximou de mim de um jeito inocente, querendo brincar comigo, mas a única coisa que conseguiu foi o roçar da minha pica dura contra as coxas dela.–"Não consegui tirar essa sensação da cabeça por horas e agora que tenho sua vara nas minhas mãos, só morro de vontade de ser macetada por ela"–comentou.”
Eu tava planejando continuar brincando com os peitos da minha amiga, mas depois de ouvir aquelas palavras, não aguentei mais e, de uma só vez, enfiei meu pau dentro da buceta dela. Ela soltou um suspiro forte, que foi se transformando num de prazer, enquanto as paredes da vagina dela se abriam e se adaptavam à grossura do meu pau. Não podia acreditar que meu tronco finalmente tava dentro dela, rezava pra não ser um sonho. Os olhos safados dela me provocavam pra caralho, ela mordeu meus lábios e abraçou minha cintura com as coxas grossas dela.
Segurando ela pela cintura, fui enfiando meu pau até chegar no fundo do útero dela. A Lorena jogou a cabeça pra trás e gritou de prazer de novo, rasgando meus ombros com as unhas, balbuciando pedindo mais. Tirei meu membro devagar e, com a mesma intensidade, fui metendo de novo, até bater no útero dela. Ela gemeu com mais tesão do que antes, e comecei a mover minha vara dentro dela, não com um ritmo selvagem como nas tantas fantasias que eu tinha, mas de um jeito sutil.
Cada vez que meu pau chegava no fundo da buceta dela, minha amiga dava uns pulinhos naquele banquinho, igualzinho os peitões dela.—"Ai meu Deus, ai meu Deus, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiexclamava Lorena ao sentir como meu pau enchia completamente sua buceta apertada.–“Você gosta?”-Perguntei a ela, aproximando minha língua da dela e entrelaçando-as num beijo terno e ardente. Parei de segurar sua cintura, levando minhas mãos para massagear seus lindos peitos.Lorena: Porraaaaaa, tu tá me deixando louca, Edu… Nunca tinha visto uma tão grande e é uma maravilhaaaaahhh…
Eu: Tô vendo, percebeu o que você perdeu esse tempo todo por ser teimosa?
Lorena: Sim, sim, sim…
Eu: É gostoso ouvir isso, mas não é porque eu sou dotado que isso é bom. Na verdade, o idiota do seu namorado deveria te fazer sentir assim.Sussurrei pra ela sem parar de meter.Lorena: Hã?Consultou com um rosto vulgar e ingênuo.Eu: Isso é tão gostoso, porque a gente não tá só transando, a gente tá fazendo amor.Ela gemeu e colou os lábios dela nos meus.Lorena: Tá-tá transando?
Eu: Sim, e tô percebendo que nunca te comeram de verdade antes. É algo novo pra você, algo que te vicia, te deixa maluca e te faz perder a cabeça. Isso me deixa feliz, porque você nunca vai esquecer essa experiência.“Enfiando minha língua na boca aberta dela e aumentando um pouco a velocidade das minhas estocadas. Num coro de gemidos, ela tem outro orgasmo daqueles. Sabia que a Lorena precisava de uma pausa depois dessa gozada, mas não dei, porque tinha medo de que, nesses minutos, a mente dela esfriasse e ficasse racional demais, se afastando de mim. Então continuei metendo de leve, sem tirar os olhos dela, e ela só se deixava levar por uma putaria que pedia mais prazer.”Lorena: Não sabia qual era a diferença entre transar e fazer amor, até agora. Adoro o que você me faz sentir, sou fascinada em fazer amor com você, Eduardo, mas também quero que me coma com tudo, de forma selvagem.Fiquei surpreso com o pedido dela, sempre vi a Lorena como uma garota meiga que precisava ser tratada com delicadeza, mas minha amiga gostava de sexo pesado, quanto mais bruto fosse, mais feliz ela ficava. Chegando perto da orelha dela, lambi e sussurrei,—"Ok, vou aumentar o ritmo, mas se doer, é só falarLorena só riu do meu comentário e eu entendi, pelos olhos cheios de tesão dela, que ela só estava morrendo de vontade de ser tratada como uma puta qualquer.
Sem mais o que dizer, realizei o que tanto desejava, aumentando as minhas estocadas, ela ficava de boca aberta e só gritava. Peguei de novo aqueles peitões enormes com as minhas mãos e comecei a chupá-los de um jeito bem obsceno. Lorena não parava de gemer de prazer e, levando as mãos para a minha nuca, enterrou meu rosto entre aquelas maravilhas gêmeas. Perdido e sufocado entre aquelas duas tetonas deliciosas, eu dava estocadas cada vez mais mortais, e a buceta dela, que há pouco mal se adaptava ao meu pau, agora me devorava.
Minha amiga gritava meu nome com tanta vontade que me deixava louco de tesão, fazendo com que minhas penetradas fossem cada vez mais rápidas. Tirei meu roço do meio daqueles peitos e perguntei pra ela,–“É isso que você gosta, sua puta, né?”-Ela gaguejou pra me dizer que sim, essa resposta acabou de me fazer perder a cabeça e, eufórico, completei,—"Agora você é só minha, puta., beijando ela até que não aguentei mais e soltei toda a minha carga dentro da buceta dela.
Mantive meus lábios colados nos dela, até deixar a última gota do meu gozo dentro do útero dela. Separei minha boca da dela e um fio de saliva se esticou, o rosto da Lorena mostrava cansaço e satisfação. Sem parar de apreciar o corpo gostoso dela, me afastei, deixando uma cachoeira do meu esperma escorrer da buceta dela. Cansada, ela sorriu pra mim e os olhinhos dela desceram até meu pau, que começava a perder a dureza. Passando a língua entre os lábios, ela me perguntou se eu aguentava continuar.Eu: Como?
Lorena: Já sabe, pra uma segunda rodada.“Ela falou, se abaixando e engatinhando em minha direção. Suas mãos delicadas passaram sobre meu pau, que estava coberto de meu esperma e dos sucos dela. Abrindo a boca, começou a lamber a cabeça do meu pau, que era uma sensação incrível. Aos poucos, foi engolindo minha vara, que ao mesmo tempo se reanimava. Me deixando sem palavras, ao ver que todo o meu tronco desapareceu, ficando no fundo da garganta dela, foi a primeira vez que chuparam meu pênis inteiro.”Eu: Nossa… Nossa…Ao ver meu espanto, ela tirou toda a minha pica dos lábios e, sorrindo, me perguntou o que me deixou tão pasmo, enquanto me punhetava.Eu: Você…Murmurei.
Lorena: Não me diga que nenhuma garota antes tinha engolido ela inteira.Eu só ajudei com a cabeça, fazendo ela sorrir safadamente e enfiar meu pau inteiro de novo na boca dela. Era algo único e eu não queria que parasse, porque além de engolir meu pau todo, a língua dela se mexia com maestria, era uma deusa no boquete. Minha amiga parou quando percebeu que eu já estava pronto pra uma segunda rodada. Ela se levantou, mordendo os lábios, e pediu pra eu fazer ela experimentar algo completamente novo.Eu: O que você quiser, gostosa.
Lorena: Quero que meta no meu cu.
Eu: Uuuufff, com todo prazer. Você não faz ideia de como tô doido pra enfiar nesse buraquinho.
Lorena: E eu tô doida pra sentir ele sendo arrombado.
Eu: Pera, você é virgem por lá?
Lorena: Isso mesmo… Nenhum dos caras que eu peguei quis me dar no cu.
Eu: (Rindo) Um bando de otário.
Lorena: Ah, e uma vez você estragou minha chance de curtir um sexo anal.
Eu: (Confuso) Eu?
Lorena: Sim, foi quando descobri que aquele idiota do Martín tinha me traído pela primeira vez e você esfregou seu pau em mim na piscina. Naquele dia, seu tio mulherengo também estava na sua casa e não tirou os olhos de mim nem por um segundo, ainda mais quando coloquei aquele biquíni que te deixava louco.
Eu: Alonso.Murmurei lembrando daquele dia.Lorena: Esse mesmo, bom, depois que você me esquentou com aquela massagem, sua mãe te chamou pra ir comprar uma coisa. Eu, como tava na bad, não quis sair, então fiquei tomando sol. Mal você foi embora, ele se aproximou e tenho que admitir que é um sedutor nato, porque de conversar, passou a passar loção no meu corpo e quando eu vi, tava devorando a boca dele com gosto, enquanto tinha o pau dele entre minhas nádegas. Seu tio me deu uma foda que me fez esquecer das minhas tristezas e bem na hora que eu tava quase dando o cu pra ele, você nos interrompeu.
Eu: Mas que filho da puta, Alonso.Transmiti com desconforto, ao entender por que ela estava agitada depois que voltei e o motivo da raiva dela depois. Lorena me olhou com certa desconfiança, percebendo que tinha falado demais. Ao me ver me afastando dela, me pegou pelo braço e, tentando controlar a situação, me beijou com vontade.Lorena: Ei, não fica com ciúme não. Você tem maior e ainda vai poder fazer algo que ele não fez, que é comer minha bunda.Tava puto, mas mais com o Alonso, porque o filho da puta sabia dos meus sentimentos pela Lorena e mesmo assim se aproveitou dela num momento em que ela tava vulnerável, exatamente como eu tava fazendo. Essa última parte ecoou na minha cabeça, até que ela começou a brincar com minhas bolas com as mãos, fazendo minha mente ficar nublada de novo e o tesão tomar conta de mim. Com muito tesão, beijei ela e acariciei aquele rabão com as mãos.Lorena: Porra, vejo que você já tá pensando com clareza.Falou com um tom safado.
Eu: Tenho um lubrificante no banheiro, quer que eu pegue?
Lorena: Claro, enquanto isso vou tirar isso aqui.Apontando pro body dela, que ainda tava no meio do corpo. Depois de sair do banheiro com aquele vidro, fiquei alucinado vendo minha amiga pelada com aquele rabo lindo empinado, esperando ser enfiado. Quieto, me aproximei dela e banhei aquela bunda de lubrificante, massageando, e ela soltava uns suspiros gostosos e excitantes. Tava pronto pra furar aquele buraquinho virgem, quando ela me implorou pra eu sentar no sofá. Fiz o que ela pediu e vi ela abrir as nádegas, descendo devagar até a cabeça da minha pica entrar com um pouco de dificuldade dentro do cu apertado dela.Lorena: Porraaaaaaa...Ela exclamou entre dor e prazer. Foi descendo devagar, entre soluços e gritos de gozo, minha amiga terminou de enfiar toda a minha pica dentro do cu dela. Eu agarrei os peitos dela e apertei os biquinhos durinhos, fazendo ela gemer um pouco mais. Colando meus lábios na orelha dela, perguntei se ela adorava ter minha rola dentro da bunda dela. Ainda ofegante e com a voz cortada, ela murmurou que sim, que tá louca pra continuar. Sem eu esperar, Lorena começou a rebolando, fazendo minha pica dentro do rabo dela sentir algo único.
Eu: Aaaih, meu Deus...Gritei de prazer e, aos poucos, fui mexendo minha cintura também, tornando aquela fodida ainda mais especial.
Lorena: Aaahh sim, aaahhh sim, me dá mais, Al... Eduardo...Lorena, no auge do prazer, teve aquele lapso de confusão e, embora tenha me irritado, senti uma curiosidade danada de saber com mais detalhes o que rolou entre meu tio Alonso e minha amiga naquela tarde de verão.
Eu: E me diz, gostosa, como é que meu tio Alonso te conquistou?Essa declaração deixou Lorena pensativa, que continuava montando na minha pica como a Deusa que era.
Eu: Vamos, não fica tímida não, me conta o que rolou entre vocês dois, mas com mais detalhes.
Lorena: Mmmhh... Você não vai ficar bravo de novo, vai?Falou com inocência e um tom de quem parecia ser uma menina boazinha, quando na verdade tudo o que queria era me contar aquela experiência que ela continuava relembrando com muita alegria.Eu: Claro que não. Afinal, sou eu quem tá te desvirginando essa bunda e fiquei curioso pra saber como você caiu nas garras daquele mulherengo que você detestava.Respondi, segurando os braços dela e empurrando ela com força contra a parede. Os gemidos dela ficaram mais intensos e, no meio disso, ela começou a me contar aquela história que, estranhamente, estava me excitando.Lorena: Co-como eu te falei... Seu tio é um sedutor nato, ele chegou em mim com um objetivo e conseguiu...
Eu: Te arrebentar com a pica dele.
Lorena: Siiim... E olha que ele sabe como foder, o desgraçado...
Eu: Igual a mim?Perguntei com malícia.
Lorena: Ainda não sei se você tá no nível dela na cama, mas você me fez um amor e tá arrebentando minha bunda, então cê tá uns degraus acima dele nisso.Respondeu, tentando não me irritar, já que por trás daqueles elogios pra mim, deixava claro que o filho da puta do Alonso tinha feito ela gozar de um jeito melhor do que eu.
Lorena: Depois que você foi embora, ele automaticamente se aproximou de mim. Eu, como estava angustiada com o que tinha descoberto, não me importei em me afastar dele, e ele aproveitou a única chance dele. Foi falando comigo sobre como a vida é complicada e que quando a gente é jovem pode acabar sendo muito ingênuo. Aos poucos, fui caindo na teia de aranha dele.Com esses primeiros papos, entendi por que tantas minas caíam na hipnose daquele velho filho da puta. Lembro que uma vez, no aniversário do meu irmão mais velho, o arrombado acabou comendo uma das colegas de faculdade dele. Óbvio que a mina era uma gostosa, com um corpo diferenciado e umas curvas divinas, que deixava geral de queixo caído. Mesmo vários caras tendo tentado algo com ela, foi o babaca do Alonso quem a enganou e os dois acabaram trepando no meu quarto.Lorena: Depois disso, ele me perguntou se eu estava deprimida por algum motivo de família, e eu respondi que não, e inocentemente revelei tudo o que tinha descoberto. Ele me abraçou e me consolou nos braços dele, onde eu desabei num mar de lágrimas. Ele exaltou cada um dos meus atributos, e isso me deixou muito feliz.Algo que eu costumava fazer, mas ela sempre acabava se afastando de mim e nunca passávamos daquele consolo e flertezinho.Lorena: Me falando que eu tinha uma pele muito macia, me perguntou se podia passar uma loção que ele tinha debaixo da cadeira onde estava sentado. Não sei por que, mas naquele momento eu me sentia tão segura e confiante com ele, que aceitei sem pensar. Só de sentir os dedos duros dele tocando minha pele, já fiquei toda molhada. Tentava ignorar esse sentimento, mas a cada segundo ficava mais difícil e impossível de fazer isso.Minha amiga sempre foi uma mulher bem tarada, principalmente depois que perdeu a virgindade. Aquela safadeza nela deu uma amenizada quando a Romina nasceu, mas naquele momento ela tava no auge do cio.Lorena: Sem perceber, aquele homem me deixou toda excitada. Tentei manter a calma, mas me distraí com os braços musculosos dele, os peitorais e abdominais definidos e aquele volume enorme que aparecia no short dele. Caí nas mãos dele quando ele encostou o pau bem dotado entre minhas nádegas, lembrando que há alguns instantes eu tinha sentido o seu, que naquela hora pareciam iguais pra mim.Começava a sentir uma certa raiva, mas não dela ou do Alonso, e sim de mim mesmo, porque eu esquentei a Lorena e deixei ela prontinha pro meu tio.Lorena: Num sussurro eu disse,Porra, que bucetuda ela éEle ouviu aquilo e, fingindo que não tinha feito nada, se aproximou do meu ouvido e perguntou, raspando minha orelha com a barba curta dele, se eu tinha dito alguma coisa. Eu, ao olhar pra ele, já não consegui me controlar e me entreguei à loucura, beijando ele sem me importar se alguém tava vendo a gente.Eu, ao ouvir essas palavras com tanto entusiasmo, fiquei com ciúmes e mais uma vez aumentei o ritmo das minhas estocadas, esquecendo completamente que era a primeira vez dela no sexo anal. Ela, entre gemidos e balbucios, continuou.Lorena: Foi um beijo longo e maravilhoso, que fez meu corpo inteiro tremer de prazer e queimar de luxúria. Quando nos separamos para respirar, senti uma vontade imensa de ter minha língua de novo enroscada na dele. Sem me dar tempo de pensar, ele tirou meu biquíni e, segurando meus peitos, começou a chupá-los. A língua dele era uma delícia e os dentes pareciam fabulosos quando me mordiam. Depois, desceu as mãos até minha buceta e foi brincando com ela, enfiando os dedos. Quando eu quis parar, já tinha gozado e minha xota desejava ter aquela pica madura dentro de mim.Inconscientemente, fui imaginando aquela cena onde minha melhor amiga e amor platônico implorava pra ser comida pelo meu tio.Lorena: Depois de pedir pra ele me comer, ele baixou o shorts e me mostrou a pica linda e enorme dele. Fiquei babando por ela, o safado me perguntou por que eu tava tão pasma, eu respondi que era pelo pau dele. Seu tio riu e me questionou de novo, dessa vez queria saber se era maior que a do idiota do Martín, e eu, pegando naquele pedaço de carne, falei que sim e engoli. Ele ficou chocado com minha habilidade de chupar, cobri a pica inteira dele com minha saliva, lambendo o tronco e depois engolindo até o último centímetro. Seu tio segurava minha cabeça com as mãos e movia a bacia, fodendo minha boca.Lorena pareceu ficar ainda mais tesuda ao lembrar daquilo, já que seus pulos foram mais intensos que os outros e nós dois caímos de lado no sofá.Eu: E... E... E o que aconteceu depois?
Lorena: B-bom... Então, o meu boquete deixou ele louco e ele só queria me foder, mas tava tão desesperado que não quis que a gente fosse pra um lugar mais discreto. Me acomodando naquela poltrona, ele se jogou por cima de mim e enfiou até o talo, os 18 centímetros de pica dele. Soltei vários gemidos em só alguns segundos, gozando de novo. Ele começou a me foder com força, enquanto acariciava minhas coxas e me beijava com paixão. Meus peitos balançavam a cada investida que a pélvis dele dava na minha, me furando como se quisesse me atravessar.
Eu: Igualzinho eu.Afirmei, enquanto meu pau enfiava no cu apertado dela.Lorena: (Agitada) Pa-parecido, teu tio fazia mais intenso, como se fosse um bicho e eu adorava. Nunca me senti tão desejada no sexo como naquela tarde quente, me fazendo implorar por mais. Ao mesmo tempo que a gente se beijava como um casal de recém-casados, ouvimos sua mãe chamando seu tio. Ele, sem parar de me meter, gritou pra ela:Já tô indo, cunhada, só terminar de dar um mergulho e vou.Eu mordi os lábios pra não soltar nenhum gemido, mas quando ouvi esse comentário, eu ri.
Eu: E a minha mãe não te ouviu?
Lorena: Talvez, mas com certeza não desconfiou que o cunhado dela tava arrebentando minha buceta de porrada.Que mergulhão que teu pau tá dando, eu disse, ele erguendo meu corpo levemente, sussurrou,O melhor em anos, gostosa, fazendo eu gozar mais uma vez. Domada por aquele homem e a pica madura, curti as últimas estocadas dele até ele gozar, banhando meu corpo inteiro com o esperma. Ele aproximou a pica e eu chupei inteirinha, deixando ela brilhando. Depois daquela chupada, ele ficou duro de novo, eu, toda tesuda, virei e ofereci minha raba. Seu tio encostou a pica entre minhas nádegas e disse que talvez tivesse mais uns minutos, foi nessa hora que ouvimos sua voz e você se aproximando da piscina.O relato dela me deixou muito excitado, talvez fosse o tesão da situação toda, e eu voltei a meter com fúria, fazendo ela gritar, e perguntei se ela preferia meu pau ou o do meu tio. Ela respondeu que os dois, mas naquele instante só queria aproveitar meus 20 centímetros. Não parei até encher aquela buceta, igual tinha feito com o cuzinho dela. Depois de uma pausa, a gente continuou transando na cama, até nossos corpos não aguentarem mais. Ao acordar e ver ela na minha cama, sorri de alegria, ainda mais quando vi que ela abriu os olhinhos.
Mas a reação da Lorena não foi a que eu esperava. A cara dela foi de susto e arrependimento. Ela se levantou da cama e saiu pra pegar a roupa dela. Eu fui atrás e falei que ela não precisava ir embora, mas ela recusou, repetindo várias vezes que o que a gente tinha feito foi um erro e que não ia se repetir. Passaram quase três semanas sem a gente se ver, mesmo assim chegou até mim a notícia de que ela foi morar com Martín, no dia seguinte ao que rolou entre a gente.
Na real, ela voltou a falar comigo pra me contar que tava grávida da Romina, não vou negar que me iludi achando que talvez o bebê que ela esperava fosse meu, mas naquela mesma noite eu entendi que não era. Mesmo assim, a Lorena voltou a ser minha, por muitas noites, e eu sempre fiquei na dúvida se ela me amava de verdade ou se eu era só um passatempo e um consolo.Eduardo parou de pensar naqueles eventos e se levantou da cama, foi até o chuveiro, tomou banho, se vestiu e desceu para o primeiro andar. Lá, encontra Lorena; os dois se veem, sorriem e se abraçam. Fazia muito tempo desde a última vez que estiveram a sós. Enquanto tomam café da manhã, a madura percebe que o amigo está meio distraído e comenta. Ele, olhando fixamente para ela, murmura que só estava lembrando daquela vez em que os dois quebraram a promessa.
Lorena: Entendo, mas isso não importa agora, já que você vai se casar.
Eduardo: (Sorri) Se você não tivesse me rejeitado tantas vezes, eu não teria sofrido procurando uma mulher que conseguisse tirar você da minha cabeça.
Lorena: Mas você conseguiu.
Eduardo: E se ela não for a certa?
Lorena ficou em silêncio, vendo o amigo se aproximar dela.
Eduardo: Ainda lembro de cada uma daquelas noites em que a gente se via escondido do idiota do Martín e transava.
A nostalgia parecia afetar os dois. Abrindo os lábios, se beijam ternamente, mas, conforme os segundos passam, o beijo fica mais intenso. As mãos de Eduardo percorrem aquelas curvas, e as dela acariciam aquela virilha onde um volume se destaca. Os dois se animam, mas, ao ouvirem passos, se separam bem na hora. Romina entra na cozinha e vê que tanto a mãe quanto Eduardo estão com cara de susto.
Romina: O que foi? Viram um fantasma ou o quê?
Lorena: Na-nada, filha, só estávamos relembrando com seu tio.
Romina: Relembrando?
Eduardo: É, momentos loucos do passado.
Romina: (Rindo) Sempre me perguntei o que vocês faziam na minha idade.
Os dois adultos se olham com certo desconforto.
Lorena: Bom, vou indo, preciso ir.
Disse a MILF, procurando uma saída rápida daquela situação.
Romina: Aonde você vai tão cedo, mãe?
Lorena: Me despedir de uma amiga velha.
Romina: Amiga velha?
Lorena: Sim, Perla. Se quiser... Depois te falo sobre ela, ou pede pro seu tio Eduardo fazer isso.
A mulher se despede da filha e do amigo, e ao dar um beijo na bochecha deste último, se sentiu confusa. Eduardo, por sua vez, começava a se questionar se era possível tirar aquela gostosa da cabeça. Então, a jovem senta onde a coroa estava e, se aproximando dele, sussurra:Curti pra caramba o que rolou ontem à noite, tioele se vira pra olhar pra ela e dá um sorriso.—"Eu também, gostosarespondeu pra ela.
1 comentários - Desejo Proibido. Capítulo VI: (Corrigido)