El culo de Mili 28

Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que já não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade.

A gente continuou deitado, ela em cima de mim, numa posição estranha, em silêncio, bem, com respiração pesada enquanto a gente se recuperava… até que meu pau foi saindo do cu dela e a porra com ela… só aí ela saiu de cima e foi se limpar com a calcinha pequena dela…

Nisso, a gente viu uma luz se movendo ao nosso redor… era uma lanterna… merda… o vigia… A Mili veio rapidinho pro meu lado. A gente se encolheu em silêncio atrás de um arbusto pra se esconder. Esperamos um tempo até que a luz foi sumindo lá longe.

- Uffa… ela suspirou ao ver o perigo passar.

Depois, a Mili me disse que era um conhecido do pai dela, filho de um militar amigo dele que tinha ficado sem emprego e que ele conseguiu o trampo pra ele ali. Com certeza era o cara que ele ameaçou que tinha gente no clube pra cuidar da filha dele e vigiar a cabana.

Quando a Mili viu que eu continuava parado, mergulhado nos meus pensamentos, lembranças, remorsos, etc., ela se deitou de lado pra me olhar, talvez pensando que eu ainda tava ressentido ou puto com ela… eu parecia uma daquelas minas em choque depois que perdem a virgindade… tava quase uma estátua…

- Aconteceu alguma coisa? – perguntou preocupada.

- Nada… me deu uma tontura, a bebida, a agitação, acho que foi uma mistura de tudo… – me desculpei.

- Hummm… eu sei o que pode te reanimar… – disse ela, toda safada.

Com certeza ela pensou que naquela posição eu esperava o nosso ritual de sempre… ela se afastou um pouco e depois se ajoelhou e limpou meu pau de um jeito bem caprichado. Conseguiu me relaxar, arrancando uns suspiros gostosos e umas gotinhas extras de porra, que ela engoliu sem problema… como que pra se desculpar pelo chilique que deu… depois, se deitou do meu lado…

- Você realmente acha que vai ser minha última parceira? – disse carinhosa, apoiando a cabeça no meu peito.

- Sim, eu gostaria… – falei sincero, e depois completei… acho que vou te dar uma lâmpada, igual a do Aladim… - Uma lâmpada? Pra quê?... perguntei curiosa.
- Pra você guardar esse gênio de merda que você tem... falei num tom de brincadeira e bronca.
- Kkkk... tá bom... ela respondeu feito menina repreendida.
- Você precisa aprender a se controlar... você é muito explosiva... reclamei mais calmo.
Talvez soe racista, mas a gente fica com aquela imagem de que as morenas são mais briguentas, ou pelo menos é o estereótipo de alguns filmes... mas indo mais pelo lado familiar, a mãe dela, apesar de ser de pele clara, parecia meio colérica, se dominava aquele moreno gigante... e bom, o pai dela também tinha um ar autoritário... Porra... domar essa mina ia dar trabalho, pensei.
- Mas é que você olhava muito pra Vane... ela disse se justificando e depois fez a pergunta que eu temia... será que ela te fez algo? Ou te disse algo?...
Talvez naquele momento eu devesse ter dito a verdade, mentiras não duram muito... além do mais, o que rolou com a Vane não foi culpa minha... mas não quis estragar o momento pra ela, a Mili já tava preocupada demais com o negócio da mãe dela.
- Com tudo que aconteceu... não tô afim... não sei como agir com ela... não me passa confiança... e não sei se é boa pro Guille... respondi.
- Bom, isso como você mesmo disse, é problema deles... são adultos... retrucou a Mili.
- É... Você tem razão... falei engolindo tudo.
Resolvemos voltar pra festa, no caminho percebi que a Mili ainda tava com a saia em cima da buceta e o decote abaixo dos peitos... chamei a atenção dela e ela ficou vermelha que nem tomate... aí tivemos que nos esconder de novo... Mili me puxou de repente, pensei que era o segurança de novo... mas...
Eram a Vane e o Guille, tavam saindo da festa, pelo visto eles também tinham tido uma discussãozinha, o Guille parecia estar reclamando algo... mas eu notava que a Vane, mais do que prestar atenção nele, olhava pra todo lado... será que tava nos procurando?, saber se eu terminei com a Mili pra aproveitar a situação... será que o Guille tava puto pela atenção que ela ainda me dava?...
Depois disso Depois do alongamento da Mili, decidimos sair de entre as árvores, de mãos dadas… agora quem ficou com a cara descomposta foi a Vane… a tática dela de nos fazer brigar tinha dado efeito contrário… o Guille, na verdade, diminuiu a raiva que sentia dela, tentando disfarçar que eles também estavam bem.
— Já imagino o que vocês devem ter feito… — ela disse brincando em voz baixa, mas a Mili ouviu.
Fiz um sinal pra ela calar a boca, tinha confiança entre nós como amigos… mas não com a Mili, que não curtia esse tipo de brincadeira… e ela percebeu quando viu a Mili ficar vermelha.
Depois a Mili foi consolar a Vane, que parecia arrasada… deve ser força de gênero, em algumas situações as mulheres se apoiam… ainda mais com a víbora da Vane se fazendo de vítima, provavelmente por causa da briga com o Guille. As duas foram pro banheiro, o pretexto que as fofoqueiras usam pra conversar…
— O que rolou?… — me atrevi a perguntar, vendo o Guille contrariado.
— Qual é… você sabe… — ele disse, desconfortável.
Pensei por um instante que a Vane tinha contado tudo, mas se fosse assim… igual ao Javier, já teria me dado uma porrada.
— Do que você tá falando?… — insisti, me fazendo de desentendido.
— Ela ainda tem uma fixação em você… ela fez alguma coisa? ou falou algo?… — perguntou, irritado.
Era a segunda vez que me perguntavam isso, primeiro foi a Mili e agora o Guille… e de novo neguei, dessa vez com a cabeça… desperdicei a segunda chance que tive, também não quis estragar a ilusão do meu amigo que tanto me apoiou… achei que não era o lugar nem o momento certo.
Mas senti que, por proteger meu amigo e minha namorada, estava cavando minha própria cova… como o sábio Guille disse: “faça o que fizer, vai cagar no pau”… antes, por contar as coisas pra eles, meti eles nessa enrascada… agora talvez eu caísse sozinho na armadilha que a Vane preparasse e sofresse as consequências sozinho.
— Desculpa, não fico à vontade com a Vane por perto, não sei como agir depois de tudo que aconteceu… — confessei e completei… — ela é muito instável… me passa confiança…
— Você tem razão, ela foi carinhosa comigo, agora me diz que sou muito ciumento e possessivo… mas só quero saber o que passa na cabeça dela… por que ela age assim?... — disse ele, aflito.
— Não se iluda com ela… é muito complicada… vai foder sua vida… — aconselhei.
— Eu sei… mas já me compliquei… — disse ele, sobrecarregado, era um cego apaixonado ou obcecado.
Por mais que eu aconselhasse, ele não me daria ouvidos até se dar conta por si mesmo… cada um escolhe a parede contra a qual vai se espatifar, ou seja, todo mundo já se teimou numa relação, forçando a barra pra dar certo… só me restou oferecer um drink pra ele esquecer aquilo por um momento…

Depois de um tempo, as minas voltaram, sentaram meio na bad na nossa mesa, mas foram se soltando na conversa… de novo a Vane entrou no modo neutro, resolvi não ligar, difícil com o quanto eu tava bêbado e o gelo que a Mili me deu. A Vane, na real, focou a atenção no Guille, o cara que brigou com ela, dando uns olhares cheios de rancor… e a Mili, bom, voltou a ser carinhosa comigo.

Enquanto a gente olhava os poucos jovens que ainda dançavam, percebemos que távamos cansados e decidimos voltar pras cabanas… no caminho, eu e o Guille descobrimos que as minas tinham decidido, enquanto estavam no banheiro, dormir na mesma cabana, na da Mili…

Claramente era o castigo que a Vane tava dando pro Guille por ter gritado com ela… mas que culpa eu tinha disso? Já tinha bolado um jeito de escapar pra ver a Mili… depois pensei… essa parada de dormir juntas, seria literal, ou seja, a vingança final da Vane seria… dormir com minha mina?... torná-la lésbica?...

Acho que no meu estado etílico eu tava viajando… mas com essa louca nunca se sabe… me tirou da minha abstração a aceitação sentida do Guille praquela situação… Porra… a Vane tava levando as bolas dele, tinha transformado ele num cachorrinho que aceitava tudo dela, pensei.

Deixamos elas irem… virei pra olhar a Mili, Fiz um sinal pra ela… se cuidar daquela louca… ela entendeu e fez um gesto pra eu não me preocupar. Saí cambaleando com o Guille… no caminho e na cabana ele me contou toda a história dele com a Vane… tava morrendo de sono, mas escutei… Quando ele percebeu que eu tava dormindo de olho aberto, que era tipo falar com um manequim… ele me livrou daquele castigo e me deixou ir dormir… de novo me joguei naquela maldita cama que não ia me deixar descansar tão fácil… De novo começaram meus sonhos, primeiro com a Viviana, depois passando pros meus sonhos pseudo molhados com a Vane… tinha uma lógica no meu sentimento de culpa pelo que rolou com a Vivi, que agora refletia na Vane… sentia que todas aquelas situações eram fruto dos meus erros, que elas pagaram as consequências dos meus atos e de algum jeito eu tinha que me redimir com a Vane pra me sentir perdoado. Uma coisa é pensar racionalmente em reparar um dano… mas a outra cabeça (a do pau) às vezes não pensa igual, só fica com as imagens quentes do meu sonho com meu corpo entrelaçado com o da Vane num ato sexual confuso, uma mistura de paixão animal (que eu tinha com a Mili) e carinho (que tive com a Vivi)… - Puta que pariu… quase gritei quando acordei de repente, e completei batendo na minha testa… sai da minha cabeça… puta de merda… Ainda era noite… o Guille roncava no quarto ao lado… tentei dormir de novo e as mesmas imagens me atacavam… Caralho… fiquei obcecado por aquela louca… pensei que só tinha um jeito de me livrar disso… ia procurar ela e meter um love selvagem nela… na minha namorada, seus mal pensados… Como de manhã, o corpo da Mili ia me ajudar a calar esses demônios, talvez fosse bom acordar aninhado com ela de um jeito gostoso e romântico… depois ligaria pra Vivi pra fazer as pazes, e daria um jeito de conversar calmo com a Vane racionalmente… assim mataria minhas culpas e demônios, e finalmente voltaria a dormir tranquilo… Esperando a Mili antes do baile, bisbilhotando nos Nos arredores da cabana dela, eu tinha encontrado um lugar por onde entrar… era uma porta de acesso secundário, que na teoria tinha sido lacrada, estava presa com uns pregos… mas… era daquelas portas divididas em 2: uma parte inferior de 1 metro de altura e a parte superior o resto…

Na minha exploração, notei que só a parte superior da porta estava fixa, a parte inferior tinha cedido um pouco. Com certeza os moleques que se hospedaram ali antes devem ter brincado com aquela parte de baixo da porta, deixando ela toda fudida… agora tava só encostada ou encaixada no batente, dava pra ver que com um empurrãozinho abria numa boa.

Já que eu tava vendo que minha cabana tava assombrada, amaldiçoada pelo abuso que a Vane me fez passar, ainda mais pelos sonhos repetitivos que tive… então ia tentar a sorte na cabana da Mili…

Me mandei igual o Rambo, no meio dos arbustos ao redor da cabana da Mili… notei que o vigia tinha levado a sério a missão dele de cuidar daquele lugar, deu uma volta completa com cuidado, provavelmente esperando ouvir algo que pudesse interpretar como minha presença lá dentro… ao não perceber nada fora do normal, decidiu seguir o caminho dele, mas virando de vez em quando…

Ao ver que ele tava numa distância segura, me aproximei da porta que descrevi, dei um empurrãozinho leve, pra não fazer barulho e, como esperava, a porta cedeu fácil… apesar da minha ansiedade pra entrar, tive que ser paciente e abrir bem devagar, pra evitar que o rangido daquela porta velha me entregasse… depois fechar a porta também lentamente, pra não deixar rastros da minha entrada…

Uma vez lá dentro, tinham 2 quartos, igual na minha cabana, um grande: que no meu caso usaram o Guille e a Vane, acho que aqui usaram os velhos da Mili… e outro quarto menor, que eu usei na minha cabana e acho que a Mili usou aqui… então fui direto pra esse quarto…

Meu coração tava batendo a mil por causa da adrenalina da situação e de possuir a Mili naquele lugar proibido, escapando da vigilância e Pegando ela de surpresa… me lembrou da vez que acordei ela na minha casa com meu pau por trás… esperava que dessa vez fosse diferente… também tinha que tomar cuidado pra não fazer ela gritar e chamar a atenção da Vane ou do vigia nas rondas dele…

Abri essa porta também com cuidado… lá dentro vi que na cama desenhava uma silhueta apetitosa coberta pelos lençóis… olhando o quarto, encontrei a roupa que a Mili tinha usado na festa no chão… a roupa de banho dela pendurada num móvel… meio bagunçada a menina…

Nesse caso, a luz não entrava tão direto no quarto como na minha cabana, tava mais escuro… Mas mesmo assim consegui ver que a Mili descansava de bruços… posição propícia pros meus planos, pensei… será que ela tava me esperando pra eu meter por trás como ela gostava…

Faltavam só alguns passos pra chegar na glória… senti a tontura de novo, tomar dois dias seguidos não me caiu bem, ainda tava meio bêbado… ou era a ansiedade de ter ela de novo… meu pau tava duro de novo vendo o volume que a bunda da Mili fazia debaixo dos lençóis.

Na frente da cama, fui puxando os lençóis devagar pra não acordar ela… foram aparecendo as pernas dela e aquela rabuda enorme… ela nem se mexeu… vi que ela tava com uma camiseta que mal cobria a bunda dela… dava pra ver aquela racha deliciosa e como os glúteos ficavam volumosos quando chegavam nas pernas…

Eu me despi, pra nada atrapalhar meu serviço… fui subindo devagar na cama, pra não fazer barulho nem movimento brusco que tirasse ela do sono… minhas pernas ladeando as pernas dela, comecei a acariciar a bunda dela… maldita tontura… meus sentidos não estavam lá essas coisas…

Na mecha de cabelo que cobria o rosto dela, podia jurar que notei ela sorrir ou pelo menos soltar um som de prazer entre os sonhos… bom, já chega, não dá mais pra esperar, falei comigo… tava a mil, ainda com medo do vigia voltar e resolver dar uma olhada pelas janelas…

Abri ela um pouco as nádegas e fui enfiando meu pau no cuzinho dela... aí sim tive um pouco de paciência, não queria enfiar de uma vez e acordá-la bruscamente... tinha levado um pouco de creme por via das dúvidas, a invasão seria repentina e precisaria de ajuda pra entrar.
Passei o creme e fui metendo meu pau aos poucos, empurrando devagar... mal ouvi uns gemidos leves, mas sem muito movimento ou resistência... Mili também estava bêbada, com os sentidos mais adormecidos e anestesiados que os meus...
Já tinha conseguido enfiar a cabeça do meu pau, o esfíncter dela parecia resistir, com certeza inconscientemente ela ia apertando a bunda... mas não desanimei...
- Ahhh... ufff... ouvi o gemido dela entre sonhos, quando a parte mais grossa entrou.
Ao ouvir, quase tive um infarto... parei... vi que ela relaxava de novo e que o som foi mais de prazer do que de reclamação, então continuei enfiando mais... já via metade do meu pau sumido entre as bundinhas gostosas dela... na verdade, ela fez um movimento involuntário, talvez, abriu um pouco as pernas, como pra separar a bunda e encaixar melhor...
Enquanto a outra metade ia entrando, percebia ela mexendo o pescoço nervosa, bufando e gemendo de vez em quando... cada vez mais sentia ela levantando um pouco o quadril pra entrar melhor... enquanto eu continuava forçando pra meter tudo, até a raiz...
Quando minha virilha finalmente bateu nos glúteos redondos dela, soltei um suspiro de alívio... finalmente tinha ela enfiada até o fundo... de tanta emoção, uma gotinha de porra escapou... Mili, por sua vez, se remexeu satisfeita... as pernas dela começaram a se mover, como que sentindo cada centímetro do meu pau dentro dela... era como quando a gente se espreguiça na cama ao acordar...
- O quê?... ouuu... uhmmm... exclamou baixinho, levantando um pouco a cabeça.
Ela estava acordando, tinha sentido aquela deliciosa pressão, aquela opressão na bunda, mais aquela barra de carne dura nas entranhas dela… era óbvio que por mais bêbada que estivesse, em algum momento ela ia perceber que estavam metendo nela, praticamente estuprando…

Me inclinei, quase caí em cima dela, meu braço esquerdo apoiado na cama e a mão direita tampando a boca dela pra evitar que gritasse… me aproximei pra sussurrar, pelo menos onde eu achava que era a orelha dela, porque o cabelo dela era uma bagunça que cobria o rosto…

- Não se preocupa… sou eu… falei.
- Dannyyy?… perguntou excitada, ainda sonolenta.
- Isso mesmo… respondi.
- Siim… finalmente… sussurrou Mili satisfeita entre meus dedos.
- Não grita… avisei.
- Nãao… me faz sua… exclamou abafadamente.

Agora sabendo quem tava possuindo ela, se remexeu mais, ainda sonolenta tava adorando ser penetrada… eu me afastei um pouco dela pra começar a foda. Vi como as mãos dela arranhavam os lençóis, enquanto suspirava sufocada…

Ela percebeu que tava fazendo barulho e não queria acordar a Vane nem chamar a atenção do vigia, então ela mesma puxou um travesseiro pro rosto pra abafar os sons de prazer e os gemidos que viriam. Depois as mãos dela procuraram de novo o que agarrar no colchão… os braços dela ladeavam a cabeça cada vez mais enterrada no travesseiro…

Pra me apoiar melhor, e ao mesmo tempo dominar ela… peguei os pulsos dela e me apoiei neles, com meus joelhos ladeando as pernas dela e apoiados no colchão… tava numa posição tipo pilotando uma daquelas motos de corrida. Mili, com a estatura pequena dela, tava dominada debaixo de mim numa posição quase de sapo, braços pra cima, pernas abertas e a bunda oportunamente levantada…

- Aaah… siim… que delícia… exclamava abafada no travesseiro.

Tava rebolando aquele rabo gostoso no meu meio das pernas, curtindo aquela união, às vezes relaxando e às vezes apertando as nádegas como pra ver se era real ou sonho… ou só pra aquela bunda gulosa saborear meu pau por completo…

Senti era hora de começar minha lida… comecei a meter e tirar devagar meu pau… ela desesperada não me deixava afastar muito… sua bunda ansiosa perseguia pra trás meu pau, não deixando ele se afastar, como se tivesse medo que não entrasse de novo…
Assim quase sem querer, Mili foi assumindo uma posição peculiar… os quadris um pouco levantados, arqueando as costas pra me receber… não estava completamente deitada, nem exatamente de quatro, era uma posição intermediária… com os joelhos bem firmes no colchão pra aguentar minhas investidas…
- Ai que prazer… hummm… suspirava baixinho.
Por um momento temi que ela se afogasse no travesseiro, que parecia conter não só seus gemidos mas também sua respiração ofegante… mas enquanto continuasse arranhando a cama, aguentando com aquela bunda enorme levantada, acho que tudo bem…
O martelar e o bater da minha virilha na bunda inchada dela começava a fazer um som harmônico, aquele barulhinho gostoso… mas não me importei… se a Vane ouvisse ou se atrevesse a entrar, não veria nada que já não tivesse visto antes… então… que morra de inveja essa bruxa…
Cada vez nossos movimentos ficavam mais rápidos, por causa do prazer que aquela fricção causava, aquela invasão inesperada de madrugada… cada vez minha virilha batia com mais força na bunda voluptuosa dela, e ela empurrava os quadris com mais força contra mim… esperando que eu cravasse meu pau com mais dureza e profundidade… até que não aguentamos…
- Ohhh… Ufff… exclamei quase sem fôlego, com meu pau cuspindo porra nas entranhas dela.
Ela se deixou cair na cama, respirando pesado… tinha feito um esforço físico danado, me surpreendia que Mili não tivesse ficado com cãibra, ainda mais depois de pular horas antes no meu pau depois de abusar de mim entre as árvores ao lado da festa…
Até que finalmente ouvi a voz dela mais claramente, voz que não tinha ouvido direito antes no emaranhado dos cabelos e do travesseiro… mas não era o que eu esperava… Ufff… ai, meu Deus… ufff… ela suspirou satisfeita.
Continua…

2 comentários - El culo de Mili 28

Genial estupenda trama estaré esperando con ansias el siguiente capítulo felicidades