Anônimas MILF (Parte 3)

Parte 1


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Parte 2


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Os dias pareciam eternos desde o último encontro. Meus momentos sozinho passava aprendendo sobre os diferentes fetiches que podia encontrar. Queria estar preparado pra qualquer coisa e saber se eu ficava na minha ou me jogava de cabeça.

Também continuava investigando as milf do condomínio, procurando pistas sobre quem participaria dos encontros.

Pra aliviar o tesão, batia uma imaginando as milf do lugar, fantasiando sobre seus possíveis fetiches. Me excitava imaginar como seriam os peitos delas, se as bucetas seriam peludas ou depiladas, que gosto teriam.

A notícia da próxima reunião chegou mais rápido do que esperava, já que tinham se passado apenas 10 dias desde a última. Dessa vez seria domingo à tarde.

A sorte não tava comigo nessa ocasião, porque era o dia de folga da minha mãe e ela costumava passar o dia inteiro em casa.

No dia marcado, inventei pra minha mãe que ia sair um pouco pra ir ao cinema ou dar um rolê no shopping. Minha mãe me informou que ela iria com as vizinhas passar a tarde.

Como já tava virando costume, fui pro galpão e dessa vez notei que tinha menos participantes.

Passei pela urna e o número que tirei foi 302, e uma rápida revisada mental me fez lembrar de quem era. Era a dona Norma, uma coroa jovem de 43 anos, divorciada e mãe de dois filhos. Era magrinha, com peitos ainda firmes e de tamanho médio, tinha cabelo comprido e loiro.

Lembrava bem dela porque tinha ido algumas vezes ajudar os filhos dela com as tarefas de matemática e outras matérias. Os filhos eram um pouco mais novos que eu, um menino e uma menina.

A dona tinha se divorciado do marido, mas pelo que vi, tinham ficado de boa e os garotos às vezes saíam pra passear com o pai.

Parecia que essa era uma dessas ocasiões, já que o fato dela poder participar do encontro indicava que ela tinha se livrado Fiquei sozinho.

Ao chegar no apartamento, bati na porta como sempre, mas, curiosamente, não obtive resposta. Bati de novo e ninguém respondeu. Fiquei na dúvida por uns minutos, pensando no que fazer: ir embora e contar pra dona Elide o que aconteceu, ou me arriscar a entrar. A porta estava aberta, então escolhi a segunda opção.

Me deparei com a casa vazia, chamei umas duas vezes sem resposta. Quando entrei mais, pude ouvir claramente o som de gemidos. Como conhecia a casa, fui direto pra fonte dos sons, que não era outra senão o quarto da senhora.

Os gemidos estavam cada vez mais altos e, ao abrir a porta, me deparei com dona Norma se masturbando furiosamente com um vibrador. A senhora estava de olhos fechados e tinha esquecido de colocar a máscara, então pude vê-la ao natural.

Os peitos dela eram... ela tinha a buceta depilada e dava pra ver um vibrador entrando e saindo, todo molhado com os sucos dela. A cena era incrivelmente erótica, então decidi acompanhar e, tirando a pica pra fora, comecei a bater uma.

A coroa gemia mais forte, enfiando o brinquedo o mais rápido que podia, até que, de repente, gozou, jorrando um esguicho de sucos como eu só tinha visto em pornô. Parece que a senhora era uma squirter.

A coroa abriu os olhos e se assustou ao me ver ali de pé na porta, com a pica na mão.

— Faz muito tempo que você está aí? — perguntou dona Norma.
— Não, acabei de chegar. Chamei, mas ninguém respondeu, e a porta estava aberta, então resolvi entrar. Desculpa se te assustei. — falei, disfarçando a voz pra ela não me reconhecer.
— Não se preocupa. Eu estava me divertindo sozinha um pouco e perdi a noção do tempo. Geralmente, com meus filhos aqui, não tenho muito tempo pra mim, mas meu ex os levou hoje, então resolvi aproveitar. — respondeu ela.

De repente, ela levou as mãos ao rosto e, surpresa, virou pra cômoda ao lado da cama, onde estava uma máscara.

— Porra. Esqueci de colocar a máscara. Ah, pois é, fazer o quê, agora já era. Melhor aproveitar o pouco tempo que me resta e botar a mão na massa — ela disse, levantando da cama e indo até uma maleta pequena em cima de uma penteadeira.
— Tenho uma coleção enorme de brinquedos. Quer dar uma olhada? — perguntou enquanto eu me despia e, atravessando o quarto, ia até onde ela estava.
A senhora não mentia: dentro da maleta dava pra ver uma variedade enorme de dildos, vibradores, bolas chinesas e outros que eu nem sabia pra que serviam.

— Sempre fui meio fogosa e, depois do divórcio, fiquei sem uma boa rola. Acho que é a única coisa que sinto falta do meu ex-marido. Preferi me dedicar aos meus filhos do que sair procurando outro homem, e foi assim que, aos poucos, comecei essa coleção. São ótimos pras noites sozinha, mas claro que não tem nada como uma boa rola — disse ela enquanto acariciava minha rola já dura e ansiosa.
— Gosto que meus amantes usem os brinquedos pra me satisfazer. Que tal dar uma olhada e escolher o que mais te agrada enquanto eu ponho a mão na massa? O tempo é curto — falou a senhora, e eu vi ela pegar algo da maleta, ajoelhar e começar a me fazer um boquete.

Eu não sabia nem por onde começar com os brinquedos; alguns eram conhecidos, mas outros eu nem fazia ideia pra que serviam. No fim, escolhi um que já tinha visto várias vezes em filmes pornô: as bolas anais.

Enquanto dona Norma se concentrava na minha rola, chupando devagar e brincando com as bolas, de repente senti algo deslizando pelo meu pau, apertando ele. Parecia de borracha. Por um momento, pensei que fosse uma camisinha, mas quando olhei pra baixo, vi que era uma espécie de anel em volta da minha rola.
— Espero que não se importe, querido. Comprei isso quando entrei no grupo — disse a coroa. — É pra prolongar a ereção, e ainda tem uma surpresa que você vai adorar.

Ela se levantou. Junto a mim, ela me deu um beijo ardente, enfiando a língua na minha boca e entrelaçando com a minha. Depois, virou-se pra ver o que eu tinha escolhido da mala.
— Ahh, umas contas anais, seu safado. — ela disse, e então fomos pra cama.

A senhora subiu e, segurando as pernas, se abriu completamente, me deixando ver a buceta e o cu ao mesmo tempo. Diferente das minhas amantes anteriores, ela tinha a buceta totalmente depilada. Imaginei que talvez fosse por ser mais nova ou, com certeza, pra poder usar melhor os brinquedos dela.

— Pega um pouco de lubrificante pra facilitar. — ela disse, apontando pra um vidrinho em cima da mesa.

Peguei o vidro e fui até ela. Depois de cobrir meus dedos com a substância, levei eles até o cu da senhora. Passei o líquido ao redor daquele buraco preto e, em seguida, enfiei um dedo lá dentro, fazendo a senhora gemer. Peguei as bolas e observei por um momento: eram quatro, de tamanhos diferentes, ligadas por um cordão. Banhei elas no lubrificante e, enquanto dona Norma abria as nádegas com as mãos, comecei a enfiar uma por uma.

A coroa gemia cada vez que uma bola entrava, enquanto eu observava surpreso como o cu dela as fazia desaparecer, até que a última ficou lá dentro.

— Mmmmm, que gostoso. Agora traz um vibrador pra minha buceta. — disse a coroa.

Voltei pra mala, escolhi um grande e verde, e voltei até a coroa ansiosa. Antes de enfiar o brinquedo, decidi provar aquela buceta lisinha e aproximei meus lábios da racha dela, começando meu trabalho.

Sem a moita de pelos pubianos, tive uma visão mais clara do meu alvo e pude saborear melhor os sucos que começavam a escorrer daquela racha. A senhora gemia enquanto minha língua lambia os lábios inferiores dela e chupava o clitóris ansioso. Lembrando do brinquedo, afastei minha boca e substituí por aquele instrumento. Consegui enfiar tudo lá dentro e, ao apertar um botão na base, o brinquedo ganhou vida e começou a vibrar com força.
A coroa soltou um gemido de prazer enquanto o cu dela abria e fechava com as bolas ainda dentro. Dona Norma se contorcia na cama enquanto eu atacava a buceta dela com o vibrador, enfiando e tirando da buceta dela, fazendo ele girar enquanto estava dentro dela.
A coroa colocou as pernas dela nos meus ombros enquanto as mãos dela se agarravam aos lençóis da cama. Tentando dar ainda mais prazer, comecei a esfregar o clitóris dela com meu polegar no ritmo das enfiadas e tiradas do brinquedo. A coroa não aguentou muito e eu tive um lugar na primeira fila para o squirt.
Um jato dos fluidos dela saiu disparado e me acertou em cheio na cara. A senhora se contorceu de prazer enquanto mais uns dois jatos molhavam meu rosto. Com minha língua, provei aquele doce néctar e decidi provar um pouco mais da fonte, dando mais umas chupadas na buceta dela.
— Desculpa, amor. Devia ter avisado que geralmente acabo fazendo uma bagunça quando gozo. — disse dona Norma se desculpando.
— Não se preocupe, senhora. Aproveitei bastante. — respondi. Minha máscara estava encharcada, mas infelizmente não podia tirá-la sem revelar minha identidade.
— Bom, então que tal a gente continuar e você pegar essa cock gorda e me fazer gozar. Rápido, que não tem muito tempo. — disse ela se ajoelhando de quatro na cama.
Fiquei atrás dela e, sem perder um segundo, enfiei toda minha cock na buceta escorrendo dela. A senhora gemeu de gosto ao recebê-la e logo comecei a foder ela com vontade. Enfiava minha cock o máximo que podia, até bater naquele anel que tinha colocado nela. Com a cabeça na cama, dona Norma recebia minhas estocadas soltando gemidos e pedidos para eu não parar. Depois de uns minutos fodendo ela, a senhora me pediu para parar.
— Espera, querido. Quero que você meta o máximo que der e fique parado. — disse a coroa.
Obedeci às ordens dela e enfiei minha cock até o fundo, de novo o anel de borracha impediu que entrasse toda. Quando a coroa viu que Eu tinha cumprido o que ela me pediu. Vi ela pegar uma espécie de controle e, ao apertar, comecei a sentir uma vibração na base do meu pau. Era o anel que ela tinha colocado em mim. Era uma sensação diferente e gostosa. As vibrações mandavam ondas de prazer pelo meu membro, que com certeza se espalhavam até a buceta da coroa.

— O que você acha, querido? Gostoso, né? Agora quero que você tire as bolas do meu cu uma por uma, e vai devagar, por favor. — pediu dona Norma.

De novo obedeci as ordens dela e, puxando o cordão, as bolas foram saindo uma a uma, lentamente. Dona Norma se contorcia cada vez que uma bola saía do cu dela, até que no fim as quatro estavam pra fora.

— Uffff, que delícia. Agora, coração, enfia tudo no meu cu. — pediu.

Dava pra ver o cu dela pulsando, vazio. Tirei meu pau da buceta e apontei pra ele, enchendo de novo.

Sabendo que o tempo era curto, comi ela com tudo, querendo encher o cu dela de porra. De novo a coroa gemia nos travesseiros, apertando os lençóis enquanto levava minhas estocadas.

— Ahhh, que gostoso, querido, enfia tudo, não para, ahhhh, isso, me come com vontade, mmmm...

O cu dela não era tão apertado quanto o de dona Mara, mas ainda assim era uma delícia comer ele, e as vibrações do anel no meu pau eram uma parada incrível também.

— Não para, mmmm, mais, me dá maaaais, o vibrador... enfia ele, vai, na buceta — pediu a senhora, louca de prazer.

Peguei o vibrador verde, que ainda tava ligado, e enfiei de uma vez na buceta dela, o que fez ela soltar um grito de prazer que abafou no travesseiro da cama.

— AHHHHHH, ISSO, MMMMMM; OHHHHHHH, EU VOU GOZAAAAAR — a coroa gozou de novo, com os fluidos escorrendo pelas pernas dela até sujar os lençóis.

Dava pra sentir que meu orgasmo também tava chegando, e eu tava decidido a descarregar minha porra dentro do cu dela, mas a coroa tinha outros planos.

— Tira. Quero que você me banhe com seu sêmen - eu fico com a senhora.
Tirei meu pau do cu dela e a senhora se virou até ficar de frente para mim. Dando umas punhetadas no meu pau, gozei no rosto dela. Dona Norma recebeu meu gozo com a boca aberta, assim como eu tinha recebido o jato dela. A coroa deu umas chupadas no meu pau para pegar qualquer resto de gozo que pudesse ter sobrado.
- Mmmmm. Que delícia. - disse ela, lambendo os lábios.
A senhora tirou o anel do meu pau mole e depois se levantou para pegar o resto dos brinquedos dela.
- Isso foi incrível, querido. Muito obrigada por tudo. Agora é melhor você ir, meus filhos não devem demorar pra chegar e ainda tenho que limpar essa bagunça. Você já conhece a saída. -
Me vesti rapidamente e, depois de me certificar de que não tinha ninguém lá fora, saí do apartamento.
Eu voltava para casa, distraído como sempre, e isso quase me custou caro, porque minha mãe estava subindo do primeiro andar. Graças ao fato de ela estar conversando com outra vizinha, consegui reconhecer a voz dela e rapidamente me virei na direção oposta, conseguindo me esconder na entrada de um apartamento.
Eu ainda estava coberto pelos fluidos da senhora e o cheiro de sexo era evidente em mim. O esconderijo não era perfeito e, se minha mãe passasse perto, me veria sem dúvida. Rezei para que ela fosse para o nosso apartamento, senão teria que responder muitas perguntas.
A sorte estava do meu lado e minha mãe e a amiga dela foram para o nosso andar. Suspirei aliviado ao ouvir as vozes se afastando, mas ainda assim consegui escutar parte da conversa.
- Tem certeza de que não está interessada em participar? Acredite, é algo incrível. Hoje teve uma sessão e, se não fosse porque meu marido estava em casa, eu estaria de quatro na cama aproveitando um bom pau. - disse a vizinha rindo.
- Que coisas você fala, mulher, você é uma puta. - rebateu minha mãe. - Não sei. A Elide me contou tudo uns dias atrás, mas ainda não tenho certeza se quero entrar. Além disso, com meu... Com filho em casa, não teria chance.
— As aulas vão começar logo, escolhe um dia que você sabe que ele não vai estar e vem com a gente; a Elide sempre dá um jeito de organizar os encontros pra agradar todo mundo. O de hoje, acho que foi feito especialmente pra Norma poder foder.
— Fala mais baixo, mulher. Alguém pode ouvir você falando essas obscenidades. — disse minha mãe, abaixando o volume da voz.
— Mas se todas sabem o que rola aqui. Não seja caretice, mulher. Te juro, você não faz ideia do que tá perdendo. — falou a vizinha, rindo de novo.

As vozes foram se afastando até eu não conseguir ouvir mais. Fiquei um tempo completamente paralisado até não ter mais ninguém por perto, mas mais que tudo, chocado com o que tinha acabado de ouvir.
Que ingênuo eu tinha sido. Se minha própria mãe era moradora desse condomínio, claro que ela também podia fazer parte dos encontros.

Demorei um pouco pra voltar pra casa. Depois de me lavar nos banheiros do pátio, caminhei pelo parque perto, perdido nos meus pensamentos. Quando voltei, encontrei minha mãe dormindo no sofá com a televisão ligada. Parecia que ela estava me esperando.
Depois da conversa que tinha ouvido, fiquei me perguntando se minha mãe aceitaria entrar no grupo. Me senti um pouco ciumento ao pensar que algum jovem poderia foder minha mãe, o que era meio hipócrita da minha parte, considerando que eu tinha acabado de foder a mãe de outro cara.

Podia falar com a dona Elide e implorar pra ela não deixar minha mãe entrar, mas isso seria muito egoísta da minha parte. No fim, decidi que se minha mãe quisesse fazer parte do grupo, eu não ia impedir. Ela também tinha direito de se divertir e gozar. Só tentaria garantir que ela pegasse um cara legal que tratasse ela bem.

Fui pro meu quarto dormir e, enquanto pegava no sono, um pensamento veio à minha mente: E se eu tirasse meu próprio número na urna? Eu passaria pra outra pessoa ou… será que eu seria capaz de aceitar eu mesmo?CONTINUARÁ…

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