La historia con mi vecina Rosa (Parte 3)

La historia con mi vecina Rosa (Parte 3)



Nem sei quando o ritmo da minha vida mudou, não consigo lembrar desde quando não tinha uma montanha-russa de emoções tão seguidas que até me animava saber o que ia rolar no dia seguinte. E, bem, como se eu fosse um vidente, as surpresas chegaram mais rápido do que eu esperava.

Ao ler o conteúdo do envelope que deixaram na minha casa, dizia que eu tinha que ir depor num prazo de 7 dias, sobre o caso de danos e prejuízos; na verdade, falava outra coisa que não lembro; para tal pessoa (o namorado da Rosa); não me senti nem preocupado nem assustado, fiquei mais irritado, afinal sou uma pessoa que não gosta de se meter em encrenca, e quanto mais paz, melhor. Primeiro, tirei fotos do estado do meu rosto pra apresentar caso precise me defender, depois pensei em falar com a Rosa, talvez ela pudesse fazer algo pra que o idiota do namorado dela, ou quem quer que tenha feito a denúncia, pudesse retirá-la e assim evitar qualquer treta judicial. Meu plano era agir como se nada naquela noite tivesse acontecido e ir direto reclamar na porta da casa dela e fazer um pequeno escândalo, fingir que ela e eu não tínhamos nenhum tipo de contato.

A Karla me ligou pra perguntar se eu tava em casa e se podia passar, dizendo que comprou uns remédios anti-inflamatórios e pra ver se eu precisava. Falei que sim e contei que tinha recebido aquele envelope. Ela disse pra eu não fazer nada por enquanto, que era melhor ela vir e que tinha um plano. A Karla chegou e eu não consegui evitar de olhar pra ela com aquela vontade que ela me deixou no dia anterior. Ela veio com um decote marcado, até agora lembro, era um top branco sem sutiã, como eu soube? Porque os bicos dos peitos estavam aparecendo; completava com uma calça jeans bem apertada, daquelas que não têm bolso atrás; e com certeza a bunda dela tinha crescido, ela estava muito arrumada pra só vir me deixar remédios em casa, mas enfim; quando ela chegou, não consegui evitar de olhar ela dos pés à cabeça, mas não com cara de idiota, mas em períodos curtos, daquelas olhadas que evitam que a mulher se sinta desconfortável. Quanto mais eu olhava pra ela, mais imaginava ela pelada, de novo. Se o objetivo dela era me fazer desejar ela, tava conseguindo.

Quando cheguei, notei que ela tava me encarando, e isso parecia que ela adorava. Ela não disfarçava em se grudar em mim, me abraçar e esfregar os peitos no meu corpo, ela curtia aquilo. Ela me perguntou...

Karla: Como é que eu tô???

Eu: Horrível, como sempre.

Karla: Você tá engraçadinho, não foi isso que seu amiguinho disse da última vez.
Eu: A última vez foi algo que talvez pudesse ter ido mais longe, mas fazer o quê, quem sabe é melhor que tenha ficado por isso mesmo.
Karla: Sim, pode ser, mas é melhor a gente falar disso outro hora.
Eu: Claro. Olha, esse é o plano... (contei tudo o que tinha planejado)
Karla: Acho bom, e o que eu queria acrescentar era a gente se passar por casal, assim as fofoqueiras que viram vocês entrarem juntos vão acreditar que fui eu, e a gente faz também quem fez a denúncia acreditar pra eles retirarem, e até você poderia denunciar eles por difamação, por dano ao lar, etc etc.

Eu: Tinha esquecido que você estudou direito por um tempo, mas acho que vai dar certo.

Karla: Vamos

Enquanto a gente caminhava, Karla pegou na minha mão dizendo... Pra parecer real, né?.. Só ri, e pensei que o plano tinha que dar certo, e quanto mais os vizinhos vissem, melhor. Aí percebi que todas as pessoas que a gente cruzava, homem ou mulher, olhavam pra ela, dos pés à cabeça. Homens olhando com desejo, mulheres talvez com inveja. E me deu curiosidade de saber se, quando passávamos pelos homens, eles viravam pra ver a bunda dela... e sim, com certeza todos, depois de passar, viravam pra olhar, sem vergonha. Até crianças viravam, mas o que mais me marcou foi um senhor que, quando vi ele olhando a bunda dela, me encarou e fez sinal de joinha com as duas mãos. Com certeza ela sabia que causava tudo aquilo e curtia. E aí percebi que minha amiga era uma gostosa, fiquei até nervoso de estar de mãos dadas com ela, isso me fez desejá-la ainda mais. Mas me perguntava se seria bom ir mais longe, sexualmente falando, com o risco de talvez perder a amizade dela, porque além de um corpo bonito, ela era uma amiga muito foda e eu não queria perder ela de jeito nenhum. Amigas assim são difíceis de achar.

Chegamos na casa da Rosa, era hora de agir, então bati na porta com uma violência moderada. Rosa abriu, e atrás dela estava um senhor mais velho. Na hora, achei que era o pai dela, e ele me olhou puto... Falei: A senhora é a dona Rosa, né? Seu namorado, marido, ficante, ou seja lá o que for, veio dois dias atrás, entrou na minha casa na violência, me empurrou e me deu dois socos na cara, achando que você e eu tínhamos passado a noite juntos. E quando tentei me defender, empurrei ele, e como ele tava bêbado, caiu com tudo. Agora tão vindo me denunciar por violência, sendo que eu nem conheço a senhora e nunca trocamos uma palavra... Karla começa a falar (virando pro senhor): E o senhor, pare de me olhar dos pés à cabeça, nunca viu uma mulher, não? Cuide melhor da sua filha e veja com quem ela anda pra saber a qualidade. Gente, pode ser que... O senhor, que pelo visto já sabia da situação, disse calmo: "Fiquem tranquilos, jovens, que eu já tô ligado na situação, mas não sabia que vocês tinham ido tão longe. Deixa eu falar com o Jhon (daqui pra frente, nome do namorado da Rosa) e ver quem fez a denúncia, pra eles retirarem. Porque eu conversei com a Rosa, e naquela noite ela tava com uma amiga, e a amiga já confirmou pra mim também. Vou manter vocês informados..." E assim, tranquilão, foi embora, deixando a Rosa sozinha na porta. Ela só teve coragem de dizer: "Me desculpa", e baixou a cabeça. Eu olhei pra ela e sorri, como quem diz: "As coisas deram certo, pra você e pra mim.

Karla, feito uma namorada apaixonada, deu um pulo e me abraçou na frente da Rosa, e ainda me deu um beijo. Fiquei com cara de que porra é essa?! Aí a Rosa entrou meio sem graça pra dentro de casa. Enquanto a gente voltava andando, falei: Mas que caralho você acabou de fazer?? Ela só ria e disse... Me leva no colo até em casaaaa!!! e subiu em cima de mim... era doida varrida. Chegamos na minha casa e ela perguntou: "O que achou da minha atuação?"

Eu: Bom, acho que você levou muito a sério essa parada de ser namorados, né?

Karla: Cê não gostou de mim?

Eu: Foi perfeito, só que esse seu jeito de agir quando tá comigo tá começando a me assustar.

Karla: Que diferença faz? Não tem nada de errado, né? Mas se quiser, eu paro pra esse senhorzinho não ficar mais assustado (risos).

Eu: Bom, só tô preocupado com o que pode rolar se a gente se deixar levar, sabe? Tô tentando salvar nossa amizade. O futuro é incerto, não quero virar só mais um na vida de uma pessoa maravilhosa como você. Tenho um carinho imenso por ti.

Karla: E eu também.

Eu: Mas, caralho!!! O que você faz às vezes me deixa louco, quero arrancar sua roupa e te fazer um amor tantas vezes que a gente fique exausto.

Karla: Amor? Acho que você não ia querer isso, é só desejo, pelo menos por enquanto.

Eu: É, talvez seja só isso, e aí é que tá o problema: como a gente ia seguir depois?

Karla: Depois do quê?

Eu me aproximei pra beijar ela, e ela correspondeu ao beijo. Me abraçou pelo pescoço, eu abracei ela pela cintura, tudo tava fluindo. Desci minha mão até a bunda dela e ela sussurrou: "Tem certeza?" Não sei, só tô me deixando levar. E dei um tapaão na bunda dela, pelo visto ela gostou. Tentei tirar a calça dela, mas ela gritou: "Chega!!!" Pegou a bolsa e foi embora, sem dizer nada.

Fiquei meio confuso e preocupado. Talvez não devesse ter tomado a iniciativa, só ter me segurado. Mas fazer o quê, as coisas já tinham rolado e eu tava com um puta tesão. Fui tomar um banho, tomei meus remédios, um café, e voltei à realidade. Naquele momento, tinha que terminar os pendências do trabalho, que eram muitas. Fiquei até umas 2 da manhã, talvez mais tarde. Tinha acabado de terminar quando meu celular tocou, número desconhecido. Era alguém chorando, exatamente, era a Rosa. Ela disse: "Por favor, a gente precisa conversar..."

Continua...

Se você tá acompanhando a história, deixa um comentário pra eu saber e poder continuar contando mais vezes. Valeu por ter chegado até aqui.

7 comentários - La historia con mi vecina Rosa (Parte 3)

Siga.... siga.... como dice el referi.....