Chegamos na sexta-feira, uma semana bem movimentada no sítio, onde dá pra ver que o nudismo funciona na região. Nesse dia, precisei faltar no trabalho porque tinha consulta com um médico numa cidade perto de onde eu moro. Viajo com a minha mãe, porque geralmente é ela quem leva os documentos pra todo lado. Eu tinha que fazer um check-up de rotina. Nós dois saímos pelados na estrada, e antes de chegar na cidade, nos vestimos (ela colocou um vestido e eu um short e uma camiseta). Uma enfermeira nos atende, manda a gente entrar e pede pra minha mãe não ir no consultório porque ela precisava fazer um exame no meu corpo todo, e tava tirando a minha mãe pra caso eu tivesse vergonha de ser visto pelado. Falo que não tem problema nenhum, então ela deixa minha mãe entrar junto. Quando fecha a porta, a enfermeira fala: "Tira a roupa, cara, que vamos te pesar." Minha mãe pergunta: "Precisa tirar tudo?" E ela responde que sim. Eu obedeci sem problemas, e a enfermeira ficou olhando detalhadamente meu corpo sem falar nada. Depois disso, ela me pesa, me dá um avental pro exame, eu visto e espero o médico chegar, que é urologista. Minha mãe, que tem pouca paciência, pergunta pra enfermeira: "Por que o médico não tá aqui?" E ela responde: "Teve uma emergência e uma médica vai vir no lugar dele." Minha mãe achou estranho a gente ter entrado sem o médico presente, mas aí entendemos o porquê. A médica chega, cumprimenta a gente e pede pra eu deitar na maca. Ela revisa minha pasta médica, onde tem todos os laudos dos anos anteriores. Ao ver os nomes dos meus pais, a médica percebe que foi colega de ensino médio da minha mãe. Nenhuma das duas tinha se reconhecido. Enquanto conversam, a médica manda eu levantar o avental até a cintura. Ela mesma pergunta pra minha mãe se não incomoda ver eu pelado, e minha mãe responde que não, porque já tá acostumada. Na verdade, É aí que ela conta, tanto pra doutora quanto pra enfermeira, que somos nudistas. As duas ficam chocadas, mas continuam o trabalho. A doutora olha pro meu aparelho reprodutor inteiro e diz que tá em perfeito estado, mas que precisa de uma amostra de sêmen. Eu e minha mãe não imaginávamos que ela ia pedir isso, então também fomos pegas de surpresa. "Pra quando a senhora quer?" Pergunta minha mãe. A doutora, firme na decisão, responde: "Vamos fazer agora". A gente fica olhando pra ela, sem entender a situação. É aí que a doutora decide começar a me masturbar. Eu deito a cabeça na maca e começo a relaxar. O pau não demora muito pra subir, por causa da masturbação incrível que a doutora tá me dando. Vale dizer que ela é uma mulher gostosa, cabelo longo até a cintura, todo preto, olhos azuis como o reflexo do mar e lábios carnudos. O corpo dela não dava pra ver direito por causa do jaleco padrão, mas ele tava meio desabotoado, deixando ver o começo e a protuberância dos peitos dela. Minha mãe só observava com atenção como a doutora conduzia o processo. A enfermeira se aproxima da doutora e fala no ouvido que não tinham muito tempo por causa da quantidade de pacientes esperando. Eu consegui ouvir porque no quarto não tinha nenhum barulho atrapalhando. A doutora acelera o processo e eu começo a sentir vontade de gozar. Vale destacar que desde segunda-feira eu não tinha nenhuma ação, então tava bem acumulado. Aviso a doutora que tô perto de gozar. Ela acelera a mão pra finalizar, e a enfermeira traz um recipiente pra colocar o sêmen. Peço pra ela colocar em cima do meu pau, porque ia jorrar bem em cima da cabeça da doutora, e foi assim que fizeram. Juntaram todo o sêmen que saiu, a ponto de apertar bem a cabeça do pau pra não sobrar nem uma gota. Meu pau fica Parado, mas sem forças. A doutora pede pra eu me vestir e fala que os exames vão ficar prontos na segunda, mas que a gente não precisa se preocupar, que vão mandar por e-mail. Então ela pediu nosso e-mail, mas também, curiosamente, pediu o endereço pra minha mãe. A gente não deu importância pra isso e passou sem problema. Na volta com minha mãe, a gente conversou que foi uma situação estranha, que nunca tínhamos passado por algo assim, mas o mais importante é que tudo dê certo. Chegamos em casa cansados, com fome e morrendo de sono, tudo junto. Meu pai tinha feito carne na panela com batata. Comemos nós três porque os seguranças ainda não tinham chegado e meus irmãos continuavam dormindo. Terminamos de comer, limpamos a mesa e eu fui pro meu quarto quando minha mãe me disse: "Posso dormir com você?" Eu respondi: "Sem problema, mas por quê?" E ela disse: "O pessoal tá começando a chegar, dá pra ouvir as crianças correndo e brincando lá fora. Minha janela é muito grande e escuto tudo." "Tá bom", respondi, e fomos os dois deitar. Às quatro horas acordei todo molhado, a luz tinha cortado e eu com uma ereção que apontava pro cu da minha mãe, sem querer. Minha mãe virou e falou: "Vamos pra piscina." Eu assenti sem dizer nada. Fui no banheiro porque a ereção era por causa da vontade de mijar. Descemos as escadas e não tinha ninguém em casa. Os seguranças estavam parados na frente e o pessoal tava no quintal como de costume. Quando saí, vi minha supervisora e minha colega conversando. Cheguei por trás e cumprimentei as duas. Queria conversar com elas, mas antes queria dar um mergulho. Então fiz isso. Nadei por um tempo e, cerca de uma hora depois, saí pra puxar conversa com elas. Me perguntaram como foi com o médico. Falei que foi bem, que era um check-up de rotina. Ele mandou fazer um exame de sêmen e agora eu tinha que esperar os resultados. Elas me contaram que na oficina estava tudo em ordem e que se Tinha vendido pouco, então ficamos uma hora assim e depois decidimos nadar um pouco. Debaixo d'água não faltavam os amassos e a coisa ia esquentando cada vez mais. Minha supervisora, numa dessas idas e vindas que a gente dava na água, me pergunta se eu já tinha mostrado a casa pra colega, e eu falei que não. Ela diz: "Você devia mostrar". Sem mais delongas, saímos da piscina eu e minha colega, e minha supervisora ficou lá. Comecei pelo quarto dos meus pais, o banheiro deles, a cozinha e a sala — ela já conhecia porque é a primeira coisa que se vê quando entra na casa. Mas abro a porta que sempre chamou a atenção dela, mas que ela nunca tinha perguntado até aquele momento: a piscina aquecida. Entramos os dois e fecho a porta atrás de mim. Ela me olha e diz: "Que lindo, uma piscina aquecida. 'Cê nada sozinho aqui?" Me pergunta, e eu respondo que sim. Quando ela vira pra me olhar, eu beijo ela de boca aberta. Ela fica desorientada, sem saber o que fazer, mas o beijo é correspondido. Meto a mão na buceta dela, onde já estavam aparecendo uns pelinhos. Ela me pega no pau e a gente começa a se masturbar enquanto se beijava. O amasso foi bem rápido e isso fez a gente gozar junto. Limpei a bagunça que a gente tinha feito e entramos na piscina pra nos enxaguar. Saímos da piscina e fomos pros quartos lá em cima. Mostrei os quartos dos meus irmãos e, por último, o meu. Falo: "Aqui você vai dormir umas quantas vezes, se quiser." "Então já vou deitar", ela respondeu. Deita e me chama. Chupa meu pau sem parar com aqueles lábios grandes e aquela boquinha que vive dizendo "quero mais". Me masturba e continua chupando. Gozo nos peitões enormes dela, com aquelas auréolas grandes e lindas. Ela lambe toda a prova e sai do quarto. Eu perguntei por que ela tava fazendo aquilo, e ela responde que é porque a supervisora tá com a gente e vai perguntar por que a gente demorou tanto. Aí eu falei que ela tinha razão e saímos os dois. dois para o quintal. Se quiser que a história continue, por favor me avise nos comentários e dêem nota pra saber se tô no caminho certo.....
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