A história com minha vizinha Rosa (Parte 2)




A história com minha vizinha Rosa (Parte 2)Conhecendo minha "melhor amiga" Karla

...Então abri a porta, ainda tava quase no automático, e foi aí que me acordaram com um murro na cara. Recuei um pouco, todo confuso, levantei o olhar e tomei outro murro no mesmo lado. Caí sentado, levantei soltando todos os xingamentos que sabia, e foi quando percebi que era o namorado da Rosa. Ainda tava meio bêbado e gritava que sabia que a namorada dele tava ali comigo. Eu só esperava que a Rosa não aparecesse, porque senão a merda ia ser maior. Além disso, o cara não entendia razão e começou a me empurrar. Quando me firmei e ele não conseguia mais me mover, chamou os amigos que estavam lá fora. Antes que eles entrassem, mandei um murraço nele pra pegar alguma coisa pra me defender, porque senão iam me despedaçar entre os três. O cara ainda tava bêbado, então aquele murro fez ele perder o equilíbrio e cair de cabeça, batendo na quina de um móvel. Fiquei parado pensando um pouco, vendo que ele não se mexia, e aí começamos a notar uma poça de sangue se formando atrás dele. Me assustei e gritei pra levarem ele pro hospital na hora. Um deles pegou um enfeite que tinha ali, me acertou na cabeça e saiu correndo com o amigo. O táxi ainda tava esperando lá fora, então carregaram ele na hora e levaram embora.


Quando todo o barulho passou, a Rosa saiu do quarto e me pediu desculpas por tudo que tinha causado. Ela se assustou ao ver o sangue e começou a chorar... "Se pelo menos eu tivesse te ouvido e ido pra casa de alguma amiga minha..." dizia. A gente nunca sabe o que vai acontecer. Agora o problema é como você vai sair daqui sem que as vizinhas fofoqueiras saibam que você esteve aqui. Enquanto a gente conversava, alguém bateu na porta. Era a Karla, preocupada porque meus pais ligaram pra ela perguntando por mim, já que eu não tinha chegado em casa naquela noite... Assim que ela entrou, viu o sangue, viu a Rosa vestindo um moletom meu, e começou a agir feito uma mãe, gritando, e feito uma namorada ciumenta, me reclamando por sempre me meter em encrenca e se perguntando o que aquela mina tava fazendo ali. A gente contou tudo pra ela e, quando ela já tava mais calma, pedimos ajuda pra tirar a Rosa daí. O plano era a Rosa vestir uma roupa minha e sair acompanhada da Karla, e foi assim que fizemos. Até agora não sei se o plano funcionou ou se a gente simplesmente deu sorte.


Karla é, ou era, minha melhor amiga, uma mina gente boa, sempre esteve do meu lado, mesmo que na maioria das vezes eu a deixasse de lado por causa da minha ex. Ela sempre me dava conselhos e entendia que meu relacionamento era tóxico, sem me pressionar pra sair com os amigos. Ela teve uma filha muito nova, com 17 anos, se não me engano, mas o pai não assumiu a responsabilidade. Desde essa fase da vida, ela não confia em quase ninguém. Fisicamente, ela é alta, gostosa... peitão enorme, quadril largo, mas sem muita bunda, embora isso tenha se resolvido depois que ela começou a malhar. Nunca vi a Karla com outros olhos além de olhar praquele decote ou pra aquela raba, tipo, como qualquer homem faria.


Karla voltou depois de acompanhar a Rosa e eu pedi pra ela ligar pros meus pais pra avisar que eu ia ficar com ela, assim não me viam com o rosto inchado e não iam se preocupar de novo. Ela me ajudou a limpar toda a bagunça, a gente achou uma garrafa de rum que eu nem lembrava que tinha por ali e começamos a bater papo. Toda a conversa sobre nossas vidas amorosas vou pular porque vai ficar chato pra vocês, vou direto pra hora que o papo ficou meio estranho.


Karla: Ei, sabia que várias das minhas amigas perguntavam por você quando você tava com a tóxica?


Eu: kkkkkk Do que é que isso vem?


Karla: Não, é que eu te acho meio inseguro e não entendo por quê, você é gostoso, responsável, não duvido que várias mulheres iam querer ficar com você e você achando que ela é a única mulher no mundo.


Eu: Acho que já bebemos o suficiente


Karla: Você foge dos elogios e desvia o assunto.


Eu: Não fujo de nada, pergunta o que quiser que eu respondo tudo, sendo sincero.


Karla: Sério mesmo... então... seja sincero e responde. Sério, não rolou nada entre você e a Rosa ontem à noite?


Eu: Não rolou nada, bem, só... a gente se pegou um pouco


Karla: Sim, claro, só se tocaram. E me diz, como ela é chupando?


Eu: Como assim? amiga, cê tá bem? sério, a gente não chegou nessa parte, foi só algo rápido


Karla: Você disse que perguntaria qualquer coisa... além disso, não acredito em você, então vou deixar esse assunto de lado por enquanto...


Eu: O que me surpreende é você estar sendo assim comigo, muito... não fica excitada?


Karla: É verdade? É que a ideia de vocês dois juntos, sei lá, me deixou com tesão.


Eu: Cê é doida


Karla: É verdade sim, não tenho tantos amigos de confiança como você, então venho até você, conto tudo e sou sincera, mesmo você sendo um ingrato.


Eu: Desculpa.


Karla: Mas não importa.


Eu: Olha, a real é que consegui passar a mão na bunda dela, já tava começando a tirar a calcinha e ela ficou nervosa, saiu falando que não sabia se era certo.


Karla: Ela tem uma bunda boa? Pelo que vi, é bem gostosa.


Eu: É verdade, me deixou muito nervoso ter ela tão pertinho assim


Karla: Normal, também não é como se você tivesse pego muitas mulheres hahaha


Eu: Sei, já sei o que você vai me dizer.


Karla: Não se preocupa, sabe, aquilo que te falei que várias amigas perguntavam por você, é verdade, elas estavam... digamos, com vontade de te pegar. Lembra daquela festa que eu insistia tanto pra te levar? E você foi com a sua tóxica? Pois é, nessa festa a pequena me disse que te levaria pro banheiro e chuparia toda a sua pica.


Eu: Não acredito em você, além disso não ia dar conta.


Karla: De qualquer jeito, sua tóxica te tirou de lá na hora, mas fazer o quê.


Eu: É isso que todo mundo faz nas festas de vocês, você faz isso também?


Karla: Bom, eu tenho uma reputação pra zelar, então eu faço, mas com mais cuidado.


Eu: Entendo, queria tá na festa agora, a Rosa me deixou meio na pica.


Karla: Eu te diria que te ajudaria na hora, mas não sei o que ia rolar com a nossa amizade depois disso.


Eu: Também me pergunto a mesma coisa


Karla: Mas, olha, se quiser, posso te ajudar desse jeito (tira a blusa).


Eu: O que cê tá fazendo???
Karla: Vai, não vai dar nada, só se toca antes que o álcool passe, vai ser igual ver um pornô.


Eu: ...


Karla: Tira ele fora (e tira a calça e me mostra a bunda) É melhor que o da Rosita?
 
Eu: Nunca tinha reparado direito em você (comecei a me masturbar)


Karla: Deus prestes a te deixar entrar, eu tô, mas ainda conservo um pouco de sanidade...


Ela tinha tirado toda a parte de baixo e também começou a se masturbar. Tentei me aproximar pra tentar algo mais, mas ela me empurrava. Parou atrás de mim, pegou minha mão e levou até a bunda dela, agarrou meu pau e começou a me masturbar, beijando minhas costas e falando coisas que talvez pudessem rolar mais pra frente. Me fez gozar, riu e disse que precisava ir. Se vestiu e foi embora na hora, quase sem dizer uma palavra...


Fiquei ali pensando em tudo que tinha acontecido, não sei se tava rolando ou se a vida simplesmente não queria que eu ficasse triste. Pensei se ia conseguir olhar pra minha amiga do mesmo jeito, porque agora, pra ser sincero, tava morrendo de vontade dela. E também fiquei pensando por que ela fez aquilo, se realmente ficava excitada por eu ter ficado com a minha vizinha. Será que era verdade que as garotas perguntavam por mim e me desejavam? Passei o resto do dia resolvendo uns pendências do trabalho e acabei dormindo.


No dia seguinte, fui cedo pro trabalho. Meus colegas viram que minha cara tava inchada, avisaram o chefe e me deram o dia de folga. Fui no médico, nada grave, me receitaram uns remédios. Quando cheguei em casa, encontrei uma carta na porta. Me denunciaram por tentativa de homicídio.


Continua...



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