Anônimas MILF (Parte 2)

Se você perdeu a primeira parte



http://www.poringa.net/posts/relatos/4464209/Maduras-anonimas-Parte-1.htmlJá tinham se passado alguns dias desde minha primeira experiência com uma coroa. Eu estava desesperado e ansioso pra meter de novo, mas infelizmente não dava. Tinha que esperar até o próximo encontro, que só rolaria dias depois.

As coisas seguiam normais no condomínio. Minha mãe continuava com aquele horário maluco de médica, às vezes passando o dia inteiro em casa, outras me deixando sozinho a maior parte do tempo.

Eu continuava dando meus rolês pelo lugar, tentando reparar mais nas senhoras e decorar os números dos apartamentos pra próxima visita.

Me excitava imaginar quantas daquelas milf estariam na urna, que tipo de fetiche teriam, como se comportariam na cama. Às vezes sentia que a pica ia explodir só de pensar.

Meus momentos sozinho passava no computador, pesquisando técnicas e dicas pra satisfazer melhor minhas próximas amantes.

O tempo passava devagar, mas finalmente chegou o tão esperado dia. Recebi uma mensagem da dona Elide avisando que o próximo encontro seria em 2 dias, dessa vez à noite.

Por sorte, na tal noite minha mãe ia trabalhar no plantão noturno, então eu podia sair e voltar sem preocupação.

Na hora e dia marcados, fui até o barracão com minha máscara, onde dona Elide já estava na porta e me recebeu animada. Ao entrar, vi uma quantidade parecida de caras da outra vez. Reconheci vários e também vi uns novatos.

Dona Elide entrou e repetiu o discurso, depois pegou a urna. Fui pra fila tirar meu número. Dessa vez peguei o 408.

Tentei lembrar de quem era aquele apartamento, mas não conseguia localizar direito. Cheguei no destino e bati 5 vezes, como era o procedimento.

Quando a porta abriu, me deparei com uma coroa deliciosa. A figura era magra. Usava o cabelo curto e óculos, que tinha colocado sobre uma máscara pra esconder a identidade, mas quando entrei no apartamento dela e vi a decoração, soube de quem se tratava. Dona Mara, 58 anos e uma hippie ambientalista, daquelas que adoram a natureza e os animais. Dona Mara, segundo contavam, viveu antes com o marido, embora na verdade nunca tivessem se casado. Ele tinha morrido uns dois anos atrás e ela se mudou pro condomínio pra ficar perto da escola onde tinha arrumado emprego de professora.

Ela tinha me ajudado a entrar nessa escola e eu tinha esbarrado com ela umas duas vezes pelos corredores da instituição. Era uma pessoa muito inteligente e agradável, só que às vezes ficava um pouco insuportável com aquela história de meio ambiente, vegetarianismo, direitos dos animais e esse tipo de coisa.

O apartamento dela estava cheio de plantas e livros, com as clássicas cortinas de contas e o cheiro de incenso tomando conta do lugar.

Parecia que ela tinha acabado de chegar da escola, porque ainda estava vestida como eu a via pelos corredores: com uma saia preta e um blazer combinando, uma blusa branca por baixo, meia-calça preta e salto alto.

— Bem-vindo, jovem amante — ela disse quando entrei. — Agradeço você se oferecer pra me ajudar a acalmar meus desejos carnais. Senta aí enquanto eu me preparo.

A senhora foi pra cozinha enquanto eu me sentava na sala do lugar. Quando voltou, me ofereceu um chá que, segundo ela, me ajudaria a durar mais. Enquanto eu tomava, a senhora botou a mão na massa e começou a se despir. Tirou primeiro o blazer, depois desabotoou a blusa e deixou os peitos à mostra. Tinha umas tetas boas, não tão enormes quanto as da dona Cláudia, mas ainda assim apetitosas. Quando tirou a saia, deixou à mostra uma das bucetas mais peludas que já vi. Percebi que ela não estava usando calcinha nem sutiã, o que me fez pensar se ela andava assim na escola. Ia ter que prestar mais atenção quando entrasse na aula com ela.

— Espero Não se incomoda com essa bagunça, né? Não sou muito de me depilar a buceta — disse a coroa.
— Imagina, senhora. É muito bonita e eu gosto mais assim — falei, puxando o saco.
— Nossa, você é um cavalheiro raro. Toma mais uma xícara de chá. Quero que me foda com vontade — disse ela, servindo outra xícara.

Enquanto eu bebia, senti as mãos dela irem direto pra minha calça, onde começou a me despir, levando até a cueca junto.
— Espero que não se importe, querido, mas faz tempo que tô doida por uma pica. Tive que viajar e perdi os últimos 2 encontros, então imagina o tesão que tô — depois de falar isso, ela levou minha pica à boca e começou a chupar magistralmente.

A coroa trabalhava como uma possessa na minha pica, engolindo tudo até a base e depois lambendo de cima pra baixo. De repente, foi direto nas minhas bolas, que lambeu com gosto, mostrando que tava mesmo faminta de pica. A língua dela brincava com minhas bolas enquanto a mão fazia uma punheta, estimulando ainda mais meu pau duro.

Depois de se deliciar, dona Mara se levantou, deixando a buceta peluda bem na minha cara. Meu primeiro instinto foi dar um belo boquete nela, mas a coroa tinha outros planos.

Ela subiu no sofá e, de uma sentada na minha frente, a buceta engoliu minha pica inteira. Aquela buceta peluda fez meu pau sumir por completo. A senhora soltou um gemido de prazer ao se enfiar na minha pica e começou a me cavalgar como se fosse um rodeio.

— Ahhh, que gostoso, tava mesmo precisando de uma pica boa, mmmm sim, mais, amor — a coroa gemia enquanto subia e descia. Os peitos dela se ofereciam como dois manjares, e sem perder tempo, ataquei eles com luxúria.

Chupava aqueles peitos como se quisesse tirar leite, e depois passava pros bicos, que estavam durinhos de tesão.

Já que ela tava fazendo o trabalho de se empalar na minha pica, me dediquei de corpo e alma aos peitos dela, usando as mãos pra amassar enquanto minha boca dançava de um para o outro.
A senhora gemia cada vez mais e, de repente, arqueou as costas para trás, soltando um gemido alto que indicava que tinha chegado ao orgasmo.
Eu ainda não tinha gozado e, como já tinha me afastado dos seus peitos apetitosos, resolvi buscar meu próprio alívio.
Peguei-a pelas ancas e levantei-a o máximo que pude, para depois puxá-la para baixo e enfiar meu pau até o fundo. A coroa entendeu o recado e começou a me ajudar a chegar ao orgasmo, subindo e descendo de novo. Eu empurrava minha bacia para cima o máximo que conseguia, tentando ir mais fundo. O prazer não demorou a chegar e, apertando a bunda dela com força, gozei, enchendo a buceta dela com meu leite e, de quebra, provocando outro orgasmo nela.
Dona Mara caiu sobre mim ofegante e me deu um beijo cheio de emoção, enfiando a língua dentro da minha boca.
Depois que a excitação passou, comecei a sentir vontade de mijar, enquanto recuperava as forças, provavelmente por causa do chá que a senhora tinha me dado.
Me desculpei para ir ao banheiro, mas ela foi atrás de mim e, ao chegar lá, disse algo que me surpreendeu.
— Talvez você ache estranho ou nojento, mas você se importaria de mijar em cima de mim? — disse a coroa.
Era óbvio que, com minha experiência na internet, já tinha lido e visto vídeos sobre a tal chuva dourada, mas não achava que um dia ia fazer isso.
O tesão em mim foi maior e eu disse que não teria problema nenhum. A coroa entrou no chuveiro e pediu para eu borrifá-la com minha urina.
Entre a excitação e o estranho da situação, minha urina demorou um pouco para sair, mas depois de fazer um esforço, lancei um jato forte de mijo sobre a coroa ansiosa, que esperava com desejo.
Dona Mara aproveitava enquanto era banhada por aquele líquido amarelado e até abriu a boca para recebê-lo e saboreá-lo. Apontei o jato para os peitos dela até deixá-los cobertos de mijo e, quando o líquido começou a diminuir, ela levou meu pau à boca para engolir o resto.
— Mmmmm, nada como um bom banho de Urina" — disse a senhora, lambendo os restos.
— Você não gostaria de experimentar?

Contra todas as expectativas e levado pelo tesão, acabei aceitando aquela proposta estranha. Dessa vez fui eu quem se ajoelhou no chão do chuveiro enquanto dona Mara ficava de pé na minha frente, separando os lábios da sua buceta peluda, de onde começou a sair aquele jato amarelado.

Era sem dúvida a coisa mais bizarra que eu tinha feito até aquele dia. O líquido quente bateu no meu rosto e logo cobriu meu corpo inteiro, me encharcando por completo.

A coroa se esfregava o clitóris enquanto a urina continuava jorrando sobre mim, e eu não sabia se tinha perdido a cabeça ou o quê, mas também comecei a ficar excitado, e meu pau logo foi endurecendo.

Dona Mara percebeu isso e, se abaixando, dirigiu os últimos restos do mijo até meu pau ereto, deixando-o completamente coberto. Quando terminou, se levantou, deixando de novo a buceta peluda na minha frente, e dessa vez eu me joguei nela sem dar tempo de reação.

Dona Mara teve que se apoiar na parede do banheiro para não cair de susto. Usando as mãos, afastei aquela selva profunda até encontrar os lábios ainda inchados da foda anterior. Minha língua penetrou neles, onde pude sentir o leve gosto de urina, além dos restos da minha gozada anterior. Tenho que admitir que o gosto não foi agradável, mas a excitação falou mais alto, e usando o que aprendi, me propus a dar outro orgasmo para minha amante madura.

Aquela moita de pelos fazia cócegas no meu nariz enquanto meus lábios se juntavam aos dela. No meio daquele matagal de Vênus, procurei o clitóris até encontrar e comecei a estimulá-lo com o polegar.

A senhora gemia de prazer enquanto eu devorava a buceta dela. Senti as mãos dela pousarem na minha cabeça e me pressionarem para que eu enfiasse mais a língua dentro da racha. Enfiei a língua o mais fundo que pude, percorrendo a intimidade dela e saboreando seus sucos.

Senti ela me pressionar com mais força contra a buceta e, de repente, ela gozou. A corrida dela na minha boca quase me fez engasgar.
Dona Mara estava perdida de prazer, sem dúvida isso compensa as duas últimas reuniões perdidas.
Depois de se recuperar, dona Mara pegou na minha mão e voltamos pra sala.
– Você se comportou tão bem que merece um prêmio. – dizendo isso, ela se inclinou no sofá com a bunda apontada pra mim. – Vai, meu bem. Você mereceu. Poucos tiveram o prazer de me foder aqui. –
Com as mãos, ela abriu as nádegas, deixando eu ver o cuzinho escuro dela. Pela posição, também dava pra ver que a buceta dela ainda estava escorrendo com meu gozo.
– O que você está esperando, amor? Enche meu cu com essa porra gostosa. – disse ela, visivelmente ansiosa.
Meio nervoso, me aproximei dela e alinhei a cabeça da minha pica com o cu dela. Sem saber muito bem como proceder, comecei a tentar penetrá-la devagar. Minha pica foi se abrindo caminho delicadamente dentro daquele buraco apertado. A sensação foi muito diferente de penetrar uma buceta. Eu sentia como o cu dela apertava minha pica ao entrar.
Dona Mara me olhava enquanto eu entrava devagar nela, dava pra ver ela fazendo caretas leves de dor.
– Uff, fazia tempo que eu não tinha uma pica boa aqui dentro, obrigada por ir devagar, meu bem – disse a senhora.
Aos poucos, o cu dela foi engolindo toda a minha pica até que eu tava todo dentro dela. Mantendo o ritmo lento, tirei ela devagarinho e meti de novo. Era incrível sentir como a bunda dela apertava minha pica ao entrar e sair. O ritmo lento e calmo me deixava aproveitar mais aquele cu maduro, mas a senhora começou a acelerar o passo, se mexendo com mais força e velocidade.
Seguindo o exemplo dela, agarrei aquelas nádegas e apertei enquanto aumentava as estocadas. Me baseando no que vi nos filmes pornô, dei um tapa na bunda dela que a fez pular de susto. Como não ouvi reclamação, dei mais uns tapas que a fizeram soltar pequenos gritos de prazer.
– Ufff, senhora, que cu gostoso a senhora tem, eu amo, uffff, arghhh – eu grunhi de prazer
—Ahhhh, que delícia, continua, mmmm, mais, assim meu céu, me fode com vontade, uhhhhh, não para, vou gozar, AHHHHH — gemeu a coroa soltando um grito de prazer.
Eu também não aguentei muito e logo em seguida esvaziei meu sêmen dentro da bunda apertada dela.
Cai sentado no sofá enquanto dona Mara desabava ao meu lado. Quando recuperei o fôlego, me arrumei para ir embora.
— Mais uma vez, agradeço por ter me ajudado com minhas vontades carnais e por ter tido a mente aberta com minhas peculiaridades. Espero que nossos caminhos se cruzem de novo — disse dona Mara ao me acompanhar até a porta e me deu um beijo de despedida.
Saí do apartamento meio estranhado com o que tinha acontecido. Putz, essas milf tinham uns fetiches meio bizarros. Fiquei me perguntando como seriam as outras, que tipo de práticas novas e estranhas teriam.
Antes de voltar pra casa, já que minha mãe não estava, resolvi ir na loja perto comprar algo pra comer. Ao cortar caminho pelo quintal dos fundos, no silêncio da noite, ouvi uns gemidos leves. Percebi que vinham do apartamento de dona Elide. A curiosidade me fez chegar perto, onde encontrei uma janela meio aberta. Espiei com cuidado por ela e vi a causa dos gemidos.
Dona Elide estava sendo penetrada por dois moleques enquanto na frente dela um terceiro oferecia o pau pra ela chupar. Aqueles paus jovens a perfuravam com força, fazendo ela soltar gemidos abafados pelo pau na boca, que ela tirava de vez em quando pra pedir que fodessem com mais força.
Era inacreditável ver como ela engolia aquele pau jovem, e pela cara do garoto, parecia que ela era uma verdadeira mestra na arte. Os outros caras colocavam toda a força pra meter seus paus nos buracos dela, soltando grunhidos enquanto faziam isso.
Vi o garoto da frente se contorcer e de repente gozar, jorrando o sêmen dentro da boca da coroa, que habilmente não deixou escapar nem uma gota.
Parece que ser A anfitriã dos encontros tinha suas vantagens. Me afastei dali em silêncio, pensando em quando teria a chance de comer ela. Enquanto isso, tinha muitas outras milf pra descobrir e gozar com elas.Continua...

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