Tempo estimado de leitura: [ 12 min. ] - + Aos meus 21 anos, nunca tinha pensado na possibilidade de transar com um homem mais velho… pelo menos não até reencontrar Matías, um amigo de infância do meu pai. Matías me conhece desde que nasci, mas havia voltado para a Espanha por questões familiares há uns 4 anos. Ele voltou ao México num verão, vendeu tudo que tinha na cidade e se mudou para Cancún. Nesse tempo, não mudei muito: meus peitos pequenos e redondos não cresceram muito, mas aprendi a usá-los; minha bunda sim, aumentou de tamanho. Não precisava malhar para mantê-la firme, mas eu adorava porque gostava do jeito que me olhavam na academia. Naquelas férias, troquei meu cabelo ruivo por preto, o que me deixava menos infantil, e sempre usava batom vermelho para deixar os lábios mais carnudos. Esse visual femme fatale me dava uma confiança especial.
O Matías também não tinha mudado muito, apesar de já estar na casa dos 40 e os cabelos brancos terem começado a aparecer, nos pelos do peito – que não eram muitos – também dava pra ver alguns; ele ainda mantinha aquela aparência de cara durão. Corpo grande, alto, costas largas, uns braços espetaculares para a idade. Matías organizou uma festa na casa nova e convidou meus pais para passar algumas semanas lá, as provas finais me impediram de chegar pra festa, então cheguei no domingo de manhã. A equipe de limpeza estava cuidando da bagunça, me receberam, me avisaram que todo mundo ainda estava dormindo e me ofereceram um dos quartos vazios. Só deixei minhas malas, mas a curiosidade falou mais alto e abri um dos quartos, meus pais estavam dormindo profundamente… mas eu estava prestes a levar um susto. No fundo, tinha uma porta maior que as outras, por que não abrir? Pensei. Totalmente branca, no centro, numa cama enorme, dormia o Matías. Ele estava deitado na cama, coberto até a cintura com um lençol branco que não conseguiu disfarçar a ereção dele, se fosse meu namorado eu teria ido chupar na hora… mas era um homem de quarenta e tantos anos. Aquele amigo do meu pai tinha feito minha imaginação voar. Sem fazer barulho, saí do quarto, tomei café da manhã fora e comprei um vestido maravilhoso. Não sabia por que, mas não queria que o Matías me visse de jeans e camiseta branca. Voltei pra casa dele à tarde com aquele vestido novo: um branco sem alças que chegava na metade das minhas coxas, ficava justinho só no peito, o resto do tecido voava com o vento; não usei sutiã, só uma calcinha fio dental branca. Com as sandálias altas que eu estava usando, meu bumbum ficava mais empinado e minhas pernas mais definidas. Todo mundo estava na área do café da manhã, meus pais e o Matías.
— E como acordaram depois daquela festa danada? — cheguei perguntando.
— Minha love, que bom que você chegou — disse minha mãe.
— Ainda se lembra da Sofia? — perguntou meu pai, se virando pro Matías.
— Mas claro, Sofia! Diria que você não mudou, mas nossa… É mesmo…" – disse Matías enquanto me olhava disfarçadamente de cima a baixo. "Nem vai me dar pelo menos um abraço? Lembra que eu era a queridinha!" – falei, estendendo os braços. Matías envolveu meu corpo e me deu um abraço firme, puxando meu corpo contra o dele. Senti desde meu quadril até meus peitos colados nele. Mesmo de salto, minha cabeça mal chegava aos ombros dele, e ele cheirava deliciosamente. Lembrei da ereção dele de manhã e o desejei. Em algumas horas, atualizamos Matías sobre a família, minha entrada na universidade, meu irmão e suas festas, o negócio dos meus pais; e ele também nos contou sobre sua fascinante vida de solteiro. Aquela tarde eu passaria sozinha com Matías, porque ele deu a eles um dia inteiro num spa. Peguei isso como um sinal e decidi atacar.
Despedimos meus pais e logo propus ao Matías irmos à piscina. A equipe de serviço já tinha ido embora e eu podia parar de ser sutil com ele. Ele me acompanhou ao quarto onde eu tinha deixado minhas malas e, com a desculpa de continuarmos conversando, não deixei que ele me deixasse sozinha. Peguei alguns biquínis, tangas, calcinhas, sutiãs, e ele só dava uma olhadinha.
"Qual você acha que devo usar: branco, vermelho ou azul?" perguntei.
"Qualquer um, ninguém vai te ver na piscina."
"Então posso descer pelada, Matías."
"Melhor você experimentar os três e decidir com qual desce. Vou te deixar sozinha."
"Não te vejo há anos e você quer me deixar sozinha?"
Abri uma das portas do enorme closet que ficava ao lado da cama onde ele estava sentado e disse:
"Vou me trocar aqui atrás e continuamos conversando. Não acho que você esteja interessado em ver algo que com certeza já viu centenas de vezes."
Não esperei que ele respondesse e deslizei o vestido para baixo, tirei a calcinha fio-dental e deixei as duas peças em cima da cama. Coloquei primeiro o branco, fechei a porta do closet e caminhei até ele. Me virei e fiquei um momento de costas, aproveitando que as sandálias me deixavam com mais bumbum.
"Você está espetacular, tem os peitos perfeitos e uma bunda de sonho... E quando se troca e se toca, faz qualquer cara querer colocar as mãos em você. Aliás, mesmo que se troque atrás da porta, você se reflete no espelho do canto."
Eu não tinha percebido o espelho. Tentei esconder meu espanto mordendo o lábio.
"Então prefere que eu me troque na sua frente?" foi a única coisa que me veio à cabeça para dizer.
"O que você está fazendo, Sofia?"
"Não estou fazendo nada. Por acaso entrei no seu quarto esta manhã e vi você dormindo... com uma ereção enorme. Não imagina a vontade que me deu de..."
Matías me interrompeu.
"Merda, Sofia! Não estou interessado em saber o que você viu nem o que pensou."
Ele saiu irritado do quarto. Realmente tinha me enganado. Arrependidíssima, coloquei uma saia jeans, sandálias baixas, me arrumei... peguei um coque e desci para procurá-lo. Ele estava na beira da piscina, sentado numa espreguiçadeira com os cotovelos apoiados nos joelhos e a cabeça entre as mãos. Antes de ir até ele, passei na cozinha para pegar umas cervejas; afinal, eu precisava de algo de valor para me desculpar. "Quer uma?" perguntei, aproximando a lata. Ele aceitou, sem me olhar e sem dizer uma palavra, e deu um grande gole. Eu precisava continuar, então me coloquei na frente dele e me ajoelhei para ver seu rosto. "Matías, não sei o que você está pensando, mas eu…" Ele não me deixou continuar, colocando dois dedos nos meus lábios. Passou a mão por trás do meu pescoço e me puxou para ele — mais do que um beijo, foi como se ele quisesse devorar minha boca. Sua língua entrou procurando a minha, ele mordeu meu lábio inferior e chupou, eu segui seu ritmo acelerado e agarrei seu pescoço. "Você não está bravo?" perguntei com certa timidez. "Bravo, não. Você me deixou com o pau muito duro e uma dúvida da porra." Ele disse com uma voz diferente, e senti que ele realmente me desejava. "Então vamos resolver isso." "Tenho vizinhos, vamos para dentro." Ele pegou minha mão, me colocou na frente dele, pressionando seu pau na minha cintura, e me guiou até o que era meu quarto. "Não, quero que você me coma nos lençóis que cobriam seu pau duro" eu disse, realmente querendo me esfregar na cama dele. "Você é uma baita de uma gostosa safada." Depois de dizer isso, ele me beijou, começou a passar as mãos por todo o meu corpo, e assim fomos para o quarto dele. De pé, continuamos nos beijando, seus braços envolvendo meu corpo me faziam sentir indefesa, eu só acariciava suas costas e deixava ele fazer tudo comigo. Ele desceu pelo meu pescoço e suas mãos pararam nos meus peitos, ainda cobertos pelo biquíni branco. "Chupa meus peitos" exigi, com a respiração cada vez mais ofegante. Ele desamarrou as alças do pescoço e das costas, primeiro os tocou com extrema delicadeza, mal roçando meus mamilos, mas isso foi o suficiente para deixá-los bem duros. Ele os beijou e depois os chupou, passava a língua, apertava com os lábios, até puxava. Chupava um e massageava a outra, a intensidade ia aumentando, ele pressionava cada vez mais forte mas eu não reclamava, pelo contrário: eu gemía. -Mmm… continua- -Você tem uns peitos deliciosos, Sofi- Ele desabotoou minha saia, que caiu no chão, e começou a me masturbar por cima do biquíni. -Nossa, que gostosa, você tá com a buceta encharcada- -Fiquei assim só de pensar no seu pau- Ele me empurrou na cama, puxou meu biquíni pra baixo e com força abriu minhas pernas. Percorreu com a boca a parte interna das minhas coxas, eu estava muito ansiosa, sentia pequenas mordidas que me faziam desejar a língua dele na minha buceta, então levei minha mão até minha xotinha pra me tocar. -Não, nada disso. Essa buceta molhada é só minha… além do mais, assim sem um pelo é como eu gosto- Ele passava a língua por todo o exterior da minha vagina, se aproximava do clitóris e se afastava. Brincava com meu orgasmo, não deixava que eu tocasse minha buceta, fiquei me beliscando os mamilos. Arqueava minhas costas e pressionava a cabeça dele contra minha vagina usando minhas mãos. -Matías, por favor, me deixa gozar! Me chupa todinha ou me deixa me tocar, eu tô muito perto- -O que você quer, Sofía?- -Gozar na sua boca- -Eu quero que você goze, mas no meu pau- Ele respondeu e enfiou um dedo, lentamente entrava e saía prolongando o prazer. -Mmmm… siiim, mmmm, ahhhh- Quase cheguei lá e ele parou. -Não, Matías, o que você tá fazendo?- -Você queria brincar e a gente tá brincando- Eu estava frustrada, completamente molhada e queria um orgasmo. Me sentei e violentamente puxei pra baixo o bermuda que ele usava, pra minha surpresa ele não usava cueca e seu pau me surpreendeu. Não estava totalmente duro, era de um bom tamanho e estava muito grosso. -Você vai ficar só olhando?- Saí do meu choque e comecei a passar minha língua pelas bolas, subi lentamente. Beijei ela de lado, lambi, quando cheguei na ponta comecei a chupar pelos lados. Quando enfiei na minha boca ela já tinha aumentado de tamanho e de grossura. Ele enfiou na minha boca e me pegou assim, apertava tudo que podia e massageava as bolas dele, de joelhos não parava de olhar nos olhos dele. Me excitava muito ouvi-lo, vê-lo gozar. -Engole tudo toda, anda- Ele me dizia enquanto enfiava mais fundo. Chegava realmente profundo, tanto que tive que tirar a língua para evitar engasgar. –Se na sua boca é tão gostoso assim, imagina no seu cuzinho- Ouvir essas palavras me intimidou, gosto de uma enrabada de vez em quando mas a grossura do seu pau me assustava. Ele não gozou na minha boca, me colocou de pé e me fez apoiar em uma pequena mesa. -Quer na buceta?- Ele perguntou no meu ouvido. -Sim, me come logo- Respondi em voz alta. Ele me penetrou lentamente, sentia o pau dele abrindo minha vagina. Eu estava muito molhada mas mesmo assim me sentia apertada -Mmmm… tão gostosa e tão apertadinha, você tem uma buceta muito gostosa que vamos abrir bem…. Mmmm.- -Me dá direito, enfia tudo Matías.- Assim que falei, ele tirou todo o pau e enfiou de novo de uma só vez. -Ahhhh, Matías!- Foi um grito de dor com surpresa. -Toma Sofía, você queria- meu -pau -então -aqui -está- Ele me dizia no vai e vem, enfiava com mais força e também mais rápido. Ele me comeu como não pensei que um cara de quarenta e poucos faria, bombava muito rápido, um momento apertava meus peitos, depois ia no meu clitóris, se apoiava nos meus ombros para enfiar com mais força e quando colocava as mãos na minha cintura sentia que chegava muito fundo. Ficamos assim por um bom tempo, entre gemidos e gritos consegui gozar duas vezes. Ele mudava a frequência mas sempre na mesma posição, me tinha como sua putinha. Ele puxou meu rabo de cavalo e me levantou. -Esse bumbum empinado que vi no espelho deve ser a coisa mais gostosa do seu corpo- Ele sussurrou no meu ouvido enquanto apalpava meus peitos. Hesitei um pouco, nesse tempo ele beijou meu pescoço e esfregou a ereção na minha cintura. Ele tentou baixar o pau para que ficasse nas minhas nádegas mas voltou. -Olha ela, está dura. Esse pau quer um cu como o seu- Quando ele disse isso senti um dos dedos dele empurrando meu ânus. -Seja gentil- Respondi com um pouco de incerteza, só pensava na largura do pau dele. Ele me levou de volta para a cama, colocou um travesseiro no meio e ele me deitou de bruços sobre ela. Suas mãos massageavam minhas nádegas, apertavam, beijavam, depois vinha a língua. Sem esforço algum, ele levantou um pouco minha bunda e primeiro me penetrou na vagina. Voltei a gemer, adorava me sentir cheia. Então ele colocou seu pau do lado de fora do meu ânus, empurrou devagar e a dor começou. Tensi meu corpo, não me mexi, não emiti nenhum som. — Chiquita, você é mesmo apertadinha — Ele beijou minhas costas e conseguiu passar a mão por baixo. Eu gostava de sentir o peso do corpo dele e seus dedos brincando com minha bucetinha me distraíram um pouco. — Por que você não senta? — continuou ele. — Não, quero que você me coma. Vai, mete — respondi, cheia de coragem. Era como se ele me partisse ao meio, sua pau grossa e quente me enchendo centímetro a centímetro. Ele abria caminho deixando um rastro de dor, eu puxava os lençóis sentindo suas mãos pelo meu corpo até que ele parou, finalmente tinha enfiado tudo. — Engoliu tudinho, Sofi. Mostra pra mim como você é foxy de verdade — ele disse. Lentamente comecei a me mexer, sentando sozinha naquele pau bem duro. Rapidamente aumentei o ritmo, ouvia Matías dizer que puta que eu era, que rabão gostoso ele estava comendo, como era gostoso. Da minha boca só saíam gemidos, agora sim de prazer total, eu adorava ter o pau dele dentro do meu bum, sentia como ele se abria e realmente era eu quem sentava no pau dele. — Mmhgggg, com uma puta dessas eu me encontrei, você mesma se come. Agora é minha vez — Ele terminou de falar e me deu um tapa na bunda, me segurou firme pela cintura e eu parei de me mexer. — Tão puta que entende na base do tapa, assim que eu gosto — ele completou. Ele tirou o pau e enfiou de novo de uma só vez. — Ahhhh. Matías, você é um cabrão, que delícia do caralho — — E ainda não acabamos, você vai adorar, Sofia — O vai e vem ficou intenso de verdade, ele enfiava o pau com muita força, não parei de gritar, adorei me sentir tão à disposição dele. Ele me enchia totalmente, me abria por completo, me partia ao meio. Assim terminei, assim Ele gozou: na minha bunda. A porra dele me inundou, ele me inundou. Ficou um momento dentro e me levou para a parte de cima da cama, me cobriu com o lençol que havia escondido a ereção dele horas antes. Me beijou e me deixou dormir.
O Matías também não tinha mudado muito, apesar de já estar na casa dos 40 e os cabelos brancos terem começado a aparecer, nos pelos do peito – que não eram muitos – também dava pra ver alguns; ele ainda mantinha aquela aparência de cara durão. Corpo grande, alto, costas largas, uns braços espetaculares para a idade. Matías organizou uma festa na casa nova e convidou meus pais para passar algumas semanas lá, as provas finais me impediram de chegar pra festa, então cheguei no domingo de manhã. A equipe de limpeza estava cuidando da bagunça, me receberam, me avisaram que todo mundo ainda estava dormindo e me ofereceram um dos quartos vazios. Só deixei minhas malas, mas a curiosidade falou mais alto e abri um dos quartos, meus pais estavam dormindo profundamente… mas eu estava prestes a levar um susto. No fundo, tinha uma porta maior que as outras, por que não abrir? Pensei. Totalmente branca, no centro, numa cama enorme, dormia o Matías. Ele estava deitado na cama, coberto até a cintura com um lençol branco que não conseguiu disfarçar a ereção dele, se fosse meu namorado eu teria ido chupar na hora… mas era um homem de quarenta e tantos anos. Aquele amigo do meu pai tinha feito minha imaginação voar. Sem fazer barulho, saí do quarto, tomei café da manhã fora e comprei um vestido maravilhoso. Não sabia por que, mas não queria que o Matías me visse de jeans e camiseta branca. Voltei pra casa dele à tarde com aquele vestido novo: um branco sem alças que chegava na metade das minhas coxas, ficava justinho só no peito, o resto do tecido voava com o vento; não usei sutiã, só uma calcinha fio dental branca. Com as sandálias altas que eu estava usando, meu bumbum ficava mais empinado e minhas pernas mais definidas. Todo mundo estava na área do café da manhã, meus pais e o Matías.— E como acordaram depois daquela festa danada? — cheguei perguntando.
— Minha love, que bom que você chegou — disse minha mãe.
— Ainda se lembra da Sofia? — perguntou meu pai, se virando pro Matías.
— Mas claro, Sofia! Diria que você não mudou, mas nossa… É mesmo…" – disse Matías enquanto me olhava disfarçadamente de cima a baixo. "Nem vai me dar pelo menos um abraço? Lembra que eu era a queridinha!" – falei, estendendo os braços. Matías envolveu meu corpo e me deu um abraço firme, puxando meu corpo contra o dele. Senti desde meu quadril até meus peitos colados nele. Mesmo de salto, minha cabeça mal chegava aos ombros dele, e ele cheirava deliciosamente. Lembrei da ereção dele de manhã e o desejei. Em algumas horas, atualizamos Matías sobre a família, minha entrada na universidade, meu irmão e suas festas, o negócio dos meus pais; e ele também nos contou sobre sua fascinante vida de solteiro. Aquela tarde eu passaria sozinha com Matías, porque ele deu a eles um dia inteiro num spa. Peguei isso como um sinal e decidi atacar.
Despedimos meus pais e logo propus ao Matías irmos à piscina. A equipe de serviço já tinha ido embora e eu podia parar de ser sutil com ele. Ele me acompanhou ao quarto onde eu tinha deixado minhas malas e, com a desculpa de continuarmos conversando, não deixei que ele me deixasse sozinha. Peguei alguns biquínis, tangas, calcinhas, sutiãs, e ele só dava uma olhadinha. "Qual você acha que devo usar: branco, vermelho ou azul?" perguntei.
"Qualquer um, ninguém vai te ver na piscina."
"Então posso descer pelada, Matías."
"Melhor você experimentar os três e decidir com qual desce. Vou te deixar sozinha."
"Não te vejo há anos e você quer me deixar sozinha?"
Abri uma das portas do enorme closet que ficava ao lado da cama onde ele estava sentado e disse:
"Vou me trocar aqui atrás e continuamos conversando. Não acho que você esteja interessado em ver algo que com certeza já viu centenas de vezes."
Não esperei que ele respondesse e deslizei o vestido para baixo, tirei a calcinha fio-dental e deixei as duas peças em cima da cama. Coloquei primeiro o branco, fechei a porta do closet e caminhei até ele. Me virei e fiquei um momento de costas, aproveitando que as sandálias me deixavam com mais bumbum.
"Você está espetacular, tem os peitos perfeitos e uma bunda de sonho... E quando se troca e se toca, faz qualquer cara querer colocar as mãos em você. Aliás, mesmo que se troque atrás da porta, você se reflete no espelho do canto."
Eu não tinha percebido o espelho. Tentei esconder meu espanto mordendo o lábio.
"Então prefere que eu me troque na sua frente?" foi a única coisa que me veio à cabeça para dizer.
"O que você está fazendo, Sofia?"
"Não estou fazendo nada. Por acaso entrei no seu quarto esta manhã e vi você dormindo... com uma ereção enorme. Não imagina a vontade que me deu de..."
Matías me interrompeu.
"Merda, Sofia! Não estou interessado em saber o que você viu nem o que pensou."
Ele saiu irritado do quarto. Realmente tinha me enganado. Arrependidíssima, coloquei uma saia jeans, sandálias baixas, me arrumei... peguei um coque e desci para procurá-lo. Ele estava na beira da piscina, sentado numa espreguiçadeira com os cotovelos apoiados nos joelhos e a cabeça entre as mãos. Antes de ir até ele, passei na cozinha para pegar umas cervejas; afinal, eu precisava de algo de valor para me desculpar. "Quer uma?" perguntei, aproximando a lata. Ele aceitou, sem me olhar e sem dizer uma palavra, e deu um grande gole. Eu precisava continuar, então me coloquei na frente dele e me ajoelhei para ver seu rosto. "Matías, não sei o que você está pensando, mas eu…" Ele não me deixou continuar, colocando dois dedos nos meus lábios. Passou a mão por trás do meu pescoço e me puxou para ele — mais do que um beijo, foi como se ele quisesse devorar minha boca. Sua língua entrou procurando a minha, ele mordeu meu lábio inferior e chupou, eu segui seu ritmo acelerado e agarrei seu pescoço. "Você não está bravo?" perguntei com certa timidez. "Bravo, não. Você me deixou com o pau muito duro e uma dúvida da porra." Ele disse com uma voz diferente, e senti que ele realmente me desejava. "Então vamos resolver isso." "Tenho vizinhos, vamos para dentro." Ele pegou minha mão, me colocou na frente dele, pressionando seu pau na minha cintura, e me guiou até o que era meu quarto. "Não, quero que você me coma nos lençóis que cobriam seu pau duro" eu disse, realmente querendo me esfregar na cama dele. "Você é uma baita de uma gostosa safada." Depois de dizer isso, ele me beijou, começou a passar as mãos por todo o meu corpo, e assim fomos para o quarto dele. De pé, continuamos nos beijando, seus braços envolvendo meu corpo me faziam sentir indefesa, eu só acariciava suas costas e deixava ele fazer tudo comigo. Ele desceu pelo meu pescoço e suas mãos pararam nos meus peitos, ainda cobertos pelo biquíni branco. "Chupa meus peitos" exigi, com a respiração cada vez mais ofegante. Ele desamarrou as alças do pescoço e das costas, primeiro os tocou com extrema delicadeza, mal roçando meus mamilos, mas isso foi o suficiente para deixá-los bem duros. Ele os beijou e depois os chupou, passava a língua, apertava com os lábios, até puxava. Chupava um e massageava a outra, a intensidade ia aumentando, ele pressionava cada vez mais forte mas eu não reclamava, pelo contrário: eu gemía. -Mmm… continua- -Você tem uns peitos deliciosos, Sofi- Ele desabotoou minha saia, que caiu no chão, e começou a me masturbar por cima do biquíni. -Nossa, que gostosa, você tá com a buceta encharcada- -Fiquei assim só de pensar no seu pau- Ele me empurrou na cama, puxou meu biquíni pra baixo e com força abriu minhas pernas. Percorreu com a boca a parte interna das minhas coxas, eu estava muito ansiosa, sentia pequenas mordidas que me faziam desejar a língua dele na minha buceta, então levei minha mão até minha xotinha pra me tocar. -Não, nada disso. Essa buceta molhada é só minha… além do mais, assim sem um pelo é como eu gosto- Ele passava a língua por todo o exterior da minha vagina, se aproximava do clitóris e se afastava. Brincava com meu orgasmo, não deixava que eu tocasse minha buceta, fiquei me beliscando os mamilos. Arqueava minhas costas e pressionava a cabeça dele contra minha vagina usando minhas mãos. -Matías, por favor, me deixa gozar! Me chupa todinha ou me deixa me tocar, eu tô muito perto- -O que você quer, Sofía?- -Gozar na sua boca- -Eu quero que você goze, mas no meu pau- Ele respondeu e enfiou um dedo, lentamente entrava e saía prolongando o prazer. -Mmmm… siiim, mmmm, ahhhh- Quase cheguei lá e ele parou. -Não, Matías, o que você tá fazendo?- -Você queria brincar e a gente tá brincando- Eu estava frustrada, completamente molhada e queria um orgasmo. Me sentei e violentamente puxei pra baixo o bermuda que ele usava, pra minha surpresa ele não usava cueca e seu pau me surpreendeu. Não estava totalmente duro, era de um bom tamanho e estava muito grosso. -Você vai ficar só olhando?- Saí do meu choque e comecei a passar minha língua pelas bolas, subi lentamente. Beijei ela de lado, lambi, quando cheguei na ponta comecei a chupar pelos lados. Quando enfiei na minha boca ela já tinha aumentado de tamanho e de grossura. Ele enfiou na minha boca e me pegou assim, apertava tudo que podia e massageava as bolas dele, de joelhos não parava de olhar nos olhos dele. Me excitava muito ouvi-lo, vê-lo gozar. -Engole tudo toda, anda- Ele me dizia enquanto enfiava mais fundo. Chegava realmente profundo, tanto que tive que tirar a língua para evitar engasgar. –Se na sua boca é tão gostoso assim, imagina no seu cuzinho- Ouvir essas palavras me intimidou, gosto de uma enrabada de vez em quando mas a grossura do seu pau me assustava. Ele não gozou na minha boca, me colocou de pé e me fez apoiar em uma pequena mesa. -Quer na buceta?- Ele perguntou no meu ouvido. -Sim, me come logo- Respondi em voz alta. Ele me penetrou lentamente, sentia o pau dele abrindo minha vagina. Eu estava muito molhada mas mesmo assim me sentia apertada -Mmmm… tão gostosa e tão apertadinha, você tem uma buceta muito gostosa que vamos abrir bem…. Mmmm.- -Me dá direito, enfia tudo Matías.- Assim que falei, ele tirou todo o pau e enfiou de novo de uma só vez. -Ahhhh, Matías!- Foi um grito de dor com surpresa. -Toma Sofía, você queria- meu -pau -então -aqui -está- Ele me dizia no vai e vem, enfiava com mais força e também mais rápido. Ele me comeu como não pensei que um cara de quarenta e poucos faria, bombava muito rápido, um momento apertava meus peitos, depois ia no meu clitóris, se apoiava nos meus ombros para enfiar com mais força e quando colocava as mãos na minha cintura sentia que chegava muito fundo. Ficamos assim por um bom tempo, entre gemidos e gritos consegui gozar duas vezes. Ele mudava a frequência mas sempre na mesma posição, me tinha como sua putinha. Ele puxou meu rabo de cavalo e me levantou. -Esse bumbum empinado que vi no espelho deve ser a coisa mais gostosa do seu corpo- Ele sussurrou no meu ouvido enquanto apalpava meus peitos. Hesitei um pouco, nesse tempo ele beijou meu pescoço e esfregou a ereção na minha cintura. Ele tentou baixar o pau para que ficasse nas minhas nádegas mas voltou. -Olha ela, está dura. Esse pau quer um cu como o seu- Quando ele disse isso senti um dos dedos dele empurrando meu ânus. -Seja gentil- Respondi com um pouco de incerteza, só pensava na largura do pau dele. Ele me levou de volta para a cama, colocou um travesseiro no meio e ele me deitou de bruços sobre ela. Suas mãos massageavam minhas nádegas, apertavam, beijavam, depois vinha a língua. Sem esforço algum, ele levantou um pouco minha bunda e primeiro me penetrou na vagina. Voltei a gemer, adorava me sentir cheia. Então ele colocou seu pau do lado de fora do meu ânus, empurrou devagar e a dor começou. Tensi meu corpo, não me mexi, não emiti nenhum som. — Chiquita, você é mesmo apertadinha — Ele beijou minhas costas e conseguiu passar a mão por baixo. Eu gostava de sentir o peso do corpo dele e seus dedos brincando com minha bucetinha me distraíram um pouco. — Por que você não senta? — continuou ele. — Não, quero que você me coma. Vai, mete — respondi, cheia de coragem. Era como se ele me partisse ao meio, sua pau grossa e quente me enchendo centímetro a centímetro. Ele abria caminho deixando um rastro de dor, eu puxava os lençóis sentindo suas mãos pelo meu corpo até que ele parou, finalmente tinha enfiado tudo. — Engoliu tudinho, Sofi. Mostra pra mim como você é foxy de verdade — ele disse. Lentamente comecei a me mexer, sentando sozinha naquele pau bem duro. Rapidamente aumentei o ritmo, ouvia Matías dizer que puta que eu era, que rabão gostoso ele estava comendo, como era gostoso. Da minha boca só saíam gemidos, agora sim de prazer total, eu adorava ter o pau dele dentro do meu bum, sentia como ele se abria e realmente era eu quem sentava no pau dele. — Mmhgggg, com uma puta dessas eu me encontrei, você mesma se come. Agora é minha vez — Ele terminou de falar e me deu um tapa na bunda, me segurou firme pela cintura e eu parei de me mexer. — Tão puta que entende na base do tapa, assim que eu gosto — ele completou. Ele tirou o pau e enfiou de novo de uma só vez. — Ahhhh. Matías, você é um cabrão, que delícia do caralho — — E ainda não acabamos, você vai adorar, Sofia — O vai e vem ficou intenso de verdade, ele enfiava o pau com muita força, não parei de gritar, adorei me sentir tão à disposição dele. Ele me enchia totalmente, me abria por completo, me partia ao meio. Assim terminei, assim Ele gozou: na minha bunda. A porra dele me inundou, ele me inundou. Ficou um momento dentro e me levou para a parte de cima da cama, me cobriu com o lençol que havia escondido a ereção dele horas antes. Me beijou e me deixou dormir.
3 comentários - El amigo de mi papá me cogió y me enculó