Não sou boa em escrever o que sinto, mas vou tentar compartilhar minha última experiência sexual, que rolou na noite do grito da independência. Vou contar que sou uma garota sortuda que adora curtir as danças, as festas, mas acima de tudo o sexo, não importa se for só de uma noite. E a última vez que transei com paixão foi durante as festas patrióticas, quando um grupo de amigas e eu fomos com tudo pra nos divertir. Eu vesti um vestido vermelho justinho que realçava bem minha silhueta e mal cobria minha bunda, e meus peitos ficavam bem durinhos, que é o que mais atrai os homens.
Chegamos no puteiro "controlado" pela pandemia e, automaticamente, eu e minhas amigas entramos enquanto ouvíamos gritos, assobios dos que ficaram do lado de fora, também teve beijos. Paramos no balcão e pedimos bebidas, mas não demorou muito para um grupo de caras se aproximar. Conversamos, dançamos e continuamos bebendo, mas dessa vez por conta deles, até quase meia-noite, quando rolou o grito de independência. Nessa altura, já tinha dançado com todo mundo, já tinham pegado "sem querer" na minha bunda e beijado meus peitos por cima do vestido entre as danças e os gritos de "viva México". Anunciaram que já iam fechar, e aos poucos fomos saindo do lugar. Já no estacionamento, perguntamos quem ia com quem pra "deixar em casa" ou continuar a noite em outro canto. As outras não quiseram e pegaram um táxi. Só sobramos eu e a Fabiola, que éramos as mais putas. A pergunta era pra onde ir, mas na real a gente já sabia o que queria. Então os caras compraram cerveja e bebidas pra gente, e fomos dar uma volta pelas bordas da cidade.
No caminho, vimos vários motéis e a Fabiola "teve a ideia" de continuar por lá. Então, como fazer sendo cinco? Alugaram dois quartos. Num deles, entrou a Fabiola com dois caras, escolha dela. E eu fiquei com o outro cara no outro quarto, que riu e disse: "Amanhã você vai saber por que você e ele".
O que a gente fez ao entrar no quarto foi ele colocar o celular pra gravar. Pedi pra ser discreto e que não precisava disso, mas ele insistiu, caso a gente não se visse mais. Na hora, quis tomar um banho, mas ele disse que não, porque ia perder o "encanto". Achei sujo fazer assim, mas fazer o quê? Eu também queria quebrar aquela quarentena que quase me fez virar virgem de novo. Levantei os braços e tirei o vestido, ficando só de calcinha e sutiã, o que deixou ele excitado porque era de renda. Deitei na cama e ele do meu lado, que já começou a acariciar meus peitos por cima da calcinha. Sutiã que me desabotoa e elas pularam na hora pra boca e mãos dele, ele lambia e mordia sem parar. A mão esquerda dele foi pra minha buceta, tentando explorar por cima da minha calcinha apertada. Ele se levantou, eu olhava desesperada enquanto ele tirava a calça até ficar todo pelado. Subiu na cama e encostou o pau mole na minha cara, que me deu ânsia porque cheirava a mijo, mas mesmo assim comecei a masturbar ele, porque se eu queria gozar, tinha que me esforçar. Fui pegando o gosto e sentia ele crescendo.
Depois ele se deitou no meio da cama e eu continuei chupando por um bom tempo até ele me parar porque sentia que ia gozar. Me deitou na cama, abriu minhas pernas e, por cima da calcinha, passava a língua na minha buceta fechada, apertada pelo rendado, até que tirou ela. Fiquei com vergonha porque os dedos dele abriram minha buceta depilada e a língua percorria de cima pra baixo, eu gemia e gemia. Ele parou, me sentei na beira da cama e chupei ele de novo como toda uma expert. Ele me deitou de novo, tirou uma camisinha da calça, colocou no pau enorme dele, abriu minhas pernas e começou a me penetrar devagar, pouco a pouco, até as bolas dele encostarem. Aí pegou ritmo e velocidade, cada vez mais e mais, até que meus gemidos viraram gritos de prazer. Meus lábios vaginais abraçavam a grossura do pau dele e minhas pernas prendiam a cintura dele. Era realmente emocionante porque nunca tinha provado um pau daquele tamanho.
Mudamos de posição, agora de lado, e ele continuava me penetrando cada vez melhor porque segurava minha perna direita aberta, segurando pelo meu tênis, que era a única coisa que eu ainda vestia. Sinceramente, aquele cara era um expert em sexo, porque sem tirar o pau de dentro, me levantou e continuou me metendo. Me acomodei e comecei a quicar devagar nele, sentindo um prazer imenso, mas o melhor veio quando as mãos dele seguraram meu corpo no ar e o pau dele entrava e saía várias vezes enquanto eu gritava pra ele não parar, mas ele parava pra acariciar meus peitos e depois continuava de novo.
Ele parou, me tirou de cima, levantou da cama e tirou a camisinha pra eu chupar o pau dele de novo, e muito agradecida, eu fiz. Ele me deitou e colocou aquela salsicha enorme no meio dos meus peitos, que eu rapidamente apertei com as mãos enquanto ele fazia uma "russa". Pegou outra camisinha e me colocou de quatro, me penetrando e dando tapas na bunda, mas parece que ele não curtiu muito essa posição, porque a gente trocou e dessa vez eu montei de frente, olhando na cara dele, até ele me tirar. Tirou a camisinha e soltou todo o leite quente no meu cabelo e no meu rosto. Terminei cansada e suada naquele quarto que cheirava a sexo. A gente tomou banho e repetiu tudo de novo até as sete da manhã.
Terminei com a garganta irritada de tanto gemer e gritar, as pernas tremendo de tanto tempo abertas, a buceta inchada de tanta penetrada, os peitos doloridos de tanto morder os bicos, e minha calcinha perdida, esquecida no quarto do prazer. Nos despedimos jurando que íamos repetir tudo de novo.
Chegamos no puteiro "controlado" pela pandemia e, automaticamente, eu e minhas amigas entramos enquanto ouvíamos gritos, assobios dos que ficaram do lado de fora, também teve beijos. Paramos no balcão e pedimos bebidas, mas não demorou muito para um grupo de caras se aproximar. Conversamos, dançamos e continuamos bebendo, mas dessa vez por conta deles, até quase meia-noite, quando rolou o grito de independência. Nessa altura, já tinha dançado com todo mundo, já tinham pegado "sem querer" na minha bunda e beijado meus peitos por cima do vestido entre as danças e os gritos de "viva México". Anunciaram que já iam fechar, e aos poucos fomos saindo do lugar. Já no estacionamento, perguntamos quem ia com quem pra "deixar em casa" ou continuar a noite em outro canto. As outras não quiseram e pegaram um táxi. Só sobramos eu e a Fabiola, que éramos as mais putas. A pergunta era pra onde ir, mas na real a gente já sabia o que queria. Então os caras compraram cerveja e bebidas pra gente, e fomos dar uma volta pelas bordas da cidade.No caminho, vimos vários motéis e a Fabiola "teve a ideia" de continuar por lá. Então, como fazer sendo cinco? Alugaram dois quartos. Num deles, entrou a Fabiola com dois caras, escolha dela. E eu fiquei com o outro cara no outro quarto, que riu e disse: "Amanhã você vai saber por que você e ele".
O que a gente fez ao entrar no quarto foi ele colocar o celular pra gravar. Pedi pra ser discreto e que não precisava disso, mas ele insistiu, caso a gente não se visse mais. Na hora, quis tomar um banho, mas ele disse que não, porque ia perder o "encanto". Achei sujo fazer assim, mas fazer o quê? Eu também queria quebrar aquela quarentena que quase me fez virar virgem de novo. Levantei os braços e tirei o vestido, ficando só de calcinha e sutiã, o que deixou ele excitado porque era de renda. Deitei na cama e ele do meu lado, que já começou a acariciar meus peitos por cima da calcinha. Sutiã que me desabotoa e elas pularam na hora pra boca e mãos dele, ele lambia e mordia sem parar. A mão esquerda dele foi pra minha buceta, tentando explorar por cima da minha calcinha apertada. Ele se levantou, eu olhava desesperada enquanto ele tirava a calça até ficar todo pelado. Subiu na cama e encostou o pau mole na minha cara, que me deu ânsia porque cheirava a mijo, mas mesmo assim comecei a masturbar ele, porque se eu queria gozar, tinha que me esforçar. Fui pegando o gosto e sentia ele crescendo.
Depois ele se deitou no meio da cama e eu continuei chupando por um bom tempo até ele me parar porque sentia que ia gozar. Me deitou na cama, abriu minhas pernas e, por cima da calcinha, passava a língua na minha buceta fechada, apertada pelo rendado, até que tirou ela. Fiquei com vergonha porque os dedos dele abriram minha buceta depilada e a língua percorria de cima pra baixo, eu gemia e gemia. Ele parou, me sentei na beira da cama e chupei ele de novo como toda uma expert. Ele me deitou de novo, tirou uma camisinha da calça, colocou no pau enorme dele, abriu minhas pernas e começou a me penetrar devagar, pouco a pouco, até as bolas dele encostarem. Aí pegou ritmo e velocidade, cada vez mais e mais, até que meus gemidos viraram gritos de prazer. Meus lábios vaginais abraçavam a grossura do pau dele e minhas pernas prendiam a cintura dele. Era realmente emocionante porque nunca tinha provado um pau daquele tamanho.
Mudamos de posição, agora de lado, e ele continuava me penetrando cada vez melhor porque segurava minha perna direita aberta, segurando pelo meu tênis, que era a única coisa que eu ainda vestia. Sinceramente, aquele cara era um expert em sexo, porque sem tirar o pau de dentro, me levantou e continuou me metendo. Me acomodei e comecei a quicar devagar nele, sentindo um prazer imenso, mas o melhor veio quando as mãos dele seguraram meu corpo no ar e o pau dele entrava e saía várias vezes enquanto eu gritava pra ele não parar, mas ele parava pra acariciar meus peitos e depois continuava de novo.Ele parou, me tirou de cima, levantou da cama e tirou a camisinha pra eu chupar o pau dele de novo, e muito agradecida, eu fiz. Ele me deitou e colocou aquela salsicha enorme no meio dos meus peitos, que eu rapidamente apertei com as mãos enquanto ele fazia uma "russa". Pegou outra camisinha e me colocou de quatro, me penetrando e dando tapas na bunda, mas parece que ele não curtiu muito essa posição, porque a gente trocou e dessa vez eu montei de frente, olhando na cara dele, até ele me tirar. Tirou a camisinha e soltou todo o leite quente no meu cabelo e no meu rosto. Terminei cansada e suada naquele quarto que cheirava a sexo. A gente tomou banho e repetiu tudo de novo até as sete da manhã.
Terminei com a garganta irritada de tanto gemer e gritar, as pernas tremendo de tanto tempo abertas, a buceta inchada de tanta penetrada, os peitos doloridos de tanto morder os bicos, e minha calcinha perdida, esquecida no quarto do prazer. Nos despedimos jurando que íamos repetir tudo de novo.
1 comentários - Gemidos e gritos de tesão