Capítulo 3. Simona Finalmente vi o carro da Coni, que é inconfundível por causa da cor amarela chamativa. Ele parou quase na minha frente, e meu coração começou a bater acelerado, porque depois de quase um mês do nosso caso, eu não sabia o motivo da reunião repentina num lugar que não fosse a casa dela. Me aproximei com a pouca compostura que ainda me restava, vi ela através do vidro, ela estava tão gostosa como sempre. Ela destravou as portas, então assumi que era um convite pra entrar no carro.
- Eu: Oi, Coni.
- Coni: Oi, Claudinho, como você tá?
- Eu: Bem, e você?
- Coni: Bem também. A gente precisa conversar...
- Eu: Sim, claro...
- Coni: Quero que você me coma...
- Eu: Mas e o Tony?...
- Coni: Ele... ele é um anjo, mas... mas você é um demônio e come diferente.
- Eu: Mas ele não te come bem?
- Coni: Come sim, ele até me faz gozar mais de uma vez, mas não consegui esquecer como você me deixava... preciso que você me coma...
- Eu: Mas você me disse que depois do fim de semana eu esquecesse tudo e que nunca mais...
- Coni: Eu estava errada, preciso que você me coma. Esse mês que passou, só pensei nisso...
- Eu: Mas e o Tony? Ele é um cara legal...
- Coni: Eu sei, e a gente vai continuar junto porque ele é o que me convém...
- Eu: Mas eu poderia ser seu namorado...
- Coni: Ah, Claudinho, você é um amor e, como já deve ter percebido, come como um demônio, hahaha, mas sou 10 anos mais velha, não daria certo, além de que meus pais e os seus iam ficar chocados, hahaha.
- Eu: Então você só quer me comer...
- Coni: Não, não só te comer, quero que a gente continue sendo amigo, como era antes de a gente viajar naquele fim de semana prolongado.
- Eu: Por mim tudo bem, mas ainda é estranho.
- Coni: É, mas é o melhor. Assim você também pode sair com garotas mais próximas da sua idade, tipo aquela que você encontrou na... praia…
• Eu: Sim, Juli, na verdade, eu tô saindo com ela…
• Coni: Uff, que sortuda, porque imagino que você come ela…
• Eu: Pois é, e a gente só é amigo…
• Coni: Bom, comigo vai ser a mesma coisa, você é um cara de sorte, não vai faltar onde meter, hahaha
• Eu: Sim, é verdade… pra onde a gente vai agora? Perguntei ao ver que não estávamos indo pra casa…
• Coni: Pra um motel que conheci com o Tony e que não fica longe…
• Eu: Mas meu carro tá no estacionamento da facul…
• Coni: Depois a gente busca ele, agora você vai me foder bem gostoso…
O que posso dizer, falar assim com a Coni era estranho, porque pra mim ela sempre foi como uma irmã mais velha e nunca tinha ouvido ela falar sem pudor nenhum… de qualquer forma, não podia reclamar, o que eu tinha imaginado, sonhado e desejado ia se realizar.
O tal motel era por acaso o mesmo que eu tinha ido com a Juli, então eu sabia o valor e tudo, e todo desenrolado sugeri pra Coni que eu pagava a metade:
• Coni: Claudinho, guarda a grana pra Juli, hoje eu pago, hahaha
• Eu: Mas a gente vai junto.
• Coni: Quando você trabalhar, me traz por sua conta, por enquanto eu pago…
Entramos eu e a Coni no lugar, o cara da entrada nem reparou na gente e indicou o número do quarto, então ela foi direto sem problemas e a gente desceu do carro como se fosse entrar num bar ou escritório, verdade seja dita, era meio estranho.
A Coni, ao entrar, foi direto pra cama… fiquei meio surpreso, porque não esperava que fosse quase como ir a um lugar público, tipo, ir e transar. Eu, apesar da minha pouca experiência, gosto de um pouco de “carinho apaixonado”. Sentei do lado dela enquanto ela pegava o controle e ligava a TV, onde um cara comia forte uma mina de peitão com as pernas nos ombros dela, a mina gemia enquanto os peitos iam e vinham, verdade seja dita, mesmo que tenha me excitado, eu não precisava daquilo.
• Eu: Coni, desliga. isso…
• Coni: Mas isso não te excita… pro Tony é uma coisa que ele curte muito…
• Eu: Sinceramente, até excita, mas com você já é mais que suficiente, não preciso de mais nada.
Abracei ela com força e beijei com paixão, ela meio surpresa e talvez nervosa, retribuiu meu beijo e depois me abraçou. Eu, sem perder tempo, comecei a amassar os peitos dela por cima da roupa e tentei desabotoar a blusa dela… mas… o som da TV me distraía, porque dava pra ouvir os gemidos e os espasmos dos protagonistas do filme pornô, que agora estavam metendo…
• Coni: Desculpa, é meio estranho… foi mal… vou desligar.
• Eu: É, assim é melhor, talvez depois a gente veja algo pra aprender, mas por enquanto, vamos cuidar da gente, hahaha
Me estiquei, peguei o controle remoto e desliguei a TV, depois deitei ela na cama e finalmente consegui liberar os peitos lindos da Coni, focando nos bicos suculentos, mais típicos de uma adolescente do que de uma mulher feita como a Coni.
• Coni: Cê gosta dos meus peitos?
• Eu: Percebeu?, hahaha… adoro, seus bicos são de outro mundo…
• Coni: Sempre achei que eram mais coisa de pirralha…
• Eu: Pra mim tão perfeitos, hahaha… não é melhor sem TV?
• Coni: Muito melhor…
Voltamos a nos beijar enquanto ela desabotoava minha camisa, e eu desci uma mão e coloquei na buceta dela por baixo da saia, acariciando com paixão o montinho de Vênus dela, fazendo a calcinha se apertar nela e ficar molhada lá no fundo da vagina.
Os beijos intensos que trocávamos foram esquentando tudo, virando algo cheio de tesão, e junto com minhas mãos na buceta e nos peitos da Coni, fez com que ela só quisesse que eu comesse ela.
• Coni: Mete em mim! Esperei por muito tempo
Finalmente tirei a blusa e o sutiã dela, enquanto ela desafivelava meu cinto, e a verdade é que ver ela de novo completamente nua como na primeira vez Ficava a mil... não parei muito pra admirar ela, porque ainda tinha a outra metade e a metade que mais me hipnotizava na anatomia dela... Sim! A bunda maravilhosa dela.
Agora, enquanto eu me dedicava a chupar e beijar os peitos dela, ela me livrou de vez da minha camisa. Sem a camisa, fui direto pra bunda dela. A Coni já tava tão molhada que se remexia pra eu deixar a buceta dela de fora. Quase por instinto, a Coni procurou meu pau, tirou minha calça e cueca, pegou ele entre os dedos e começou a me bater uma punheta suave, insistindo pra eu meter... Embora eu sonhasse e quisesse meter, não tava afim de que nosso reencontro terminasse como num filme pornô daqueles que passavam na TV, ou seja, te peguei aqui, te fodi ali. Então fui beijar o corpo todo dela, começando pelos olhos, nariz, orelhas, boca, mamilos, umbigo, pernas e finalmente a buceta dela... O "engraçado" é que o olhar dela mudou de um olhar cheio de tesão pra um olhar de expectativa, diria que também cheio de ansiedade.
Continuei beijando ela, brincando com os mamilos mágicos dela, enquanto dois dos meus dedos provocavam o clitóris inchado dela. Ela, por sua vez, queria que eu metesse meu pau, então puxava ele pra entrada da bucetinha dela. Tava conseguindo. A Coni gemia de desejo e, instintivamente, abria as pernas... Eu tinha conseguido. Já não era mais uma simples fodida pra se sentir bem fodida, era um começo pra ela se sentir "completa". A verdade é que meu pau seria um complemento pra todo o ser dela.
• Coni: Te quero, Claudinho... mete em mim, disse com desejo e, acho, com carinho.
Uma alegria enorme me invadiu. De verdade, eu tinha conquistado a Coni. Talvez ela ainda não soubesse, mas era minha... Sim! Só minha... Agora era hora de foder ela do jeito que ela queria.
• Eu: Também te quero, Coni...
Depois dessa "declaração sincera", coloquei meu pau entre os lábios molhados da buceta dela. Isso fez ela tremer um pouco, eu sei porque, enquanto fazia isso, não conseguia parar de olhar nos olhos dela. Era como se eu quisesse confirmar que eu... era "tudo dela". Fui empurrando meu pau e sentindo como a buceta dela não tinha aumentado por causa do Tony, sei disso porque foi se alargando conforme eu entrava. Coni, com uma expressão de desejo febril, curtia minha investida.
• Coni: Aaahhh... assim, Claudinho! ... assim... mais... me dá mais forte... Uhummm como você enche!
Comecei a meter forte, ela sorria enquanto arfava e gemia, em poucos segundos nos sincronizamos no vai e vem, conseguindo estocadas profundas que chegavam no fundo da alma dela, me trouxe lembranças de quando nos despedimos do fim de semana prolongado.
• Coni: Você é, ahh! ...! Ahh ayy Simmm! ... Uii!... assim!... assim que eu gosto de ser fodida...
• Eu: Depois te como o cu quando você quiser...
• Coni: Você é um putinho safado que só quer me foder, ahhh...
• Eu: Sim, vou arrebentar teu cu, hehehe
Sem dúvida, Coni estava perto do orgasmo, gemia de olhos fechados, a boca aberta lutava para pegar mais ar pra "viver". Meu pau entrava e saía rápido naquela buceta que era um rio de fluidos, eu fodia com força, não conseguia parar de me mexer, pra trás e pra frente... também tava perto de gozar!, mas não queria.
Pela cara dela, podia ter certeza de que tava fodendo do jeito que ela queria... por um momento pensei que tinha conseguido que ela nunca me largasse... tinha feito ela ficar "boba pelo meu pau", Sim, consegui!... ela seria minha mina pra sempre!, então meti ainda mais forte, se é que isso é possível...
• Aaahhh... aaahhh... tô gozandooo... você me mataaaa... ahhh!
Finalmente ela gozou do jeito que eu queria, claro que eu também tava perto de gozar, saí de cima dela e me deitei ao lado, precisava me recuperar, mas a Coni, tão tarada, pouco se importava com isso... apesar de ainda estar sob os efeitos do gozo dela... enquanto eu relaxava e sem perceber, ela olhava nossas imagens refletidas no espelho do teto do quarto. De repente, ela agarrou meu pau... surpreso, baixei o olhar, vendo que ela já estava de joelhos. Enfiando no bocão... tentando me deixar duro.
O objetivo dela, claro, foi alcançado em segundos. Ao ver o resultado, sorriu satisfeita... se levantou, montou em cima de mim de pernas abertas e completou:
• Amor... arromba meu cu... falou com a voz cheia de tesão.
Eu, ainda surpreso com a vontade dela, olhei incrédulo, lembrando do momento em que tinha dito que a bunda dela era só minha e ela tinha respondido pra eu não criar expectativas. Na real, o papo foi mais ou menos assim:
• Coni: Sabe que não vai ter outra vez...
• Eu: Tô ligado, mas fica sabendo que essa bunda é só minha.
• Coni: Beleza, prometo que ninguém mais vai ter meu cu, kkkk, dói pra caralho, kkkk
• Eu: É uma promessa?
• Coni: É, juro pela minha mãe, kkkk
Essa lembrança rápida me alegrou, porque agora eu tinha a Coni se empalando de livre e espontânea vontade, uma Coni cheia de luxúria, paixão e safadeza, mas também de carinho... tinha certeza de que ela me queria e que seria minha... faltava muito?... não sei, agora só curtia como a bunda dela deixava minha pica dura entrar... Enquanto pensava nisso tudo, tava olhando besta pra ela pelos espelhos do quarto.
Coni, vendo que eu não tava reagindo muito por estar besta olhando pra ela, começou a apontar meu pau pro cuzinho dela, enquanto me olhava toda excitada... via como meu pau ia abrindo caminho devagar no esfíncter ansioso e pulsante dela.
• Coni: Então... meu cu é seu, aproveita!
Fui ajeitando o pau com as mãos nos peitos dela, porque a Coni não queria esperar muito e já ia descendo devagar, depois se inclinou um pouco mais pra me beijar. De repente, senti as bundonas dela se acomodarem nas minhas coxas e virilha, quase morri!, então larguei os peitos dela pra pegar aquelas nádegas suculentas que agora eram minhas.
Foi assim que ela começou a furar o próprio cu, enquanto eu ajudava com minhas mãos cheias de tesão, pra acelerar nosso ritmo. Agora a Coni me beijava com paixão, enfiando a língua na minha boca, esfregando os peitos no meu peito... Seus gemidos e ofegos só aumentavam!, a ponto de ela não conseguir mais me beijar, suas ondas de prazer literalmente impediam ela de respirar, o prazer tava afogando ela.
• Coni: Uhm… sim amorrr… assim… ahhh… ahhh… tô gozandooo… me mataaa… ahhh!
Fiquei surpreso com as declarações dela no meio da “foda de cu”… naquele momento perdi a clareza dos sentimentos dela e dos meus, mas não falei nada, Coni não precisava perceber o que tinha dito… Sei que as mulheres podem fingir orgasmos, mas não acreditava que Coni tivesse dito que me amava no meio de uma atuação… podia apostar que ela tava à beira de gozar igual uma égua, a declaração dela era uma prova de que já não conseguia mais fingir…
• Eu: Também vou gozar, coração… você é minha…
• Coni: Sim, sou sua… ahh!
• Eu: Hoje você é minha garota, só minha
• Coni: Sim!, só sua… A girl não vai mais ser
• Eu: Se você é minha garota e minha putinha…
• Coni: Sim!, sua putinha, coração….
À beira do abismo do orgasmo, comecei a bombar ela igual uma locomotiva a vapor, correndo pro precipício. Coni se agarrava nos peitos, amassando eles enquanto eu segurava a cintura dela, castigando a bunda dela com força, enquanto ela ofegava quase se afogando… se tivesse testemunhas, iam pensar que ela tava morrendo nos meus braços… precisando pegar ar com muito esforço. Uma das minhas mãos foi pegar os peitos inchados dela enquanto a outra ainda marcava o ritmo, ela pegou minha mão e apertou forte contra os mamilos, ficando louca de prazer.
• Coni: Siim… amorrr… sou sua putinha… ahhmm… ela falava com muito prazer.
Já não tinha dúvidas, Coni era minha e tava se deixando levar pelo tesão… eu tava metendo com toda força. Coni agora, à beira de gozar, me incentivava com gemidos quentes… o rosto dela, que eu conseguia ver pelo espelho, tava virado pro céu, como se fosse uma prece pra algum deus antigo, dava pra notar expressões entre prazer e dor.
• Coni: Amorrr… me Tá arrebentando meu cuzinho... ahh... minha bunda de puta, ahhh!
Despejei toda minha porra enquanto a gente gozava junto, senti o cuzinho dela se contraindo, espremendo até a última gota... minha gozada foi apoteótica, não parava de sair jorro atrás de jorro, inundando as tripas dela.
Ela desmontou e se afastou pra um lado, eu me joguei de costas, exausto, ela se acomodou do meu lado na cama... nós dois tentando nos recuperar da puta foda que minha Coni tinha me dado... Ainda respirando ofegante, olhei pra ela pelo espelho do teto, ver ela me enchia de admiração, a silhueta de mulher dela estava do meu lado, coisa que até pouco tempo eu achava impossível, ela parecia feliz, com um sorriso amoroso apesar do maltrato que ela mesma se deu no rabo... Talvez pra mostrar a entrega dela, como único sinal do dano causado na bunda vermelha, eram as declarações dela:
• Uff, arrebentou teu cu...
• Eu: Você que pediu.
• Coni: Sim, hahaha... tenho que lembrar que dói, hahaha... Agora sou sua única mulher?...
• Eu: É isso que você quer? Se for, a gente vai ter que declarar pro mundo Urbi et Orbi...
• Coni: Eu adoraria, mas ainda não... Você vai continuar comendo outras?
• Eu: Não, se você não quiser...
• Coni: Hmm, talvez só a Juli ou sei lá como chama, assim ninguém vai saber que você me come.
• Eu: Mmm, então tá, assim será...
Ouvir ela falar assim me excitava... Coni percebeu meu estado e me sorriu de forma safada... abracei ela enquanto meu pau lentamente se recuperava e começava a roçar na "minha garota". Beijei ela de novo, mas dessa vez com ternura, porque minha paixão tinha acalmado, não sei quanto tempo a gente passou se amassando, se acariciando devagar, de um jeito que não teve lugar da Coni que eu não toquei, no fim foi longo... Ela fez o mesmo comigo, até a gente se entrelaçar de novo numa fodida suave e carinhosa. Agora ela não tava desesperada e eu não tava alucinado pra me fundir nela, parecíamos mais "uns apaixonados".
Nossa gozada foi tão boa como as anteriores, nós dois nos deixamos levar por um orgasmo prolongado, finalmente ficamos exaustos de tanto transar, deviam ser umas 20h quando já estávamos um pouco mais recuperados e nos preparamos pra ir embora… Coni pegou na minha mão e me levou pro chuveiro, lá só nos “ensaboamos” bem ensaboados, especialmente a bunda linda que agora era minha, depois nos secamos e vestimos quase em silêncio
- Eu: Coni, é tarde, temos que ir rápido pegar meu carro que ficou na universidade
- Coni: Melhor irmos pra casa, amanhã eu te levo pra universidade
- Eu: Tem certeza?
- Coni: Absoluta
Fomos devagar de mãos dadas, a verdade é que quase não conversamos. Ao chegar em casa, atravessei a rua e entrei na minha, lá dentro meus pais estavam jantando e começaram a me interrogar pelo atraso, então eu “menti” um pouco, dizendo que estava num trabalho e que ao sair meu carro estava com um dos pneus murcho, apesar da explicação, meu pai ainda me olhou com cara feia, alegando que eu poderia ter colocado o estepe, ao que respondi que faria isso de manhã com a luz do dia, então ele me disse:
- Como você vai?
- Eu: Vou pedir pra Coni me deixar perto da universidade de passagem pro trabalho dela, já que ela pode me deixar a só umas quadras.
- Pai: Pobre, já vai incomodar ela, não bastou ela te levar até a costa?
- Eu: Ela adorou a viagem e quem dirigiu fui eu, pai.
Devo admitir que na sexta-feira tive dificuldade pra levantar e ir pra universidade, mas tudo foi compensado quando, por volta das 07h45, vi Coni me esperando no carro como havia prometido. Ao entrar, ia beijá-la como se beija uma amante, mas ela se esquivou e tive que dar os beijos típicos de amizade. A pequena rejeição me irritou, mas ela logo me disse:
- Coni: Você não deve me beijar em público como se fôssemos amantes, as ruas têm olhos…
- Eu: Bom, vou ter que sentir falta dos seus beijos…
• Coni: Eu também sinto muito, hehehe
Partimos pra nossas obrigações, a viagem foi como antes, ela com seus comentários meio infantis pra idade dela, mas que de alguma forma deixavam todo mundo mais feliz, sem dúvida ela era a Coni de sempre. Quando chegamos na facul e antes de eu descer, ela perguntou:
• Vai sair com sua Juli?
• Eu: Sim, combinamos de ir na “Caverna do Pirata”, me falaram que é muito bom
• Coni: Vão sozinhos?
• Eu: Não, na verdade vamos com a Feli e a amiga dela, Simona…
• Coni: A mina que tá saindo com a Feli?
• Eu: Sim, é amiga da Juli…
• Coni: Uhum
• Eu: Por que essa curiosidade?
• Coni: Come ela com camisinha!
• Eu: Qual é, ciúmes?... E o Tony?
• Coni: É diferente…
• Eu: Sim, claro. Se você diz, hahaha, você é uma maluca ciumenta, hahaha… tchau, coração, hahaha
• Coni: Tchau, “saído da minha vida”, hahaha
A meu pedido, ela me deixou no estacionamento, porque eu queria ver se meu carro tava do jeito que deixei no dia anterior. Quando vi que tava tudo certo, fui pras aulas. Como de costume, as aulas de sexta são só até as 14:30, depois disso comi um lanche rápido nos jardins da facul com um refri comprado num dos quiosques, e fui pra casa, chegando lá pelas 15:30. Cumprimentei minha Nana e depois atravessei pra frente.
Quando cheguei, a Coni já tava lá, porque terça e sexta ela sai cedo, já que é a própria chefe e vai muito bem, pode fazer quase o que quiser. Foi assim que, um ou dois anos depois da morte do namorado Esteban, ela se dedicou a viajar pelo mundo, morou seis meses na França, depois um ano no Canadá, e todo verão visita lugares exóticos, seja sozinha ou com a Belén.
Ao entrar, cumprimentei ela e, sabendo que ninguém mais chega naquela hora, fiquei atrás dela, que tava petiscando algo no balcão da cozinha. Dei uma apoiada forte nela, ela sorrindo me deu um empurrão com a bunda pra eu me afastar e falou:
• Ei, podem nos pegar!
• Eu: Vamos, Coni, ninguém tá aqui a essa hora, sua mãe só chega às 17:30 e a Feli um pouco depois, respondi e encostei de novo na bunda dela e ainda peguei nos peitos dela, amassando.
• Coni: Ei, você é muito abusado, deixa meus peitos em paz que só minha buceta é sua, hahaha
• Eu: E você é muito gostosa… podíamos dar uma rapidinha…
• Coni: Não, guarda força pra foder sua puta hoje à noite, além disso o Javi pode aparecer e nos descobrir
• Eu: O Javi vem só nas quartas com a roupa pra lavar… e nos sábados até chegar o chato do marido dela
• Coni: Vejo que você não gosta do Horácio e me surpreende, sabe todos os horários dessa casa?
• Eu: Sim e sim, hahaha
Apesar das reclamações dela, continuei com meus carinhos e como ela tava com a saia típica que usa pro trabalho, levantei ela como pude e, tirando meu pau duro como um pau do esconderijo, coloquei entre as nádegas dela. Ela suspirou e se deixou levar enquanto minhas mãos brincavam com os bicos dos peitos dela… aumentei a aposta e puxei a calcinha dela pro lado, levantei uma das pernas dela e meti até o fundo. Ela tentou recusar:
• Ai, Claudito!, não!!... pode chegar alguém
• Eu: Se chegar alguém, eu tiro, ninguém vai perceber
• Coni: Minha calcinha tá no chão, minha saia tá na cintura e meus peitos de fora… só um cego não ia perceber…
• Eu: Hahaha, até um cego, porque o cheiro de sexo é evidente, hahaha
Continuei fodendo ela, ela podia não concordar, mas adorava meu pau e não conseguia evitar. Metia e tirava com paixão, enquanto com uma mão segurava a perna dela pra cima e com a outra amassava os peitos dela. Ela só se apoiava no balcão, fechando os olhos pra aguçar o tato, onde tinha cada sensação concentrada. neurônios…
• Coni: Mmm, você é um sem-vergonha e tarado, ahhh
• Eu: E você é minha putinha que adora meu pau, não pode negar.
• Coni: Mmmssim, eu gosto do seu pau… ele é maravilhoso.
Fodi ela do jeito que ela gosta, não foi uma foda muito longa, mas foi bem gostosa. Quando ela gozou, eu estava prestes a acompanhá-la no orgasmo tão desejado, mas me deu uma “maldade” na cabeça, decidi gozar na boca dela.
• Coni: Eu… eu… tô gozando!
• Eu: Quero gozar na sua boquinha, amor…
• Coni: Você é um tarado… ahhh… nããão… ahhh
• Eu: Um cara que faz você gozar igual uma gata no cio… me dá sua boquinha
• Coni: Mmmahhh… só se depois você me beijar…
• Eu: Sim, sua putinha, vou te beijar…
Assim que terminou o orgasmo prolongado dela, ela baixou a perna que eu segurava e se ajoelhou na minha frente. Então, com minhas mãos, dei mais algumas batidas no meu pau e o primeiro jato bateu nos lábios dela, enquanto os outros entraram na boca dela. Ela não parava de me olhar igual uma gata no cio, a verdade é que a cena era das mais eróticas. Não sei quantos jatos eu lancei, mas os últimos caíram fora da boca dela, o penúltimo no queixo e o último no peito. Mas ela, com um dedo, recolheu tudo e colocou na boca, como se fosse provar o néctar caído da taça de um deus grego…
• Coni: Não é muito boa, mas eu poderia me acostumar com isso, hehehe
• Eu: Só se for a minha, isso é só meu…
• Coni: Só vou engolir a sua, agora o beijo…
Ela se levantou e eu a beijei com paixão, então senti o gosto amargo da minha própria porra. Não sei quanto tempo ficamos nos beijando, porque comecei a ficar excitado de novo e meu pau, cada vez menos murcho, roçou nos lábios da buceta dela.
• Coni: Temos que parar…
• Eu: Por quê?
• Coni: Porque você está se empolgando e precisa guardar energia pro seu encontro de hoje à noite…
• Eu: Posso cancelar…
• Coni: Não, você precisa ir, além disso já minha mãe vai chegar.
Depois do nosso encontro tórrido, nos arrumamos e ligamos o exaustor da cozinha pra sumir o cheiro de sexo, e aí começamos a preparar o jantar da família como de costume. Tava nisso quando a tia Sole chegou. Quando vi ela junto com a Coni, percebi o quanto eram parecidas — o que é de família não se rouba… A tia Sole era uma preciosidade voluptuosa, quando nova devia ser uma deusa….
A gente conversou sobre tudo e nada, a tia Sole com o carinho de sempre tomou conta da conversa e do clima… E o tempo foi passando até chegar a hora de buscar a Juli. Tava me despedindo da tia Sole e da Coni quando a campainha de casa tocou… Uff! Era o Tony. Cumprimentei ele, porque cortesia não tira a coragem, mas tenho que dizer que a chegada dele não me agradou nada. E não tinha o que fazer, então fui me trocar pra ir encontrar a Juli.
Mais tarde passei na casa da Juli. Quando bati na porta, quem abriu foi a que com certeza era a mãe dela — uma Juli mais velha, com um corpo de mulher madura lindo, com aqueles quilinhos a mais que deixam elas tão gostosas. Nisso a Juli apareceu na entrada, me viu, saiu me encontrando com um sorriso de orelha a orelha e me apresentou pra mãe e depois pro pai dela.
Passamos uns minutos com os “véios” me interrogando sobre quem eu era e o que eu “fazia no meu tempo livre”. Me senti quase como se fosse namorado da Juli, até que ela finalmente veio me salvar, dizendo que eu era só um amigo, não o namorado, e que o interrogatório ainda não valia.
Finalmente saímos, fomos buscar a Simona, onde também tava o Feli, que claramente tava atrás dessa gata. A Simona dava pra classificar como a mina curvy que, se tivesse uns quilinhos a menos, seria modelo, mas vive feliz usando as graças que Deus deu, especialmente o parzão de peitos que encantam qualquer um, além de ter uns olhos claros brilhantes lindos. Bom, saímos rumo à “Caverna do Pirata”, um lugar que tava na moda naquele momento, felizmente a Simona conhecia um dos donos e a gente tinha passes VIP, então, apesar da dificuldade de achar estacionamento pro carro, não tivemos problema pra entrar.
Um dos seguranças nos levou pra uma área VIP, colocando uns crachás na gente pra poder circular pelas pistas de dança ou pelo bar, e olha, o clima tava perfeito, então rapidinho a gente se juntou à bagunça do lugar. Não sei quanto tempo dancei, mas já de madrugada a Juli falou pra gente vazar porque ela tava com vontade de foder…
• Eu: Mas e a Simona e o Feli?
• Juli: Ou vão com a gente ou voltam pra casa de táxi…
• Eu: Ir com a gente?!
• Juli: Sim!, cê tem vergonha de foder na frente dos outros?
• Eu: Na real, nunca fiz isso… não sei.
• Juli: Vamos perguntar pra eles
A Juli com certeza era mais “moderna” do que eu jamais fui… o jeito dela era mais de amigo do que de mina com interesse amoroso, aliás, o comportamento dela era até mais ousado que o do Feli. Bom, ela foi falar com os dois caras, e interrompendo o amasso deles, perguntou se iam com a gente pra foder…
• Simona: Por mim vou… Feli, topa?
• Feli: Ehh, sei lá, o que cê acha, Claudio?
• Eu: Bom, se vocês forem, eu vou…
• Juli: Então tá decidido
Saímos do lugar com as duas minas conversando animadas na nossa frente e a gente seguindo elas meio na dúvida, a real é que o comportamento delas era bem mais ousado que o nosso junto, mas como dizem no campo “uma buceta puxa mais que uma junta de bois”.
Subimos no carro, mas eu não sabia pra onde ir, então, com todo mundo dentro, perguntei pra Juli:
• Eu: Pra onde a gente vai?
• Juli: Pra um motel vagabundo, ué, pra onde mais?
• Eu: Feli, procura um lugar pra ir…
• Simona: Eu sei um, posso indicar, não é barato, mas entre os quatro a gente consegue pagar.
- Eu: Ok, você me guia
Ainda com sérias dúvidas, a gente ia com a Feli pra um motel foder duas gostosas, que, embora fossem muito lindas, simpáticas e inteligentes, nos surpreendiam com um comportamento mais parecido com o de um cara muito experiente e sem dúvida mais liberal que o nosso, mas não tinha mais volta, a gente tava chegando no motel.
Ao entrar no quarto, fomos pra cama, cada casal de um lado dela, não tínhamos certeza do que fazer, “felizmente” tocou o interfone, que a Feli atendeu:
- Tão perguntando se a gente quer alguma coisa…
- Juli: Uma garrafa de espumante e quatro copos, é mais barato
- Simona: E uma garrafa de água mineral…
Depois da breve interrupção e da chegada do nosso pedido, pagamos e, sem saber o que fazer, ligamos a TV, onde tava passando um “mandingo” metendo numa loira minúscula, literalmente tava partindo a buceta dela… lembrei da Coni. A Simona deitou de um lado da cama, de frente pra mim e pra Juli. Já a Feli se instalou atrás da Simona, fazendo conchinha, rapidamente pegou uma das tetonas dela e ficou dando beijos no pescoço, sussurrando algo no ouvido, enquanto a Simona ria do que ouvia.
Do outro lado, estávamos eu e a Juli, sem saber exatamente o que fazer, me deitei de barriga pra cima na cama, a Juli do meu lado, colada em mim, a cama era muito larga, diria que era tamanho King. Eu pensava que não ia ter coragem de fazer nada, assim como também achava que a Juli seria mais recatada na frente do outro casal… Embora minhas dúvidas estivessem presas à minha criação e paradigmas sexuais, era fato que a situação me dava muito tesão. De repente, a Juli se jogou em cima de mim e colocou a perna dela sobre meu corpo, a gente se beijava. Embora estivesse nervoso, comecei a acariciar a perna macia dela até o limite com a bunda linda dela.
De olho, eu olhava a Simona e a Feli, elas dividiam o olhar entre a TV e a gente, ambas estavam muito atentas aos avanços da Juli, a que já estava amassando meu pau por cima da calça. Nesse momento, Simona perguntou pra Juli:
- Vamos foder ou só nos esquentar?…
- Juli: Kkkk… é que vocês ainda são uns novatos… mas vamos foder… Claudito é uma grande revelação, kkkk… você vai ver…
- Simona: Feli não faz nada mal, não é verdade, coração? …
- Feli: Bom, é… acho que sim.
Durante a conversa, avancei minha mão pela perna da Juli até pousar na bucetinha dela. Ao ver minha reação às carícias dela, ela não esperou mais, tirou meu pau do esconderijo, que pulou duro e quente. Então Simona exclamou admirada:
- Ah, você tinha razão, Juli!... um pau assim não se vê com frequência, mas olha o do Feli,
Completou, puxando o pau do meu amigo, que já estava cutucando a bunda dela sem se acanhar nem um pouco. Devo dizer que o pau do Feli é acima da média, sem ser tão grande quanto o meu, já que o meu não é nada pequeno. Na verdade, na escola me chamavam de tripé, kkkk.
Essa brincadeira só fez com que os medos ou vergonhas começassem a ficar pra trás, e também aumentou o tesão. Olhei de novo pra onde Simona estava com os peitos de fora e percebi que a calcinha dela estava na altura dos joelhos e o Feli estava enfiando o pau em algum lugar da bunda ou da buceta dela, enquanto abraçava Simona e colocava uma mão por cima da bucetinha dela, cuidadosamente depilada. Em segundos, enfiou um dedo lá dentro, estava masturbando ela!
Então Juli se despiu completamente e montou de pernas abertas no meu púbis, esfregando meu pau na bucetinha dela. Agora eram Simona e Feli que nos olhavam, expectantes, mesmo com Feli ainda cutucando e masturbando Simona…
- Juli: Simona, já podem foder, não se inibam por nossa causa, hehehe
- Simona: Você sempre foi uma sem-vergonha, kkkk
Embora estivesse concentrado na Juli, consegui ouvir quando Feli disse pra Simona que nunca tinha visto alguém transando de Tão perto, que queria ver um pouco antes. Simona não respondeu, mas Juli também deve ter ouvido, porque se empalou na minha pica e começou a se mexer, cavalgando como a mais experiente das amazonas. A situação era extremamente excitante, eu estava fodendo a Juli ou ela a mim, hahaha, enquanto Simona e Feli olhavam sem parar de se tocar e se acariciar entre eles.
Ser observado por Feli e Simona me deixou um pouco nervoso, tanto que me desconcentrei de que Juli estava quicando em cima de mim, e então ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela e disse:
• Chega, agora olha pra mim
Na verdade, por um segundo fiquei surpreso ao ver Feli e Simona nos olhando, mas o "puxão de orelha" da Juli me fez esquecer minhas "neuras" e frescuras, para finalmente aproveitar como minha mina me fodia.
Mesmo sem olhar pra eles, não demorou muito pra perceber que Feli já estava penetrando a Simona, eles continuavam de lado, ele atrás dela pra poder ver melhor como Juli e eu fodíamos. Era tão excitante que Juli e eu aceleramos o ritmo e não demoramos pra gozar juntos, ficando os dois abraçados.
• Juli: Ahmm… isso Clau… assim… ahhh… ahhh… tô gozandooo… você me mataaa… ahhh!
• Eu: Também tô… tô gozandooo…
Com Juli em cima de mim, sentia o peito dela ainda ofegante sobre o meu, naquele momento, quase sem pensar, nós dois olhamos pro outro casal fodendo… Feli e Simona não tinham mudado de posição e pouco ou nada dava pra ver como meu amigo metia a pica dele na buceta dela, o que estava claro é que, diferente de nós, eles faziam de forma suave e relaxada.
Não sei se era a putaria ou se os mamilos e a buceta da Juli transmitiam um calor intenso, mas não demorou pra nossa libido despertar de novo e minha pica endurecer… Ao sentir Juli como minha hombridade lutava pra entrar de novo na buceta dela, ela, sem nem me perguntar, se levantou, abrindo espaço entre minhas pernas, pra começar a chupar minha vara e de quebra acariciar minhas bolas com Suavidade. A Juli não só parecia uma expert, como também curtia muito ter meu pau na boca dela. Ao mesmo tempo que a gente se enfiava numa "nova aventura", a Simona e a Feli começaram a gozar.
• Feli: ahhh… ahhh… to gozandooo…
• Simona: Ahh sim, vai, to gozando, aperta meus peitos, mmmsiii
A Simona e a Feli ficaram quase desmaiadas de tanto gozar, dava pra perceber, porque eu tava deixando a Juli chupar meu pau, até que num momento ela soltou meu amigão e falou pra Simona:
• Juli: Simona, chega aqui, vou te ensinar como se chupa um pau.
• Simona: Não, tenho um pouco de nojo…
• Juli: Não seja boba, você vai gostar
• Simona: Tá bom, mas o Claudio não pode gozar…
• Eu: Não, não vou, falei ainda incrédulo com o que ia rolar.
Sob o olhar também atônito da Feli, a Simona se aproximou e ficou do lado da Juli, olhando ansiosa enquanto a Juli me chupava. A Juli tirou meu pau da boca e com uma mão segurava meu pau e com a outra aproximava a cabeça da amiga na direção da minha rola.
• Juli: Abre bem a boquinha e mete, cuidado com os dentes, não quero que você estrague essa preciosidade
• Simona: Mmmggff… assim?
• Juli: Sim, perfeito, passa a língua no freio
• Simona: Freio?
• Juli: A coisinha que une a cabecinha com a ponta.
• Eu: Kkkk…
• Juli: Do que você tá rindo?
• Eu: Só do vocabulário…
• Juli: Você é um idiota, kkkk, nem sei como vocês chamam essas coisas… kkkk
De qualquer forma, a Juli explicando como fazer as coisas pra Simona, que não era "nada meu", deixava tudo muito mais safado… Ver a Juli se juntar à Simona pra chupar meu pau, com a Feli olhando sem perder um detalhe de como a mina dela, a Simona, "tava transando com outro". Era uma loucura que me deixava super excitado, me deixava "doido".
A Juli e a Simona foram se alternando, um pouco Juli e mais um poucoSimona, as duas estavam vidradas em me fazer gozar. Como eu disse, algo tão tarado me deixava louco, então estendi minhas mãos e com uma acariciava a cabeça da Juli e com a outra uma das tetas enormes da Simona, que me sorriu quando fiz isso… Não demorou muito e eu já gozei irremediavelmente, o surpreendente é que a Juli cedeu o privilégio de engolir tudo pra Simona:
• Eu: Tô gozandooo, tô gozandoo.
• Juli: Tudo seu, Simona, engole tudo, hehehe
• Simona: Mas é teu garoto.
• Juli: Eu te ajudo com o Feli, hehehe
• Feli: Siim!
Obviamente ao ouvir o diálogo o Feli já tava de pau duro de novo, então a Simona e a Juli começaram a chupar ele. A Simona tava cada vez mais solta com essa parada de chupar uma rola. Eu via as duas de joelhos enquanto chupavam e passavam a língua, então em pouco tempo fiquei duro de novo… hesitei no que fazer, mas finalmente me aproximei por trás com a intenção de meter meu pau na Juli… ela, ao perceber, me fez um sinal com o olhar pra eu aproveitar e foder a Simona.
A sacanagem da situação me levou a isso. Algo que poucas horas antes eu nunca teria imaginado, aconteceu, porque quando a Simona e o Feli nos viram fodendo com a Juli já era algo impensável… agora com a Simona chupando meu pau na frente do Feli era algo impossível de imaginar… Agora era a Juli junto com a Simona chupando o Feli, devo admitir que me impactou, além de me deixar meio ciumento, mesmo assim, eu tinha ficado atrás dela pra foder a Simona... por um segundo pensei que é "como pisar na mangueira entre bombeiros", mas se essas minas queriam assim, assim seria… A Simona, ao me sentir atrás dela, abriu as pernas e empinou a bunda pra facilitar a entrada… O que posso dizer, meti até o fundo, enquanto ela chupava o pau do Feli, mesmo assim deixou escapar um gemido.
• Simona: Ahhh!... Mmme, você meteu….
• Juli: Gostou, putinha? Feli: Cê meteu nela!?
• Juli: Meteu sim e ela gostou, sente como ela te come o pau…
De repente, Juli falou pra Simona:
• Tá gostando?... vai ver o céu…
• Simona: Mas e a Feli?
• Juli: Relaxa, eu cuido disso, hehehe
Simona tirou o pau da Feli da boca e, saindo de onde tava, ficou de quatro pra eu continuar comendo ela, enquanto Juli, toda sem vergonha, montou na Feli e encaixou o pau do meu amigão — agora amigo de buceta, kkkk.
Não vou negar que tava adorando, e pela cara dos outros três, sem dúvida eles também… Não sei como aconteceu, mas num instante nossas fodas se sincronizaram, e a Juli encaixou os rebolados nela no ritmo das minhas estocadas na buceta da Simona. A gente tinha chegado no impensável: eu comendo a Simona, enquanto do lado a Juli comia a Feli numa troca de casais inesperada… Simona de quatro e eu metendo forte, numa corrida louca com a Juli cavalgando a Feli, meu melhor amigo.
Logo gozamos: primeiro a Feli e, pouco depois, eu descarreguei dentro da Simona, que gritou o orgasmo pros quatro cantos como nunca tinha feito. Foi como se ela quisesse quebrar alguma coisa, sei lá, mas nos surpreendeu tanto que até me assustei, pensei que tinha acontecido algo com ela.
Terminada essa troca, a gente “voltou ao normal”. De repente, pela primeira vez na vida, me vi experimentando uma jacuzzi — era uma sensação nova, e se somar que dentro dela eu comi a Juli na água morna e agitada, usando o último camisinha que tinha, foi uma experiência foda. No fim, exaustos, voltamos pra casa. A algazarra e a excitação inicial foram se apagando até virar um silêncio tão inimaginável quanto a aventura que a gente tinha tido com a Feli. Depois de deixar as “doidinhas” em casa, eu e a Feli tivemos o seguinte papo:
• Feli: O que cê acha do que rolou?
• Eu: Foi incrível, mas não repetiria
• Feli: Mesma coisa aqui, somos amigos, mas essa coisa de trocar de casal… sei lá
• Eu: É demais, tem coisas que são “privadas” e pra mim sexo é uma delas.
• Feli: É, é diferente contar uma “façanha sexual” do que seu melhor amigo participar dela.
• Eu: É, você tem razão…
• Feli: Você vai sair com a Juli de novo?…
• Eu: Vou, mas ela não é a “tal”, hahaha
• Feli: Eu penso o mesmo da Simona, hahaha, imagina a despedida de solteira?
• Eu: Não quero nem pensar, hahaha
No sábado de manhã, não muito cedo, resolvi ir correr no parque. Por um momento, precisei parar de pensar em sexo universitário, mas lembrei da Coni, o que me fez atravessar a rua. Entrei como de costume, encontrando só a tia Sole na cozinha preparando o café da manhã dos outros, que me ofereceu com a gentileza de sempre, mas recusei. A tia Sole tava digna de uma bela punheta, porque mesmo de pijama inteiro, a silhueta dela aparecia toda.
Perguntei pela Feli, que ainda dormia, e pelos outros, ou seja, o seu Feli, que tava enrolando na cama depois de uma noite intensa no restaurante dele, e pela Coni, que tava por ali. Não deu tempo de perguntar mais nada quando ela apareceu de roupa esportiva. Ao vê-la linda como sempre, cumprimentei ela com todo carinho, o que fez ela fazer um monte de caretas de reprovação pelas costas da mãe, que tava fazendo umas tortilhas.
• Eu: Vestida pra correr?
• Coni: Não, tava pensando em ir pra academia…
• Tia Sole: Eu iria com você, mas tenho muita coisa pra fazer… talvez você possa levar o Cláudio com meu cartão!
• Coni: Acho que não, mãe, ele não tem nada a ver com você, hahaha
• Tia Sole: Mas você pode passar por mim, tenta, leva meu cartão.
• Coni: Tá bom, mãe
Finalmente saímos depois do café, no meu caso pela segunda vez. A manhã estava perfeita e vinha acompanhado da garota perfeita, mas logo no começo Coni me perguntou:
• Coni: Comeu muito ontem à noite?
• Eu: Por que tá perguntando isso?
• Coni: Você saiu com sua amiguinha, então comeu
• Eu: Não falei isso
• Coni: Você não negou.
• Eu: Ciúmes?... E você e o Tony?
• Coni: Não comi o Tony até entupir a buceta, respondeu de mau humor.
Parei e, segurando o rosto dela, beijei ela com paixão, ela surpresa no começo se deixou levar, mas depois de alguns segundos me empurrou, dizendo:
• Coni: Você é louco?... Podem nos ver
• Eu: Não te excita?, hehehe, além disso, acho que ninguém vai nos ver…
• Coni: Você é um idiota, já te falei que sou muito mais velha pra você…
• Eu: Mas você gosta de mim, hehehe
• Coni: Gosto de como você come…
• Eu: Mas você gosta de mim…
• Coni: Um pouco… vamos pra academia na correria…
Conseguimos entrar na academia, mais porque o cara da entrada se deixou levar pelo sorriso provocante da Coni, que nos encaminhou pra um dos instrutores que não parou de olhar a bunda da Coni, o que me irritou um pouco, mas não podia fazer nada, porque olhar não engana… tanto que num momento entrou uma das instrutoras que tinha um corpo digno de todos os pecados do mundo, era tão gostosa que até a Coni olhou pra ela, eu sei, porque depois ela comentou na volta pra casa.
No sábado à tarde, Feli e eu saímos com as minas pro cinema e pra comer umas pizzas. Não sei o que houve com elas, mas agora estavam menos ousadas, então só tivemos uns amassos rápidos na escuridão da sala de cinema, até porque o filme de ação não dava pra muito mais. Depois voltamos cedo pra casa, porque no domingo todo mundo tinha que estudar desde cedo, assim é a vida sofrida de universitário.
No domingo à tarde fiz uma breve pausa de Saí do estudo e fui ver minhas vizinhas da frente. Como sempre, a tia Sole estava lá, e eu a cumprimentei como de costume. Ela me disse que a Feli não estava, porque tinha ido na casa de um amigo, e que a Coni estava na salinha… Fui ver minha musa… como sempre, estava linda pra caralho. Ela se levantou do sofá pra me cumprimentar, eu abracei ela e puxei pra perto, segurando aquela bunda gostosa dela. No começo, ela tentou me parar, mas no fim se deixou levar. Mesmo assim, ela falou:
- Não seja louco, a gente tá na minha casa, é território proibido, qualquer um pode nos ver.
- Eu: Só um pouquinho…
- Coni: Não, a mamãe tá aqui e daqui a pouco o Javi chega com o marido dele.
Depois de tanta negação, a gente sentou no sofá pra ver um filme. De vez em quando, ela me olhava e sorria de um jeito provocante. A verdade é que ela tava um tesão, e o fato dela ser tão "ela" me excitava e me fazia querer ela, mas tudo que é bom acaba, porque o Tony chegou pra vê-la. Então fui embora pra voltar pros meus estudos. Ah, que merda!
Minha vida não mudou muito nas três semanas seguintes. Eu comia a Coni às terças na casa dela, porque naquele dia ela chegava antes de todo mundo. Depois, às quintas, ela me pegava na universidade e a gente transava até ficar exausto. Mas o Tony continuava no meio das nossas vidas, já que a Coni não me via como algo mais que um amigo com benefícios. Enquanto isso, nas sextas à noite, era a vez da Juli. E sobre a Simona, a gente não repetiu o que vocês já sabem… enfim, não avançamos muito.Continua...
- Eu: Oi, Coni.
- Coni: Oi, Claudinho, como você tá?
- Eu: Bem, e você?
- Coni: Bem também. A gente precisa conversar...
- Eu: Sim, claro...
- Coni: Quero que você me coma...
- Eu: Mas e o Tony?...
- Coni: Ele... ele é um anjo, mas... mas você é um demônio e come diferente.
- Eu: Mas ele não te come bem?
- Coni: Come sim, ele até me faz gozar mais de uma vez, mas não consegui esquecer como você me deixava... preciso que você me coma...
- Eu: Mas você me disse que depois do fim de semana eu esquecesse tudo e que nunca mais...
- Coni: Eu estava errada, preciso que você me coma. Esse mês que passou, só pensei nisso...
- Eu: Mas e o Tony? Ele é um cara legal...
- Coni: Eu sei, e a gente vai continuar junto porque ele é o que me convém...
- Eu: Mas eu poderia ser seu namorado...
- Coni: Ah, Claudinho, você é um amor e, como já deve ter percebido, come como um demônio, hahaha, mas sou 10 anos mais velha, não daria certo, além de que meus pais e os seus iam ficar chocados, hahaha.
- Eu: Então você só quer me comer...
- Coni: Não, não só te comer, quero que a gente continue sendo amigo, como era antes de a gente viajar naquele fim de semana prolongado.
- Eu: Por mim tudo bem, mas ainda é estranho.
- Coni: É, mas é o melhor. Assim você também pode sair com garotas mais próximas da sua idade, tipo aquela que você encontrou na... praia…
• Eu: Sim, Juli, na verdade, eu tô saindo com ela…
• Coni: Uff, que sortuda, porque imagino que você come ela…
• Eu: Pois é, e a gente só é amigo…
• Coni: Bom, comigo vai ser a mesma coisa, você é um cara de sorte, não vai faltar onde meter, hahaha
• Eu: Sim, é verdade… pra onde a gente vai agora? Perguntei ao ver que não estávamos indo pra casa…
• Coni: Pra um motel que conheci com o Tony e que não fica longe…
• Eu: Mas meu carro tá no estacionamento da facul…
• Coni: Depois a gente busca ele, agora você vai me foder bem gostoso…
O que posso dizer, falar assim com a Coni era estranho, porque pra mim ela sempre foi como uma irmã mais velha e nunca tinha ouvido ela falar sem pudor nenhum… de qualquer forma, não podia reclamar, o que eu tinha imaginado, sonhado e desejado ia se realizar.
O tal motel era por acaso o mesmo que eu tinha ido com a Juli, então eu sabia o valor e tudo, e todo desenrolado sugeri pra Coni que eu pagava a metade:
• Coni: Claudinho, guarda a grana pra Juli, hoje eu pago, hahaha
• Eu: Mas a gente vai junto.
• Coni: Quando você trabalhar, me traz por sua conta, por enquanto eu pago…
Entramos eu e a Coni no lugar, o cara da entrada nem reparou na gente e indicou o número do quarto, então ela foi direto sem problemas e a gente desceu do carro como se fosse entrar num bar ou escritório, verdade seja dita, era meio estranho.
A Coni, ao entrar, foi direto pra cama… fiquei meio surpreso, porque não esperava que fosse quase como ir a um lugar público, tipo, ir e transar. Eu, apesar da minha pouca experiência, gosto de um pouco de “carinho apaixonado”. Sentei do lado dela enquanto ela pegava o controle e ligava a TV, onde um cara comia forte uma mina de peitão com as pernas nos ombros dela, a mina gemia enquanto os peitos iam e vinham, verdade seja dita, mesmo que tenha me excitado, eu não precisava daquilo.
• Eu: Coni, desliga. isso…
• Coni: Mas isso não te excita… pro Tony é uma coisa que ele curte muito…
• Eu: Sinceramente, até excita, mas com você já é mais que suficiente, não preciso de mais nada.
Abracei ela com força e beijei com paixão, ela meio surpresa e talvez nervosa, retribuiu meu beijo e depois me abraçou. Eu, sem perder tempo, comecei a amassar os peitos dela por cima da roupa e tentei desabotoar a blusa dela… mas… o som da TV me distraía, porque dava pra ouvir os gemidos e os espasmos dos protagonistas do filme pornô, que agora estavam metendo…
• Coni: Desculpa, é meio estranho… foi mal… vou desligar.
• Eu: É, assim é melhor, talvez depois a gente veja algo pra aprender, mas por enquanto, vamos cuidar da gente, hahaha
Me estiquei, peguei o controle remoto e desliguei a TV, depois deitei ela na cama e finalmente consegui liberar os peitos lindos da Coni, focando nos bicos suculentos, mais típicos de uma adolescente do que de uma mulher feita como a Coni.
• Coni: Cê gosta dos meus peitos?
• Eu: Percebeu?, hahaha… adoro, seus bicos são de outro mundo…
• Coni: Sempre achei que eram mais coisa de pirralha…
• Eu: Pra mim tão perfeitos, hahaha… não é melhor sem TV?
• Coni: Muito melhor…
Voltamos a nos beijar enquanto ela desabotoava minha camisa, e eu desci uma mão e coloquei na buceta dela por baixo da saia, acariciando com paixão o montinho de Vênus dela, fazendo a calcinha se apertar nela e ficar molhada lá no fundo da vagina.
Os beijos intensos que trocávamos foram esquentando tudo, virando algo cheio de tesão, e junto com minhas mãos na buceta e nos peitos da Coni, fez com que ela só quisesse que eu comesse ela.
• Coni: Mete em mim! Esperei por muito tempo
Finalmente tirei a blusa e o sutiã dela, enquanto ela desafivelava meu cinto, e a verdade é que ver ela de novo completamente nua como na primeira vez Ficava a mil... não parei muito pra admirar ela, porque ainda tinha a outra metade e a metade que mais me hipnotizava na anatomia dela... Sim! A bunda maravilhosa dela.
Agora, enquanto eu me dedicava a chupar e beijar os peitos dela, ela me livrou de vez da minha camisa. Sem a camisa, fui direto pra bunda dela. A Coni já tava tão molhada que se remexia pra eu deixar a buceta dela de fora. Quase por instinto, a Coni procurou meu pau, tirou minha calça e cueca, pegou ele entre os dedos e começou a me bater uma punheta suave, insistindo pra eu meter... Embora eu sonhasse e quisesse meter, não tava afim de que nosso reencontro terminasse como num filme pornô daqueles que passavam na TV, ou seja, te peguei aqui, te fodi ali. Então fui beijar o corpo todo dela, começando pelos olhos, nariz, orelhas, boca, mamilos, umbigo, pernas e finalmente a buceta dela... O "engraçado" é que o olhar dela mudou de um olhar cheio de tesão pra um olhar de expectativa, diria que também cheio de ansiedade.
Continuei beijando ela, brincando com os mamilos mágicos dela, enquanto dois dos meus dedos provocavam o clitóris inchado dela. Ela, por sua vez, queria que eu metesse meu pau, então puxava ele pra entrada da bucetinha dela. Tava conseguindo. A Coni gemia de desejo e, instintivamente, abria as pernas... Eu tinha conseguido. Já não era mais uma simples fodida pra se sentir bem fodida, era um começo pra ela se sentir "completa". A verdade é que meu pau seria um complemento pra todo o ser dela.
• Coni: Te quero, Claudinho... mete em mim, disse com desejo e, acho, com carinho.
Uma alegria enorme me invadiu. De verdade, eu tinha conquistado a Coni. Talvez ela ainda não soubesse, mas era minha... Sim! Só minha... Agora era hora de foder ela do jeito que ela queria.
• Eu: Também te quero, Coni...
Depois dessa "declaração sincera", coloquei meu pau entre os lábios molhados da buceta dela. Isso fez ela tremer um pouco, eu sei porque, enquanto fazia isso, não conseguia parar de olhar nos olhos dela. Era como se eu quisesse confirmar que eu... era "tudo dela". Fui empurrando meu pau e sentindo como a buceta dela não tinha aumentado por causa do Tony, sei disso porque foi se alargando conforme eu entrava. Coni, com uma expressão de desejo febril, curtia minha investida.
• Coni: Aaahhh... assim, Claudinho! ... assim... mais... me dá mais forte... Uhummm como você enche!
Comecei a meter forte, ela sorria enquanto arfava e gemia, em poucos segundos nos sincronizamos no vai e vem, conseguindo estocadas profundas que chegavam no fundo da alma dela, me trouxe lembranças de quando nos despedimos do fim de semana prolongado.
• Coni: Você é, ahh! ...! Ahh ayy Simmm! ... Uii!... assim!... assim que eu gosto de ser fodida...
• Eu: Depois te como o cu quando você quiser...
• Coni: Você é um putinho safado que só quer me foder, ahhh...
• Eu: Sim, vou arrebentar teu cu, hehehe
Sem dúvida, Coni estava perto do orgasmo, gemia de olhos fechados, a boca aberta lutava para pegar mais ar pra "viver". Meu pau entrava e saía rápido naquela buceta que era um rio de fluidos, eu fodia com força, não conseguia parar de me mexer, pra trás e pra frente... também tava perto de gozar!, mas não queria.
Pela cara dela, podia ter certeza de que tava fodendo do jeito que ela queria... por um momento pensei que tinha conseguido que ela nunca me largasse... tinha feito ela ficar "boba pelo meu pau", Sim, consegui!... ela seria minha mina pra sempre!, então meti ainda mais forte, se é que isso é possível...
• Aaahhh... aaahhh... tô gozandooo... você me mataaaa... ahhh!
Finalmente ela gozou do jeito que eu queria, claro que eu também tava perto de gozar, saí de cima dela e me deitei ao lado, precisava me recuperar, mas a Coni, tão tarada, pouco se importava com isso... apesar de ainda estar sob os efeitos do gozo dela... enquanto eu relaxava e sem perceber, ela olhava nossas imagens refletidas no espelho do teto do quarto. De repente, ela agarrou meu pau... surpreso, baixei o olhar, vendo que ela já estava de joelhos. Enfiando no bocão... tentando me deixar duro.
O objetivo dela, claro, foi alcançado em segundos. Ao ver o resultado, sorriu satisfeita... se levantou, montou em cima de mim de pernas abertas e completou:
• Amor... arromba meu cu... falou com a voz cheia de tesão.
Eu, ainda surpreso com a vontade dela, olhei incrédulo, lembrando do momento em que tinha dito que a bunda dela era só minha e ela tinha respondido pra eu não criar expectativas. Na real, o papo foi mais ou menos assim:
• Coni: Sabe que não vai ter outra vez...
• Eu: Tô ligado, mas fica sabendo que essa bunda é só minha.
• Coni: Beleza, prometo que ninguém mais vai ter meu cu, kkkk, dói pra caralho, kkkk
• Eu: É uma promessa?
• Coni: É, juro pela minha mãe, kkkk
Essa lembrança rápida me alegrou, porque agora eu tinha a Coni se empalando de livre e espontânea vontade, uma Coni cheia de luxúria, paixão e safadeza, mas também de carinho... tinha certeza de que ela me queria e que seria minha... faltava muito?... não sei, agora só curtia como a bunda dela deixava minha pica dura entrar... Enquanto pensava nisso tudo, tava olhando besta pra ela pelos espelhos do quarto.
Coni, vendo que eu não tava reagindo muito por estar besta olhando pra ela, começou a apontar meu pau pro cuzinho dela, enquanto me olhava toda excitada... via como meu pau ia abrindo caminho devagar no esfíncter ansioso e pulsante dela.
• Coni: Então... meu cu é seu, aproveita!
Fui ajeitando o pau com as mãos nos peitos dela, porque a Coni não queria esperar muito e já ia descendo devagar, depois se inclinou um pouco mais pra me beijar. De repente, senti as bundonas dela se acomodarem nas minhas coxas e virilha, quase morri!, então larguei os peitos dela pra pegar aquelas nádegas suculentas que agora eram minhas.
Foi assim que ela começou a furar o próprio cu, enquanto eu ajudava com minhas mãos cheias de tesão, pra acelerar nosso ritmo. Agora a Coni me beijava com paixão, enfiando a língua na minha boca, esfregando os peitos no meu peito... Seus gemidos e ofegos só aumentavam!, a ponto de ela não conseguir mais me beijar, suas ondas de prazer literalmente impediam ela de respirar, o prazer tava afogando ela.
• Coni: Uhm… sim amorrr… assim… ahhh… ahhh… tô gozandooo… me mataaa… ahhh!
Fiquei surpreso com as declarações dela no meio da “foda de cu”… naquele momento perdi a clareza dos sentimentos dela e dos meus, mas não falei nada, Coni não precisava perceber o que tinha dito… Sei que as mulheres podem fingir orgasmos, mas não acreditava que Coni tivesse dito que me amava no meio de uma atuação… podia apostar que ela tava à beira de gozar igual uma égua, a declaração dela era uma prova de que já não conseguia mais fingir…
• Eu: Também vou gozar, coração… você é minha…
• Coni: Sim, sou sua… ahh!
• Eu: Hoje você é minha garota, só minha
• Coni: Sim!, só sua… A girl não vai mais ser
• Eu: Se você é minha garota e minha putinha…
• Coni: Sim!, sua putinha, coração….
À beira do abismo do orgasmo, comecei a bombar ela igual uma locomotiva a vapor, correndo pro precipício. Coni se agarrava nos peitos, amassando eles enquanto eu segurava a cintura dela, castigando a bunda dela com força, enquanto ela ofegava quase se afogando… se tivesse testemunhas, iam pensar que ela tava morrendo nos meus braços… precisando pegar ar com muito esforço. Uma das minhas mãos foi pegar os peitos inchados dela enquanto a outra ainda marcava o ritmo, ela pegou minha mão e apertou forte contra os mamilos, ficando louca de prazer.
• Coni: Siim… amorrr… sou sua putinha… ahhmm… ela falava com muito prazer.
Já não tinha dúvidas, Coni era minha e tava se deixando levar pelo tesão… eu tava metendo com toda força. Coni agora, à beira de gozar, me incentivava com gemidos quentes… o rosto dela, que eu conseguia ver pelo espelho, tava virado pro céu, como se fosse uma prece pra algum deus antigo, dava pra notar expressões entre prazer e dor.
• Coni: Amorrr… me Tá arrebentando meu cuzinho... ahh... minha bunda de puta, ahhh!
Despejei toda minha porra enquanto a gente gozava junto, senti o cuzinho dela se contraindo, espremendo até a última gota... minha gozada foi apoteótica, não parava de sair jorro atrás de jorro, inundando as tripas dela.
Ela desmontou e se afastou pra um lado, eu me joguei de costas, exausto, ela se acomodou do meu lado na cama... nós dois tentando nos recuperar da puta foda que minha Coni tinha me dado... Ainda respirando ofegante, olhei pra ela pelo espelho do teto, ver ela me enchia de admiração, a silhueta de mulher dela estava do meu lado, coisa que até pouco tempo eu achava impossível, ela parecia feliz, com um sorriso amoroso apesar do maltrato que ela mesma se deu no rabo... Talvez pra mostrar a entrega dela, como único sinal do dano causado na bunda vermelha, eram as declarações dela:
• Uff, arrebentou teu cu...
• Eu: Você que pediu.
• Coni: Sim, hahaha... tenho que lembrar que dói, hahaha... Agora sou sua única mulher?...
• Eu: É isso que você quer? Se for, a gente vai ter que declarar pro mundo Urbi et Orbi...
• Coni: Eu adoraria, mas ainda não... Você vai continuar comendo outras?
• Eu: Não, se você não quiser...
• Coni: Hmm, talvez só a Juli ou sei lá como chama, assim ninguém vai saber que você me come.
• Eu: Mmm, então tá, assim será...
Ouvir ela falar assim me excitava... Coni percebeu meu estado e me sorriu de forma safada... abracei ela enquanto meu pau lentamente se recuperava e começava a roçar na "minha garota". Beijei ela de novo, mas dessa vez com ternura, porque minha paixão tinha acalmado, não sei quanto tempo a gente passou se amassando, se acariciando devagar, de um jeito que não teve lugar da Coni que eu não toquei, no fim foi longo... Ela fez o mesmo comigo, até a gente se entrelaçar de novo numa fodida suave e carinhosa. Agora ela não tava desesperada e eu não tava alucinado pra me fundir nela, parecíamos mais "uns apaixonados".
Nossa gozada foi tão boa como as anteriores, nós dois nos deixamos levar por um orgasmo prolongado, finalmente ficamos exaustos de tanto transar, deviam ser umas 20h quando já estávamos um pouco mais recuperados e nos preparamos pra ir embora… Coni pegou na minha mão e me levou pro chuveiro, lá só nos “ensaboamos” bem ensaboados, especialmente a bunda linda que agora era minha, depois nos secamos e vestimos quase em silêncio
- Eu: Coni, é tarde, temos que ir rápido pegar meu carro que ficou na universidade
- Coni: Melhor irmos pra casa, amanhã eu te levo pra universidade
- Eu: Tem certeza?
- Coni: Absoluta
Fomos devagar de mãos dadas, a verdade é que quase não conversamos. Ao chegar em casa, atravessei a rua e entrei na minha, lá dentro meus pais estavam jantando e começaram a me interrogar pelo atraso, então eu “menti” um pouco, dizendo que estava num trabalho e que ao sair meu carro estava com um dos pneus murcho, apesar da explicação, meu pai ainda me olhou com cara feia, alegando que eu poderia ter colocado o estepe, ao que respondi que faria isso de manhã com a luz do dia, então ele me disse:
- Como você vai?
- Eu: Vou pedir pra Coni me deixar perto da universidade de passagem pro trabalho dela, já que ela pode me deixar a só umas quadras.
- Pai: Pobre, já vai incomodar ela, não bastou ela te levar até a costa?
- Eu: Ela adorou a viagem e quem dirigiu fui eu, pai.
Devo admitir que na sexta-feira tive dificuldade pra levantar e ir pra universidade, mas tudo foi compensado quando, por volta das 07h45, vi Coni me esperando no carro como havia prometido. Ao entrar, ia beijá-la como se beija uma amante, mas ela se esquivou e tive que dar os beijos típicos de amizade. A pequena rejeição me irritou, mas ela logo me disse:
- Coni: Você não deve me beijar em público como se fôssemos amantes, as ruas têm olhos…
- Eu: Bom, vou ter que sentir falta dos seus beijos…
• Coni: Eu também sinto muito, hehehe
Partimos pra nossas obrigações, a viagem foi como antes, ela com seus comentários meio infantis pra idade dela, mas que de alguma forma deixavam todo mundo mais feliz, sem dúvida ela era a Coni de sempre. Quando chegamos na facul e antes de eu descer, ela perguntou:
• Vai sair com sua Juli?
• Eu: Sim, combinamos de ir na “Caverna do Pirata”, me falaram que é muito bom
• Coni: Vão sozinhos?
• Eu: Não, na verdade vamos com a Feli e a amiga dela, Simona…
• Coni: A mina que tá saindo com a Feli?
• Eu: Sim, é amiga da Juli…
• Coni: Uhum
• Eu: Por que essa curiosidade?
• Coni: Come ela com camisinha!
• Eu: Qual é, ciúmes?... E o Tony?
• Coni: É diferente…
• Eu: Sim, claro. Se você diz, hahaha, você é uma maluca ciumenta, hahaha… tchau, coração, hahaha
• Coni: Tchau, “saído da minha vida”, hahaha
A meu pedido, ela me deixou no estacionamento, porque eu queria ver se meu carro tava do jeito que deixei no dia anterior. Quando vi que tava tudo certo, fui pras aulas. Como de costume, as aulas de sexta são só até as 14:30, depois disso comi um lanche rápido nos jardins da facul com um refri comprado num dos quiosques, e fui pra casa, chegando lá pelas 15:30. Cumprimentei minha Nana e depois atravessei pra frente.
Quando cheguei, a Coni já tava lá, porque terça e sexta ela sai cedo, já que é a própria chefe e vai muito bem, pode fazer quase o que quiser. Foi assim que, um ou dois anos depois da morte do namorado Esteban, ela se dedicou a viajar pelo mundo, morou seis meses na França, depois um ano no Canadá, e todo verão visita lugares exóticos, seja sozinha ou com a Belén.
Ao entrar, cumprimentei ela e, sabendo que ninguém mais chega naquela hora, fiquei atrás dela, que tava petiscando algo no balcão da cozinha. Dei uma apoiada forte nela, ela sorrindo me deu um empurrão com a bunda pra eu me afastar e falou:
• Ei, podem nos pegar!
• Eu: Vamos, Coni, ninguém tá aqui a essa hora, sua mãe só chega às 17:30 e a Feli um pouco depois, respondi e encostei de novo na bunda dela e ainda peguei nos peitos dela, amassando.
• Coni: Ei, você é muito abusado, deixa meus peitos em paz que só minha buceta é sua, hahaha
• Eu: E você é muito gostosa… podíamos dar uma rapidinha…
• Coni: Não, guarda força pra foder sua puta hoje à noite, além disso o Javi pode aparecer e nos descobrir
• Eu: O Javi vem só nas quartas com a roupa pra lavar… e nos sábados até chegar o chato do marido dela
• Coni: Vejo que você não gosta do Horácio e me surpreende, sabe todos os horários dessa casa?
• Eu: Sim e sim, hahaha
Apesar das reclamações dela, continuei com meus carinhos e como ela tava com a saia típica que usa pro trabalho, levantei ela como pude e, tirando meu pau duro como um pau do esconderijo, coloquei entre as nádegas dela. Ela suspirou e se deixou levar enquanto minhas mãos brincavam com os bicos dos peitos dela… aumentei a aposta e puxei a calcinha dela pro lado, levantei uma das pernas dela e meti até o fundo. Ela tentou recusar:
• Ai, Claudito!, não!!... pode chegar alguém
• Eu: Se chegar alguém, eu tiro, ninguém vai perceber
• Coni: Minha calcinha tá no chão, minha saia tá na cintura e meus peitos de fora… só um cego não ia perceber…
• Eu: Hahaha, até um cego, porque o cheiro de sexo é evidente, hahaha
Continuei fodendo ela, ela podia não concordar, mas adorava meu pau e não conseguia evitar. Metia e tirava com paixão, enquanto com uma mão segurava a perna dela pra cima e com a outra amassava os peitos dela. Ela só se apoiava no balcão, fechando os olhos pra aguçar o tato, onde tinha cada sensação concentrada. neurônios…
• Coni: Mmm, você é um sem-vergonha e tarado, ahhh
• Eu: E você é minha putinha que adora meu pau, não pode negar.
• Coni: Mmmssim, eu gosto do seu pau… ele é maravilhoso.
Fodi ela do jeito que ela gosta, não foi uma foda muito longa, mas foi bem gostosa. Quando ela gozou, eu estava prestes a acompanhá-la no orgasmo tão desejado, mas me deu uma “maldade” na cabeça, decidi gozar na boca dela.
• Coni: Eu… eu… tô gozando!
• Eu: Quero gozar na sua boquinha, amor…
• Coni: Você é um tarado… ahhh… nããão… ahhh
• Eu: Um cara que faz você gozar igual uma gata no cio… me dá sua boquinha
• Coni: Mmmahhh… só se depois você me beijar…
• Eu: Sim, sua putinha, vou te beijar…
Assim que terminou o orgasmo prolongado dela, ela baixou a perna que eu segurava e se ajoelhou na minha frente. Então, com minhas mãos, dei mais algumas batidas no meu pau e o primeiro jato bateu nos lábios dela, enquanto os outros entraram na boca dela. Ela não parava de me olhar igual uma gata no cio, a verdade é que a cena era das mais eróticas. Não sei quantos jatos eu lancei, mas os últimos caíram fora da boca dela, o penúltimo no queixo e o último no peito. Mas ela, com um dedo, recolheu tudo e colocou na boca, como se fosse provar o néctar caído da taça de um deus grego…
• Coni: Não é muito boa, mas eu poderia me acostumar com isso, hehehe
• Eu: Só se for a minha, isso é só meu…
• Coni: Só vou engolir a sua, agora o beijo…
Ela se levantou e eu a beijei com paixão, então senti o gosto amargo da minha própria porra. Não sei quanto tempo ficamos nos beijando, porque comecei a ficar excitado de novo e meu pau, cada vez menos murcho, roçou nos lábios da buceta dela.
• Coni: Temos que parar…
• Eu: Por quê?
• Coni: Porque você está se empolgando e precisa guardar energia pro seu encontro de hoje à noite…
• Eu: Posso cancelar…
• Coni: Não, você precisa ir, além disso já minha mãe vai chegar.
Depois do nosso encontro tórrido, nos arrumamos e ligamos o exaustor da cozinha pra sumir o cheiro de sexo, e aí começamos a preparar o jantar da família como de costume. Tava nisso quando a tia Sole chegou. Quando vi ela junto com a Coni, percebi o quanto eram parecidas — o que é de família não se rouba… A tia Sole era uma preciosidade voluptuosa, quando nova devia ser uma deusa….
A gente conversou sobre tudo e nada, a tia Sole com o carinho de sempre tomou conta da conversa e do clima… E o tempo foi passando até chegar a hora de buscar a Juli. Tava me despedindo da tia Sole e da Coni quando a campainha de casa tocou… Uff! Era o Tony. Cumprimentei ele, porque cortesia não tira a coragem, mas tenho que dizer que a chegada dele não me agradou nada. E não tinha o que fazer, então fui me trocar pra ir encontrar a Juli.
Mais tarde passei na casa da Juli. Quando bati na porta, quem abriu foi a que com certeza era a mãe dela — uma Juli mais velha, com um corpo de mulher madura lindo, com aqueles quilinhos a mais que deixam elas tão gostosas. Nisso a Juli apareceu na entrada, me viu, saiu me encontrando com um sorriso de orelha a orelha e me apresentou pra mãe e depois pro pai dela.
Passamos uns minutos com os “véios” me interrogando sobre quem eu era e o que eu “fazia no meu tempo livre”. Me senti quase como se fosse namorado da Juli, até que ela finalmente veio me salvar, dizendo que eu era só um amigo, não o namorado, e que o interrogatório ainda não valia.
Finalmente saímos, fomos buscar a Simona, onde também tava o Feli, que claramente tava atrás dessa gata. A Simona dava pra classificar como a mina curvy que, se tivesse uns quilinhos a menos, seria modelo, mas vive feliz usando as graças que Deus deu, especialmente o parzão de peitos que encantam qualquer um, além de ter uns olhos claros brilhantes lindos. Bom, saímos rumo à “Caverna do Pirata”, um lugar que tava na moda naquele momento, felizmente a Simona conhecia um dos donos e a gente tinha passes VIP, então, apesar da dificuldade de achar estacionamento pro carro, não tivemos problema pra entrar.
Um dos seguranças nos levou pra uma área VIP, colocando uns crachás na gente pra poder circular pelas pistas de dança ou pelo bar, e olha, o clima tava perfeito, então rapidinho a gente se juntou à bagunça do lugar. Não sei quanto tempo dancei, mas já de madrugada a Juli falou pra gente vazar porque ela tava com vontade de foder…
• Eu: Mas e a Simona e o Feli?
• Juli: Ou vão com a gente ou voltam pra casa de táxi…
• Eu: Ir com a gente?!
• Juli: Sim!, cê tem vergonha de foder na frente dos outros?
• Eu: Na real, nunca fiz isso… não sei.
• Juli: Vamos perguntar pra eles
A Juli com certeza era mais “moderna” do que eu jamais fui… o jeito dela era mais de amigo do que de mina com interesse amoroso, aliás, o comportamento dela era até mais ousado que o do Feli. Bom, ela foi falar com os dois caras, e interrompendo o amasso deles, perguntou se iam com a gente pra foder…
• Simona: Por mim vou… Feli, topa?
• Feli: Ehh, sei lá, o que cê acha, Claudio?
• Eu: Bom, se vocês forem, eu vou…
• Juli: Então tá decidido
Saímos do lugar com as duas minas conversando animadas na nossa frente e a gente seguindo elas meio na dúvida, a real é que o comportamento delas era bem mais ousado que o nosso junto, mas como dizem no campo “uma buceta puxa mais que uma junta de bois”.
Subimos no carro, mas eu não sabia pra onde ir, então, com todo mundo dentro, perguntei pra Juli:
• Eu: Pra onde a gente vai?
• Juli: Pra um motel vagabundo, ué, pra onde mais?
• Eu: Feli, procura um lugar pra ir…
• Simona: Eu sei um, posso indicar, não é barato, mas entre os quatro a gente consegue pagar.
- Eu: Ok, você me guia
Ainda com sérias dúvidas, a gente ia com a Feli pra um motel foder duas gostosas, que, embora fossem muito lindas, simpáticas e inteligentes, nos surpreendiam com um comportamento mais parecido com o de um cara muito experiente e sem dúvida mais liberal que o nosso, mas não tinha mais volta, a gente tava chegando no motel.
Ao entrar no quarto, fomos pra cama, cada casal de um lado dela, não tínhamos certeza do que fazer, “felizmente” tocou o interfone, que a Feli atendeu:
- Tão perguntando se a gente quer alguma coisa…
- Juli: Uma garrafa de espumante e quatro copos, é mais barato
- Simona: E uma garrafa de água mineral…
Depois da breve interrupção e da chegada do nosso pedido, pagamos e, sem saber o que fazer, ligamos a TV, onde tava passando um “mandingo” metendo numa loira minúscula, literalmente tava partindo a buceta dela… lembrei da Coni. A Simona deitou de um lado da cama, de frente pra mim e pra Juli. Já a Feli se instalou atrás da Simona, fazendo conchinha, rapidamente pegou uma das tetonas dela e ficou dando beijos no pescoço, sussurrando algo no ouvido, enquanto a Simona ria do que ouvia.
Do outro lado, estávamos eu e a Juli, sem saber exatamente o que fazer, me deitei de barriga pra cima na cama, a Juli do meu lado, colada em mim, a cama era muito larga, diria que era tamanho King. Eu pensava que não ia ter coragem de fazer nada, assim como também achava que a Juli seria mais recatada na frente do outro casal… Embora minhas dúvidas estivessem presas à minha criação e paradigmas sexuais, era fato que a situação me dava muito tesão. De repente, a Juli se jogou em cima de mim e colocou a perna dela sobre meu corpo, a gente se beijava. Embora estivesse nervoso, comecei a acariciar a perna macia dela até o limite com a bunda linda dela.
De olho, eu olhava a Simona e a Feli, elas dividiam o olhar entre a TV e a gente, ambas estavam muito atentas aos avanços da Juli, a que já estava amassando meu pau por cima da calça. Nesse momento, Simona perguntou pra Juli:
- Vamos foder ou só nos esquentar?…
- Juli: Kkkk… é que vocês ainda são uns novatos… mas vamos foder… Claudito é uma grande revelação, kkkk… você vai ver…
- Simona: Feli não faz nada mal, não é verdade, coração? …
- Feli: Bom, é… acho que sim.
Durante a conversa, avancei minha mão pela perna da Juli até pousar na bucetinha dela. Ao ver minha reação às carícias dela, ela não esperou mais, tirou meu pau do esconderijo, que pulou duro e quente. Então Simona exclamou admirada:
- Ah, você tinha razão, Juli!... um pau assim não se vê com frequência, mas olha o do Feli,
Completou, puxando o pau do meu amigo, que já estava cutucando a bunda dela sem se acanhar nem um pouco. Devo dizer que o pau do Feli é acima da média, sem ser tão grande quanto o meu, já que o meu não é nada pequeno. Na verdade, na escola me chamavam de tripé, kkkk.
Essa brincadeira só fez com que os medos ou vergonhas começassem a ficar pra trás, e também aumentou o tesão. Olhei de novo pra onde Simona estava com os peitos de fora e percebi que a calcinha dela estava na altura dos joelhos e o Feli estava enfiando o pau em algum lugar da bunda ou da buceta dela, enquanto abraçava Simona e colocava uma mão por cima da bucetinha dela, cuidadosamente depilada. Em segundos, enfiou um dedo lá dentro, estava masturbando ela!
Então Juli se despiu completamente e montou de pernas abertas no meu púbis, esfregando meu pau na bucetinha dela. Agora eram Simona e Feli que nos olhavam, expectantes, mesmo com Feli ainda cutucando e masturbando Simona…
- Juli: Simona, já podem foder, não se inibam por nossa causa, hehehe
- Simona: Você sempre foi uma sem-vergonha, kkkk
Embora estivesse concentrado na Juli, consegui ouvir quando Feli disse pra Simona que nunca tinha visto alguém transando de Tão perto, que queria ver um pouco antes. Simona não respondeu, mas Juli também deve ter ouvido, porque se empalou na minha pica e começou a se mexer, cavalgando como a mais experiente das amazonas. A situação era extremamente excitante, eu estava fodendo a Juli ou ela a mim, hahaha, enquanto Simona e Feli olhavam sem parar de se tocar e se acariciar entre eles.
Ser observado por Feli e Simona me deixou um pouco nervoso, tanto que me desconcentrei de que Juli estava quicando em cima de mim, e então ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela e disse:
• Chega, agora olha pra mim
Na verdade, por um segundo fiquei surpreso ao ver Feli e Simona nos olhando, mas o "puxão de orelha" da Juli me fez esquecer minhas "neuras" e frescuras, para finalmente aproveitar como minha mina me fodia.
Mesmo sem olhar pra eles, não demorou muito pra perceber que Feli já estava penetrando a Simona, eles continuavam de lado, ele atrás dela pra poder ver melhor como Juli e eu fodíamos. Era tão excitante que Juli e eu aceleramos o ritmo e não demoramos pra gozar juntos, ficando os dois abraçados.
• Juli: Ahmm… isso Clau… assim… ahhh… ahhh… tô gozandooo… você me mataaa… ahhh!
• Eu: Também tô… tô gozandooo…
Com Juli em cima de mim, sentia o peito dela ainda ofegante sobre o meu, naquele momento, quase sem pensar, nós dois olhamos pro outro casal fodendo… Feli e Simona não tinham mudado de posição e pouco ou nada dava pra ver como meu amigo metia a pica dele na buceta dela, o que estava claro é que, diferente de nós, eles faziam de forma suave e relaxada.
Não sei se era a putaria ou se os mamilos e a buceta da Juli transmitiam um calor intenso, mas não demorou pra nossa libido despertar de novo e minha pica endurecer… Ao sentir Juli como minha hombridade lutava pra entrar de novo na buceta dela, ela, sem nem me perguntar, se levantou, abrindo espaço entre minhas pernas, pra começar a chupar minha vara e de quebra acariciar minhas bolas com Suavidade. A Juli não só parecia uma expert, como também curtia muito ter meu pau na boca dela. Ao mesmo tempo que a gente se enfiava numa "nova aventura", a Simona e a Feli começaram a gozar.
• Feli: ahhh… ahhh… to gozandooo…
• Simona: Ahh sim, vai, to gozando, aperta meus peitos, mmmsiii
A Simona e a Feli ficaram quase desmaiadas de tanto gozar, dava pra perceber, porque eu tava deixando a Juli chupar meu pau, até que num momento ela soltou meu amigão e falou pra Simona:
• Juli: Simona, chega aqui, vou te ensinar como se chupa um pau.
• Simona: Não, tenho um pouco de nojo…
• Juli: Não seja boba, você vai gostar
• Simona: Tá bom, mas o Claudio não pode gozar…
• Eu: Não, não vou, falei ainda incrédulo com o que ia rolar.
Sob o olhar também atônito da Feli, a Simona se aproximou e ficou do lado da Juli, olhando ansiosa enquanto a Juli me chupava. A Juli tirou meu pau da boca e com uma mão segurava meu pau e com a outra aproximava a cabeça da amiga na direção da minha rola.
• Juli: Abre bem a boquinha e mete, cuidado com os dentes, não quero que você estrague essa preciosidade
• Simona: Mmmggff… assim?
• Juli: Sim, perfeito, passa a língua no freio
• Simona: Freio?
• Juli: A coisinha que une a cabecinha com a ponta.
• Eu: Kkkk…
• Juli: Do que você tá rindo?
• Eu: Só do vocabulário…
• Juli: Você é um idiota, kkkk, nem sei como vocês chamam essas coisas… kkkk
De qualquer forma, a Juli explicando como fazer as coisas pra Simona, que não era "nada meu", deixava tudo muito mais safado… Ver a Juli se juntar à Simona pra chupar meu pau, com a Feli olhando sem perder um detalhe de como a mina dela, a Simona, "tava transando com outro". Era uma loucura que me deixava super excitado, me deixava "doido".
A Juli e a Simona foram se alternando, um pouco Juli e mais um poucoSimona, as duas estavam vidradas em me fazer gozar. Como eu disse, algo tão tarado me deixava louco, então estendi minhas mãos e com uma acariciava a cabeça da Juli e com a outra uma das tetas enormes da Simona, que me sorriu quando fiz isso… Não demorou muito e eu já gozei irremediavelmente, o surpreendente é que a Juli cedeu o privilégio de engolir tudo pra Simona:
• Eu: Tô gozandooo, tô gozandoo.
• Juli: Tudo seu, Simona, engole tudo, hehehe
• Simona: Mas é teu garoto.
• Juli: Eu te ajudo com o Feli, hehehe
• Feli: Siim!
Obviamente ao ouvir o diálogo o Feli já tava de pau duro de novo, então a Simona e a Juli começaram a chupar ele. A Simona tava cada vez mais solta com essa parada de chupar uma rola. Eu via as duas de joelhos enquanto chupavam e passavam a língua, então em pouco tempo fiquei duro de novo… hesitei no que fazer, mas finalmente me aproximei por trás com a intenção de meter meu pau na Juli… ela, ao perceber, me fez um sinal com o olhar pra eu aproveitar e foder a Simona.
A sacanagem da situação me levou a isso. Algo que poucas horas antes eu nunca teria imaginado, aconteceu, porque quando a Simona e o Feli nos viram fodendo com a Juli já era algo impensável… agora com a Simona chupando meu pau na frente do Feli era algo impossível de imaginar… Agora era a Juli junto com a Simona chupando o Feli, devo admitir que me impactou, além de me deixar meio ciumento, mesmo assim, eu tinha ficado atrás dela pra foder a Simona... por um segundo pensei que é "como pisar na mangueira entre bombeiros", mas se essas minas queriam assim, assim seria… A Simona, ao me sentir atrás dela, abriu as pernas e empinou a bunda pra facilitar a entrada… O que posso dizer, meti até o fundo, enquanto ela chupava o pau do Feli, mesmo assim deixou escapar um gemido.
• Simona: Ahhh!... Mmme, você meteu….
• Juli: Gostou, putinha? Feli: Cê meteu nela!?
• Juli: Meteu sim e ela gostou, sente como ela te come o pau…
De repente, Juli falou pra Simona:
• Tá gostando?... vai ver o céu…
• Simona: Mas e a Feli?
• Juli: Relaxa, eu cuido disso, hehehe
Simona tirou o pau da Feli da boca e, saindo de onde tava, ficou de quatro pra eu continuar comendo ela, enquanto Juli, toda sem vergonha, montou na Feli e encaixou o pau do meu amigão — agora amigo de buceta, kkkk.
Não vou negar que tava adorando, e pela cara dos outros três, sem dúvida eles também… Não sei como aconteceu, mas num instante nossas fodas se sincronizaram, e a Juli encaixou os rebolados nela no ritmo das minhas estocadas na buceta da Simona. A gente tinha chegado no impensável: eu comendo a Simona, enquanto do lado a Juli comia a Feli numa troca de casais inesperada… Simona de quatro e eu metendo forte, numa corrida louca com a Juli cavalgando a Feli, meu melhor amigo.
Logo gozamos: primeiro a Feli e, pouco depois, eu descarreguei dentro da Simona, que gritou o orgasmo pros quatro cantos como nunca tinha feito. Foi como se ela quisesse quebrar alguma coisa, sei lá, mas nos surpreendeu tanto que até me assustei, pensei que tinha acontecido algo com ela.
Terminada essa troca, a gente “voltou ao normal”. De repente, pela primeira vez na vida, me vi experimentando uma jacuzzi — era uma sensação nova, e se somar que dentro dela eu comi a Juli na água morna e agitada, usando o último camisinha que tinha, foi uma experiência foda. No fim, exaustos, voltamos pra casa. A algazarra e a excitação inicial foram se apagando até virar um silêncio tão inimaginável quanto a aventura que a gente tinha tido com a Feli. Depois de deixar as “doidinhas” em casa, eu e a Feli tivemos o seguinte papo:
• Feli: O que cê acha do que rolou?
• Eu: Foi incrível, mas não repetiria
• Feli: Mesma coisa aqui, somos amigos, mas essa coisa de trocar de casal… sei lá
• Eu: É demais, tem coisas que são “privadas” e pra mim sexo é uma delas.
• Feli: É, é diferente contar uma “façanha sexual” do que seu melhor amigo participar dela.
• Eu: É, você tem razão…
• Feli: Você vai sair com a Juli de novo?…
• Eu: Vou, mas ela não é a “tal”, hahaha
• Feli: Eu penso o mesmo da Simona, hahaha, imagina a despedida de solteira?
• Eu: Não quero nem pensar, hahaha
No sábado de manhã, não muito cedo, resolvi ir correr no parque. Por um momento, precisei parar de pensar em sexo universitário, mas lembrei da Coni, o que me fez atravessar a rua. Entrei como de costume, encontrando só a tia Sole na cozinha preparando o café da manhã dos outros, que me ofereceu com a gentileza de sempre, mas recusei. A tia Sole tava digna de uma bela punheta, porque mesmo de pijama inteiro, a silhueta dela aparecia toda.
Perguntei pela Feli, que ainda dormia, e pelos outros, ou seja, o seu Feli, que tava enrolando na cama depois de uma noite intensa no restaurante dele, e pela Coni, que tava por ali. Não deu tempo de perguntar mais nada quando ela apareceu de roupa esportiva. Ao vê-la linda como sempre, cumprimentei ela com todo carinho, o que fez ela fazer um monte de caretas de reprovação pelas costas da mãe, que tava fazendo umas tortilhas.
• Eu: Vestida pra correr?
• Coni: Não, tava pensando em ir pra academia…
• Tia Sole: Eu iria com você, mas tenho muita coisa pra fazer… talvez você possa levar o Cláudio com meu cartão!
• Coni: Acho que não, mãe, ele não tem nada a ver com você, hahaha
• Tia Sole: Mas você pode passar por mim, tenta, leva meu cartão.
• Coni: Tá bom, mãe
Finalmente saímos depois do café, no meu caso pela segunda vez. A manhã estava perfeita e vinha acompanhado da garota perfeita, mas logo no começo Coni me perguntou:
• Coni: Comeu muito ontem à noite?
• Eu: Por que tá perguntando isso?
• Coni: Você saiu com sua amiguinha, então comeu
• Eu: Não falei isso
• Coni: Você não negou.
• Eu: Ciúmes?... E você e o Tony?
• Coni: Não comi o Tony até entupir a buceta, respondeu de mau humor.
Parei e, segurando o rosto dela, beijei ela com paixão, ela surpresa no começo se deixou levar, mas depois de alguns segundos me empurrou, dizendo:
• Coni: Você é louco?... Podem nos ver
• Eu: Não te excita?, hehehe, além disso, acho que ninguém vai nos ver…
• Coni: Você é um idiota, já te falei que sou muito mais velha pra você…
• Eu: Mas você gosta de mim, hehehe
• Coni: Gosto de como você come…
• Eu: Mas você gosta de mim…
• Coni: Um pouco… vamos pra academia na correria…
Conseguimos entrar na academia, mais porque o cara da entrada se deixou levar pelo sorriso provocante da Coni, que nos encaminhou pra um dos instrutores que não parou de olhar a bunda da Coni, o que me irritou um pouco, mas não podia fazer nada, porque olhar não engana… tanto que num momento entrou uma das instrutoras que tinha um corpo digno de todos os pecados do mundo, era tão gostosa que até a Coni olhou pra ela, eu sei, porque depois ela comentou na volta pra casa.
No sábado à tarde, Feli e eu saímos com as minas pro cinema e pra comer umas pizzas. Não sei o que houve com elas, mas agora estavam menos ousadas, então só tivemos uns amassos rápidos na escuridão da sala de cinema, até porque o filme de ação não dava pra muito mais. Depois voltamos cedo pra casa, porque no domingo todo mundo tinha que estudar desde cedo, assim é a vida sofrida de universitário.
No domingo à tarde fiz uma breve pausa de Saí do estudo e fui ver minhas vizinhas da frente. Como sempre, a tia Sole estava lá, e eu a cumprimentei como de costume. Ela me disse que a Feli não estava, porque tinha ido na casa de um amigo, e que a Coni estava na salinha… Fui ver minha musa… como sempre, estava linda pra caralho. Ela se levantou do sofá pra me cumprimentar, eu abracei ela e puxei pra perto, segurando aquela bunda gostosa dela. No começo, ela tentou me parar, mas no fim se deixou levar. Mesmo assim, ela falou:
- Não seja louco, a gente tá na minha casa, é território proibido, qualquer um pode nos ver.
- Eu: Só um pouquinho…
- Coni: Não, a mamãe tá aqui e daqui a pouco o Javi chega com o marido dele.
Depois de tanta negação, a gente sentou no sofá pra ver um filme. De vez em quando, ela me olhava e sorria de um jeito provocante. A verdade é que ela tava um tesão, e o fato dela ser tão "ela" me excitava e me fazia querer ela, mas tudo que é bom acaba, porque o Tony chegou pra vê-la. Então fui embora pra voltar pros meus estudos. Ah, que merda!
Minha vida não mudou muito nas três semanas seguintes. Eu comia a Coni às terças na casa dela, porque naquele dia ela chegava antes de todo mundo. Depois, às quintas, ela me pegava na universidade e a gente transava até ficar exausto. Mas o Tony continuava no meio das nossas vidas, já que a Coni não me via como algo mais que um amigo com benefícios. Enquanto isso, nas sextas à noite, era a vez da Juli. E sobre a Simona, a gente não repetiu o que vocês já sabem… enfim, não avançamos muito.Continua...
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