Pra contextualizar, vou mencionar que nunca parei de falar com o Santiago, aquele cara tão presente nas minhas histórias.
Bom, seria óbvio dizer que eu continuava satisfazendo as necessidades sexuais do meu bom amigo sempre que a situação permitia.
Mas tirando o sexo um pouquinho, também tenho que mencionar que a gente se aconselhava mutuamente sobre os rolês amorosos, porque no fundo a gente continuava sendo amigo. Tava chegando o Dia dos Namorados e eu tava meio chateado por não poder passar com alguém esse ano. Foi aí que (falando pelo Wsp) eu falei pra ela:

Nessa época ele também tava solteiro. E tava com a mesma preocupação que eu. Na noite do dia 13, ele me chamou pra dormir na casa dele, falou pra eu ir vestida do jeito que quisesse, que depois ele explicava pros pais o que tava rolando. De quebra, ainda ia me explicar também.também...
Chegadas8 da noite e eu (todo arrumado) termino de amarrar minhas botas, dou um retoque no meu delineado e vou pro meu carro. Depois de 20 minutos de viagem, estaciono na frente da casa dela e mando uma mensagem:

Sai quase na hora, desde o momento em que me viu, me tratava no feminino (tipo como "ela"), coisa que não me incomodava nem um pouco, e ele sabia disso. Me falou que eu tava muito gostosa, que sentia minha falta, etc. Coisa que me chamou a atenção, já que ele não era assim comigo normalmente.
Entro em casa e cumprimento os pais, que ficaram surpresos porque nunca tinham me visto assim, já que eu os via muito pouco e eles não ficaram sabendo da minha "saída do armário". Tentando disfarçar a impressão, me cumprimentaram. Vou pro quarto dele, deixo minha mochila e volto pra sala, porque eles estavam prestes a jantar.
A conversa foi super normal, exceto que o Santiago, que tava do meu lado, colocava a mão na minha perna de vez em quando pra fazer um carinho. Isso inevitavelmente fazia minhas hormonas dispararem e, no meio de toda essa confusão de pensamentos, eu fico de pau duro. Ele subindo pela minha perna percebe e, inevitavelmente, começa a me masturbar. Eu, fazendo de conta que não tava rolando nada, continuei conversando com os pais do Santiago sobre minha saída do armário.
Terminamos de comer, assistimos a um filme com a família do meu amigo e lá pelas 11:30 fomos pro quarto dele com a ideia de descansar um pouco. Quando a gente tava lá, Santiago fecha a porta atrás de mim e tranca.
Eu: Qual é, mano? Tá estranho pra caralho.
El: Preciso falar com você urgente.
Sento na cama dele e, do jeito mais feminino que consigo, cruzo as pernas e coloco as mãos nos joelhos.
Eu: Fala aí, me conta, o que que cê tá sentindo?
Ele: Preciso que você me escute e não me interrompa.[...]Faz tempo que eu tô afim de você, toda a mudança que você fez, o jeito que você me trata, tudo que a gente compartilha junto, o sexo, tudo, sua gostosa, tudo. (Quando ela me chamou de "gostosa", eu fui pro céu.) E eu não queria perder a data pra te dizer o quanto eu te amo, que adoraria que você fosse só minha, e que a gente pudesse ter um relacionamento juntos.
Quando termina de formular a frase, ela se joga pra cima.meu, a me beijar, claramente eu não ia me opor a tudo isso. Sem eu ter respondido nada, sigo com os amassos e de repente a gente termina como muitas outras vezes.fazendo issoDeitei de barriga pra cima e com as pernas abertas esperando ele meEu me balanço, só tenho ele por cima, lubrifico o pau dele, masturbando com um pouco de óleo na minha mão. Ele me beija enquanto encosta o pau no buraco do meu cu e pega numa das minhas mãos de um jeito muito carinhoso.

Olhando pra mim.nos olhos, ele começa a empurrar o pau ereto dele na minha cavidade anal enquanto me diz: Miguel, te amo com toda a minha alma, morro de vontade de estar com você. Enquanto isso, eu só balanço a cabeça levemente, aproveitando a virilidade dele dentro de mim. As estocadas eram suaves e lentas, dando pra sentir cada pulsação, cada veia, cada dobra do pau dele.membro. Ele me fez carinho durante todo o ato, o que de certa forma me fez sentir "Muito mulher", por assim dizer.
ChegandoPerto do final do ato, ele começa a acelerar o ritmo e, mergulhado num mar de prazer, começa a gozar — momento em que eu o pego pelas costas e empurro ele mais fundo dentro de mim. Enquanto tudo isso rolava, falei: "Adoraria ser sua namorada." Depois disso, beijei ele. Foi quando ele decidiu tirar o pau devagar pra não me machucar.
Fomos pro banheiro com uma diferença de tempo pra ninguém desconfiar de nada. Depois de tudo isso, ele se deita na cama dele pelado, eu, pra não ficar por baixo, também tiro a roupa e deito em cima do peito dele, segurando a mão dele, como se fosse a mulher que ele me fez sentir naquele momento.

BOM, GALERA, TENHO QUE PARAR O RELATO POR AQUI. SE QUISEREM SABER O QUE ACONTECEU NO OUTRO DIA, NÃO ESQUEÇAM DE DEIXAR SEUS PONTOS.E, PRINCIPALMENTE, COMENTEM!!!!
3 comentários - Meu primeiro Dia dos Namorados como FEMBOY