21. Vou engravidar minha tia III

Este relato faz parte de uma continuação extensa, recomendo começar pelo início e ir avançando aos poucos, ou de uma vez só sem parar... haha.


Capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3939253/1-Mi-tia-francesa-Chloe-I.html


21. Vou engravidar minha tia IIIAcordei junto com a Chloé e, para minha surpresa, sem suar nem sentir calor, apesar do ar-condicionado já estar desligado. Me afastei da Chloé com cuidado e fui pro banheiro. Já sentado no banheiro e tranquilo pra pensar no que o dia podia me esperar; assumi que depois da "façanha" do dia anterior não teria energia pra nada, isso incluía sair pra correr também, mas nada me impedia de ir andando até o bar e tomar alguma coisa, afinal agora era minha vez de ser o ouvinte da história da Violeta. Não vesti minha roupa de esporte de sempre, mas também não me arrumei exageradamente como se fosse sair pra uma festa, só uma roupa pra ir em qualquer lugar, não queria confundir a Violeta já que no começo ela achou que tudo que aconteceu era uma trama complicada pra chamar a atenção dela e pegar ela.

Desci pra rua no mesmo horário de sempre e sem pressa fui andando até o bar onde a Violeta estaria me esperando, ela ia pensar que eu passaria direto e mais tarde entraria no bar quando estivesse voltando pro apartamento da Chloé. Imaginei acertadamente que ela não ligaria se naquele dia eu passasse pra vê-la sem fazer exercício, afinal as visitas eram pra gente se distrair já que naquela hora os dois ficavam entediados sozinhos...

Ao virar a esquina e ver o bar, pude ver como uma bunda apertada numa calça preta saía do bar, seguida pelo resto do corpo da Violeta e por último uma cadeira nas mãos dela.

- Bom dia, Violeta - falei entrando no bar e acenando ao mesmo tempo - hoje não tenho força pra nada...
- Haha, sim sim... entra entra, assim você me faz mais companhia hoje - disse Violeta sem parar de trabalhar.
- Em qualquer outra ocasião eu te ajudaria a colocar tudo isso, mas não tenho força nem pra respirar... falei sentando no mesmo banco de sempre e me deixei cair sobre o balcão.
- E isso? Ontem você não se esforçou tanto assim, né? eu te vi bem - me disse Violeta enquanto entrava pra pegar mais cadeiras.
- Não foi por correr de manhã. Foi o resto do dia inteiro... um monte de coisa... um monte de coisa...
- Já já vou cuidar de você, não demoro.
- Sem pressaaaaa – falei sem vontade, parecendo um zumbi.

Continuei largado em cima do balcão como se tivesse dormido, com os braços totalmente esticados, quando sinto uma mão passando de um lado pro outro nas minhas costas. Achei que era a Violeta, ouvi os passos dela contornando o balcão e entrando. Quando chegou perto de mim, acariciou minha cabeça com carinho, com pena daquele coitado sem ânimo pra nada.
- Se você continuar fazendo isso, vai acabar roubando meu coração, mocinha... – falei brincando.
- Nem pense nisso, você é como o irmãozinho mais novo que nunca tive, e de um irmãozinho a gente não rouba o coração, jiji.

Fiquei tentado a contar o que eu e minha irmã fazíamos pra ver se mudava de ideia, mas pra quê... – pensei – ia ficar só uns dias em Madri e de sexo já tava mais que cheio. Será que eu teria gostado de encontrar alguém fixo e ter um relacionamento? Pois é, mas pra isso melhor alguém perto, e não alguém tão, tão longe...
- Então fica combinado, se um dia você se mudar pra perto de mim. Mas se a gente tiver tantos quilômetros de distância, vou adorar ser esse irmãozinho... – falei enquanto me recostava devagar.
- Jaja, você me lisonjeia, mas... te levo uns anos, quando você tiver 20... eu já vou ser uma senhora com umas ruguinhas e ia ficar pensando o tempo todo que você me trocaria por alguém mais nova e mais gostosa – disse enquanto me dava um peteleco na testa.
- Não me faz falar... senão depois você diz que eu quero te pegar – falei.
- Fala, fala, jaja. A gente tá aqui pra conversar, né? Vai, me impressiona e "rouba meu coração você de mim" – disse a última parte com um tom teatral, fazendo floreios com as mãos no ar.
- Ok... os anos podiam passar, eu ser novo e você mais... velha... podia ter ruguinhas e querer procurar alguém mais novo... duvido que eu faria isso, mas se acontecesse... mais Jovem? Pode... mais gostosa? Sinceramente, duvido, e isso é alguém que passa umas semanas com a tia, que parece uma modelo..." – falei com toda naturalidade.
"Sério que você tá solteiro? Com essa boquinha, você deve conquistar todas as minas da sua sala, haha."
"É... solteiro..." – falei baixinho, meio deprimido.
"Mas eu não sou tudo isso! Sou só uma garota magrinha, sem nenhuma curva" – disse ela passando as mãos pelo peito e pelos quadris.
"É exatamente isso que te faz mais gostosa. Se um dia eu te visse cheia dessas 'curvas', teria certeza de que você ia cair do altar... Quanto mais natural você for, mais gata fica... e não com quilos de silicone no corpo... é o que eu acho, haha" – falei, e assim que terminei, Violeta me deu um beijo delicado na testa, segurou minha bochecha e nuca, e me deu quatro beijinhos rápidos na outra bochecha.
"Isso foi por ser tão fofo, jiji" – ela se afastou e começou a espremer uns sucos.
"Ok... admito que isso seria coisa de irmã mais velha... mas se continuar assim, sem brincadeira, vai roubar meu coraçãozinho..." – falei com cara de cachorrinho quando ela se virou.

Violeta riu enquanto colocava meu café da manhã na minha frente, também preparou algo para ela e fez companhia, pra eu não ficar só ouvindo ou falando sozinho. Tentou me distrair e perguntar mais coisas da minha vida, mas fui rápido e parei ela: "Não, não, não... senhorita, é sua vez de contar sua história misteriosa" – falei em tom teatral.

Violeta começou a me contar que não era de Madri, assim como eu, estava morando num apartamento de um familiar, já que ele arrumou um trampo pra ela e, por não cobrar aluguel, ela decidiu aceitar pra depois morar por conta própria. Surpreendentemente, ela estava solteira. Me perguntei se a simpatia dela comigo era por causa do acidente... ou por saber com o tempo que eu era um cara legal... ou será que ela era assim com todo mundo? Se fosse, me surpreendia que, mesmo com a personalidade dela e o físico, ainda estivesse solteira. Custou muito tirar informação dela, já que ela não parava de dizer que não sabia o que falar e que não era tão importante assim pra ter boas histórias pra contar. Consegui que ela me contasse que tocava violino e piano, que não tinha carro porque adorava andar de bicicleta, tanto pra ir e voltar do trabalho quanto pra matar o tempo livre e dar uma volta por Madrid sem rumo, só pedalando. Acontece que aquela silhueta fina não era só genética... ela também fazia de tudo pra manter. Tentei arrancar cada pedacinho de informação que ela me desse, mas infelizmente ela parou de me contar coisas porque não tinha muito mais o que contar...

Naquela manhã, a gente ficou mais tempo que o normal conversando. Violeta tinha que atender os clientes, sim... mas quando não tinha nada pra fazer, ela vinha até mim e a gente continuava de onde parou. Pensei que se ficasse mais tempo, ia acabar quase na hora do almoço e a Chloé ia me matar com certeza... Me despedi da Violeta e, num descuido meu, ela me deu outro beijinho na testa. Pensei em devolver a brincadeira, mas melhor outro dia, porque naquele eu não tava muito a fim. Voltei pro apartamento sem pressa, entrei e a Chloé tava preparando o almoço. Cheguei perto pra ver que ela tava fazendo macarrão à bolonhesa, me virei e falei que ela tava me mimando demais, mas só se ficasse gostoso... Chloé caiu na risada e eu me joguei no sofá.

Fiquei esperando um tempo até a Chloé aparecer e tive que fazer espaço pra ela sentar. Ela ficou muito carinhosa, mas sem intenção de foder, percebeu que o que rolou no dia anterior foi demais. Não quis dizer que a gente não podia foder mais naquele dia, mas eu gostava de exagerar meu cansaço pra conseguir outro tipo de atenção. Chloé me perguntou se naquele dia a gente podia fazer só uma vez à tarde... mas antes que eu pudesse dizer que dava, ela me cortou e preferiu que eu descansasse naquele dia. E foi assim, um dia inteiro onde a gente não fez nada produtivo. Chloé colocou um filme atrás do outro e o tempo passou tão rápido que a gente comeu O dia inteiro sem nem perceber. Fomos dormir tarde, muito tarde. E de novo os dois juntinhos e abraçados na cama da Chloé. Pensei que, se não tivesse aula, com certeza passaria o máximo de tempo possível com a Chloé, mais especificamente o tempo que meu tio estivesse de plantão e que eu usaria mais aquela cama do que ele. Me deu a impressão de que a Chloé era o tipo de mulher capaz de levar uma vida normal num relacionamento a três...

No dia seguinte, acordei tão tarde que desisti de sair. Quase já era hora do almoço... Olhei pro meu lado esquerdo e dei de cara com a Chloé me encarando. Ela sorriu pra mim e, enquanto batia de leve no meu rosto com o dedo, me perguntou quando ia fazer um filho nela. Só de pensar nisso e eu acabando de acordar... O lençol que cobria uma perna e parte da outra já parecia uma barraquinha de acampamento. A Chloé não se deu ao trabalho de pedir permissão e começou a me beijar enquanto esfregava o corpo no meu pra ficar por cima de mim. Pra minha surpresa, só transamos aquela vez na manhã toda. Foi divertido e gostoso, mas foi uma repetição do que a gente vinha fazendo dia após dia... nada de novo. Almoçamos, descansamos um pouco na sala e, quando achou que era a hora certa, a Chloé me agarrou pelo pulso e, num pulo, me levou pro quarto. Vendo a hora que era, já tava com medo de que ela fosse me espremer a tarde inteira, mas ela se contentou com a mesma coisa que fizemos de manhã e nada mais... Depois do jantar, mais uma rapidinha e dormir.

Na manhã seguinte, voltei à rotina e saí pra correr. Cumprimentei a Violeta, mas acho que ela não me ouviu, porque não respondeu e eu passei correndo... Na volta, entrei no bar onde a Violeta me esperava com um sorriso. Ela me perguntou o que tinha acontecido no dia anterior e, quando expliquei que tinha dormido, ela perguntou se eu tinha o celular comigo. Quando viu eu tirar do bolso e destravar, ela tomou ele de mim. A Violeta ligou pra ela mesma com meu número e gravou o número dela no meu. Por um momento, temi que ela olhasse o chat com a Chloé, minha irmã, ou a galeria de fotos e se deparasse com tudo que eu tinha naquele momento... Ela me devolveu o telefone e argumentou que, se eu voltaria mais cedo ou mais tarde pra Alicante, o melhor era manter contato e que, se um dia eu parasse de ir, que avisasse pra ela não se preocupar. Já sabendo dos nossos gostos e hobbies, a Violeta e eu tínhamos assunto. A gente se sentou como dois nerds e ficou falando um monte de besteira sem importância enquanto tomávamos café. Depois de um bom tempo conversando e achando que o momento era adequado, decidi voltar pra Chloé.

E assim foram os dias seguintes. Não muitos, mas uns três ou quatro a mais. Uma rotina idêntica, tanto nas tarefas do dia a dia quanto na parte sexual... afinal, não dava pra fazer muita coisa. A Chloé optou por fazer três vezes ao dia pra não me esgotar, e como com a mão ruim não dava pra fazer muitas posições, a gente sempre acabava repetindo duas ou três. Até que um dia, como qualquer outro, depois de voltar do meu treino, a Chloé abriu a porta e se jogou em cima de mim assim que eu coloquei a chave na fechadura — nem consegui abrir, porque ela já estava do lado de dentro. A Chloé, numa felicidade indescritível, não parava de me abraçar com força e me beijar o rosto inteiro enquanto repetia sem parar: "já era".

Fomos pra sala conversar um pouco, porque a Chloé não conseguia falar nada além de "já era, já era, já era"...

— Então você já tá grávida, né? — perguntei. — Normal... com o que a gente andou fazendo esses dias.

— Não necessariamente. Os testes de gravidez não mostram o resultado do que a gente fez ontem — disse a Chloé, me mostrando um teste que estava na mesa. — Na verdade, é depois de uns quinze dias. Provavelmente eu já tô grávida desde as férias.

— Legal... em vez de foder por diversão, você me espremeu um dia inteiro... Mas a gente vai continuar, né? Ainda tenho uns dias aqui e dá pra fazer, certo?

A Chloé confirmou com a cabeça enquanto ria. preferiu me dar aquele dia como descanso; coisa que eu não precisava.
No dia seguinte, imaginei que o que ia rolar era sexo selvagem e sem controle pra gente se divertir, mas não. Parece que eu tinha que tomar mais cuidado com a Chloé do que a gente teve com a minha mão... pra não perder a chance de ser mãe por ser muito puta e fazer ela abortar... Mesmo assim, era melhor que nada...

Os dias foram passando e a Chloé garantia que continuava grávida fazendo um teste por dia. Já faltava pouco pra eu ir embora e decidi que no penúltimo ou último dia a Eva viesse nos visitar um pouquinho pra eu me despedir direito... A Eva topou na hora e, como eu ia embora num domingo, ela viria no sábado.
Esperei pacientemente o dia em que ia rever a Eva e não só ver...

Já na manhã de sábado, depois de visitar a Violeta e quase na hora do almoço, a Eva liga dizendo que ia trazer a comida. Quando ela bateu na porta, eu tava arrumando a mala pra adiantar umas coisas pro dia seguinte. A Chloé abriu e eu ouvi claramente a Eva falando que não queria ver uma futura gorda, queria ver o irmãozinho dela abrindo a porta, e não ela.

Assim que eu apareci e vi a Eva, larguei tudo que tava na mão com cuidado no chão e ela se jogou em cima de mim, me abraçando e me beijando a cara toda.
- Não me mata de sufoco, Eva... a gente só ficou umas semaninhas sem se ver - falei como dava.
- Eu sei, mas amanhã você vai embora e não sei quando vou te ver de novo, por isso hoje não vou te soltar.
- Ok... ok, sou seu hoje, mas não me quebra.
- A gente já volta, Chloé, não demora. Se quiser, prepara a comida - falou a Eva enquanto me arrastava pelo corredor pro quarto.
- Sabe que a gente tem a tarde toda, né? Que eu não vou embora hoje... - falei enquanto me jogava com cuidado na cama.

A Eva ficou me olhando pensativa pra saber em que posição a gente podia fazer e em quais não, afinal eu já tinha contado o que rolou por telefone e com certeza na Minha mente perversa já estava fazendo planos e imaginando como a gente ia fazer. Eva não pensou duas vezes e se jogou em cima de mim, afastando minha mão pro lado pra não acertar ela sem querer. Colocou os lábios nos meus e começou a abrir caminho com a língua na minha boca. Depois de um tempo, sinto os quadris dela descendo e a pélvis se apoiando na minha. Ao sentir o contato, Eva começou a rebolando e se esfregando no meu pau. Quando percebeu minha vontade, ela sussurrou pra eu nem ousar me mexer e me despiu, depois se despiu também e começou a revirar as roupas dela. Depois de fuçar um pouco nos bolsos, ela tirou uma camisinha e abriu pra colocar em mim, se desculpando que aparentemente não tava mais tomando a pílula porque achou que a gente não fosse se ver tão cedo de novo.

Eva colocou a camisinha com um pouco de dificuldade e, depois disso, montou em mim pra enfiar meu pau devagar. Começou a me beijar e a se mover lentamente, soltando umas risadinhas entre gemidos e beijos. Quando viu que já tava de bom tamanho, começou a me montar o mais rápido e forte que conseguia, sem aviso prévio. Ficamos assim por um tempinho, e Eva esqueceu completamente do estado da minha mão, já que tentou entrelaçar os dedos dela com os meus. Depois de perceber o erro, só fez isso com a mão boa, depois de bater na mão ruim sem querer.

Mesmo que Eva não tenha gozado, a cara de prazer que ela fez quando percebeu que eu gozei não teve preço. Eva tentou colocar a bucetinha dela na minha boca sem que as pernas batessem na minha mão. Meio frustrada, pegou minha mão ruim e colocou no meu peito, onde não ia machucar nada. Montou em mim, de frente pro cabeceira, e apoiou as mãos no meu cabelo. Começou a rebolando os quadris pra frente e pra trás enquanto eu brincava com a língua. Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas imagino que mais do que eu pensava, porque quando Eva tava quase terminando, a Chloé interrompeu a gente pra comer. Eva disse pra ela esperar dois minutos, e não sei se foram exatos, mas mais ou menos depois desses dois minutos, Eva gozou em cima de mim, soltando um... Grito de prazer tremendo. Segundos depois desse grito, ouvimos a Chloe gritar "finalmente!!". Acontece que, quando a Chloe foi embora, deixou a porta aberta e nem percebemos. Nos limpamos com uma toalha e joguei os lençóis no chão pra não molhar o colchão com a poça que a Eva jogou na minha cara. Dei uma paradinha rápida no banheiro pra me lavar e fui comer. Pensei em vestir alguma roupa, mas imaginei, acertadamente, que a Eva não tinha vestido nada, e se ela tava pelada... por que eu também não? Enquanto comíamos o franguinho com batatas que a Eva trouxe, colocamos a conversa em dia sobre o que tinha rolado naqueles dias: pelo visto, a Eva tava gostando da mudança e de estudar na universidade. Sentia muita falta do irmão, isso ela deixou claro antes de comer. Por enquanto, pelo pouco tempo que tava na faculdade, os estudos iam bem. Terminei primeiro e sentei no sofá, sabendo que o que me esperava naquela tarde era óbvio. Daí a pouco, a Eva senta do meu lado e gruda completamente em mim. Quando a Eva começou a brincar com a mão no meu pau, a Chloe já tava sentando do meu lado também, só que não esperou igual a Eva pra começar a me apalpar. De um lado, tinha a Eva fazendo uma punheta tranquila, e do outro, a Chloe me beijando sem se segurar nem um pouco. Depois de um tempo, a Eva parou de tocar no meu pau e, uns segundos depois, sinto o movimento dela se ajeitando em cima de mim, apoia as mãos no meu peito e, sem ajuda nenhuma, enfia meu pau pra começar a cavalgar. Com a Chloe não parando de me beijar e as duas mãos dela grudadas nas minhas bochechas pra eu não olhar pra Eva, ficamos assim por um bom tempo. Quando ouvi a Eva dizer pra eu lembrar que não tava de camisinha e avisar com tempo suficiente, isso me apressou um pouco mais a gozar, e eu falei "então, quase quase", afastando os lábios da Chloe da minha boca por um instante. A Eva desceu rapidinho de cima de mim e começou a chupar meu pau sem quase pausa entre a cavalgada que ela tava me dando e a primeira lambida que senti. Ao Notando que Eva já estava terminando, ela enfiou a ponta sozinha e segurou até a última gota. Depois de acabar, comecei a notar e ouvir Eva dando tapinhas na Chloé com a mão. Chloé parou, e a gente olhou pra ver o que Eva queria. Eva fez sinais pra Chloé: primeiro apontou pra boca, depois pro pau e por último pra Chloé. É verdade! Faz tempo que não bebo o gozo dela! — soltou Chloé em voz alta, com um tom de surpresa. Por um momento, esperei que Eva quisesse dar pra ela, mas depois de engolir tudo de uma vez e falar de forma exagerada e teatral — Exato! Era isso que eu tava te perguntando —, Eva se jogou no chão e caiu na risada, sem parar, gargalhando solta.

Depois de se cansar de rir, Eva se levantou, foi pro banheiro, lavou a boca e, segundos depois, voltou com uma toalha. Colocou a toalha no sofá e sentou de joelhos, me encarando. Eva colocou minha mão boa entre as pernas dela e, abaixando um pouco a calcinha, enfiou a bucetinha dela entre meus dedos. Vendo que eu não fazia nada naquele instante, ela usou as mãos dela pra enfiar meus dedos na buceta dela e começou a rebolaar os quadris pra cima e pra baixo.

Ficamos assim por um bom tempo, com Eva segurando os gemidos e Chloé me beijando sem parar. Quando notei que minha mão começava a ficar molhada e que os gemidos agora pareciam gritos mudos ou ronronados... uma mistura dos dois, Eva começou a gozar na minha mão e na toalha. Só de pensar na carinha que Eva devia estar fazendo e que ela caiu derrubada no meu ombro, já me deixou pronto de novo, coisa que Chloé percebeu na hora e parou de me beijar pra "me beijar" um pouco mais pra baixo. Eva aproveitou que eu fiquei com os lábios livres pra substituir Chloé, um pouco cansada, mas com vontade de ficar me beijando cada segundo do que restava da tarde.

Pela empolgação que Chloé tava colocando, parecia que ela queria que eu gozasse logo, mas eu não tava com pressa... tava confortável com minha irmãzinha feliz me beijando e minha tia chupando como se não houvesse amanhã. Com o tempo, Eva se ajeitou melhor e começou a acompanhar os beijos com carícias no meu rosto. e corpo. Tentei aguentar o máximo possível, em parte pra encher o saco da Chloé... mas eu não tinha muita chance com duas mulheres incríveis fazendo o que estavam fazendo comigo e acabei gozando.

Ficou um silêncio por um bom tempo, se é que isso importava; a única coisa que dava pra ouvir era o barulho que eu e a Eva fazíamos com nosso beijo. Senti a Chloe sentar, ou melhor, se jogar no sofá enquanto soltava um suspiro, o que me fez pensar que ela já tinha engolido tudo. Quando a Chloé percebeu que o que a gente tava fazendo não parecia ter fim, resolveu ligar a TV e nos ignorar completamente.

Ficamos um tempão nos beijando como dois apaixonados novinhos, até que de repente o ritmo diminuiu e ela foi separando a língua e os lábios dos meus devagar, se afastou e soltou uma risadinha enquanto me olhava nos olhos. A Eva apoiou a cabeça no meu ombro, olhando pra TV, e ficou quieta, sem dizer nada.

Umas horas depois (ou pelo menos foi o que pareceu pra mim), a Eva falou pra gente pedir algo pra jantar daqui a pouco. Achei meio cedo pra isso, mas parecia que ela queria dormir bem cedo e era isso ou ir já jantar no apartamento dela. Fomos pelo seguro e pedimos pizza pra todo mundo. Mandamos a Chloé abrir a porta, já que era a única que ainda tava vestida. Comemos sem nenhum percalço, pra minha surpresa... Um tempinho descansando pra comida descer, com a Eva deitada no sofá usando minhas pernas de travesseiro e a Chloé mexendo no notebook dela na mesa. De repente, a Eva levanta de uma vez e vai sozinha pro quarto da Chloé. Quando volta, joga toda a roupa dela no chão, pega outra camisinha, me olha e pergunta se a gente faz um rapidinho antes dela ir... com a carinha tão doce e a vozinha que ela fez, não consegui resistir e falei que sim. A Eva se ajoelhou na minha frente e começou a brincar com meu pau usando a língua e os dedinhos, com muito, muito cuidado. Quando viu que meu pau já tava na posição normal que ela tava acostumada a ver nessas situações, a Eva se deitou no sofá de barriga pra cima. Ela me olhou de novo com aquele jeito manipulador e fofo dela e disse que, já que seria a última vez, por favor, que eu fosse por cima. Fui colocando minha rola devagar e, uma vez dentro, escolhi a posição que achei mais confortável pro resto do tempo. Apoiei meu cotovelo esquerdo debaixo do braço dela pra me firmar, coloquei a mão direita atrás da nuca da Eva e comecei a beijá-la. Quando vi que a posição era bem confortável, comecei a me mover num ritmo normal, mas depois de um tempinho a Eva me incentivou a acelerar e meter mais rápido. Obedeci e parece que ela gostou, porque começou a gemer sem demora. De fundo, a gente ouvia perfeitamente a Chloé falando pra Eva: "Promíscua ou abusadora de irmãozinho." Depois de um tempo, sinto as pernas da Eva se levantarem um pouco e ela acaba enlaçando minha cintura, começa a soltar gemidos meio altos na minha boca e deixa nossos corpos meio molhados. Pensei em parar, mas quando ouvi os sussurros da Eva no meu ouvido me pedindo pra gozar também, continuei com cuidado, agora sem nos beijar. Os barulhos que a gente fazia ao foder completamente molhados, junto com os gemidinhos que a Eva soltava sem parar, me fizeram gozar mais rápido do que eu imaginava. Depois de terminar, dei um beijinho na Eva e me afastei, sentando no chão. Tirei a camisinha e mostrei pra Chloé; ela balançou a cabeça, porque achou pouco e preferia sem camisinha. A Eva se levantou e, apesar de ter decidido tomar banho em casa, foi no banheiro se lavar. Quando voltou, se vestiu e resolveu ir embora. Se despediu da Chloé primeiro, dando um beijo de língua e enfiando uns dedos na buceta dela de surpresa. Parou de beijá-la, sussurrou algo no ouvido dela e, ao se virar, falou em voz alta:
— Só queria tocar antes que o pequenino deforme você — Chloé não demorou pra responder, no mesmo tom e volume:
— Não pense que vai meter na cabeça do seu irmão a ideia falsa de que agora você vai me visitar sempre pra foder, foi o que ela me disse. Sussurrando pra mim!
Por último, ela se despediu de mim, não com um beijo de língua, me abraçou por um tempinho e me deu um beijinho nos lábios. Depois, sussurrou no meu ouvido.
– Coloquei na sua mochila, tentei usar o máximo de tempo possível, é um presente, imagino que você já saiba o que é.
Eva abriu a porta e foi embora. Como era cedo demais pra dormir e a gente já não tava com vontade de fazer muito mais... cada um foi cuidar da sua vida e, quando deu o momento certo, fomos pra cama juntos. Dormimos pela última vez juntinhos e abraçadinhos, porque na manhã seguinte... era ir pra casa.Eva


Capítulo 22: em andamento.

3 comentários - 21. Vou engravidar minha tia III

JukUik
Tremendo!! Ojala y el proximo alga lo mas pronto posible, este capitulo estuvo genial. Saludos bro!
Llevamos años esperando la siguiente parte ☹️ si se tiene que apoyar, sin problemas lo haría