Bom, amigos do P. Hoje trago um relato lindo e de dar inveja. Como já era sabido, meus outros relatos iam render consequências... Recebi inúmeras mensagens com propostas, mas poucas vezes algo se concretizou, e essa é uma dessas vezes. Recebi uma mensagem no privado de um jovenzinho, 22 anos... Dizendo que ficou apaixonado por mim, sem nunca ter me visto. Pra dar um nome, vamos chamar ele de Juampi. (Todos os nomes que uso são aleatórios, pra ninguém saber de quem tô falando, discrição acima de tudo, sempre.) Juampi queria me ver, sem se importar onde nem como, mas queria me conhecer. Ele me escreveu por dias até que eu aceitei. Ele mora em Escobar, num apartamentinho que aluga, perto do Jardim Japonês. Aceitei vê-lo porque me chamaram a atenção as fotos que ele me mandava, todo santo dia. É um jovem magro, de pele clara, 1,70m, olhos verdes... E um corpão de novinha vinte e poucos anos na melhor fase... uma bundinha minúscula depilada, e pelo que dava pra ver, ele mantinha ela cremosa o tempo todo. Cheguei na casa dele e sentamos pra conversar, ele foi no banheiro e quando voltou já não tinha a camiseta... Foi pra cozinha, e quando voltou não tinha a calça... Usava uma fio dental preta, bem pequenininha, que deixava ver aquela bunda linda. Ele sentou no meu colo e, me abraçando, disse: "E se a gente começar?". Eu só sorri e olhei pro teto. Ele se ajoelhou, abaixou meu zíper e puxou minha rola pra fora... Olhou pra ela, beijou, e devagar começou a enfiar na boca, ficou assim uns minutos... Quando deixou ela dura que nem um cacete, começou a chupar com mais força, até o fundo, até lacrimejar e engasgar, assim por um bom tempo... Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele... Tava todo preparado pra ocasião, velas, luz baixa, a cama impecável, pronta pra sujar... Deitei de barriga pra cima, ele subiu em cima de mim, puxou a fio dental pro lado, e começou a ação... Ele enfiou devagar minha rola na bundinha minúscula dele, fechou os olhos e mordeu os lábios, depois me olhou e começou a se mexer, devagar, suave, sabia o que tava fazendo... Quando O esfínter dela dilatou o suficiente, começou a sentar com força no meu pau, eu só revirei os olhos ao sentir aquilo... Foi tão intenso o movimento da cintura dela que eu não aguentei, foi toda a porra que eu tinha pra cima... Ela saiu de cima de mim, tirou a camisinha e começou a chupar as últimas gotas. Foi tão forte a chupada que ela me deu, que em pouco tempo o soldado reviveu... Ela ficou de quatro, com o peito no colchão, me deixando entregue aquela bunda divina. Cuspi nela, encaixei a cabeça do pau e enfiei até o fundo, ela deu um grito desesperado, mas pediu pra continuar. Ficamos assim por um bom tempo, adorei ter ela daquele jeito. Deitei de novo, ela se ajeitou e começou a chupar, chupou e chupou até eu encher a boquinha dela todinha. Descansamos uns minutos, e no meio da conversa ela me pediu pra fazer a posição das perninhas no ombro... Ela pedir assim me deixou tão tesudo que eu fiz... Ajeitei ela na posição certa e meti até o fundo, ela soltou um gemido esplêndido que me deixou ainda mais louco... Dei uma sacudida tão forte que até na próxima vida ela vai se lembrar de mim... Como deve ser, dei a última rodada de porra, tudo na cara dela... Ela me agradeceu, beijou a pontinha e a gente se preparou pra encerrar o assunto... Fui embora tranquilo, com o tanque vazio... E com vontade de voltar alguma hora... Se alguém gostou do que contei, não hesite em me avisar... E se tiverem interesse em conversar sobre algo, tô disposto a ouvir propostas... Só se vive uma vez, e com discrição tudo se pode. Quem come calado, come quantas vezes quiser.
2 comentários - Passivo do Escobar. Capital da flor... e ficou assim.