esse tenta ser o final dessa saga de contos
espero que vocês curtam tanto quanto eu
Muito boa punheta pra todos e todas
AGRADEÇO OS PONTOS E OS COMENTÁRIOS
e se colocarem nos favoritos, quer dizer que cumpriu seu objetivo
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Depois daquele domingo, as coisas mudaram pra todo mundo e mudaram pra melhor. Combinamos que não teria mais festas, só encontros isolados com o Juan ou com o Eduardo, se rolasse. Isso me deixava livre pra transar com um Oscarcito mais submisso, que se esforçava pra me agradar e mandava muito bem na cama — muitas vezes fazendo de macho e outras de escravo, onde, claro, eu era a macha dele. Esse jogo me dava muito tesão, e quanto mais a gente fazia, mais submisso meu promíscuo ficava. De vez em quando, meu cunhado aparecia e, querendo ou não, terminava com o pau bem dentro de mim. Claro que ele sempre se justificava dizendo que eu provocava, me vestindo igual uma puta vagabunda — e isso eu não podia negar. Pra ele, me ver andando pela casa de sutiã e minissaia que deixava minha bunda à mostra era dar permissão pra me penetrar. O que eu não gostava era que ele fazia com força, sendo que se me tratasse com carinho, com certeza eu me entregava. Mas não me incomodava tanto ser dominada assim, já que tava acostumada com esse jogo desde o primeiro dia que conheci ele, e cada vez mais eu gostava de ser submissa desse jeito. Só que isso não rolava com tanta frequência, e também não era sempre que o Oscarcito era comido por outro cara. A cada quinze dias, eu visitava minha mãe e levava a Maia pra ela ver. Ela não tinha mudado nada, e o parceiro dela também não. Ele se parecia muito com o Oscarcito. Tinha melhorado muito a casa dela — já não era mais de madeira — e como minha mãe não queria sair do bairro, agora até piscina tinha.
Ei, mami, que casa gostosa você tem agora, como fico feliz
mami, sim, nena, o cuck me dá tudo e a família dele me adora, no verão a gente sempre viaja pra praia, eles têm uma casinha lá e sempre me emprestam
as coisas que você deve fazer lá, não quero nem imaginar
Mami, nãooo, nena, é da família dela. Lá eu escrevo pra caralho, sou toda uma senhora, e aqui no bairro também, mesmo que você não acredite. Ano que vem, se tudo der certo e Deus quiser, a gente abre um mercadinho aqui na frente. Primeiro temos que trocar o carro por uma caminhonete, sempre foi isso que eu quis.
E do velho, o que você sabe?
Mami, cada dia tá mais viado, amor. A última que soube é que ele tá no Chaco, num sítio, trabalhando e sendo a mulher de toda a peãozada. E como sempre, o baita viado vive bêbado. Ele se diverte, amor, trabalha o dia inteiro e não falta nada. Buceta e vinho ele tem o dia todo, e você sabe que é isso que ele mais gosta. Um amigo dele me disse outro dia que ele tá cada vez mais viado.
E o teu marido continua do mesmo jeito?
Mami, sim, gata, só que agora eu sou o macho dela e ninguém mais vai comer ela, não. Ele, do mesmo jeito que cobra pelos trampos, me dá a grana, e assim a gente vai fazendo as coisas em casa. Mês que vem a gente começa com o ponto.
E aí, quem te fode então? Ou já não come mais ninguém?
Mami, que isso, nena, eu também trabalho e o dono do negócio e os dois funcionários dele ficam me dando cock love, mesmo que não seja todo dia. Agora me conta de você.
Eu também, véia, tão puta como sempre e o corno cada vez mais dominado, mas bem, realmente bem, de vez em quando eu dou pra meu cunhado e com ele, transar é outra parada, gozo pra caralho. Com o corno e os outros, é só uma foda e nada mais. Além disso, a Maia já tá grande.
Mami, e o que isso tem a ver? Tenta tirar proveito do teu corpo, será que já não curte mais dar uma trepada?
Claro que eu curto e muito, adoro a pica que eu tenho e também quero fazer outras coisas, adoro ser comida porque a verdade, o corno cada vez me fode menos, só quer ser comido, alguma coisa eu tenho que fazer mas a Maia me consome muito tempo.
Mami, começa a sair, gata, ir pra balada sozinha, deixa a menina com ele.
Saí da casa da minha velha mais gostosa do que entrei, ela tinha razão, além disso a Maia já tinha começado a escola, só precisava me organizar melhor, voltar a me vestir de puta e dar o couro pro primeiro que quisesse uma boa foda. Foi assim que comecei a sair pra fazer compras quando a Maia tava na escola. No começo não queria que na vizinhança soubessem o quanto eu era puta, mas aos poucos fui cagando pra fofoca barata. E foi assim que comi o açougueiro, e deixei ele com vontade de me comer o cu. Tudo era muito monótono até que eu disse pro meu maridinho que a gente precisava de umas boas férias. A resposta dele foi a gente ir uns dias pro sítio, só nós dois, e eu coloquei como condição levar quem eu quisesse pra me entreter, coisa que ele negou. Então ficou de irmos só nós dois. No dia seguinte fui no açougue e pedi carne pra dois. O José me olhou, preparou e me perguntou se eu queria morcela e linguiça. Falei que queria, mas que fosse algo especial. Ele me levou pra trás do balcão, tirou o pau pra fora e me perguntou se era algo assim que eu queria. Não falei nada, só me ajoelhei e comecei a chupar ele.
José, que gostosa essa vizinha, prova meu chouriço, vou te arrebentar
Outro pau apareceu na minha cara, era o ajudante dele, um paraguaio mal-educado que mandou eu chupar a linguiça dele. Naquele momento, eu soube que iam me enfiar uma festa. José foi pra trás de mim e aproveitou que eu tava chupando o paraguaio pra tirar minha tanga e enfiar na minha buceta. Doeu um pouco, mas adorei. "Deixa o cu pra mim", disse o paraguaio, sem eu poder dizer não. Tudo era com muito tesão, e enquanto José me comia, ele perguntava pelo Oscar, e o paraguaio só zoava ele. Quando finalmente arrombou meu cu, me sentando em cima dele com minha mini saia na cintura e meus peitos de fora, fui eu, já louca, que pedi pro José meter na minha pussy. Já não ligava mais pra nada, e como eu ainda tava de pé, ele meteu de novo.
Paraguaio, essa puta vai sair daqui prenha, arrebenta bem essa buceta dela, que depois você arrebenta o cu dela também.
Siiim, siiim, me quebrem toda, quero muita pica e o filho da puta não me come mais
José me encheu a buceta e trocaram de lugar, eu já tinha gozado mas queria mais, não pararam até me fazer engolir o cum deles e assim saí do depósito de carne, peguei meu pedido e fui pra casa assim, toda lambuzada de porra, quando cheguei percebi que não tinha mais minha calcinha fio dental, com certeza o paraguaio tinha ficado com ela, naquela tarde voltei pra pedir de volta e ele disse que estava na casa dele, me deu o endereço e falou pra eu ir buscar, na hora percebi que a intenção dele era me comer lá, não pensei duas vezes e prometi que iria buscar de manhã, senão meu marido ia perceber os chifres, isso foi pra deixar o paraguaio com mais tesão, naquela noite o Oscar procurou sexo e eu neguei, gosto de deixar o corno excitado, no outro dia de manhã deixei a Maia na escola e fui na casa do paraguaio buscar minha calcinha, quando cheguei ele me fez entrar, uma casa humilde parecida com a da minha mãe, me pegou pelo ombro e me levou pra dentro dizendo
Paraguaio, você tem sorte, vadia. Veio atrás de pau e vai ter até cansar. Entra que meus irmãos tão te esperando.
Me correu um frio na espinha, não era o que eu esperava. Entramos e ele me pegou por trás, enquanto os dois irmãos dele já se jogaram em cima de mim.
Ah, não, parem, parem, pelo amor de Deus, nãooo, meus peitos nãooo, ah, nãooo, larga minha saia, por favor, o que eu vou falar pro meu marido, nãooo, me soltem, pelo amorrr, nãooo, ahhhh, ahhhh, ahhhh
Enquanto dizia isso, não paravam de me apalpar, fazendo meu corpo tremer, sentir as mãos deles nos meus peitos e na minha buceta, brincando com os lábios dela enquanto até beijavam meu pescoço. Finalmente me dobraram, parei de falar e só saíam gemidos de mim, me sentia dominada e me deixei levar, que fizessem o que quisessem aqueles manos comigo. Terminei sem a camiseta, agachada e chupando paus, apesar de resistir um pouco. Me levaram pra uma cama e aí começaram a me comer por trás enquanto eu continuava gemendo e implorando pra não me foderem, mesmo que por dentro fosse o que eu mais queria. E quando senti um pau entre minhas nádegas, só gemi. Minha buceta estava ensopada e assim aquele pau entrou bem suave enquanto me comiam a boquinha. Num momento pedi pra não gozarem dentro, não queria ser prenhada, mas todos riram. "Vamos te fazer de puta de três caras e o corno vai sustentar". Enfiavam na minha buceta, gozavam e enfiavam no meu cu pra depois me dar pra chupar. Era a bonequinha puta deles que recebia tudo e se deixava levar com tudo. Quando cansaram de me foder, me deixaram tremendo na cama. Fazia tempo que não me comiam assim. O paraguaio me mostrou as duas calcinhas fio dental minhas e disse que eu teria que voltar se quisesse elas. Falei pra ele trazer no sábado pro sítio. Coloquei a camiseta e, toda leitada como estava, fui embora da casa dele. Se tudo desse certo, daria uma grande surpresa pro Oscarcito. No outro dia fui no açougue e, como tinha gente, consegui falar com o paraguaio. Disse que se ele queria se divertir de verdade, trouxesse bastante churrasco. Ele falou que o único problema era chegar no sítio, já que não tinha carro. Então combinamos que eu Eu ia buscá-lo no sábado de manhã. Na sexta à tarde, fomos da casa dos meus sogros levar a Maia, jantamos e voltamos pra casa depois de desviar muito do meu cunhado. Naquela noite, o Oscar estava muito tarado. Custou pra caralho não transar com ele, mas consegui, graças ao álcool que a gente tomou. Eu queria que aquele fim de semana ele ficasse bem necessitado. Quando acordamos, no café da manhã, falei que ia buscar uns amigos. Eles cuidariam da manutenção do sítio e do churrasco, que eram muito divertidos e a gente ia se amarrar. Ele relutou um pouco, mas quando falei que depois a gente ia ter o melhor sexo da vida dele, ele acabou aceitando. Ele foi no carro dele e eu fui na casa do paraguaio, que me perguntou se os irmãos dele podiam ir. Carregamos umas bebidas e a carne e fomos pro sítio. No caminho, me perguntaram se meu marido ia estar lá. Eu falei que, pro corno, não tinha problema, pelo contrário. Quando chegamos, o Oscar já tinha tudo preparado e eles logo começaram a descarregar as coisas e a gente tomou café. Assim, foram conversando e acabaram conhecendo o sítio como grandes amigos, pra depois começarem a fazer o churrasco no quincho. O filho da puta do paraguaio tinha trazido uma morcela enorme preparada por ele mesmo e uns lingüiças que chamavam atenção pelo tamanho. Eu não queria que a festa começasse muito cedo, então não me afastava do meu marido. A gente foi tomando fernet enquanto o churrasco assava e o paraguaio se exibia, explicando pro Oscar como se fazia um bom churrasco, com um ar de macho alfa. Isso começou a me excitar, porque eu sentia que o Oscar tava adorando ser o otário da reunião. Até que chegou o momento em que ninguém Eu disfarçava o tom de superioridade com que me tratavam. Comemos no quincho e, claro, sentei entre eles, deixando o Oscarcito sozinho na minha frente. De vez em quando, um deles acariciava minha perna ou diretamente minha buceta por cima da tanguinha quando meu marido não olhava. Isso me deixou com muito tesão. O corno tava parecendo um otário e eu adorava. O que eu mais queria naquele momento era que eles comessem ele bem gostoso, como se fosse uma putinha. Quando terminamos de comer, levantei e recolhi os pratos. Sabia bem que, se me mexesse muito, mostraria bem minha tanguinha — e fiz isso.
Paraguaio, que gostosa que é tua mulher, tem uma bunda divina e me parece que ela adora mostrar ela.
Oscar, sim, é o que ela mais gosta, ela vive de saia curta. Vocês querem ver aquela bunda gostosa dela?
Paraguaio, a punheta que eu bateria só de olhar pra ele.
Mano 1 eu vou arrebentar ela
Oscar não, nada disso, proibido tocar, só olhar pra ele.
Mano 2, como o senhor quiser, patrão.
Paraguaio e eu, a você gosta que eu mostre, não é verdade?
Oscar, adoro que você fique exibindo isso, lu veni love, seus amigos tão querendo que você faça alguma coisa.
Se beber, tô aqui. O que meus amigos querem que eu faça pra eles?
Oscar, eu sei que te excita muito eles olharem pra sua bunda pequena e eles não param de olhar com essa saia curta, me pediram se você pode mostrar pra eles, é só pra eles verem mesmo, o que você acha, minha rainha?
Bom, meu anjo, você sabe que eu adoro mostrar minha bucetinha, mas não aqui, no quarto eu preferia mais.
Oscar sim, claro, bebê, onde você quiser, afinal é só pra mostrar, nada de tocar, amor.
Fomos pro quarto, os paraguaios tiraram as calças e eu fiquei a uns metros deles.
Paraguaio, perdoa aí, amigo, mas vendo essa bunda gostosa, a gente vai acabar batendo uma punheta da boa.
Oscar, pra mim não tem problema, parceiro. Eu também vou bater uma bem gostosa.
Querem que eu tire a regatinha também? Tá aí, meus peitos vão de brinde.
Lentamente tirei minha camiseta, isso era algo que eu não esperava, o Oscarcito tava me entregando de bandeja, então depois tirei as sandálias, deixando minhas nádegas à mostra de lado, segui pelas meias e virei de costas pra eles, lentamente deixei a minissaia cair, ficando só de fio dental.
Paraguaio, que pedaço de bunda que você tem, tá pronta pra eu comer.
Mano 1 mas ainda tá de fio dental e já tamo tudo de pau duro
Virei minha cabeça, olhei pra aqueles paus e passei minha língua nos lábios, já tava toda molhada e com um tesão que voava, do jeito que deu perguntei pra eles com a voz mais de puta que consegui ter.
Vocês querem ver meu buraquinho também? Amor, deixa eu mostrar meu buraquinho pros convidados?
Sem esperar resposta, puxei minha calcinha fio-dental, abri minhas pernas e empinei minha bunda na direção deles.
O que vocês acham do meu buraquinho, não é verdade que ele é pequenininho?
Paraguaio sim, é bem pequenininho e daqui não dá pra ver direito. Amigo, me desculpa, mas vou chegar mais perto assim pra poder ver bem.
O paraguaio ficou a milímetros da minha buceta com o pau duro e eu, com a mesma voz de puta gostosa, perguntei pra ele
Assim você vê melhor? Como você vê meu buraquinho agora?
Paraguaio, tem que tirar a fio dental dela e eu vou te ajudar com isso, me desculpa, amigo.
Amor, não deixa eu tirar a fio dental? Sozinha eu não consigo.
Oscar não tinha voz pra responder de tanta tesão que tava, não parava de bater punheta, o paraguaio baixou minha fio dental e tirou ela pra fora, só pra depois falar
Paraguaio, me parece que esse buraquinho precisa de alguma coisa.
Eu mexia minha bunda e, com a voz entrecortada, perguntei pra ele
O que o senhor acha que precisa, patrão?
O paraguaio não respondeu, enfiou a língua no meu buraquinho e começou a chupar, descontrolada eu falei
Ah siiiim, assim mesmo, amor. Deixa o senhor chupar minha bucetinha, por favor?
Os manos já tavam em cima de mim, um deles me comeu a boca e depois me abaixei pra chupar a pica dele enquanto o paraguaio encostava a rola no meu buraquinho encharcado. Dava pra ver o Oscar já soltando jatos de porra, mas continuava batendo uma. O paraguaio me enfiou a pica de uma vez só, doeu pra caralho, mas com o tesão que eu tava, só gemei com a pica do irmão na boca.
Oscar, isso aí, putaaa, assim mesmo, é isso que você queria, né, sua puta? Não te basta um pau só estourado, tão arrombando essa sua buceta dada. Agora você tem três picas só pra você, aproveita.
Paraguaio amigo, a gente vai arrebentar toda essa puta, essa vadia não levanta mais da cama, olha como ela adora entregar a raba, vamos vadia, vamos pra cama, quero ver se você aguenta duas picas juntas
Me levaram pra cama e ali mesmo o paraguaio me jogou em cima dele e me enfiou na buceta enquanto o irmão dele abria meu cu e metia o pau lá também, o Oscar não parava de bater uma vendo como eu tava dando pra dois paus ao mesmo tempo e gozou de novo, o outro irmão ficou esperando a vez dele do lado.
Mano 2, que sorte que tu tem, que puta gostosa é a tua mulher, olha como ela aguenta as duas picas ao mesmo tempo, te excita isso, não é, amigão? Eu vejo que você não para de bater punheta, e isso me excita ainda mais, olha como eu tô, tô prestes a explodir.
Oscar, já tô vendo, esse teu pau tá enorme e vai explodir a qualquer momento.
Mano 2, tu não quer dar uma chupadinha nela? Tá bem dura assim, quando eu enfiar naquela puta?
Oscar olhou pra pica dele, não disse nada, só abriu a boca e chupou, ele segurou a cabeça dele e começou um vai e vem na boca dele.
Mano 2 sabia que tu gostava de pica, você também é muito putinho, vou te arrebentar o cu corno, mas primeiro vai engolir porra sim assim que gostoso é foder um corno
Já tinham acabado comigo nos meus buraquinhos e todo mundo olhava como o puto do meu marido tava sendo comido pela boca. O outro irmão chegou perto e também colocou o pau na cara dele. Oscar hesitou um segundo e chupou, deixou ele fazer na boa, queria que ele sentisse bem o gosto. O irmão 2 subiu ele na cama que eu tinha saído, Oscar continuava chupando pau e o irmão 2 abriu as nádegas dele, lambeu o cu e Oscar se entregou. Começou a gemer igual uma mulher, ainda com o pau na boca, e pedia pra meterem. O irmão 2 não perdeu tempo, enfiou no cu dele bem forte, fazendo ele gritar. Meu pobre Oscar agora era a vítima dos paraguaios, que se revezavam pra comer ele sem parar, zoando do meu amado. O coitado se contorcia e, mesmo doendo muito, pedia mais e mais. O pau de Oscar tinha encolhido tanto que nem dava pra ver. Eles pegaram pesado com ele e não paravam de dar porradas de pau, enquanto Oscar já tava chorando. O paraguaio saiu do quarto e quando voltou, entrou com a morcela que tinha trazido, comprida e bem grossa. Tirou o irmão 2 de cima do Oscar e enfiou até o fundo no cu dele todo melado. Isso doeu muito no Oscar, ele gritava pra não meterem, que tava doendo pra caralho, mas não ligaram. Deixaram ele de cu cheio, deitado de barriga pra baixo, e me levaram pra sala. Continuamos bebendo, já tava quase todo mundo bêbado. Ficaram rindo e zoando do meu corno o tempo todo até a gente cair no sono, exaustos. Quando acordei, os paraguaios estavam no quarto comendo o Oscar. Fizeram ele comer a morcela encharcada de porra e o cu dele não tinha descanso. Talvez por isso ele reclamava tanto e até tinha mijado nas calças. As nádegas dele... Estavam vermelhas de tantos tapas que levaram, quando me viram, soltaram e me levaram de volta pro refeitório.
Paraguaio bom, agora você já é nossa, o corno não vai encher o saco por um bom tempo.
E vocês aguentam mais?
Mano 1, a real é que a gente tá cansado, mas assim que a gente se recuperar, a gente te come de novo do jeito que você tanto gosta.
Mano 2, melhor a gente tomar um banho e comer alguma coisa, à noite a gente vê.
Isso é o melhor, vocês vão tomar banho que eu vou ver o corno manso e a gente continua.
Entrei no quarto e o Oscar tava exausto, mas o corpo dele ainda tremia um pouco. Deitei do lado dele, beijei ele com muito amor e a gente conversou.
Que feliz você me faz, minha vida, ver você gozar assim é maravilhoso, amor, já sei que tá doendo tudo, mas você curtiu pra caralho, bebê
Oscar, os filhos da puta me mataram, de onde será que saíram? Você já tinha sido comido, não é verdade? Por isso que eles pegaram pesado comigo, tô com a bunda que nem sinto mais, amor. E se me comerem de novo, não sei se aguento, por favor, fala pra eles não me comerem de novo, amor, não aguento mais, sério.
E aí, mariconcinho, não fala isso, você sabe que eu não posso pedir isso pra eles, com certeza vão te comer de novo e você, como uma boa putinha, tem que aguentar porque hoje você é a vagabunda deles, querido, e seu dever é satisfazê-los, já perdeu, amor, e você gosta disso porque adora uma rola, bebê, igual a mim. Agora eles foram tomar banho, aproveita pra descansar porque assim que se recuperarem vão te comer de novo e eu não posso evitar.
Saí do quarto e esperei todo mundo tomar banho, continuamos bebendo e conversando.
Paraguaio, e aí, como tá o corno?
Deixaram a bunda dele na merda, o viadinho ainda tá chorando, me pediu pra não pegarem mais ele, não aguenta mais uma pica.
Paraguaio e você, o que quer? Ia gostar que a gente comesse de novo o teu marido promíscuo?
Ah, sei lá, acho que ela vai sofrer pra caralho.
Paraguaio, e tu não ia adorar ver ele estourado na porrada como esse filho da puta merece? Aí amanhã a gente veste ele de mulher e ele nunca mais vai te encher o saco.
Adoraria isso, mas me dá pena, não sei
Paraguaio, imagina ele sendo comido e ele implorando pra tirarem, e a gente metendo mais forte?
Adoraria ver ele sofrer a pica no corno, se quebrarem, deixarem o otário de cama, ele merece por ser viado.
Seguimos bebendo os quatro e, depois de um tempo, comecei a chupar eles pra ficarem duros e comerem de novo. Talvez pelo tesão, logo ficaram no osso e entraram no quarto. Meu promíscuo tava dormindo, quando acordou, o paraguaio já tava dominando ele.
Oscar, nãooo, o que você tá fazendooo
Paraguaio, você perdeu, corno. Fica tranquilo e aproveita.
Oscar, nãooo, pelo amor de Deus, nãooooo, de novo, paraaaa
Quando termino de falar isso, já tinha a pica dentro. Meu pobre Oscar não conseguia parar eles. O paraguaio sentou ele em cima de si, enterrando a pica. A carinha de Oscar dizia tudo, e o irmão 1 colocou a pica na boca dele. Ele não queria chupar, mas com um puxão de cabelo, engoliu até as bolas enquanto da bucetinha dele saltavam gotinhas de porra sem parar. De repente, o irmão 1 deu um grito e agarrou a cabeça dele. Depois percebi que tinha mijado na garganta dele. Quando tirou a pica na hora, mesmo tossindo muito, o irmão 2 enfiou até a garganta enquanto o paraguaio comia ele sentado. Era uma putaria tremenda, e o pobre Oscarcito não podia fazer nada. Dessa vez, teve que engolir porra, e quando finalmente tiraram da boca dele, o paraguaio virou ele como uma boneca sem tirar a pica do cu, colocou ele de quatro e continuou furando enquanto Oscar se desesperava, se agarrando nos lençóis e mordendo o travesseiro, chorando sem parar. Assim, os três comeram ele de novo, e toda vez que trocavam de pica, ele implorava pra pararem. Depois disso, fomos comer, e todos deitamos no quarto pequeno, deixando o promíscuo sozinho. De vez em quando, ouvia-se um soluço do corno. No domingo, ele não saiu do quarto. Tomamos café da manhã juntos, e levei eles pra casa, já que não tinha mais churrasco. Quando voltei, fui ver meu amado. Ele estava no banheiro, tinha tomado um bom banho e estava sentado no bidê com o cu todo ferrado, tentando aliviar com água fria.
Amor, ainda dói muito?
Oscar, cala a boca, sua puta, sua vadia. Olha o que você me fez.
Eu não fui, meu bem, foram eles e você deixou, vamos, sai do banheiro e vamos comer alguma coisa que depois eu tento te ajudar, meu bem
Passei a tarde inteira cuidando da bunda do meu marido, que cada vez que eu passava pomadinha ele suspirava, o safado. À noite, graças a Deus, já dava pra sentar de lado, e foi assim que ele dirigiu pra buscar a Maia e voltamos pra casa. Segunda e terça ele não foi trabalhar. Depois disso, nunca mais quis saber de festinha, pelo menos por um bom tempo.
espero que vocês curtam tanto quanto eu
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Depois daquele domingo, as coisas mudaram pra todo mundo e mudaram pra melhor. Combinamos que não teria mais festas, só encontros isolados com o Juan ou com o Eduardo, se rolasse. Isso me deixava livre pra transar com um Oscarcito mais submisso, que se esforçava pra me agradar e mandava muito bem na cama — muitas vezes fazendo de macho e outras de escravo, onde, claro, eu era a macha dele. Esse jogo me dava muito tesão, e quanto mais a gente fazia, mais submisso meu promíscuo ficava. De vez em quando, meu cunhado aparecia e, querendo ou não, terminava com o pau bem dentro de mim. Claro que ele sempre se justificava dizendo que eu provocava, me vestindo igual uma puta vagabunda — e isso eu não podia negar. Pra ele, me ver andando pela casa de sutiã e minissaia que deixava minha bunda à mostra era dar permissão pra me penetrar. O que eu não gostava era que ele fazia com força, sendo que se me tratasse com carinho, com certeza eu me entregava. Mas não me incomodava tanto ser dominada assim, já que tava acostumada com esse jogo desde o primeiro dia que conheci ele, e cada vez mais eu gostava de ser submissa desse jeito. Só que isso não rolava com tanta frequência, e também não era sempre que o Oscarcito era comido por outro cara. A cada quinze dias, eu visitava minha mãe e levava a Maia pra ela ver. Ela não tinha mudado nada, e o parceiro dela também não. Ele se parecia muito com o Oscarcito. Tinha melhorado muito a casa dela — já não era mais de madeira — e como minha mãe não queria sair do bairro, agora até piscina tinha.
Ei, mami, que casa gostosa você tem agora, como fico feliz
mami, sim, nena, o cuck me dá tudo e a família dele me adora, no verão a gente sempre viaja pra praia, eles têm uma casinha lá e sempre me emprestam
as coisas que você deve fazer lá, não quero nem imaginar
Mami, nãooo, nena, é da família dela. Lá eu escrevo pra caralho, sou toda uma senhora, e aqui no bairro também, mesmo que você não acredite. Ano que vem, se tudo der certo e Deus quiser, a gente abre um mercadinho aqui na frente. Primeiro temos que trocar o carro por uma caminhonete, sempre foi isso que eu quis.
E do velho, o que você sabe?
Mami, cada dia tá mais viado, amor. A última que soube é que ele tá no Chaco, num sítio, trabalhando e sendo a mulher de toda a peãozada. E como sempre, o baita viado vive bêbado. Ele se diverte, amor, trabalha o dia inteiro e não falta nada. Buceta e vinho ele tem o dia todo, e você sabe que é isso que ele mais gosta. Um amigo dele me disse outro dia que ele tá cada vez mais viado.
E o teu marido continua do mesmo jeito?
Mami, sim, gata, só que agora eu sou o macho dela e ninguém mais vai comer ela, não. Ele, do mesmo jeito que cobra pelos trampos, me dá a grana, e assim a gente vai fazendo as coisas em casa. Mês que vem a gente começa com o ponto.
E aí, quem te fode então? Ou já não come mais ninguém?
Mami, que isso, nena, eu também trabalho e o dono do negócio e os dois funcionários dele ficam me dando cock love, mesmo que não seja todo dia. Agora me conta de você.
Eu também, véia, tão puta como sempre e o corno cada vez mais dominado, mas bem, realmente bem, de vez em quando eu dou pra meu cunhado e com ele, transar é outra parada, gozo pra caralho. Com o corno e os outros, é só uma foda e nada mais. Além disso, a Maia já tá grande.
Mami, e o que isso tem a ver? Tenta tirar proveito do teu corpo, será que já não curte mais dar uma trepada?
Claro que eu curto e muito, adoro a pica que eu tenho e também quero fazer outras coisas, adoro ser comida porque a verdade, o corno cada vez me fode menos, só quer ser comido, alguma coisa eu tenho que fazer mas a Maia me consome muito tempo.
Mami, começa a sair, gata, ir pra balada sozinha, deixa a menina com ele.
Saí da casa da minha velha mais gostosa do que entrei, ela tinha razão, além disso a Maia já tinha começado a escola, só precisava me organizar melhor, voltar a me vestir de puta e dar o couro pro primeiro que quisesse uma boa foda. Foi assim que comecei a sair pra fazer compras quando a Maia tava na escola. No começo não queria que na vizinhança soubessem o quanto eu era puta, mas aos poucos fui cagando pra fofoca barata. E foi assim que comi o açougueiro, e deixei ele com vontade de me comer o cu. Tudo era muito monótono até que eu disse pro meu maridinho que a gente precisava de umas boas férias. A resposta dele foi a gente ir uns dias pro sítio, só nós dois, e eu coloquei como condição levar quem eu quisesse pra me entreter, coisa que ele negou. Então ficou de irmos só nós dois. No dia seguinte fui no açougue e pedi carne pra dois. O José me olhou, preparou e me perguntou se eu queria morcela e linguiça. Falei que queria, mas que fosse algo especial. Ele me levou pra trás do balcão, tirou o pau pra fora e me perguntou se era algo assim que eu queria. Não falei nada, só me ajoelhei e comecei a chupar ele.
José, que gostosa essa vizinha, prova meu chouriço, vou te arrebentar
Outro pau apareceu na minha cara, era o ajudante dele, um paraguaio mal-educado que mandou eu chupar a linguiça dele. Naquele momento, eu soube que iam me enfiar uma festa. José foi pra trás de mim e aproveitou que eu tava chupando o paraguaio pra tirar minha tanga e enfiar na minha buceta. Doeu um pouco, mas adorei. "Deixa o cu pra mim", disse o paraguaio, sem eu poder dizer não. Tudo era com muito tesão, e enquanto José me comia, ele perguntava pelo Oscar, e o paraguaio só zoava ele. Quando finalmente arrombou meu cu, me sentando em cima dele com minha mini saia na cintura e meus peitos de fora, fui eu, já louca, que pedi pro José meter na minha pussy. Já não ligava mais pra nada, e como eu ainda tava de pé, ele meteu de novo.
Paraguaio, essa puta vai sair daqui prenha, arrebenta bem essa buceta dela, que depois você arrebenta o cu dela também.
Siiim, siiim, me quebrem toda, quero muita pica e o filho da puta não me come mais
José me encheu a buceta e trocaram de lugar, eu já tinha gozado mas queria mais, não pararam até me fazer engolir o cum deles e assim saí do depósito de carne, peguei meu pedido e fui pra casa assim, toda lambuzada de porra, quando cheguei percebi que não tinha mais minha calcinha fio dental, com certeza o paraguaio tinha ficado com ela, naquela tarde voltei pra pedir de volta e ele disse que estava na casa dele, me deu o endereço e falou pra eu ir buscar, na hora percebi que a intenção dele era me comer lá, não pensei duas vezes e prometi que iria buscar de manhã, senão meu marido ia perceber os chifres, isso foi pra deixar o paraguaio com mais tesão, naquela noite o Oscar procurou sexo e eu neguei, gosto de deixar o corno excitado, no outro dia de manhã deixei a Maia na escola e fui na casa do paraguaio buscar minha calcinha, quando cheguei ele me fez entrar, uma casa humilde parecida com a da minha mãe, me pegou pelo ombro e me levou pra dentro dizendo
Paraguaio, você tem sorte, vadia. Veio atrás de pau e vai ter até cansar. Entra que meus irmãos tão te esperando.
Me correu um frio na espinha, não era o que eu esperava. Entramos e ele me pegou por trás, enquanto os dois irmãos dele já se jogaram em cima de mim.
Ah, não, parem, parem, pelo amor de Deus, nãooo, meus peitos nãooo, ah, nãooo, larga minha saia, por favor, o que eu vou falar pro meu marido, nãooo, me soltem, pelo amorrr, nãooo, ahhhh, ahhhh, ahhhh
Enquanto dizia isso, não paravam de me apalpar, fazendo meu corpo tremer, sentir as mãos deles nos meus peitos e na minha buceta, brincando com os lábios dela enquanto até beijavam meu pescoço. Finalmente me dobraram, parei de falar e só saíam gemidos de mim, me sentia dominada e me deixei levar, que fizessem o que quisessem aqueles manos comigo. Terminei sem a camiseta, agachada e chupando paus, apesar de resistir um pouco. Me levaram pra uma cama e aí começaram a me comer por trás enquanto eu continuava gemendo e implorando pra não me foderem, mesmo que por dentro fosse o que eu mais queria. E quando senti um pau entre minhas nádegas, só gemi. Minha buceta estava ensopada e assim aquele pau entrou bem suave enquanto me comiam a boquinha. Num momento pedi pra não gozarem dentro, não queria ser prenhada, mas todos riram. "Vamos te fazer de puta de três caras e o corno vai sustentar". Enfiavam na minha buceta, gozavam e enfiavam no meu cu pra depois me dar pra chupar. Era a bonequinha puta deles que recebia tudo e se deixava levar com tudo. Quando cansaram de me foder, me deixaram tremendo na cama. Fazia tempo que não me comiam assim. O paraguaio me mostrou as duas calcinhas fio dental minhas e disse que eu teria que voltar se quisesse elas. Falei pra ele trazer no sábado pro sítio. Coloquei a camiseta e, toda leitada como estava, fui embora da casa dele. Se tudo desse certo, daria uma grande surpresa pro Oscarcito. No outro dia fui no açougue e, como tinha gente, consegui falar com o paraguaio. Disse que se ele queria se divertir de verdade, trouxesse bastante churrasco. Ele falou que o único problema era chegar no sítio, já que não tinha carro. Então combinamos que eu Eu ia buscá-lo no sábado de manhã. Na sexta à tarde, fomos da casa dos meus sogros levar a Maia, jantamos e voltamos pra casa depois de desviar muito do meu cunhado. Naquela noite, o Oscar estava muito tarado. Custou pra caralho não transar com ele, mas consegui, graças ao álcool que a gente tomou. Eu queria que aquele fim de semana ele ficasse bem necessitado. Quando acordamos, no café da manhã, falei que ia buscar uns amigos. Eles cuidariam da manutenção do sítio e do churrasco, que eram muito divertidos e a gente ia se amarrar. Ele relutou um pouco, mas quando falei que depois a gente ia ter o melhor sexo da vida dele, ele acabou aceitando. Ele foi no carro dele e eu fui na casa do paraguaio, que me perguntou se os irmãos dele podiam ir. Carregamos umas bebidas e a carne e fomos pro sítio. No caminho, me perguntaram se meu marido ia estar lá. Eu falei que, pro corno, não tinha problema, pelo contrário. Quando chegamos, o Oscar já tinha tudo preparado e eles logo começaram a descarregar as coisas e a gente tomou café. Assim, foram conversando e acabaram conhecendo o sítio como grandes amigos, pra depois começarem a fazer o churrasco no quincho. O filho da puta do paraguaio tinha trazido uma morcela enorme preparada por ele mesmo e uns lingüiças que chamavam atenção pelo tamanho. Eu não queria que a festa começasse muito cedo, então não me afastava do meu marido. A gente foi tomando fernet enquanto o churrasco assava e o paraguaio se exibia, explicando pro Oscar como se fazia um bom churrasco, com um ar de macho alfa. Isso começou a me excitar, porque eu sentia que o Oscar tava adorando ser o otário da reunião. Até que chegou o momento em que ninguém Eu disfarçava o tom de superioridade com que me tratavam. Comemos no quincho e, claro, sentei entre eles, deixando o Oscarcito sozinho na minha frente. De vez em quando, um deles acariciava minha perna ou diretamente minha buceta por cima da tanguinha quando meu marido não olhava. Isso me deixou com muito tesão. O corno tava parecendo um otário e eu adorava. O que eu mais queria naquele momento era que eles comessem ele bem gostoso, como se fosse uma putinha. Quando terminamos de comer, levantei e recolhi os pratos. Sabia bem que, se me mexesse muito, mostraria bem minha tanguinha — e fiz isso.
Paraguaio, que gostosa que é tua mulher, tem uma bunda divina e me parece que ela adora mostrar ela.
Oscar, sim, é o que ela mais gosta, ela vive de saia curta. Vocês querem ver aquela bunda gostosa dela?
Paraguaio, a punheta que eu bateria só de olhar pra ele.
Mano 1 eu vou arrebentar ela
Oscar não, nada disso, proibido tocar, só olhar pra ele.
Mano 2, como o senhor quiser, patrão.
Paraguaio e eu, a você gosta que eu mostre, não é verdade?
Oscar, adoro que você fique exibindo isso, lu veni love, seus amigos tão querendo que você faça alguma coisa.
Se beber, tô aqui. O que meus amigos querem que eu faça pra eles?
Oscar, eu sei que te excita muito eles olharem pra sua bunda pequena e eles não param de olhar com essa saia curta, me pediram se você pode mostrar pra eles, é só pra eles verem mesmo, o que você acha, minha rainha?
Bom, meu anjo, você sabe que eu adoro mostrar minha bucetinha, mas não aqui, no quarto eu preferia mais.
Oscar sim, claro, bebê, onde você quiser, afinal é só pra mostrar, nada de tocar, amor.
Fomos pro quarto, os paraguaios tiraram as calças e eu fiquei a uns metros deles.
Paraguaio, perdoa aí, amigo, mas vendo essa bunda gostosa, a gente vai acabar batendo uma punheta da boa.
Oscar, pra mim não tem problema, parceiro. Eu também vou bater uma bem gostosa.
Querem que eu tire a regatinha também? Tá aí, meus peitos vão de brinde.
Lentamente tirei minha camiseta, isso era algo que eu não esperava, o Oscarcito tava me entregando de bandeja, então depois tirei as sandálias, deixando minhas nádegas à mostra de lado, segui pelas meias e virei de costas pra eles, lentamente deixei a minissaia cair, ficando só de fio dental.
Paraguaio, que pedaço de bunda que você tem, tá pronta pra eu comer.
Mano 1 mas ainda tá de fio dental e já tamo tudo de pau duro
Virei minha cabeça, olhei pra aqueles paus e passei minha língua nos lábios, já tava toda molhada e com um tesão que voava, do jeito que deu perguntei pra eles com a voz mais de puta que consegui ter.
Vocês querem ver meu buraquinho também? Amor, deixa eu mostrar meu buraquinho pros convidados?
Sem esperar resposta, puxei minha calcinha fio-dental, abri minhas pernas e empinei minha bunda na direção deles.
O que vocês acham do meu buraquinho, não é verdade que ele é pequenininho?
Paraguaio sim, é bem pequenininho e daqui não dá pra ver direito. Amigo, me desculpa, mas vou chegar mais perto assim pra poder ver bem.
O paraguaio ficou a milímetros da minha buceta com o pau duro e eu, com a mesma voz de puta gostosa, perguntei pra ele
Assim você vê melhor? Como você vê meu buraquinho agora?
Paraguaio, tem que tirar a fio dental dela e eu vou te ajudar com isso, me desculpa, amigo.
Amor, não deixa eu tirar a fio dental? Sozinha eu não consigo.
Oscar não tinha voz pra responder de tanta tesão que tava, não parava de bater punheta, o paraguaio baixou minha fio dental e tirou ela pra fora, só pra depois falar
Paraguaio, me parece que esse buraquinho precisa de alguma coisa.
Eu mexia minha bunda e, com a voz entrecortada, perguntei pra ele
O que o senhor acha que precisa, patrão?
O paraguaio não respondeu, enfiou a língua no meu buraquinho e começou a chupar, descontrolada eu falei
Ah siiiim, assim mesmo, amor. Deixa o senhor chupar minha bucetinha, por favor?
Os manos já tavam em cima de mim, um deles me comeu a boca e depois me abaixei pra chupar a pica dele enquanto o paraguaio encostava a rola no meu buraquinho encharcado. Dava pra ver o Oscar já soltando jatos de porra, mas continuava batendo uma. O paraguaio me enfiou a pica de uma vez só, doeu pra caralho, mas com o tesão que eu tava, só gemei com a pica do irmão na boca.
Oscar, isso aí, putaaa, assim mesmo, é isso que você queria, né, sua puta? Não te basta um pau só estourado, tão arrombando essa sua buceta dada. Agora você tem três picas só pra você, aproveita.
Paraguaio amigo, a gente vai arrebentar toda essa puta, essa vadia não levanta mais da cama, olha como ela adora entregar a raba, vamos vadia, vamos pra cama, quero ver se você aguenta duas picas juntas
Me levaram pra cama e ali mesmo o paraguaio me jogou em cima dele e me enfiou na buceta enquanto o irmão dele abria meu cu e metia o pau lá também, o Oscar não parava de bater uma vendo como eu tava dando pra dois paus ao mesmo tempo e gozou de novo, o outro irmão ficou esperando a vez dele do lado.
Mano 2, que sorte que tu tem, que puta gostosa é a tua mulher, olha como ela aguenta as duas picas ao mesmo tempo, te excita isso, não é, amigão? Eu vejo que você não para de bater punheta, e isso me excita ainda mais, olha como eu tô, tô prestes a explodir.
Oscar, já tô vendo, esse teu pau tá enorme e vai explodir a qualquer momento.
Mano 2, tu não quer dar uma chupadinha nela? Tá bem dura assim, quando eu enfiar naquela puta?
Oscar olhou pra pica dele, não disse nada, só abriu a boca e chupou, ele segurou a cabeça dele e começou um vai e vem na boca dele.
Mano 2 sabia que tu gostava de pica, você também é muito putinho, vou te arrebentar o cu corno, mas primeiro vai engolir porra sim assim que gostoso é foder um corno
Já tinham acabado comigo nos meus buraquinhos e todo mundo olhava como o puto do meu marido tava sendo comido pela boca. O outro irmão chegou perto e também colocou o pau na cara dele. Oscar hesitou um segundo e chupou, deixou ele fazer na boa, queria que ele sentisse bem o gosto. O irmão 2 subiu ele na cama que eu tinha saído, Oscar continuava chupando pau e o irmão 2 abriu as nádegas dele, lambeu o cu e Oscar se entregou. Começou a gemer igual uma mulher, ainda com o pau na boca, e pedia pra meterem. O irmão 2 não perdeu tempo, enfiou no cu dele bem forte, fazendo ele gritar. Meu pobre Oscar agora era a vítima dos paraguaios, que se revezavam pra comer ele sem parar, zoando do meu amado. O coitado se contorcia e, mesmo doendo muito, pedia mais e mais. O pau de Oscar tinha encolhido tanto que nem dava pra ver. Eles pegaram pesado com ele e não paravam de dar porradas de pau, enquanto Oscar já tava chorando. O paraguaio saiu do quarto e quando voltou, entrou com a morcela que tinha trazido, comprida e bem grossa. Tirou o irmão 2 de cima do Oscar e enfiou até o fundo no cu dele todo melado. Isso doeu muito no Oscar, ele gritava pra não meterem, que tava doendo pra caralho, mas não ligaram. Deixaram ele de cu cheio, deitado de barriga pra baixo, e me levaram pra sala. Continuamos bebendo, já tava quase todo mundo bêbado. Ficaram rindo e zoando do meu corno o tempo todo até a gente cair no sono, exaustos. Quando acordei, os paraguaios estavam no quarto comendo o Oscar. Fizeram ele comer a morcela encharcada de porra e o cu dele não tinha descanso. Talvez por isso ele reclamava tanto e até tinha mijado nas calças. As nádegas dele... Estavam vermelhas de tantos tapas que levaram, quando me viram, soltaram e me levaram de volta pro refeitório.
Paraguaio bom, agora você já é nossa, o corno não vai encher o saco por um bom tempo.
E vocês aguentam mais?
Mano 1, a real é que a gente tá cansado, mas assim que a gente se recuperar, a gente te come de novo do jeito que você tanto gosta.
Mano 2, melhor a gente tomar um banho e comer alguma coisa, à noite a gente vê.
Isso é o melhor, vocês vão tomar banho que eu vou ver o corno manso e a gente continua.
Entrei no quarto e o Oscar tava exausto, mas o corpo dele ainda tremia um pouco. Deitei do lado dele, beijei ele com muito amor e a gente conversou.
Que feliz você me faz, minha vida, ver você gozar assim é maravilhoso, amor, já sei que tá doendo tudo, mas você curtiu pra caralho, bebê
Oscar, os filhos da puta me mataram, de onde será que saíram? Você já tinha sido comido, não é verdade? Por isso que eles pegaram pesado comigo, tô com a bunda que nem sinto mais, amor. E se me comerem de novo, não sei se aguento, por favor, fala pra eles não me comerem de novo, amor, não aguento mais, sério.
E aí, mariconcinho, não fala isso, você sabe que eu não posso pedir isso pra eles, com certeza vão te comer de novo e você, como uma boa putinha, tem que aguentar porque hoje você é a vagabunda deles, querido, e seu dever é satisfazê-los, já perdeu, amor, e você gosta disso porque adora uma rola, bebê, igual a mim. Agora eles foram tomar banho, aproveita pra descansar porque assim que se recuperarem vão te comer de novo e eu não posso evitar.
Saí do quarto e esperei todo mundo tomar banho, continuamos bebendo e conversando.
Paraguaio, e aí, como tá o corno?
Deixaram a bunda dele na merda, o viadinho ainda tá chorando, me pediu pra não pegarem mais ele, não aguenta mais uma pica.
Paraguaio e você, o que quer? Ia gostar que a gente comesse de novo o teu marido promíscuo?
Ah, sei lá, acho que ela vai sofrer pra caralho.
Paraguaio, e tu não ia adorar ver ele estourado na porrada como esse filho da puta merece? Aí amanhã a gente veste ele de mulher e ele nunca mais vai te encher o saco.
Adoraria isso, mas me dá pena, não sei
Paraguaio, imagina ele sendo comido e ele implorando pra tirarem, e a gente metendo mais forte?
Adoraria ver ele sofrer a pica no corno, se quebrarem, deixarem o otário de cama, ele merece por ser viado.
Seguimos bebendo os quatro e, depois de um tempo, comecei a chupar eles pra ficarem duros e comerem de novo. Talvez pelo tesão, logo ficaram no osso e entraram no quarto. Meu promíscuo tava dormindo, quando acordou, o paraguaio já tava dominando ele.
Oscar, nãooo, o que você tá fazendooo
Paraguaio, você perdeu, corno. Fica tranquilo e aproveita.
Oscar, nãooo, pelo amor de Deus, nãooooo, de novo, paraaaa
Quando termino de falar isso, já tinha a pica dentro. Meu pobre Oscar não conseguia parar eles. O paraguaio sentou ele em cima de si, enterrando a pica. A carinha de Oscar dizia tudo, e o irmão 1 colocou a pica na boca dele. Ele não queria chupar, mas com um puxão de cabelo, engoliu até as bolas enquanto da bucetinha dele saltavam gotinhas de porra sem parar. De repente, o irmão 1 deu um grito e agarrou a cabeça dele. Depois percebi que tinha mijado na garganta dele. Quando tirou a pica na hora, mesmo tossindo muito, o irmão 2 enfiou até a garganta enquanto o paraguaio comia ele sentado. Era uma putaria tremenda, e o pobre Oscarcito não podia fazer nada. Dessa vez, teve que engolir porra, e quando finalmente tiraram da boca dele, o paraguaio virou ele como uma boneca sem tirar a pica do cu, colocou ele de quatro e continuou furando enquanto Oscar se desesperava, se agarrando nos lençóis e mordendo o travesseiro, chorando sem parar. Assim, os três comeram ele de novo, e toda vez que trocavam de pica, ele implorava pra pararem. Depois disso, fomos comer, e todos deitamos no quarto pequeno, deixando o promíscuo sozinho. De vez em quando, ouvia-se um soluço do corno. No domingo, ele não saiu do quarto. Tomamos café da manhã juntos, e levei eles pra casa, já que não tinha mais churrasco. Quando voltei, fui ver meu amado. Ele estava no banheiro, tinha tomado um bom banho e estava sentado no bidê com o cu todo ferrado, tentando aliviar com água fria.
Amor, ainda dói muito?
Oscar, cala a boca, sua puta, sua vadia. Olha o que você me fez.
Eu não fui, meu bem, foram eles e você deixou, vamos, sai do banheiro e vamos comer alguma coisa que depois eu tento te ajudar, meu bem
Passei a tarde inteira cuidando da bunda do meu marido, que cada vez que eu passava pomadinha ele suspirava, o safado. À noite, graças a Deus, já dava pra sentar de lado, e foi assim que ele dirigiu pra buscar a Maia e voltamos pra casa. Segunda e terça ele não foi trabalhar. Depois disso, nunca mais quis saber de festinha, pelo menos por um bom tempo.
2 comentários - Garota muito puta, tesão no pau 5
gracias amigo x comentar
MORBO AL PALO DE VERDAD