Quando pensei que poderia recuperar minha mãe de sempre, Lucas volta para garantir que ela continue sendo "a rainha das pirocas". Saudações a todos. No relato anterior, narrei como testemunhei a primeira infidelidade cometida pela minha mãe, Marta, e estou aqui para contar os fatos que aconteceram em seguida.
Acordei como se estivesse de ressaca de quinze doses, e não de champanhe. Quando abri os olhos, ainda não acreditava no que tinha acontecido. Há apenas algumas horas, lá embaixo na cozinha, com boa parte da minha família, incluindo meu pai, minha mãe tinha se transformado gostosamente na sobremesa antecipada de Lucas, um babaca metido a besta que eu esperava nunca mais ver. Claro que ela também tinha recebido sobremesa de sobra. Que porra tinha acontecido lá embaixo ontem à noite? Olhei o relógio. Já passava das 12:30. A essa hora, meus pais já estariam acordados e prontos para encher o saco sobre eu dormir demais, ser um preguiçoso, que outros garotos da minha idade acordavam cedo pra fazer algo produtivo, etc. Espreguicei e, meio zumbi, me arrastei como pude até o banheiro do meu andar. Minha casa é um sobrado de 3 andares, mais o porão-garagem. No primeiro andar ficam principalmente a cozinha e a sala. O segundo andar é o dos quartos: o meu, o dos meus pais e mais três para hóspedes. No andar de cima, temos um sótão como depósito e um quarto grande com banheiro sem mobília, onde costumo subir com meus amigos pra fumar. Me lavei com calma e desci pra tomar café, sem saber bem como reagiria ao ver minha mãe. De repente, lembrei da camisinha cheia de porra que Lucas tinha deixado em cima da mesa do café da manhã e meu estômago revirou. Ia dar meia-volta quando ouvi o "bom dia" do meu pai. Tarde demais. Ele já tinha me ouvido.
— Oi, bom dia, pai — falei.
— Dormiu bem? Porque sua mãe ainda está lá em cima na cama — informou meu pai enquanto descascava uma maçã. — Não lembro que sua mãe tivesse bebido tanto ontem, mas pelo visto ela tá passando uma puta ressaca. —É — respondi sem saber bem o que dizer. "Beber não sei, mas se você visse tudo que ela comeu ontem…" — Bom, vou subir pra tomar um banho. — Não vai tomar café, filho? — Acabei de acordar, não tô com fome — "e não vou comer nessa mesa até a empregada vir limpar" pensei. Entrei no meu quarto pra pegar roupa limpa e fui pro banheiro, mas quando cheguei já tava ocupado. Tava quase indo pro banheiro de cima quando a porta abriu e apareceu minha mãe com cara de sono, mas cheia de felicidade. Ainda por cima, ela tava usando um top como pijama que mostrava um pouco da cintura e marcava pra caralho os peitos dela. Até agora eu nunca tinha reparado nisso com um olhar sexual, já que era minha mãe, mas ao ver os peitos dela não conseguia evitar lembrar das mãos do Lucas agarrando e apertando eles. O que me tirou de vez o sono que ainda restava foi perceber que a peça que completava o conjunto do pijama não era nada mais nada menos que a mesma calcinha que ela tinha usado ontem. Ainda dava pra ver no tecido uma mancha enorme de um tom preto diferente do resto, que era a porra do filho da puta do Lucas. E a puta tinha dormido com a calcinha cheia de sêmen a noite toda! — Bom dia, querido — disse ela me dando um beijo na bochecha. — B... bom dia, mãe — consegui responder. Fiquei besta, sem saber como reagir, nem o que dizer, se é que devia falar alguma coisa naquela situação. Tentando evitar o olhar da minha mãe, reparei que a pia tava cheia de respingos d'água por todo lado e quando olhei de novo pra minha mãe, ela claramente não tinha lavado o rosto. Vi que ela tinha algumas gotas d'água nas mãos, e quando inevitavelmente olhei disfarçadamente pra virilha dela, deduzi que a vaca tinha se limpado a buceta. — Vai tomar banho? — perguntou ela me lançando um olhar. Maternal —Eh… n.não, nada disso. Só queria mijar —precisava fugir dali— Vou mijar lá em cima. —Não se preocupa, meu filho. Eu vou tomar banho, mas preciso ir no quarto pegar roupa limpa, então pode aproveitar pra mijar aqui. Dito isso, foi felizona pelo corredor, deu uma olhada no meu quarto quando passou por ele e se virou pra me dar um sorriso. Depois continuou andando até o fundo do corredor, onde ficava o quarto de casal. Até agora não tinha reparado no jeito dela andar, cheio de classe, mas rebolando a bunda de um jeito que qualquer cromossomo XY não conseguiria evitar de olhar. Não me admirava que o Lucas tivesse ido com tudo pra cima dela… Mas que pussy eu tava pensando! Sim, pode ser que minha mãe tivesse um corpaço, mas era minha mãe. E quanto àquele cuzão do Lucas, o fato de ele ter forçado a infidelidade da minha mãe fazia dele um filho da puta, por mais gostosa que ela fosse aos olhos dos outros. Mijei o mais rápido que pude e me enfiei no meu quarto fechando a porta, pensando que o pesadelo não tinha acabado na noite passada. Na verdade, tinha só começado. Quando desci pra cozinha, minha mãe já tava tomando café da manhã como se nada tivesse acontecido, vestida com uma calça jeans apertada e uma camiseta branca de alcinha estilo militar tenente O’Neill, vulga Demi Moore. Por um momento, achei que o de ontem tinha sido um deslize da minha mãe, que talvez o banho tivesse levado embora a mãe puta pra deixar de volta a querida mãe de sempre. Lá estavam meus pais conversando como toda manhã, com minha mãe animando meu pai nos novos projetos e trocando palavras de carinho e amor. Quando ele terminou de tomar café, foi trabalhar e minha mãe saiu pra se despedir como sempre. Vendo que tudo voltava ao normal, eu também me animei a sair pra me despedir do meu pai. Quando ele pegou o Audi e sumiu no fim da rua, minha mãe tirou algo da calça jeans e jogou rapidinho na lixeira lá fora. Eu já imaginava o que era, mas... quando minha mãe entrou em casa, pude confirmar. Ao levantar a tampa do lixo, vi tanto a calcinha suja quanto a camisinha que Lucas tinha enfiado no decote da minha mãe. Então ouvi um carro se aproximando e fechei a tampa de uma vez. Era o carro do Manuel, o vigia do condomínio, que todo mundo chamava de Mani. Ao contrário do que o pessoal pensava, Mani não era apelido de Manuel, mas sim de "Mãozinhas", porque todo mundo sabia que ele ganhava uma grana extra fazendo de babá, ajudando a mudar móveis ou limpando as piscinas das casas. Todo mundo sabia, mas ninguém falava nada porque quase todo mundo usava os serviços dele. Ele cobrava mais barato que um profissional e ainda ficava disponível o dia inteiro. E quem não usava os serviços dele simplesmente não ligava, porque ele era bem quisto no geral. Exceto pelos meus pais. Quando chegamos no condomínio, o Mani não parava de dar em cima da minha mãe, até se insinuou de brincadeira. Meu pai não achou graça nenhuma e jogou na cara dele que o que ele tinha que fazer era cuidar da segurança dos moradores, e não ficar catando trocado fazendo bico pra lá e pra cá. Eles tiveram uma briga feia que acabou com várias famílias parando de pedir ajuda pro Mani e um dos vasos favoritos da minha mãe quebrado. Foi impossível provar que tinha sido o Mani, mas bastava ter dois dedos de testa pra saber que foi ele. Minha mãe segurou a raiva porque não queria começar outra briga entre meu pai e o vigia, mas um dia que ele não estava, foi confrontá-lo. Ele disse que se ela achava que tinha sido ele, que provasse, e se não, que podia chupar o pau dele, já que era uma puta gostosa. Minha mãe ficou branca, com os lábios tremendo de raiva, mandou ele tomar no cu e desde então meus pais e o vigia nunca se deram bem. Quando o carro do Mani passou na minha frente, ele deu uma olhada cheia de nojo pra casa e depois outra pra mim. Me perguntei se Ela tinha me visto fuçando no lixo. Não deu tempo de processar, já ouvi a voz da minha mãe me chamando lá de casa. A manhã passou tranquila e até ajudei minha mãe com algumas tarefas domésticas. A verdade é que minha ajuda veio a calhar, porque ela tinha parado de trabalhar fazia pouco tempo e se dedicado totalmente à vida familiar. Antes, ela se dedicava exclusivamente a projetos e obras sociais, bancada pelo dinheiro do meu pai. Mas umas irregularidades que ela descobriu nas contas de uma certa ONG em que tinha depositado muita confiança a fez repensar a colaboração com elas. Então, decidiu arrumar as coisas direito em casa antes de sair para arrumar o mundo. Infelizmente, a "casa" dela era um chalé enorme de vários andares, mais um jardim com quadras de esporte e piscina. Então, com minha ajuda, começamos a organizar a casa um pouco. O mais divertido foi na hora de arrumar o jardim, onde tiramos o pó de uma velha mesa de pingue-pongue que meus pais tinham me dado há alguns anos. Minha mãe propôs jogarmos um pouco, e eu, feliz por ver que minha mãe voltava a ser a mesma de sempre, topei. Embora eu não seja igual aos chineses jogando pingue-pongue, sou infinitamente melhor que minha mãe e, com uma certa provocação pelo que aconteceu ontem, fiz ela sofrer pra caralho. Mandei bolas cruzadas, fazendo ela correr de um lado para o outro da mesa, com a força certa para que ela conseguisse devolver. Não consegui evitar sentir um certo tesão misturado com culpa ao ver as tetas da minha mãe quicando, subindo pelo decote a cada jogada. Depois de um tempo, minha mãe estava exausta e suada. Eu mal estava com um pouco de calor e um suorzinho na testa. Percebi que uma das alças tinha escorregado do ombro dela, aumentando a profundidade do decote, agora perlado por algumas gotas de suor. Nesse momento, ouviu-se o portão de casa se abrindo junto com o som de motores. Minha mãe e eu contornamos a casa e, entrando, vimos o Audi do meu pai e o Focus dos meus Tios salmantinos atrás. Saudei meu pai, que descia do carrão de luxo, e já ia cumprimentar meus tios quando uma das portas traseiras do Focus se abriu e surgiu a figura do Lucas. Fiquei sem fala. E ainda por cima ele veio todo gostosão, com uma calça preta bem justinha marcando o pacote e uma camiseta de manga curta também preta tão colada nos músculos do torso que parecia pintada nele. Sem se fazer de rogado, foi direto na minha mãe. Tentei cortar o caminho dele e fiz menção de apertar a mão, mas o filho da puta me deu um tapinha no ombro e, com um curto "beleza", me tirou do caminho. Minha mãe não sabia pra onde olhar. Vi ela de olho no meu pai, que tava conversando com meus tios, e depois no Lucas, que vinha na direção dela com passo confiante e um sorrisão nos lábios. No fim, sem saber o que fazer, ela baixou a vista com as bochechas vermelhas. Isso não intimidou muito o Lucas, que, pegando ela mais pelo rabo do que pela cintura, estampou dois beijos molhados nas bochechas dela, e depois passou a língua nos lábios. — Puxa, que gosto é esse? Você tá suando — disse ele, olhando pra ela por cima dos óculos escuros — Isso me lembra o quê? Minha mãe sorriu, mas não como a senhora que era, e sim como uma colegial sendo paquerada pelo garoto mais popular da sala. A resposta dela foi cortada pelo meu pai, que se aproximava com meus tios. — Querida — disse meu pai — Tava saindo do escritório e adivinha com quem me encontrei? Esses três malandros tomando umas cervejas no "El Barril", haha. Já que não iam me convidar pra sentar com eles, decidi que eu ia convidar eles pra sentar na nossa sala. — Ah… ótimo, querido — respondeu mamãe, não muito convencida — Mas não sabia que eles vinham e não tenho nada pra oferecer de janta. — Ah, mas não se preocupa! Eu só falei de tomar umas e depois cada um janta na sua casa. Além disso, esses dois voltam pra Salamanca hoje à noite — disse ele, se referindo aos meus tios — Vai. Você tá toda molhada, que porra aconteceu? -Nada, tava jogando pingue-pongue com o Juan – ela passou a mão no meu cabelo com cumplicidade. -Assim que eu gosto, mãe e filho, vida saudável. Diferente do pai dela, hahaha – ele riu, tocando a barriguinha que começava a aparecer. -Obrigado por me convidar de novo, senhor Ruiz. A verdade é que a casa de vocês é linda – interrompeu o Lucas. -Gostou da nossa casinha, hein? – ele disse, dando um tapinha nas costas dele – Marta, meu amor, por que não mostra a casa pra ele? Leva ele pra ver a mesa de pingue-pongue e de quebra vocês dão umas rebatidas. A gente vai pra dentro. Não se preocupa. Eu dou conta sozinho de pegar umas cervejas na geladeira. Meu pai me pegou pelos ombros num gesto paternal e, junto com meus tios, fomos andando até a entrada de casa. Eu tentava de todo jeito me soltar e continuei olhando pra trás. O Lucas tinha colocado a mão gentilmente nas costas da minha mãe, convidando ela a liderar o tour, enquanto sussurrava algo no ouvido dela, e ela não conseguia evitar um sorriso meio envergonhado. Sem nem virar a cabeça na nossa direção, minha mãe virou a esquina com o Lucas seguindo ela, enquanto ele admirava a bunda enorme dela, que os jeans colavam por causa do suor. Os dois sumiram da minha vista e meu desespero aumentou. Por sorte, quando cheguei dentro de casa, meu pai sumiu na cozinha atrás das cervejas e meus tios sentaram nos sofás da sala pra conversar entre eles. Nem preciso dizer que não perdi tempo e saí correndo pra fora de casa, seguindo os passos da minha mãe e do Lucas. Contornei a parede lateral do chalé e, quando ia entrar no jardim dos fundos, parei de repente e segurei a respiração. Por pouco não trombei com eles. Por sorte, não me ouviram chegar e continuaram andando enquanto eu espiava eles da esquina. Na frente deles se estendia o corredor largo e enorme, com aqueles vasos gigantes que minha mãe tanto amava dos lados. Eles continuaram andando pelo corredor, falando sobre coisas que não pareciam muito importantes e que terminavam em risadas idiotas, até chegar no limite com a casa dos vizinhos e pararam ao lado da mesa de pingue-pongue. Eu segui eles fácil, já que estavam ocupados demais rindo das graças um do outro pra olhar pra trás, e me escondi atrás de um vaso de planta que tinha ao lado da mesa. Era o vaso que o Mani tinha quebrado e cuja reconstrução com supercola tinha nos levado duas semanas. O tamanho descomunal dele me permitia me esconder atrás, pois era do tamanho de um balde de lixo, mas mais grosso e um pouco mais alto. — Poxa, você ainda tá toda molhada de suor — disse Lucas, cravando os olhos nas gotinhas de suor que ainda enfeitavam a pele da minha mãe, especialmente no decote. — Não tem chuveiro nessa casa? — perguntou, tentando provocar minha mãe. — É que eu tava brincando com meu filho antes de você chegar, idiota — respondeu ela, sem cair na provocação. — Então essa mesa é a culpada. Isso tem solução — com um sorriso, ele se plantou na frente da minha mãe. Passando o dedo indicador bem em cima dos peitos da minha mãe, recolheu algumas gotas de suor e, em seguida, chupou o dedo. — Hmm... não é champanhe, mas pra mim serve. Colocando as mãos nos ombros da minha mãe, ele se abaixou levemente e começou a passar a língua por onde o dedo tinha passado, provocando um suspiro forte que se traduziu num movimento intenso do peito, balançando os peitos redondos da minha mãe. — Aaahhhh... — suspirou minha mãe, observando aquela língua já começando a limpar o suor dela. Lucas interpretou o suspiro abafado da minha mãe e, levantando a cabeça, procurou a boca da sua guia. O contato entre as duas bocas fez minha mãe suspirar de novo, com mais força, enquanto apertava o rosto contra o do amante, abrindo a mandíbula pra dar acesso a maiores prazeres. Lucas desceu as mãos até os peitos, apalpando-os com força, e logo começou a meter a mão por baixo da camiseta, levantando-a até deixar as Peitos da minha mãe de fora. A rapidez da manobra deve ter assustado minha mãe, que, virando o rosto para evitar o beijo, se virou e puxou a camiseta para baixo, escondendo os seios de novo. Minha mãe tentou se afastar, mas Lucas a agarrou pela cintura por trás e a prendeu com seus braços fortes, começando a mordiscar sua orelha. — O que foi, Marta? — continuou, babando na orelha dela. — Eu… não sei se é uma boa ideia — ela gaguejou. — Como assim não? Será que ontem você não se divertiu? — ele começou a subir as mãos até os peitos da minha mãe de novo e começou a acariciá-los suavemente. — S… sim, mas isso é perigoso… e se nos descobrirem? — ela disse, colocando as mãos sobre as de Lucas, que amassavam os seios dela. — É isso mesmo que te preocupa? — Uhnnng…. aahh… C… como? — minha mãe tentava resistir, mas dava pra ver que Lucas sabia apertar os botões certos de uma mulher. Senti vontade de ajudar minha mãe, mas o mesmo medo do dia anterior me paralisava dos pés à cabeça. Lucas desceu uma das mãos que estavam acariciando gostoso os peitos da minha mãe e começou a desabotoar a calça jeans. — Acho que o que te preocupa e te assusta é que você já está molhada — com a calça desabotoada, ele enfiou a mão por dentro, arrancando um gritinho da minha mãe, que se curvou um pouco e colocou as mãos sobre a de Lucas, mas por cima do tecido jeans — Tá vendo? O que eu disse. Você tá escorrendo. — Aaahhngggg….. oooh Lucas… eu…. eu…. — gemeu minha mãe, se remexendo com a mão de Lucas na sua boceta. — Sim? — ele parou de mexer a mão que estava enfiada na calça da mamãe, dando um respiro pra ela. — Eu… sou uma mulher casada. Amo meu Juanillo (é assim que minha mãe chama meu pai), sou mulher dele. E sou feliz assim, quero continuar sendo a esposa do meu marido. — E acho certo — os movimentos da mão que estava na boceta da mamãe recomeçaram devagar — Não quero que você pare de ser a esposa do seu marido. Quero que você seja minha rainha, minha rainha chupadora de pau. — Uhhngggg, deusssss….. ahhh…. ahhhhhh… ah… ah.. — o lado A piranha da minha mãe voltava à tona e, pra deixar bem claro, ela mesma esfregava as tetas com ansiedade. — Nunca te pedi pra largar teu marido. Pra ele, você vai ser a esposa. Pra mim, vai ser minha rainha chupabuceta. Cê acha que consegue conciliar as duas coisas? — falou isso e acelerou o movimento da mão, obrigando minha mãe a largar a punheta das próprias tetas pra colocar as mãos de volta na de Lucas. — Aaaahhhnnnnnnngg….sssiiiiiiiiiiii….por você, claro que posso ser as duas coisas…..ahhhhh……siiiiii….sim, Lucas, serei sua rainha chupabuceta…..ahhh siiii… — aceitou minha mãe, fora de si. — Então age como tal — soltando as garras do corpo esbelto da minha mãe, começou a desabotoar a calça, que caiu no chão junto com a cueca, deixando à mostra o pauzão dele, já no auge da glória. — Siii meu Rei…Glup! Ungggmmpfff…slurp…slurp....slurp! mmhhnn! Minha mãe se abaixou, de olho fixo naquela pica enorme. Segurou ela por baixo com as duas mãos, como se fosse um tesouro, e esticando a língua, lambeu desde a cabeça do pau até a base, voltando pelo mesmo caminho até ter a cabecinha roçando no nariz dela. Aí fechou os olhos e abrindo a boca o máximo que podia, enfiou aquele pedaço de carne que tinha nas mãos com uma cara de felicidade que fazia tempo que não via na minha mãe. Igual na noite anterior, não conseguiu enfiar o bagulho inteiro na boquinha dela, mas pelos gemidos e pela expressão no rosto, dava pra ver que tava curtindo cada centímetro de pica que dançava com a língua dentro da boca dela. Lucas acariciava a cabeça da minha mãe, segurando o cabelo dela pra não atrapalhar o serviço. — Ummmffff….chuuppp…chuuup…slurrrrp…..amo teu gosto, Lucas…me deixa com tesão — falava nos raros momentos em que tirava a pica da boca. — Oh..ohhhh.uoooohhh…aggh…cê é uma rainha de verdade…porra, que boca! — incentivava Lucas, olhando pro teto de tanto prazer. Os suspiros que ela dava Lucas parecia ser tipo um combustível que alimentava o pescoço da minha mãe, porque cada vez as idas e vindas dela no pau de Lucas eram mais rápidas e eu podia ouvir a respiração dela pelo nariz, já que pela boca ela não conseguia fazer outra coisa senão chupar a rola daquele filho da puta que ia foder ela de novo. Quando minha mãe parou de chupar o pau por um momento pra pegar um ar, Lucas fez ela levantar e colocou ela apoiando as mãos na mesa de pingue-pongue, com a bunda empinada, de costas pra ele. Com certa brusquidão, ele puxou a calça jeans dela pra baixo e deixou escapar um sorriso ao ver que naquele dia minha mãe tinha escolhido usar uma calcinha fio dental azul escuro, bem simples, onde dava pra ver manchas molhadas que eu sabia que não eram só de suor. Ele tirou a calcinha deslizando suavemente pelas pernas dela e, depois de jogar o pedacinho de pano na mesa de pingue-pongue, mandou ela abrir as pernas, dando a ele uma visão magnífica tanto do cu quanto da buceta. A cabeça dele se enfiou no ângulo que as pernas da minha mãe formavam e ele começou a percorrer cada cantinho com a língua, enquanto com os dedos aumentava a excitação já agitada dela, enfiando tanto na buceta quanto no cu. Morrendo de tesão, os braços dela já não aguentavam mais se apoiar na mesa, e ela deitou o torso todo, esmagando os peitos contra o alumínio da mesa, enquanto com as mãos amassava a calcinha suja e molhada. Eu, a uns dois metros dali, podia ouvir o som que a língua de Lucas fazia ao passar pela buceta molhada da minha mãe, chupando e engolindo de vez em quando pra continuar o trabalho sem se afogar naquele mar de fluidos. Foi aí que veio o primeiro orgasmo da minha mãe, que se virou pra olhar nos olhos do homem que a fazia gozar daquele jeito. Fiquei pasmo com a cara da minha mãe. Ela tinha os olhos semicerrados e não parava de lamber os lábios de forma obscena. Lucas soltou uma gargalhada e enfiou um dedo na buceta da mamãe, fazendo ela soltar um gritinho de prazer e se virar pra frente. Com o dedo ainda na buceta dela, ele remexeu num bolsinho que tinha na camiseta super justa e tirou uma camisinha igual à da noite anterior. Lucas se levantou e colocou num piscar de olhos. Depois começou a apontar pro cu da minha mãe, mas pelo visto não conseguia fazer entrar. — Ah não, meu rei, por aí não, por favor… eu… por aí… nunca… te imploro… — pediu minha mãe. — Fica tranquila, tenho certeza que você vai gostar — disse ele, colocando a cabecinha no esfíncter pra tentar o ataque de novo. Quando minha mãe sentiu aquela coisa começando a abrir caminho pelo cu dela, apertou o rosto contra a mesa e fechou os punhos, começando a soltar gemidos que quase pareciam choramingos. Eu olhei pro Lucas e parecia que a coisa não ia ser fácil. As tentativas e fracassos contínuos vinham acompanhados de momentos de pura tensão na minha mãe, seguidos de relaxamento, mas cheios de medo. Enquanto eu observava bestificado a cena, ouvi uns barulhos parecidos com estalos e olhei ao redor. Olhei pra trás de mim e só via o corredor imenso. À minha direita estava a parede, à minha esquerda o jardim se estendia até as quadras de tênis, e na minha frente, ou melhor, na frente da minha mãe e do Lucas, estava o portão com arbustos que separava nosso jardim do dos vizinhos. Tive medo de que tivessem sido descobertos, mas lembrei que eles estavam viajando e que não tinha ninguém em casa. Meu Deus, eu tava ficando paranoico. Esses estalos com certeza eram o pau do Lucas brincando com os sucos da minha mãe. Voltei a me concentrar na cena, que me mantinha preso, não só de raiva e impotência, mas também de fascínio pela nova mãe que eu tava conhecendo. O quadril do Lucas se arqueou um pouco mais pra frente, aumentando a profundidade da penetração anal que minha mãe recebia naqueles momentos, aterrorizada. Eu tava presenciando uma tremenda luta entre o cu apertado da minha mãe e O poder do pau do Lucas numa tentativa constante de penetração que rapidamente era frustrada numa nova tentativa. -Uuuuuuhhhh……- minha mãe se queixava enquanto o pauzão tentava invadi-la. Quando Lucas desistia e tirava, ele ofegava de esforço e tensão – Arf…arf… -Porra, merda, nunca vi uma bunda tão apertada. Parece que o cu quer briga, hein, rainha? – perguntou Lucas suando. Mas minha mãe já não conseguia nem falar. Só conseguia se concentrar em tentar aguentar o próximo ataque o melhor que pudesse. Lucas, cansado de tanta resistência, cuspiu uns bons cuspes na mão e passou na camisinha. Feito isso, mirou bem no cu da minha mãe e dessa vez usou o peso do corpo pra penetrar. E funcionou. A cada segundo, um pedaço a mais da vara do "Rei" sumia entre as nádegas da minha mãe, e Lucas sorriu triunfante. Mas não tinham avançado mais que uns centímetros quando minha mãe começou a soltar gritos de dor. Não eram gritos de prazer. Aquele pauzão monstruoso estava rasgando o esfíncter da minha mãe e matando ela de dor. Lucas tentou acalmá-la de todo jeito, até enfiou a calcinha fio dental na boca dela pra abafar os gritos, mas mesmo assim não deu. Resignado, tirou a pica do cu da mamãe e olhou pra ela desgostoso. -D…desculpa, Lucas, amor. Mas seu pau tem a cabeça muito grossa e…desculpa – ela disse com um tom de culpa enorme. -Porra…Tá bem. Me satisfaço com sua buceta de rainha. Mas você vai ter que compensar de algum jeito. Minha mãe, sem reclamar, virou de novo agradecida, numa posição parecida com a anterior, e abrindo as pernas o máximo que pôde, separou os lábios da buceta convidando Lucas a entrar. Mas Lucas não se mexeu. Pegando ela pelo braço com certa brusquidão, afastou ela da mesa e apoiou a bunda nua na borda dela e sentou. Minha mãe ficou confusa, mas Lucas esclareceu na hora. -Eu disse que você vai ter que compensar. Minha pica tá dolorida porque se sentiu rejeitada – disse com tom sério – Agora você vai ter que provar pro meu pau o quanto você gosta dele. Por enquanto não vou te foder. Você vai foder meu pau, entendeu?. – Claro, meu Rei – disse como se o pau realmente tivesse sentimentos e precisasse de compensação. Quando se aproximou de Lucas, algo mudou nela. Já não era mais a mulher aterrorizada que quase foi partida ao meio. Agora era uma puta disposta a compensar seu Rei pela inaptidão anal. Seu olhar era pura determinação e desejo. Lucas deve ter notado isso, porque quando a teve na frente, agarrou seu pescoço e a puxou para dar um beijo bem dado, devorando a boca dela de forma bestial, como se estivesse despejando toda a frustração naquele beijo por não ter conseguido foder ela por trás. Quando o beijo terminou, os dois estavam sem fôlego, mas se olhavam fixamente nos olhos sem dizer uma palavra. Minha mãe pegou o pau de Lucas e, enquanto o masturbava, virou-se de costas para o Rei. Aproximou-se do colo de Lucas sem se sentar, esfregando o pau contra a buceta. Depois de esfregar o suficiente, enfiou a cabeça guiando com os dedos e, após se virar um segundo para olhar para Lucas, sentou de uma vez, enfiando até o fundo. A sentada pegou Lucas de surpresa, que pareceu ficar sem ar por um momento. Minha mãe jogou a cabeça para trás ao sentir aquela empalação e, sem se mexer, com o pau enterrado até o talo, começou a respirar fundo e devagar. Ambos estavam extasiados, tentando se recuperar, mas foi minha mãe quem se recompôs primeiro. Apoiando as mãos na borda da mesa, levantou-se, deixando dentro da vagina só a cabecinha do pau. Depois de se virar para sorrir para Lucas, sentou de novo de uma vez para sentir aquele pau se enfiando até o fundo da buceta, e de quebra arrancou um suspiro de prazer de Lucas. Dessa vez, sem precisar se recuperar, ela se levantou de novo e repetiu o processo enquanto Lucas... tinha levantado a regata por cima dos peitos pra poder apalpar eles à vontade. Aos poucos, as sentadas foram ficando mais rápidas, embora menos profundas, mas pelo que eu tava vendo, o prazer só aumentava. Minha mãe continuava pulando naquele pedaço enorme de carne sem diminuir o ritmo, animada pelos apertões brutais que o Lucas tava dando nos peitos dela, preso do prazer que ela tava proporcionando. — Ahhh, siiiim, porra! Aaaaahhnngg… caralho, que pedaço de pau que você tem, meu Rei — falava sem parar de ofegar — ah, Lucas… eu sinto… sinto ele até o fundo! — Arrgghh! Você não se preocupa! Continua assim, sente ele até o fundo o quanto precisar, rainha! Ah, caralho, que bucetaaa!! — ele falava com raiva, como se as palavras da minha mãe fossem desnecessárias naquela conversa de buceta e pau que eles estavam tendo aos pulos. Ficaram assim por um bom tempo, com minha mãe montando o pau do Lucas e ele enlouquecido pela foda que aquela buceta gostosa tava dando. Minha mãe começou a ficar tão tesuda que tava quase gozando de novo, e os pulos dela se intensificaram junto com os gritos, tanto que o Lucas teve que tampar a boca dela e enterrar a dele nas costas da minha mãe pra evitar que os gritos dos dois alertassem a casa inteira. Com o clímax da minha mãe, teve um movimento tão forte que eu temi pela integridade da mesa de pingue-pongue. Quando minha mãe chegou no ápice, ficou como paralisada, sentada naquele pau enorme enquanto lambia os dedos que até segundos atrás tinham impedido que os gritos dela ecoassem por um quilômetro ao redor. No estado de total relaxamento, ela se virou como pôde com o pau do Lucas ainda dentro dela e, pegando o rosto dele com as mãos, deu um beijo extra longo, e quando separou os lábios dos do homem dela, um fio bem grosso ligava os lábios dele à ponta da língua da minha mãe, que mantinha ela pra fora da boca com um olhar lascivo. Lucas agarrou ela pela cintura e a Levantou, deixando ela de frente. Pude ver que o pau dele ainda tava firme e que minha mãe ainda aguentava mais um pouco. Agarrando ela com as duas mãos pelas nádegas, ergueu ela e começou a chupar os peitos da minha mãe, enquanto a colocava em cima da mesa de pingue-pongue. Minha mãe, de pernas abertas em cima da mesa, olhou cheia de tesão pro amante, mas ele empurrou ela, deixando ela completamente deitada. Pegou ela pelas nádegas e levantou a posição, e meteu sem mais delongas. Com a estocada, minha mãe se contorceu na mesa, mordendo o lábio inferior de prazer, enquanto agarrava os próprios peitos e os massageava no ritmo da foda que tava levando. Agora era o Lucas que tinha o controle, que ditava o ritmo, e ver (e sentir) como minha mãe tinha montado no pau dele devia ter deixado ele a mil, porque ele martelava a buceta da minha mãe pelo menos no dobro da velocidade da noite anterior. O corpo da minha mãe era empurrado pro fundo da rede de pingue-pongue a cada estocada, e depois puxado de volta pra borda da mesa pelos braços poderosos do homem que tava fodendo a buceta dela à vontade e com tudo que tinha. — Que isso, rainha? Tá gostando de como eu tô fodendo essa sua boceta? Hein, cê tá gostando? Entendeu agora por que você é uma rainha das pirocas? — Ai, meu Deus! Siim… tô gostando… ahh, porra… você me mata… siim… aii, siim… oh, Deus, como eu te adoro, meu Rei… te adoro você e esse seu pedaço de pauzão… ai, siim! — Ah, merda! Porra, vou gozar! Tá ouvindo?! Vou gozaaaar, sua porca malditaaaa!! — aumentou ainda mais a velocidade das metidas, a ponto de minha mãe começar a arquear as costas contra a mesa, levantando cada vez mais o quadril, pronta pra receber aquele último prazer. — Ahhh! Isso, querido! Goza… Goza! Siiiiiiim! — agarrou a rede que tinha em cima da cabeça pra receber os últimos espasmos mais fortes do clímax masculino, e o barulho da mesa tremendo com a trepada daqueles dois animais na frente dela. dos quais um era minha mãe, ficou tão escandaloso que quase abafava os gritos e gemidos dos dois amantes. Agradeci que meu pai tinha instalado vidros insonorizados depois de várias noites de verão sem conseguir dormir por causa das festas que o filho dos nossos vizinhos fazia, porque numa casa normal teria dado pra ouvir tudo. Mas se essas janelas eram capazes de abafar o som do System of a Down no volume máximo, também eram de abafar os sons de uma trepada extraconjugal como essa. Os gemidos dos dois foram se apagando aos poucos até o silêncio, exceto pelas respirações ofegantes da minha mãe e do Lucas tentando recuperar o fôlego. Lucas caiu exausto sobre a mesa, em cima da minha mãe, com o rosto preso entre os peitos dela. Minha mãe, com as pernas enroladas na cintura do Lucas, segurava ofegante entre as mãos a rede de pingue-pongue que tinha arrancado nos últimos momentos de fúria sexual. Ao sentir a língua do Lucas percorrendo o sulco dos peitos dela, soltou a rede pra fazer carinho no cabelo dele enquanto o amante viril aplicava os últimos carinhos sexuais pós-coito nos mamilos ainda eretos dela. Ficaram assim por um tempo, deixando o suor secar e a respiração voltar ao normal. Quando me dei conta, tava com uma ereção enorme, e sem saber o que fazer, tentei abaixar apertando com a mão, mas isso só piorou. Como eu podia ser tão depravado a ponto de ficar excitado vendo minha mãe trepando com outro cara que mal conhecia? Na minha cabeça, busquei todo tipo de desculpa: que era uma reação fisiológica, que não tinha nada a ver com minha mente, que não tinha nada a ver com o tesão de ver uma mulher como minha mãe, que eu achava que era uma santa, foder como uma desenfreada. Tava imerso nesses pensamentos quando ouvi a voz do Lucas. — Foi maravilhoso. Você é demais. Uma verdadeira rainha — disse enquanto terminava de chupar o mamilo da minha mãe e se levantava — Hmmm… Desculpa pelo meu cu, Meu rei… — começou minha mãe a se desculpar enquanto brincava, tentando segurar o Lucas. — Não se preocupa, Marta, acho que sua pequena "demonstração" já foi suficiente pra compensar. — ele terminou de se levantar. Quando tirou o pau da buceta da minha mãe, já estava mole, e a camisinha pendia do pênis que momentos antes tinha sido a arma definitiva na penetração de mulheres; mulheres como minha mãe. Apoiou a rola mole na barriga dela e sorriu, divertido. — Do que tá rindo, meu amor? — perguntou minha mãe. — Aqui tá seu prêmio, rainha. — disse com um tom safado. Dito isso, puxou a ponta da camisinha até que ela saísse de uma vez, deixando um rastro de porra desde a barriga da minha mãe até o esterno. O resto do gozo ele espalhou entre os peitos dela e segurou a camisinha por cima do canal, deixando o restante escorrer. No começo, minha mãe ficou meio sem jeito, mas logo sorriu, feliz de ter a porra do macho dela na pele, mesmo não sendo muito fã de sêmen. Pegou a calcinha fio dental pra se limpar, mas Lucas segurou a mão dela e negou com a cabeça. Pra surpresa da minha mãe, ele a levantou pelas mãos e puxou a regata que ela ainda tinha subida por cima dos peitos, deixando todo o gozo que ia do umbigo até os peitos preso entre a camiseta branca e a pele dela. Desnorteada, ela tentou levantar a camiseta pra se limpar de novo, mas Lucas impediu de novo, dessa vez segurando o pulso dela e beijando-a com ternura enquanto tirava a calcinha fio dental pra evitar novas tentativas de limpeza. Minha mãe entendeu o recado. Lucas queria que ela entrasse em casa com a porra do Rei manchando o corpo dela, impregnando o cheiro e a viscosidade tanto na pele quanto na camiseta. Minha mãe concordou e foi pegar a calcinha pra vestir, mas de novo Lucas impediu, apontando diretamente pra calça. Um sorriso cúmplice cruzou os lábios dos dois, que após se fundiram em outro beijo e terminaram de se vestir. Eu esperei sentado até eles irem embora e, depois de esperar cinco minutos, saí vazado pela porta dos fundos pra chegar no banheiro do andar de baixo. Quando cheguei na sala, falei pro meu pai que tinha estado no celular com um amigo e que preferi conversar no meu quarto pra não atrapalhar. Aí, minha mãe entrou em casa junto com o Lucas com os peitos cheios de porra e sem nada por baixo da calça, com a calcinha fio dental escondida sei lá Deus onde. Quando entraram na sala, todo mundo ficou olhando pra eles. Tavam com uma aparência deplorável; os dois sujos, com a roupa amassada e marcas secas de suor na cara. — Já mostrou a casa pra ele, querida? Pelo amor de Deus, mas o que vocês fizeram, parece que um tanque passou por cima de vocês! — meu pai quis saber, todo inocente. — O pingue-pongue, amor. Você mesmo sugeriu que a gente jogasse uma partida — ela disse com voz de esposa angelical. — Ahh! É verdade, verdade. Bom, e aí? — perguntou, virando pro Lucas — Quem ganhou? — Na verdade, só teve um bate-bola, mas tenho que admitir que sua mulher se mexe muito bem na mesa — ele brincou, olhando pra minha mãe. Minha mãe não conseguiu segurar uma risadinha, e Lucas sentou num sofá como se estivesse na casa dele. Minha mãe foi pra cozinha e voltou logo com uma cerveja que ofereceu pro Lucas. Ele aceitou de boa e convidou ela pra sentar do lado dele. Ela sentou felizona, mas sempre de olho no meu pai pra ver se ele ficava puto. Não passou cinco minutos e minha tia falou: — Nossa, que cheiro estranho. Vocês não tão sentindo? — começou a cheirar até chegar na minha mãe — Pelo amor de Deus, me diz que não é você que tá fedendo assim, Marta. — Jiji, desculpa. É que suei pra caralho jogando pingue-pongue. Na verdade, tava pensando em subir pra tomar um banho agora. — Não… mas… sei lá. É, é suor, mas… não, cheira a outra coisa, não sei o que é… — ela disse, tentando lembrar. Minha mãe e o Lucas sabiam o que era aquele cheiro e mal conseguiram segurar uma risada. Risada forte com os comentários da minha tia. -Hahaha, não esquenta a cabeça. É que eu também passei a tarde toda limpando a casa com o Juan, né filho? – eu fiquei sem reação e só consegui concordar – e devo estar suja de todo tipo de porcaria. Bom, vou subir pra tomar um banho. Não demoro nada. Mas demorou. Depois do que presenciei, tenho certeza de que se limpar não foi a única coisa que ela ia fazer. Quando ela subiu pro banho, eu juraria que ainda estava de pica dura, a porca. Eu subi pro meu quarto porque não aguentava ficar perto do Lucas e, quando desci pra cozinha, vi de passagem pela sala que os convidados tinham ido embora. Depois de um tempo, minha mãe desceu e perguntou onde todo mundo estava. Meu pai disse entre risadas que ela tinha demorado tanto no banho que eles decidiram ir embora porque já era tarde. Minha mãe pareceu decepcionada, mas quando meu pai disse que o Lucas tinha deixado algo pra ela na cozinha, os olhos dela brilharam. -O que ele deixou? – ela perguntou sem pensar -Como vou saber, mulher? Eu teria aberto, mas acho que vou abrir o presente com você, haha. – minha mãe ficou branca e meu pai percebeu – É brincadeira, mulher, hahaha, pra ser sincero, não me interessa nem me importa. A menos que seja um maço de notas, hahahaha. Depois de dar um beijo na minha mãe, ele foi pra sala ver televisão, como sempre fazia naquela hora. Minha mãe foi direto pra cozinha e, em cima da mesa, encontrou uma sacola de supermercado enrolada em volta de alguma coisa. Ela nem olhou pra ver se tinha alguém, senão teria me visto espiando pela porta da cozinha. Ela desenrolou a sacola e sacudiu o conteúdo até cair na mesa. O que eu vi não me fez rir, mas pelo visto minha mãe adorou, porque começou a rir tapando a boca com a mão. Ali em cima da mesa tinha uma calcinha fio-dental azul escura amassada e suja de porra e uma camisinha da qual ainda pendia um fio de sêmen grudado na peça íntima feminina. Naquela noite, fiquei sofrendo no meu quarto. Quarto com uma ereção do caralho, sem conseguir dormir e pensando nas imagens sujas da minha mãe sendo possuída pelo filho da puta do Lucas. Naquele momento, eu achava que tinha um problema sério com a parada da minha mãe e do Lucas, mas só mais tarde eu entenderia que aquilo não passava da ponta do iceberg dos meus problemas.
Acordei como se estivesse de ressaca de quinze doses, e não de champanhe. Quando abri os olhos, ainda não acreditava no que tinha acontecido. Há apenas algumas horas, lá embaixo na cozinha, com boa parte da minha família, incluindo meu pai, minha mãe tinha se transformado gostosamente na sobremesa antecipada de Lucas, um babaca metido a besta que eu esperava nunca mais ver. Claro que ela também tinha recebido sobremesa de sobra. Que porra tinha acontecido lá embaixo ontem à noite? Olhei o relógio. Já passava das 12:30. A essa hora, meus pais já estariam acordados e prontos para encher o saco sobre eu dormir demais, ser um preguiçoso, que outros garotos da minha idade acordavam cedo pra fazer algo produtivo, etc. Espreguicei e, meio zumbi, me arrastei como pude até o banheiro do meu andar. Minha casa é um sobrado de 3 andares, mais o porão-garagem. No primeiro andar ficam principalmente a cozinha e a sala. O segundo andar é o dos quartos: o meu, o dos meus pais e mais três para hóspedes. No andar de cima, temos um sótão como depósito e um quarto grande com banheiro sem mobília, onde costumo subir com meus amigos pra fumar. Me lavei com calma e desci pra tomar café, sem saber bem como reagiria ao ver minha mãe. De repente, lembrei da camisinha cheia de porra que Lucas tinha deixado em cima da mesa do café da manhã e meu estômago revirou. Ia dar meia-volta quando ouvi o "bom dia" do meu pai. Tarde demais. Ele já tinha me ouvido.
— Oi, bom dia, pai — falei.
— Dormiu bem? Porque sua mãe ainda está lá em cima na cama — informou meu pai enquanto descascava uma maçã. — Não lembro que sua mãe tivesse bebido tanto ontem, mas pelo visto ela tá passando uma puta ressaca. —É — respondi sem saber bem o que dizer. "Beber não sei, mas se você visse tudo que ela comeu ontem…" — Bom, vou subir pra tomar um banho. — Não vai tomar café, filho? — Acabei de acordar, não tô com fome — "e não vou comer nessa mesa até a empregada vir limpar" pensei. Entrei no meu quarto pra pegar roupa limpa e fui pro banheiro, mas quando cheguei já tava ocupado. Tava quase indo pro banheiro de cima quando a porta abriu e apareceu minha mãe com cara de sono, mas cheia de felicidade. Ainda por cima, ela tava usando um top como pijama que mostrava um pouco da cintura e marcava pra caralho os peitos dela. Até agora eu nunca tinha reparado nisso com um olhar sexual, já que era minha mãe, mas ao ver os peitos dela não conseguia evitar lembrar das mãos do Lucas agarrando e apertando eles. O que me tirou de vez o sono que ainda restava foi perceber que a peça que completava o conjunto do pijama não era nada mais nada menos que a mesma calcinha que ela tinha usado ontem. Ainda dava pra ver no tecido uma mancha enorme de um tom preto diferente do resto, que era a porra do filho da puta do Lucas. E a puta tinha dormido com a calcinha cheia de sêmen a noite toda! — Bom dia, querido — disse ela me dando um beijo na bochecha. — B... bom dia, mãe — consegui responder. Fiquei besta, sem saber como reagir, nem o que dizer, se é que devia falar alguma coisa naquela situação. Tentando evitar o olhar da minha mãe, reparei que a pia tava cheia de respingos d'água por todo lado e quando olhei de novo pra minha mãe, ela claramente não tinha lavado o rosto. Vi que ela tinha algumas gotas d'água nas mãos, e quando inevitavelmente olhei disfarçadamente pra virilha dela, deduzi que a vaca tinha se limpado a buceta. — Vai tomar banho? — perguntou ela me lançando um olhar. Maternal —Eh… n.não, nada disso. Só queria mijar —precisava fugir dali— Vou mijar lá em cima. —Não se preocupa, meu filho. Eu vou tomar banho, mas preciso ir no quarto pegar roupa limpa, então pode aproveitar pra mijar aqui. Dito isso, foi felizona pelo corredor, deu uma olhada no meu quarto quando passou por ele e se virou pra me dar um sorriso. Depois continuou andando até o fundo do corredor, onde ficava o quarto de casal. Até agora não tinha reparado no jeito dela andar, cheio de classe, mas rebolando a bunda de um jeito que qualquer cromossomo XY não conseguiria evitar de olhar. Não me admirava que o Lucas tivesse ido com tudo pra cima dela… Mas que pussy eu tava pensando! Sim, pode ser que minha mãe tivesse um corpaço, mas era minha mãe. E quanto àquele cuzão do Lucas, o fato de ele ter forçado a infidelidade da minha mãe fazia dele um filho da puta, por mais gostosa que ela fosse aos olhos dos outros. Mijei o mais rápido que pude e me enfiei no meu quarto fechando a porta, pensando que o pesadelo não tinha acabado na noite passada. Na verdade, tinha só começado. Quando desci pra cozinha, minha mãe já tava tomando café da manhã como se nada tivesse acontecido, vestida com uma calça jeans apertada e uma camiseta branca de alcinha estilo militar tenente O’Neill, vulga Demi Moore. Por um momento, achei que o de ontem tinha sido um deslize da minha mãe, que talvez o banho tivesse levado embora a mãe puta pra deixar de volta a querida mãe de sempre. Lá estavam meus pais conversando como toda manhã, com minha mãe animando meu pai nos novos projetos e trocando palavras de carinho e amor. Quando ele terminou de tomar café, foi trabalhar e minha mãe saiu pra se despedir como sempre. Vendo que tudo voltava ao normal, eu também me animei a sair pra me despedir do meu pai. Quando ele pegou o Audi e sumiu no fim da rua, minha mãe tirou algo da calça jeans e jogou rapidinho na lixeira lá fora. Eu já imaginava o que era, mas... quando minha mãe entrou em casa, pude confirmar. Ao levantar a tampa do lixo, vi tanto a calcinha suja quanto a camisinha que Lucas tinha enfiado no decote da minha mãe. Então ouvi um carro se aproximando e fechei a tampa de uma vez. Era o carro do Manuel, o vigia do condomínio, que todo mundo chamava de Mani. Ao contrário do que o pessoal pensava, Mani não era apelido de Manuel, mas sim de "Mãozinhas", porque todo mundo sabia que ele ganhava uma grana extra fazendo de babá, ajudando a mudar móveis ou limpando as piscinas das casas. Todo mundo sabia, mas ninguém falava nada porque quase todo mundo usava os serviços dele. Ele cobrava mais barato que um profissional e ainda ficava disponível o dia inteiro. E quem não usava os serviços dele simplesmente não ligava, porque ele era bem quisto no geral. Exceto pelos meus pais. Quando chegamos no condomínio, o Mani não parava de dar em cima da minha mãe, até se insinuou de brincadeira. Meu pai não achou graça nenhuma e jogou na cara dele que o que ele tinha que fazer era cuidar da segurança dos moradores, e não ficar catando trocado fazendo bico pra lá e pra cá. Eles tiveram uma briga feia que acabou com várias famílias parando de pedir ajuda pro Mani e um dos vasos favoritos da minha mãe quebrado. Foi impossível provar que tinha sido o Mani, mas bastava ter dois dedos de testa pra saber que foi ele. Minha mãe segurou a raiva porque não queria começar outra briga entre meu pai e o vigia, mas um dia que ele não estava, foi confrontá-lo. Ele disse que se ela achava que tinha sido ele, que provasse, e se não, que podia chupar o pau dele, já que era uma puta gostosa. Minha mãe ficou branca, com os lábios tremendo de raiva, mandou ele tomar no cu e desde então meus pais e o vigia nunca se deram bem. Quando o carro do Mani passou na minha frente, ele deu uma olhada cheia de nojo pra casa e depois outra pra mim. Me perguntei se Ela tinha me visto fuçando no lixo. Não deu tempo de processar, já ouvi a voz da minha mãe me chamando lá de casa. A manhã passou tranquila e até ajudei minha mãe com algumas tarefas domésticas. A verdade é que minha ajuda veio a calhar, porque ela tinha parado de trabalhar fazia pouco tempo e se dedicado totalmente à vida familiar. Antes, ela se dedicava exclusivamente a projetos e obras sociais, bancada pelo dinheiro do meu pai. Mas umas irregularidades que ela descobriu nas contas de uma certa ONG em que tinha depositado muita confiança a fez repensar a colaboração com elas. Então, decidiu arrumar as coisas direito em casa antes de sair para arrumar o mundo. Infelizmente, a "casa" dela era um chalé enorme de vários andares, mais um jardim com quadras de esporte e piscina. Então, com minha ajuda, começamos a organizar a casa um pouco. O mais divertido foi na hora de arrumar o jardim, onde tiramos o pó de uma velha mesa de pingue-pongue que meus pais tinham me dado há alguns anos. Minha mãe propôs jogarmos um pouco, e eu, feliz por ver que minha mãe voltava a ser a mesma de sempre, topei. Embora eu não seja igual aos chineses jogando pingue-pongue, sou infinitamente melhor que minha mãe e, com uma certa provocação pelo que aconteceu ontem, fiz ela sofrer pra caralho. Mandei bolas cruzadas, fazendo ela correr de um lado para o outro da mesa, com a força certa para que ela conseguisse devolver. Não consegui evitar sentir um certo tesão misturado com culpa ao ver as tetas da minha mãe quicando, subindo pelo decote a cada jogada. Depois de um tempo, minha mãe estava exausta e suada. Eu mal estava com um pouco de calor e um suorzinho na testa. Percebi que uma das alças tinha escorregado do ombro dela, aumentando a profundidade do decote, agora perlado por algumas gotas de suor. Nesse momento, ouviu-se o portão de casa se abrindo junto com o som de motores. Minha mãe e eu contornamos a casa e, entrando, vimos o Audi do meu pai e o Focus dos meus Tios salmantinos atrás. Saudei meu pai, que descia do carrão de luxo, e já ia cumprimentar meus tios quando uma das portas traseiras do Focus se abriu e surgiu a figura do Lucas. Fiquei sem fala. E ainda por cima ele veio todo gostosão, com uma calça preta bem justinha marcando o pacote e uma camiseta de manga curta também preta tão colada nos músculos do torso que parecia pintada nele. Sem se fazer de rogado, foi direto na minha mãe. Tentei cortar o caminho dele e fiz menção de apertar a mão, mas o filho da puta me deu um tapinha no ombro e, com um curto "beleza", me tirou do caminho. Minha mãe não sabia pra onde olhar. Vi ela de olho no meu pai, que tava conversando com meus tios, e depois no Lucas, que vinha na direção dela com passo confiante e um sorrisão nos lábios. No fim, sem saber o que fazer, ela baixou a vista com as bochechas vermelhas. Isso não intimidou muito o Lucas, que, pegando ela mais pelo rabo do que pela cintura, estampou dois beijos molhados nas bochechas dela, e depois passou a língua nos lábios. — Puxa, que gosto é esse? Você tá suando — disse ele, olhando pra ela por cima dos óculos escuros — Isso me lembra o quê? Minha mãe sorriu, mas não como a senhora que era, e sim como uma colegial sendo paquerada pelo garoto mais popular da sala. A resposta dela foi cortada pelo meu pai, que se aproximava com meus tios. — Querida — disse meu pai — Tava saindo do escritório e adivinha com quem me encontrei? Esses três malandros tomando umas cervejas no "El Barril", haha. Já que não iam me convidar pra sentar com eles, decidi que eu ia convidar eles pra sentar na nossa sala. — Ah… ótimo, querido — respondeu mamãe, não muito convencida — Mas não sabia que eles vinham e não tenho nada pra oferecer de janta. — Ah, mas não se preocupa! Eu só falei de tomar umas e depois cada um janta na sua casa. Além disso, esses dois voltam pra Salamanca hoje à noite — disse ele, se referindo aos meus tios — Vai. Você tá toda molhada, que porra aconteceu? -Nada, tava jogando pingue-pongue com o Juan – ela passou a mão no meu cabelo com cumplicidade. -Assim que eu gosto, mãe e filho, vida saudável. Diferente do pai dela, hahaha – ele riu, tocando a barriguinha que começava a aparecer. -Obrigado por me convidar de novo, senhor Ruiz. A verdade é que a casa de vocês é linda – interrompeu o Lucas. -Gostou da nossa casinha, hein? – ele disse, dando um tapinha nas costas dele – Marta, meu amor, por que não mostra a casa pra ele? Leva ele pra ver a mesa de pingue-pongue e de quebra vocês dão umas rebatidas. A gente vai pra dentro. Não se preocupa. Eu dou conta sozinho de pegar umas cervejas na geladeira. Meu pai me pegou pelos ombros num gesto paternal e, junto com meus tios, fomos andando até a entrada de casa. Eu tentava de todo jeito me soltar e continuei olhando pra trás. O Lucas tinha colocado a mão gentilmente nas costas da minha mãe, convidando ela a liderar o tour, enquanto sussurrava algo no ouvido dela, e ela não conseguia evitar um sorriso meio envergonhado. Sem nem virar a cabeça na nossa direção, minha mãe virou a esquina com o Lucas seguindo ela, enquanto ele admirava a bunda enorme dela, que os jeans colavam por causa do suor. Os dois sumiram da minha vista e meu desespero aumentou. Por sorte, quando cheguei dentro de casa, meu pai sumiu na cozinha atrás das cervejas e meus tios sentaram nos sofás da sala pra conversar entre eles. Nem preciso dizer que não perdi tempo e saí correndo pra fora de casa, seguindo os passos da minha mãe e do Lucas. Contornei a parede lateral do chalé e, quando ia entrar no jardim dos fundos, parei de repente e segurei a respiração. Por pouco não trombei com eles. Por sorte, não me ouviram chegar e continuaram andando enquanto eu espiava eles da esquina. Na frente deles se estendia o corredor largo e enorme, com aqueles vasos gigantes que minha mãe tanto amava dos lados. Eles continuaram andando pelo corredor, falando sobre coisas que não pareciam muito importantes e que terminavam em risadas idiotas, até chegar no limite com a casa dos vizinhos e pararam ao lado da mesa de pingue-pongue. Eu segui eles fácil, já que estavam ocupados demais rindo das graças um do outro pra olhar pra trás, e me escondi atrás de um vaso de planta que tinha ao lado da mesa. Era o vaso que o Mani tinha quebrado e cuja reconstrução com supercola tinha nos levado duas semanas. O tamanho descomunal dele me permitia me esconder atrás, pois era do tamanho de um balde de lixo, mas mais grosso e um pouco mais alto. — Poxa, você ainda tá toda molhada de suor — disse Lucas, cravando os olhos nas gotinhas de suor que ainda enfeitavam a pele da minha mãe, especialmente no decote. — Não tem chuveiro nessa casa? — perguntou, tentando provocar minha mãe. — É que eu tava brincando com meu filho antes de você chegar, idiota — respondeu ela, sem cair na provocação. — Então essa mesa é a culpada. Isso tem solução — com um sorriso, ele se plantou na frente da minha mãe. Passando o dedo indicador bem em cima dos peitos da minha mãe, recolheu algumas gotas de suor e, em seguida, chupou o dedo. — Hmm... não é champanhe, mas pra mim serve. Colocando as mãos nos ombros da minha mãe, ele se abaixou levemente e começou a passar a língua por onde o dedo tinha passado, provocando um suspiro forte que se traduziu num movimento intenso do peito, balançando os peitos redondos da minha mãe. — Aaahhhh... — suspirou minha mãe, observando aquela língua já começando a limpar o suor dela. Lucas interpretou o suspiro abafado da minha mãe e, levantando a cabeça, procurou a boca da sua guia. O contato entre as duas bocas fez minha mãe suspirar de novo, com mais força, enquanto apertava o rosto contra o do amante, abrindo a mandíbula pra dar acesso a maiores prazeres. Lucas desceu as mãos até os peitos, apalpando-os com força, e logo começou a meter a mão por baixo da camiseta, levantando-a até deixar as Peitos da minha mãe de fora. A rapidez da manobra deve ter assustado minha mãe, que, virando o rosto para evitar o beijo, se virou e puxou a camiseta para baixo, escondendo os seios de novo. Minha mãe tentou se afastar, mas Lucas a agarrou pela cintura por trás e a prendeu com seus braços fortes, começando a mordiscar sua orelha. — O que foi, Marta? — continuou, babando na orelha dela. — Eu… não sei se é uma boa ideia — ela gaguejou. — Como assim não? Será que ontem você não se divertiu? — ele começou a subir as mãos até os peitos da minha mãe de novo e começou a acariciá-los suavemente. — S… sim, mas isso é perigoso… e se nos descobrirem? — ela disse, colocando as mãos sobre as de Lucas, que amassavam os seios dela. — É isso mesmo que te preocupa? — Uhnnng…. aahh… C… como? — minha mãe tentava resistir, mas dava pra ver que Lucas sabia apertar os botões certos de uma mulher. Senti vontade de ajudar minha mãe, mas o mesmo medo do dia anterior me paralisava dos pés à cabeça. Lucas desceu uma das mãos que estavam acariciando gostoso os peitos da minha mãe e começou a desabotoar a calça jeans. — Acho que o que te preocupa e te assusta é que você já está molhada — com a calça desabotoada, ele enfiou a mão por dentro, arrancando um gritinho da minha mãe, que se curvou um pouco e colocou as mãos sobre a de Lucas, mas por cima do tecido jeans — Tá vendo? O que eu disse. Você tá escorrendo. — Aaahhngggg….. oooh Lucas… eu…. eu…. — gemeu minha mãe, se remexendo com a mão de Lucas na sua boceta. — Sim? — ele parou de mexer a mão que estava enfiada na calça da mamãe, dando um respiro pra ela. — Eu… sou uma mulher casada. Amo meu Juanillo (é assim que minha mãe chama meu pai), sou mulher dele. E sou feliz assim, quero continuar sendo a esposa do meu marido. — E acho certo — os movimentos da mão que estava na boceta da mamãe recomeçaram devagar — Não quero que você pare de ser a esposa do seu marido. Quero que você seja minha rainha, minha rainha chupadora de pau. — Uhhngggg, deusssss….. ahhh…. ahhhhhh… ah… ah.. — o lado A piranha da minha mãe voltava à tona e, pra deixar bem claro, ela mesma esfregava as tetas com ansiedade. — Nunca te pedi pra largar teu marido. Pra ele, você vai ser a esposa. Pra mim, vai ser minha rainha chupabuceta. Cê acha que consegue conciliar as duas coisas? — falou isso e acelerou o movimento da mão, obrigando minha mãe a largar a punheta das próprias tetas pra colocar as mãos de volta na de Lucas. — Aaaahhhnnnnnnngg….sssiiiiiiiiiiii….por você, claro que posso ser as duas coisas…..ahhhhh……siiiiii….sim, Lucas, serei sua rainha chupabuceta…..ahhh siiii… — aceitou minha mãe, fora de si. — Então age como tal — soltando as garras do corpo esbelto da minha mãe, começou a desabotoar a calça, que caiu no chão junto com a cueca, deixando à mostra o pauzão dele, já no auge da glória. — Siii meu Rei…Glup! Ungggmmpfff…slurp…slurp....slurp! mmhhnn! Minha mãe se abaixou, de olho fixo naquela pica enorme. Segurou ela por baixo com as duas mãos, como se fosse um tesouro, e esticando a língua, lambeu desde a cabeça do pau até a base, voltando pelo mesmo caminho até ter a cabecinha roçando no nariz dela. Aí fechou os olhos e abrindo a boca o máximo que podia, enfiou aquele pedaço de carne que tinha nas mãos com uma cara de felicidade que fazia tempo que não via na minha mãe. Igual na noite anterior, não conseguiu enfiar o bagulho inteiro na boquinha dela, mas pelos gemidos e pela expressão no rosto, dava pra ver que tava curtindo cada centímetro de pica que dançava com a língua dentro da boca dela. Lucas acariciava a cabeça da minha mãe, segurando o cabelo dela pra não atrapalhar o serviço. — Ummmffff….chuuppp…chuuup…slurrrrp…..amo teu gosto, Lucas…me deixa com tesão — falava nos raros momentos em que tirava a pica da boca. — Oh..ohhhh.uoooohhh…aggh…cê é uma rainha de verdade…porra, que boca! — incentivava Lucas, olhando pro teto de tanto prazer. Os suspiros que ela dava Lucas parecia ser tipo um combustível que alimentava o pescoço da minha mãe, porque cada vez as idas e vindas dela no pau de Lucas eram mais rápidas e eu podia ouvir a respiração dela pelo nariz, já que pela boca ela não conseguia fazer outra coisa senão chupar a rola daquele filho da puta que ia foder ela de novo. Quando minha mãe parou de chupar o pau por um momento pra pegar um ar, Lucas fez ela levantar e colocou ela apoiando as mãos na mesa de pingue-pongue, com a bunda empinada, de costas pra ele. Com certa brusquidão, ele puxou a calça jeans dela pra baixo e deixou escapar um sorriso ao ver que naquele dia minha mãe tinha escolhido usar uma calcinha fio dental azul escuro, bem simples, onde dava pra ver manchas molhadas que eu sabia que não eram só de suor. Ele tirou a calcinha deslizando suavemente pelas pernas dela e, depois de jogar o pedacinho de pano na mesa de pingue-pongue, mandou ela abrir as pernas, dando a ele uma visão magnífica tanto do cu quanto da buceta. A cabeça dele se enfiou no ângulo que as pernas da minha mãe formavam e ele começou a percorrer cada cantinho com a língua, enquanto com os dedos aumentava a excitação já agitada dela, enfiando tanto na buceta quanto no cu. Morrendo de tesão, os braços dela já não aguentavam mais se apoiar na mesa, e ela deitou o torso todo, esmagando os peitos contra o alumínio da mesa, enquanto com as mãos amassava a calcinha suja e molhada. Eu, a uns dois metros dali, podia ouvir o som que a língua de Lucas fazia ao passar pela buceta molhada da minha mãe, chupando e engolindo de vez em quando pra continuar o trabalho sem se afogar naquele mar de fluidos. Foi aí que veio o primeiro orgasmo da minha mãe, que se virou pra olhar nos olhos do homem que a fazia gozar daquele jeito. Fiquei pasmo com a cara da minha mãe. Ela tinha os olhos semicerrados e não parava de lamber os lábios de forma obscena. Lucas soltou uma gargalhada e enfiou um dedo na buceta da mamãe, fazendo ela soltar um gritinho de prazer e se virar pra frente. Com o dedo ainda na buceta dela, ele remexeu num bolsinho que tinha na camiseta super justa e tirou uma camisinha igual à da noite anterior. Lucas se levantou e colocou num piscar de olhos. Depois começou a apontar pro cu da minha mãe, mas pelo visto não conseguia fazer entrar. — Ah não, meu rei, por aí não, por favor… eu… por aí… nunca… te imploro… — pediu minha mãe. — Fica tranquila, tenho certeza que você vai gostar — disse ele, colocando a cabecinha no esfíncter pra tentar o ataque de novo. Quando minha mãe sentiu aquela coisa começando a abrir caminho pelo cu dela, apertou o rosto contra a mesa e fechou os punhos, começando a soltar gemidos que quase pareciam choramingos. Eu olhei pro Lucas e parecia que a coisa não ia ser fácil. As tentativas e fracassos contínuos vinham acompanhados de momentos de pura tensão na minha mãe, seguidos de relaxamento, mas cheios de medo. Enquanto eu observava bestificado a cena, ouvi uns barulhos parecidos com estalos e olhei ao redor. Olhei pra trás de mim e só via o corredor imenso. À minha direita estava a parede, à minha esquerda o jardim se estendia até as quadras de tênis, e na minha frente, ou melhor, na frente da minha mãe e do Lucas, estava o portão com arbustos que separava nosso jardim do dos vizinhos. Tive medo de que tivessem sido descobertos, mas lembrei que eles estavam viajando e que não tinha ninguém em casa. Meu Deus, eu tava ficando paranoico. Esses estalos com certeza eram o pau do Lucas brincando com os sucos da minha mãe. Voltei a me concentrar na cena, que me mantinha preso, não só de raiva e impotência, mas também de fascínio pela nova mãe que eu tava conhecendo. O quadril do Lucas se arqueou um pouco mais pra frente, aumentando a profundidade da penetração anal que minha mãe recebia naqueles momentos, aterrorizada. Eu tava presenciando uma tremenda luta entre o cu apertado da minha mãe e O poder do pau do Lucas numa tentativa constante de penetração que rapidamente era frustrada numa nova tentativa. -Uuuuuuhhhh……- minha mãe se queixava enquanto o pauzão tentava invadi-la. Quando Lucas desistia e tirava, ele ofegava de esforço e tensão – Arf…arf… -Porra, merda, nunca vi uma bunda tão apertada. Parece que o cu quer briga, hein, rainha? – perguntou Lucas suando. Mas minha mãe já não conseguia nem falar. Só conseguia se concentrar em tentar aguentar o próximo ataque o melhor que pudesse. Lucas, cansado de tanta resistência, cuspiu uns bons cuspes na mão e passou na camisinha. Feito isso, mirou bem no cu da minha mãe e dessa vez usou o peso do corpo pra penetrar. E funcionou. A cada segundo, um pedaço a mais da vara do "Rei" sumia entre as nádegas da minha mãe, e Lucas sorriu triunfante. Mas não tinham avançado mais que uns centímetros quando minha mãe começou a soltar gritos de dor. Não eram gritos de prazer. Aquele pauzão monstruoso estava rasgando o esfíncter da minha mãe e matando ela de dor. Lucas tentou acalmá-la de todo jeito, até enfiou a calcinha fio dental na boca dela pra abafar os gritos, mas mesmo assim não deu. Resignado, tirou a pica do cu da mamãe e olhou pra ela desgostoso. -D…desculpa, Lucas, amor. Mas seu pau tem a cabeça muito grossa e…desculpa – ela disse com um tom de culpa enorme. -Porra…Tá bem. Me satisfaço com sua buceta de rainha. Mas você vai ter que compensar de algum jeito. Minha mãe, sem reclamar, virou de novo agradecida, numa posição parecida com a anterior, e abrindo as pernas o máximo que pôde, separou os lábios da buceta convidando Lucas a entrar. Mas Lucas não se mexeu. Pegando ela pelo braço com certa brusquidão, afastou ela da mesa e apoiou a bunda nua na borda dela e sentou. Minha mãe ficou confusa, mas Lucas esclareceu na hora. -Eu disse que você vai ter que compensar. Minha pica tá dolorida porque se sentiu rejeitada – disse com tom sério – Agora você vai ter que provar pro meu pau o quanto você gosta dele. Por enquanto não vou te foder. Você vai foder meu pau, entendeu?. – Claro, meu Rei – disse como se o pau realmente tivesse sentimentos e precisasse de compensação. Quando se aproximou de Lucas, algo mudou nela. Já não era mais a mulher aterrorizada que quase foi partida ao meio. Agora era uma puta disposta a compensar seu Rei pela inaptidão anal. Seu olhar era pura determinação e desejo. Lucas deve ter notado isso, porque quando a teve na frente, agarrou seu pescoço e a puxou para dar um beijo bem dado, devorando a boca dela de forma bestial, como se estivesse despejando toda a frustração naquele beijo por não ter conseguido foder ela por trás. Quando o beijo terminou, os dois estavam sem fôlego, mas se olhavam fixamente nos olhos sem dizer uma palavra. Minha mãe pegou o pau de Lucas e, enquanto o masturbava, virou-se de costas para o Rei. Aproximou-se do colo de Lucas sem se sentar, esfregando o pau contra a buceta. Depois de esfregar o suficiente, enfiou a cabeça guiando com os dedos e, após se virar um segundo para olhar para Lucas, sentou de uma vez, enfiando até o fundo. A sentada pegou Lucas de surpresa, que pareceu ficar sem ar por um momento. Minha mãe jogou a cabeça para trás ao sentir aquela empalação e, sem se mexer, com o pau enterrado até o talo, começou a respirar fundo e devagar. Ambos estavam extasiados, tentando se recuperar, mas foi minha mãe quem se recompôs primeiro. Apoiando as mãos na borda da mesa, levantou-se, deixando dentro da vagina só a cabecinha do pau. Depois de se virar para sorrir para Lucas, sentou de novo de uma vez para sentir aquele pau se enfiando até o fundo da buceta, e de quebra arrancou um suspiro de prazer de Lucas. Dessa vez, sem precisar se recuperar, ela se levantou de novo e repetiu o processo enquanto Lucas... tinha levantado a regata por cima dos peitos pra poder apalpar eles à vontade. Aos poucos, as sentadas foram ficando mais rápidas, embora menos profundas, mas pelo que eu tava vendo, o prazer só aumentava. Minha mãe continuava pulando naquele pedaço enorme de carne sem diminuir o ritmo, animada pelos apertões brutais que o Lucas tava dando nos peitos dela, preso do prazer que ela tava proporcionando. — Ahhh, siiiim, porra! Aaaaahhnngg… caralho, que pedaço de pau que você tem, meu Rei — falava sem parar de ofegar — ah, Lucas… eu sinto… sinto ele até o fundo! — Arrgghh! Você não se preocupa! Continua assim, sente ele até o fundo o quanto precisar, rainha! Ah, caralho, que bucetaaa!! — ele falava com raiva, como se as palavras da minha mãe fossem desnecessárias naquela conversa de buceta e pau que eles estavam tendo aos pulos. Ficaram assim por um bom tempo, com minha mãe montando o pau do Lucas e ele enlouquecido pela foda que aquela buceta gostosa tava dando. Minha mãe começou a ficar tão tesuda que tava quase gozando de novo, e os pulos dela se intensificaram junto com os gritos, tanto que o Lucas teve que tampar a boca dela e enterrar a dele nas costas da minha mãe pra evitar que os gritos dos dois alertassem a casa inteira. Com o clímax da minha mãe, teve um movimento tão forte que eu temi pela integridade da mesa de pingue-pongue. Quando minha mãe chegou no ápice, ficou como paralisada, sentada naquele pau enorme enquanto lambia os dedos que até segundos atrás tinham impedido que os gritos dela ecoassem por um quilômetro ao redor. No estado de total relaxamento, ela se virou como pôde com o pau do Lucas ainda dentro dela e, pegando o rosto dele com as mãos, deu um beijo extra longo, e quando separou os lábios dos do homem dela, um fio bem grosso ligava os lábios dele à ponta da língua da minha mãe, que mantinha ela pra fora da boca com um olhar lascivo. Lucas agarrou ela pela cintura e a Levantou, deixando ela de frente. Pude ver que o pau dele ainda tava firme e que minha mãe ainda aguentava mais um pouco. Agarrando ela com as duas mãos pelas nádegas, ergueu ela e começou a chupar os peitos da minha mãe, enquanto a colocava em cima da mesa de pingue-pongue. Minha mãe, de pernas abertas em cima da mesa, olhou cheia de tesão pro amante, mas ele empurrou ela, deixando ela completamente deitada. Pegou ela pelas nádegas e levantou a posição, e meteu sem mais delongas. Com a estocada, minha mãe se contorceu na mesa, mordendo o lábio inferior de prazer, enquanto agarrava os próprios peitos e os massageava no ritmo da foda que tava levando. Agora era o Lucas que tinha o controle, que ditava o ritmo, e ver (e sentir) como minha mãe tinha montado no pau dele devia ter deixado ele a mil, porque ele martelava a buceta da minha mãe pelo menos no dobro da velocidade da noite anterior. O corpo da minha mãe era empurrado pro fundo da rede de pingue-pongue a cada estocada, e depois puxado de volta pra borda da mesa pelos braços poderosos do homem que tava fodendo a buceta dela à vontade e com tudo que tinha. — Que isso, rainha? Tá gostando de como eu tô fodendo essa sua boceta? Hein, cê tá gostando? Entendeu agora por que você é uma rainha das pirocas? — Ai, meu Deus! Siim… tô gostando… ahh, porra… você me mata… siim… aii, siim… oh, Deus, como eu te adoro, meu Rei… te adoro você e esse seu pedaço de pauzão… ai, siim! — Ah, merda! Porra, vou gozar! Tá ouvindo?! Vou gozaaaar, sua porca malditaaaa!! — aumentou ainda mais a velocidade das metidas, a ponto de minha mãe começar a arquear as costas contra a mesa, levantando cada vez mais o quadril, pronta pra receber aquele último prazer. — Ahhh! Isso, querido! Goza… Goza! Siiiiiiim! — agarrou a rede que tinha em cima da cabeça pra receber os últimos espasmos mais fortes do clímax masculino, e o barulho da mesa tremendo com a trepada daqueles dois animais na frente dela. dos quais um era minha mãe, ficou tão escandaloso que quase abafava os gritos e gemidos dos dois amantes. Agradeci que meu pai tinha instalado vidros insonorizados depois de várias noites de verão sem conseguir dormir por causa das festas que o filho dos nossos vizinhos fazia, porque numa casa normal teria dado pra ouvir tudo. Mas se essas janelas eram capazes de abafar o som do System of a Down no volume máximo, também eram de abafar os sons de uma trepada extraconjugal como essa. Os gemidos dos dois foram se apagando aos poucos até o silêncio, exceto pelas respirações ofegantes da minha mãe e do Lucas tentando recuperar o fôlego. Lucas caiu exausto sobre a mesa, em cima da minha mãe, com o rosto preso entre os peitos dela. Minha mãe, com as pernas enroladas na cintura do Lucas, segurava ofegante entre as mãos a rede de pingue-pongue que tinha arrancado nos últimos momentos de fúria sexual. Ao sentir a língua do Lucas percorrendo o sulco dos peitos dela, soltou a rede pra fazer carinho no cabelo dele enquanto o amante viril aplicava os últimos carinhos sexuais pós-coito nos mamilos ainda eretos dela. Ficaram assim por um tempo, deixando o suor secar e a respiração voltar ao normal. Quando me dei conta, tava com uma ereção enorme, e sem saber o que fazer, tentei abaixar apertando com a mão, mas isso só piorou. Como eu podia ser tão depravado a ponto de ficar excitado vendo minha mãe trepando com outro cara que mal conhecia? Na minha cabeça, busquei todo tipo de desculpa: que era uma reação fisiológica, que não tinha nada a ver com minha mente, que não tinha nada a ver com o tesão de ver uma mulher como minha mãe, que eu achava que era uma santa, foder como uma desenfreada. Tava imerso nesses pensamentos quando ouvi a voz do Lucas. — Foi maravilhoso. Você é demais. Uma verdadeira rainha — disse enquanto terminava de chupar o mamilo da minha mãe e se levantava — Hmmm… Desculpa pelo meu cu, Meu rei… — começou minha mãe a se desculpar enquanto brincava, tentando segurar o Lucas. — Não se preocupa, Marta, acho que sua pequena "demonstração" já foi suficiente pra compensar. — ele terminou de se levantar. Quando tirou o pau da buceta da minha mãe, já estava mole, e a camisinha pendia do pênis que momentos antes tinha sido a arma definitiva na penetração de mulheres; mulheres como minha mãe. Apoiou a rola mole na barriga dela e sorriu, divertido. — Do que tá rindo, meu amor? — perguntou minha mãe. — Aqui tá seu prêmio, rainha. — disse com um tom safado. Dito isso, puxou a ponta da camisinha até que ela saísse de uma vez, deixando um rastro de porra desde a barriga da minha mãe até o esterno. O resto do gozo ele espalhou entre os peitos dela e segurou a camisinha por cima do canal, deixando o restante escorrer. No começo, minha mãe ficou meio sem jeito, mas logo sorriu, feliz de ter a porra do macho dela na pele, mesmo não sendo muito fã de sêmen. Pegou a calcinha fio dental pra se limpar, mas Lucas segurou a mão dela e negou com a cabeça. Pra surpresa da minha mãe, ele a levantou pelas mãos e puxou a regata que ela ainda tinha subida por cima dos peitos, deixando todo o gozo que ia do umbigo até os peitos preso entre a camiseta branca e a pele dela. Desnorteada, ela tentou levantar a camiseta pra se limpar de novo, mas Lucas impediu de novo, dessa vez segurando o pulso dela e beijando-a com ternura enquanto tirava a calcinha fio dental pra evitar novas tentativas de limpeza. Minha mãe entendeu o recado. Lucas queria que ela entrasse em casa com a porra do Rei manchando o corpo dela, impregnando o cheiro e a viscosidade tanto na pele quanto na camiseta. Minha mãe concordou e foi pegar a calcinha pra vestir, mas de novo Lucas impediu, apontando diretamente pra calça. Um sorriso cúmplice cruzou os lábios dos dois, que após se fundiram em outro beijo e terminaram de se vestir. Eu esperei sentado até eles irem embora e, depois de esperar cinco minutos, saí vazado pela porta dos fundos pra chegar no banheiro do andar de baixo. Quando cheguei na sala, falei pro meu pai que tinha estado no celular com um amigo e que preferi conversar no meu quarto pra não atrapalhar. Aí, minha mãe entrou em casa junto com o Lucas com os peitos cheios de porra e sem nada por baixo da calça, com a calcinha fio dental escondida sei lá Deus onde. Quando entraram na sala, todo mundo ficou olhando pra eles. Tavam com uma aparência deplorável; os dois sujos, com a roupa amassada e marcas secas de suor na cara. — Já mostrou a casa pra ele, querida? Pelo amor de Deus, mas o que vocês fizeram, parece que um tanque passou por cima de vocês! — meu pai quis saber, todo inocente. — O pingue-pongue, amor. Você mesmo sugeriu que a gente jogasse uma partida — ela disse com voz de esposa angelical. — Ahh! É verdade, verdade. Bom, e aí? — perguntou, virando pro Lucas — Quem ganhou? — Na verdade, só teve um bate-bola, mas tenho que admitir que sua mulher se mexe muito bem na mesa — ele brincou, olhando pra minha mãe. Minha mãe não conseguiu segurar uma risadinha, e Lucas sentou num sofá como se estivesse na casa dele. Minha mãe foi pra cozinha e voltou logo com uma cerveja que ofereceu pro Lucas. Ele aceitou de boa e convidou ela pra sentar do lado dele. Ela sentou felizona, mas sempre de olho no meu pai pra ver se ele ficava puto. Não passou cinco minutos e minha tia falou: — Nossa, que cheiro estranho. Vocês não tão sentindo? — começou a cheirar até chegar na minha mãe — Pelo amor de Deus, me diz que não é você que tá fedendo assim, Marta. — Jiji, desculpa. É que suei pra caralho jogando pingue-pongue. Na verdade, tava pensando em subir pra tomar um banho agora. — Não… mas… sei lá. É, é suor, mas… não, cheira a outra coisa, não sei o que é… — ela disse, tentando lembrar. Minha mãe e o Lucas sabiam o que era aquele cheiro e mal conseguiram segurar uma risada. Risada forte com os comentários da minha tia. -Hahaha, não esquenta a cabeça. É que eu também passei a tarde toda limpando a casa com o Juan, né filho? – eu fiquei sem reação e só consegui concordar – e devo estar suja de todo tipo de porcaria. Bom, vou subir pra tomar um banho. Não demoro nada. Mas demorou. Depois do que presenciei, tenho certeza de que se limpar não foi a única coisa que ela ia fazer. Quando ela subiu pro banho, eu juraria que ainda estava de pica dura, a porca. Eu subi pro meu quarto porque não aguentava ficar perto do Lucas e, quando desci pra cozinha, vi de passagem pela sala que os convidados tinham ido embora. Depois de um tempo, minha mãe desceu e perguntou onde todo mundo estava. Meu pai disse entre risadas que ela tinha demorado tanto no banho que eles decidiram ir embora porque já era tarde. Minha mãe pareceu decepcionada, mas quando meu pai disse que o Lucas tinha deixado algo pra ela na cozinha, os olhos dela brilharam. -O que ele deixou? – ela perguntou sem pensar -Como vou saber, mulher? Eu teria aberto, mas acho que vou abrir o presente com você, haha. – minha mãe ficou branca e meu pai percebeu – É brincadeira, mulher, hahaha, pra ser sincero, não me interessa nem me importa. A menos que seja um maço de notas, hahahaha. Depois de dar um beijo na minha mãe, ele foi pra sala ver televisão, como sempre fazia naquela hora. Minha mãe foi direto pra cozinha e, em cima da mesa, encontrou uma sacola de supermercado enrolada em volta de alguma coisa. Ela nem olhou pra ver se tinha alguém, senão teria me visto espiando pela porta da cozinha. Ela desenrolou a sacola e sacudiu o conteúdo até cair na mesa. O que eu vi não me fez rir, mas pelo visto minha mãe adorou, porque começou a rir tapando a boca com a mão. Ali em cima da mesa tinha uma calcinha fio-dental azul escura amassada e suja de porra e uma camisinha da qual ainda pendia um fio de sêmen grudado na peça íntima feminina. Naquela noite, fiquei sofrendo no meu quarto. Quarto com uma ereção do caralho, sem conseguir dormir e pensando nas imagens sujas da minha mãe sendo possuída pelo filho da puta do Lucas. Naquele momento, eu achava que tinha um problema sério com a parada da minha mãe e do Lucas, mas só mais tarde eu entenderia que aquilo não passava da ponta do iceberg dos meus problemas.
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