A próxima experiência que vou contar ninguém sabe, nem mesmo meu namorado que estava lá. Nos dias seguintes, me senti muito mal, como uma puta suja que aceita qualquer coisa quando tá bêbada e com vontade de transar. Mas lembrando disso, me dá vontade de reviver, não só pelo prazer que senti, mas por todo o tesão que rolou naquela noite. Quando lembro, fico toda molhada e às vezes até fantasio em repetir enquanto me toco. Aliás, agora mesmo já tô me acariciando enquanto escrevo.
Mas não quero me alongar em coisas que não vêm ao caso, então vou me apresentar. Me chamo Tamara, mas obviamente me chamam de Tamy, tenho 22 anos. Sinceramente, me considero uma garota gostosa, embora saiba que tem muitas mais bonitas que eu, mas sei que tenho meus atributos. Não sou muito alta, tenho 1,70m, peitos não muito grandes, mas bem formados, e uma bunda que não é meu melhor atributo. Mas com a roupa certa e uma boa pose, sou brutal. Já me disseram isso amigos, amigas e até primo. Sou muito sensual, mesmo tendo pouco a oferecer. Amo sexo em todas as formas, vale deixar claro que até aquela noite eu nunca tinha experimentado.
Foi exatamente no dia 14 de fevereiro de 2021. Eu tava namorando um cara, já estávamos juntos há vários anos, mais ou menos dois anos e meio. Ele era um cara muito bom e eu o amava, gostava de estar com ele, até fantasiava um futuro e família, etc. Tudo ia muito bem até aquele 13 de fevereiro. Uma amiga me contou que outra amiga nossa tinha terminado com o atual namorado. Pra não alongar, entre todo o grupo de amigas decidimos passar o dia 14 com ela. Todas tivemos que adiar nossos planos, por sorte os namorados de cada uma entenderam, apesar de um ou outro ter feito algum drama, mas conseguimos ficar todas juntas. Com meu namorado, que se chamava Daniel, foi um pouco complicado, principalmente porque ele entendia a situação e não tinha problemas, mas o cara queria transar. A verdade é que eu também queria, e combinamos que em algumas horas nos encontraríamos. Terminaríamos juntos no Dia dos Namorados. Na reunião com minhas amigas, minha amiga despeitada esqueceu rápido do término, a gente tava zoando, dançando, bebendo e se divertindo, até que o Daniel me mandou uma mensagem no WhatsApp. Abri e era uma foto do pau dele bem duro e depilado com uma mensagem dizendo: "Quando quiser me avisa, que isso aqui é todo seu". Adorei a foto, me afastei das minhas amigas e fui pro banheiro, subi uma perna no vaso, coloquei o celular no modo selfie e enfiei debaixo da minha saia curta e mandei a foto pra ele, falando pra manter duro até eu ir até ele. Tirei mais umas fotos e saí. Enquanto me divertia, tava trocando ideia com meu namorado, entre outras coisas ele me contou que foi com uns amigos beber e obviamente não só álcool. Só falei pra ele não exagerar, que a noite ainda nos esperava. Passaram umas 4 horas e muitas das minhas amigas já estavam indo embora, todas pensando a mesma coisa: já que cumpriu, agora é a nossa vez. Com tudo que a gente tinha bebido, já tava me sentindo tonta, andar reto já tava difícil, mas ainda tava consciente de tudo. Foi aí que mandei mensagem pro Daniel pra ele passar e me buscar. Deve ter passado meia hora e ele nem tinha lido a mensagem, liguei e ele não atendia. Não duvidava dele, só que eu já tava com muita vontade e não queria esperar mais. Pra piorar, as poucas amigas que sobraram começaram a falar das experiências delas, cada história melhor que a outra. Fosse verdade ou mentira, não tava nem aí, eu só queria sentir uma boa rola antes de dormir. O Daniel não aparecia e não respondia as mensagens, já tava ficando nervosa até que chegou um áudio dele... Não podia acreditar no que esse cara tava fazendo comigo. No áudio dava pra perceber o quanto ele tava ruim, pedindo desculpa e falando que já vinha. Era óbvio que esse cara ou se matava quando viesse, matava nós dois, ou pior, dormia e eu não ia dar pra ninguém. Fiquei puta quando ele chegou. Abri a porta do carro e todas as minhas suspeitas se confirmaram. Ele tava com uma cara de bêbado ruim, mal conseguia falar palavras, quis se fazer de amoroso, mas minha atitude de brava fez ele recuar. Subi no carro e começamos a andar. Tentei ver o lado positivo de tudo: ele tava alegre, mais do que o normal, e era óbvio que também queria a mesma coisa que eu. Enquanto a gente conversava sobre nossas festas, ele dirigia e passava a mão nas minhas pernas, passando por baixo da minha saia e depois descendo. Eu já conhecia ele nesse estado, e ele me conheceu em estados piores, mas meu medo era a gente chegar na cama e ele apagar. Sabia que o Daniel não ia conseguir sozinho, e enquanto ele acariciava minhas pernas e, de vez em quando, tocava minha buceta com os dedos, eu me aproximei mais do lado dele e comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça. A gente fez umas quadras assim até eu sentir o volume dele crescendo cada vez mais. Me irritava um pouco ele tirar as mãos pra trocar a marcha do carro, mas sabia que era eu quem tinha que tomar a iniciativa dessa vez. Aproveitei um momento em que ele tava trocando a marcha e me inclinei mais pra perto dele pra usar as duas mãos e desabotoar a jeans dele. Ele me ajudou, se ajeitando no espaço que dava entre o banco e o volante, até que eu consegui tirar o pau dele da cueca. Sem hesitar, me inclinei pra chupar ele. Comecei com uns beijinhos na cabeça e ia descendo pra depois subir, passava a língua da glande descendo até onde a jeans dele permitia, subia de novo e metia ele inteiro na boca. Enquanto eu subia e descia a cabeça chupando aquele pau, dava pra sentir o carro diminuindo a velocidade e até estacionando. Ele se recostou no banco enquanto eu me ajoelhava no banco do carona, levantando a bunda minúscula dele. Ele passava a mão nas minhas costas e chegava nas minhas nádegas pra subir de novo, enquanto eu saboreava o pau dele. Adorava chupar ele, queria ele bem molhado pra me penetrar. Com meus lábios, só sugava e subia e descia pela cabeça do pau dele, enquanto com a língua eu brincava. Com a gla dela, eu enlouquecia ele, ouvia ele gemer e falar coisas que eu não entendia. Ele passava as mãos por trás da minha saia e acariciava meu cu. Não tava preparada pra isso, mas sabia que, pela posição, ele não ia alcançar minha buceta, que já tava mais que molhada, então não falei nada e continuei. Ficamos uns minutos assim até que senti ele parar de responder aos meus estímulos, tanto que o pau dele foi murchando. É estranho, nunca me aconteceu, até que naquele momento eu ouço... Toc, toc... Sem pensar, olhei pra janela e não podia acreditar: era um policial. Na hora, fiquei dura, olhando fixo pra ele, até que senti uma luz atrás de mim. Me virei e vi pela outra janela outro policial com uma lanterna iluminando dentro do carro. Foi questão de segundos enquanto tentava me arrumar e vejo o Daniel dormindo, o filho da puta. Sentei no meu lugar e o policial que tava do lado esquerdo do carro bateu de novo. Vejo o Daniel acordar, se espreguiçar e, ao ver o oficial, abaixar o vidro. — Boa noite, cavalheiro. Pode me dar a documentação? Daniel, num estado deplorável, vejo ele se esforçar pra tirar a carteira do bolso de trás. Entrega os documentos pro oficial, que olha e devolve, dizendo: — A senhorita, quem é? Daniel responde não sei em que língua, algo tipo: — Ela é minha mina. O agente que tava do meu lado vejo fazer sinal pro outro, e o que tava do lado do meu namorado manda ele descer. Daniel desce e fica conversando com os agentes um bom tempo. Eu tava nervosa, não sabia o que podia acontecer. Tava pensando em ligar pra alguém, mas pra quem? Como explico essa situação? Então fiquei esperando. Depois de alguns minutos, Daniel entra no carro e me fala: — Os policiais querem falar com você. Fala o que for preciso pra gente vazar daqui. Eu não entendia nada, por que eles queriam falar comigo? Do que queriam falar? Mas como vi o Daniel convencido de que se eu falasse a gente ia embora, aceitei e desci. do carro. Quando desci e fechei a porta, um dos oficiais me levou para trás dos nossos carros e os dois pararam na minha frente e começaram a perguntar:
— Boa noite, senhorita. A senhora conhece o motorista?
— Sim, óbvio, é meu namorado, saímos pra comemorar o Dia dos Namorados.
— Tem certeza? Não tenha medo, conosco a senhora está segura.
— Segura de quê? Tô com meu namorado, não tô entendendo.
— Fique calma, estamos fazendo nosso trabalho. Achamos suspeita a atividade dentro do veículo, então interviemos.
— Bom, ele é meu namorado há dois anos, eu já tenho 22, qual seria o problema?
Nesse momento, um dos agentes se aproxima do que me interrogava e fala no ouvido dele. O primeiro policial só balançava a cabeça até que, num instante, me olha dos pés à cabeça e sorri.
— Aconteceu alguma coisa?
— Sim, pelo visto seu namorado tá dirigindo com a carteira vencida e, além disso, dá pra perceber que consumiu algo que não devia.
— E não dá pra deixar passar dessa vez? Eu não tomei nada, sei dirigir.
— Olha, pela carteira vencida até podemos deixar passar, mas por dirigir sob efeito de substâncias, não.
O outro oficial se mete na conversa:
— Podemos te levar pra delegacia, chamar seus responsáveis pra virem te buscar, mas seu namorado hoje fica preso.
Era óbvio que não tinha solução diplomática nisso. Se meus pais descobrissem que o Daniel usa droga ou que ele vai preso, ia tudo pro caralho. Parecia um pesadelo, eu tava mais que nervosa com tudo isso. Pensei em subornar eles, mas não tinha mais de 900 reais, e o Daniel não sei se tinha grana. Acho que num momento fiquei tão viajando, olhando pro nada, que o policial falou comigo e até gritou:
— Ei!! Tá conosco?
— Desculpa, é que não sei o que fazer. Não quero que meus pais fiquem sabendo nem que meu namorado tenha problemas.
— E então, eu não posso fazer nada, mocinha. É meu trabalho.
Foi aí que ouvi um assobio vindo da viatura e um dos oficiais foi. Com todo o movimento, nunca percebi que tinha outro policial, mas sentado dentro da viatura. No fim das contas... De alguns segundos, o oficial voltou pra junto da gente e falou pro parceiro:
— A pibita deu sorte, o chefe quer que a gente resolva aqui mesmo.
— Sério?
— Foi o que ele me disse, mas que não deixemos ela de fora.
O primeiro policial olhou pra todos os lados antes de me falar:
— Vamo resolver aqui, se você sabe dirigir, depois cai fora, que tal?
— Claro, agora não tenho muita grana, mas amanhã te passo tudo que pedir.
Na hora, os policiais começaram a rir de um jeito bem debochado.
— Não queremos dinheiro.
Eu já sacou pra onde a coisa tava indo e só esperava o Daniel agir, mas falei:
— Se não me falarem, não sou adivinha. Além disso, meu namorado tá no carro.
— Seu namorado? Vem cá.
Me fizeram andar pra ver que o Daniel tinha dormido, o filho da puta.
Aí o policial me diz:
— Então, o que vai fazer? A gente chama a base ou resolve aqui?
Eu, vendo o Daniel dormindo, sabia que tinha que fazer tudo sozinha e falei pro policial:
— Beleza, o que tem que fazer?
Ele me pegou pela mão e me levou pro lado do carro do meu namorado, que dava pro acostamento. Parou na minha frente e começou a desabotoar o cinto. Agora que penso, não acredito que na hora eu não sacava o que tava rolando, até ele tirar até a cueca e deixar cair um cock enorme na minha frente. Era óbvio que ganhava do Daniel em tamanho e comprimento, e juro que queria tocar, mas meus instintos de santinha me seguravam. Só fiquei ali parada, olhando aquele pedaço enorme, até o agente me falar:
— Vai, paga a multa.
— Adorei, é bem grande, mas meu namorado tá aqui.
— Para de encher o saco, o cara já apagou faz tempo.
Era verdade, o Daniel já tinha dormido do porre que tava, e eu tinha um cock muito lindo na minha frente. Tava tão duro, e a cabeça queria que eu puxasse o prepúcio. Então, toda a raiva, o estresse e o nervosismo foram sumindo enquanto eu me abaixava diante daquele pedaço de carne. Gostei tanto que nem masturbei com as mãos. Enquanto me abaixava, abri a boca pra ele entrar, coloquei meu... Joelhos sobre as botas dela e comecei a chupar, mal cabia na minha boca e por mais que eu tentasse não chegava até a barriga dela. Sentia que ia engasgar, que delícia de pau tava me chupando, o perfume dela era maravilhoso, a ppk bem depilada e os ovos muito macios na mão. Ela me puxa pelo cabelo e me joga pra trás e começa a se masturbar. POR FAVOR, AINDA NÃO ACABOU. Tudo pra me segurar debaixo do queixo e começar a foder minha boca, aquela pica entrava tão fundo que eu sentia abrindo caminho na minha garganta, adoro como esse policial safado fodia minha boca, até que sinto uma mão nas minhas costas, sabia que o primeiro policial não ia ser o único, já que tinha uma mão no meu pescoço e a outra debaixo do meu queixo me penetrando oralmente. Num momento, pensei que o Daniel ia acordar, mas em vez de acabar com tudo, ele queria que eu fosse comida por trás, eu tava entregue, mas em vez disso sinto algo acariciando meu rosto, abro os olhos e olho pra minha esquerda e era outro pau, não tão bom quanto o primeiro, mas bonitinho o suficiente, tanto que ao ver me deu vontade de chupar ele também. Larguei a pica do primeiro policial e comecei a mamar no outro enquanto batia uma pro primeiro. Essa segunda rola me agradava mais, era mais fina, cabia melhor na minha boca e eu podia brincar com a língua, mas eu não controlava a situação, era só um objeto e adorava isso. O primeiro agente me tirava do pau do colega e metia o dele na minha boca, uns segundos depois era o colega que fazia o mesmo, me deixaram assim por um bom tempo, saía uma pica, entrava outra, até que num momento eles entraram em acordo e meteram os dois juntos. Não acreditava que os dois paus cabiam na minha boca, além disso os dois me fodiam, que gostoso. Eu de joelhos naquela pose de submissa enquanto dois paus fodiam minha boca, adorava. Minha língua ficava louca, não sabia pra onde ir. O primeiro policial sai da situação e fico mamando o pau do segundo agente por um tempo quando sinto um Dedo que me saboreia, minha... não se virem...
Mas não quero me alongar em coisas que não vêm ao caso, então vou me apresentar. Me chamo Tamara, mas obviamente me chamam de Tamy, tenho 22 anos. Sinceramente, me considero uma garota gostosa, embora saiba que tem muitas mais bonitas que eu, mas sei que tenho meus atributos. Não sou muito alta, tenho 1,70m, peitos não muito grandes, mas bem formados, e uma bunda que não é meu melhor atributo. Mas com a roupa certa e uma boa pose, sou brutal. Já me disseram isso amigos, amigas e até primo. Sou muito sensual, mesmo tendo pouco a oferecer. Amo sexo em todas as formas, vale deixar claro que até aquela noite eu nunca tinha experimentado.
Foi exatamente no dia 14 de fevereiro de 2021. Eu tava namorando um cara, já estávamos juntos há vários anos, mais ou menos dois anos e meio. Ele era um cara muito bom e eu o amava, gostava de estar com ele, até fantasiava um futuro e família, etc. Tudo ia muito bem até aquele 13 de fevereiro. Uma amiga me contou que outra amiga nossa tinha terminado com o atual namorado. Pra não alongar, entre todo o grupo de amigas decidimos passar o dia 14 com ela. Todas tivemos que adiar nossos planos, por sorte os namorados de cada uma entenderam, apesar de um ou outro ter feito algum drama, mas conseguimos ficar todas juntas. Com meu namorado, que se chamava Daniel, foi um pouco complicado, principalmente porque ele entendia a situação e não tinha problemas, mas o cara queria transar. A verdade é que eu também queria, e combinamos que em algumas horas nos encontraríamos. Terminaríamos juntos no Dia dos Namorados. Na reunião com minhas amigas, minha amiga despeitada esqueceu rápido do término, a gente tava zoando, dançando, bebendo e se divertindo, até que o Daniel me mandou uma mensagem no WhatsApp. Abri e era uma foto do pau dele bem duro e depilado com uma mensagem dizendo: "Quando quiser me avisa, que isso aqui é todo seu". Adorei a foto, me afastei das minhas amigas e fui pro banheiro, subi uma perna no vaso, coloquei o celular no modo selfie e enfiei debaixo da minha saia curta e mandei a foto pra ele, falando pra manter duro até eu ir até ele. Tirei mais umas fotos e saí. Enquanto me divertia, tava trocando ideia com meu namorado, entre outras coisas ele me contou que foi com uns amigos beber e obviamente não só álcool. Só falei pra ele não exagerar, que a noite ainda nos esperava. Passaram umas 4 horas e muitas das minhas amigas já estavam indo embora, todas pensando a mesma coisa: já que cumpriu, agora é a nossa vez. Com tudo que a gente tinha bebido, já tava me sentindo tonta, andar reto já tava difícil, mas ainda tava consciente de tudo. Foi aí que mandei mensagem pro Daniel pra ele passar e me buscar. Deve ter passado meia hora e ele nem tinha lido a mensagem, liguei e ele não atendia. Não duvidava dele, só que eu já tava com muita vontade e não queria esperar mais. Pra piorar, as poucas amigas que sobraram começaram a falar das experiências delas, cada história melhor que a outra. Fosse verdade ou mentira, não tava nem aí, eu só queria sentir uma boa rola antes de dormir. O Daniel não aparecia e não respondia as mensagens, já tava ficando nervosa até que chegou um áudio dele... Não podia acreditar no que esse cara tava fazendo comigo. No áudio dava pra perceber o quanto ele tava ruim, pedindo desculpa e falando que já vinha. Era óbvio que esse cara ou se matava quando viesse, matava nós dois, ou pior, dormia e eu não ia dar pra ninguém. Fiquei puta quando ele chegou. Abri a porta do carro e todas as minhas suspeitas se confirmaram. Ele tava com uma cara de bêbado ruim, mal conseguia falar palavras, quis se fazer de amoroso, mas minha atitude de brava fez ele recuar. Subi no carro e começamos a andar. Tentei ver o lado positivo de tudo: ele tava alegre, mais do que o normal, e era óbvio que também queria a mesma coisa que eu. Enquanto a gente conversava sobre nossas festas, ele dirigia e passava a mão nas minhas pernas, passando por baixo da minha saia e depois descendo. Eu já conhecia ele nesse estado, e ele me conheceu em estados piores, mas meu medo era a gente chegar na cama e ele apagar. Sabia que o Daniel não ia conseguir sozinho, e enquanto ele acariciava minhas pernas e, de vez em quando, tocava minha buceta com os dedos, eu me aproximei mais do lado dele e comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça. A gente fez umas quadras assim até eu sentir o volume dele crescendo cada vez mais. Me irritava um pouco ele tirar as mãos pra trocar a marcha do carro, mas sabia que era eu quem tinha que tomar a iniciativa dessa vez. Aproveitei um momento em que ele tava trocando a marcha e me inclinei mais pra perto dele pra usar as duas mãos e desabotoar a jeans dele. Ele me ajudou, se ajeitando no espaço que dava entre o banco e o volante, até que eu consegui tirar o pau dele da cueca. Sem hesitar, me inclinei pra chupar ele. Comecei com uns beijinhos na cabeça e ia descendo pra depois subir, passava a língua da glande descendo até onde a jeans dele permitia, subia de novo e metia ele inteiro na boca. Enquanto eu subia e descia a cabeça chupando aquele pau, dava pra sentir o carro diminuindo a velocidade e até estacionando. Ele se recostou no banco enquanto eu me ajoelhava no banco do carona, levantando a bunda minúscula dele. Ele passava a mão nas minhas costas e chegava nas minhas nádegas pra subir de novo, enquanto eu saboreava o pau dele. Adorava chupar ele, queria ele bem molhado pra me penetrar. Com meus lábios, só sugava e subia e descia pela cabeça do pau dele, enquanto com a língua eu brincava. Com a gla dela, eu enlouquecia ele, ouvia ele gemer e falar coisas que eu não entendia. Ele passava as mãos por trás da minha saia e acariciava meu cu. Não tava preparada pra isso, mas sabia que, pela posição, ele não ia alcançar minha buceta, que já tava mais que molhada, então não falei nada e continuei. Ficamos uns minutos assim até que senti ele parar de responder aos meus estímulos, tanto que o pau dele foi murchando. É estranho, nunca me aconteceu, até que naquele momento eu ouço... Toc, toc... Sem pensar, olhei pra janela e não podia acreditar: era um policial. Na hora, fiquei dura, olhando fixo pra ele, até que senti uma luz atrás de mim. Me virei e vi pela outra janela outro policial com uma lanterna iluminando dentro do carro. Foi questão de segundos enquanto tentava me arrumar e vejo o Daniel dormindo, o filho da puta. Sentei no meu lugar e o policial que tava do lado esquerdo do carro bateu de novo. Vejo o Daniel acordar, se espreguiçar e, ao ver o oficial, abaixar o vidro. — Boa noite, cavalheiro. Pode me dar a documentação? Daniel, num estado deplorável, vejo ele se esforçar pra tirar a carteira do bolso de trás. Entrega os documentos pro oficial, que olha e devolve, dizendo: — A senhorita, quem é? Daniel responde não sei em que língua, algo tipo: — Ela é minha mina. O agente que tava do meu lado vejo fazer sinal pro outro, e o que tava do lado do meu namorado manda ele descer. Daniel desce e fica conversando com os agentes um bom tempo. Eu tava nervosa, não sabia o que podia acontecer. Tava pensando em ligar pra alguém, mas pra quem? Como explico essa situação? Então fiquei esperando. Depois de alguns minutos, Daniel entra no carro e me fala: — Os policiais querem falar com você. Fala o que for preciso pra gente vazar daqui. Eu não entendia nada, por que eles queriam falar comigo? Do que queriam falar? Mas como vi o Daniel convencido de que se eu falasse a gente ia embora, aceitei e desci. do carro. Quando desci e fechei a porta, um dos oficiais me levou para trás dos nossos carros e os dois pararam na minha frente e começaram a perguntar:
— Boa noite, senhorita. A senhora conhece o motorista?
— Sim, óbvio, é meu namorado, saímos pra comemorar o Dia dos Namorados.
— Tem certeza? Não tenha medo, conosco a senhora está segura.
— Segura de quê? Tô com meu namorado, não tô entendendo.
— Fique calma, estamos fazendo nosso trabalho. Achamos suspeita a atividade dentro do veículo, então interviemos.
— Bom, ele é meu namorado há dois anos, eu já tenho 22, qual seria o problema?
Nesse momento, um dos agentes se aproxima do que me interrogava e fala no ouvido dele. O primeiro policial só balançava a cabeça até que, num instante, me olha dos pés à cabeça e sorri.
— Aconteceu alguma coisa?
— Sim, pelo visto seu namorado tá dirigindo com a carteira vencida e, além disso, dá pra perceber que consumiu algo que não devia.
— E não dá pra deixar passar dessa vez? Eu não tomei nada, sei dirigir.
— Olha, pela carteira vencida até podemos deixar passar, mas por dirigir sob efeito de substâncias, não.
O outro oficial se mete na conversa:
— Podemos te levar pra delegacia, chamar seus responsáveis pra virem te buscar, mas seu namorado hoje fica preso.
Era óbvio que não tinha solução diplomática nisso. Se meus pais descobrissem que o Daniel usa droga ou que ele vai preso, ia tudo pro caralho. Parecia um pesadelo, eu tava mais que nervosa com tudo isso. Pensei em subornar eles, mas não tinha mais de 900 reais, e o Daniel não sei se tinha grana. Acho que num momento fiquei tão viajando, olhando pro nada, que o policial falou comigo e até gritou:
— Ei!! Tá conosco?
— Desculpa, é que não sei o que fazer. Não quero que meus pais fiquem sabendo nem que meu namorado tenha problemas.
— E então, eu não posso fazer nada, mocinha. É meu trabalho.
Foi aí que ouvi um assobio vindo da viatura e um dos oficiais foi. Com todo o movimento, nunca percebi que tinha outro policial, mas sentado dentro da viatura. No fim das contas... De alguns segundos, o oficial voltou pra junto da gente e falou pro parceiro:
— A pibita deu sorte, o chefe quer que a gente resolva aqui mesmo.
— Sério?
— Foi o que ele me disse, mas que não deixemos ela de fora.
O primeiro policial olhou pra todos os lados antes de me falar:
— Vamo resolver aqui, se você sabe dirigir, depois cai fora, que tal?
— Claro, agora não tenho muita grana, mas amanhã te passo tudo que pedir.
Na hora, os policiais começaram a rir de um jeito bem debochado.
— Não queremos dinheiro.
Eu já sacou pra onde a coisa tava indo e só esperava o Daniel agir, mas falei:
— Se não me falarem, não sou adivinha. Além disso, meu namorado tá no carro.
— Seu namorado? Vem cá.
Me fizeram andar pra ver que o Daniel tinha dormido, o filho da puta.
Aí o policial me diz:
— Então, o que vai fazer? A gente chama a base ou resolve aqui?
Eu, vendo o Daniel dormindo, sabia que tinha que fazer tudo sozinha e falei pro policial:
— Beleza, o que tem que fazer?
Ele me pegou pela mão e me levou pro lado do carro do meu namorado, que dava pro acostamento. Parou na minha frente e começou a desabotoar o cinto. Agora que penso, não acredito que na hora eu não sacava o que tava rolando, até ele tirar até a cueca e deixar cair um cock enorme na minha frente. Era óbvio que ganhava do Daniel em tamanho e comprimento, e juro que queria tocar, mas meus instintos de santinha me seguravam. Só fiquei ali parada, olhando aquele pedaço enorme, até o agente me falar:
— Vai, paga a multa.
— Adorei, é bem grande, mas meu namorado tá aqui.
— Para de encher o saco, o cara já apagou faz tempo.
Era verdade, o Daniel já tinha dormido do porre que tava, e eu tinha um cock muito lindo na minha frente. Tava tão duro, e a cabeça queria que eu puxasse o prepúcio. Então, toda a raiva, o estresse e o nervosismo foram sumindo enquanto eu me abaixava diante daquele pedaço de carne. Gostei tanto que nem masturbei com as mãos. Enquanto me abaixava, abri a boca pra ele entrar, coloquei meu... Joelhos sobre as botas dela e comecei a chupar, mal cabia na minha boca e por mais que eu tentasse não chegava até a barriga dela. Sentia que ia engasgar, que delícia de pau tava me chupando, o perfume dela era maravilhoso, a ppk bem depilada e os ovos muito macios na mão. Ela me puxa pelo cabelo e me joga pra trás e começa a se masturbar. POR FAVOR, AINDA NÃO ACABOU. Tudo pra me segurar debaixo do queixo e começar a foder minha boca, aquela pica entrava tão fundo que eu sentia abrindo caminho na minha garganta, adoro como esse policial safado fodia minha boca, até que sinto uma mão nas minhas costas, sabia que o primeiro policial não ia ser o único, já que tinha uma mão no meu pescoço e a outra debaixo do meu queixo me penetrando oralmente. Num momento, pensei que o Daniel ia acordar, mas em vez de acabar com tudo, ele queria que eu fosse comida por trás, eu tava entregue, mas em vez disso sinto algo acariciando meu rosto, abro os olhos e olho pra minha esquerda e era outro pau, não tão bom quanto o primeiro, mas bonitinho o suficiente, tanto que ao ver me deu vontade de chupar ele também. Larguei a pica do primeiro policial e comecei a mamar no outro enquanto batia uma pro primeiro. Essa segunda rola me agradava mais, era mais fina, cabia melhor na minha boca e eu podia brincar com a língua, mas eu não controlava a situação, era só um objeto e adorava isso. O primeiro agente me tirava do pau do colega e metia o dele na minha boca, uns segundos depois era o colega que fazia o mesmo, me deixaram assim por um bom tempo, saía uma pica, entrava outra, até que num momento eles entraram em acordo e meteram os dois juntos. Não acreditava que os dois paus cabiam na minha boca, além disso os dois me fodiam, que gostoso. Eu de joelhos naquela pose de submissa enquanto dois paus fodiam minha boca, adorava. Minha língua ficava louca, não sabia pra onde ir. O primeiro policial sai da situação e fico mamando o pau do segundo agente por um tempo quando sinto um Dedo que me saboreia, minha... não se virem...
1 comentários - Tamy, 1ª parte