madre e hija

O trabalho de quinta-feira passada foi exaustivo... Ser enfermeira no turno da tarde numa ala de pacientes com câncer me deixa super ocupada em várias frentes pra conseguir cuidar bem dos doentes.
Quando termino meu expediente, tô morrendo de vontade de chegar em casa, tomar um banho quente bem gostoso e jantar... Depois, não tinha muito planejado, só me enfiar no sofá e continuar lendo o romance que tinha começado faz pouco.
Sentei no volante do meu carro, girando a chave pra ligar... Percebi que tava difícil de pegar no tranco e pensei que devia pedir pro meu ex-marido Peter dar uma olhada... Quando o assunto é carro, ele entende pra caralho... Mesmo tendo nos separado há mais de um ano, a gente se dá bem e eu não confiaria meu carro a ninguém além dele.
Finalmente saí do estacionamento dos funcionários do hospital e, por causa do trânsito infernal, levei mais de meia hora pra chegar em casa... Entrei direto na garagem, fechei o portão atrás de mim e entrei.
Larguei minha bolsa na mesa da cozinha e fui pro meu quarto me trocar e vestir uma roupa confortável... No momento em que entrei na sala, parei de repente.
— "Ah, Anna... De novo, não", falei num tom de exasperação.
Anna é minha filha de 18 anos... Ela termina o ensino médio este ano... É baixinha, com cabelo loiro comprido, igual a mim, olhos azuis que herdou do Peter, uns peitões que não sei de quem puxou e um corpo atlético, também do Peter... Assim como eu, ela tem o hábito de ficar em casa com o mínimo de roupa possível.
Normalmente, ela anda só de calcinha, mostrando os peitos durinhos com orgulho, e raramente, completamente pelada... Ela não gosta de tomar banho na escola depois de fazer qualquer esporte... Espera até chegar em casa e fica nua um tempinho antes de entrar no chuveiro... Nessa tarde em especial, a Anna tava pelada no sofá e minha exasperação foi porque ela tava se masturbando.
Ela descobriu a Masturbação desde cedo, igual eu... Mas eu tinha a decência de fazer isso mais escondido quando tinha a idade dela, e até bem mais nova... Mas a Anna faz praticamente onde quer e quando sente vontade... Em defesa dela, geralmente faz no quarto ou no banheiro, mas não se dá ao trabalho de fechar a porta, e eu vejo ela várias vezes.
- "Desculpa, mãe", ela me olhou com os olhos semicerrados de prazer, mas pelo menos ainda pediu desculpas.
Fiquei de pé, com as mãos na cintura, adotando uma postura severa... Olhei de cima a baixo o corpinho jovem dela, reparando nas marcas do bronzeado, nos pelos bem aparados entre as pernas, no volume dos peitos e na dureza dos mamilos... Vi que o corpo dela tinha um brilho estranho, não era suor.
Quando olhei pra mesinha de centro, vi um vidro de Johnson Baby Oil... Aí caiu a ficha: o brilho no corpo dela era do óleo que ela tinha passado... Por isso a Anna estava com a pele reluzente... Olhando melhor, vi um monte de creme nas coxas internas dela e em volta dos lábios da bucetinha lisinha... As mãos dela também estavam cheias de óleo... Ela passava pela barriga lisa até o peito direito, depois ia pro esquerdo, apertando o mamilo.
- "Anna, o que você tá fazendo?... Você sujou o sofá inteiro de óleo... Vou ter que limpar isso agora mesmo", falei irritada.
"Desculpa, mãe... Não quis sujar o sofá", ela disse, tirando a mão de entre as pernas e sentando.
Suspirei alto e deixei as mãos caírem ao lado do corpo... Não consegui evitar achar ela gostosa... Afinal, eu também tava afim de me masturbar no banho... Agora tava adorando ver a Anna se masturbando, me lembrando do passado... E reagi instintivamente, falando:
- "Você vai me passar o óleo quando eu pedir", ordenei enquanto lutava pra tirar minha blusa justa pela cabeça.
Depois tirei o sutiã e fui em direção a outro extremo do sofá... Tirei meus sapatos, a calça e a calcinha, ficando completamente nua... Eu estava no extremo oposto da minha filha, meio deitada e apoiando minhas costas no braço do sofá.
Anna se arrastou até mim, com o vidro de óleo Johnson, e ficou de joelhos entre minhas pernas levantadas, com as coxas flexionadas e abertas, deixando ela ver claramente minha buceta depilada.
— "Onde você quer, mãe?", ela perguntou, com o vidro pronto para apertar sobre meu corpo e derramar o óleo.
Eu curvei minhas mãos e as segurei, indicando para ela derramar ali.
— "Ah... Isso não é divertido", ela disse, fazendo bico.
— "Tá bom, então... Coloca onde achar melhor, querida", falei, deixando minhas mãos caírem para os lados.
Ela inclinou o vidro lentamente sobre minha barriga... Como em câmera lenta, o óleo saiu da boca do vidro e borrifou minha pele... Meu estômago não é tão tonificado quanto o da Anna, mas também não é flácido nem tem sobrepeso... Meus peitos também não são tão grandes quanto os dela... Ela pegou um pouco de óleo do meu umbigo e levou até meus peitos com a mão, demorando-se e apalpando-os o quanto quis... Acho que até demais.
— "Cuidado, cuidado", falei, soltando um grito de alarme, porque ela derramou óleo demais na minha barriga e escorreu pela minha coxa direita... Anna pegou com as duas mãos e começou a espalhar pelas minhas duas pernas.
Ela sempre terminava direto na minha buceta completamente depilada, deixando um gotejar lento escorrer pelos meus lábios vaginais e clitóris... Senti o líquido fresco entre meus lábios descer até chegar no meu cu.
Sabia que o óleo estava se acumulando na almofada debaixo de mim, mas pensei que, de qualquer jeito, pelo que ela já tinha sujado antes, teria que limpar tudo depois.
Depois, quando terminou, ela se sentou na ponta do sofá, apoiada no braço como eu, e virou o vidro sobre si mesma... Enquanto eu olhava, passei minhas mãos por todo o meu corpo, me besuntei com o óleo. Peguei o óleo e passei nas minhas coxas, espalhando o resto que tinha na barriga e nos peitos.
Vi que a Anna largou a garrafa e imitou meus movimentos, esfregando os peitos grandes e a buceta depilada dela.
Como um espelho, passamos as mãos pelas nossas barrigas, deixamos os joelhos caírem abertos, mostrando a buceta uma pra outra.
Nossas mãos deslizaram em silêncio sobre os lábios da buceta… Nossos dedos faziam alavanca pra separar as dobras escorregadias… Vi ela enfiar os dedos entre os lábios e abri-los… Depois meteu um dedo no buraco dela, enfiando e tirando várias vezes… Ela tava se dedando.
Não demorou muito pra Anna começar a trabalhar o clitóris com uma mão, beliscando e rolando os bicos dos peitos com a outra… Ela jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos.
Eu não conseguia parar de olhar… Ver ela com o corpo todo brilhando e se masturbando gostoso, tava me excitando como nunca… Depois de um minuto, ela deixou a perna esquerda cair, esticando ela pra fora até descansar na minha coxa… A Anna tinha gozado, e o corpo dela tremia de tesão.
Minha pele tava tão escorregadia que, quando ela se recuperou, o pé deslizou fácil, massageando minha coxa com a sola enquanto eu continuava me masturbando devagar… A Anna esticou os dedos do pé e os balançou na minha entreperna… Tirei meu dedo e comecei a trabalhar no meu clitóris enquanto ela brincava nos lábios da minha buceta com o pé… Ela brincou no meu buraco com o dedão e enfiou ele… Com a mão livre, agarrei o pé dela e segurei ele ali, com medo de que ela parasse.
— Anna, o que você tá fazendo comigo? — perguntei pesado.
— Quer que eu pare? — respondeu gemendo.
— Não sei… A gente devia parar — falei, sem vontade nenhuma de que ela parasse.
Ela, percebendo, apertou mais o pé pra dentro de mim… Com o óleo de bebê nas minhas mãos e no pé dela, não conseguia controlá-la… O dedo dela O gordo deslizou pra dentro de mim, me abrindo toda… Depois de entrar, ela mexeu devagar… Eu esfreguei e apertei meu clitóris com força.
— "Ai, Deus, Anna… Não para, amor", gemi, jogando a cabeça nos travesseiros.
Senti o outro pé dela tocando minha perna, deslizando até a ponta da minha buceta… Abri mais as pernas pra ela, mostrando fisicamente que queria mais… Com o pé direito, ela massageou minha perna com jeito e abriu, deslizando pela minha fenda, procurando meu cu.
— "Ai, Deus, Anna… Você vai fazer eu gozar", ofeguei.
— "Mmm… Que delícia, mãe… Tomara", ela disse.
Com a cabeça ainda enfiada nos travesseiros, eu esfregava os dedos rápido no meu clitóris inchado… Depois deslizei pelos meus lábios, montada no dedão do pé dela… Arqueei as costas, levantando minha buceta no pé dela, tremendo, esfregando e batendo no meu clitóris.
— "Porra, amor, não aguento mais", soltei.
Os músculos da minha barriga se contraíram dolorosamente… Um calor intenso começou no fundo do meu corpo, se espalhando como uma espiral cada vez maior até fechar nos meus lábios vaginais… Apertei eles em volta do dedão da Anna e explodi num orgasmo tremente, igual a poucos que já tive.
— "Me fode, Anna… Porra, vou gozaaaaar", gritei.
Me segurei com o corpo arqueado enquanto durava esse orgasmo foda… Quando a euforia passou, bati minha bunda no sofá, expulsando os pés da Anna… Instintivamente fiquei de joelhos e caí sobre minha filha até me livrar do efeito dessa gozada incrível.
Sem hesitar, pressionei meus lábios com força nos dela… Nós duas já tínhamos nos masturbado juntas várias vezes desde que ela começou a brincar sozinha… Até demos um jeito de nos ajudar uma à outra com as mãos… Mas nunca tinha beijado ela assim, como tava beijando agora, com os lábios abertos e minha língua entrando e saindo da boca dela… Ela respondeu muito bem, esticando a língua dela pra encontrar a minha. Remexendo-as juntas por um bom tempo.
Ela passou as mãos sujas de óleo pelas minhas costas, massageando minha bunda… Agarrei os ombros dela com força e pressionei minha pélvis contra a dela… Dava pra sentir os biquinhos dos peitos dela apertando os meus.
— Você me ajudou a gozar gostoso, céu — ela disse, olhando fundo nos meus olhos azuis quando desfez o beijo.
Rápido, comecei a deslizar pelo corpo dela, sem esforço por causa do óleo que nos cobria… Tudo a partir do beijo era tabu… Território inexplorado.
Uma voz no fundo da minha mente gritava:Você não pode fazer isso, Claire, é sua filha., tentando me parar... Eu disse:Cala a boca.… A voz sabia tão bem quanto eu pra onde eu tava indo… Queria enfiar minha cara entre as pernas da Anna… Queria sentir a buceta dela na minha boca… Parei nos peitos da Anna pra mordiscar os bicos dela, só o suficiente pra acalmar aquela voz.
– “Mãe… Tem certeza disso?”, a Anna me perguntou.
– “Me para quando quiser, querida”, falei, tirando um dos bicos grandes dela de entre meus lábios.
Ela não disse mais nada, nem eu ouvi aquela voz interna de novo… A Anna enroscou os dedos oleosos no meu cabelo enquanto eu deslizava minha língua pela barriga dela, admirando como era firme e macia… Nem percebi o quanto tinha avançado até sentir o roçar da tirinha de pelos pubianos dela no meu queixo… Meu coração acelerou de antecipação e tesão… Mesmo sem aquela voz interna, eu sabia que pra onde tava indo não era certo.
Tudo isso fez minha buceta inundar e babar pelos meus lábios e coxas… Não ficava tão molhada há muito tempo… Passei a língua sobre os pelos da Anna e depois deslizei até o lugar onde a coxa esquerda dela encontrava a pélvis… Ela deu um pulo e soltou uma risadinha, puxando meu cabelo que ainda tava enroscado nos dedos dela.
– “Mãe, a gente não pode”, ela disse, sem ser totalmente suplicante.
– “Me para, se quiser”, repeti num tom suave.
Sem esperar a resposta dela, estiquei a língua e pressionei entre os lábios dela, separando eles… Através do óleo abundante, pude provar o suco dela… Tinha uma textura e um gosto completamente diferentes do óleo, e tinha muito.Com certeza não vai me parar agora.’, pensei comigo mesma enquanto deslizava minha língua para cima e para baixo na sua racha, desde o buraquinho da buceta até o clitóris endurecido... Senti ela pressionar a parte de trás da minha cabeça pra manter meu rosto colado na sua virilha.
— "Ah, porra, mamãe… Que gostoso você tá me dando", ela gemeu.
Enrolei meus lábios em volta do clitóris dela com vontade, passando a língua na pontinha cheia de nós... Ela se contorceu sob meu ataque. Deslizei uma mão pela coxa macia dela até os lábios inchados, brincando com eles desesperadamente igual uma puta no cio.
Enfiei meu dedo do meio bem fundo dentro dela, ao mesmo tempo que apertava os dentes contra o clitóris... Ela respondeu arqueando as costas no ar, me fazendo perder o equilíbrio… Lutei pra aguentar as investidas dela.
Fiz cócegas nas paredes da buceta dela com a ponta do dedo e voltei minha língua pro clitóris, fazendo ela gozar de prazer... Girei e girei meu dedo comprido dentro da buceta dela… Depois diminui a velocidade só o bastante pra brincar com o cu dela com o dedo anelar… Já tinha voltado a chupar o clitóris dela, igual um bebê mamando no peito.
— "Aaaai, mamãe", Anna gemeu e ficou sem fôlego.
Ela soltou uma mão do meu cabelo... Olhei pra cima e vi ela pegar a própria teta melada de óleo, beliscando e apertando o mamilão gordo... Com a outra mão ainda no meu cabelo, ela pressionou minha cara com força na buceta dela, me forçando a dar só umas respiradas de vez em quando enquanto eu atacava com língua e dedos.
— "Vou gozar, mamãe!", ouvi ela gritar.
— "Goza, bebê… Goza pra mamãe", eu soprei no clitóris dela.
— "Ah, Deus, vou sim… Mexe o dedo mais rápido… Mais rápido", ela gemeu.
Enfiei meu dedo indicador junto com o médio e comecei a meter rápido pra dentro e pra fora da buceta dela... Ela arqueou as costas de novo, balançando a cabeça de um lado pro outro, e batendo nas próprias tetas com as duas mãos... Eu me mexia, enfiava, torcia e arranhava dentro da buceta dela, tudo com muita Rápido.
- "Ah, porra, mamãe… Mamãe!... Mamãe!... Vou gozar", ela começou a gritar, arqueando as costas de um jeito anormal.
Mal disse isso, começou a inundar minha boca com o suco dela... Como se estivesse possuída pelo demônio, Anna se mexia loucamente e a buceta dela jorrava que nem uma torneira.
Enfiei meus dedos fundo na buceta dela, até bater no colo do útero… Girei as pontas dos dedos em volta daquela protuberância dura e carnuda no fundo da vagina, mandando ela pra outra dimensão.
Se eu achava que ela era uma torneira, então eu era uma cachoeira… O creme branco e pegajoso dela escorria e babava da buceta, encharcando minha mão inteira e caindo no sofá debaixo dela… Lambi a buceta dela o melhor que pude, igual um cachorro faminto faz com um osso… Me senti uma puta monstruosa, dedando meu bebê, lambendo o gozo dela como uma vagabunda sem valor… E, pior, eu queria mais daquilo.
Finalmente, ela não aguentou mais, implorando pra eu parar pra ela recuperar o fôlego… Tirei meus dedos dela enquanto descia lentamente até o travesseiro… Olhei pra ela de entre as pernas dela, com o rosto coberto pelos sucos dela… Ela estava com a cabeça jogada pro lado, o cabelo comprido todo bagunçado e o peito subindo e descendo rápido enquanto tentava controlar a respiração.
Quando finalmente voltou a si, ela me olhou de entre as pernas dela… Minha boca estava a centímetros da buceta dela, ainda babando… Foi aí que o peso de tudo que eu tinha feito me acertou que nem um taco de beisebol nas costelas.
Sentei no sofá, apoiei os cotovelos nos joelhos e fiquei olhando pro chão.Sabe o que você acabou de fazer?’... aquela voz interna ficava me perguntando...‘Ah, meu Deus… Acabei de agir como uma puta louca e chupei a buceta da minha filha… E eu gostei… Adorei fazer isso.respondi mentalmente... Me senti muito depravada... Levantei as mãos e baixei o rosto na direção delas... Anna sentou e ficou do meu lado.
— "Mãe... Você tá bem?", sussurrou.
Ela conseguiu ver claramente lágrimas nos meus olhos... Não consegui responder por medo dela...Ela e você fizeram, mas a culpa é sua, raposa gostosa… Você é a mãe dela.’, ouvi de novo a voz interna…Eu sei… Cala a boca de uma vez., respondi silenciosamente àquela voz que soava dentro de mim.
— "Mãe, você está bem?", Anna repetiu baixinho.
Ela levou os dedos ao meu queixo, me forçando a virar a cabeça... Tirei as mãos do meu rosto... Tinha certeza de que meus olhos estavam vermelhos naquele momento.
Nós nos olhamos profundamente uma para a outra... Imagino que as duas estávamos sentindo a mesma coisa... Ela apoiou a mão no meu queixo e bochecha e me disse:
— "Mãe, você está bem?... Adorei o que você fez comigo e espero que repita mais vezes."
Forcei um sorriso olhando para minha filha.
— "Mãe, você já me ajudou a gozar várias vezes só com os dedos... Então isso é só mais um passo... Não se arrependa."
— "Sério?", perguntei, completamente surpresa com os comentários dela.
— "Claro... Mal posso esperar para fazer de novo."
Ela aproximou o rosto do meu e pressionou os lábios suavemente contra os meus... Ficamos nos beijando assim por um minuto inteiro até ela quebrar o beijo, se inclinar para trás e sorrir para mim de novo.
Sem hesitar, ela se inclinou para mim de novo e me beijou outra vez, dessa vez separando os lábios... Fez isso várias vezes até que a língua dela deslizou na minha boca... Então ela envolveu os braços em volta de mim e pressionamos nossos corpos nus juntos, ainda besuntados de óleo... Envolvi meus braços nela e retribuí o beijo com paixão amorosa.
Isso não era exatamente luxúria, mas se eu tivesse me concentrado demais na sensação dos peitos dela se esmagando contra os meus, teria sido.
Me afastei da Anna, levantei e disse que ia tomar um banho demorado... Ela perguntou se eu queria companhia enquanto eu andava pelo corredor até meu quarto... Me virei e olhei para ela.
— "Adoraria", falei, me surpreendendo com meu tom sedutor.
Passamos muito tempo na banheira, tendo que esvaziá-la e enchê-la de novo várias vezes quando a água esfriava... Depois, juntas cozinhamos um jantar simples, que levou três vezes mais tempo exatamente o que precisava, porque a gente parou algumas vezes pra se satisfazer... Depois do jantar, sentamos no sofá vendo um filme juntas, nos dando prazer mais uma vez antes de cair de exaustão pra passar a noite na minha cama.
Na sexta ela foi passar o fim de semana com o pai, e na segunda à tarde ela vai estar na casa da amiga, usa a palavra: pussy… Calculo que ela deve chegar em casa dentro de uma hora, e pensei em deixar que ela me encontre do mesmo jeito que eu a encontrei na quinta passada.
Tô passando da luxúria desenfreada pro remorso vergonhoso e daí pra depravação mais absoluta... Não sei até onde isso pode ir... Tenho medo de descobrir, mas por mim, vou fazer de tudo pra aproveitar… Já tô vendo o que a vida nos reserva quando tô trabalhando com tanto doente no hospital.

1 comentários - madre e hija

Que hermoso como me calento me encantaría ver fotos de ambas!!!